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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Ser dona de casa: perda de tempo ou oportunidade?

É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar totalmente ao lar.

Por Rafaela Rizzo / Fotos: Fotolia - Cedida - Arquivo pessoal
Uma mulher que investe todo o seu tempo para manter a casa em ordem e, muito mais do que isso, cuidar dos filhos, do marido e de si mesma. Há algumas décadas isso seria a coisa mais natural do mundo. Mas, hoje em dia, dizer que é dona de casa e que prefere cuidar do lar a trabalhar fora soa muito mal. Claro que em muitas famílias é necessário que o casal trabalhe, pois, vamos admitir, atualmente, é bem caro manter uma casa. Mas, se você tem oportunidade de dedicar mais do seu tempo à sua família, por que não fazê-lo?
Foi o que Carolina Faner Silva Barreto, de 31 anos, decidiu fazer. Ela trabalhava na área administrativa de uma empresa de saúde. Era meio período, mas, por morar muito distante do emprego, a maior parte do dia ela passava no trânsito. “Por passar tanto tempo longe, percebi que minha casa estava muito descuidada. Estava distante do meu marido e da minha filha, que já estava na adolescência. Então, deixei o trabalho para levantar o meu lar, pois estava em ruínas”, conta. E quem pensa que cuidar da casa se refere apenas a limpeza e organização do lugar está muito enganado. Carolina explica que “uma empregada poderia ajudar nessa parte material, mas só eu posso ser mãe e esposa. Percebi que era a minha presença que faria toda a diferença”.
Mas o que será que os filhos pensam quanto a ter as mães sempre por perto? Lilian de Almeida Trazza, de 25 anos, conta a história da mãe, Sebastiana Vitalina de Almeida Trassa, de 60 anos, que há 29 se dedica exclusivamente aos cuidados do lar. “Ela nos conta que, quando meu irmão mais velho nasceu, meu pai e meu avô a orientaram a dedicar aquele momento para a criação do filho, em vez de trabalhar fora. Ela concordou e naquela época uma pessoa sozinha conseguia sustentar a casa, o que é bem mais complicado hoje em dia”.
Algum tempo depois, Sebastiana já tinha três filhos para cuidar, o que fez a sua volta ao mercado de trabalho ficar cada vez mais distante. Ela decidiu que dedicaria sua vida a cuidar dos filhos, do marido e da casa.
Hoje em dia todos os filhos estão formados e trabalham fora. Lilian admite que a mãe é talentosa e poderia facilmente vencer na vida profissional, mas é ótimo tê-la por perto. “Acredito que ela poderia ter tido uma carreira de sucesso. Mas talvez, se tivesse uma carreira profissional bem-sucedida, nós não teríamos uma boa educação e criação. Hoje vejo que toda a dedicação dela valeu muito a pena. Ela é o elo de união da nossa família, cuida de todos e faz questão que estejamos sempre juntos, principalmente agora que meus irmãos estão casando e saindo de casa. Ela acalma os ânimos quando estamos irritados e faz questão de juntar todos em casa para jantarmos sentados à mesa. Ela é o equilíbrio de casa”, conclui.
Dupla jornada
É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar exclusivamente ao lar. Não porque elas não queiram, mas por conta das despesas que a casa e os filhos exigem. A maioria delas precisa ir à luta com o marido e quando chegam do trabalho encaram a função de cuidar do lar. Essa é uma realidade vivida por Cintia Cristina de Oliveira, de 37 anos. Ela tem três filhos e trabalha como assistente financeiro. Chega às 18h30 do trabalho e, como muitas brasileiras, ainda cuida da casa no fim do dia. Dessa forma, sobra pouco tempo para ficar com a família. “Me sinto culpada por não ter muito tempo disponível para meus filhos. Nas minhas férias é uma felicidade para eles e meu marido. Eles dizem que gostariam que eu ficasse em casa cuidando deles em tempo integral”, confessa.
Deixar o trabalho para se tornar dona de casa está nos planos de Cintia. “Pretendo deixar de trabalhar para me dedicar mais à família. Na minha opinião, não é humilhante a mulher ser dona de casa, pois o trabalho do lar é muito mais pesado do que muitos outros. A diferença é que não somos remuneradas com um salário, mas a recompensa é ver o sorriso estampado no rosto de quem amamos”, afirma.
Voltando ao caso de Carolina, após um tempo de dedicação exclusiva à família, ela se viu apta a conciliar a função de dona de casa com a administração de um pequeno negócio, mas sempre priorizando o lar. “O objetivo era ajudar no pagamento das despesas e conseguimos montar uma perfumaria. Quando as crianças estão na escola, eu cuido da loja. Quando elas saem, uma funcionária ocupa meu lugar e eu volto para casa. A leitura dos livros “A mulher V” e “Casamento Blindado” me ajudou a ter a direção correta para agir como mãe e esposa. A mulher cristã é uma mulher antenada, que tem conhecimento e que se supera”, reflete.
 

domingo, 13 de abril de 2014

Até quando você vai duvidar de si mesmo?

Exemplos de pessoas desacreditadas que superaram dificuldades provam que não existe caso perdido.

Por Rafaella Rizzo / Fotos: Marcelo Alves - Cedida

Em menos de um mês um jovem de 17 anos foi detido seis vezes por roubos e furtos na cidade de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais. Dentre os crimes, o menor roubou R$ 80 de uma padaria e uma moto. O policial que atendeu a última ocorrência diz que a maioria dos menores infratores não tem medo de cometer novos crimes.
Talvez a primeira coisa que alguém pense ao ler essa notícia seja “esse aí não tem jeito, nunca vai mudar”. Afinal, nem atingiu a maioridade e está envolvido na criminalidade”.
Se muitos podem pensar assim desse jovem, o que dizer então de uma mãe que levou as filhas para as drogas? Maria Magali, de 61 anos, é essa mãe. Ela conta que, por muito tempo, viveu dominada pela bebida e era dependente química. Isso influenciou no seu casamento, que chegou ao fim, e também na vida financeira e até refletiu nas filhas. “Eu não dormia, tinha desejo de suicídio. Trabalhava, ganhava bem, mas nada fluía. Todo dinheiro era para gastar nas drogas e noitadas. Era uma vida miserável: um dia tinha comida, outro não”, lembra.
Mesmo vendo tantos erros na vida que a mãe levava, as filhas de Magali acabaram seguindo o mesmo caminho. “Nessa época eu tinha 35 anos e minhas filhas 12, 15 e 19 anos. Anoitecia e eu sentia uma vontade enorme de sair, ir para as baladas e elas pediam para ir também. Íamos para as boates, cada uma ficava com um rapaz. Eu as ensinei a cheirar cocaína”, revela, em meio a lágrimas. “Não acredito que pude fazer isso com minhas filhas”, desabafa.
Hoje Magali tem consciência do mal que fez a elas, mas todos que estavam à sua volta a condenavam e a consideravam um caso perdido, menos sua mãe, que havia ouvido na Universal que a filha poderia mudar. “Ela sempre me chamava. As minhas filhas foram primeiro e começaram a me chamar também. Até que um dia eu fui para ver no que ia dar. Estava cansada daquela vida. Assisti à reunião, houve uma oração pelos viciados. Naquele momento, abri meu coração e decidi aceitar a ajuda de Deus.”
O tempo passou e Magali foi mudando de vida, de dentro para fora. “Eu tive que recomeçar em todas as áreas.Tenho meu próprio negócio e ele está crescendo. Quando a pessoa se entrega a Ele, as coisas acontecem. Não é de uma hora para outra, você tem que buscar, mas Ele está sempre de braços abertos para nos receber, não importa quem você seja. Hoje estou de bem com a vida.”
O bispo Edir Macedo explica que, apesar de muitos não acreditarem, Deus está sempre disponível para aqueles que O invocam e que Ele acredita no ser humano. Mas, para que mudanças práticas aconteçam, é preciso que cada um faça a sua parte. “Deus tem um plano para cada um, mas isso não significa que precisamos ficar esperando que Ele venha realizá-lo por nós. Se queremos que esse plano se concretize em nossas vidas, não há outro caminho a tomar, senão nos associarmos com Deus através de uma aliança eterna”, afirma.
Foi essa aliança que outra pessoa desacreditada, Anderson Silva, de 21 anos, fez. Era usuário de drogas como maconha, cocaína e lança-perfume, deixava mais da metade do salário nos vícios e tinha uma vida sentimental conturbada. “Eu cresci muito sozinho, sem família. Acho que isso colaborou para que eu seguisse o caminho errado. Além das drogas, eu bebia muito, de segunda a segunda. Cheguei a tomar álcool de posto. Nenhum relacionamento dava certo para mim. Eu comecei a perder várias coisas na vida, como o emprego e até o desejo de viver. Eu não acreditava mais em mim, não conseguia parar com as drogas, achava até que eu não tinha mais jeito”, relembra.
Mas essa situação mudou quando Anderson aceitou um convite para ir a uma reunião na Universal. Além de vencer os vícios, ele descobriu que tinha talento para ser lutador profissional. “Fiz as aulas de boxe no Força Jovem, tive acompanhamento para aprender o esporte. Nunca tinha lutado antes, mas com sete meses de treino venci minha primeira luta no maior campeonato brasileiro, a Forja de Campeões, na modalidade meio pesado. Eu comecei a acreditar em mim, vi que tinha potencial e que Deus é comigo”, conclui.
 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Bispo Edir Macedo explica como acontece a nova vida.

