domingo, 21 de agosto de 2016

Medo de abandono é comum entre viciados em celular.

Estudo indica que dependentes ficam muito angustiados quando não conseguem falar com alguém no telefone. Saiba por que isso acontece e como evitar o problema.

 
Você consegue passar um dia inteiro sem celular? Para muitas pessoas, ficar longe do aparelho por alguns minutos é sinônimo de incômodo, ansiedade e até tristeza. Checar o smartphone com frequência e mantê-lo sempre visível e ao alcance são alguns sinais de apego, como indica um estudo feito por uma universidade da Hungria. Os pesquisadores também descobriram algo ainda mais preocupante: os viciados em celular têm mais medo de abandono. 
Segundo a pesquisa, os dependentes dos aparelhos sentem muita necessidade de estar em contato com outras pessoas. Ao mesmo tempo, eles têm mais receio de perder esse vínculo. Passar mais tempo navegando pelas redes sociais, conversar com colegas e fazer novas postagens ajudam a suprir o desejo constante de conexão. Entretanto, quando não conseguem falar com alguém ou não recebem a atenção que esperavam, essas pessoas ficam aflitas – uma consequência do medo de rejeição ou abandono. O estudo foi feito com jovens de 19 a 25 anos.
Aceitação
A psicóloga Sylvia van Enck explica que a sensação de abandono está relacionada à busca de aceitação. “Muitas pessoas procuram nas redes sociais formas de se sentir queridas e aceitas. Para elas, é importante que todo mundo curta e faça comentários favoráveis ao que postam. Quanto mais retorno elas têm, mais ficam dependentes. É como uma droga. Então, quando um amigo demora para responder ou quando suas postagens não são curtidas, isso de alguma forma aumenta a ansiedade e o sentimento de rejeição”, argumenta ela, que é colaboradora do Programa de Dependências Tecnológicas do Pro-Amiti, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas,  em São Paulo.
Sylvia destaca que a dependência de smartphones afasta o usuário do mundo real. “A pessoa vai se isolando de tal forma que ela se distancia dos amigos, que passam a ser amigos virtuais. Ela tem a falsa impressão de que tem um milhão de amigos e passa a temer o relacionamento presencial”, explica. Ela esclarece que pessoas ansiosas ou que apresentam quadros de fobia social, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade estão mais propensas a desenvolver dependência tecnológica, pois elas se conectam justamente para aliviar esses sintomas.
Consequências
A psicóloga diz que muitos dependentes têm reações agressivas quando são interrompidos ou impedidos de usar o aparelho. Isso faz com que até a família se afaste. “Os familiares evitam interromper com medo de uma reação ruim e isso provoca mais isolamento. Assim, a pessoa passa a entender que os outros não se importam com ela, mas não percebe que precisa abrir mão do que está fazendo para interagir”, alerta a profissional.
Além do isolamento, o uso exagerado de tecnologias gera problemas de saúde. “A pessoa deixa de se alimentar corretamente, dorme mal, o sono não é saudável. Há ainda o risco de acidentes. Muitas pessoas dirigem usando celulares e atravessam a rua sem olhar. A dependência também provoca conflitos com as pessoas que estão ao redor, pois elas ficam incomodadas com a falta de respeito”, diz Sylvia. Para evitar problemas, a dica da especialista é usar as tecnologias com moderação e analisar se elas estão prejudicando o cotidiano. “É uma questão de limites. A pessoa precisa se perguntar o que ela está deixando de viver quando está conectada”, aconselha.
O Tratamento para cura dos vícios acontece todos os domingos. Vá até a Universal mais próxima e entenda como você também pode ser curado.

Fonte: universal.org
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Perigo silencioso: conheça a história de quem lutou contra a anorexia e a bulimia.

Transtornos alimentares são doenças que aparentemente começam com uma simples dieta. Identifique o problema e livre-se dele.

