Sejam Bem vindos! O intuito é de passar um pouco das minhas experiências na Palavra de Deus. Um abraço.
terça-feira, 29 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Ser dona de casa: perda de tempo ou oportunidade?
É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar totalmente ao lar.
Por Rafaela Rizzo / Fotos: Fotolia - Cedida - Arquivo pessoal
Uma mulher que investe todo o seu tempo para manter a casa em ordem e, muito mais do que isso, cuidar dos filhos, do marido e de si mesma. Há algumas décadas isso seria a coisa mais natural do mundo. Mas, hoje em dia, dizer que é dona de casa e que prefere cuidar do lar a trabalhar fora soa muito mal. Claro que em muitas famílias é necessário que o casal trabalhe, pois, vamos admitir, atualmente, é bem caro manter uma casa. Mas, se você tem oportunidade de dedicar mais do seu tempo à sua família, por que não fazê-lo?
Algum tempo depois, Sebastiana já tinha três filhos para cuidar, o que fez a sua volta ao mercado de trabalho ficar cada vez mais distante. Ela decidiu que dedicaria sua vida a cuidar dos filhos, do marido e da casa.
É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar exclusivamente ao lar. Não porque elas não queiram, mas por conta das despesas que a casa e os filhos exigem. A maioria delas precisa ir à luta com o marido e quando chegam do trabalho encaram a função de cuidar do lar. Essa é uma realidade vivida por Cintia Cristina de Oliveira, de 37 anos. Ela tem três filhos e trabalha como assistente financeiro. Chega às 18h30 do trabalho e, como muitas brasileiras, ainda cuida da casa no fim do dia. Dessa forma, sobra pouco tempo para ficar com a família. “Me sinto culpada por não ter muito tempo disponível para meus filhos. Nas minhas férias é uma felicidade para eles e meu marido. Eles dizem que gostariam que eu ficasse em casa cuidando deles em tempo integral”, confessa.
Por Rafaela Rizzo / Fotos: Fotolia - Cedida - Arquivo pessoal
Uma mulher que investe todo o seu tempo para manter a casa em ordem e, muito mais do que isso, cuidar dos filhos, do marido e de si mesma. Há algumas décadas isso seria a coisa mais natural do mundo. Mas, hoje em dia, dizer que é dona de casa e que prefere cuidar do lar a trabalhar fora soa muito mal. Claro que em muitas famílias é necessário que o casal trabalhe, pois, vamos admitir, atualmente, é bem caro manter uma casa. Mas, se você tem oportunidade de dedicar mais do seu tempo à sua família, por que não fazê-lo?
Foi o que Carolina Faner Silva Barreto, de 31 anos, decidiu fazer. Ela trabalhava na área administrativa de uma empresa de saúde. Era meio período, mas, por morar muito distante do emprego, a maior parte do dia ela passava no trânsito. “Por passar tanto tempo longe, percebi que minha casa estava muito descuidada. Estava distante do meu marido e da minha filha, que já estava na adolescência. Então, deixei o trabalho para levantar o meu lar, pois estava em ruínas”, conta. E quem pensa que cuidar da casa se refere apenas a limpeza e organização do lugar está muito enganado. Carolina explica que “uma empregada poderia ajudar nessa parte material, mas só eu posso ser mãe e esposa. Percebi que era a minha presença que faria toda a diferença”.
Mas o que será que os filhos pensam quanto a ter as mães sempre por perto? Lilian de Almeida Trazza, de 25 anos, conta a história da mãe, Sebastiana Vitalina de Almeida Trassa, de 60 anos, que há 29 se dedica exclusivamente aos cuidados do lar. “Ela nos conta que, quando meu irmão mais velho nasceu, meu pai e meu avô a orientaram a dedicar aquele momento para a criação do filho, em vez de trabalhar fora. Ela concordou e naquela época uma pessoa sozinha conseguia sustentar a casa, o que é bem mais complicado hoje em dia”.
