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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como superar o medo do casamento.

Saiba o que leva as pessoas a ter o famoso "pavor nupcial" e aprenda a superá-lo


Com as taxas de divórcio altíssimas, com a visão individualista cada vez maior entre as pessoas e também com a atitude de casais de morar juntos sem oficializar uma união, casar-se tem sido algo intimidante para muitos. Por isso, saber o que realmente significa o casamento e suas vantagens, fica melhor para definir expectativas e superar a fobia matrimonial.
O dia do casamento é algo espetacular. Preparativos, cerimônia, presença de amigos e testemunhas – enfim, uma data para ser sempre lembrada e festejada. Mas como celebrar o dia a dia que muitas vezes é cercado de imperfeições, barreiras, omissões e renúncias? “Ser casado envolve, muitas vezes, abrir mão de nossos próprios interesses em detrimento dos interesses alheios. E essse é um dos motivos que podem causar em algumas pessoas receio ou até pavor de casamento”, explica Alessandra Souza de Amorim, psicóloga com MBA em gestão estratégica de pessoas.
Medo. Essa palavra caracteriza o sentimento de muitas pessoas quando o assunto é matrimônio. Seja a pessoa que cresceu vendo o relacionamento fracassado dos pais, o jovem que pensa que precisa ter muito dinheiro para se unir com alguém ou então que deve “aproveitar” a vida antes. Pensamentos como esses caracterizam uma visão negativa do casamento e, por conta dessas ideias, muitas pessoas se frustram na vida amorosa.
“Em geral, sabemos que os medos de hoje são reflexos de experiências passadas (muitas vezes frustrantes) e que inevitavelmente terão impactos na forma de pensar e agir de qualquer pessoa”, explica a psicóloga.
Quando os exemplos traumatizam
Desde criança, Dioclecina Martins de Sousa, de 28 anos, cabeleireira e maquiadora, observava que seus avós e pais tinham casamentos cheios de intrigas e desavenças. “Pensava comigo ‘para que vou me casar se é para ser assim? ’”, lembra.
Ela cresceu com a ideia de que casamento era algo ruim. “Tudo piorou quando vi o casamento das minhas irmãs. Era um fracasso. Com isso, eu não conseguia nem ao menos dar uma chance a alguém, muito menos namorar. Desconfiava de todos os homens que se aproximavam”, diz.
Este bloqueio que Dioclecina criou a impedia de ser feliz. “Me tornei extremamente exigente com os homens, mas ao mesmo tempo era infeliz e solitária em meu interior. O ápice foi quando um rapaz me disse que eu não tinha nascido para casar, mas para ficar sozinha. Essa frase acabou comigo”, conta.
Vendo aquilo, os pais dela, que tinham buscado ajuda para o casamento deles na Universal, convidaram a filha para participar das reuniões e do grupo jovem da igreja. “Na época, eu estava com 18 anos. Aceitei ir porque estava realmente mal e achava que nunca seria feliz no amor. Frequentando as palestras descobri como me livrar do medo e entendi que cada um constrói sua vida amorosa”, afirma.
Ela aprendeu a se amar e a se conhecer primeiro para depois encontrar alguém. Há um ano ela se casou e hoje sabe que o futuro do relacionamento dela depende da dedicação de ambos. “Hoje eu sei o que é ser amada e respeitada. Temos cinco anos ao todo de convivência e entendo que o casamento é maravilhoso para aqueles que entendem seu real significado e se entregam a ele verdadeiramente”, conclui.
Ideias erradas sobre o casamento
Cristiane e Renato Cardoso são autores do livro Casamento Blindado, que ajuda casais e solteiros a se preparar para ter relações saudáveis. Eles contaram que, recentemente, concederam entrevista nos Estados Unidos sobre o livro. Na ocasião, o apresentador do programa perguntou se, depois de tanto tempo casados, não enjoaram um do outro. Essa é também uma ideia errada sobre o casamento. A de que com o passar do tempo um vai cansar do outro. Renato não concorda com isso e explica o por quê “Nós sempre ficamos chocados com essa pergunta porque nós estamos melhor agora do que jamais estivemos antes. Quanto mais você conhece, mais junto vai ficando. Existem coisas que um casamento proporciona que uma pessoa solteira jamais sonhou.”
Há ainda quem pense que se unir a outra pessoa fará com que planos e sonhos individuais sejam esquecidos. O palestrante também refuta essa ideia e acrescenta que em dois as conquistas são melhores. “O casamento não é empecilho para os objetivos, desde que você se case com alguém que queira te fazer feliz. É um time, você tem um parceiro ao seu lado, não está sozinha nesses objetivos”, afirma.
Será que não está na hora de fazer uma avaliação e eliminar todo receio que tem feito mal à sua vida amorosa? “Quem alimenta esse medo, pode não dar falta hoje de uma pessoa adequada ao seu lado, mas um dia essa falta vai bater e a pessoa poderá se arrepender. O tempo pode ser um inimigo de quem pensa que não vale a pena casar”, conclui Renato.

domingo, 17 de maio de 2015

Ela já tem filhos. E agora?

