quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Como superar o desprezo.

A nova moda de sumir de uma relação sem dar satisfações tem trazido sofrimento para muitos. Saiba o que fazer para superar essa situação.

      
Em junho deste ano, a atriz Charlize Theron rompeu o noivado com o ator Sean Penn de uma forma bem curiosa: de uma hora para outra, e sem maiores explicações, Charlize parou de falar com Penn e cortou todo e qualquer tipo de relação.

O nome dado a esse tipo de reação em inglês é “Ghosting”, que quer dizer efeito fantasma. A palavra passou a ser usada como um verbo e se refere a terminar um relacionamento sem dar satisfações, ignorando as tentativas de aproximação do ex-parceiro.

Uma pesquisa realizada em 2014 pelo site de notícias The Huffington Post, com aproximadamente mil adultos, apontou que 11% dos entrevistados tinham feito ghosting com alguém. Já a revista americana Elle entrevistou 185 pessoas e descobriu que 16,7% dos homens e 24,4% das mulheres tinham sido ghosting em algum momento de suas vidas.

Para a professora de sociologia Sherry Turkler do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), que recentemente deu uma entrevista também para o site Huffington, o "ghosting é algo quase único do mundo online". "Com as novas tecnologias, nos acostumamos a nos livrar das pessoas simplesmente não respondendo. E isso começa com os adolescentes, que crescem com a ideia de que é possível que enviem uma mensagem a alguém e não recebam nada em resposta. E isso tem graves consequências, porque quando nos tratam como se pudéssemos ser ignorados, começamos a pensar que tudo bem, e nos tratamos como pessoas que não têm sentimentos", explicou.

Infelizmente, isso é cada vez mais comum na sociedade, os celulares têm aproximado os que estão longe, mas acabam afastando cada vez mais os que estão perto. Porém, isso não é motivo para não aceitarmos o progresso tecnológico, pois é algo irreversível. Mas, devemos ficar atentos aos exageros e as consequências negativas do uso sem limite da tecnologia, . É o que explica o apresentador e palestrante Renato Cardoso: “Existem pessoas que não conseguem se livrar da tela de um computador ou de um celular, é tão social na internet e antissocial na realidade, não tem nenhuma habilidade de se relacionar com os outros. ”

Ao perder essa habilidade de relacionamento olho no olho, a pessoa acaba  deixando de lado valores essenciais para a felicidade amorosa, como respeito e comprometimento. Além de, em alguns casos, perder até mesmo o amor próprio.

Para quem se encontra nessa situação, o palestrante aconselha que o melhor a fazer é não se prostrar diante do desprezo sofrido: “Se você está prostrada porque alguém te deixou, desprezou, saiba que não há nenhuma atração da parte do outro por alguém que se anula. Você tem que sair do chão, limpar-se, sacudir a poeira e fazer o que tem que ser feito a despeito da pessoa que te deixou. Viva a sua vida, torne-se uma pessoa interessante, cheia de energia, objetivos, mostre que está indo a algum lugar. Porque se você tem um objetivo, meta, plano de vida, logo vai ter gente ao seu lado.”

Todas as quintas-feiras, Renato e Cristiane Cardoso dão esses e outros conselhos relacionados à vida amorosa para quem já sofreu com o “ghosting” ou com outro problema parecido. Por isso, se você deseja mudar a sua situação, participe da reunião da Terapia do Amor, que acontece no Templo de Salomão e em outros templos. Para saber um endereço mais perto de você, clique aqui.  

Ou se deseja desabafar, converse agora mesmo com um Pastor Online.

Fonte: universal.org

domingo, 31 de janeiro de 2016

Para quem Deus reserva a Sua intimidade?

Saiba como o seu temor a Deus determina a sua relação com Ele.

      
O temor a Deus é algo tão profundo que não faz diferença só entre os que creem e os que não creem, mas até mesmo entre as pessoas da mesma fé, porque o nível do seu temor a Deus determina o seu nível de intimidade com Ele.
"A intimidade do SENHOR é para os que O temem; aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança." Salmo 25.14

O temor a Deus faz com que tenhamos uma amizade íntima com Ele e, a partir daí, Ele nos instrui em tudo, porque sabe que o nosso temor (respeito, reverência) nos fará pôr em prática a Sua direção e os Seus ensinamentos.
Agora você entende por que os livros bíblicos que mais retratam a sabedoria começam falando sobre temor: "O temor do Senhor é o princípio do saber..." (Provérbios 1.7); "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus..." (Eclesiastes 12.13).

Por isso a direção que fará você fazer a diferença em toda a sua vida é o temor a Deus.