Algum tempo depois, Sebastiana já tinha três filhos para cuidar, o que fez a sua volta ao mercado de trabalho ficar cada vez mais distante. Ela decidiu que dedicaria sua vida a cuidar dos filhos, do marido e da casa.
Hoje em dia todos os filhos estão formados e trabalham fora. Lilian admite que a mãe é talentosa e poderia facilmente vencer na vida profissional, mas é ótimo tê-la por perto. “Acredito que ela poderia ter tido uma carreira de sucesso. Mas talvez, se tivesse uma carreira profissional bem-sucedida, nós não teríamos uma boa educação e criação. Hoje vejo que toda a dedicação dela valeu muito a pena. Ela é o elo de união da nossa família, cuida de todos e faz questão que estejamos sempre juntos, principalmente agora que meus irmãos estão casando e saindo de casa. Ela acalma os ânimos quando estamos irritados e faz questão de juntar todos em casa para jantarmos sentados à mesa. Ela é o equilíbrio de casa”, conclui.
Dupla jornada
É cada vez mais raro encontrar mulheres que possam se dedicar exclusivamente ao lar. Não porque elas não queiram, mas por conta das despesas que a casa e os filhos exigem. A maioria delas precisa ir à luta com o marido e quando chegam do trabalho encaram a função de cuidar do lar. Essa é uma realidade vivida por Cintia Cristina de Oliveira, de 37 anos. Ela tem três filhos e trabalha como assistente financeiro. Chega às 18h30 do trabalho e, como muitas brasileiras, ainda cuida da casa no fim do dia. Dessa forma, sobra pouco tempo para ficar com a família. “Me sinto culpada por não ter muito tempo disponível para meus filhos. Nas minhas férias é uma felicidade para eles e meu marido. Eles dizem que gostariam que eu ficasse em casa cuidando deles em tempo integral”, confessa.
Deixar o trabalho para se tornar dona de casa está nos planos de Cintia. “Pretendo deixar de trabalhar para me dedicar mais à família. Na minha opinião, não é humilhante a mulher ser dona de casa, pois o trabalho do lar é muito mais pesado do que muitos outros. A diferença é que não somos remuneradas com um salário, mas a recompensa é ver o sorriso estampado no rosto de quem amamos”, afirma.
Voltando ao caso de Carolina, após um tempo de dedicação exclusiva à família, ela se viu apta a conciliar a função de dona de casa com a administração de um pequeno negócio, mas sempre priorizando o lar. “O objetivo era ajudar no pagamento das despesas e conseguimos montar uma perfumaria. Quando as crianças estão na escola, eu cuido da loja. Quando elas saem, uma funcionária ocupa meu lugar e eu volto para casa. A leitura dos livros “A mulher V” e “Casamento Blindado” me ajudou a ter a direção correta para agir como mãe e esposa. A mulher cristã é uma mulher antenada, que tem conhecimento e que se supera”, reflete.
Fonte: Folha Universal
domingo, 13 de abril de 2014
Até quando você vai duvidar de si mesmo?
Exemplos de pessoas desacreditadas que superaram dificuldades provam que não existe caso perdido.
Por Rafaella Rizzo / Fotos: Marcelo Alves - Cedida
Em menos de um mês um jovem de 17 anos foi detido seis vezes por roubos e furtos na cidade de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais. Dentre os crimes, o menor roubou R$ 80 de uma padaria e uma moto. O policial que atendeu a última ocorrência diz que a maioria dos menores infratores não tem medo de cometer novos crimes.
Foi essa aliança que outra pessoa desacreditada, Anderson Silva, de 21 anos, fez. Era usuário de drogas como maconha, cocaína e lança-perfume, deixava mais da metade do salário nos vícios e tinha uma vida sentimental conturbada. “Eu cresci muito sozinho, sem família. Acho que isso colaborou para que eu seguisse o caminho errado. Além das drogas, eu bebia muito, de segunda a segunda. Cheguei a tomar álcool de posto. Nenhum relacionamento dava certo para mim. Eu comecei a perder várias coisas na vida, como o emprego e até o desejo de viver. Eu não acreditava mais em mim, não conseguia parar com as drogas, achava até que eu não tinha mais jeito”, relembra.