Saiba qual é o lugar e o papel de um padrasto.


De repente, a mulher que você ama diz que está grávida. Você fica feliz. Mas, em seguida, ela explica que o filho não é seu. Tente colocar-se no lugar de José, um simples carpinteiro que teve a honra de ser o padrasto do próprio Senhor Jesus em pessoa. Acha que foi fácil?
Não foi. Tanto que José pensou em “se mandar” e deixar Maria abandonada à própria sorte, em um tempo em que uma mulher solteira engravidar era uma catástrofe social para ela. Mas, em sonho, Deus deixou bem claro para aquele homem que a gravidez da jovem era mesmo obra dEle. A partir dali, José protegeu a esposa e aquele que, em seu coração, era seu filho. Fugiu com eles pelo deserto quando exércitos os perseguiam. Comprou aquela briga contra um governante poderoso e perigoso. Protegeu e foi provedor daquela família. Ensinou o menino a ser um bom carpinteiro, que respeitava aquele senhor como seu pai na Terra, embora soubesse de quem Ele realmente veio.
Dos tempos bíblicos para cá, continua muito comum um homem assumir um compromisso com uma mulher que já tenha filhos de outro relacionamento. Administrar a função de padrasto não é fácil, mas é possível quando existe amor entre o casal.
Se for o seu caso, caro leitor, o que você pode fazer para entender qual é o seu lugar? Pesquisadores do curso de serviço social da Brigham Young University (BYU), de Idaho, nos Estados Unidos, realizaram um estudo e chegaram a algumas conclusões que podem dar “uma mão” nesse assunto, como você verá a seguir.
Reconhecimento do “terreno” – analise se a relação entre a mulher e os filhos é respeitosa. O pretendente a marido e padrasto deve conhecer previamente a rotina, o convívio e até os problemas já existentes naquela família, pois, ao começar o relacionamento, fará parte disso tudo.
Saiba o seu lugar – ninguém substitui um pai. Esse lugar já tem dono. O que você deve querer é ser considerado um grande amigo e reconhecido como o marido da mãe da criança ou jovem. É muito importante que essa hierarquia seja respeitada para o bom funcionamento da família. É claro que, dependendo do modo como você lidará com as crianças e adolescentes, eles podem considerá-lo futuramente um pai – lembra-se do ditado “pai não é só quem gera, mas quem cria”? Mas isso é consequência e não objetivo nem obrigação dos enteados.
“Você não é meu pai” – ouvir isso é indesejável, mas possível. Pode ser, inclusive, por ciúme das crianças em relação à atenção que a mãe deles dá a você. Ah, muito importante: se você também já tem filhos, procure se dedicar igualmente aos seus e aos da esposa. Padrasto, enteados, mãe e parentes da mãe devem aprender que todos têm o seu lugar e importância nessa família. O homem tem de se impor, mas com respeito. Portanto, tome sua posição e reconheça a sua importância.
Depende de todos – uma relação saudável não é responsabilidade só do padrasto, mas também da esposa e dos enteados. A mãe deve intermediar a relação entre os filhos e o novo membro da família. O homem deve ajudar a esposa a criar as regras básicas de convivência e cuidar para que todos as respeitem.
Isso deve ser feito desde o início para evitar futuros problemas. Se o espaço e a importância de cada um forem respeitados, podem nascer laços não só de uma convivência pacífica, mas até de amor e admiração.
Respeite o tempo:
Ser reconhecido e respeitado pelos enteados não é algo que acontecerá da noite para o dia. Mas, administrando corretamente essa relação no presente, o futuro será melhor para todos: você, eles e sua esposa. Se isso for feito de um modo inteligente, determinará se os frutos serão colhidos em curto, médio ou longo prazos – ou sempre. 
Quer entender melhor isso? Veja o Desafio #35 em www.intellimen.com.
Ajuda Online:
Um executivo norte-americano se casou com uma mulher que já tinha dois filhos. Gostou tanto da experiência que resolveu ajudar outros homens que estivessem na mesma situação e lançou o site Support for Stepdads (Ajuda aos Padrastos, em tradução livre), com dicas que auxiliam inclusive pais biológicos.
Se você não domina o inglês, peça ajuda a alguém que saiba a língua ou, em último caso, apele para o tradutor do Google (www.supportforstepdads.com).
 Fonte: Universal.org

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Perseverança.


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"O Senhor determinará que a benção esteja nos teus celeiros e em tudo o que colocares a mão; e te abençoará na terra que te dá O Senhor, teu Deus." Deuteronômio 28.8
É como diz o hino “... os que confiam no Senhor são como os Montes de Sião, Que não se abalam, mas, permanece para sempre...”

Há cada benção que estar por vir aparecem perseguições, injustiças, lutas, desertos que parecem que nunca terá fim. Mas, tem fim. E esse fim é a vitória daqueles que não desistiram. E os que são nascidos de Deus nunca desistem. Tem lutas que doem na alma, mas, a permanência e a prática na Palavra de Deus com o Novo nascimento, não deixam os filhos de Deus desistirem.