 
Os pais não entendiam por que Vanessa ia ao banheiro todo dia após as refeições. (foto abaixo) Mal tiravam os pratos da mesa e ela já corria para o toalete. Eles sabiam que algo errado estava acontecendo, mas o que poderia ser?
Na mente da jovem só passava um pensamento: de que ganharia mais peso enquanto a comida ficasse no seu estômago. “Eu vomitava. Toda vez que ingeria algum alimento ou até mesmo um simples copo d’água me sentia mal e induzia o vômito. Depois me trancava no quarto”, lembra Vanessa Gonçalves, que hoje tem 34 anos e trabalha como consultora de beleza.
Segundo ela, não foi apenas a preocupação com a aparência que influenciou a obsessão em emagrecer. “Estava com 24 anos e não conseguia arrumar trabalho. Desempregada, fiquei com baixa autoestima e com depressão. Essa tristeza fez que eu me achasse gorda e feia. Coloquei na minha cabeça que, se vomitasse as refeições, seria mais feliz e mais bonita”, conta.
Com 11 quilos a menos, seu corpo magro e sua aparência de doente chamavam atenção de todos. “Eu nunca fui gorda. Na verdade, descontei todas as minhas frustrações na aparência. Esses episódios duraram pouco mais de um ano, o suficiente para que eu vivenciasse terríveis consequências”, relata.
Ausência da realidade
Segundo a psicóloga Viviane Cristina Santos Silva, quatro em cada 100 pessoas têm transtornos alimentares conhecidos como anorexia e bulimia. “A anorexia está associada a traços de ansiedade e se caracteriza pela perda excessiva de peso em pouco tempo. A bulimia apresenta traços de depressão e baixa autoestima, caracterizados pelo arrependimento da ingestão de alimentos. O indivíduo sofre uma despersonalização de si mesmo”, afirma.
Essa despersonalização significa ter sentimentos de irrealidade, como os que Vanessa tinha. “Eu me olhava no espelho e enxergava uma mulher obesa. Contando assim até parece surreal, mas era isso mesmo que acontecia. Eu estava absurdamente magra, só que me via muito gorda”, recorda.
As alterações de percepção da realidade são perigosas porque podem ter consequências fatais. “Além de serem doenças crônicas mais comuns entre os adolescentes, esses transtornos costumam levar à morte cerca de 2% dos que dela sofrem, na maioria dos casos por desnutrição ou suicídio”, diz a psicóloga.
E se engana quem pensa que a patologia atinge apenas mulheres. “A anorexia é mais recorrente em garotas de 12 a 18 anos, enquanto a bulimia é mais comum entre as de 16 e 25 anos. Mas quase 10% do total de casos são do sexo masculino, na mesma faixa etária feminina”, ressalta Viviane.
A mudança
Na maioria dos casos, quando os familiares percebem a mudança comportamental logo procuram ajuda médica e foi assim com a jovem. “Meus pais descobriram que eu estava vomitando intencionalmente. No começo, se mostraram decepcionados, mas perceberam que eu estava sem vontade de viver e me levaram ao psiquiatra. Tomava antidepressivos e remédios para dormir. Fiquei viciada nos remédios e meus hábitos não melhoravam”, revela.
Segundo um estudo divulgado recentemente na revista científica Nature Neuroscience, há um motivo pelo qual tratamentos medicamentosos não são a única solução para quem tem esses distúrbios: eles não são capazes de mudar o pensamento.
O autor da pesquisa, B. Timothy Walsh, afirma por que os tratamentos comumente utilizados não funcionam: “hábitos têm de ser substituído”, explica. E foi só quando essa mudança aconteceu que Vanessa encontrou a cura. “Meus pais buscaram ajuda espiritual para mim na Universal. Eu só ficava na minha cama, chorando o tempo todo. No dia do meu aniversário minha mãe pediu muito para que eu fosse com ela à Universal. Ninguém me forçou a nada e aquela primeira palestra me fez perceber que estava entendendo a vida de uma forma errada”, explica.
Foi como se a “ficha dela tivesse caído”. A jovem passou a se enxergar no espelho como realmente estava, extremamente magra, cadavérica e com um semblante triste. “Não me reconheci. Naquela hora tomei a decisão de mudar e passei a frequentar a Universal todas as semanas e a ter uma orientação nutricional. Depois de cinco meses eu estava saudável, trabalhando e com a certeza de que eu precisava me amar e me respeitar para ser feliz”, diz.
Apoio da família
Os transtornos alimentares podem ser causados por muitos motivos e a ausência do bom relacionamento familiar pode ser um deles. “Os pais influenciam muito as atitudes dos filhos e o período entre a infância e adolescência é crucial para que exista diálogo, uma vez que a tendência desses jovens é se afastar. A observação e o controle da pressão que se exerce é fundamental para criar um bom relacionamento e uma parceria. Pais devem ser boas referências”, orienta a psicóloga.
Quando se está passando por alguns desses distúrbios é preciso reconhecer o problema e buscar ajuda. Identificar os sintomas, transformar a forma de ver o mundo e investir em uma fé que dê forças são aliados para vencer. Por isso, cuide e valorize o bem mais precioso que você tem: a sua vida.
O Godllywood visa auxiliar mulheres em toda e qualquer situação, desde que ela deseje realmente ser auxiliada e moldada para uma mulher melhor. Conheça mais sobre o grupo e saiba como participar dos projetos clicando aqui.