Pastor dá testemunho sobre o "Novo Nascimento"


Uma das dúvidas mais frequentes de quem aceita Jesus como seu Senhor e Salvador é como se dá a transformação de vida e o recebimento do Espírito Santo. Nascer de novo é fenômeno espiritual que vem de Deus. Para elucidar como funciona, o bispo Edir Macedo faz uma analogia com o nascimento do filho de Deus, que acontece sem que haja a interferência humana.
 
O bispo afirma que a forma como Deus opera esse milagre dos milagres segue a mesma lógica da geração de Jesus. “Nem igrejas, nem doutrinas e muito menos vasto conhecimento bíblico tornam possível nascer de Deus. O nascimento do Espírito Santo é obra exclusiva dEle.”
O bispo relembra que Maria teve dúvidas sobre como iria dar à luz uma criança quando soube que seria mãe do filho de Deus. “Ela perguntou ao anjo como Jesus iria ser gerado se ela não tinha qualquer contato com homem”, afirma.
 
O líder da Universal esclarece que assim como Maria, a maioria das pessoas tem crido que se nasce de Deus pelo fato de ter aceitado o Senhor Jesus como Salvador e pelo batismo nas águas. Mas alerta: “Apesar de ser doutrina cristã, ainda assim é insuficiente para o novo nascimento prometido.” Para reforçar a ideia, o bispo cita a passagem bíblica que conta a resposta dada a Maria pelo anjo: “Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a Sua sombra.” Lucas 1:35
O bispo esclarece que da forma como Jesus foi gerado no ventre de Maria, também os filhos de Deus são gerados pelo Espírito Santo. “Ele os envolve com a Sua sombra. Naquele momento, há muito choro. Primeiro, de tristeza pelos pecados cometidos, já que o Espírito os convence disso. E, ao sentir-se completamente perdida, a pessoa busca quem pode lhe salvar. O Espírito Santo aponta para o Salvador. Nesse mesmo instante, a pessoa se rende ao Senhor Jesus com todas as suas forças, de todo seu coração e entendimento.”
 
O bispo explica que por esse motivo o choro de tristeza se transforma em gozo e alegria indizíveis. “A partir de então, a pessoa passa a ter o caráter Divino, para viver em novidade de vida.”
Testemunho de nova vida
Para exemplificar e comprovar o que o bispo Edir Macedo explicou sobre o “Novo Nascimento”, veja o testemunho do pastor Carlos Ostan (foto acima). Ele conta que já havia descido às águas e frequentava a Universal, mas ainda não tinha, realmente, recebido o Espírito Santo.
O pastor relata como aconteceu o milagre da vida nova para ele. “Eu não vivia mais no pecado. Já não usava mais drogas, não era mais bandido ou traficante, porém, não era nascido de Deus. Em uma quarta-feira à noite, no momento da reunião, enquanto eu estava orando, aconteceu a coisa mais gloriosa que podia me acontecer. Me lembro como se fosse hoje. Em um dado momento, o Espírito Santo me convenceu dos meus pecados, me fez ver o quão sujo e perdido eu estava.”
Ele diz que a sensação era como se um filme estivesse passando pela cabeça dele em relação a tudo o que fazia de errado. “Os meus pecados passavam pela minha memória. Naquele momento, eu me vi perdido, desesperado. Mas foi exatamente ali que o Espírito Santo, na minha mente, não no coração, me mostrou e me revelou o Seu Filho Jesus. Entendi que Jesus era o único que poderia me salvar.”
Nasceu um profundo e sincero arrependimento para o pastor Carlos. “Ali Jesus perdoou todos os meus pecados, me lavou no Seu sangue e, em 18 anos de vida, eu ouvi, pela primeira vez, Jesus me chamando de meu filho. Pela primeira vez também eu pude dizer meu Pai. Foi o dia mais glorioso da minha vida.”
 
O pastor afirma que podem passar milhões de anos e ele nunca esquecerá esse dia. “Parece até mesmo que foi hoje. Eu tive nojo da vida que eu levava e ódio do pecado. Eu tive paz. Outra coisa que nasceu em mim foi o amor pelas almas. Eu queria levar para outras pessoas o que, naquele momento extraordinário, tinha acontecido comigo.”
 
Naquele instante, ele fez uma oração e um pacto com Deus. “Jesus, não quero mais viver para mim. Quero servir ao Senhor ganhando almas. Se o Senhor quiser me usar, pode me mandar agora para qualquer parte do mundo para pregar a Sua Palavra que eu vou. Eu largo tudo para lhe servir, ainda que seja para ir pregar a Sua Palavra para os índios, no meio da selva”, lembra.
 
Para o pastor não importava mais nada. Ele só queria ganhar almas. “Tudo mudou dentro de mim. Ao fim da reunião, fui imediatamente falar com o pastor e disse que, a partir daquele momento, eu queria que Deus me usa-se na Sua Obra.” Carlos foi orientado a entrar primeiro no grupo jovem, evangelizar e depois ser obreiro. “Só depois o Espírito Santo me levantaria a pastor e, graças a Deus, foi o que aconteceu, pela misericórdia do meu Pai.”
 
Hoje, o pastor Carlos está há 20 anos na Obra, fazendo o que mais ama: salvar almas para o Senhor. “Só uma coisa amo mais que salvar almas, a minha Salvação. O ‘Novo Nascimento’ é o meu maior tesouro. Espero, em nome de Jesus, que aconteça o mesmo com todos”, conclui o pastor.
 
(*) O testemunho do pastor Carlos Ostan foi postado no blog do bispo Alfredo Paulo

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

É possível salvar seu casamento em 120 minutos.

Autores explicam como apenas 1 minuto pode fazer a diferença para o sucesso ou o fim do relacionamento.


