domingo, 29 de maio de 2016

Como ser um bom ouvinte e dar um bom conselho?

Entenda qual conduta você deve ter para ajudar um amigo.


Você já deve ter ouvido falar que há várias diferenças entre homens e mulheres. Há, inclusive, inúmeras pesquisas abordando o assunto. Para alguns especialistas, as diferenças são explicadas geneticamente, para outros, existem diversos fatores envolvidos, principalmente os comportamentais. Enquanto o homem é, em geral, mais frio, a mulher é mais emotiva.
As diferenças entre homem e mulher refletem na vida a dois e se tornam muito mais visíveis e acentuadas, inclusive, quando há alguma crise com o casal. Enquanto a mulher, geralmente, é a primeira a buscar ajuda, o homem parece ignorar o problema totalmente. O resultado é óbvio: briga. E, ainda assim, o homem não quer levar o assunto adiante. Diz logo que não tem tempo para pequenas discussões.
No ponto
Agora, chegamos exatamente ao ponto. O homem é mais fechado e, muitas vezes, não consegue ir adiante, pois é muito orgulhoso para pedir ajuda. Mas, se estiver realmente com um problema, vai pedir auxílio. Pode não ser um pedido de socorro muito claro, mas, na maioria das vezes, o homem chama aquele amigo mais próximo para conversar. É fato. Perceba a importância e a responsabilidade que esse amigo tem. Afinal, além de ouvir um camarada que está com algum tipo de problema conjugal, esse amigo terá que dar bons conselhos.
O que fazer para ajudar?
Tente imaginar-se no lugar da outra pessoa. Se você já esteve em uma situação semelhante, pense sobre o que você aprendeu. Imagine que você está dando a si mesmo um conselho para as circunstâncias únicas que a outra pessoa está enfrentando. Pense também nos efeitos do seu conselho a curto e longo prazos. É bom considerar os prós e os contras. Muitas decisões são geralmente importantes por causa de seus efeitos futuros.
Se você não se sente qualificado para dar conselhos sobre algo, seja honesto. Seu objetivo não deve ser o de guiar cegamente a pessoa, mas sim de ajudá-la a tomar uma boa decisão, portanto, não dê conselhos que você mesmo não seguiria. Outro detalhe importante é ouvir com atenção quem está pedindo conselhos. Procure conhecer o máximo possível o que está acontecendo. Se tiver dúvidas, pergunte. Ser um ouvinte ativo vai ajudá-lo a dar um bom conselho e também vai aumentar as chances de que a pessoa siga o que você diz.
Você precisa compreender também que dar conselhos, muitas vezes, envolve a resolução de situações e sentimentos conflitantes e diversos assuntos que exigem sensibilidade e consideração. Por isso, tenha cuidado sobre o que irá dizer. Procure escolher as palavras certas para aconselhar. Às vezes, não há uma resposta curta e certeira para um problema. Neste caso, tente ajudar a pessoa a refletir sobre todas as alternativas para que ela chegue a uma conclusão junto com você ou por conta própria. Assim, você estará agindo com responsabilidade e, com certeza, conseguirá ajudar o seu amigo.
OFEREÇA AJUDA A UM HOMEM QUE PRECISE 
Por causa do orgulho masculino, muitos homens não pedem socorro. Sempre que perceber um amigo em dificuldades, procure ajudar. Veja outros desafios clicando aqui
Mente sã em corpo são
Correr é uma ótima maneira de manter-se equilibrado. O aplicativo Buddy Runner, disponível para Android, monitora a corrida e dados como distância, tempo e ritmo, salvando as informações para o usuário acompanhar o seu progresso.  Além de ser gratuito, o App também estima as calorias queimadas durante a corrida e você pode compartilhar os resultados no Facebook e Twitter.
Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Conforto X Medida.

Muitas mulheres têm dúvidas com relação ao modelo de vestido e saia mais confortáveis e discretos. Você também? Então confira a matéria.


