sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Mudanças.


Muito tempo sem escrever, devido às mudanças que ocorreram na minha vida. A partir do momento em que entregamos a nossa vida nas Mãos de Deus, é Ele quem planeja tudo o que acontece, passamos por lutas, perseguições para amadurecermos espiritualmente e nos preparar para as bênçãos decorrentes da obediência (Deuteronômio 28).

Abrir uma empresa não é tão fácil, mantê-la é um trabalho árduo, uma luta diária manter a empresa de pé. Dá trabalho abrir o próprio negócio? Dá. E muito. Mas, depois que se conquista, tem que ter mais força, mais ânimo, mais coragem para permanecer com o próprio negócio aberto. Alguns pensam: mas, ter um próprio negócio agora? Não é loucura? Não.

Muitos deixam de serem os próprios patrões para continuar empregado, e se aposentar por tempo de contribuição e viver da aposentadoria. Vidinha mais ou menos, mas, tem quem goste disso, fazer o quê? Sendo que, a expectativa de vida do brasileiro aumentou e com isso quem se aposenta por tempo de contribuição tem sim o salário reduzido, ou seja, quanto mais se vive, menos recebe. Isso é o famoso Fator Previdenciário. Depender disso? Jamais! Vivemos na dependência de Deus e jamais na dependência dos homens.

Vejo muitos aposentados que ganha o seu salário e que fazem algo a mais porque o salário não dá. Cata papelão, latinha, garrafa, bordam, vende salgados de porta em porta, e para os mais afortunados, colocam frangueira na porta de casa todo fim de semana, abrem um bar no quintal de casa, enfim, tudo para manter o padrão de vida que tinha antes. Muitos com mais de 70 anos! E o verão na Zona Oeste do Rio de Janeiro dá pra fritar um ovo no asfalto! Mais de 40º graus. Por isso, catam cedo e terminam antes de meio dia.

Povo guerreiro, que infelizmente foi xingado por um ex-presidente que se aposentou aos 37 anos! Enfim... E outros que continuam trabalhando, mesmo aposentados. Muitas senhoras que aceitam encomendas de bolo, salgado, enfim, vejo isso e penso: poxa! A luta é diária pra se manter e ajudar o parente em casa. Muitos se ajudam como pode, mesmo com tanto egoísmo, o povo vai à luta.  E Deus abençoa.

Abri sim uma loja de produtos de limpeza, por isso, nem sempre poderei escrever no blog. Trabalho dobrado, graças a Deus.

                                    

 
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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Ser dona de casa: perda de tempo ou oportunidade?

É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar totalmente ao lar.