Por Rafaella Rizzo / Fotos: Marcelo Alves - Cedida
Em menos de um mês um jovem de 17 anos foi detido seis vezes por roubos e furtos na cidade de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais. Dentre os crimes, o menor roubou R$ 80 de uma padaria e uma moto. O policial que atendeu a última ocorrência diz que a maioria dos menores infratores não tem medo de cometer novos crimes.
Talvez a primeira coisa que alguém pense ao ler essa notícia seja “esse aí não tem jeito, nunca vai mudar”. Afinal, nem atingiu a maioridade e está envolvido na criminalidade”.
Se muitos podem pensar assim desse jovem, o que dizer então de uma mãe que levou as filhas para as drogas? Maria Magali, de 61 anos, é essa mãe. Ela conta que, por muito tempo, viveu dominada pela bebida e era dependente química. Isso influenciou no seu casamento, que chegou ao fim, e também na vida financeira e até refletiu nas filhas. “Eu não dormia, tinha desejo de suicídio. Trabalhava, ganhava bem, mas nada fluía. Todo dinheiro era para gastar nas drogas e noitadas. Era uma vida miserável: um dia tinha comida, outro não”, lembra.
Mesmo vendo tantos erros na vida que a mãe levava, as filhas de Magali acabaram seguindo o mesmo caminho. “Nessa época eu tinha 35 anos e minhas filhas 12, 15 e 19 anos. Anoitecia e eu sentia uma vontade enorme de sair, ir para as baladas e elas pediam para ir também. Íamos para as boates, cada uma ficava com um rapaz. Eu as ensinei a cheirar cocaína”, revela, em meio a lágrimas. “Não acredito que pude fazer isso com minhas filhas”, desabafa.
Hoje Magali tem consciência do mal que fez a elas, mas todos que estavam à sua volta a condenavam e a consideravam um caso perdido, menos sua mãe, que havia ouvido na Universal que a filha poderia mudar. “Ela sempre me chamava. As minhas filhas foram primeiro e começaram a me chamar também. Até que um dia eu fui para ver no que ia dar. Estava cansada daquela vida. Assisti à reunião, houve uma oração pelos viciados. Naquele momento, abri meu coração e decidi aceitar a ajuda de Deus.”
O tempo passou e Magali foi mudando de vida, de dentro para fora. “Eu tive que recomeçar em todas as áreas.Tenho meu próprio negócio e ele está crescendo. Quando a pessoa se entrega a Ele, as coisas acontecem. Não é de uma hora para outra, você tem que buscar, mas Ele está sempre de braços abertos para nos receber, não importa quem você seja. Hoje estou de bem com a vida.”
O bispo Edir Macedo explica que, apesar de muitos não acreditarem, Deus está sempre disponível para aqueles que O invocam e que Ele acredita no ser humano. Mas, para que mudanças práticas aconteçam, é preciso que cada um faça a sua parte. “Deus tem um plano para cada um, mas isso não significa que precisamos ficar esperando que Ele venha realizá-lo por nós. Se queremos que esse plano se concretize em nossas vidas, não há outro caminho a tomar, senão nos associarmos com Deus através de uma aliança eterna”, afirma.
Foi essa aliança que outra pessoa desacreditada, Anderson Silva, de 21 anos, fez. Era usuário de drogas como maconha, cocaína e lança-perfume, deixava mais da metade do salário nos vícios e tinha uma vida sentimental conturbada. “Eu cresci muito sozinho, sem família. Acho que isso colaborou para que eu seguisse o caminho errado. Além das drogas, eu bebia muito, de segunda a segunda. Cheguei a tomar álcool de posto. Nenhum relacionamento dava certo para mim. Eu comecei a perder várias coisas na vida, como o emprego e até o desejo de viver. Eu não acreditava mais em mim, não conseguia parar com as drogas, achava até que eu não tinha mais jeito”, relembra.