Renato e Cristiane Cardoso se preocupam de fato em ajudar solteiros e casados a lidar com questões ligadas aos relacionamentos. Tanto que de tempos em tempos o casal realiza o “Escola do Amor ao Vivo”, quando fazem uma palestra em que passam suas experiências na vida sentimental.
Neste ano vários lugares receberam a aula presencial. Em janeiro, as pessoas de Miami, Houston e New Jersey, nos Estados Unidos, tiveram a chance de mudar ou melhorar o casamento. No início do mês de fevereiro foi a vez da população de Montevidéu, no Uruguai.
Lições práticas e objetivas viram livro
E, para quem deseja uma transformação de vida, 1 minuto pode fazer toda a diferença. Foi pensando nisso que o casal criou o programa “Minuto do Casamento”, exibido de segunda a sexta-feira pela Rede Record, após o “Hoje em Dia”. A ideia deu tão certo que eles decidiram reunir os melhores conselhos da programação no livro “120 minutos para blindar seu casamento”.
A publicação foi lançada em Santos no dia 7 de fevereiro. Ao ouvirem sobre o lançamento da obra na cidade, Reubens Lima de Oliveira, de 37 anos, e Roberta Maia de Oliveira, de 33, logo desejaram adquirir um exemplar. O casal se olha carinhosamente, sorri e conversa. Entretanto, nem sempre foi assim. Juntos há sete anos, no início da relação não sabiam como lidar com as diferenças um do outro. “Tínhamos algumas atitudes que prejudicavam a nossa união. Por exemplo, eu sentia ciúmes e o pressionava por isso, mas compreendi que essa não era a solução”, lembra Roberta.
A transformação para o casal veio com os ensinamentos dos autores do livro e apresentadores do “Minuto do Casamento”. “Identifiquei-me muito com a experiência deles, porque era o que também acontecia conosco”, observa Roberta.
A vida moderna é marcada pela falta de tempo, mas o livro – por ser objetivo e eficaz – torna-se uma ferramenta prática para todos os casais. “Se 1 minuto pode transformar a vida de uma pessoa, imagine 120”, ressalta Renato Cardoso.
Um aprendizado que todos necessitam
 
Muitas autoridades também estiveram presentes ao lançamento, como o secretário da Cultura de Santos, Raul Christiano, que, com um exemplar em mãos, observou que a obra despertou seu interesse por apontar os problemas de uma maneira muito objetiva.
Após receber um autógrafo em seu exemplar, o técnico de futebol Oswaldo de Oliveira, que está no comando do Santos, destacou que a publicação traz um tema que será sempre atual, pois é relacionado com a formação da família. “Eu tenho uma expectativa muito grande de ler o livro, aprender com ele e pôr o que assimilar em prática com a minha família. Tudo depende da família: a política, as instituições, o esporte. Então, tem a ver com toda a sociedade”, afirma.
Descontração e aprendizado em Ribeirão Preto
No dia 13 de fevereiro, na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, mais de 5 mil pessoas se reuniram para participar de uma palestra com os autores do livro. Na ocasião, eles explicaram como desbancar mitos que as pessoas consideram verdadeiros em suas vidas amorosas. Muitos tomam decisões com base nessas crenças e acabam construindo o relacionamento da mesma forma como fazem castelos de areia. “No início do nosso casamento, um queria mudar o outro e não é assim que as coisas terão um final feliz. No casamento, um precisa se adaptar ao outro e lidar com as diferenças”, explicou Renato Cardoso.
 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Apocalipse: os vinte e quatro anciãos

Eles venceram e se mantiveram fiéis, tanto sob a antiga quanto sob a nova aliança.
 

É tremendamente maravilhoso termos, pela fé, acesso ao Céu e nos ver lá dentro. O Apocalipse é como uma janela do Céu, na qual só os remidos podem ver o seu futuro diante do Senhor da glória.
Assim sendo, após a visão do trono, o apóstolo descreve os 24 anciãos: "Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro" (Apocalipse 4.4).
Cremos que esses anciãos não são autoridades celestiais que assistem a Deus diante do trono, como alguns interpretam. Muito menos acreditamos que sejam anjos.
A Bíblia revela que na adoração e culto no Templo de Jerusalém havia 24 turnos de sacerdotes levitas, os quais representavam todo o povo de Israel e se ocupavam alternadamente dos seus deveres sacerdotais.
 
Isso é fundamental para se crer que estes vinte e quatro anciãos representam os vencedores do Antigo Testamento, somados aos do Novo Testamento. O apóstolo Pedro também fala sobre aqueles que morreram sob a antiga aliança, e que esperavam pelo dia da redenção: "Pois também Cristo morreu uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão" (1 Pedro 3.18,19).
 
O trecho citado nos mostra que o Senhor Jesus, quando morto, desceu ao reino dos mortos e pregou o Evangelho aos espíritos daqueles que morreram com a fé de um dia experimentarem a Salvação.
Estes compõem a Igreja arrebatada do Senhor Jesus do Antigo Testamento, representada por 12 anciãos. O apóstolo Paulo, dirigindo-se aos cristãos em Éfeso, diz: "Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a Pedra angular" (Efésios 2.19,20).
Esses apóstolos e profetas são a Igreja do Novo Testamento e a do Antigo Testamento, respectivamente. Portanto, os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel e os 12 apóstolos.
 
Eles representam todos os que venceram porque se mantiveram fiéis, tanto sob a antiga quanto sob a nova aliança. Por esta razão, estão assentados em tronos ao redor do trono de Deus, em cumprimento à promessa do Senhor Jesus: "Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se Comigo no Meu trono, assim como também Eu venci e Me sentei com Meu Pai no Seu trono" (Apocalipse 3.21).
Estão vestidos de branco também pelo cumprimento de outra promessa do Senhor Jesus: "O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida..." (Apocalipse 3.5).
 
Por fim, usam uma coroa de ouro, tendo em vista a seguinte promessa: "...Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10). O apóstolo Paulo também faz referência a esta coroa: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a Sua vinda" (2 Timóteo 4.8).
 
Além do que já foi exposto, estes 24 anciãos representam a Igreja do Antigo Testamento somada à do Novo Testamento, pelo fato de que eles adoram o Cordeiro:
"Veio, pois, e tomou o livro da mão direita dAquele que estava sentado no trono; e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o Teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra." Apocalipse 5.7-10
 
Talvez surja a pergunta: se a Igreja do Senhor Jesus será arrebatada, então por que vemos aqui apenas 24 anciãos em tronos, já que se formos vencedores todos estaremos na glória, teremos uma coroa, vestes brancas e um trono?
 
A resposta é: da mesma maneira que na antiga aliança havia 24 turnos sacerdotais, de modo que os sacerdotes eram representantes de todo o povo diante de Deus, os 24 anciãos coroados são representantes de toda a Igreja diante de Deus. Devemos ter isso em mente para nos aprofundar no estudo das profecias apocalípticas.
(*) Trecho retirado do livro "Estudo do Apocalipse", do bispo Edir Macedo 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Regozija-se a minha alma em Meu Deus!

 
É grande o meu prazer no Senhor! Regozija-se a minha alma em Meu Deus! Pois Ele me vestiu com as vestes da salvação e sobre mim pôs o manto da justiça, qual noivo que adorna a cabeça como um sacerdote, qual noiva que se enfeita com joias. Isaías 61:10.



Depois de lutar pela libertação, não há nada melhor do que ser selado com O Espírito Santo. Não só para dizer que é selado, mas para levar O Senhor Jesus para os que sofrem. E são muitos que não admitem que precisam, mas quando chega aquele dia em que não tem mais nada e nem ninguém para se segurar, se rendem Ao Deus Vivo.

Ganhar uma alma para O Senhor Jesus não é fácil, mas também não é impossível. Leva-se mais paciência e perseverança do que tempo. Paciência porque nem sempre quem sofre presta atenção no que falamos, a não ser que não tenha mais onde se segurar aí que a evangelização entra.

De uns tempos pra cá, qualquer feriado, qualquer evento faz com que muitos comemorem como se fosse o último. Quando chega final de semana então... Isso mostra o quanto as pessoas estão precisando do Senhor Jesus. Isso mostra o vazio dentro delas que elas insistem em preencher com festas, eventos, futebol, enfim. Esse vazio só é preenchido com A Presença de Deus.

Eu via muita vídeo cassetadas. Dependendo do vídeo, rolava no chão de rir também com pegadinhas, mas isso não me preenchia. Quando fui selada com O Espírito Santo, não precisei mais recorrer as pegadinhas e nem as vídeo cassetadas para ser feliz. Depois do selo, a alegria vem de dentro para fora e não de fora para dentro.