É fato que saias e vestidos deixam as mulheres mais femininas e bonitas. Mas, na hora de escolher a peça, é preciso ter alguns cuidados. Uma das dúvidas que muitas têm é quanto ao comprimento das roupas. Quando a mulher não sabe o que usar, vira um tal de “tira e põe” de roupa em um cenário com o armário todo revirado e com muitas peças jogadas em cima da cama.
Conversamos com a leitora Cristiane Cavalari, de São Paulo, para saber se ela também tem dúvidas a respeito do comprimento da saia, principalmente para o dia a dia. Além de nosso bate-papo, pedimos para que ela elegesse alguns itens (entre vestidos e saias) do seu guarda-roupa para que criássemos alguns looks. O momento resultou em uma descontraída sessão fotográfica – e você confere a seguir, tanto as respostas quanto o resultado.
Qual escolher?
Quanto aos diferentes comprimentos, Cristiane disse que já aprendeu. “Eu prefiro saias de comprimento no joelho, pois, como sou alta, acredito que me deixam mais elegante e confortável”, expôs. “Sei as diferenças entre os modelos e o que fica bem em cada tipo de corpo”, completou.
Ela afirmou também levar em conta o código da vestimenta de cada ocasião (também conhecido como dress code) antes de eleger o look. “Precisamos estar atentas ao que está sendo pedido e ao comprimento adequado para cada ocasião. Há momentos em que precisamos estar com uma veste mais social, outros, mais descolada, como em um passeio entre amigas. Eu levo em conta o local e o momento para montar o look com harmonia.”
Saia-se bem
Não há dúvidas de que a questão do conforto tem um peso e tanto quando vamos eleger o look do dia. Por isso, citamos as opções mais práticas abaixo. Quanto a isto, saias com o comprimento de um palmo fechado acima do joelho (modelo Padrão) costumam nos deixar menos preocupadas em ajeitar o look enquanto andamos, sentamos ou cruzamos as pernas. Neste caso, sapatos baixos ou mais altos não causam incômodo.
Vale lembrar que, no caso das saias, a altura do cós também deve ser levado em conta, já que muitas confundem peças deste modelo como sendo de comprimento um pouco maior.
Já os vestidos e as saias de comprimento no joelho (comprimento Chanel ou Clássico), além de versáteis, são mais fáceis quando queremos prezar pela discrição.
Uma outra opção, que não tem como não mencionar, é o comprimento mídi. Nos anos 20, a estilista francesa Coco Chanel trouxe praticidade para as produções ao eleger o comprimento. Uma alternativa que parece ter caído no gosto da mulherada.
Após a Segunda Guerra Mundial, na década de 40, o cenário pedia a volta da feminilidade – tanto que o mídi caiu como uma luva nas produções “New Look” do estilista francês Christian Dior, com saias amplas quase até os tornozelos e cintura bem marcada. Em 2013, a peça teve seu retorno triunfal e brinda as mulheres com conforto, elegância e um toque ladylike (toque gracioso e feminino) à produção.

domingo, 22 de maio de 2016

O trabalho dos Levitas do Templo de Salomão.

Voluntários fazem ação evangelística na Praça da República e visitas a casas de repouso.


No passado, os homens descendentes de Levi, uma das tribos de Israel, eram considerados homens com nível de espiritualidade superior às demais tribos. Os chamados Levitas foram designados para realizar os serviços sagrados do Tabernáculo e do Templo, trabalho esse que exigia consagração e comunhão com o próprio Deus.
A função deles, hoje, não é diferente. Centenas de Levitas escolhidos a dedo são responsáveis em auxiliar as pessoas que chegam ao Templo de Salomão, como ressaltou o Bispo Macedo durante a consagração dos voluntários, em julho de 2014. “Os Levitas serão o cartão de visita do Templo, a responsabilidade deles é de atender às súplicas e aos gemidos das pessoas que chegarem aqui”. Este propósito tem se cumprido dia após dia.
Além das responsabilidades dentro do Templo, eles realizam um trabalho evangelístico nas ruas da cidade de São Paulo, hospitais e casas de repouso.
Ações Evangelísticas
No mês de fevereiro, os voluntários visitaram 9 casas de repouso para levar uma palavra de fé, entregar kits de higiene pessoal e promover um chá da tarde especial para cerca de 150 idosos. Para a Levita Adriana Pinelli, que também é enfermeira especializada em Gerontologia, esses encontros são de extrema importância para a vida do idoso. “Nem sempre remédio ou tratamento clínico solucionam seus problemas. Por um lado, os idosos sentem -se acolhidos pela instituição onde estão, por outro, sentem-se marginalizados em relação a esse novo meio social, carentes do contato com outras pessoas e até mesmo com seus próprios familiares” conclui a enfermeira.
Por meio desses encontros, os Levitas conseguem proporcionar momentos de alegria para essas pessoas e mostrar que eles não estão sozinhos, que têm valor e são amados, em especial por Deus.
Foi dessa forma que a idosa Dona Fanny, de 95 anos, sentiu-se com a visita dos voluntários. “Estou muito contente, principalmente com a mensagem de Deus sobre o amor ao próximo, a fé e a salvação. Por mim, eles podem voltar mais vezes (risos)”, comentou.
Mas o trabalho não se limita apenas a essas visitas. No dia 20 de março, 200 Levitas participaram de uma ação evangelística na Praça da República, região central da cidade de São Paulo, juntamente com o Bispo Sérgio Gonçalves, responsável pelo Grupo.
A ação contou com atendimento espiritual para quem passava no local e com a distribuição de informativos sobre as reuniões realizadas no Templo. Rosas brancas também foram entregues às pessoas para que as colocassem em seus lares, representando a presença de Deus.
A balconista Vilma Clemente, de 41 anos, recebeu atendimento de um dos Levitas e pôde perceber a mudança logo após a orientação. “Estava tensa, pesada, entrevada, com muita dor. Depois desse atendimento, sinto-me aliviada, leve”, contou Vilma.
O intuito desse trabalho é levar aos necessitados e aflitos uma opção de mudança de vida, como afirma o Bispo Sérgio. “O objetivo não só dessa ação, como das demais que os Levitas realizam, é levar a palavra da salvação para aqueles que estão perdidos, pois muitas são as pessoas que estão neste mundo desiludidas, deprimidas, sem nenhuma perspectiva. Há aqueles que até pensam em tirar a própria vida. Nós fomos mostrar para essas pessoas que há uma saída, uma solução. Deus deu a vida do Seu Filho Jesus para que todo aquele que Nele crê não pereça e alcance a vida eterna. No final, percebemos que teve uma excelente aceitação por todos”.
O trabalho dos Levitas é de suma importância, pois, por meio dele, muitos conhecem a palavra de Deus e têm o acompanhamento que precisam. Em todas as reuniões do Templo, você pode encontrar um Levita e se lembrar que eles foram separados por Deus para nos ajudar.
Veja as novas instruções para participação nas reuniões do Templo de Salomão clicando aqui. Para obter outras informações, você também pode entrar em contato com a Central de Informações do Templo de Salomão: (11) 3573-3535 ou info@otemplodesalomao.com