Fonte: universal.org

domingo, 14 de agosto de 2016

Advogado promove reconciliação de casal e se destaca ao contar a sua experiência numa rede social.

Caso teve repercussão nacional. Veja como foi.

Ele não imaginava tamanha repercussão com um ato que julga – antes de mais nada – obrigação de todo profissional de sua área (advocacia) quando o assunto é dar entrada em um divórcio: o de tentar a reconciliação.

E foi exatamente o que advogado mineiro Rafael Gonçalves, de 26 anos fez quando foi procurado por uma mulher, logo após o Carnaval deste ano, para pedir a separação do marido.

Gonçalves contou numa rede social que, como de praxe, ouviu atentamente o que a mulher tinha para dizer, mas percebeu que o casamento dela não havia chegado ao fim, que, na verdade, ela apenas passava por momentos difíceis. Por isso, propôs que ambos (ela e o marido) respondessem a si mesmos quatro importantes perguntas, antes de trazerem de volta os documentos exigidos para a separação.

As questões, entregues à mulher escritas num papel, são as seguintes:

1.)    Eu fiz tudo o que pude para salvar o meu casamento?

2.)    O divórcio é a melhor opção hoje?

3.)    Quem são as minhas maiores influências?

4.)    Quantos momentos vocês superaram juntos e como se conheceram?

Ela não voltou mais ao escritório.


O advogado descreve, na postagem (que lhe rendeu milhares de curtidas, visualizações e compartilhamentos e foi conteúdo de matérias em diversas partes do País) que ganhou dois amigos.

Quanto à repercussão do que escreveu, Gonçalves se diz surpreso. Em entrevista ao Universal.org, ele ressalta que não esperava esse impacto todo:

“Ao meu ver, isso deveria ser habitual, mas, infelizmente, o que eu percebi com esses milhares de e-mails e mensagens recebidos é que falta humanizar alguns escritórios de advocacia. Eu fui reportado por pessoas que me disseram que se todo advogado tivesse a mesma postura que eu, talvez não tivessem se divorciado. Isso significa que as pessoas veem ainda na figura do advogado alguém importante nesse processo, ou seja, muito mais do que um profissional. Eu fiz com uma pessoa o que vocês, da Universal, estão acostumados a fazer diariamente a milhares delas. Sinceramente não sei o que está acontecendo no mundo. Hoje em dia as pessoas estão deixando de lado as coisas mais importantes da vida por tão pouco.”

Terapia do Amor
E você, está passando por problemas na vida amorosa? Na Universal, todas as quintas-feiras, acontece a Terapia do Amor, uma palestra focada no sucesso da vida as dois. O casal de palestrantes Renato e Cristiane Cardoso conversa, aconselha e dá dicas sobre como a pessoa deve se comportar no relacionamento ou enquanto espera pela pessoa amada. Participe.

Em São Paulo, o encontro acontece no Templo de Salomão, no bairro do Brás, à Avenida Celso Garcia, 605. Se estiver fora do estado, participe em uma Universal mais próxima. Encontre o endereço em http://www.universal.org/enderecosTerapia/.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Não era amor, era cilada.

Disfarçados de príncipes, muitos homens usam redes sociais e sites de relacionamento para aplicar golpes em mulheres. Saiba como se proteger.