 Regozija-se a minha alma em Meu Deus! Mesmo com lutas, a minha alma tem paz, um dos frutos do Espírito santo é a paz interior. se o seu interior vai bem, tudo vai bem, mesmo que tenha tribulação, perseguição, há confiança no Senhor Jesus. Por isso é muito importante não fugir das lutas, elas trazem experiências, amadurecimento e confiança.

No momento, você não vê nada, mas dentro de você tem a alegria, a certeza, a confiança de que Deus é contigo e que aquela situação vai mudar. E muda mesmo! A confiança em Deus é como um combustível que o carro necessita para poder andar. Sem gasolina ou alcool ou diesel, o carro ou ônibus não anda, assim é a sua, a nossa confiança em Deus. Primeiro confiamos no Senhor e Ele, no Seu Tempo, derrama das Suas Bençãos.

Deixe sempre a sua vida nas Mãos do Senhor Jesus, confie nEle, no fim, você terá as vestiduras brancas, as vestes da salvação. Pense e reflita nisso.

Fique firme com Deus.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Quem Entende!




Muitos não entendem que só queremos o melhor, ajudar, de qualquer forma, espiritualmente, mesmo assim, não entendem ou não querem entender. Mas só entende aqueles que são nascidos de Deus.

Cada muro, cai, através da perseverança, através da certeza de que quem tem crido no Deus Vivo, jamais retrocede. Cada luta que se levanta é a certeza de que algo já está preparado, mas, para aquele que permanece na guerra.

Quem entende!
Porque A Palavra de Deus é loucura para os que se perecem; mas para nós, que somos salvos, é o Poder de Deus. I Coríntios 1:18.
 
Tem pessoas que só observam o que acontece, tem pessoas que passam e nem percebe, só aquele que está passando por determinada situação, seja em casa, no trabalho, enfim. Quem é perseguido e recua, nunca aprenderá, nunca terá experiência o suficiente para na próxima guerra, por em prática o que aprendeu com experiências passadas.

Tem desertos que leva um mês ou até menos. E tem desertos que podem levar anos, e isso só depende de uma pessoa: você. Cada oração, cada propósito, cada meia hora ou cada minuto falando com alguém sobre Jesus é benção, não só para a pessoa que ouve, mas para quem fala.

Sempre bom, quando se tem oportunidade, de evangelizar. Do jeito que o mundo está, com tantas tragédias e catastrofes, logo no início desse ano, a oportunidadenão pode passar mesmo. Eu faço a minha parte, no que está ao meu alcance, ajudo, falo sobre O Senhor Jesus, assim estamos ganhando almas.

Fique com Deus.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Se existe amor, por que brigar?

Muitos casais que se gostam chegam ao divórcio por não saber lidar com as pequenas desavenças

“Eu queria ver futebol e ela um filme. Eu também esqueci o dia do nosso aniversário de casamento. O pior foi quando eu não reparei que ela tinha pintado o cabelo. Por isso, dormi no sofá uma semana”, desabafa o empresário e personal trainer Anderson Ribeiro, de 33 anos, casado com a empresária Paula Ribeiro, de 31 anos (foto).
O exemplo acima é comum a divesos relacionamentos que parecem estar em harmonia, mas, em função de vários desentendimentos pequenos, se desgastam. Assim era o casamento de Paula e Anderson. “Ele implicava porque eu gosto de me maquiar; eu reclamava porque ele não usava pijama ou porque ele falava e me cutucava ao mesmo tempo”, conta a empresária.
 
Segundo a psicóloga Marisa de Abreu, pessoas com tendência a ter sempre um modelo pronto em suas mentes quanto ao que espera do outro são mais propensas a iniciar pequenas brigas. “Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e as discussões serão mais frequentes. É preciso buscar entender o ponto de vista do outro”, revela a especialista.
 
Os conflitos por motivos “bobos” eram tão frequentes na vida de Paula e Anderson que eles chegaram a pensar em divórcio. Mas o desejo de harmonia falou mais alto do que a vontade de se separar. “Nós passamos a ter mais paciência um com o outro. Ele voltou a me elogiar e eu passei a tentar não gritar”, afirma a empresária.
 
O marido diz que se esforçou bastante “Eu me preparei, quis de verdade melhorar, li o livro ‘Casamento Blindado’ e, com os ensinamentos, passei a ouvi-la com mais atenção e colocar em prática.” Hoje Paula e Anderson vivem um casamento feliz e completam em 2014 sete anos de união.
Segundo os palestrantes Renato e Cristiane Cardoso, brigas no casamento são inevitáveis, mesmo os casais com bom relacionamento acabam brigando de vez em quando, mas as grandes brigas – em sua maioria – começam com discussões pequenas. “Existem coisas no relacionamento que sempre vão irritar. Porém, se você vir que não vale a pena, deixe passar, muitas vezes é o jeito dele ou dela.
 
Agora, há outras que são necessárias, como quando afeta a segurança do casal”, afirmam.
Quem é casado há muitos anos sabe bem que o amor e o sacrifício andam lado a lado. Assim, evitar brigas desnecesárias sempre é o melhor caminho.
Evite as brigas “pequenas” no casamento:
  • Antes de abrir a boca para reclamar de algo, avalie se a situação merece mesmo que você emita sua opinião ou se trata-se de algo pequeno que pode ser superado.
  • Reveja suas prioridades: você prefere que cada pequena coisa aconteça exatamente como você gostaria ou pode abrir mão de alguma para ter um relacionamento harmonioso.
  • Veja se a forma que você expõe suas preferências poderia ser feita de modo mais ameno e sem ironias.
  • Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e pequenas brigas serão mais frequentes. É preciso tentar entender o ponto de vista do outro
Marisa de Abreu é psicóloga clínica, psicoterapeuta e professora de psicologia

Fonte: Folha Universal

 

 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Sacudir.


Também sacudi as minhas vestes, e disse: Assim sacuda Deus todo o homem da sua casa e do seu trabalho que não confirmar esta palavra, e assim seja sacudido e vazio. E toda a congregação disse: Amém! E louvaram ao Senhor; e o povo fez conforme a esta palavra. Neemias 5:14
 


Sacudir, tirar aquilo que sujou, ou seja, no caso da Palavra, sacudir quer dizer tirar O Espírito E ficar vazio. Mas por que isso?

Muitos procuram a Igreja para tratar de algum problema, dias de terça e sexta é para a limpeza espiritual e muitos procuram esses dias para curar de alguma doença, alguma porta de emprego que estava fechada e que depois da reunião se abriu, o marido que estava com a amante e que voltou para a esposa, o filho que estava doente e que foi curado, enfim. Cada um, por algum motivo começa a fazer as correntes de terças e sextas e encontram a solução. Mas, de todos esses, em dias de quarta e domingo, que são dias de busca do Espírito Santo, Encontro com Deus e é ensinado a importância da salvação, poucos retornam, fora aqueles que ficam fracos porque não mais assistem as reuniões de quarta e domingo. Porque não assistem?

Reuniões de cura, libertação, prosperidade assistem porque é o que estão precisando no momento. reuniões de salvação, de ter que negar a si mesmo e seguir e servir Ao Senhor Jesus, são poucos que querem. Muitos querem a benção e não ser a própria benção. Ter a cura, uma porta aberta, dependendo da fé da pessoa, é imediato. Ser a própria benção requer renúnciar a própria carne, deixar as amizades erradas, viver em comunhão com Deus, muitos durante a caminha da desistem, desanimam, mesmo sendo orientados a permanecer, alguns retornam, ficam firmes e até são selados com O Espírito Santo, mas a maioria ainda não se deu conta da importância de ter a sua salvação.