Novo Nascimento é sacrificar a própria carne, é não fazer a sua vontade e sim a Vontade de Deus. De uma multidão, alguns permanecem porque a Palavra caiu em terra boa, terra que ouve e pratica a Palavra de Deus, assim, mesmo com os desertos, conquistam e permanecem.

Negar a si mesmo não é fácil, mas, também, não é impossível. As bênçãos decorrentes da obediência, só se materializam praticando a fé e fazendo a Vontade de Deus. E todos os que estão praticando, estão vencendo em qualquer área de suas vidas. Não cai do céu, há que ter foco, obediência, certeza de que vai acontecer, mesmo que a situação seja de injustiça, a vitória sempre vem.

Nascer de Novo requer perseverança, a cada dia, temos que sacrificar a nossa carne por amor Ao Senhor Jesus. E aproveitam os momentos de lutas para usarem ainda mais a fé. O Espírito Santo fortalece, renova, nos coloca de pé para que, no momento dEle, tenhamos a vitória e o Nome dEle que é glorificado.


Obedecendo, colocando em prática a cada dia, é como se estivesse mais perto da vitória. E, para pensar assim, comece buscando Nascer de Deus, porque, não adianta conquistar tudo se não tiver o principal: a sua salvação. 

domingo, 10 de maio de 2015

Vento Forte.


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Já vimos que os benefícios da fé acontecem por conta da obediência à Palavra. Mas, o que tem passado desapercebido é que a obediência em si é uma atitude. Não, sentimento.

Fé é atitude, ação, movimento. Quando andamos na fé, O Espírito de Deus nos move. Então, não há medo, dúvida, ansiedade ou preocupação. Antes, há certeza, convicção, determinação e coragem para agir a direção Divina. Essa química da fé combina com O Espírito.

Deus é Espírito.

No original, a palavra espírito está associada ao vento, sopro, fôlego, luz, fogo, etc. Jesus ensina que o guiado pelo Espírito Santo é como o vento; Moisés viu a sarça arder e não ser consumida; No deserto, Israel era guiado por uma coluna de fogo à noite e uma nuvem durante o dia; Na inauguração do Templo, a presença de Deus desceu em forma de fogo; Elias orou e desceu fogo do céu; Os discípulos estavam reunidos no Cenáculo quando Um Som, com de um vento impetuoso encheu toda a casa.

Andar em Espírito é andar na fé ou em movimento.

De nada adianta ter conhecimentos bíblicos e não tomar atitude. Muitos pensam que isso é suficiente para a salvação e se acomodam na fé. São ativos na desobediência mas, passivos na prática da Palavra. Para os tais, O Senhor manda o seguinte recado: De que te serve repetires os meus preceitos e teres nos lábios a minha aliança, uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras? Salmo 50.16.

O possuído pelo Espírito Santo é guiado como por um Vento impetuoso. É o obediente. Por conta disso, O Espírito Santo inspira, ele pratica e conquista sua terra prometida.

Deus prometeu Canaã a Abraão e aos seus descendentes. Mas, como todas as promessas Divinas, elas não acontecem de forma automática. Há que se tomar posse delas. Entre elas e o seu cumprimento existe um caminho a percorrer. É pela ação da fé que se toma posse das promessas. A salvação da alma não é diferente. Fomos salvos, estamos salvos e seremos salvos se perseverarmos na fé. Se continuarmos vivendo de fé em fé, tomando atitudes, seguindo a direção do Espírito Santo, não só conquistaremos como, permaneceremos com as bênçãos que Deus promete na Sua Palavra.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O espírito de Dodô


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"Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na Igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo sempre. Amém!"(3.20,21).
O que seria este "poder que opera em nós"  ao qual o texto bíblico se refere? Não seria a Voz do Espírito Santo, que através da fé empurra o fraco para ser forte e alcançar a vitória?

Não seria este poder o fogo da sarça que ardeu em Moisés e foi determinante no livramento de milhões de judeus da escravidão egípcia? E não foi esse mesmo calor transferido para Josué, que o fez tomar posse da Terra Prometida?

Os filhos de Israel eram estrangeiros no Egito. Trabalhavam gratuitamente para enriquecer seus senhores. Não tinham qualquer esperança no futuro. O pior de tudo é que eles não tinham sequer o direito de sonhar; o que significa que eram escravos no corpo e na alma.

Uma religião ou um pensamento seriam capazes de mudar a situação dos filhos de Israel? Não, definitivamente não! Só o poder do fogo de Deus e o calor da fé no interior humano podem destruir as dúvidas e aniquilar seus malefícios, para fazer, então, nascer os sonhos. E, dos sonhos, gerar projetos de nova vida.

Esse calor é o Espírito Santo em ação dentro dos que creem. Não é questão de emoção ou entusiasmo, mas, de certeza absoluta, firme convicção de que Deus fará aquilo que prometeu!"(...) a palavra da cruz é loucura para os que se perdem". Isto é, a palavra da fé prática, a palavra do sacrifício é loucura para os perdidos, conforme lemos em I Coríntios 1.18.

domingo, 3 de maio de 2015

Fé: O Segredo da Vitória


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O dízimo identifica no cristão sua sinceridade e fidelidade. Somente as pessoas convertidas pagam o dízimo. As que assim não procedem não são convertidas.