Mas essa situação mudou quando Anderson aceitou um convite para ir a uma reunião na Universal. Além de vencer os vícios, ele descobriu que tinha talento para ser lutador profissional. “Fiz as aulas de boxe no Força Jovem, tive acompanhamento para aprender o esporte. Nunca tinha lutado antes, mas com sete meses de treino venci minha primeira luta no maior campeonato brasileiro, a Forja de Campeões, na modalidade meio pesado. Eu comecei a acreditar em mim, vi que tinha potencial e que Deus é comigo”, conclui.
Fonte: Folha Universal
quinta-feira, 20 de março de 2014
Bispo Edir Macedo explica como acontece a nova vida.
Pastor dá testemunho sobre o "Novo Nascimento"


Uma das dúvidas mais frequentes de quem aceita Jesus como seu Senhor e Salvador é como se dá a transformação de vida e o recebimento do Espírito Santo. Nascer de novo é fenômeno espiritual que vem de Deus. Para elucidar como funciona, o bispo Edir Macedo faz uma analogia com o nascimento do filho de Deus, que acontece sem que haja a interferência humana.
O bispo afirma que a forma como Deus opera esse milagre dos milagres segue a mesma lógica da geração de Jesus. “Nem igrejas, nem doutrinas e muito menos vasto conhecimento bíblico tornam possível nascer de Deus. O nascimento do Espírito Santo é obra exclusiva dEle.”
O bispo relembra que Maria teve dúvidas sobre como iria dar à luz uma criança quando soube que seria mãe do filho de Deus. “Ela perguntou ao anjo como Jesus iria ser gerado se ela não tinha qualquer contato com homem”, afirma.
O líder da Universal esclarece que assim como Maria, a maioria das pessoas tem crido que se nasce de Deus pelo fato de ter aceitado o Senhor Jesus como Salvador e pelo batismo nas águas. Mas alerta: “Apesar de ser doutrina cristã, ainda assim é insuficiente para o novo nascimento prometido.” Para reforçar a ideia, o bispo cita a passagem bíblica que conta a resposta dada a Maria pelo anjo: “Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a Sua sombra.” Lucas 1:35
O bispo esclarece que da forma como Jesus foi gerado no ventre de Maria, também os filhos de Deus são gerados pelo Espírito Santo. “Ele os envolve com a Sua sombra. Naquele momento, há muito choro. Primeiro, de tristeza pelos pecados cometidos, já que o Espírito os convence disso. E, ao sentir-se completamente perdida, a pessoa busca quem pode lhe salvar. O Espírito Santo aponta para o Salvador. Nesse mesmo instante, a pessoa se rende ao Senhor Jesus com todas as suas forças, de todo seu coração e entendimento.”
O bispo explica que por esse motivo o choro de tristeza se transforma em gozo e alegria indizíveis. “A partir de então, a pessoa passa a ter o caráter Divino, para viver em novidade de vida.”
Testemunho de nova vida
Para exemplificar e comprovar o que o bispo Edir Macedo explicou sobre o “Novo Nascimento”, veja o testemunho do pastor Carlos Ostan (foto acima). Ele conta que já havia descido às águas e frequentava a Universal, mas ainda não tinha, realmente, recebido o Espírito Santo.
O pastor relata como aconteceu o milagre da vida nova para ele. “Eu não vivia mais no pecado. Já não usava mais drogas, não era mais bandido ou traficante, porém, não era nascido de Deus. Em uma quarta-feira à noite, no momento da reunião, enquanto eu estava orando, aconteceu a coisa mais gloriosa que podia me acontecer. Me lembro como se fosse hoje. Em um dado momento, o Espírito Santo me convenceu dos meus pecados, me fez ver o quão sujo e perdido eu estava.”