Um homem atencioso, bem-sucedido profissionalmente, carinhoso e disposto a largar tudo para estar ao lado da pessoa amada. O que parece um sonho para muitas mulheres é na verdade um pesadelo. Explico: é com esse tipo de perfil que muitos golpistas estão abordando mulheres em redes sociais e em sites de relacionamento. Eles se mostram interessados na pretendente e fazem planos para o futuro. Após ganhar a confiança da vítima, eles inventam histórias de roubos e problemas nos negócios e pedem ajuda em dinheiro. Muitas mulheres só descobrem que foram enganadas depois de transferir suas economias aos golpistas.

Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Symantec indica que quase metade (48%) das pessoas que usam sites e aplicativos de namoro é vítima de spams e chantagens. Cerca de 32% receberam pedidos de dinheiro e 28% foram enganadas por pessoas que assumiram falsas identidades. E mais: 32% dos participantes desses sites também foram ameaçados com fotos que compartilharam com outras pessoas e 11% tiveram suas imagens compartilhadas sem consentimento. O estudo foi feito com mais de 3 mil pessoas na Europa.

No Reino Unido, um estudo da Universidade de Leicester mostra que cerca de 200 mil pessoas já foram enganadas em namoros virtuais. Já nos Estados Unidos uma reportagem do jornal The New York Times revelou que quase 6 mil pessoas apresentaram reclamações sobre fraudes desse tipo entre julho e dezembro de 2014, com prejuízos que, somados, chegam a US$ 82,3 milhões. As mulheres são as principais vítimas.

O golpe do namoro é uma modalidade das fraudes de antecipação de recursos (advance fee fraud) em que o golpista induz a vítima a passar informações pessoais ou a fornecer dinheiro com a promessa de receber algum benefício no futuro, conforme destaca uma cartilha do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança (CERT.br). O golpista virtual também é chamado de scammer.

Dependência emocional
O psicólogo e especialista em relacionamentos pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos, Alexandre Bez, explica que algumas pessoas estão mais vulneráveis a cair nesse tipo de golpe. “Geralmente, pessoas com transtornos de dependência emocional, transtornos de carência e pessoas que têm problemas de afetividade podem se deixar enganar, porque a ansiedade que está por trás disso fala mais alto em relação a encontrar um parceiro”, afirma.

O psicólogo destaca que o meio virtual pode aumentar o risco de enganos na hora de conhecer alguém. “Na internet, você não tem como comprovar muitos dados, não tem a leitura do olhar. Se no ambiente real já é difícil encontrar alguém, imagine no virtual. A pessoa pode dizer que é um ator, um empresário, ela pode criar uma personalidade falsa”, ressalta.

Além de golpes financeiros, sites e aplicativos de namoro também podem ser usados para chantagens ou apenas para facilitar encontros sexuais. “Muitas pessoas que estão em sites de relacionamento não querem nada sério, só querem curtir”, acrescenta.

Cuidado
Para evitar ser mais uma vítima, Bez diz que a mulher deve fortalecer a própria autoestima, controlar a ansiedade e desconfiar de histórias que parecem um conto de fadas. “Uma dica é investigar as credenciais sociais e profissionais do pretendente. Checar se ele é solteiro, onde mora, qual é o telefone fixo, onde trabalha, onde estudou. Essas informações estão na internet”, ensina.

Mas nem a investigação pode garantir um final feliz. “As informações podem ser verídicas, mas não dá para saber se a personalidade também é. A pessoa deve fazer ressalvas”, orienta.

Apesar dos riscos, Bez não descarta a possibilidade de um relacionamento que começa no ambiente virtual se transformar em casamento na vida real. Entretanto, o psicólogo diz que é importante estar atenta e buscar informações sobre a pessoa antes de se envolver.

Proteja-se do golpe do namoro virtual
Quando um estranho fizer contato por meio de uma rede social, verifique quem é a pessoa antes de aceitá-la. Vocês têm amigos em comum? Pergunte quem é a pessoa.

Ter amigos em comum é uma vantagem. Assim, você pode perguntar como é o seu pretendente fora do mundo virtual e ter certeza de que vale investir seu tempo para conhecê-lo.

Verifique as informações fornecidas pela pessoa. Veja se ela realmente trabalha no lugar indicado, onde estudou, quem são seus amigos, etc. Faça uma busca com o nome dela no Google e veja o que aparece.

Antes de iniciar um namoro, é importante conhecer alguns detalhes sobre o pretendente. O livro Namoro Blindado, de Renato e Cristiane Cardoso, oferece várias dicas.