Existe uma diferença entre as pessoas convertidas e as convencidas; entre o cristão seguidor de Jesus e o crente, aquele que acredita, mas não tem um verdadeiro vínculo com Deus. O cristão não está preso a denominações; segue o Senhor Jesus; o crente é denominacionalista.

Voltando no tempo, há três mil anos, chegaremos a Abraão, que naquela época se chamava Abrão e vivia na terra de Ur com sua parentela. Lá, como hoje em dia, havia terrível desvio espiritual. As pessoas cultuavam o sexo, abrindo-lhe funções e rituais divinos. O criador, no entanto, colocou no coração de Abrão o desejo de servi-Lo.

Mandou, então, Que Abrão abandonasse aquelas terras e seus parentes para, através dele, construir uma grande nação. Fez ainda muitas outras promessas. Abrão passou a chamar-se Abraão, que significa "pai de uma grande nação". Note bem: Deus prometeu fazer dele uma grande nação, mas, não lhe deu provas concretas. Ele simplesmente teve fé.

Quando falamos em dízimos e ofertas, um número considerável de pessoas, além de não desejar cumprir a vontade de Deus, ainda fica revoltado com outras pessoas que assim procedem, chegando ao deboche. Quando alguém deseja seguir Jesus, deve andar segundo a Sua vontade.

Abraão passava por uma difícil situação: tinha sua vida espiritual arruinada, em virtude de viver naquela terra contaminada pelo pecado. Deus não poderia abençoá-lo na situação em que estava, muito menos fazer dele o precursor de uma grande nação.

Às vezes, as pessoas não conseguem ser fiéis no meio dos infiéis. O fermento destes a impede. Se você deseja alcançar as bênçãos de Deus, deve ter ouvidos atentos para saber o que Ele realmente quer. Abraão demonstrou fé nas promessas de Deus, e essa atitude trouxe-lhe justiça. Se você não tiver condições espirituais de ouvir a voz de Deus, e também fé, a consequência natural é ouvir a voz de diabo e ser incrédulo. Ora, a voz que damos atenção é a que nos domina.

Existe um ditado que diz: "Quem fala planta; quem ouve, colhe". Se ouvirmos a voz do diabo, colheremos dúvidas, insegurança, ódio, angústia e medo. Mas, se, ao contrário, ouvimos a voz de Deus, encontraremos paz, amor, certeza e confiança, e teremos todas as Suas promessas cumpridas em nossa vida. Seja fiel a Deus, reconheça-O em todas as veredas e Ele o guiará pelo caminho certo.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

4 mentiras sobre “morar junto” antes do casamento.

Leia esse texto e fique atento às decisões que tem tomado

Na cultura da sociedade atual, o casamento tornou-se algo “fora de moda” e superficial. Em geral, é ensinado que as pessoas devem morar juntas primeiramente, por um tempo indefinido ou enquanto “der certo”, e depois, talvez, oficializar a união.
Então, veja abaixo 4 mentiras que são ditas pela sociedade para sustentar essa ideia equivocada:
1)    “Nós sentimos muita atração um pelo outro”
A “moda” ensina que é comum os casais compartilharem a mesma casa sem antes avaliar se realmente um é compatível com o outro. Entretanto, ainda que o casal tenha a intenção de levar adiante um “relacionamento sério”, ao longo de uma união o que realmente conta está além da atração física. Com o tempo, o que fica são o companheirismo, a intimidade e os objetivos em comum.
2)    Vamos viver juntos porque nos casaremos em breve”
Nos Estados Unidos, o relatório Centers for Disease Control and Prevention, divulgado em 2013, mostrou que depois de 3 anos dividindo a mesma casa, 59% dos casais ou terminavam o relacionamento ou não firmavam uma aliança. O casamento é uma decisão espiritual, nele a pessoa precisa assumir o compromisso com Deus e com quem compartilha a vida. Por isso, a decisão deve ser consciente.
3)    “Se nós estivermos comprometidos um com o outro, não tem problema”
Porém, “viver junto” sugere a ideia da não necessidade de um compromisso, e, além disso, a possibilidade de intimidade com alguém com quem se tem afinidade abre espaço para o pecado. Como está escrito na Bíblia: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência].” Colossenses 3.5,6
4)    “A Bíblia ‘está por fora’, os tempos mudaram”
A Palavra de Deus não muda, porque Ele é Espírito, e, por isso, eterno. “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hebreus 13.8). A Bíblia é uma orientação para a vida, podemos encontrar nela ensinamentos valiosos para percorrer um caminho bem-sucedido.
O mundo, ao longo dos anos, foi modificando os valores morais e espirituais estabelecidos por Deus para a humanidade. Para seguir a Cristo é preciso estar disposto a fazer o que é certo, mesmo que a sociedade diga o contrário.
No dia 25 de abril próximo ocorrerá a “4ª Caminhada do Amor – The Love Walk”, promovida pelo casal de autores e apresentadores Renato e Cristiane Cardoso. Durante o evento, todos os casais terão a oportunidade de separar um momento para dialogar. Para saber mais, clique aqui. Não deixe de participar.
Você também pode participar das palestras da Terapia do Amor, que acontecem todas as quintas-feiras em uma Universal mais próxima da sua casa. Confira aqui mais informações.

domingo, 26 de abril de 2015

Qual é o seu deserto?

