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domingo, 28 de junho de 2015

Você é rejeitado pelas pessoas por ser cristão?


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Você sabe o que está por trás do Desafio Charlie Charlie?

O que essas “brincadeiras inocentes” têm feito na vida das pessoas e por que jovens correm riscos após participar deste jogo.

Você já foi convidado por alguém para participar das famosas “brincadeiras de invocar espíritos”, como a do copo, a do compasso ou a de chamar a loira macabra do banheiro? Eu já e me lembro como se fosse hoje. Tinha dez anos e meus colegas diziam que existia uma forma de obter respostas para nossas dúvidas por meio do mundo “espiritual”.
Como meu sobrenome era “curiosidade”, aceitei participar. Realmente vi o copo balançar e o compasso se mexer. Só não vi a loira do banheiro. O que eu ganhei com isso? Anos de insônia, medo do escuro e até de ficar sozinha em casa. Meus pais sofreram porque tiveram de me aguentar dormindo entre eles várias noites.
Os anos passam e as brincadeiras apenas ganharam novos nomes. Recentemente, a novidade que ganhou destaque na internet foi o Desafio Charlie Charlie. Pessoas do mundo inteiro mostram em publicações nas redes sociais a experiência. Elas colocam dois lápis cruzados sobre uma folha de papel em que escrevem as palavras “sim” e “não”. Em seguida chamam um espírito que seria mexicano – o tal do Charlie – para responder às perguntas.
O curioso é que aqui no Brasil crianças e adolescentes têm passado muito mal com este “desafio”. Em Manaus, por exemplo, adolescentes de cinco escolas foram parar no hospital após invocar o espírito Charlie. Vômitos e desmaios fizeram com que a direção da escola chamasse a ambulância.
Em Roraima, a Polícia Militar foi acionada porque na escola Estadual Luiz Hitler de Lucena havia muitos jovens em surto. Elizabete da Silva Faria, de 59 anos, merendeira no local, disse que ficou muito assustada com o que viu. “Os alunos fizeram este jogo e depois os vi agitados e nervosos. O que me marcou foram os gritos desesperados de uma jovem que ficou pálida rapidamente e sem sentidos. Logo acionamos a polícia”, relata.
Um dos policiais sugeriu que encaminhassem os jovens até uma igreja. “Foram necessárias cinco viaturas, pois a situação era insustentável. Após percorrerem algumas igrejas, sem sucesso, pois estavam fechadas, encontraram um de nossos templos da Universal”, comenta o pastor Vitor Vicente, responsável pelo trabalho evangelístico da sede Raiar do Sol, no Estado de Roraima.
Lá, os jovens receberam uma oração e ficaram bem. Um tenente que atendeu a ocorrência fez questão de protocolar o que aconteceu e enviar a seguinte mensagem a todos os colegas de profissão: “Solicito ao comando que leve aos policiais conhecimentos espirituais para que, se acontecer algo parecido novamente, todos saibam conduzir a situação da melhor maneira possível. As cenas presenciadas por nós foram chocantes e desesperadoras”, diz o primeiro- tenente Ideraldo Marcondes,.
Ele conta que presenciou um jovem batendo sem parar a cabeça na árvore e outros desmaiando. Assustado com o que aconteceu, o policial deixa um alerta aos pais: “Devemos orientar nossos filhos para que não brinquem com este tipo de ‘coisa’, pois não sabemos as consequências”.
Como os pais devem agir?
É verdade que os pais não conseguem controlar o que os filhos fazem, mas podem orientá-los sobre as consequências de seus atos. Jaqueline de Lima Colucci, de 29 anos, corretora de imóveis, é mãe do pequeno Davi Rodrigo Bizusko, de 10 anos, e sempre procura pedir ao filho para compartilhar tudo o que acontece na escola.
“Há pouco tempo, quando ele chegou em casa, me contou que tinha alguns colegas da escola que estavam fazendo o ‘Desafio do Charlie’ na hora do intervalo e o convidaram para participar. Fiquei muito preocupada”, afirma a mãe.
Ela frequenta a Universal com Davi há cinco anos e buscou ajuda. “Com muita calma o orientei e expliquei que estavam invocando espíritos ruins. Ele ficou espantado e comentou com os amiguinhos na igreja. O curioso é que a maioria disse que nas escolas que frequentam também estão fazendo a brincadeira”, ressalta.
Davi disse que, após a explicação da mãe sobre o jogo e suas consequências, não vai participar. “Os meus amigos perguntam por que eu não quero brincar disso e eu digo que sei que essas coisas são do mal”, afirma.
Para a psicopedagoga Daniela Fany Nogueira Depolli, os pais devem ter uma postura participativa e um diálogo aberto semelhante ao que fez Jaqueline. Dessa forma, a criança e o jovem entenderão por que não devem participar do jogo. “Uma dica é entrar em contato com outros pais e com a direção do colégio e saber qual atitude está sendo tomada para que este jogo seja erradicado do ambiente”, aconselha a especialista. Além disso, ela acrescenta que os pais devem pesquisar sobre o assunto, pois só assim estarão cercados e embasados para argumentar com seus filhos.