Ainda pensam com o coração e não com a razão. Durante o meu primeiro deserto(passamos por vários desertos) ouvia na rádio, por volta de 13h o programa na 105,1 FM no Rio de Janeiro. Todo dia o bispo dava uma Palavra que vinha de acordo com que eu passava. Passei por esse deserto com m anjo que O Senhor colocou durante aquele período no rádio para falar comigo. Isso me fortaleceu durante o deserto. Logo depois, fui selada com O Espírito Santo. Aí que a luta ficou mas forte, mas, eu recorria a Palavra de Deus para me fortalecer. Aquele deserto me mostrou que eu não estava sozinha e que tinha que seguir em frente. E segui. Era Deus me amadurecento para outros que viriam. Depois vieram outros desertos e em cada um deles colocava e coloco em prática o que aprendi.

Muitos desistem porque não aguentam o calor do deserto, dizem que é muito difícil, ou seja, mesmo orientando, desistem porque olham para trás. Viver com Jesus é realmente viver em novidade de vida.

O sacudir nada mais é que aquilo que foi dado, como não foi alimentado, se retira da vida da pessoa, por isso sacudido e vazio. Como ser cheio do Espírito Santo se não é alimentado? Como fazer aquilo que não agrada a Deus e permanecer cheio da Sua Presença? Ir às quartas e domingos é a manutenção, é o alimento do Espírito Santo, é ser a própria benção, é mostrar que O Senhor Jesus está Vivo onde quer que esteja.

Ser sacudido e vazio é quando vem as lutas e, como não está firme espiritualmente, acaba caido e vazio, sem a Presença de Deus, sem O Espírito Santo. Por isso é muito importante vigiar. se você não consegue ir as quartas e aos domingos, ore Ao Senhor de madrugada, peça ajuda Ao Espírito Santo para que não deixe de ir a essas reuniões. Se você vai de vez em quando, tome uma decisão e leve Deus a sério.

Não erreis: Deus nãoi se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará Gálatas 6:7.


Fique firme com Deus.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Obreira de 100 anos É Exemplo.


Nascida no Piauí, em 2 de julho de 1913, Maria Rosa Silva é a obreira mais antiga da Universal da Bahia. Ela é parte desta grande família muito antes dos templos grandiosos e com ar-condicionado.
Ela teve de passar por prostitutas, usuários de drogas e moradores em situação de riscos, para frequentar o primeiro templo baiano da Universal. Ele estava localizado bem no centro de Salvador, na Rua do Tijolo, em um subsolo, onde ao lado era descartado lixo, razão pela qual ratos e baratas circulavam por toda parte.
 
 
Início da caminhada
Aos 67 anos, depois de morar em Sergipe, Rosa se mudou sozinha para a Bahia. Na capital baiana, ela começou a trabalhar cozinhando e vendendo refeições, na Baixa dos Sapateiros. O local era muito famoso pelo forte comércio. Lá ela ouviu falar de uma reunião para pessoas que desejam um milagre, uma mudança total de vida. Na época, Rosa sentia uma inexplicável tristeza que não a deixava em paz.
Curiosa, ela foi ao templo na Rua do Tijolo, onde uma multidão se aglomerava nas escadas para ouvir o que os pastores pregavam e, ali mesmo, participavam das orações. Foi após o clamor pela cura que toda angústia foi embora e, a partir deste dia, ela não deixou mais de frequentar aquele templo, o que fazia quase todos os dias. Naquele mesmo ano, 1980, foi chamada para ser obreira da Universal. Sua alegria era ajudar as pessoas, contribuir com a limpeza do local e fazer algo que lhe dava muito prazer: o almoço dos jovens pastores.
O trabalho realizado pela Universal no centro de Salvador não era só feito de alegria. Rosa teve de enfrentar os perigos de um local com pouca iluminação, limpeza e segurança. Saíam sempre em grupo, com membros e outros obreiros.
 
 
100 anos de amor e fé
Em 2013, Rosa completou 100 anos de idade. Com simpatia e serenidade, há 33 anos vestindo o uniforme de obreira, que já foi renovado algumas vezes, ela lembra que um dos momentos mais marcantes que viveu na Universal foi a prisão do bispo Edir Macedo.
“Aquela situação me revoltou. Eu logo clamei a Deus por justiça em favor do meu bispo. Eu vi tanta gente mudando de vida através do trabalho que fazia na igreja. Como ele poderia ficar atrás de grades, em uma prisão? Mas, Deus o libertou e acredito que ele saiu de lá mais forte e nós também”, disse Maria Rosa.
Mesmo com um século de vida, a satisfação da obreira é servir. Ela atende as pessoas na igreja e faz questão de chamar os obreiros que evangelizam aos domingos para almoçar em sua casa após a reunião.
“Gosto de contribuir, de fazer parte deste trabalho. Confio em Deus. Ele tem me mantido viva. Ao meu Senhor dedico toda minha vida e gratidão”, disse a obreira centenária que participa das vigílias promovidas para os obreiros com uma disposição que falta em muitos jovens.
Rosa é a obreira com mais idade entre o 16.700 obreiros da Bahia. Como ela, existem pessoas que acreditam que o trabalho voluntário chega a ser um privilégio.
Mais que uma ação voluntária, o trabalho do obreiro simboliza o amor à propagação do evangelho de Jesus Cristo e a tudo que envolve tal propósito. Representa amor e respeito ao próximo, sem nada esperar receber em troca. O resultado é a alegria de fazer parte da transformação positiva, da superação e do crescimento de pessoas com as quais não possuem vínculo algum.
Muitos obreiros da Universal começaram a se dedicar ao trabalho voluntário da instituição por sentirem o desejo de reproduzir o mesmo afeto e atenção que receberam. Alguns deles se sentiram adotados e adotaram a instituição como família.
 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Reunião de Obreiros Solteiros.

Foos Bp Sergio
A vida é feita de escolhas. Em que você se baseia para tomar suas decisões? Foi com este o tema que o bispo Sergio Correa realizou a primeira reunião com os obreiros solteiros em 2014.
O bispo fez uma analogia entre as escolhas mais importantes da vida com cenas do filme A Cidade dos Anjos, onde o personagem de Nicolas Cage é um anjo que acaba se apaixonando por uma médica de Los Angeles. No filme, o ser celestial após apaixonar-se, escolhe deixar de ser imortal para se tornar um humano, mas tem seus planos frustrados quando sua amada morre no filme. Ele não mediu as consequências de uma escolha fundamental para sua vida.
O bispo Sergio Correa afirmou que muitos baseiam suas escolhas em aspectos que não são os principais, os mais importantes. No caso da vida sentimental, muitos obreiros estão solteiros por criarem parâmetros para suas escolhas, principalmente a aparência física, não que esta não seja importante, mas não é a mais importante. O caráter e a fé devem vir em primeiro lugar. 
 
 
Fotos p SergioPara ilustrar a situação o bispo Gilmar Rosas, casado com a D. Carmen Verônica contou como foi o início de seu relacionamento. Ela por três vezes não aceitou namorar ele. Quando chegou pela primeira vez em Carmen, ela já era obreira. Na terceira tentativa, ele ganhou o apoio de uma obreira que era amiga dela e reforçou que ela deveria dá-lo uma chance. Nesta tentativa, a amiga confirmou o caráter de Gilmar e pediu que a amiga o desse uma oportunidade. Foi aí que Carmen resolveu ceder. O início do namoro foi complicado, já que ela não gostava de segurar na mão do namorado, nem aceitava que ele a beijasse. Foram inúmeras as vezes que na tentativa de andar de mãos dadas com a namorada, ela gritava “Solta a minha mão!”. O namoro de fato só engatou, quando a obreira aceitou o namorado pelo seu caráter de homem de Deus. Hoje, após anos de casados o bispo Gilmar encorajou os obreiros a deixarem de olhar pela aparência e olhar o caráter, a fé e o proceder de cada pessoa.
O bispo Sergio Correa também levou ao altar depoimentos de obreiras que chegaram a se casar com os obreiros, mas hoje estão separados. Em cada depoimento ficou evidente o erro de privilegiar a aparência na hora de escolher com quem casar. O caráter tem que prevalecer sobre a aparência, ressaltou o bispo.
Célia Davi tem 46 anos, é professora e mestranda em Letras e linguística. Ela é obreira há 2 anos na Universal de Uberlândia MG. “O momento mais especial da reunião foi quando o bispo Sergio ensinou o propósito de colocar o nome da pessoa no azeite e orar por sete dias a meia noite”, afirmou a mineira Célia.
Para o paulista Eduardo Vasconcellos analista de logística e obreiro na Universal do Guarujá a lição da reunião é olhar o conteúdo e não apenas o rótulo, a embalagem. O caráter e o espírito da pessoa devem ser os primeiros a serem observados e mais valorizado.
 