Seja qual for, o tempo de permanência nele dependerá da sua reação durante a travessia

Talvez você esteja enfrentando o mesmo problema há muito tempo. Entra ano e sai ano e ele continua aí, tirando a sua paz.  Você coloca a fé em ação, ora, jejua e nada.  Até melhora por algum tempo, mas quando menos espera, lá está ele novamente.  Então você reclama com Deus: “Poxa, Deus, até quando eu vou ter que suportar essa situação? Porque o Senhor não me responde? Será que o Senhor não está vendo meu sofrimento? Eu não aguento mais!”
A impressão que você tem é de que Deus virou as costas para você e lhe abandonou no deserto.  
Foi exatamente isso que o povo de Israel pensou quando Deus o tirou da escravidão do Egito e o levou para o deserto, a fim de conduzi-lo à Terra Prometida.
Por falar em deserto espiritual é bom esclarecer que existem dois tipos: aquele ao qual somos levados pelo Espírito Santo, a fim de nos moldar, nos estruturar e nos preparar para realizar o propósito dEle em nossa vida; e o outro,  em que nós mesmo nos colocamos por causa da teimosia do nosso coração,  da nossa incredulidade, por nos recusarmos a ouvir  a voz de Deus,  abrir mão da nossa vontade,  negar o nosso eu.
Quando isso acontece, a única coisa que Deus pode fazer é esperar que  você se arrependa, se humilhe e se coloque na dependência dEle. Enquanto isso não acontecer, você vai permanecer no deserto.
O tempo que permaneceremos no deserto, seja ele qual for, dependerá da nossa reação enquanto estivermos nele.
Em que você está falhando?
No caso do povo de Israel, Deus já havia prometido colocá-los numa terra que mana leite e mel, mas dependeria deles tomar posse dessa promessa ou não. Era o proceder deles durante a caminhada pelo deserto que determinaria se a promessa se cumpriria. E foi exatamente aí que eles falharam, e talvez seja no que você também está falhando.
Toda vez que Deus quer entregar algo em nossas mãos, Ele nos leva para o deserto – nos coloca diante de situações difíceis, a fim de nos provar, nos estruturar e nos fazer fortes. E é justamente nesse período que somos ou não aprovados.
Não sabemos exatamente quanto tempo o povo de Israel levaria para chegar à Terra Prometida se não tivesse sido tão “cabeçudo”. A Bíblia não faz menção a isso, mas com certeza não seriam 40 anos.  Talvez dias ou meses, não sabemos.
Toda vez que murmuramos, que somos desobedientes, rebeldes e ingratos, estamos retardando a nossa bênção, a nossa entrada na Terra Prometida (a transformação da família, a realização na vida amorosa, o batismo com o Espírito Santo). No caso dos hebreus, eles não só retardaram como também não alcançaram a promessa.
Apesar de terem presenciado e provado do poder de Deus, da forma poderosa que Deus os livrou das mãos do faraó, ainda assim, na primeira dificuldade, eles começaram a murmurar e a duvidar da promessa de Deus, a ponto de desejarem voltar à escravidão do Egito (Êxodo 16.2,3).
Será que não é isso que você está fazendo?
Toda vez que você permite que pensamentos como: “Poxa, quando eu não era convertido eu tinha isso, tinha aquilo, vivia rodeado de amigos, e agora que eu estou buscando a Deus, parece que as coisas pioraram”, está sendo tão ingrato, tão rebelde, quanto foi o povo de Israel, e por isso também tem permanecido no deserto, dando voltas e mais voltas, enfrentando o mesmo problema há anos.
É como se tudo o que Deus fez na sua vida até então não tivesse nenhum valor. A paz interior, a alegria mesmo em meio às dificuldades, a libertação dos vícios, da depressão, do desejo de suicídio, tudo isso não representa nada. Muito menos o sacrifício do Senhor Jesus.
Durante 40 anos Deus tentou moldar aquele povo, torná-lo espiritualmente forte, maduro. Mas eles resistiram à Sua voz, foram teimosos, recusaram-se a se submeter à vontade dEle. Em vez disso, agiram como crianças mimadas. E por isso morreram no deserto, mesmo tendo recebido a promessa.
Somente Josué e Calebe entraram na Terra Prometida, porque não se deixaram corromper, mas confiaram no Deus que os tinha livrado com mão forte do jugo de faraó.
E você? Vai continuar na teimosia do seu coração e morrer no deserto como o povo de Israel? Ou vai ser como Josué e Calebe, que não permitiram que o deserto sugasse as suas forças e a sua confiança no Deus que os havia tirado com mão poderosa do Egito?
Quem decide é você. Deixe um comentário nos contando sobre a sua escolha.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Como impedir que o “lixo” da TV entre em seu lar.