Você que já participou: fique atento
Jeniffer Stephanie Maria Mauricio Lisboa, de 22 anos, dona de casa, passou a adolescência participando de jogos que invocavam espíritos e o que era para ser apenas uma brincadeira se tornou um pesadelo na vida da jovem.
“Só podíamos terminar e sair da brincadeira se os espíritos ‘permitissem’”, revela Jeniffer. Ela presenciou cenas macabras. “Em uma das vezes em que brincamos uma colega ficou paralisada, começou a chorar e dizia estar vendo o primo morto na sua frente. Ficamos apavorados”, relembra.
Ela ouvia vozes, via vultos e isso a atormentava muito. “Sentia a presença de espíritos, tinha muito medo do escuro, comecei a me envolver com más amizades e a usar drogas, relatos sobrenaturais me excitavam, passei a ir mal na escola e minha vida virou um inferno”, desabafa a jovem, que, em meio ao desespero, decidiu buscar ajuda na Universal.
Na infância, Jeniffer já havia frequentado a igreja, mas afirma que, por causa desses problemas, retornou. “Decidi sozinha ir à uma palestra sobre libertação. Depois da primeira reunião, senti um alívio grande e não parei mais. Abandonei todos aqueles jogos e hoje sou outra pessoa. Mas isso só aconteceu porque eu tomei uma atitude e sigo com esta fé até hoje”, completa.
Qual é a relação das brincadeiras com a vida espiritual e emocional?
Segundo o especialista em paranormalidade e bispo Guaracy Santos, as pessoas devem ter cuidado. “Estão mexendo em casa de marimbondo e não sabem. Qualquer invocação de espíritos traz resposta imediata. A vida de uma pessoa é abastecida pelo espírito a quem ela invoca, que está no controle da sua mente e com o domínio de cada área da vida dela”, explica o bispo.
Ele comenta o que aconteceu com o elenco do filme de terror Poltergeist, exibido nos anos 80. “Muito pouco tempo depois de passar nos cinemas, uma parte expressiva do elenco morreu tragicamente. Este apetite pelo desconhecido e por previsões do futuro é nocivo e perigoso. Se queremos saber mais de Deus, consultemos a palavra Dele e isto nos basta”, conclui o bispo Guaracy.
Já o psiquiatra com mestrado em ciências da religião Pérsio Ribeiro Gomes de Deus deixa claro que as atividades que envolvem espíritos podem gerar traumas psicológicos, que são danos emocionais que surgem como resposta a uma situação ou um acontecimento. “Entre eles estão o medo, a insônia, as pseudoalucinacões e até os surtos psicóticos e eles podem evoluir para comportamentos obsessivos-compulsivos, fobias, depressão”, alerta.
Por isso, esteja atento a tudo o que você faz porque as consequências podem ser quase irreversíveis. Caso você, seu filho ou filha já tenham participado dessas atividades ou tenham algum dos sintomas citados na matéria, busque orientação espiritual em uma Universal mais próxima de você. Evite o desconhecido, procure estar sempre em sintonia com o que faz bem, busque se aproximar de Deus.
Jogo de marketing
Para muitos veículos vale tudo pela publicidade.
O Desafio Charlie Charlie, que incentiva os jovens a invocarem o “espírito Charlie” é uma estratégia para divulgar um filme de terror americano chamado A Força. A produtora responsável publicou um vídeo na internet explicando como chamar o tal “espírito” e, com isso, milhares de jovens curiosos repetiram essa atitude.

domingo, 21 de junho de 2015

Luta.

 Resultado de imagem para deserto
E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. Gênesis 35:3
Quem está na Presença de Deus, que nasceu de Deus, sempre passará por lutas, que em alguns momentos parecem verdadeiras guerras! E que guerras! Matando mais de 50 leões por dia. Mas, não reclamo, entendo que preciso passar por elas para crescer espiritualmente. Quanto maior a luta, maior a vitória, mas, como se preparar para a vitória se ainda não está capacitado espiritualmente? No deserto, lá onde a maioria ou ficou ou fugiu, é que aprendemos e amadurecemos e ficamos preparados para receber a recompensa.

Parece que Deus não ouve, mas, Ele ouve sim. Ele espera que nós venhamos a dar o primeiro passo, Ele espera que venhamos fazer a nossa parte para quando não tivermos mais nada, Ele possa vir e terminar o que começamos. Deus responde as nossas angústias, as nossas orações, as nossas súplicas, mas, a resposta só vem depois que fizermos tudo o que devemos fazer. Deus, através do Senhor Jesus, nos da toda a armadura para usarmos a fé. A cada deserto aprendemos, a cada deserto, saímos mais fortes e experientes, e, com isso, ganhamos as armas capazes de nos fortalecer e derrotar os nossos inimigos, já que, a guerra não é física e sim espiritual.

Todas as vezes que passamos por lutas, oramos mais, jejuamos mais, vamos mais ao Altar cada vez com mais força. Isso também é usar a armadura de Deus. Aqueles que desistiram por causa do 'calor' do deserto se arrependeram de não terem insistido. Deixaram de crescer espiritualmente por causa do desconforto, mas, numa guerra, não temos conforto e nem descanso. Por isso é muito importante nascer de Deus, e isso requer sacrifício e nem todos entendem e poucos se interessam, uma pena. 