Ele diz que a sensação era como se um filme estivesse passando pela cabeça dele em relação a tudo o que fazia de errado. “Os meus pecados passavam pela minha memória. Naquele momento, eu me vi perdido, desesperado. Mas foi exatamente ali que o Espírito Santo, na minha mente, não no coração, me mostrou e me revelou o Seu Filho Jesus. Entendi que Jesus era o único que poderia me salvar.”
Nasceu um profundo e sincero arrependimento para o pastor Carlos. “Ali Jesus perdoou todos os meus pecados, me lavou no Seu sangue e, em 18 anos de vida, eu ouvi, pela primeira vez, Jesus me chamando de meu filho. Pela primeira vez também eu pude dizer meu Pai. Foi o dia mais glorioso da minha vida.”
O pastor afirma que podem passar milhões de anos e ele nunca esquecerá esse dia. “Parece até mesmo que foi hoje. Eu tive nojo da vida que eu levava e ódio do pecado. Eu tive paz. Outra coisa que nasceu em mim foi o amor pelas almas. Eu queria levar para outras pessoas o que, naquele momento extraordinário, tinha acontecido comigo.”
Naquele instante, ele fez uma oração e um pacto com Deus. “Jesus, não quero mais viver para mim. Quero servir ao Senhor ganhando almas. Se o Senhor quiser me usar, pode me mandar agora para qualquer parte do mundo para pregar a Sua Palavra que eu vou. Eu largo tudo para lhe servir, ainda que seja para ir pregar a Sua Palavra para os índios, no meio da selva”, lembra.
Para o pastor não importava mais nada. Ele só queria ganhar almas. “Tudo mudou dentro de mim. Ao fim da reunião, fui imediatamente falar com o pastor e disse que, a partir daquele momento, eu queria que Deus me usa-se na Sua Obra.” Carlos foi orientado a entrar primeiro no grupo jovem, evangelizar e depois ser obreiro. “Só depois o Espírito Santo me levantaria a pastor e, graças a Deus, foi o que aconteceu, pela misericórdia do meu Pai.”
Hoje, o pastor Carlos está há 20 anos na Obra, fazendo o que mais ama: salvar almas para o Senhor. “Só uma coisa amo mais que salvar almas, a minha Salvação. O ‘Novo Nascimento’ é o meu maior tesouro. Espero, em nome de Jesus, que aconteça o mesmo com todos”, conclui o pastor.
(*) O testemunho do pastor Carlos Ostan foi postado no blog do bispo Alfredo Paulo
segunda-feira, 10 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
É possível salvar seu casamento em 120 minutos.
Autores explicam como apenas 1 minuto pode fazer a diferença para o sucesso ou o fim do relacionamento.
E, para quem deseja uma transformação de vida, 1 minuto pode fazer toda a diferença. Foi pensando nisso que o casal criou o programa “Minuto do Casamento”, exibido de segunda a sexta-feira pela Rede Record, após o “Hoje em Dia”. A ideia deu tão certo que eles decidiram reunir os melhores conselhos da programação no livro “120 minutos para blindar seu casamento”.
Renato e Cristiane Cardoso se preocupam de fato em ajudar solteiros e casados a lidar com questões ligadas aos relacionamentos. Tanto que de tempos em tempos o casal realiza o “Escola do Amor ao Vivo”, quando fazem uma palestra em que passam suas experiências na vida sentimental.
Neste ano vários lugares receberam a aula presencial. Em janeiro, as pessoas de Miami, Houston e New Jersey, nos Estados Unidos, tiveram a chance de mudar ou melhorar o casamento. No início do mês de fevereiro foi a vez da população de Montevidéu, no Uruguai.
Lições práticas e objetivas viram livro
E, para quem deseja uma transformação de vida, 1 minuto pode fazer toda a diferença. Foi pensando nisso que o casal criou o programa “Minuto do Casamento”, exibido de segunda a sexta-feira pela Rede Record, após o “Hoje em Dia”. A ideia deu tão certo que eles decidiram reunir os melhores conselhos da programação no livro “120 minutos para blindar seu casamento”.