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O fracasso é motivo para desistir de viver?

Recentemente, a rapper Iggy Azalea revelou que pensou em pôr fim à própria vida após passar por algumas dificuldades. Conheça a história de brasileiros que vivenciaram situações semelhantes e saiba o que eles fizeram para superar o problema.


Ter uma carreira de sucesso não impediu que a rapper australiana Iggy Azalea, de 26 anos, (foto abaixo)  pensasse em suicídio. Em entrevista recente à rádio norte-americana Power 106, a artista revelou que pensou em desistir de viver em 2015, após passar por alguns fracassos profissionais.
“Houve vezes em que eu apenas quis abandonar a vida. Algumas vezes eu dirigia até os Canyons para ver os meus cavalos e ficava pensando coisas do tipo ‘e se eu continuasse dirigindo até o abismo?’ Algumas vezes, eu me sentia assim”, revelou. O ano difícil também levou Iggy a cancelar uma turnê.
Iggy falou sobre a dificuldade de lidar com as duras críticas que recebeu e com os artigos que afirmavam que sua carreira “já era”. Em março, ela lançou o primeiro single do novo disco e está retomando a vida profissional.
O comportamento da artista é comum entre pessoas que não sabem administrar muito bem as frustrações, explica a psicóloga Rose Taranto. “As pessoas que pensam em suicídio após uma dificuldade têm baixa tolerância à frustração. Elas não suportam, não lidam bem com qualquer tipo de fracasso”, diz a especialista, que atua em Belo Horizonte (MG).
Rose lembra que não é possível afirmar se a rapper tinha ou tem outros fatores de risco para o suicídio, como depressão. Entretanto, ela afirma que é possível superar a sensação de fracasso com autoconhecimento. “As dificuldades trazem o recado de que chegou a hora de se conhecer e buscar outra forma de lidar com a vida”, diz. Para aqueles que acreditam que não há solução para os próprios problemas, a psicóloga explica que é preciso valorizar todas as áreas da vida e não se apegar apenas ao que está ruim.
Fracasso e suicídio
A relação entre a sensação de fracasso pessoal e o surgimento de pensamentos suicidas é mais comum do que se imagina. Em Hong Kong, por exemplo, o alto número de suicídios entre jovens levou o Instituto de Educação de Hong Kong a fazer uma pesquisa com mais de 10 mil estudantes do ensino médio entre 2014 e 2015. O resultado mostrou que o excesso de pressões escolares, o sistema educacional competitivo e a dificuldade em lidar com o fracasso estavam relacionados aos suicídios. Um quarto dos alunos teria pensado na opção de acabar com a própria vida.
No Brasil, 17% dos brasileiros já pensaram em se matar, segundo a cartilha Suicídio: informando para prevenir, lançada pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Em 2012, foram registrados 30 suicídios por dia no País, mas o número pode ser ainda maior. Entre os fatores de risco para o suicídio estão doenças mentais, condições de saúde limitantes, desemprego, isolamento social, perdas recentes, desamparo, desespero e desesperança.
Sem saída?
Foi a falta de esperança que levou a mineira Rita Quintiliano, de 44 anos, (foto ao lado) a pensar em suicídio. Na época, ela e o marido acumulavam dívidas e brigas. “Meu marido bebia demais, o aluguel estava atrasado, tínhamos dívidas e tive depressão. Pensava que não conseguiria levar minha vida adiante e achava que não venceria aquela situação. Achei que a saída era o suicídio”, diz. Rita lembra que pegou uma faca para cortar os pulsos, mas o marido a impediu.
Pouco tempo depois, ela conta que se jogou do carro em movimento. “Nós estávamos voltando de uma festa, meu marido tinha bebido e começamos a discutir. Aquilo foi me irritando até que eu abri a porta e pulei. Minhas filhas viram tudo”, relata.
Na terceira vez, Rita revela que pretendia executar um plano trágico. “Eu pensava em acabar com a minha família. Minha filha mais nova só tinha 4 anos, a outra tinha 9 anos, não dava para pensar na possibilidade de abandoná-las. Pensava que se eu fosse, elas tinham que ir junto. Já tinha tudo planejado. Primeiro ia acabar com as minhas meninas, depois com meu marido e ia me matar”, detalha.
Ela explica que marcou um encontro com um vendedor de arma de fogo na praça Raul Soares, em Belo Horizonte. Mas o plano mudou no meio do caminho. “Passei em frente a uma Universal, escutei uma música e entrei. Desisti da arma.”
Rita acrescenta que passou por uma mudança gradativa durante os encontros na Universal. “Aprendi a usar a fé para superar as dificuldades e comecei a mudar de atitude. Uma coisa que me marcou muito foi quando ouvi que a fé era para mudar a situação e não para suportar problemas”, comenta. Essa história ocorreu há 16 anos.
Após superar os pensamentos suicidas, Rita se reconciliou com o marido. Aos poucos, a vida financeira também melhorou. Hoje, ela e Jarbas, de 48 anos, têm uma empresa no ramo da construção civil e se dizem realizados em todas as áreas da vida. “O segredo é exercitar a fé. Sem religião, sem dogmas, sem mágica”, esclarece.