Deus responde sim, mas, é no Tempo dEle e não no nosso, querendo tudo pra ontem e não é assim. Deus nos prepara para recebermos o que Ele tem para nos dar. Na vida sentimental é assim. se você não estiver preparado ou preparada para fazer ele ou ela feliz, não encontrará e dará voltas no deserto. Quando ele ou ela estiverem preparados para fazer ele ou ela felizes, depois que passou pelo amadurecimento do deserto e não fugiu, encontrará o rapaz ou a moça que Deus escolheu e não a sua carne. 

É muito melhor fazer a vontade de Deus do que a vontade da carne. Pense nisso.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

"Você sabe com quem está falando?"

Será que o verdadeiro líder abusa do poder em benefício próprio?

Um líder precisa ser um modelo de retidão e justiça. Deve ser coerente com os valores que defende e honesto em suas próprias atitudes. O que pensar, então, quando a liderança exercida deixa de ser exemplar e se torna autoritária e arbitrária? Abusar do poder pode parecer um caminho fácil para enfrentar desafios e controlar qualquer situação. Mas, certamente, não é o melhor meio nem o mais inteligente.
O profissional que assume uma posição de liderança ou um cargo relevante possui grandes responsabilidades e, por isso, deve ter aptidão para administrar conflitos e solucionar problemas. Deve ser alguém inspirador – pois a sua postura e as suas atitudes serão reproduzidas por aqueles que o rodeiam – e ser admirado por suas ações. Infelizmente, nem sempre essas ações são admiráveis.
Nas últimas semanas, casos de abuso de poder ganharam destaque na imprensa, principalmente pela forma radical e surpreendente com a qual foram conduzidos. O mais recente deles aconteceu no Maranhão, na cidade de Imperatriz (a 665 quilômetros da capital, São Luís). O juiz Marcelo Testa Baldochi, que estava com viagem marcada para Ribeirão Preto (SP), chegou atrasado ao aeroporto local. O check-in havia terminado quatro minutos antes e Baldochi teve o acesso à aeronave negado. Inconformado, deu voz de prisão em flagrante aos funcionários da companhia aérea.
Será que Baldochi merecia algum tratamento diferenciado pelo simples fato de ser juiz? Diante das regras e do regulamento, coube aos funcionários impedir o acesso ao avião, medida que seria tomada com qualquer outro passageiro. O juiz se excedeu e abusou do poder em benefício próprio e foi criticado pela atitude até mesmo pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Na ocasião, a AMB informou que “considera inadmissível qualquer atitude praticada por agentes públicos, magistrados ou não, que represente abuso de poder e autoridade.” No último dia 17, o Tribunal de Justiça do Maranhão decidiu manter o juiz afastado de suas funções até o fim da sindicância, que está sendo realizada pela Corregedoria de Justiça.
Máscara
Baldochi não é o único profissional de cargo relevante que acredita estar acima de qualquer pessoa. Muitos outros fazem o uso da frase “você sabe com quem está falando?” quando é conveniente e se acham no direito de usar a influência que possuem para satisfazer interesses particulares. A superioridade parece até uma máscara usada para disfarçar a incapacidade de assumir os próprios erros. Ou melhor, assumir as consequências das próprias atitudes.
Quem acha que tem o poder total nas mãos acredita que pode fazer o que bem entende e tirar vantagem das situações enfrentadas. São pessoas que burlam as leis para se livrar de problemas, quebram regras ou são privilegiados em situações em que outros não teriam nenhum tipo de vantagem. Em vez de usar a autoridade em prol da sociedade, abusam do poder em benefício próprio. Não é preciso passar por cima de regras e valores para permanecer no comando da situação. Para conquistar respeito, é preciso, antes de tudo, respeitar.

domingo, 14 de junho de 2015

6 atitudes para mudar a sua vida amorosa da água para o vinho.

Lições preciosas para casados e solteiros terem o relacionamento dos sonhos.