Por Domingos Siqueira
Em quase todos os lares brasileiros há pelo menos um aparelho de TV. E as programações oferecidas pelas emissoras são bem diversificadas, já que a ideia é atender a todos os públicos, desde crianças a adolescentes até adultos e idosos.
Infelizmente, essa variedade de programas não é traduzida em qualidade. Ao contrário. Um verdadeiro lixo eletrônico tem sido despejado no seio familiar. A guerra pela audiência tem tirado a sensatez e introduzido inspirações nada saudáveis.
Sabemos que boa audiência traz anunciante e que anunciante representa receita para as emissoras. Nada de errado quanto a isso. O grande problema são os meios usados para alcançar essa audiência. Em alguns casos, eles são extremamente apelativos e pode-se até considerá-los deploráveis.
O desejo de aumentar o ibope tem levado muitos à insensatez. Parece que estão totalmente desesperados e, por isso, extrapolam em ideias que beiram a insanidade e ferem a consciência e o bom senso.
Ninguém ao andar pelas ruas, por exemplo, gostaria de deparar com cenas de sexo explícito. Uma mãe certamente cobriria o rosto da sua criança para não ver tais coisas. Mas o que muitos não percebem é que tudo isso está acontecendo dentro do lugar mais sagrado para o ser humano: o seu próprio lar. A sujeira que está na mente de muitos autores ganha forma na televisão. São imagens monstruosas que ofendem não somente a fé cristã como também a moral e a decência.
Qual mensagem eles querem passar para as nossas crianças e para os nossos jovens? A de que tudo é normal? Ou que o importante é ser feliz e que para isso acontecer podemos fazer o que bem entendermos sem sofrer nenhuma consequência? Será que liberdade de expressão virou sinônimo de libertinagem? Onde está o equilíbrio? Será que não temos o direito de ligar a TV sem nos sentirmos constrangidos diante de nossos filhos?
Nada influencia mais do que a televisão. Basta uma atriz ou uma “celebridade” aparecer com um corte de cabelo diferente para que logo apareça uma legião de imitadores. Isso vale também para as roupas e, pasmem, até a maneira de falar é imitada. Você, provavelmente, deve se lembrar de alguns “jargões” que viraram febre em todo o País depois de terem aparecido em alguma novela.
Uma verdadeira cultura inútil! Mas o pior de tudo é a imitação de valores deturpados que são apresentados. É claro que nem tudo é negativo, mas pouca coisa se aproveita. E olha que estou sendo otimista.
Por isso, cabe a cada um defender a sua família. Na sua casa, quem manda é você. Diga não à pornografia e à depravação moral que têm destruído as famílias.
Não deixe que as sujeiras televisivas contaminem seu lar e principalmente a sua mente. Pense por si mesmo. Não permita que outros decidam sua vida, seu comportamento e exerçam influência em suas escolhas e decisões.

domingo, 19 de abril de 2015

Prejudicando a saúde em nome da beleza.

Uma tendência perigosa ganha repercussão entre as gestantes. Será que seguir um padrão estético é mais importante que o bem-estar do bebê?

Qual é o limite entre a saúde e o padrão de beleza? Dietas mirabolantes e restrições alimentares extremas estão entre os hábitos de muitas mulheres que vivem em busca de um corpo considerado perfeito para os padrões da moda. Elas se preocupam muito mais com a aparência e menos com as consequências que esses radicalismos podem causar.
No mês passado, as fotos da modelo Sarah Stage, de 30 anos, despertaram a atenção do mundo inteiro. Grávida, ela exibiu em seu perfil do Instagram curvas bem definidas e uma barriga levemente acentuada. A imagem não seria tão polêmica se Sarah estivesse no início da gestação. Mas ela estava no oitavo mês e, ainda assim, a barriga era “sarada” e quase imperceptível. Um questionamento veio à tona: a vaidade estética deve ser mais importante do que a saúde de um bebê em formação?
Sarah tem mais de 1 milhão de seguidores na rede social. Os comentários e críticas não tardaram a aparecer. Houve ainda quem a considerasse um exemplo a ser seguido. Aproveitando a repercussão da modelo, a revista norte-americana Cosmopolitan produziu uma matéria para mostrar o que é preciso fazer para manter a barriga sarada enquanto o bebê não chega. O que deveria ser um alerta de risco se torna uma tendência. Perigosa, sim, sem dúvida.
O ganho de peso é importante para que o bebê possa ter um desenvolvimento adequado, além de ser fonte de energia para as mamães. As gestantes que se alimentam de forma correta e saudável minimizam os riscos durante a gravidez e o parto. Vale lembrar que a alimentação equilibrada deve ser sempre mantida.
Extremos
Tanto a falta de peso quanto o excesso são prejudiciais para o bebê. De acordo com um estudo publicado no ano passado pelo American Journal of Obstetrics and Gynecology, engordar muito pode elevar o risco de obesidade e sobrepeso dos filhos.
O mesmo pode acontecer quando a mãe não engorda o suficiente. Segundo as pesquisas, 20,4% das mulheres que engordaram muito tiveram filhos com sobrepeso. O mesmo aconteceu com 19,5% das mulheres que ganharam menos peso do que deveriam.
Entre as gestantes que engordaram o necessário, apenas 14,5% tiveram filhos acima do peso. Ou seja, o importante é que a mãe mantenha um equilíbrio saudável, para garantir a saúde dela e, principalmente, do bebê. Colocar a saúde do filho em risco, por conta de uma ditadura violenta de beleza, não é uma atitude responsável ou adequada para uma mãe que deseja o melhor para o seu próprio filho.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Quando ela vive implorando amor.