 
Fotos Bp SrgioQualquer escolha na vida deve ser baseada primeiramente na vontade de Deus. É Ele quem sabe o melhor para sua vida. Apresente sua causa diante de Deus e o coloque a frente de sua batalha. Não ouça a voz do coração, nem veja com os olhos físicos, mas com olhos espirituais. Desta maneira, bem aventurado você será!






Fonte: Obreiros Universal

domingo, 5 de janeiro de 2014

A minha vontade ou a Sua Vontade?



“ E tu, meu filho Salomão, conhece O Deus de teu pai, serve-o com um coração perfeito e com alma voluntária; porque esquadrinha O Senhor todos os corações, e entende todas as imaginações dos pensamentos; se o buscares, será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre”. 1 Crônicas 28:9.


 


É sempre muito importante fazer a Vontade de Deus. Até porque, Ele sabe o que é melhor para nós. No início, quando ainda começamos na Caminhada com O Senhor Jesus, é até normal pedirmos algo, orarmos por alguém ou querer que a Vontade de  Deus se ajuste a nossa.  Com o tempo, ou seja, a partir do momento que entendemos que o mais importante não é resolver um determinado problema e sim ser uma benção, as nossas vontades não prevalecem porque em primeiro lugar vem O Espírito Santo, a Salvação da alma, que é individual.

 

Mas isso não é da noite para o dia, e sim um processo que, dependendo do entendimento de cada um, pode demorar ou não. Geralmente demora porque o ser humano, na vida sentimental, quer porque quer uma determinada pessoa. Mesmo sabendo que não é a sua vontade que prevalece e sim a de Deus.  A partir do momento em  que se entrega a vida nas Mãos de Deus, que aceita O Senhor Jesus como único Senhor e Salvador, é Ele que mostra tanto a pessoa certa quanto o caminho da Salvação.

 

Todos procuram a Deus por um motivo e, geralmente, 99% das pessoas que estão na Igreja, procuram a Deus pela dor. Ou porque perderam alguém muito importante, ou porque não conseguem permanecer no emprego por mais de 3 meses, ou porque perderam tudo financeiramente, enfim, e quando chegam a Deus, a primeira coisa que acontece é a mudança interior. Mas, por que no interior primeiro? Porque, para Deus mostrar que Ele é Deus na sua vida, tem que tirar tudo que não presta, toda sujeira, todo ranso do mundo que carregávamos para que possa habitar em nó O Espírito Santo e aí sim, a Salvação e depois encontrar a pessoa certa.

Muitos, infelizmente, não conseguem esperar e escolhem justamente aquele que não é o que Deus escolheu. A espera é importante para amadurecimento espiritual para que sejamos a pessoa certa.

 

Fique com Deus.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Não coloque a sua Salvação em risco.

Reunião especial com obreiros, em Belém (PA), destacou o tema.
Da Redação (*) / Fotos: Débora Souza e Silvana Sardo - VPR Paráredacao@universal.org.br


A Universal do Entroncamento, em Belém (Pará), localizada à BR 316, quilômetro 1, nº 318, recebeu, na manhã do dia 15 de setembro, a cerimônia especial denominada “Condecoração”, que contou com a participação de cerca de 800 obreiros da região.

O bispo Domingos Siqueira, que está percorrendo todo o País representando o bispo Edir Macedo, no lançamento da 2° edição do livro “Nada a Perder”, também esteve presente na reunião. No dia anterior, ele havia participado do lançamento oficial do livro na capital do estado paraense, quando mais de 25 mil pessoas lotaram o Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, e mais de 30 mil exemplares da publicação foram vendidos.
 
A reunião, comandada pelo responsável estadual, pastor Leno Luiz, reuniu milhares de pessoas que lotaram o salão principal da Universal. No início, ele realizou um clamor pela justiça divina. Em seguida, o bispo Domingos Siqueira ministrou uma palavra de Salvação aos presentes.
 
“A nossa vida é resultado das escolhas que fazemos e das decisões que tomamos. Na vida cristã não existe meio termo. É sim e não. Não existe outra opção, se você der o ‘não’ para Deus, automaticamente, você estará dando um ‘sim’ para o diabo. Hoje você está tendo a oportunidade de mudar de vida. Abandone o pecado, deixe o passado e se lance nas mãos de Deus. A sua Salvação é mais importante do que tudo neste mundo. Não ponha a sua Salvação em risco”, alertou.
 
Em seguida, o bispo Domingos convidou aqueles que estavam sedentos pela Salvação a caminharem em direção ao altar e buscarem o Espírito Santo. Ao final da reunião, o jovem Alex Nogueira, de 19 anos, consagrado há 8 meses como obreiro, declarou estar muito feliz com seu trabalho servindo a Deus. “Ser obreiro é desfazer as obras do mal, é ajudar as pessoas, orando por elas, curando das suas enfermidades e libertando de todo o mal. E, principalmente, levando-as a terem um encontro com Deus. Isso é meu maior prazer.”
(*) Colaborou Renata Paiva

Fonte: Universal.org

domingo, 29 de dezembro de 2013

Por que uma mulher se dispõe a ser a outra?

A "dona" do companheiro somente quando a esposa dele não está por perto

 
Sozinha em casa no dia de seu aniversário, ela repassa em sua mente todos os passos que deu até hoje e se pergunta onde foi que errou. Todas as suas amigas, em datas especiais, têm alguém para celebrar ao seu lado. O homem que deveria estar com ela, entretanto, raramente pode dar esse tipo de atenção.
“Já fui bonita, jovem, independente”, conversa consigo mesma, na ausência de alguém que lhe escute. “Hoje sinto falta de alguém que sei que nunca estará comigo.”
Apesar de insatisfeita com o namorado, culpa somente a si mesma. Afinal, foi ela quem escolheu ser a amante.
Quem é a amante?
Cenas como a descrita acima se repetem rotineiramente no mundo inteiro. Entretanto, a amante que quer destruir um casamento é interessante apenas para filmes e novelas. Na vida real, não é bem assim.
No livro “A Outra”, que fala exclusivamente sobre mulheres que se envolvem com homens casados, a antropóloga Mirian Goldenberg mostra que, muito além de estar empenhada em fazer desmoronar um casamento, a amante se vê como o principal relacionamento do infiel. Ele diz para ela que não existem segredos, é ela que dá o carinho e a atenção que ele precisa, é nesse relacionamento que ele não está por obrigação. Mas, no fim do dia, é ela quem vai dormir sozinha.
Mirian classifica as amantes em três categorias: a provisória, a transitória e a permanente.
Na primeira situação, a mulher não consegue conviver com aquela situação por muito tempo e logo termina o relacionamento.
A transitória, por sua vez, acredita que o sujeito realmente quer se divorciar de sua esposa para ficar com ela. Isso a faz aguentar mais tempo no papel de segunda “esposa”, mas não a satisfaz.
Por fim, a amante permanente já passou tanto tempo com o infiel que percebeu a inexistência de um futuro como esposa dele. Apesar disso, por amor, ela segue sendo a outra.
Assim, em muitos casos, a amante sequer espera que o homem se desligue de sua família. Isso poderia causar uma sensação de perda irrecuperável nele e ela teme que algo o afaste dela. Nesse estágio da vida, ela não é mais quem já foi um dia, então, prefere se agarrar ao que tem a arriscar perder tudo.
Como uma mulher vira amante?
Uma busca rápida no Google pode revelar centenas de sites que agenciam, no mundo inteiro, relacionamentos extraconjugais. Um dos mais famosos, o Victoria Milan, realizou recentemente uma pesquisa entre seus usuários e descobriu que a maior parte dos infiéis não busca um relacionamento que substitua o oficial, mas apenas uma aventura.
Essa aventura, na maioria das vezes, é o que também buscam as mulheres que se envolvem com homens comprometidos. Entendendo que aquela será uma diversão passageira, a relação se desenvolve e, quando menos imagina, ela está apaixonada.
Outro caminho que leva à mesma situação é a mentira. O rapaz se aproxima dizendo que é solteiro, que o relacionamento é um ninho de problemas, que não ama a esposa... Qualquer que seja a desculpa, ele faz a moça acreditar que procura a mulher de sua vida, alguém que no futuro seja sua esposa e construa uma família com ele. Quando a mulher descobre a farsa, já é tarde demais.
No início do relacionamento, existe o pensamento de que “a amante recebe apenas as partes boas, enquanto a esposa fica com todos os problemas”. Isso até pode ser verdade por um tempo, mas o ser humano sente, por natureza, necessidade de se apegar ao que lhe faz bem, principalmente quando se trata de outra pessoa.