O primeiro milagre que o Senhor Jesus realizou foi em um casamento. A Bíblia relata que durante as bodas em Caná da Galileia, o vinho acabou e Jesus pediu que enchessem talhas com água e a transformou em vinho – por sinal o melhor experimentado em toda a celebração.
O bispo Renato Cardoso e sua esposa, Cristiane Cardoso, mostraram, durante a Terapia do Amor no Templo de Salomão, que o primeiro milagre de Jesus tem muito a nos ensinar, e que dele podemos extrair 6 atitudes que, se tomadas, podem transformar a vida amorosa de qualquer pessoa da “água para o vinho”. 
  1. Transformação interior
O primeiro e maior milagre que deve acontecer em sua vida amorosa é a sua transformação interior. Transformar a água em vinho foi algo estrutural. O maior problema dos relacionamentos está na facilidade que casados e solteiros têm de enxergar o erro alheio, ignorando os seus próprios erros e, com isso, impedindo que o casal seja abençoado. Busque antes de tudo a sua própria mudança. 
      2. Saiba a hora certa de agir e aproveite as oportunidades
Deus tem hora para tudo, e muitos confundem a “hora”. Ou se apressam e fazem antes do tempo ou fazem tarde demais. E se saber esperar o momento certo é uma virtude, adaptar-se ao momento sabendo aproveitar as oportunidades, também é. Quando Maria avisou ao Senhor Jesus que o vinho tinha acabado, olha o que Ele respondeu para ela:
"Mas Jesus lhe disse: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora."João 2.4
Se o Senhor Jesus falou que ainda não era chegada a hora, porque então Ele foi lá e fez o milagre? A resposta é simples: Ele aproveitou a oportunidade. Não era a hora, mas a ocasião pedia. Isso exige de nós sensibilidade. 
  1. Mude a sua maneira de pensar
 Se os seus pensamentos não mudam, sua vida sentimental não muda. Os problemas falam muito sobre quem a gente é e sobre o que estamos fazendo de errado. Podemos extrair dos problemas a solução. Mas isso só será possível se escolhermos ter a mente de Deus. 
  1. Eleve seus padrões
Padrão significa um modelo oficial de medida. Menos que aquele modelo não é aceitável. Qual tem sido o seu padrão? Qual é o seu mínimo aceitável? Você recebe na sua vida aquilo que você tem aceitado. Isso quer dizer que se você tem tido uma vida amorosa frustrante, não é ninguém que está impondo isso, mas você quem tem aceitado de "bom grado". Você determina o mínimo aceitável. Aquilo que você aceita é aquilo que você vai ter. Na maioria das vezes, as pessoas aceitam qualquer coisa com medo de perder aquilo que têm. Uma das primeiras regras para se elevar o padrão é perder o medo de perder. 
  1. Aja para que Deus reaja
22Se Deus é Todo Poderoso, por que o milagre na sua vida amorosa ainda não aconteceu? Desde que criou o homem, nunca mais Deus trabalhou sozinho em milagres. Devemos fazer alguma coisa que expresse essa mudança. Essa será a "talha com água" que Deus irá usar para executar o milagre. Deus não espera algo que a gente não tenha ou não possa fazer. Ele sempre irá pedir algo que nós temos. Por exemplo, talha não era lugar de vinho, mas era o que tinha, e Deus usa o que tem. Então, os servos foram lá e encheram as talhas de água e pronto, o milagre aconteceu. Você dá a Deus algo pra Ele usar e fazer o que você não pode fazer. Deus sempre precisa de alguma atitude nossa pra poder gerar a reação. 
  1. Vença o medo 
 "No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor." 1 João 4.18
O amor deve sempre caminhar de mãos dadas com a fé. Porém, o oposto da fé é o medo. Amor com medo é um amor sem fé. Isso é o amor imperfeito, que só gera problemas, porque você não vai só sentir medo, mas vai começar a agir por causa dele. Ciúmes é fruto de um amor com medo, o amor imperfeito. O amor perfeito é o amor sem medo, o amor com fé. E fé se alimenta com a obediência e a confiança na Palavra de Deus.
Para aprender mais lições preciosas que irão revolucionar a sua vida amorosa, participe, todas as quintas-feiras, da Terapia do Amor no Templo de Salomão, às 10h e 20h, na Avenida Celso Garcia, 605, Brás. Ou em uma Universal mais próxima de você. Saiba o endereço emhttp://universal.org/enderecos/.
Se você precisa, neste momento, de uma orientação, fale agora mesmo com um pastor ou bispo acessando http://universal.org/pastoronline/.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Estado civil: ainda solteiro.

O que falta para você ser abençoado na vida amorosa?


Mais solteiros no “mercado”. É isso o que mostra a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. Enquanto muitos acham que faltam pretendes, a pesquisa revela uma contradição: no ano passado, havia 2,7 milhões de solteiros a mais no Brasil que em 2012. Atualmente, são 77 milhões de solteiros no País (considerando a população acima de 15 anos).
Em boa parte dos casos são pessoas dinâmicas, bem-sucedidas profissionalmente e sempre antenadas com relação à aparência. Sabem articular sobre as últimas tendências do mercado financeiro, discutem muito bem política e são capazes até de dar uma previsão econômica para um país. Mas quando o assunto é vida amorosa, não conseguem entender por que, até hoje, estão solteiras. Se acham bons partidos, mas a impressão que dá é que só eles acham.
No afã de não ficarem sozinhos, muitos acabam se envolvendo em relacionamentos que só trazem problemas e traumas.
O ano ainda não acabou
Quantas vezes você já achou que perdeu tempo em algum relacionamento e que sua vida amorosa está atrasada? Uma oportunidade que desperdiçou, um erro que cometeu, uma decisão errada e agora você olha e pensa: "Já era para eu estar lá na frente!" Sim, mas você não está, e agora? Vai ficar aí só se lamentando?
Há quem se pergunte o que fazer, alegando já ter feito de tudo para atrair um par ou já ter procurado em todos os lugares, sem sucesso.
Muitos já devem estar até mesmo protelando a vida amorosa para a lista de pedidos de 2015. Mas o ano ainda não acabou. Assim, o que você espera que aconteça em sua vida amorosa ainda este ano e o que precisa fazer para que isso se realize?
Na Terapia do Amor desta quinta-feira, os solteiros terão a resposta. Saiba mais sobre as palestras acessando http://www.universal.org/terapiadoamor/. Não deixe de participar!

domingo, 7 de junho de 2015

Você está preparado para um relacionamento a dois?