Arma contra a dificuldade
Ao longo da vida, quase todo ser humano vai passar por algum tipo de decepção ou fracasso. Nesses momentos, o desânimo e a falta de alternativas podem desencadear insegurança, medo, angústia, depressão e até o desejo de morrer. Entretanto, é possível se livrar desse tipo de pensamento, explica o bispo Alexandre Mendes, (foto ao lado) que ministra as reuniões do “Congresso para o Sucesso”, que ocorrem às segundas-feiras, na zona sul de São Paulo. Segundo ele, é importante não deixar que esses pensamentos ganhem espaço na mente. “Temos que rechaçá-los, mandá-los para longe de nossas vidas, pois, se dermos ouvidos a eles, seremos vencidos”, orienta.
O bispo acrescenta que a reação diante dos problemas é um dos diferenciais que podem ajudar a superar os obstáculos. “Enquanto algumas pessoas engrandecem seus problemas, outras partem para cima com fé e determinação e assim mudam suas vidas”, diz. Para ele, é fundamental cultivar a fé, independentemente de o momento ser bom ou ruim. “É preciso cuidar da fé, ela é a arma que Deus nos deu para enfrentarmos as adversidades da vida. Só assim vamos vencer os obstáculos”, completa.
Desespero em Las Vegas
Há quase duas décadas, o advogado André Luiz de Barros Alves, de 43 anos, (foto ao lado) estava prestes a se jogar de um edifício em Las Vegas, nos Estados Unidos, quando o telefone tocou. “A janela já estava aberta, eu estava com o corpo meio projetado para fora e só faltava mesmo levantar as pernas. Mas o telefone tocou, era minha mãe. Ela começou a falar palavras que me confortaram, disse que estava com saudade. Desisti de tirar a minha vida.”
Na época, André era usuário de cocaína e procurava uma solução para a dependência. “Achava que se saísse da minha cidade, ficaria distante dos problemas. Juntei minhas economias e fui para os Estados Unidos com a intenção de trabalhar. Só conseguia trabalhos informais, pois estava ilegal. O tempo foi passando, o dinheiro foi se esgotando e fiquei cada vez mais tenso e depressivo”, argumenta.
André explica que não via solução para as dificuldades. “Entrei em desespero, era uma angústia muito grande. Comecei a ouvir uma voz que dizia que se eu morresse acabaria com o sofrimento”, destaca. André abandonou a ideia de se suicidar, voltou ao Brasil e passou a frequentar a Universal após ver um programa de TV. “Aos poucos, fui deixando de pensar de forma negativa e passei a acreditar mais em mim. Comecei a sentir alegria em viver e voltei a ter sonhos.”
Ele se livrou da dependência de drogas, concluiu o ensino médio e cursou Direito. Hoje, ele tem um escritório em um luxuoso prédio comercial em Santos, no litoral de São Paulo. “Descobri uma força interior que eu desconhecia. Sempre há uma saída. O problema nunca é maior do que a solução que Deus pode nos apresentar”, finaliza.
Várias tentativas
Kelli Cristina Reis, de 48 anos, (foto ao lado) também quis tirar a própria vida. O primeiro pensamento suicida surgiu aos 13 anos, quando ela tentou se matar com uma dose excessiva de medicamentos. “Via muitas brigas dentro de casa, achava que a felicidade não existia para mim.” Aos 17 anos, Kelli lembra que estava prestes a pular de um viaduto, quando foi impedida por um homem que passava pelo local.
O tempo passou, Kelli casou e teve dois filhos. O pensamento de morte voltou quando ela se separou do marido. “Comecei a beber, saía à noite e deixava meus filhos sozinhos em casa. Depois, fiquei desempregada, não conseguia pagar o aluguel e não tinha o que comer. Perdi tudo”, conta. Em um momento de desespero, ela diz que pegou uma faca com a intenção de se matar, mas desistiu. “Vi os rostinhos dos meus filhos e, nessa hora, comecei a perguntar onde estava Deus. Adormeci e só acordei na manhã seguinte, ouvindo uma oração na TV. Decidi ir a uma Universal. Não foi fácil, pois eu não acreditava muito.”
Kelli conta que começou a participar das reuniões e percebeu que podia mudar a própria história. “Acreditei que existe um Deus que pode mudar as nossas vidas. Por mais que as coisas estejam negativas, Deus diz sim para nós.” Em pouco tempo, ela deixou de beber, mudou de atitude e conseguiu um emprego como instrutora de autoescola. “Quanto mais você é fiel a Deus, mais Ele é fiel a você”, garante Kelli, que hoje é dona de uma autoescola no interior de São Paulo.
Quer aprender a enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho e se tornar uma pessoa vencedora? Então, não perca o Congresso Para o Sucesso, que acontece às segundas-feiras, no Templo de Salomão. Para encontrar uma Universal mais próxima de você, acessewww.universal.org/enderecos.
Caso queira adquirir o livro “50 Tons Para o Sucesso”, que contém dicas para a vida profissional e financeira, acesse o Arca Center, clicando aqui.