Por Rafaela Rizzo / Fotos: Fotolia - Cedida - Arquivo pessoal
Uma mulher que investe todo o seu tempo para manter a casa em ordem e, muito mais do que isso, cuidar dos filhos, do marido e de si mesma. Há algumas décadas isso seria a coisa mais natural do mundo. Mas, hoje em dia, dizer que é dona de casa e que prefere cuidar do lar a trabalhar fora soa muito mal. Claro que em muitas famílias é necessário que o casal trabalhe, pois, vamos admitir, atualmente, é bem caro manter uma casa. Mas, se você tem oportunidade de dedicar mais do seu tempo à sua família, por que não fazê-lo?
Foi o que Carolina Faner Silva Barreto, de 31 anos, decidiu fazer. Ela trabalhava na área administrativa de uma empresa de saúde. Era meio período, mas, por morar muito distante do emprego, a maior parte do dia ela passava no trânsito. “Por passar tanto tempo longe, percebi que minha casa estava muito descuidada. Estava distante do meu marido e da minha filha, que já estava na adolescência. Então, deixei o trabalho para levantar o meu lar, pois estava em ruínas”, conta. E quem pensa que cuidar da casa se refere apenas a limpeza e organização do lugar está muito enganado. Carolina explica que “uma empregada poderia ajudar nessa parte material, mas só eu posso ser mãe e esposa. Percebi que era a minha presença que faria toda a diferença”.
Mas o que será que os filhos pensam quanto a ter as mães sempre por perto? Lilian de Almeida Trazza, de 25 anos, conta a história da mãe, Sebastiana Vitalina de Almeida Trassa, de 60 anos, que há 29 se dedica exclusivamente aos cuidados do lar. “Ela nos conta que, quando meu irmão mais velho nasceu, meu pai e meu avô a orientaram a dedicar aquele momento para a criação do filho, em vez de trabalhar fora. Ela concordou e naquela época uma pessoa sozinha conseguia sustentar a casa, o que é bem mais complicado hoje em dia”.
Algum tempo depois, Sebastiana já tinha três filhos para cuidar, o que fez a sua volta ao mercado de trabalho ficar cada vez mais distante. Ela decidiu que dedicaria sua vida a cuidar dos filhos, do marido e da casa.
Hoje em dia todos os filhos estão formados e trabalham fora. Lilian admite que a mãe é talentosa e poderia facilmente vencer na vida profissional, mas é ótimo tê-la por perto. “Acredito que ela poderia ter tido uma carreira de sucesso. Mas talvez, se tivesse uma carreira profissional bem-sucedida, nós não teríamos uma boa educação e criação. Hoje vejo que toda a dedicação dela valeu muito a pena. Ela é o elo de união da nossa família, cuida de todos e faz questão que estejamos sempre juntos, principalmente agora que meus irmãos estão casando e saindo de casa. Ela acalma os ânimos quando estamos irritados e faz questão de juntar todos em casa para jantarmos sentados à mesa. Ela é o equilíbrio de casa”, conclui.
Dupla jornada
É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar exclusivamente ao lar. Não porque elas não queiram, mas por conta das despesas que a casa e os filhos exigem. A maioria delas precisa ir à luta com o marido e quando chegam do trabalho encaram a função de cuidar do lar. Essa é uma realidade vivida por Cintia Cristina de Oliveira, de 37 anos. Ela tem três filhos e trabalha como assistente financeiro. Chega às 18h30 do trabalho e, como muitas brasileiras, ainda cuida da casa no fim do dia. Dessa forma, sobra pouco tempo para ficar com a família. “Me sinto culpada por não ter muito tempo disponível para meus filhos. Nas minhas férias é uma felicidade para eles e meu marido. Eles dizem que gostariam que eu ficasse em casa cuidando deles em tempo integral”, confessa.
Deixar o trabalho para se tornar dona de casa está nos planos de Cintia. “Pretendo deixar de trabalhar para me dedicar mais à família. Na minha opinião, não é humilhante a mulher ser dona de casa, pois o trabalho do lar é muito mais pesado do que muitos outros. A diferença é que não somos remuneradas com um salário, mas a recompensa é ver o sorriso estampado no rosto de quem amamos”, afirma.
Voltando ao caso de Carolina, após um tempo de dedicação exclusiva à família, ela se viu apta a conciliar a função de dona de casa com a administração de um pequeno negócio, mas sempre priorizando o lar. “O objetivo era ajudar no pagamento das despesas e conseguimos montar uma perfumaria. Quando as crianças estão na escola, eu cuido da loja. Quando elas saem, uma funcionária ocupa meu lugar e eu volto para casa. A leitura dos livros “A mulher V” e “Casamento Blindado” me ajudou a ter a direção correta para agir como mãe e esposa. A mulher cristã é uma mulher antenada, que tem conhecimento e que se supera”, reflete.
 

domingo, 13 de abril de 2014

Até quando você vai duvidar de si mesmo?

Exemplos de pessoas desacreditadas que superaram dificuldades provam que não existe caso perdido.