Muitas pessoas são frustradas na vida amorosa por falta de conhecimento. Aprenda como mudar isso


Para tudo na vida devemos estar preparados. Se você fizer uma viagem sem planejamento algum, aquilo que era para ser um momento de felicidade e descontração pode tornar-se uma péssima lembrança. O mesmo serve para os relacionamentos.
Se você deseja ter um relacionamento feliz e duradouro, então é necessário que primeiro você se torne preparado para uma vida a dois.
A pessoa que estiver ao seu lado pode ser compatível com você em todos os sentidos possíveis. Entretanto, se você não tiver em sua personalidade as características que lhe tornarão uma boa pessoa para se relacionar, o resultado final poderá ser negativo.
Você deseja saber quais são essas características? Então, não deixe de participar da Terapia do Amor.
Nessa palestra especial você terá acesso a aprendizados valiosos para conquistar o sucesso na vida amorosa. Não perca essa oportunidade.
Veja abaixo a história do casal Aucilio Soares da Silva e Claudia Benavidez e entenda como essa palestra pode ser um momento único de transformação em sua vida:
Como participar?
Se você está em São Paulo, é possível assistir a palestra no Templo de Salomão, na região central, às 10h e 15h com o casal Domingos e Núbia Siqueira, e às 20h com o casal Renato e Cristiane Cardoso. Para outras localidades, verifique o endereço emwww.universal.org/enderecos – os horários podem variar de um lugar para outro.
Para mais informações, envie um e-mail para info@otemplodesalomao.com ou ligue para (11) 3321-5297.
Aproveite essa oportunidade hoje mesmo!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

10 razões erradas para se começar um relacionamento.

O que não pode ser sua motivação para começar um namoro com alguém


A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)  de 2013 revelou que o Brasil tem 77 milhões de solteiros (cerca de 49,2%  da população acima de 15 anos). E muitas pessoas estão à procura de um companheiro. Mas será que as razões para iniciar um relacionamento a dois têm sido corretas?
Tão importante quanto encontrar a pessoa certa e ser a pessoa certa é começar um relacionamento pelos motivos certos. Abaixo listamos 10 razões erradas pelas quais muitos estão se deixando levar para começar a namorar:
1. Mudar seu status nas redes sociais
Você vê tantos contatos atualizando o status e o seu até agora está “solteiro (a)”? Vira e mexe aparece em suas atualizações que "fulana está em um relacionamento sério com ciclano" e com você nada aconteceu? Se essa tem sido a sua motivação, na verdade você está mais preocupado em mostrar para os outros que você também é feliz na vida sentimental. 
2. Exibir-se para as outras pessoas
Por ter ficado um longo tempo solteiro (a), talvez muitos tenham até debochado da sua situação, mas isso não é razão para querer arranjar alguém, só para “esfregar” na cara de todo mundo. Seu interesse, principalmente se está há um longo período sozinho, não pode ser o de mostrar para quem quer que seja que você está feliz e realizado, mas o de construir um relacionamento alicerçado em Cristo.
3. Para ser feliz
Não para ter um relacionamento feliz, mas para ser feliz. Você, por mais bem intencionado que seja, não tem o poder de fazer alguém feliz. O único capaz dessa proeza é o Senhor Jesus. Então, o coerente seria ser feliz e buscar alguém feliz, para juntos serem ainda mais felizes. Antes de querer encontrar alguém, queira ter um encontro com Deus. Quando isso acontecer, sua perspectiva sobre relacionamento vai mudar completamente.
4. Para se ver livre da casa dos pais
Eu não sei que tipo de relação você tem com a sua família. De repente há muita cobrança, eles não comungam da mesma fé que você, ou você é quem sustenta todo mundo e já não aguenta mais isso. Porém, independentemente da razão, querer logo namorar para casar o quanto antes, só porque você não aguenta mais viver na casa dos seus pais (ou de outro parente), pode ser uma roubada. Casamento é sinônimo de sacrifício. Conviver com outra pessoa, com suas próprias preferências, pensamentos, desejos e atitudes, na maioria das vezes totalmente diferentes dos seus, requer uma dose cavalar de paciência e resignação.
Se já está difícil para você agora aguentar o jeito daqueles que lhe colocaram no mundo, será que vai ficar fácil aguentar de alguém, que mesmo com amor, é um estranho para você? Casamento não é liberdade. Como o próprio nome diz, é compromisso. Solteirice é liberdade. Se você quer casar para ser livre, não vai ser. Haverá uma outra pessoa em sua vida, a quem você dedicará seus dias (e vice-versa). Você não pensará mais só em você. Suas decisões deverão englobar o seu cônjuge.