Em algum tempo, a relação se torna “oficial” e os dois passam a construir um relacionamento com falso futuro. Ela acredita que um dia será a única na vida dele e, depois de um tempo, contenta-se em acreditar que ela é especial.
De forma geral, os terapeutas defendem que as amantes costumam possuir baixa autoestima. Elas se apaixonam facilmente e desenvolvem um amor que, mesmo não sendo o ideal, creem ser o melhor que elas podem conseguir.
Por quanto tempo faz bem ser amante?
Por tempo nenhum. Ser amante é inventar um relacionamento que não existe, baseado em coisas irreais. É viver em um mundo de imaginação.
A mulher deve refletir bem sobre sua vida, o que está acontecendo e quais as garantias que existem de um futuro feliz nessa situação. Ainda que pensem “no meu caso é diferente”, não é.
O melhor a fazer é se afastar do infiel e buscar o caminho da própria felicidade. Todas as pessoas são capazes de ter um relacionamento de verdade, com uma pessoa verdadeira. É isso que o livro "Casamento Blindado", de Renato Cardoso e sua esposa, Cristiane, mostra. Para eles, todos podem ter um relacionamento totalmente honesto e só nesse tipo de relação existe a verdadeira felicidade. "Casais felizes prosperam mais economicamente, são mais saudáveis e formam filhos que se tornarão melhores adultos. Todo mundo ganha", garante. "A felicidade do solteiro tem data de validade. A vida a dois, bem conduzida, é muito melhor."
Fugir disso é caminhar para aniversários solitários e vida incompleta.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Semíramis, Obelisco e a farsa do Natal.

Muitos cristãos, inocentemente, aderem a práticas religiosas sem ao menos se atentarem que, na realidade, repetem alguns dos mesmos atos e 'rituais' de culturas pagãs passadas. A comemoração do Natal e o 'culto' à sua árvore são exemplos de como muitos conseguem ser iludidos pela religião.
Semíramis e a farsa do Natal e sua árvore
Para falar do NATAL, é preciso voltar ao tempo de NOÉ, após o dilúvio,
quando um de seus filhos, CAM, o viu dormindo embriagado e nu. Ele começou a rir de seu pai e correu para contar aos seus outros dois irmãos, SEM e JAFÉ.
Estes, ao contrário, foram de costas e cobriram a nudez do pai. NOÉ, quando soube do acontecido, amaldiçoou seu filho CAM, para que este e seus descendentes servissem a seus outros dois filhos. E toda a geração após ele se tornou maldita.
CAM casou-se com SEMÍRAMIS (esta é a mulher da nota de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais; a mulher da Estátua da Liberdade; a mulher da balança da justiça; da Columbia Pictures, etc.)
e ambos geraram um filho, NINRODE. Ele matou seu pai CAM e casou-se com sua mãe.
Foi o fundador da Babilônia, Nínive e outras cidades pagãs. Tentou levantar a torre de BABEL, e DEUS o impediu.
Seu tio SEM o matou, pois ele estava se opondo muito contra DEUS. SEMÍRAMIS, sua mãe e esposa, espalhou a mentira de que ele não havia morrido, e sim que havia ido para o céu, pois ele se dizia deus - o deus sol.
SEMÍRAMIS engravidou e dizia ser um presente dos deuses, que era a reencarnação de NINRODE; mas, na verdade, era fruto de uma traição, pois seu marido, e filho, já estava morto. E nasceu TAMUZ, no dia 25 de dezembro, deus sol dos egípcios, babilônicos, gregos, persas, romanos e, hoje, das S.S. (sociedades secretas).
Ele morreu durante uma caça, provavelmente por um animal selvagem, e seu corpo ficou caído sobre um tronco apodrecido de árvore. Sua mãe dizia que neste tronco nasceu um pinheiro, e todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comum as pessoas levarem um pinheiro para dentro de casa e o enfeitarem com ouro e prata, como símbolo do renascimento de TAMUZ.
As sacerdotisas jejuaram e choraram por 40 dias e 40 noites a morte de TAMUZ ao pé do pinheiro e, no final desse período, elas agradeciam umas às outras fazendo trocas de presentes, os quais eram depositados aos pés desse pinheiro. Todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comemorado o Natal (nascimento de Tamuz).
Quando os PERSAS dominaram essa região, eles levaram todas as idolatrias para a PERSIA, inclusive os deuses TAMUZ, NINRODE E SEMÍRAMIS, que apenas mudaram de nome. O domínio, em seguida, passou para os GREGOS, e estes fizeram a mesma coisa, mudando apenas os nomes; eles passaram a ser ZEUS, AFRODITE E EROS.
Em seguida, os EGÍPICIOS dominaram e mudaram os nomes também, passando a se chamar OSIRIS, ISIS E HORUS.
Já nos tempos de JESUS CRISTO, o domínio era ROMANO, e ROMA mudou também os nomes. Passaram a se chamar apenas VÊNUS E CUPIDO, caindo a figura do pai. E no Século IV, depois de CRISTO, o imperador CONSTANTINO, para agradar aos CRISTÃOS que eram em grande número em ROMA, decidiu oficializar o CRISTIANISMO como religião oficial de ROMA. E para agradar ainda mais a eles, pegou os nomes mais fortes dentro do CRISTIANISMO e passou a chamar os ídolos por nomes CRISTÃOS.
TAMUZ e SEMÍRAMIS passaram a se chamar MENINO JESUS e VIRGEM MARIA. Assim, o Natal continuou a ser comemorado como sendo o nascimento do menino JESUS, mas, na verdade, esse menino seria TAMUZ, o deus pagão.
Outro engano disfarçado são os obeliscos. Feitos de uma pedra em forma quadrangular e alongada, os monumentos, preferencialmente, eram colocados na área central de amplos espaços abertos e nos templos do deus sol, Rá. E, apesar de no antigo Egito obelisco significar ‘proteção’ ou ‘defesa’, saiba o que realmente representa.
Obelisco
Você está olhando para a mais famosa representação pública do ato sexual no mundo. Este obelisco, no meio da satânica Roda das Oito Etapas para a Iluminação, encontra-se na Praça de São Pedro, no Vaticano. Bastante interessante ver uma representação sexual no Vaticano, pois eles falam muito sobre sexualidade, uma prova de que o catolicismo romano é uma forma de satanismo muito profunda. Outra prova é a ‘cruz invertida’, usada pelo papa.
Concluímos que o Obelisco é um monumento feito para adorar deuses, simbolizando a bandeira de Lúcifer e o ato sexual.