Entenda por que muitas mulheres aceitam migalhas de atenção e descubra como construir um relacionamento saudável


Por Ana Carolina Cury / Foto: Fotolia e Arquivo Pessoal
Ele quase nunca telefona para você nem faz questão de saber nada sobre a sua vida e, apesar disso, você insiste em procurá-lo? Ele já disse que não a ama, mas ainda assim você acredita que com o tempo tudo irá mudar? Cuidado: se suas respostas para essas perguntas foram sim, você corre sérios riscos de sofrer nessa relação.
Pauliana Maria da Silva Lima, de 27 anos, vendedora, só aprendeu a se valorizar depois de muito sofrimento. Na adolescência, ela passou anos recebendo “migalhas” de atenção do ex-namorado. “Vivia sempre atrás dele, implorando para que ele ficasse comigo. Eu achava que não conseguiria viver se o namoro terminasse”, lembra.
O rapaz reagia da pior forma: a ignorava. E isso parecia um ímã: quanto mais indiferente ele era, mais Pauliana corria atrás dele. “Lembro que ele me chamava de chiclete e me humilhava constantemente. Ele sabia que eu não iria brigar. Estava cega e vivia implorando atenção”, assume.
Por desejar tanto esse amor, a vendedora chegou ao ponto de fazer feitiços para tê-lo ao seu lado. “Joguei terra de cemitério em cima do telhado dele, mesmo assim não deu certo. Foi pura ilusão. Sabia que ele não sentia nada por mim, apesar de estar comigo. Minha tristeza era tanta que tinha pensamentos constantes de suicídio”, revela.
É preciso enfrentar a realidade
Enquanto ela conta sua história um questionamento me vem à mente: se o jovem não a amava, por que ele permanecia naquele relacionamento? Denise Moreno Pereira, especialista em clínica psicanalítica, explica que muitas pessoas se acomodam em relações desse tipo porque o outro faz tudo por elas.
E era o que acontecia no namoro de Pauliana. Um ano depois, as humilhações foram além das palavras, ou da falta delas, uma vez que o desprezo era a base do relacionamento dos dois. “O flagrei com uma mulher mais velha do que eu. Com muito ciúme, disse para que escolhesse: ou eu ou ela. Naquele momento ele não falou nada e deu a entender que se eu quisesse continuar com o namoro teria que aceitar a traição”, desabafa.
Naquele dia, a “ficha” dela caiu. Ao se dar conta de que o sentimento de amor só existia da parte dela, a decepção fez com que Pauliana aceitasse o convite de uma vizinha para ir a uma Universal. “Em meio ao desespero aceitei. Comecei a ir às reuniões e, com o tempo, entendi que precisava me amar primeiro para amar alguém depois. Aprendi, colocando em prática o que ouvia, como me valorizar”, ressalta.
Quando ela venceu seus medos e traumas descobriu que uma relação sadia não tinha nada a ver com o que ela conhecia até então. “Conheci meu esposo e hoje tenho uma relação de verdade. Meu marido é atencioso e proporciona muita felicidade em nossas vidas”, comemora.
Descobrindo as raízes
Para Tatiane Fidelis da Silva, psicóloga clínica cognitivo-comportamental, mulheres que imploram o amor do outro, em geral, são pessoas que possuem baixa autoestima, insegurança e carência. “Elas buscam a aprovação e aceitação e isso gera um relacionamento nada saudável e com grandes chances de dar errado”, explica.
Os apresentadores Renato e Cristiane Cardoso recebem constantemente pedidos de orientações de quem quer atenção e amor do parceiro. E respondem que “não há nada mais triste do que ver uma mulher ou homem se humilhando, implorando por uma migalha de amor e atenção do parceiro. Lágrimas, cenas de ciúmes, brigas, drama, sujeição a situações e comportamentos absurdos — tudo isso por um pouquinho de ‘amor’”, diz Renato.
Ele revela que a melhor estratégia para atrair a pessoa amada é, em primeiro lugar, parar de ir atrás dela. “Daí comece a investir no seu próprio valor. Torne-se uma pessoa desejável. Ame-se primeiro. Não condicione sua felicidade à atenção daquela pessoa. Seja feliz sem ele (a). Já percebeu como somos atraídos por pessoas felizes?”, completa.
Nanda Bezerra, escritora e palestrante, acrescenta que para vencer um sentimento que só traz decepção a mulher precisa se livrar das dúvidas. “Não vou dizer que não vai doer, mas vai passar e depois você vai ver do que se livrou. Precisamos nos amar como Deus nos ama e nos dar o valor que Ele nos dá”, ressalta.
Ela ainda desafia quem está passando por essa situação a começar uma mudança o quanto antes. “Você precisa se valorizar, se amar, crer no seu potencial”, propõe. Que tal tentar descobrir o porquê você tem sido tão carente e tomar uma atitude para mudar? Comece hoje sua transformação e inicie uma nova vida.

domingo, 12 de abril de 2015

O Reino dos Céus É Para Quem Sacrifica.