Ao invés de esperar que seus pais mudem a maneira que lidam com você, mude você a forma como os trata. Se você conseguir colocar em prática atitudes que gerem um lar harmonioso, com certeza quando casar vai tirar de letra as dificuldades a dois. 
5. Para ter com quem sair
Essa é um clássico das razões por que muitos querem namorar. Basta você listar as reclamações às sextas-feiras e aos sábados. Parece até que ninguém fica triste por não ter namorado (a) nos outros dias da semana. Você não precisa de ninguém para sair, se divertir e aprender coisas novas. Você não pode cancelar a sua agenda até a chegada de alguém. Aproveite bem todos os dias da semana e, quando essa pessoa chegar, você vai ter muita coisa legal para contar.
6. Para mudar de vida
Todas as expectativas em um relacionamento. É por isso que muitos vivem frustrados com a vida de solteiro, adiando todos os planos para o dia em que encontrarem a pessoa da sua vida. É claro que um relacionamento irá mudar a sua vida, rotina, perspectivas, mas o problema aqui é adiar a sua vida para depois de um casamento, viver uma vida estacionada, medíocre, sem entusiasmo e achar que tudo isso irá mudar depois do casamento. Se sua vida está morna, não espere um relacionamento para mudar isso, Deus já deu as condições. Mude você a sua história. Grandes histórias atraem grandes admiradores. Seu futuro marido/esposa irá admirar a sua (e querer fazer parte dela).
7. Para se cuidar
As pessoas associam rapidamente o se embelezar à presença do sexo oposto em suas vidas – o que não deixa de ser uma verdade, mas não é uma regra. Talvez muitos pensem assim por verem que alguns solteiros passam a se cuidar mais quando estão envolvidos sentimentalmente. Mas isso deve acontecer muito antes de um relacionamento começar. O seu exterior deve ser uma amostra interessante do que é o seu interior. Até porque você nunca sabe onde e quando será o encontro.
8. Por pena
"No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor." 1 João 4.18
Se você refletir sobre os sinônimos de pena não há nada de bom: castigo, comiseração, condenação, dó, lástima, lição, penalidade e punição.
Se você sente pena, há um medo por trás de tudo isso. E isso não é amor. Quando você sente pena, no seu íntimo você considera que o outro não é capaz o suficiente de superar aquela situação. Esse sentimento pode nos levar a tomar decisões erradas, baseadas no coração. No fundo você acha que a pessoa não é capaz de ter um relacionamento recíproco, o que gera uma situação de codependência, ela de você e você de se sentir tão importante e essencial para aquela pessoa.
Por isso, quando você se pegar com peninha de alguém e motivado a iniciar um relacionamento por causa disso, pare na hora. Fuja também da pessoa que tenta lhe convencer a ficar com ela por pena.
9. Para convertê-lo (a)
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” 2 Coríntios 6.14
Casar com uma pessoa é um compromisso. Você se prende voluntariamente ao outro. Muitos solteiros que buscam manter a fé estão se iludindo com essa falácia: “Mas ele (a) tem tudo de bom, só falta se converter.” Só falta isso? Então falta tudo. Só que você não irá converter ninguém. Essa é uma decisão pessoal. Não se arrisque num relacionamento com alguém que está caminhando em outra direção. Se a sua fé em Cristo é o que direciona tudo em sua vida, como você vai conseguir viver maritalmente com alguém que não segue esse princípio primordial para você? Se ambos na mesma fé já enfrentam desafios, por se tratar de indivíduos diferentes, imagine o contrário.  Não se prenda a um relacionamento de crenças desiguais. Você está colocando em risco o que tem de mais valioso – se é que você considera tão valioso assim.
10. Para ter sexo
O sexo foi pensado por Deus para o prazer do homem e da mulher compromissados um com o outro em uma aliança de casamento. Não é um passatempo ou uma aventura, e a sua prática descompromissada envolve riscos,tanto físicos quanto emocionais. O sexo será parte importante de um relacionamento bem definido entre o casal, mas não só isso.
Solteiros inteligentes sabem que devem cuidar de si mesmos antes de entrar em uma relação. E por isso participam da Terapia do Amor, todas as quintas-feiras, no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h, ou em uma Universal mais próxima.
E para você, existem mais razões além dessas que não devem motivar o início de uma relação? Já se deixou levar por alguma das situações relatas acima? 