** Conteúdo retirado da Internet. Imagens meramente ilustrativas.


Fonte: Blog do Bispo Macedo
 

domingo, 22 de dezembro de 2013

"Ninguém é de ninguém"

Uma tentativa de se proteger de uma possível decepção?

 
As mulheres são românticas e sonhadoras por natureza. Isso é fato.
Elas amam ser paparicadas e lisonjeadas.
Fazer o jogo da sedução é com elas mesmas. Adoram sentir-se especiais.
Os homens são mais razão, enquanto elas, emoção.

 
 
 
 
O mundo para elas é muito mais colorido, mais alegre. Isso as faz mais vulneráveis às decepções e frustrações.
As mais jovens sonham com o príncipe encantado e vivem na esperança de que eles ultrapassem o mundo da ficção para o real.
Todavia, a realidade é bem diferente, e quando se deparam com ela, muitas acabam frustradas e decepcionadas. A partir daí, decidem que não se deixarão mais iludir por ninguém e resolvem "aproveitar a vida" ao máximo, sem se prender a ninguém.
Relacionamento? Só se for sem compromisso, aquele do tipo "aberto", onde ninguém é de ninguém. O que vale é a curtição, aproveitar o momento. Se "rolar" de novo, ótimo, se não, cada um segue o seu caminho.
 
 
Os chamados relacionamentos abertos estão na moda. Pode tudo, menos se apaixonar. Aparentemente é uma boa saída para homens e mulheres que não querem assumir um compromisso sério.
 
A pergunta é:
Quais as razões que levam homens e, principalmente, mulheres a não querer assumir um compromisso?
Seria uma forma de se proteger? Mas proteger-se de quê? Ou de quem?
Normalmente são pessoas que sofreram uma grande decepção amorosa e acreditam que a única maneira de se proteger é não se apegando a mais ninguém. Passam a ter relacionamentos superficiais e, quando percebem que a relação está caminhando para algo mais sério, "pulam fora".
Medo de sofrer é a resposta certa.
Evitam a todo custo sofrer por amor; e sofrem com a falta dele.
Fogem da possibilidade de amar e, mais uma vez, se decepcionar. E se deparam com uma realidade tão ou mais dolorosa que a primeira: a solidão.
O que é pior, a dor de uma decepção amorosa ou a dor da solidão?
Não existe dor pior. Existe apenas dor. E essa, quando é na alma, dói com a mesma intensidade.
O "relacionamento aberto" num primeiro momento parece ser bom, já que dá aos envolvidos a tão sonhada sensação de liberdade. Entretanto, ela é ilusória, porque, à medida que a relação se estreita, surge o afeto, o desejo de estar junto. E se esse sentimento não for recíproco, o sofrimento será inevitável e alguém, mais uma vez, sairá machucado.
O engenheiro civil, Roberto Martins (*), conta que não acreditava que pudesse haver fidelidade num relacionamento, por isso, não assumia nenhum compromisso sério. "Sempre fui muito aberto a ter várias companheiras ao mesmo tempo. Até mulheres casadas. No máximo gostava, mas não ao ponto de manter fidelidade", dia ele.
Entretanto, o feitiço virou contra o feiticeiro.
Roberto diz que achava que nunca iria sofrer na mão de alguém. Considerava-se autossuficiente. "Até que numa dessas 'aventuras' fui feito de bobo. Quando tentei concretizar algo, colhi tudo o que fiz com as anteriores. Eu fui fundo no relacionamento, larguei tudo, apostei tudo nele e quebrei a cara. Havia esquecido de perguntar se ela também estava disposta à mesma coisa. Tive até depressão, foi horrível."
Depois de sofrer outra decepção amorosa, Roberto decidiu mudar de uma vez sua postura. "Resolvi mudar o rumo da minha vida e me tornar um homem sério e comprometido. Mudei meus conceitos sobre relacionamento, família, amor e sinceridade."
Hoje, Roberto é um homem casado, fiel e feliz. E pode afirmar com conhecimento de causa que para ser feliz no amor - como em tudo na vida - é preciso compromisso e disciplina, do contrário, as frustações serão inevitáveis. "Esse tipo de relacionamento é muito cômodo para quem quer uma vida de promiscuidade", ressalta.
Como diz o poema de Camões:
"Amor é querer estar preso por vontade."
O que é prioridade para você: ser feliz ou ser livre?
(*) O nome do personagem é fictício, pois ele não quer ser identificado

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Mulheres inseguras não agradam.

Eles não suportam quando elas mostram insegurança

 

Tem algo pior do que viver ao lado de alguém inseguro?
Para os homens, não. A parceira se torna grudenta, incomoda o tempo todo com ligações, perde a noção das coisas e do bom senso.
Em alguns casos, o medo de ser trocada excede o limite da normalidade.
“Uma coisa é aquela insegurança natural, típica de início de relacionamento, quando o casal ainda está se conhecendo. A outra é quando a mulher começa a pegar no pé de forma exagerada e se mostrar insegura com tudo. Se não ligo, reclama. Se não consigo atender a uma ligação, aí tem coisa. Enfim, é bem difícil um namoro, noivado ou casamento dar certo ao lado de alguém inseguro. Eu mesmo já vivi isso no passado e foi um tormento”, recorda-se Ricardo Silva, de 48 anos, hoje casado e pai de dois filhos.
Tortura
É certo que o homem tende a ser mais tranquilo numa relação, por isso, face ao comportamento inseguro da parceira, o relacionamento acaba virando uma tortura. E isso independe da idade, das mais jovens às mais maduras, se houver insegurança no meio, é problema na certa.
O músico Alef Ramos (foto abaixo), de 18 anos, concorda plenamente. Para ele, quando a mulher é insegura, faz com que o seu parceiro também se sinta assim. “Com o passar do tempo, o homem começa a buscar essa segurança (que não encontra nela) em outras coisas. É aí que surgem os problemas no relacionamento”, comenta.
Quem já viveu ou vive algo semelhante sabe bem como é ruim estar ao lado de alguém assim. Alessandro Alves, de 41 anos, é exemplo disso.
Ele, que teve uma namorada bastante problemática, conta como foi ‘amarga’ a experiência: “Ficamos cerca de 3 anos juntos. Entre idas e vindas, suportei muita coisa, inclusive calúnias infundadas. Talvez o fato de morarmos em cidades distantes tenha colaborado ainda mais para alimentar a insegurança dela, que me atormentava. Mesmo não dando motivos para sentir-se daquela maneira, ela nunca estava satisfeita com nada, via problema em tudo. Chegamos a um ponto do relacionamento em que não deu mais para continuarmos juntos.”
Saída
Mas existe solução para a insegurança no relacionamento? Sim. Porém, é preciso muita paciência, diálogo e amor para reverter esse quadro. Ou, definitivamente, dar um basta.
A escritora Nanda Bezerra, autora do livro “40 segredos que toda solteira deveria saber”, comenta a respeito do assunto em uma postagem no blog pessoal de Cristiane Cardoso.
De acordo com ela, diante de uma situação como essa, a melhor coisa a ser feita para mudar esse cenário é se ocupar.
Essa atitude em muitas mulheres é receita certa para que o relacionamento fracasse. E pior: quando tudo termina, elas se sentem sozinhas, perdidas e com a autoestima totalmente destruída. Entrar em um relacionamento é algo sério, mas não quer dizer que a sua vida precisa parar ou girar totalmente em torno daquela pessoa. Não conheço um homem sequer que admire uma mulher insegura e grudenta.”
Esses e outros assuntos relacionados à vida sentimental você assiste no “The Love School”, transmitido diariamente, às 11h, pela TV Universal, e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record de Televisão.
 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os riscos de uma nova união.

Casais que se unem por um impulso estão fadados à tristeza

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um erro fatal.

Casais que se unem por um impulso estão fadados à tristeza