domingo, 15 de maio de 2016

Como se tornar um homem ainda mais forte.

Ter um espírito disciplinado faz toda a diferença nos momentos mais difíceis.


Um paraquedista tem firmeza suficiente para saltar de um avião, pois acredita piamente que seu paraquedas vai abrir. Mas não é só isso. Da parte dele ou de outro que inspecionou o equipamento, é necessária toda uma preparação, a minuciosa execução anterior de todos os procedimentos de segurança. Cada corda, cada pecinha fazem a diferença na hora H.
Eis que chega o momento em que o sujeito salta da segurança do avião para o nada. Embora com confiança no equipamento e na preparação, o saltador tem de saber a hora certa de puxar a cordinha, senão... E mais: quem tem experiência no paraquedismo sabe utilizar o equipamento não só para amparar sua queda, mas para descer exatamente no ponto que quer, “dirigindo” o paraquedas adequadamente. Após disciplinado treino, ele domina tudo de tal forma que pisa exatamente naquele lugar desejado do chão. Mesmo que, por vezes, enfrente contratempos.
Por que estamos falando disso com você, caro leitor? Não é para incentivá-lo a ser um paraquedista (não desta vez. Quem sabe em outra edição). É para ajudá-lo a pensar em uma questão importantíssima na vida de um homem que quer uma vida plena: não basta ter um corpo condicionado e uma mente afiada sem um espírito disciplinado. Ele é o seu paraquedas para a vida. E a preparação desse “equipamento” é uma coisa chamada oração. Assim como alguém sem treino pode se arrebentar no chão mesmo usando paraquedas, alguém sem a disciplina de oração pode se “estatelar” no solo duro da existência.
Oração é o seu meio de comunicação com Deus, amigo. Pense nEle como alguém íntimo com você, que está ao seu lado 24 horas por dia. Como estamos tão próximos de alguém sem nos comunicarmos direito? Deus criou a oração justamente para isso: para conversamos com Ele. É orando que um homem inteligenterecebe direcionamento e encontra forças para não ceder diante do desespero e da dúvida e obtém conforto e sabedoria.
Esse cara não se desespera porque se viu de repente saindo pela porta do avião e todo aquele chão lá embaixo. Embora veja o solo, seu pensamento o dirige para a certeza de que há todo um equipamento agarrado a seu corpo, que o conduzirá até a terra de um modo que o processo pode até ser curtido: no caso, a oração.
Nem sempre oramos na quantidade ou com a qualidade ideais. Quem perde com isso somos nós mesmos. E nem adianta vir com a desculpa velha de “sou muito ocupado”. Citamos aqui apenas alguns grandes homens que nunca deixaram de orar, mas que ninguém poderia dizer que tinham tempo de sobra: o rei Davi, o governador José do Egito, o profeta Daniel e o próprio Jesus Cristo – ou você acha que ele tinha tempo de sobra entre viagens, pregações e tudo mais que Seu ministério na Terra pedia? Podemos dizer que todos eles, assim como vários outros que conhecemos ao longo da História, tiveram seus grandes momentos de queda livre. Mas o paraquedas deles – a oração – não só estava em perfeita ordem, como eles também tinham “treinamento” de sobra, disciplinados na oração, todos os dias de suas vidas.
Próximas palestras
Na última palestra do "Ano da Disciplina", realizada no Templo de Salomão, em São Paulo, os participantes receberam o treino do mês de abril. Quem esteve no evento, que acontece todo primeiro sábado do mês, pôde aprender que a oração é umas das estratégias para dar saltos mais seguros todos os dias. Fique atento às próximas palestras e participe!
 Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui

quinta-feira, 12 de maio de 2016

“Você tentou fechar as pernas?”