Por Rafaella Rizzo / Fotos: Marcelo Alves - Cedida

Em menos de um mês um jovem de 17 anos foi detido seis vezes por roubos e furtos na cidade de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais. Dentre os crimes, o menor roubou R$ 80 de uma padaria e uma moto. O policial que atendeu a última ocorrência diz que a maioria dos menores infratores não tem medo de cometer novos crimes.
Talvez a primeira coisa que alguém pense ao ler essa notícia seja “esse aí não tem jeito, nunca vai mudar”. Afinal, nem atingiu a maioridade e está envolvido na criminalidade”.
Se muitos podem pensar assim desse jovem, o que dizer então de uma mãe que levou as filhas para as drogas? Maria Magali, de 61 anos, é essa mãe. Ela conta que, por muito tempo, viveu dominada pela bebida e era dependente química. Isso influenciou no seu casamento, que chegou ao fim, e também na vida financeira e até refletiu nas filhas. “Eu não dormia, tinha desejo de suicídio. Trabalhava, ganhava bem, mas nada fluía. Todo dinheiro era para gastar nas drogas e noitadas. Era uma vida miserável: um dia tinha comida, outro não”, lembra.
Mesmo vendo tantos erros na vida que a mãe levava, as filhas de Magali acabaram seguindo o mesmo caminho. “Nessa época eu tinha 35 anos e minhas filhas 12, 15 e 19 anos. Anoitecia e eu sentia uma vontade enorme de sair, ir para as baladas e elas pediam para ir também. Íamos para as boates, cada uma ficava com um rapaz. Eu as ensinei a cheirar cocaína”, revela, em meio a lágrimas. “Não acredito que pude fazer isso com minhas filhas”, desabafa.
Hoje Magali tem consciência do mal que fez a elas, mas todos que estavam à sua volta a condenavam e a consideravam um caso perdido, menos sua mãe, que havia ouvido na Universal que a filha poderia mudar. “Ela sempre me chamava. As minhas filhas foram primeiro e começaram a me chamar também. Até que um dia eu fui para ver no que ia dar. Estava cansada daquela vida. Assisti à reunião, houve uma oração pelos viciados. Naquele momento, abri meu coração e decidi aceitar a ajuda de Deus.”
O tempo passou e Magali foi mudando de vida, de dentro para fora. “Eu tive que recomeçar em todas as áreas.Tenho meu próprio negócio e ele está crescendo. Quando a pessoa se entrega a Ele, as coisas acontecem. Não é de uma hora para outra, você tem que buscar, mas Ele está sempre de braços abertos para nos receber, não importa quem você seja. Hoje estou de bem com a vida.”
O bispo Edir Macedo explica que, apesar de muitos não acreditarem, Deus está sempre disponível para aqueles que O invocam e que Ele acredita no ser humano. Mas, para que mudanças práticas aconteçam, é preciso que cada um faça a sua parte. “Deus tem um plano para cada um, mas isso não significa que precisamos ficar esperando que Ele venha realizá-lo por nós. Se queremos que esse plano se concretize em nossas vidas, não há outro caminho a tomar, senão nos associarmos com Deus através de uma aliança eterna”, afirma.
Foi essa aliança que outra pessoa desacreditada, Anderson Silva, de 21 anos, fez. Era usuário de drogas como maconha, cocaína e lança-perfume, deixava mais da metade do salário nos vícios e tinha uma vida sentimental conturbada. “Eu cresci muito sozinho, sem família. Acho que isso colaborou para que eu seguisse o caminho errado. Além das drogas, eu bebia muito, de segunda a segunda. Cheguei a tomar álcool de posto. Nenhum relacionamento dava certo para mim. Eu comecei a perder várias coisas na vida, como o emprego e até o desejo de viver. Eu não acreditava mais em mim, não conseguia parar com as drogas, achava até que eu não tinha mais jeito”, relembra.
Mas essa situação mudou quando Anderson aceitou um convite para ir a uma reunião na Universal. Além de vencer os vícios, ele descobriu que tinha talento para ser lutador profissional. “Fiz as aulas de boxe no Força Jovem, tive acompanhamento para aprender o esporte. Nunca tinha lutado antes, mas com sete meses de treino venci minha primeira luta no maior campeonato brasileiro, a Forja de Campeões, na modalidade meio pesado. Eu comecei a acreditar em mim, vi que tinha potencial e que Deus é comigo”, conclui.
 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Bispo Edir Macedo explica como acontece a nova vida.

Pastor dá testemunho sobre o "Novo Nascimento"


Uma das dúvidas mais frequentes de quem aceita Jesus como seu Senhor e Salvador é como se dá a transformação de vida e o recebimento do Espírito Santo. Nascer de novo é fenômeno espiritual que vem de Deus. Para elucidar como funciona, o bispo Edir Macedo faz uma analogia com o nascimento do filho de Deus, que acontece sem que haja a interferência humana.
 
O bispo afirma que a forma como Deus opera esse milagre dos milagres segue a mesma lógica da geração de Jesus. “Nem igrejas, nem doutrinas e muito menos vasto conhecimento bíblico tornam possível nascer de Deus. O nascimento do Espírito Santo é obra exclusiva dEle.”
O bispo relembra que Maria teve dúvidas sobre como iria dar à luz uma criança quando soube que seria mãe do filho de Deus. “Ela perguntou ao anjo como Jesus iria ser gerado se ela não tinha qualquer contato com homem”, afirma.
 