Mas como eu sei que de fato estou temendo a Deus?
Temor a Deus é um respeito profundo por tudo o que Deus é e tudo o que Ele diz. E não só respeito, mas confiança de que Ele sabe de todas as coisas (Provérbios 14.26), o que demonstra que você crê.

Então, se você respeita e confia (crê), o que você acha que faz também? Isso mesmo, OBEDECE.
Abraão mostrou na prática o que é temer a Deus. Lembra o que o Senhor disse a ele quando viu que ele estava disposto a sacrificar Isaque?
 "Então, lhe disse: Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho." Gênesis 22.12

 O temor a Deus faz você ouvi-Lo e obedecê-Lo, crendo e confiando sempre. E nessa jornada vão acontecendo livramentos – aliás, se você sempre está metido em encrenca é um sinal de que o seu temor precisa ser reavaliado.
"O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte." Provérbios 14.27

Por isso, se você O teme, será livre dos laços (encrencas). Além disso, quem teme a Deus pensa como Ele pensa. Não tem como você dizer que O teme e ter prazer naquilo que Ele despreza.
"O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço." Provérbios 8.13

Quem teme a Deus não teme a mais nada. Está colocado em lugar seguro, em rocha firme.
Medite nas passagens bíblicas citadas e avalie-se. Se perceber que tem faltado temor a Deus, peça a Ele ajuda. Pode ter certeza de que a sua oração não ficará sem resposta.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O verdadeiro significado do perdão.

Há marcas que, se não forem superadas, trazem muitos prejuízos. Aprenda a perdoar e tenha uma vida livre de mágoas.

       
Quem nunca ofendeu alguém? Uma palavra dita na hora errada, um comportamento prejudicial, uma interpretação equivocada. Provavelmente, você já deve ter passado por alguma situação em que ofendeu ou foi ofendida. Como lidar com algo ou alguém que nos feriu? Ou como se desculpar de um erro cometido e seguir em frente sem peso na consciência?

A resposta está no perdão. “Perdoar é uma decisão interior que se traduz em uma ação. Há amor quando há perdão. Tanto a pessoa que perdoou quanto a perdoada se libertam da tristeza e da culpa”, diz Mariana Rodrigues Celani, terapeuta familiar.

Ela ressalta que essa é uma atitude de amor-próprio. “Às vezes, quem comete a ofensa não reconhece o erro. Por isso, a vítima não pode nem deve guardar para si o sofrimento gerado. Com o tempo, ele pode desencadear uma depressão”, ressalta.

A importância
Valéria Bolognini, de 50 anos, professora, decidiu mudar de vida quando tudo ao seu redor contribuía para que mantivesse os ressentimentos. Ela se casou quando tinha apenas 20 anos. Sempre muito dedicada ao lar, buscava ser uma boa esposa e ótima mãe dos dois filhos. A relação com o marido parecia ir bem até que, anos depois do matrimônio, ela notou alguns desvios na conduta do companheiro. “Percebi que ele mentia para mim, não parava em emprego nenhum. Apesar dele ser um ótimo companheiro, não compartilhava comigo nada sobre sua vida”, destaca.

A professora diz que cuidava dos pais e, por isso, deixou de dar atenção ao casamento. “Me recordo que tudo veio à tona quando eles faleceram. Primeiro foi meu pai e no mês seguinte minha mãe. Fiquei extremamente abalada e, nessa época, meu marido passou a beber muito”, afirma.
Alterado por conta do consumo de álcool, ele a agredia de todas as formas. “Ele tentou me queimar com a brasa do cigarro. Foi horrível. Me lembro de flagrá-lo bebendo álcool de cozinha, tamanho era seu vício”, diz.

Naquela fase, Valéria se viu sozinha e decidiu pedir o divórcio. “Quatro meses depois ele me procurou. A bebida estava acabando com a vida dele. Os médicos o diagnosticaram com várias doenças. Ele estava em estado terminal”, relata.
Em uma das noites de visita aos filhos, ele me pediu perdão. “Apesar de estar triste com tudo que ele fizera, eu o perdoei verdadeiramente. Sabia que ele tinha pouco tempo de vida e decidi cuidar dele com todas as minhas forças”, recorda-se.

A professora diz que o perdão a libertou das marcas do passado. “Ele pedia desculpas constantes pelo que fizera com nossa família. Eu já o havia perdoado e dizia que ele tinha que se perdoar também.
Fiquei ao lado dele até os últimos segundos de vida”, salienta.

Valéria se casou novamente, mas diz que não carrega mágoas dos problemas que viveu no relacionamento anterior. “Eu entendo que esse é o perdão verdadeiro, que vem de dentro, que dá uma nova chance e traz um novo sentido à vida”, explica.