A pergunta foi feita por uma juíza a uma vítima de abuso sexual na Espanha.


Como se não bastasse a vergonha e o medo de denunciar um abusador, uma vítima de violência sexual foi duramente questionada por uma juíza em Vitória, no norte da Espanha, ao comparecer a uma audiência judicial para pedir a proibição de aproximação de seu agressor.
Em depoimento, a mulher – que não teve o nome revelado –, agora grávida de 5 meses, alegou que era abusada pelo seu parceiro tanto sexual quanto psicologicamente.  No entanto, de acordo com o grupo feminista Associação Clara CampoAmor, a juíza Maria Del Carmen Molina pareceu não acreditar na declaração da vítima e questionou: “Você tentou fechar as pernas e toda a região dos órgãos femininos?”
Essa e outras perguntas foram criticadas por grupos de proteção à mulher e a história ganhou repercussão no país pelo constrangimento à vítima.
De acordo com o jornal inglês Mirror, a juíza “mostrou uma óbvia descrença questionando a vítima sem deixá-la responder, com questões ofensivas”, como disse Blanca Estrella, representante do grupo feminista, que pediu ao Conselho Geral do Poder Judiciário a suspensão ou afastamento do cargo da magistrada por sua “constante violação de direitos” de mulheres vítimas de violência.
De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, a juíza já recebeu inúmeras reclamações por questionamentos ofensivos a vítimas de abuso sexual.
Rompendo o silêncio
Não é fácil romper o silêncio. Para a mulher abusada, a culpa, de alguma forma, tentará falar mais alto. No entanto, é preciso dar o primeiro passo para que a dor não se torne ainda mais insuportável.
Desde 2011, o projeto Raabe, idealizado pela escritora e apresentadora Cristiane Cardoso, já incentivou inúmeras mulheres a romper o silêncio causado por todo tipo de violência. Formado por um grupo de voluntárias – entre elas conselheiras espirituais, advogadas, psicólogas, assistente sociais e até algumas sobreviventes de abusos –, o projeto visa ajudar mulheres que carregam traumas provocados por abuso emocional, sexual ou físico.
Recentemente, o grupo iniciou o curso da Cura interior, para mulheres que ainda carregam cicatrizes do passado – como dores da rejeição, do abandono e marcas de relacionamentos abusivos – e não conseguem seguir em frente. Em 2015, o curso ajudou mulheres em todo o Brasil a cicatrizar feridas e escrever uma nova história. Se você também está em busca dessa cura, saiba como participar do curso clicando aqui.
Cure o seu interior
Laura Guimarães hoje se considera uma sobrevivente. Os abusos por parte do padrasto começaram quando ela tinha apenas 9 anos de idade e seguiram até os 12. Ela cresceu e o traumas continuaram, até a fase adulta, quando foi acolhida pelo projeto Raabe. Clique aqui e veja o que aconteceu com Laura.
Se você é ou já foi vítima de algum tipo de violência e quer desabafar, converse com uma voluntária do projeto Raabe pelo e-mail projetoraabe@gmail.com, ou pelo telefone (11) 95349-0505.
Verifique aqui o dia e o horário dos encontros mensais em todo o Brasil e participe.

domingo, 8 de maio de 2016

As novas formas de se relacionar.