A publicação foi lançada em Santos no dia 7 de fevereiro. Ao ouvirem sobre o lançamento da obra na cidade, Reubens Lima de Oliveira, de 37 anos, e Roberta Maia de Oliveira, de 33, logo desejaram adquirir um exemplar. O casal se olha carinhosamente, sorri e conversa. Entretanto, nem sempre foi assim. Juntos há sete anos, no início da relação não sabiam como lidar com as diferenças um do outro. “Tínhamos algumas atitudes que prejudicavam a nossa união. Por exemplo, eu sentia ciúmes e o pressionava por isso, mas compreendi que essa não era a solução”, lembra Roberta.
A transformação para o casal veio com os ensinamentos dos autores do livro e apresentadores do “Minuto do Casamento”. “Identifiquei-me muito com a experiência deles, porque era o que também acontecia conosco”, observa Roberta.
A vida moderna é marcada pela falta de tempo, mas o livro – por ser objetivo e eficaz – torna-se uma ferramenta prática para todos os casais. “Se 1 minuto pode transformar a vida de uma pessoa, imagine 120”, ressalta Renato Cardoso.
Um aprendizado que todos necessitam
Muitas autoridades também estiveram presentes ao lançamento, como o secretário da Cultura de Santos, Raul Christiano, que, com um exemplar em mãos, observou que a obra despertou seu interesse por apontar os problemas de uma maneira muito objetiva.
Após receber um autógrafo em seu exemplar, o técnico de futebol Oswaldo de Oliveira, que está no comando do Santos, destacou que a publicação traz um tema que será sempre atual, pois é relacionado com a formação da família. “Eu tenho uma expectativa muito grande de ler o livro, aprender com ele e pôr o que assimilar em prática com a minha família. Tudo depende da família: a política, as instituições, o esporte. Então, tem a ver com toda a sociedade”, afirma.
Descontração e aprendizado em Ribeirão Preto
No dia 13 de fevereiro, na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, mais de 5 mil pessoas se reuniram para participar de uma palestra com os autores do livro. Na ocasião, eles explicaram como desbancar mitos que as pessoas consideram verdadeiros em suas vidas amorosas. Muitos tomam decisões com base nessas crenças e acabam construindo o relacionamento da mesma forma como fazem castelos de areia. “No início do nosso casamento, um queria mudar o outro e não é assim que as coisas terão um final feliz. No casamento, um precisa se adaptar ao outro e lidar com as diferenças”, explicou Renato Cardoso.
Fonte: Universal.org
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Apocalipse: os vinte e quatro anciãos
Eles venceram e se mantiveram fiéis, tanto sob a antiga quanto sob a nova aliança.
É tremendamente maravilhoso termos, pela fé, acesso ao Céu e nos ver lá dentro. O Apocalipse é como uma janela do Céu, na qual só os remidos podem ver o seu futuro diante do Senhor da glória.
Assim sendo, após a visão do trono, o apóstolo descreve os 24 anciãos: "Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro" (Apocalipse 4.4).
Cremos que esses anciãos não são autoridades celestiais que assistem a Deus diante do trono, como alguns interpretam. Muito menos acreditamos que sejam anjos.
A Bíblia revela que na adoração e culto no Templo de Jerusalém havia 24 turnos de sacerdotes levitas, os quais representavam todo o povo de Israel e se ocupavam alternadamente dos seus deveres sacerdotais.
Isso é fundamental para se crer que estes vinte e quatro anciãos representam os vencedores do Antigo Testamento, somados aos do Novo Testamento. O apóstolo Pedro também fala sobre aqueles que morreram sob a antiga aliança, e que esperavam pelo dia da redenção: "Pois também Cristo morreu uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão" (1 Pedro 3.18,19).
O trecho citado nos mostra que o Senhor Jesus, quando morto, desceu ao reino dos mortos e pregou o Evangelho aos espíritos daqueles que morreram com a fé de um dia experimentarem a Salvação.