O líder da Universal esclarece que assim como Maria, a maioria das pessoas tem crido que se nasce de Deus pelo fato de ter aceitado o Senhor Jesus como Salvador e pelo batismo nas águas. Mas alerta: “Apesar de ser doutrina cristã, ainda assim é insuficiente para o novo nascimento prometido.” Para reforçar a ideia, o bispo cita a passagem bíblica que conta a resposta dada a Maria pelo anjo: “Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a Sua sombra.” Lucas 1:35
O bispo esclarece que da forma como Jesus foi gerado no ventre de Maria, também os filhos de Deus são gerados pelo Espírito Santo. “Ele os envolve com a Sua sombra. Naquele momento, há muito choro. Primeiro, de tristeza pelos pecados cometidos, já que o Espírito os convence disso. E, ao sentir-se completamente perdida, a pessoa busca quem pode lhe salvar. O Espírito Santo aponta para o Salvador. Nesse mesmo instante, a pessoa se rende ao Senhor Jesus com todas as suas forças, de todo seu coração e entendimento.”
 
O bispo explica que por esse motivo o choro de tristeza se transforma em gozo e alegria indizíveis. “A partir de então, a pessoa passa a ter o caráter Divino, para viver em novidade de vida.”
Testemunho de nova vida
Para exemplificar e comprovar o que o bispo Edir Macedo explicou sobre o “Novo Nascimento”, veja o testemunho do pastor Carlos Ostan (foto acima). Ele conta que já havia descido às águas e frequentava a Universal, mas ainda não tinha, realmente, recebido o Espírito Santo.
O pastor relata como aconteceu o milagre da vida nova para ele. “Eu não vivia mais no pecado. Já não usava mais drogas, não era mais bandido ou traficante, porém, não era nascido de Deus. Em uma quarta-feira à noite, no momento da reunião, enquanto eu estava orando, aconteceu a coisa mais gloriosa que podia me acontecer. Me lembro como se fosse hoje. Em um dado momento, o Espírito Santo me convenceu dos meus pecados, me fez ver o quão sujo e perdido eu estava.”
Ele diz que a sensação era como se um filme estivesse passando pela cabeça dele em relação a tudo o que fazia de errado. “Os meus pecados passavam pela minha memória. Naquele momento, eu me vi perdido, desesperado. Mas foi exatamente ali que o Espírito Santo, na minha mente, não no coração, me mostrou e me revelou o Seu Filho Jesus. Entendi que Jesus era o único que poderia me salvar.”
Nasceu um profundo e sincero arrependimento para o pastor Carlos. “Ali Jesus perdoou todos os meus pecados, me lavou no Seu sangue e, em 18 anos de vida, eu ouvi, pela primeira vez, Jesus me chamando de meu filho. Pela primeira vez também eu pude dizer meu Pai. Foi o dia mais glorioso da minha vida.”
 
O pastor afirma que podem passar milhões de anos e ele nunca esquecerá esse dia. “Parece até mesmo que foi hoje. Eu tive nojo da vida que eu levava e ódio do pecado. Eu tive paz. Outra coisa que nasceu em mim foi o amor pelas almas. Eu queria levar para outras pessoas o que, naquele momento extraordinário, tinha acontecido comigo.”
 
Naquele instante, ele fez uma oração e um pacto com Deus. “Jesus, não quero mais viver para mim. Quero servir ao Senhor ganhando almas. Se o Senhor quiser me usar, pode me mandar agora para qualquer parte do mundo para pregar a Sua Palavra que eu vou. Eu largo tudo para lhe servir, ainda que seja para ir pregar a Sua Palavra para os índios, no meio da selva”, lembra.
 
Para o pastor não importava mais nada. Ele só queria ganhar almas. “Tudo mudou dentro de mim. Ao fim da reunião, fui imediatamente falar com o pastor e disse que, a partir daquele momento, eu queria que Deus me usa-se na Sua Obra.” Carlos foi orientado a entrar primeiro no grupo jovem, evangelizar e depois ser obreiro. “Só depois o Espírito Santo me levantaria a pastor e, graças a Deus, foi o que aconteceu, pela misericórdia do meu Pai.”
 
Hoje, o pastor Carlos está há 20 anos na Obra, fazendo o que mais ama: salvar almas para o Senhor. “Só uma coisa amo mais que salvar almas, a minha Salvação. O ‘Novo Nascimento’ é o meu maior tesouro. Espero, em nome de Jesus, que aconteça o mesmo com todos”, conclui o pastor.
 
(*) O testemunho do pastor Carlos Ostan foi postado no blog do bispo Alfredo Paulo