Os relacionamentos modernos são a nova moda dos dias atuais. Com a contribuição da tecnologia, ficou muito mais fácil conhecer pessoas. Antigamente, existia a preocupação com aquele flerte inicial, com a conquista. Era preciso saber a melhor forma de se aproximar e existia um cuidado maior com as investidas. Hoje, nada disso é mais um problema.
Por meio de diversos aplicativos que hoje existem, você pega o seu celular e entra em sites e aplicativos dedicados à paquera e, então, facilmente encontra uma pessoa. Novos casais são rapidamente formados, se é que podemos chamá-los de casais. Tudo sem esforço e sem qualquer dedicação. Aquela conversa olho no olho, mais pessoal, tem ficado em segundo plano. A superficialidade dessas novas relações faz delas relações descartáveis. É aquela velha história: quando a oferta é grande, então, o preço cai.
A disponibilidade das pessoas faz com que, muitas vezes, o outro não as valorizem tanto quanto elas merecem. Você concorda com o romance moderno? Será que deveríamos resgatar alguns comportamentos comuns nos romances à moda antiga? Estamos na época do fast-food, fast shop, fast delivery e até do fast love também. Você acha que os romances estão avançando rápido demais? Você tem saudades dos romances à moda antiga? Nem sempre o que é mais rápido funciona.
Se você precisa chegar depressa a algum lugar, você pode pensar em um transporte expresso, por exemplo. Mas, se você quer uma alimentação rápida, você recorre ao fast-food. Ele não faz nada bem para a sua saúde.
Ouvimos muitas pessoas falarem que ainda preferem o romance à moda antiga. Mas será que elas estão agindo assim? Será que estão colocando isso em prática, quando buscam relacionamentos modernos e superficiais?
Um estudo recente mostrou que a internet aumenta os riscos de conflitos entre os casais. A pesquisa, divulgada pela Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, concluiu que uma rede social é capaz de potencializar conflitos na relação a dois, contribuindo para situações de infidelidade e desconfiança e até para o divórcio. A mesma tecnologia que aproxima de forma fácil pode destruir de forma mais rápida ainda.
Apesar do avanço da ciência e de a tecnologia ter melhorado a qualidade de vida de muitos, quando o assunto é relacionamento, parece que está havendo um retrocesso. As pessoas não estão conseguindo manter um relacionamento por muito tempo.
Se você quer uma relação à moda antiga, lembre-se do relacionamento dos seus avós ou de outras pessoas mais velhas. Como e por que nossos antepassados conseguiam ficar juntos por tanto tempo?
Podemos resumir o conceito de amor à moda antiga em uma palavra: compromisso. Quando você tem um compromisso com outra pessoa e zela pela sua própria honra, você se propõe a fazer de tudo para manter a sua palavra. Tenha certeza de que esse é um conceito que nunca sai de moda.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Os desafios da vida de solteira.

Como essa fase pode servir de aprendizado para o seu relacionamento futuro.


Você ainda não se casou? Será que já está na hora de casar? Qual solteira ainda não ouviu essas perguntas que são tão inconvenientes? Você certamente já passou por isso ou conhece alguém que vive essa fase. Frente a tantas cobranças sociais, como lidar com a ausência de um companheiro?
Para muitas mulheres, a cobrança familiar, a idade e a carência são os fatores que mais pesam quando o assunto é a solteirice. Conheço uma solteira que simplesmente detesta os fins de semana, pois é quando os casais passeiam e tiram um tempo para ficar juntos. Enquanto isso, ela fica em casa sozinha.
É bem fácil perceber que, nesse caso, a preocupação não está em encontrar uma pessoa especial, mas em suprir uma necessidade afetiva, uma carência. Esse é um pensamento extremanente egoísta.
Para conquistar uma vida amorosa abençoada, é preciso primeiro estar bem consigo mesma. Existem mulheres que são inseguras e carregam traumas do passado, ou seja, estão cheias de problemas que precisam ser resolvidos.
Se a mulher não consegue conviver com as próprias dificuldades, como vai conviver e dividir a vida com outra pessoa? Não é inteligente entrar em um relacionamento com problemas pessoais e conflitos internos. No futuro, eles podem se transformar em uma bomba-relógio e contribuir para o desgaste e até mesmo para o fim do relacionamento.
Aliada
A solteirice não é algo ruim, muito pelo contrário. Ela pode ser a sua maior aliada no processo de amadurecimento prévio que antecede um relacionamento. É o que defende a escritora Nanda Bezerra, autora dos livros 40 Segredos que Toda Solteira Deveria Saber e Mais Linda em 40 Dias. “A fase de solteira é um período para uma preparação interior. Ela serve para lidarmos com coisas escondidas dentro de nós, para que elas não interfiram negativamente quando a pessoa certa aparecer”, ressalta.
Deus criou a família e Ele é o maior interessado em te abençoar com uma, mas é preciso estar pronta. Se existirem imaturidade, dúvidas, feridas que ainda não foram cicatrizadas, significa que esse momento ainda não chegou. Aproveite essa fase para focar na sua cura interior e nas suas metas. Você verá como as coisas vão fluir.
Você pode e deve evoluir nesse processo ao participar das palestras da “Terapia do Amor”, dedicadas a casados e solteiros. Elas acontecem todas as quintas-feiras, em todo o Brasil. Para mais informações, procure uma Universal perto de você ou acesse o site clicando aqui
Antes de encontrar o seu par, questione-se:
De onde vem esse medo?
E essa insegurança?
Quais são as coisas que eu preciso enfrentar agora?
Quais atitudes desagradáveis não vão contribuir para um relacionamento abençoado?

domingo, 1 de maio de 2016

5 razões para orar.

Saiba o que a Bíblia diz sobre a oração.