Desconfie de mensagens com erros de português que oferecem quantias volumosas de dinheiro ou que dizem “urgente” e “confidencial”. Evite clicar em links ou responder.

Fortaleça a sua autoestima e não entre em um relacionamento por carência ou medo de ficar sozinha.

Se a pessoa pedir dinheiro, ligue o alerta vermelho e fuja. Se você nem a conhece direito, é estranho que a pessoa faça esse tipo de pedido, não é mesmo?

Para saber mais como resolver os problemas da vida amorosa, participe das palestras da Terapia do Amor, todas às quintas-feiras, em uma Universal mais próxima de você. A cada palestra, casais, noivos, namorados e solteiros aprendem sobre o amor inteligente e como desenvolver o relacionamento a dois. 

Fonte: universal.org

domingo, 7 de agosto de 2016

Pressão para casar atrapalha na hora da escolha.

Na China, quem não se casou até os 27 anos já "ficou para titia".

“Ficar para a titia” é uma expressão comumente usada no Brasil para se referir àquela mulher que ainda não casou e não tem pretendente à vista. A frase pode até parecer uma brincadeira, mas é constrangedora quando a mulher está realmente sofrendo uma pressão por parte da família, amigos e da sociedade em geral para arrumar um namorado, ou para casar.

Na China, o fato de não casar é sinal de desrespeito aos pais e a mulher solteira é considerada incompleta. Essa questão virou campanha de publicidade de uma marca de produtos de beleza (foto ao lado). Um vídeo, viralizado nas redes sociais, trata do estigma das mulheres chinesas que, acima dos 27 anos, ainda estão solteiras.

Nele, há depoimentos de pais e filhas sobre o assunto e no final todos se encaminham ao que chamam de “mercado do casamento”, lugar onde os pais “anunciam” as qualidades dos filhos, na expectativa de encontrar um parceiro para eles. Só que dessa vez, as filhas encontram uma forma de mostrar que estão lutando contra esse estigma e “anunciam” frases como "Eu não quero me casar só pelo fato de estar casada” e “Eu não seria feliz dessa maneira".

Não ceder à pressão
A pressão da sociedade e, principalmente, em relação ao casamento pode confundir as prioridades na vida de uma pessoa e atrapalhar a escolha de uma mulher. Portanto, a primeira atitude que a solteira deve ter nessa situação é não ceder à pressão. Muitas vezes, quem cede acaba se envolvendo com qualquer um, apenas pelo sentimento ou pela oportunidade, sem pensar direito nas consequências disso.

Vida espiritual e vida amorosa
Mas, então, como uma mulher sabe que está pronta para ser feliz ao encontrar alguém e também fazer seu parceiro feliz? Ela deve buscar estar bem espiritualmente. Em seu blog, a escritora Tânia Rubim explica que nenhum namoro pode dar a uma pessoa o que Deus pode oferecer.

“Quando você estiver forte na fé e bem consigo mesma, você estará preparada para assumir um compromisso e será totalmente dirigida pela vontade de Deus, sem errar e sem entrar numa relação já com problemas interiores. Tenha em mente que a sua vida amorosa é que depende da sua vida espiritual. Faça as coisas na ordem certa para ter sucesso em todos os aspectos da sua vida, se recomponha espiritualmente e Deus vai abençoar a sua vida sentimental”, diz Tânia.

Estando bem com si própria, a mulher estará pronta para encontrar a pessoa com quem vai partilhar momentos bons e ruins por toda a vida. “Se você investe na sua vida amorosa, você investe em você mesma, fuzilando a ociosidade e a mente vazia, e se ocupando com as mudanças que você precisa fazer para quando a hora chegar”, comenta a apresentadora do programa 'Escola do Amor' na Rede Record, Cristiane Cardoso.

Você pode ir trabalhando essas mudanças em você, especialmente, quando deixa de se preocupar com a sua vida amorosa, como enfatiza Cristiane: “Investir é uma coisa, se preocupar é outra. A ansiedade lhe faz mal, lhe traz medo, desânimo, e pode lhe fazer tomar decisões erradas”, conclui.

Quer aprender a lidar com a solteirice e a investir na vida amorosa? Participe do Curso dos Solteiros Inteligentes, durante a Terapia do Amor, que tem como objetivo principal ensinar as pessoas a começarem certo para, também, alcançarem o sucesso na vida amorosa. A cada semana é passada uma dica especial para que apliquem em sua vida diária e, desta forma, consigam alcançar a felicidade plena.