Estes compõem a Igreja arrebatada do Senhor Jesus do Antigo Testamento, representada por 12 anciãos. O apóstolo Paulo, dirigindo-se aos cristãos em Éfeso, diz: "Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a Pedra angular" (Efésios 2.19,20).
Esses apóstolos e profetas são a Igreja do Novo Testamento e a do Antigo Testamento, respectivamente. Portanto, os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel e os 12 apóstolos.
Eles representam todos os que venceram porque se mantiveram fiéis, tanto sob a antiga quanto sob a nova aliança. Por esta razão, estão assentados em tronos ao redor do trono de Deus, em cumprimento à promessa do Senhor Jesus: "Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se Comigo no Meu trono, assim como também Eu venci e Me sentei com Meu Pai no Seu trono" (Apocalipse 3.21).
Estão vestidos de branco também pelo cumprimento de outra promessa do Senhor Jesus: "O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida..." (Apocalipse 3.5).
Por fim, usam uma coroa de ouro, tendo em vista a seguinte promessa: "...Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10). O apóstolo Paulo também faz referência a esta coroa: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a Sua vinda" (2 Timóteo 4.8).
Além do que já foi exposto, estes 24 anciãos representam a Igreja do Antigo Testamento somada à do Novo Testamento, pelo fato de que eles adoram o Cordeiro:
"Veio, pois, e tomou o livro da mão direita dAquele que estava sentado no trono; e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o Teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra." Apocalipse 5.7-10
Talvez surja a pergunta: se a Igreja do Senhor Jesus será arrebatada, então por que vemos aqui apenas 24 anciãos em tronos, já que se formos vencedores todos estaremos na glória, teremos uma coroa, vestes brancas e um trono?
A resposta é: da mesma maneira que na antiga aliança havia 24 turnos sacerdotais, de modo que os sacerdotes eram representantes de todo o povo diante de Deus, os 24 anciãos coroados são representantes de toda a Igreja diante de Deus. Devemos ter isso em mente para nos aprofundar no estudo das profecias apocalípticas.
(*) Trecho retirado do livro "Estudo do Apocalipse", do bispo Edir Macedo
domingo, 16 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Regozija-se a minha alma em Meu Deus!
É grande o meu prazer no Senhor! Regozija-se a minha alma em Meu Deus! Pois Ele me vestiu com as vestes da salvação e sobre mim pôs o manto da justiça, qual noivo que adorna a cabeça como um sacerdote, qual noiva que se enfeita com joias. Isaías 61:10.
Depois de lutar pela libertação, não há nada melhor do que ser selado com O Espírito Santo. Não só para dizer que é selado, mas para levar O Senhor Jesus para os que sofrem. E são muitos que não admitem que precisam, mas quando chega aquele dia em que não tem mais nada e nem ninguém para se segurar, se rendem Ao Deus Vivo.
Ganhar uma alma para O Senhor Jesus não é fácil, mas também não é impossível. Leva-se mais paciência e perseverança do que tempo. Paciência porque nem sempre quem sofre presta atenção no que falamos, a não ser que não tenha mais onde se segurar aí que a evangelização entra.
De uns tempos pra cá, qualquer feriado, qualquer evento faz com que muitos comemorem como se fosse o último. Quando chega final de semana então... Isso mostra o quanto as pessoas estão precisando do Senhor Jesus. Isso mostra o vazio dentro delas que elas insistem em preencher com festas, eventos, futebol, enfim. Esse vazio só é preenchido com A Presença de Deus.
Eu via muita vídeo cassetadas. Dependendo do vídeo, rolava no chão de rir também com pegadinhas, mas isso não me preenchia. Quando fui selada com O Espírito Santo, não precisei mais recorrer as pegadinhas e nem as vídeo cassetadas para ser feliz. Depois do selo, a alegria vem de dentro para fora e não de fora para dentro.
Regozija-se a minha alma em Meu Deus! Mesmo com lutas, a minha alma tem paz, um dos frutos do Espírito santo é a paz interior. se o seu interior vai bem, tudo vai bem, mesmo que tenha tribulação, perseguição, há confiança no Senhor Jesus. Por isso é muito importante não fugir das lutas, elas trazem experiências, amadurecimento e confiança.