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Talvez o leitor pergunte o porquê da insistência no assunto sacrifício. Seria mais cômodo não falarmos sobre sacrifício. Não nos exporíamos às críticas, a mensagem ficaria mais leve, atenderia a gregos e troianos e ninguém sairia ferido.

Todavia, como não trabalhamos segundo as regras deste mundo, como não somos mercadores da Palavra, como não vivemos da venda de livros e como não concorremos a cargo político, optamos por obedecer a inspiração do Espírito de Deus e anunciar e verdade que liberta.

Quem crê, vai. Quem não crÊ, fique com as virgens néscias.
O fato é: quando o pecado não mata de uma vez, judia do pecador até a morte.
Muita gente, crente ou não, tem gemido e não sabe mais o que fazer para livrar-se disso.

O espírito do pecado tem possuído a humanidade e tem-na conduzido ao caos.
Apesar de muitos conhecerem o Evangelho, ainda assim, um mínimo tem tido coragem para colocá-lo em prática e habitar no abrigo de Deus.
Mas a maioria prefere aderir às mensagens de salvação fácil e assim evitar o sacrifício da carne.

Enquanto isso, espíritos enganadores e anticristãos tem operado livremente, fazendo até o povo que tem crido em Deus, sofrer de forma implacável.
Estes últimos dias não tem sido diferentes de João Batista. Naqueles tempos, ele não apenas pregava arrependimento, mas, também, conduzia os judeus sinceros a confessar e abandonar seus pecados. Mateus 3.1-10.

Agora, neste momento, não seria essa vontade de Deus para sua vida? O que adianta você buscar ajuda de  Deus na Igreja e lá fora continuar na vida de adultério, prostituição, roubo, mentira, etc.

A quem você pensa que engana?
O que você pensa que vai ganhar?
Até quando vai sustentar esse espírito de pecado em você?
O pecado é um espírito. Quem diz sim a ele, diz sim ao seu espírito.

Como sair dessa prisão?
Sacrificando sua carne até ao ponto dela morrer de fome.
Claro!
Se você sacrificar a carne, onde o espírito do pecado vai habitar?

Se você quer resposta urgente de Deus, então sacrifique urgentemente por Ele. Porém, se não abrir mão da vida de prostituição, adultério, mentiras, roubos, corrupção e tudo o mais que agrada a diabo, como O Espírito de Deus poderá agir em sua vida?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Para Que O Espírito Santo?


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A certeza absoluta não surge por acaso nem se consegue por meio de sorte. Ela vem pela ação direta do Espírito Santo nos humildes de espírito. O Espírito de Deus ensina: " A profecia não é para os incrédulos e sim para os que crêem". (1 Coríntios 14:22). Mas quem são os que creem? Creem os que foram convencidos pelo Espírito de Deus. A revelação das promessas, ou, o convencimento das promessas, não é como a chuva ou o sol que vem sobre todos, mas, é uma dádiva ou um dom de Deus para os escolhidos, conforme lemos em Mateus 20.16 e 22.14: "Porque muitos são chamados, mas, poucos escolhidos."

Não sabemos exatamente quantos e quem são os escolhidos. Contudo, a julgar pela parábola do semeador, chega-se à conclusão de que, em cada quatro pessoas chamadas, apenas uma é escolhida. é extremamente difícil aceitar tal conclusão, mas, avaliando as circunstâncias nas quais O Senhor separou os escolhidos, surpreendemo-nos ainda mais. Numa escolha há sempre o julgamento. Não há escolha se não houver primeiro um julgamento.

As duas vezes que O Senhor Jesus fez menção aos escolhidos, situou os muitos chamados. A primeira vez aconteceu no "acerto de contas" com trabalhadores: os últimos contratados trabalharam menos que os primeiros; e além de terem sido os primeiros a receber o salário, também receberam o mesmo valor que os últimos, porque eles eram os escolhidos.

A segunda vez aconteceu na festa de casamento do filho do rei, quando este notou um intruso entre os convidados. Ele não estava vestido adequadamente; então, foi lançado nas trevas com as mãos e as pernas amarradas. O intruso não era um dos escolhidos. A revelação divina é loucura para os que se perdem, mas, é o poder de Deus para os escolhidos! Nem todos tem o conhecimento de Deus, porque a revelação do Espírito Santo não foi dada a todos. O conhecimento divino não vem através da capacidade intelectual ou da quantidade de informações bíblicas. Ele vem pela aceitação e submissão à pregação do Evangelho. A Palavra é anunciada e, então, O Espírito de Deus revela aos escolhidos. Se a Palavra não é anunciada, como O Espírito poderá revelar?

Deus salva os que creem pela loucura da pregação.