O maior obstáculo
Reconhecer os erros e corrigi-los é um ato de humildade e corresponde a uma personalidade saudável. Mas, para muitas pessoas, colocar isso em prática é muito difícil. É o caso da auxiliar de vendas Elizandra de Souza Silva Santos Amorim (foto ao lado).

Ela conta que o orgulho não lhe permitia ver suas falhas.“Em 2015, por exemplo, fiquei com mágoa de uma menina só porque ninguém gostava dela. Comecei a ter raiva dela e a olhá-la com arrogância. Falei mal dela para muitas pessoas e cheguei a ponto de brigar com ela sem motivo”, lembra a jovem.

Ela diz que passou meses agindo assim, até que perguntaram por que ela fazia tanto mal àquela menina. “Foi quando eu me perguntei o motivo de ter tanto ódio. Não tinha um porquê. Ela não tinha feito nada contra mim. Fiquei muito mal comigo mesma por agir daquela forma e decidi me desculpar”, conta.

As duas hoje são amigas. Elizandra aprendeu uma grande lição. “O perdão significa um compromisso de não errar de novo. Entendi que, quando perdoamos, sacrificamos o nosso eu e deixamos Deus aparecer em nossas vidas.”

Faça a diferença
Você já ouviu a frase “depois que inventaram a palavra desculpa, ficou fácil ofender o outro”? Ela faz sentido quando o erro é cometido várias vezes. É como aquela mulher que xinga o marido, pede perdão, mas no outro dia repete o ato.

Cristiane Cardoso, palestrante e apresentadora, explica que perdoar não é algo tão simples. “O pedido de perdão é algo profundo, sem justificativas ou desculpas esfarrapadas. Quem está verdadeiramente arrependido, sabe que falhou e não coloca a culpa no outro”, argumenta.
Essa é uma atitude sábia, que reflete a cura interior e exterior. O que você está esperando para tirar de dentro de você o peso de tantas lembranças ruins?

Qual a melhor atitude?
- Tenha a humildade de reconhecer o erro cometido.
- Coloque-se no lugar do outro.
- Em uma conversa particular, admita o erro cometido para a pessoa que sofreu a ofensa, ou seja, peça perdão.
- Ouça a queixa do outro até ao fim,  antes de se justificar.
- Elimine todas as possibilidades e ações que possam induzir à repetição do erro.
- Questione o que pode fazer para  diminuir essa dor.
Perdoe-se. Depois disso, abandone verdadeiramente a falha cometida e se liberte do sentimento de culpa.

Fonte: universal.org

domingo, 24 de janeiro de 2016

2016 é o "Ano da disciplina" .

Chega de pensar apenas no que deve se feito. O momento agora é de fazer o que você não quer para obter o resultado que sempre quis.

       
Novo ano começando, amigão. É claro que é só um número a mais no calendário, mas muita gente aproveita para usar isso de forma positiva e começar (ou recomeçar) uma mudança radical e favorável na vida.

Mas hoje quem está com a palavra é o IntelliMan paulistano Felipe Serrano. (foto abaixo) Ele esteve na primeira palestra do “Ano da Disciplina”, que levou homens de várias faixas etárias que decidiram optar pela excelência como estilo de vida ao Templo de Salomão, no dia 2 de janeiro.

Aos 19 anos, o jovem já é empresário e tem uma noção bastante sólida da trajetória que escolheu. Ele nos conta de um jeito bem franco e claro não só como foi o evento, mas como começou a entender melhor esse lance de disciplina como algo imprescindível para quem quiser seguir o mesmo caminho.

“Eu era aluno do curso superior de Administração. Porém, no semestre passado, tive que trancar a matrícula por não conseguir conciliar o trabalho e os estudos. Pretendo voltar para a faculdade neste ano. Em fevereiro do ano passado decidi iniciar o meu próprio negócio, no ramo de serviços automotivos, com a inovadora e popular lavagem a seco de veículos. Estamos em atividade em um condomínio comercial.

Iniciei no Projeto IntelliMen no dia 11 de maio de 2014 e conclui semanalmente as tarefas. Eu e meu parceiro oficial terminamos todas elas no segundo semestre de 2015 e nos formamos no dia 14 de novembro.
Fui à palestra no Templo de Salomão na expectativa de entender o conceito do tema “Disciplina”, pois sempre temos um pouco de resistência a aplicá-la em nossas vidas. E, mais importante do que entender, é aprender como praticá-
la em nosso cotidiano. A palestra foi além das minhas expectativas.