O curso acontece todas as quintas-feiras, no Templo de Salomão ou em outras localidades da Terapia do Amor.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Por que educar financeiramente seus filhos é importante?

Veja como agir para que as crianças não se transformem em consumistas.

Qual pai ou mãe já não passou por aquele momento em que o filho ou filha pequeno pede um brinquedo ou um doce insistentemente? É nessa fase que, para desespero dos adultos, as crianças descobrem que alguns de seus desejos podem ser comprados. Algumas crianças chegam ao ponto de, apesar de não saberem quantificar valores, saber relacionar que os cartões bancários de débito e de crédito servem para comprar. E se você ainda não passou por essa situação, mas tem filhos pequenos ou pretende tê-los, a seguinte pergunta provavelmente vai passar pela sua cabeça: como agir nessa hora?

Mas, antes de responder a essa questão, de acordo com a psicopedagoga Patrícia Venturin, de 38 anos, é preciso avaliar o que leva a criança a ter o desejo de querer comprar. “Creio que a partir dos 3 anos a criança já começa a entender que no aniversário costuma ser presenteada. E, hoje em dia, esse desejo acaba acontecendo mais em razão do apelo da mídia, que atua muito mais do que em outras gerações. A mídia e os comerciais nos intervalos dos programas infantis investem cada vez mais nessa área e as crianças acabam sendo diferenciadas pelo acesso à informação”, avalia.

O educador financeiro Laércio Caires, de 39 anos, concorda que as crianças de hoje são diferentes das de gerações passadas, mas que muito dessa disparidade tem relação com o ambiente em que se encontram. “Se elas têm contato com amigos que sempre estão com brinquedos, se os programas que elas assistem têm muitos comerciais de brinquedos, se os lugares que os pais costumam passear com elas têm brinquedos, roupas e calçados com personagens de desenhos, são fatores que geram desejos nas crianças. No passado, as brincadeiras de crianças aconteciam naturalmente com pipas, bolinhas de gude, futebol, esconde-esconde, pega-pega. Elas não tinham muito tempo para assistir aos programas de TV e usar videogames. Não existiam tantas estratégias de marketing voltadas para o público infantil. Hoje os tempos são outros. As brincadeiras de rua perderam espaço”, avalia.

De onde vem o dinheiro?
Segundo Patrícia, é preciso explicar aos filhos que o dinheiro é resultado do trabalho. “Sou mãe de três filhos e ensino a eles que precisam ter boas atitudes para serem merecedores de ganhar aquilo que almejam. Costumo fazer uma tabela em que vou pontuando as atitudes. Isso funciona muito bem.

Ensinamos também a investir, guardando todo o dinheiro no cofrinho. Com isso, eles aprendem a poupar e depois a investir. É um dos ensinamentos mais importantes. Com as economias, meus filhos deram parte do dinheiro para a aquisição de um videogame”, conta.

Na opinião do educador financeiro Laércio Caires, essa é uma boa atitude de como ensinar os filhos a se educarem financeiramente desde pequenos. “Os baixinhos precisam ser informados de que não podem ter tudo que eles pedem. Os pais devem mostrar que o dinheiro precisa ser utilizado para outras finalidades e principalmente ensiná-los a poupar. Lembre-se: antes de querer ensinar corretamente o seu filho a como lidar com o dinheiro, você precisa avaliar se está dando o exemplo, até porque os pequenos se espelham nas atitudes dos pais”, aconselha.

O que fazer?
Laércio cita algumas práticas que podem ajudar nesse aprendizado: “realizar compras no supermercado, padaria, açougue (com os filhos) e até mesmo fazê-los acompanhar o pagamento de contas. Esses momentos são importantes, uma vez que eles veem os pais trocando dinheiro por algo material. Quanto antes os filhos tiverem conhecimento do dinheiro, onde e como utilizá-lo, melhor será para que tenham um futuro financeiro sustentável.”