domingo, 31 de maio de 2015

Entenda a relação de gratidão do cantor latino pelo bispo Macedo.

Quando uma pessoa é grata, passe o tempo que passar, ela sempre desejará recompensar o bem recebido


Quem nunca teve aquele sentimento de gratidão por alguém que lhe estendeu a mão no momento em que mais precisou, quando se sentiu inseguro ou simplesmente que o ensinou a dar os primeiros passos, quer na profissão, quer na vida pessoal, sentimental – enfim, em qualquer área da vida?
É muito provável que você em alguma fase da vida tenha se deparado com essa pessoa, provavelmente eternizou-a em seu coração e mais ainda será sempre grato a ela. “Um dia vou lhe devolver o bem que me fez, recompensar, agradecer de alguma forma”, disse a si mesmo.
Isso se chama “gratidão”, sentimento nobre e de reconhecimento por alguém que, de alguma forma, lhe concedeu um amparo, uma ajuda, um favor, seja com atitudes, seja com palavras. Se você já vivenciou isso, saiba que não está sozinho. Muitas pessoas carregam dentro de si essa alegria: ou de ter doado algo ou de ter recebido quando precisaram.
Normalmente, quem faz o bem, a ação, não espera nada em troca, inclusive até se esquece, mas, quando é reconhecido, sente uma satisfação muito grande. E quem recebe, então, além de ser beneficiado, carrega consigo aquele sentimento de um dia recompensar o bem recebido.
Esse era o pensamento do cantor e compositor Roberto Souza Rocha, de 42 anos, mais conhecido como Latino. Em entrevista exclusiva à Folha Universal, ele conta que, desde a infância, nutria um sentimento de gratidão pelo Bispo Edir Macedo, líder e fundador da Universal.
Talvez você se pergunte: qual é a relação entre o Bispo Macedo, a Universal e Latino? O cantor a revela e demonstra imensa alegria ao fazê-lo.
“Ainda garotinho, perambulava pelas ruas do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, com os meus primos. Dormíamos na rua e eu me lembro de ouvir o Bispo Macedo pregar para algumas pessoas na praça Jardim Méier, em um coreto de madeira. Inconscientemente, eu absorvi aquelas palavras. Apesar da minha condição muito precária e quase sem nenhuma chance de dar certo na vida, hoje estou aqui e realmente tenho certeza de que aquelas palavras me influenciaram muito, me motivaram e me deram a força que eu precisava para ignorar a realidade difícil que eu vivia e seguir em frente”, relembra Latino.
A carreira
Ainda que a vida de Latino tenha sido repleta de altos e baixos, ele tinha um sonho e o perseguiu até conquistar: uma carreira musical e os palcos, suas grandes paixões. Aos 17 anos foi morar nos Estados Unidos – onde a mãe vivia – e por lá fez de tudo: foi garçom, mágico e cozinheiro.
Ao retornar ao Brasil, na década de 1990, sua vida deu uma guinada, o sucesso chegou e, hoje, com mais de 20 anos de carreira, é conhecido em todo o País e em diversas partes do mundo.
Mesmo depois de ter vivido tanta coisa, Latino diz que tinha um imenso desejo de reencontrar pessoalmente e poder conversar com o Bispo Macedo, aquele jovem pastor que ele via no coreto do Méier, autor das pregações e que inclusive brincava com ele por vê-lo vestido diariamente com uma camiseta do Flamengo.
“Eu me lembro muito claramente dele falando para mim em tom de brincadeira: ‘essa camisa vai sair andando sozinha’, já que eu nunca, nunca mesmo, a tirava. Ele chegou a me dar comida, mas talvez nem se lembre, porém, eu nunca esqueci”, conta.
Por isso, o sonho de Latino nunca morreu e, quando teve essa oportunidade, não a perdeu de vista. Há tempos ele queria realizar esse encontro, inclusive, o jornalista e apresentador Marcelo Rezende, que conduz o programa Cidade Alerta, da Rede Record, chegou a fazer menção ao fato em um de seus programas. Até colocou a história do cantor no ar, depois de tomar conhecimento dela durante um jantar na casa de uma amiga de ambos.
Desde então, Latino aguardava por esse momento, que aconteceu no início deste mês, na sede da Rede Record, no bairro da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Ele foi ao encontro do Bispo Macedo, que o recebeu com um forte abraço.
Visivelmente emocionado, Latino declarou: “Um dos meus sonhos era poder um dia contar isso tudo ao Bispo e, quando tive essa oportunidade, foi a maior emoção da minha vida. Eu tremia tanto, me emocionei, me deu até dor de barriga. Vocês não podem imaginar o quanto significou poder encontrá-lo. Até agora, ao lembrar do momento que o vi, me emociono muito”, descreveu o cantor.
Agradecer sempre
Agir com gratidão é tão importante que a própria Bíblia trata em diversos momentos desse assunto. Em Lucas capítulo 17.11-19, por exemplo, Jesus curou dez leprosos a caminho de Jerusalém, mas só um voltou para agradecer.
“Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano. Jesus perguntou: ‘Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?’ Então Ele lhe disse: ‘Levante-se e vá; a sua fé o salvou’”.
As palavras de Jesus deixam claro que não são apenas os homens que se agradam de quem é grato, mas Deus também. Por isso em nenhum momento devemos esquecer o Autor da Vida e devemos sempre agradecer por tudo que Ele tem feito e até o que ainda não fez, pois, se O obedecermos na totalidade, veremos os mais profundos dos nossos sonhos realizados.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Cenas fortes: BBC expõe as tramas do Vaticano para encobrir pedofilia. Assista.

Saiba o que é feito, por décadas, para tentar esconder este crime contra milhares de crianças