Aprendi que onde acrescentamos disciplina há um sucesso exponencial. Mesmo que no primeiro momento não seja agradável aplicá-la, e em alguns casos ocorra até alguma procrastinação, ainda assim devemos enfrentá-la junto com as tristezas e dificuldades iniciais da renúncia. Não olhar para os sacrifícios iniciais, muito menos para os sentimentos, mas sim ter como foco a colheita que a prática da disciplina nos traz. E, por falar em sentimentos, vi que é preciso ignorá-los e usar isso a nosso favor.

Com certeza, o que mais me marcou naquela noite de 2 de janeiro foi o conceito de que ‘Disciplina é consistentemente fazer o que você não quer para ter o que você quer’. Poucos estão dispostos a fazer o que deve ser feito independentemente do querer e é exatamente isso que nos dá uma oportunidade de nos destacarmos dos demais. Basta fazermos o que poucos fazem para termos o que muitos querem. Pretendo aplicar esses ensinamentos inclusive na minha carreira profissional, nas tomadas de decisões da empresa. Assim, me dedico a estar acima da média dos concorrentes, pois, disciplinado, farei o que eles não fazem. Ficou bem claro e mais real para nós: o sucesso é o destino dos disciplinados.”

Participe agora
Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui.

COMEÇOU O INTELLIMEN 2.0
Eis que se inicia uma segunda e importantíssima fase do projeto. E ela já começa com um desafio muito importante: identificar e vencer a resistência que o impede de fazer o que você tem que fazer. Ele tem três partes. Saiba quais são elas em http://migre.me/sBz5E.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A culpa é nossa.

"Quem colocou essas pessoas no poder? Nós. Nossa indiferença. Nossa preguiça".
 
       
Como anda sua capacidade de ficar indignado?
Por exemplo, contra a desigualdade social que arrebanha exércitos de pedintes em todas as grandes cidades brasileiras, implorando por um trocado ou um prato de comida. Ou pelos rios de lama e dejetos que matam a água que nos mantém vivos. E quanto à corrupção indecorosa, que assassina lentamente a esperança de construirmos um futuro mais decente para o Brasil.
 
Na verdade, há uma preguiçosa indiferença da população em relação à lamentável situação em que vivemos. Falar em crise não traduz completamente a tragédia moral que se abateu sobre nós há muitos anos. Em qualquer outro momento de nossa história, ou em qualquer outro país, ministros teriam sido demitidos e políticos afastados da vida pública pelo voto dos eleitores.
 
Parlamentares e empresários que sempre desfilaram pelo noticiário como grandes figuras da República foram pegos com os dedos lambuzados pelo dinheiro público que roubaram, tirando dos mais humildes a possibilidade de um atendimento médico digno, de uma boa escola para os filhos, de receber serviços públicos com qualidade proporcional ao caminhão de impostos que pagamos.
 
E quando imaginamos que a tragédia está restrita aos políticos que frequentam Brasília, a Rede Record nos apresenta a prova de que a degradação ética é uma epidemia que já chegou ao coração e à alma do Brasil: o Rio de Janeiro.
 
Atrás da cortina da propaganda que vem iludindo os cariocas e demais fluminenses, há um Estado falido, com sérias pendências éticas e legais, comandado por políticos que devem urgentes explicações à população. Se é que haverá alguma justificativa para as graves denúncias que o jornalismo da Rede Record trouxe a público.
 
E quem colocou essas pessoas no poder? Nós. Nossa indiferença. Nossa preguiça.
 
Dados da Justiça Eleitoral apontam que o número de eleitores que não comparecem, que votam em branco ou nulo nas eleições vem aumentando muito. Na última eleição, quase 30% do eleitorado brasileiro se absteve de escolher quem comandaria o destino do País e dos 27 Estados.
 
Há quem aposte que esse desinteresse é consequência da crise moral. Meu palpite é outro: nosso desprezo pela política é a causa. Com nossa omissão, deixamos no controle aqueles que lá sempre estiveram ou suas dinastias. A culpa é nossa.
Na próxima eleição, lembre-se: a urna será sempre o melhor e mais rápido detergente para limpar a sujeira que emporcalhou nossos governos.
 
 (*) Renato Parente é assessor de Comunicação Social da Universal

Fonte: Universal.org

domingo, 17 de janeiro de 2016

Ele escreveu uma lista de elogios no espelho para a amada, que luta contra a depressão.

Eu acho que ele queria que eu me lembrasse do quanto ele me ama”.

      
O que você faria se chegasse à sua casa e se deparasse com as suas qualidades escritas num espelho? Uma moradora de Los Angeles, nos Estados Unidos, recebeu essa surpresa do marido e não conseguiu conter as lágrimas. Tim e Molly Murphy são recém-casados, mas nem a alegria do casamento conseguiu superar o vazio da depressão que Molly sente. E, na tentativa de animar a esposa, Tim resolveu surpreendê-la com uma longa lista de razões pelas quais a ama.