Já para resolver o dilema entre atender ou não às vontades dos filhos, ele aconselha que os pais analisem se as crianças precisam realmente do que estão pedindo. “Em momento algum os pais devem se deixar levar pelas emoções ou pelas chantagens das crianças, já que elas perceberão que agindo dessa forma conseguirão o que desejam. A todo momento aparecerá um novo produto e se cederem estarão desenvolvendo um ‘consumista mirim’”, conclui.

Dicas para educar financeiramente as crianças
*Explique a seu filho, de forma simples, que para ganhar dinheiro é preciso trabalhar. Nada vem de graça. Explique que, às vezes, não poderá comprar o que ele quer, pois o dinheiro está destinado a
outras coisas.

*Quanto mais cedo os filhos tiverem conhecimento do dinheiro, onde e como utilizá-lo, melhor será para o seu futuro financeiro. Leve-os com você para comprar no supermercado, por exemplo, para que aprendam o custo dos produtos.
*No supermercado, compare produtos que façam parte do mundo do seu filho. Mostre, por exemplo, que um saco de arroz de cinco quilos, que dura um mês, custa quase o mesmo que um pacote de biscoito, que vai durar cinco minutos.
*Incentive-os também a poupar, guardando o dinheiro em um cofrinho. Para uma relação direta, mostre um caixa eletrônico e um banco e ensine que ali é onde você guarda o dinheiro. E que, quando você diz que não tem dinheiro, não é só na carteira, mas nesses lugares também.

Quer aprender a enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho e se tornar uma pessoa vencedora?

Então, não perca o Congresso Para o Sucesso, que acontece às segundas-feiras, no Templo de Salomão. Para encontrar uma Universal mais próxima de você, acesse www.universal.org/endereços.

Fonte: universal.org

domingo, 31 de julho de 2016

Por que não devemos julgar?

Saiba por que é preciso ter cuidado ao sentenciar os outros.

Já notou como é incrivelmente fácil julgar os outros? Faça uma experiência. Acesse qualquer rede social, como o Facebook ou Twitter, por exemplo.

Escolha um determinado assunto: futebol, política e vale até a novela. Escreva algo e faça uma postagem. Não demorará muito e logo você receberá algum comentário ou, melhor dizendo, um julgamento. “Fulano fez algo assim, mas poderia ter feito diferente” ou “mas ciclano faz assim, porque ele é ruim demais.” 

Dessa forma, os comentários e julgamentos vão se sucedendo. Amizades, inclusive, se desfazem nas redes sociais por conta disso. Mas a verdade é que os julgamentos não acontecem somente nas páginas de sites de relacionamento. Eles fazem parte da vida do ser humano, do dia a dia, do trabalho, das amizades. São tão comuns que, muitas vezes, nem percebemos que estamos julgando alguém, chamando aquele colega de chato ou aquela outra de glutona. E assim por diante.


Por que é tão fácil?
Percebeu como é fácil julgar? Como diz a Bíblia, somos hábeis em ver o cisco no olho alheio, mas totalmente cegos para enxergar a trave em nosso olho. Como é que você percebe tanto os erros dos outros e não cuida dos seus? Como você é tão rigoroso com as falhas do outro e sempre arruma uma desculpa para as suas?

Para ajudar na compreensão, vamos admitir uma hipótese: se lhe apresentarem o motor de uma nave espacial que não funciona, por exemplo, você não vai saber dizer qual é o problema, não é mesmo?

Isso ocorre porque nós só notamos aquilo que conhecemos. Os erros e defeitos que vemos nos outros são, na realidade, falhas que nós temos, em maior ou menor escala. Você fica tão revoltado ao perceber os defeitos do outro, mas se sente castigado quando apontam os seus. E sabe por que isso acontece? A verdade é que o ser humano não é capaz de perceber um defeito que não conheça. Simples assim.


Aos olhos de Deus
O bispo Júlio Freitas enxerga claramente o motivo para isso. “Porque, lá dentro deles mesmos, eles se sentem superiores. Mas você não pode estar em um extremo nem no outro. Não se pode inferiorizar, nem superiorizar, mas estar equilibrado e se enxergar como Deus o vê. Você tem de olhar para as outras pessoas e vê-las como Deus as vê”, explica.


Perceba que, ao ser rígido com alguém, você está sendo rígido com você mesmo, mas ninguém admite isso. Apontamos os defeitos dos outros em uma vã tentativa de nos destacarmos. Como se, aos nossos olhos, nós nos elevássemos e, ao mesmo tempo, diminuíssemos o próximo com nossos julgamentos.