Um homem vestido com uma longa batina preta e colarinho branco entra sorrateiramente num quarto onde várias crianças, todos meninos, dormem. Eles, além de inocentes pela a tenra idade, têm deficiência auditiva.
O homem caminha por entre os corredores de camas observando atentamente a expressão facial de cada um até escolher a sua vítima em potencial. Depois de olhar profundamente os rostos, ele senta-se calmamente à beira de uma das camas. Está tão seguro de si, tão confiante de que nada nem ninguém poderá detê-lo, que não se importa se alguma criança acordará. Nessas condições, como conseguir se proteger?
Devagar ele levanta o cobertor. O garotinho veste um pijaminha de bichinho. Ele passa a mão por debaixo da coberta acariciando sua perna e sutilmente escorrega-a por aquele frágil corpinho. A criança acorda e se assusta com aquele homem sorrindo sinistramente para ela – como se aquele sorriso quisesse dizer que aquilo que estava fazendo não era nada demais, mas apenas um “bom ato” cometido por um “bom homem de Deus”. “Você deve se sentir privilegiado por ter sido escolhido, menino” – ele expressa com aquele malicioso sorriso.
A penumbra do quarto assusta muito mais porque faz o menino reconhecer a pessoa por trás daquele sorriso maligno. Ele se desespera silenciosamente porque sabe que não poderá recorrer a ninguém. Porque sabe que seus pais jamais acreditarão em qualquer palavra sobre essa natureza, e porque a autoridade máxima daquele lugar é a mesma pessoa que silenciosamente o ataca. Por quanto tempo mais? Até quando terá que suportar aquilo? O tempo passa e aquela criança se pergunta o que pode fazer para impedir que essa realidade não alcance outras crianças.
A cena acima aconteceu de fato, em uma escola comandada por padres católicos nos Estados Unidos. Mas o pior e mais preocupante é que não aconteceu uma, duas ou dez vezes, mas centenas de vezes, com crianças completamente indefesas e inocentes, em vários países. O Vaticano sabia, sempre soube, e por incrível que pareça, desde o século 4 depois de Cristo. Mas por que nunca fez nada para deter os padres católicos efetivamente, é que é a grande discussão.
Omissão? Descaso com as vítimas? Preocupação com a reputação da Igreja? Conivência? Tire as suas próprias conclusões neste vídeo que dispensa explicações sobre esse grave problema que ocorre atrás das fortalezas do Vaticano. Saiba o que as vítimas de padres pedófilos sofreram, o que elas dizem e como eram induzidas a fazer tudo o que eles queriam.
Assista e entenda o que muitas crianças sofrem caladas em lugares considerados santos e inquestionáveis por milhões de pessoas em todo o mundo. E então, diante disso, a grande pergunta a ser feita é: Será que isso não acontece aqui no Brasil também? O que garante que muitas meninas e meninos não estejam, neste momento, sendo abusadas por pessoas que nem mesmo os pais ousam questionar? 

domingo, 24 de maio de 2015

Sangue cristão derramado.

Fugas em massa e execuções do Estado Islâmico tiram as vidas de milhares no Mar Mediterrâneo


O Mar Mediterrâneo é conhecido por ser um dos mais belos do mundo. Entretanto, atualmente ele não tem ganhado as manchetes internacionais só pelo aspecto turístico. Tornou-se um verdadeiro cemitério marinho de pessoas que navegam perigosamente suas águas para fugir dos conflitos de países de cultura muçulmana radical.
No final de abril, por exemplo, um barco naufragou e lançou ao mar mais de 700 pessoas que queriam chegar clandestinamente à Itália para de lá tentarem uma nova vida na Europa. Os fugitivos são provenientes principalmente da Líbia e até agora não se sabe o número exato de mortos no naufrágio, mas já passam dos 400.
No dia 16 do mesmo mês, as autoridades da Sicília divulgaram que um grupo de muçulmanos jogou ao mar 12 cristãos que estavam a bordo de mais uma precária embarcação de africanos que buscavam refúgio na Europa – um bote plástico em que se apertavam 105 pessoas. Os policiais sicilianos prenderam 15 muçulmanos radicais que teriam lançado os cristãos na água por intolerância.
Mesmo cristãos que não fogem da África estão sofrendo pela intolerância dos radicais do Islã. No dia 19 de abril, o Estado Islâmico (EI), organização terrorista que tem alarmado o mundo, divulgou um vídeo com o assassinato de 28 homens apresentados como “fiéis da igreja cristã etíope inimiga”, ocorrido na Líbia. Alguns foram decapitados explicitamente numa praia, enquanto outros foram executados a tiros em um deserto. No vídeo, uma voz em inglês dizia “estamos de volta, nações da cruz”, referindo-se à cultura cristã em geral.
Os conflitos entre muçulmanos e judeus acontecem desde os tempos bíblicos, com incontáveis mortes, e isso parece muito longe de acabar. Agora, os cristãos são alvos declarados, o que põe em perigo os que levam os preceitos da Bíblia aos africanos.
O terrorismo praticado por aqueles que acham que devem matar e morrer para defender a fé pregada por Maomé tem ultrapassado fronteiras, como mostram recentes atentados em Paris e no Canadá, sem falar no inesquecível ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York, em 11 de setembro de 2001, que vitimou mais de 3 mil pessoas.
Para os radicais, quem não segue a fé muçulmana deve simplesmente ser eliminado, um dos exemplos de intolerância que parecem fazer parte do tão falado Fim dos Tempos, previsto na Bíblia.
Claro que não são todos os seguidores do islã que praticam a barbárie em nome de uma fé cega. Mas essa minoria de radicais está fazendo um estrago cada vez maior, ceifando milhões de vidas no Oriente e no Ocidente. Eles matam até mesmo os que seguem a mesma fé, em nome de uma causa a respeito da qual nem chegam a pensar direito.
Meninos são “educados” para explodir o próprio corpo e levar com eles quem estiver por perto. Jovens do Velho e do Novo Mundo deixam suas famílias e fogem para aderir ao EI. No meio disso tudo, cristãos são sacrificados porque não negaram sua fé, mesmo diante da morte. Isso nos faz pensar: e aqueles que moram em países de culturas em que sua crença é livre, se dizem cristãos, mas sua fé não é realmente praticada no dia a dia? Podem comprar a Bíblia sem represálias e ameaças à sua vida, podem frequentar igrejas, revelar ao mundo sua entrega a Deus, mas optam por, comodamente, não tomar uma posição quanto a isso.
Será que você, ou alguém que você conhece, também não está desperdiçando uma liberdade que aquelas pessoas que agora estão no fundo do Mar Mediterrâneo tanto desejaram sem conseguir?