Entre os 15 elogios enumerados por Tim estão: “ela é a minha melhor amiga”; “ela nunca desiste dela mesma e nem de mim”; “ela me faz rir todos os dias”; “ela é a pessoa mais gentil que eu conheço”; “animais pequenos a fazem chorar”;e “ela ronca quando ri”.

Molly voltava de outra cidade quando se deparou com a surpresa. “Olhei à minha esquerda e vi essas palavras escritas em todo o meu espelho. Eu acho que ele queria que eu me lembrasse do quanto ele me ama, porque ele sabe o quão rápido eu esqueço”, ela comentou numa foto postada em uma rede social, onde aparece emocionada no reflexo do espelho.

Na legenda, Molly explica o quanto o marido tem sido compreensivo e companheiro, admitindo que ela não tem sido a pessoa mais fácil de lidar  e que, em muitas ocasiões, com raiva, ela levanta a voz ou se tranca no banheiro. “Mas de alguma forma ele me perdoa todas as vezes. Eu tenho uma longa jornada pela frente e sei que provavelmente ele percebe que estou depressiva, mas ele segura a minha mão e tenta o seu melhor”, escreveu.

Atitudes que transformam
Molly está ciente de que há um caminho a ser percorrido até vencer a depressão. No entanto, ter o apoio de quem se ama já é um grande passo. “Não estou dizendo que a doença mental é curada por palavras bonitas em um espelho. Na verdade, é preciso amor e empatia”, escreveu. Ela aconselha que ter bondade e paciência é a melhor resposta ao ódio ou à raiva que possam surgir em determinadas situações. “Todo mundo precisa de um pouco de ajuda às vezes. A vida pode ser difícil, mas nunca zombe, ridicularize ou menospreze alguém. Seja amável. Seja a melhor versão de si mesmo.
Com o incentivo do marido e dos milhares de internautas que rapidamente demonstraram apoio à sua publicação, a vida parece ganhar um novo rumo para Molly.
“Eu ainda estou lutando, mas estou feliz porque tenho a minha outra metade para me ajudar a passar por isso. Podem ser apenas algumas palavras no meu espelho, mas eu vou olhar para elas quando eu acordar e saber que não estou sozinha.”

Apoio espiritual
A depressão já afeta mais de 121 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê que entre 2020 a 2030 seja a doença mais comum no mundo.
Enquanto a depressão produz todos os sintomas de desânimo, dúvidas, medos e receios, a fé estimula sonhos, esperanças e levanta a autoestima.

“Do ponto de vista espiritual, a depressão nada mais é do que um estado permanente de dúvida”, afirma o bispo Edir Macedo em seu blog pessoal. “Sou leigo em medicina convencional, mas entendo um pouco da espiritual. Depressão é problema estritamente espiritual. Que droga medicinal é capaz de curar uma enfermidade espiritual?”

Ao contrário do que muitos pensam, inúmeras pessoas já foram libertas da depressão ao buscarem ajuda espiritual. “Quantas pessoas se suicidam, após crises depressivas? E o que as filosofias freudianas têm feito para reverter tal quadro? Nada. Por quê? Porque se o problema é de origem espiritual, a sua solução também é espiritual. E se tratando de problema espiritual, não há como evitar apelar para a fé”, afirma o bispo.

Se você enfrenta problemas com a depressão ou síndrome do pânico, participe da Corrente de Libertação, que acontece todas as sextas, na Universal. Clique aqui para localizar o endereço de uma igreja mais perto de você.

Fonte: Universal.org

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Você não está sozinha.

Com exemplos de superação, além de assistência espiritual e social, o “Primeiro Evento Social Projeto T-Amar” mostrou que é possível construir uma nova trajetória.

 
Muitas mulheres não pouparam esforços para participar de uma tarde agradável no último domingo, dia 29 de novembro. Vanessa Fonseca, de 32 anos, foi uma das que percorreram um trajeto considerável entre a sua casa, na zona sul de São Paulo, até o bairro do Brás, região central da capital paulista, onde foi realizado o “Primeiro Evento Social Projeto T- amar”. 

Vanessa e outras 900 mulheres participaram do encontro especial, realizado com o objetivo de apoiar espiritual e socialmente mães solteiras.
“Fiquei sabendo que haveria essa palestra e achei interessante. Sabíamos que iria valer muito a pena”, disse Vanessa, que levou Sandra Silva como convidada. Sandra, além do entusiasmo, tinha em seus braços o pequeno Miguel, de 8 meses.