Durante toda a vida os cristãos aprendem que orar é importante. A linha direta de comunicação entre cada pessoa e Deus tem destaque em diversas passagens da Bíblia.
As razões pelas quais devemos orar são inúmeras. Destacamos para você 5 delas, ilustradas na Bíblia:
1-      A oração é reflexo de nosso relacionamento pessoal com Deus
Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a Teu Pai, que está em secreto; e Teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o Vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais. Mateus 6.6-8
A oração é íntima, somente entre a pessoa e Deus. Ele é quem mais conhece o interior de cada um de nós e o Único que sabe de nossas necessidades.
2-      Orar demonstra obediência e dependência
Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. Romanos 8.26
Ainda que não saibamos como explicar a Deus nossas reais necessidades, Ele as conhece e intercede por nós. Orar demonstra nossa obediência, pois a Bíblia diz: Descansa no SENHOR e espera Nele... (Salmos 37.7). Demonstra também a nossa humildade em reconhecer que Deus nos conhece melhor do que nós mesmos e saberá nos atender.
3-      Orar é uma maneira de demonstrar gratidão
Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. 1 Tessalonicenses 5.17,18
Cada novo dia de vida é uma oportunidade dada por Deus para fazermos o bem. Desde o ar que respiramos até o canto dos pássaros, tudo é obra do Senhor, e por tudo isso devemos ser gratos. Orando, podemos dar graças a Ele.
4-      Orar é a forma de obter perdão pelos erros cometidos
Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. 1 João 1.9
Somente Um pode perdoar os enganos cometidos durante a vida. E é por meio da oração que podemos alcançá-Lo, para purificarmos a nossa alma.
5-      Orar funciona
E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. João 14.13
A Bíblia é nossa garantia de que tudo o que for pedido ao Senhor, de acordo com as próprias Escrituras, será realizado. E mais, Deus nos diz nela que antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei (Isaías 65.24).
Em Marcos 11.24 está escrito: Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.
Assim, a oração é a principal ferramenta que temos. É a verdadeira conexão entre nós e o próprio Cristo, é o caminho para a verdadeira vitória. Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais Vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que Lhe pedirem?”  Mateus 7.11
E a oração não funciona somente para você, auxilia também aqueles por quem você intercede. Faça isso agora. Não perca tempo. E compartilhe isso com quem você ama.
Aprenda mais
Se você quer aprender mais sobre o poder da oração, participe de uma reunião na Universal. Encontre o endereço de um templo mais perto de sua casa clicando aqui.
Se você precisa, neste momento, de uma oração, fale agora mesmo com um bispo ou pastor da Universal pelo Pastor Online. Você será atendido e orientado. 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Quanto você deve para Deus?

O bispo Edir Macedo dá a resposta.


Misericordioso, Deus enviou o Seu Filho à cruz para garantir a Salvação do homem. Todavia, essa é uma dívida de todos que querem ser salvos. Aquele que aceitar pagá-la tem a Vida Eterna ao lado do Pai. Já quem não saldar essa dívida...
Jesus ensinava a Seus discípulos quando revelou o “preço” da Salvação, por meio de uma parábola:
Por isso, o Reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.” Mateus 18.23-25
Nessa passagem da Bíblia, o Senhor afirma que, para a dívida ser paga, são necessários 10 mil talentos.
Ora, cada talento – unidade de medida monetária naquela circunstância – equivalia a 6 mil denários. E cada denário equivalia a 1 dia de trabalho. Faça as contas:
1 dia de trabalho = 1 denário
1 talento = 6 mil denários – ou dias de trabalho
1 talento = pouco mais de 16 anos de trabalho
Caso a dívida fosse 1 talento, seria necessário que o homem trabalhasse para Deus por 16 anos, a fim de saldá-la. Todavia, são 10 mil talentos o cobrado, ou seja, 60 milhões de denários.  Mais de 164.383 anos de trabalho.
E como saldar essa dívida?
Quem vive tanto tempo assim? Quando muito, o homem vive cerca de 100 anos, e, ainda assim, já sem forças para trabalhar.
“Em outras palavras: 10 mil talentos correspondem a uma dívida impagável”, afirma o bispo Edir Macedo em vídeo publicado recentemente. “É isso que Jesus quer dizer: uma dívida impossível de você pagar.”
Como então poderia o homem entrar no Reino dos Céus, se jamais será capaz de “comprar o ingresso”? O bispo explica: “Jesus fala 10 mil talentos para a gente entender o valor do perdão.”
De fato, na parábola o rei não chega a vender o seu devedor. Antes, ele atende às súplicas do servo e perdoa a dívida totalmente.
Todavia, ao sair à rua, esse mesmo servo encontra um homem que deve a ele 100 denários. Ao invés de seguir o exemplo do rei, o cobrador não perdoa a dívida e lança o homem à prisão.
Ao ouvir a notícia, o rei se põe indignado, volta atrás em seu perdão e envia o servo que devia 10 mil talentos ao carrasco.
Assim também Meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”, afirma Jesus ao desfecho da parábola.
Ou seja: Deus é como o rei, que perdoa a dívida do homem capaz de perdoar quem lhe deve. Já aquele que não pratica o perdão, Ele deixa nas mãos do carrasco.
Quer entender melhor a Bíblia? Participe do Encontro com Deus, que acontece todos os domingos, na Universal, e compreenda as parábolas e outras passagens bíblicas.