Para o bispo Júlio Freitas, não vamos nos tornar melhores comentando e julgando a vida alheia. “Jesus disse que temos que amar a Deus com toda a nossa mente ou com todo o nosso entendimento.

Não há fanatismo ou religiosidade quando se crê em Deus, de acordo com as Sagradas Escrituras, com a fé inteligente. Quando você decide usar a sua inteligência e a sua fé, a sua mente é aberta”, completa.


Fé e percepção
Para o bispo, é a partir desse momento que você tem a percepção para ver tudo de uma forma diferente. “Existe uma grande diferença entre o que pensamos que somos, ou seja, a imagem que temos de nós mesmos, e o que somos de verdade. Porém, aos olhos de Deus, não existe margem para dúvidas. Ninguém é melhor do que ninguém.”

Pense um pouco: quem você acha que nos julga? Deus? Deus nos dá a consciência. Não é a sua própria consciência que fica martelando na sua cabeça, lembrando a todo instante que, diante de um erro, é preciso correção? Então, é ela quem se encarrega de observar, analisar e julgar. Sim, somos nós que nos julgamos.

Quando você sente remorso por um erro cometido, quem é que está julgando você? É você mesmo. Você já deve ter ouvido a frase “não julgueis, para não serdes julgados”. Se ainda não ouviu, trata-se de clara advertência de que toda má ação que você comete gera prejuízo para você mesmo.

Quando você julga o outro, você mede a si mesmo. Portanto, tenha cuidado ao julgar os outros. Olhe para você e para as suas atitudes antes de tudo. Veja primeiro, fale depois.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Quando o perdão cura a alma.


Conheça a história de um rapaz que teve a vida dilacerada por causa do pai e saiba como tudo acabou.

      

Imagine uma pessoa passar a vida inteira pagando por um erro que não foi seu, provocado justamente por quem deveria protegê-la. Pois foi o que aconteceu com Brryan Jackson (foto ao lado), hoje com 25 anos de idade.
Ele tinha apenas 11 meses quando o pai, Brian Stewart – na época separado da mãe –, aplicou nele (que estava internado em um hospital para tratamento de uma asma) uma injeção com sangue contaminado com o vírus HIV.

O garoto passou a infância com diversos problemas de saúde sem que a mãe soubesse da contaminação, até que, aos 5 anos de idade, com febre alta, ele foi levado a um hospital de St. Louis, nos Estados Unidos, onde fizeram um exame de sangue mais preciso e, enfim, descobriram o problema.

Na época, os médicos lhe deram apenas 5 meses de vida, por conta das altas doses de medicamentos que tinha de tomar.


Mas Brryan sobreviveu, e hoje, com a doença controlada, é um palestrante motivacional e criou uma ONG, a “Living With Hope” (Vivendo com Esperança). Em determinado momento de sua vida, pensou em se matar, mas os seus pensamentos mudaram ao ter um encontro com Deus.

Brryan conta que perdoou o pai, com quem – desde o episódio – nunca mais teve contato e que foi condenado à prisão perpétua em 1998.


O poder curativo
Esse rapaz teve motivos de sobra para sentir ódio, querer vingança, mas escolheu perdoar. Em entrevista a um meio de comunicação norte-americano disse inclusive que ora pelo pai.
“Só quem tem o coração perdoado tem a autoridade para perdoar os seus ofensores. Deus não pode perdoar os nossos ofensores por nós. Tal poder imensurável pertence apenas aos enfermos de coração”, mencionou o bispo Edir Macedo em uma das postagens em seu blog pessoal.

De acordo com o bispo, o cristão pode ter fé para conquistar um bom casamento, o sucesso econômico, a cura Divina, enfim, para ganhar o mundo inteiro, mas se não tem fé para perdoar, não terá fé para alcançar perdão.

“Afinal de contas, está escrito e determinado: ‘Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas’ (Mateus 6.14,15)”, comentou – leia a postagem completa clicando aqui.

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Caso queira saber mais sobre o perdão e outros assuntos relacionados à fé no Senhor Jesus, na Universal acontecem reuniões diárias e em diversos horários. Procure o templo mais perto de sua casa e participe de um desses encontros.

Fonte: universal.org