Aprendi que podemos ir em frente e não aceitar a mesmice. A gente tem que se desenvolver”, conta. Sandra criou os três filhos sozinha e, embora tenha contado com a ajuda dos pais, diz que não foi fácil. Por isso, o incentivo e as palavras de ânimo oferecidas pelo Projeto T-amar chamaram sua atenção. “Eu estava precisando disso”, disse.

O projeto existe desde 2012 e foi pensado com o objetivo de dar assistência às mulheres que criam os filhos sozinhas. Durante o evento, as participantes puderam assistir à palestra da jornalista Patricia Lages.

De maneira descontraída, a autora do livro Bolsa Blindada abordou o tema Como Achar Dinheiro no seu Bolso e mostrou ao público como administrar o dinheiro sem comprometer o orçamento.
Patricia dividiu as próprias experiências e contou como aprendeu a economizar. Ela explicou também como as mulheres podem aumentar o orçamento e usar o talento que têm para empreender.

Relevância
Ao todo, mais de 7 mil mulheres participaram desse evento em todo o País.
Danielle Carotti, responsável pelo trabalho do grupo T-amar no Brasil, reforça a importância do grupo e a grandiosidade do evento. Para ela, é importante identificar as próprias habilidades. “Elas aprenderam como despertar seus talentos. Se acreditarem em Deus em primeiro lugar, e em si mesmas, elas podem chegar lá. Aqui, elas ouviram relatos de pessoas que se superaram, que vieram do nada e puderam reconhecer que podem, sim, transformar suas vidas e fazer uma nova história.

Não importa o passado, o passado não precisa determinar o futuro. Esse é o nosso objetivo: mostrar a elas que é possível ter uma vida diferente.”
Responsável pelo projeto na zona sul de São Paulo, Mônica Bulhões conta um pouco mais sobre o T-amar. “Nós damos suporte espiritual e social por meio de palestras mensais, passando para elas tudo o que uma mulher precisa para se sentir segura.”

Histórias de vida
Ao chegar a São Paulo vinda de Pernambuco, Alexsandra da Silva Fonseca, de 37 anos, trabalhou como empregada doméstica para se sustentar. Em seguida, foi contratada como cozinheira de uma grande empresa, completou o ensino médio e se inscreveu na faculdade de nutrição. Hoje ela é nutricionista dessa mesma empresa. Só que com um detalhe: é a responsável pela parte executiva.

Ilda Almeida Silva, de 43 anos, já morou nas ruas e também trabalhou como doméstica, até que descobriu que poderia aplicar uma boa massagem e procurou um curso. Com o trabalho conquistado, conseguiu pagar uma faculdade de fisioterapia.

Para Neia Dutra, responsável pelo trabalho do grupo na zona leste da capital, cada uma pode e deve descobrir o seu potencial. “A gente quis mostrar que não importa o que elas são hoje, não importa a idade e se não têm oportunidades. Todas possuem um talento e podem desenvolvê-lo.” 

Para saber mais sobre o projeto, acesse www.godllywood.com/projetot-amar, ou procure a Universal mais próxima de você.

Fonte: universal.org

domingo, 10 de janeiro de 2016

Por que Deus não me dá o que eu peço?

Antes de desejar algo, você deve saber qual o jeito certo de realizar seus pedidos.

       
Ela se cuidava corretamente e tinha uma boa aparência. Era bem-sucedida, honesta, dizimista fiel, além de outras qualidades. Aquela mulher, moradora de uma grande cidade, estava solteira. Ela observava as amigas com seus maridos. Era natural que também quisesse o mesmo. Não entendia, porém, o motivo para isso ainda não ter acontecido.

Não havia nenhum bloqueio ou trauma pessoal que a impedisse de ter um relacionamento. Até conhecia homens interessantes e de bem. Era simpática.
“Meu Deus, por que o Senhor não me dá um marido?”, perguntava, às vezes, em pensamentos.

Um dia, após uma reunião da Universal, ela não se levantou do assento. Estava pensativa. Notando-a em silêncio, cabisbaixa, no meio do salão já vazio, o pastor se aproximou. Ela começou a falar e ele a ouviu com atenção. Deixou que falasse o quanto quisesse. Até a pergunta final. “Por que, pastor, Deus não me concede um marido?”

O pastor riu.
– Puxa vida, pastor! Eu falo, confio algo sério, e o senhor ri de mim?
– Não é isso. É a forma como você falou.
– Ainda não entendi – disse ela, meio contrariada.
– Você conhece aquela passagem de Tiago 4.3? E abriu a Bíblia para mostrar à moça.
“(...) pedis e não recebeis, porque pedis mal”.

A mulher logo começou a argumentar. Disse que não pedia nada extraordinário. Que era uma pessoa correta. Que sua intenção não era nada ruim, entre outras coisas.

Novamente o pastor deixou que ela falasse à vontade. Em seguida, continuou o raciocínio:
– Só usei o versículo para que você entenda algumas coisas. Primeiro, você reparou bem em como me disse que fez o pedido a Deus?

– Ué, pedi um marido.
– Sim. Foi por isso mesmo que eu ri naquele momento. Já parou para pensar que Deus não lhe dará um marido?
– Hã? Por que não?
– Porque marido é um homem já compromissado com uma mulher. Deus não vai tirá-
lo dela para dar a você. Experimentou pedir um namorado? Aí vocês se conhecem mais, ficam noivos...
Os dois começaram a rir.
– Mas, pastor, também não está escrito na Bíblia que Ele já sabe do que preciso antes mesmo de eu pedir (Mateus 6.8)?
– Sim. Ele sabe mesmo do que você precisa. Mas Ele também sabe se você já está pronta ou não.
– Pronta?
– É. Esses dois versículos são pequenos, mas têm mais conteúdo do que pensamos. Primeiro, a questão de como pedir.

Depois, Deus realmente sabe do que você precisa. Mas será que você sabe? E sabe também o que tem que estar pronto em sua vida para que receba o que pediu? Querer um namorado é uma coisa. Saber como ser uma namorada é outra questão e ser uma esposa também. Compreender o outro, conceder, abrir mão de algo e não de outras coisas, aceitar, ter os pés no chão, continuar a se cuidar. O que fazer e o que não fazer. O compromisso com Deus antes da união com outra pessoa. O compromisso com você mesma. São tantas as questões. Já pensou com atenção em pelo menos algumas delas?– É. Na verdade, não. Estava ocupada me achando inteligente, bem-sucedida e pronta. Na verdade, não sabia nem mesmo como começar, como pedir.

– Tudo bem, ninguém está 100% pronto. Isso, e muito mais, é algo que só se constrói no dia a dia. Só quem vive verdadeiramente em Deus aprende, de fato, a fazer isso. Só a partir daí as coisas começam a
andar de verdade.

O texto que você acabou de ler é adaptado de uma conversa real, ocorrida em uma Universal da Grande São Paulo. No caso da jovem bem-sucedida, o pedido realizado havia sido para o campo sentimental. Mas o que o pastor mostrou a ela na Bíblia se aplica a pedir para todas as outras esferas da vida. Não adianta pedir saúde, por exemplo, e comer desregradamente, ser sedentário, não se cuidar. Também tem gente que quer ser próspera, mas não aprende a antes administrar seu dinheiro e os seus bens.

Só entendemos como fazer o pedido de forma correta quando temos uma vida de submissão constante a Deus, em obediência. Esse, sim, é o primeiro passo. A partir dele, virá a sabedoria, providenciada pelo Espírito Santo, para sabermos o que pedir e, principalmente, se devemos fazer determinado pedido. É preciso estar pronto para sermos atendidos. Para isso, não devemos nos afastar da relação diária com Deus.

Há condições para que Ele atenda a um pedido seu. E há motivos para Ele não atendê-lo, se achar que é o melhor nesse momento. E também há aquela outra questão: às vezes, a resposta dEle não é exatamente um “não”, mas um “ainda não”. Resumindo: não basta só pedir. É preciso ser capaz de receber com responsabilidade. Deus lhe ouve, mas você tem que cumprir a sua parte. Você só tem a ganhar com isso.

Saiba mais sobre esse e outros assuntos espirituais na Noite da Salvação, que acontece todas as quartas-feiras, na Universal. Clique aqui para consultar o endereço de uma igreja mais perto de você. Ou converse agora mesmo com um Pastor Online.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Os Dez Mandamentos na telona.


Depois do sucesso na televisão, a maior produção bíblica da Rede Record chega aos cinemas a partir de fevereiro de 2016.

Foram 176 capítulos, 110 atores envolvidos e 30 cenários diferentes. A novela Os Dez Mandamentos fez história na Rede Record e conquistou telespectadores em todo o Brasil. Depois do sucesso na televisão, agora a trama vai virar filme. Em novembro, a emissora anunciou a assinatura de uma parceria com a Paris Filmes, maior distribuidora de cinema do País, para o lançamento do longa-metragem de Os Dez Mandamentos em diversas salas a partir de fevereiro de 2016. 

A versão para o cinema da saga de Moisés contará com cenas inéditas e um final diferente do que foi exibido na TV. A superprodução da Rede Record também deve chegar às salas de outros países.

Sucesso comprovado
Escrita por Vivian de Oliveira e com direção geral de Alexandre Avancini, a novela superou os índices de audiência da emissora e provocou burburinho também nas redes sociais. Um dos capítulos mais aguardados foi a abertura do Mar Vermelho, durante a fuga dos hebreus do Egito.


Exibidas em 10 de novembro, as cenas em que Moisés ergue o cajado em direção ao mar levaram a Rede Record a registrar uma vitória histórica em São Paulo: a novela manteve o primeiro lugar isolado na audiência durante todo o horário em que esteve no ar. Naquele dia, a emissora atingiu uma audiência média de 28 pontos na Grande São Paulo e pico de 31 pontos, 32 pontos no Rio de Janeiro, 33 pontos no Recife, 24 em Belo Horizonte e 30 em Goiânia, segundo números do Ibope.

Em Belém, no Pará, a produção foi líder de audiência por 110 capítulos. Durante o período de exibição, Os Dez Mandamentos superou, pela primeira vez, a audiência do principal programa jornalístico da emissora concorrente, bem como a sua principal novela.

“Moisés tem uma história incrível”
Em entrevista à Folha Universal, Guilherme Winter, que interpretou Moisés, explicou que o reconhecimento do público foi percebido nas ruas. “A receptividade das pessoas é muito boa. Estão toda hora (dizendo) ‘Moisés, vem aqui para eu tirar uma foto com você’. As pessoas realmente abraçaram a novela”, afirmou o ator.


Winter falou da experiência de gravar cenas de diferentes fases da vida do personagem de maneira intercalada. “É um desafio porque cada idade tem um peso maior, mas, ao mesmo tempo, é um personagem leve, ele se torna um cara mais espiritualizado, totalmente voltado a Deus. Então tive que achar esse ponto.” Ele ainda aproveitou para elogiar o homem que libertou os hebreus da escravidão. “Moisés é um (personagem) que vai marcar minha história [...] Moisés tem uma história incrível, me identifico muito com ele.”

O ator acredita que o bom humor nos bastidores contribuiu para os resultados positivos da produção. “Clima maravilhoso, os colegas de trabalho ficaram muito felizes de estar juntos, um somando com o outro, e confluiu nesse resultado, nesse sucesso. Acho que isso contagiou o público de casa.” Se depender da empolgação da equipe que participou das gravações, uma coisa é certa: o filme Os Dez Mandamentos vai bater recordes de bilheteria.

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Fonte: universal.org

domingo, 3 de janeiro de 2016

Casal paga 65 mil reais a benzedeira para salvar casamento.


“Venha buscar uma luz para sua vida... Com 30 anos de experiência ajudando as pessoas a serem felizes.” Essa foi a promessa estampada em um anúncio de uma benzedeira que chamou atenção do casal Paulo da Silva e Luziane Aparecida dos Reis (foto), que passava por problemas no casamento.

Após algumas “consultas”, a benzedeira convenceu o casal de que o imóvel em que eles moravam, em Alterosa, no sul de Minas Gerais, era amaldiçoado e atrapalhava a família. Ela solicitou então, a Paulo e Luziane, que vendessem a casa e lhe dessem o dinheiro, para que fosse benzido e investido na compra de outro imóvel. O casal fez a venda e entregou o dinheiro à benzedeira. Mas só na segunda-feira, dia 30 de junho, percebeu que havia caído num golpe, pois a benzedeira, identificada apenas como Gabriela, desapareceu com o dinheiro, no valor de 65 mil reais. Segundo o casal, a casa valia 90 mil reais, mas foi vendida por 65 mil devido à urgência da situação.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Areado, também no Sul de Minas. Até o momento, ninguém foi preso. 
Tenho um problema parecido. Como posso resolver?

Pode até parecer um absurdo o que esse casal fez para tentar salvar o casamento, mas é comum que quem tenha um problema busque todas as formas para resolvê-lo. A questão não é o que esse casal fez, mas como e em quem depositou a sua fé.

Caso você também precise, mas não esteja conseguindo salvar o seu casamento, não saiba em Quem depositar a sua fé, hoje, 3 de julho, essa realidade vai mudar. Você vai saber o que fazer para alcançar sucesso na vida amorosa e conhecerá o segredo para que os seus desejos sejam, enfim, realizados, participando da Terapia do Amor, uma palestra gratuita, às 3 da tarde ou às 8 da noite, na avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro, zona sul da capital paulista. Você também pode procurar um endereço mais próximo de você para participar desse encontro, em www.terapiadoamor.tv.