No momento, você não vê nada, mas dentro de você tem a alegria, a certeza, a confiança de que Deus é contigo e que aquela situação vai mudar. E muda mesmo! A confiança em Deus é como um combustível que o carro necessita para poder andar. Sem gasolina ou alcool ou diesel, o carro ou ônibus não anda, assim é a sua, a nossa confiança em Deus. Primeiro confiamos no Senhor e Ele, no Seu Tempo, derrama das Suas Bençãos.
Deixe sempre a sua vida nas Mãos do Senhor Jesus, confie nEle, no fim, você terá as vestiduras brancas, as vestes da salvação. Pense e reflita nisso.
Fique firme com Deus.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Quem Entende!
Muitos não entendem que só queremos o melhor, ajudar, de qualquer forma, espiritualmente, mesmo assim, não entendem ou não querem entender. Mas só entende aqueles que são nascidos de Deus.
Cada muro, cai, através da perseverança, através da certeza de que quem tem crido no Deus Vivo, jamais retrocede. Cada luta que se levanta é a certeza de que algo já está preparado, mas, para aquele que permanece na guerra.
Quem entende!
Porque A Palavra de Deus é loucura para os que se perecem; mas para nós, que somos salvos, é o Poder de Deus. I Coríntios 1:18.Tem pessoas que só observam o que acontece, tem pessoas que passam e nem percebe, só aquele que está passando por determinada situação, seja em casa, no trabalho, enfim. Quem é perseguido e recua, nunca aprenderá, nunca terá experiência o suficiente para na próxima guerra, por em prática o que aprendeu com experiências passadas.
Tem desertos que leva um mês ou até menos. E tem desertos que podem levar anos, e isso só depende de uma pessoa: você. Cada oração, cada propósito, cada meia hora ou cada minuto falando com alguém sobre Jesus é benção, não só para a pessoa que ouve, mas para quem fala.
Sempre bom, quando se tem oportunidade, de evangelizar. Do jeito que o mundo está, com tantas tragédias e catastrofes, logo no início desse ano, a oportunidadenão pode passar mesmo. Eu faço a minha parte, no que está ao meu alcance, ajudo, falo sobre O Senhor Jesus, assim estamos ganhando almas.
Fique com Deus.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Se existe amor, por que brigar?
Muitos casais que se gostam chegam ao divórcio por não saber lidar com as pequenas desavenças
“Eu queria ver futebol e ela um filme. Eu também esqueci o dia do nosso aniversário de casamento. O pior foi quando eu não reparei que ela tinha pintado o cabelo. Por isso, dormi no sofá uma semana”, desabafa o empresário e personal trainer Anderson Ribeiro, de 33 anos, casado com a empresária Paula Ribeiro, de 31 anos (foto).
O exemplo acima é comum a divesos relacionamentos que parecem estar em harmonia, mas, em função de vários desentendimentos pequenos, se desgastam. Assim era o casamento de Paula e Anderson. “Ele implicava porque eu gosto de me maquiar; eu reclamava porque ele não usava pijama ou porque ele falava e me cutucava ao mesmo tempo”, conta a empresária.
Segundo a psicóloga Marisa de Abreu, pessoas com tendência a ter sempre um modelo pronto em suas mentes quanto ao que espera do outro são mais propensas a iniciar pequenas brigas. “Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e as discussões serão mais frequentes. É preciso buscar entender o ponto de vista do outro”, revela a especialista.
Os conflitos por motivos “bobos” eram tão frequentes na vida de Paula e Anderson que eles chegaram a pensar em divórcio. Mas o desejo de harmonia falou mais alto do que a vontade de se separar. “Nós passamos a ter mais paciência um com o outro. Ele voltou a me elogiar e eu passei a tentar não gritar”, afirma a empresária.
O marido diz que se esforçou bastante “Eu me preparei, quis de verdade melhorar, li o livro ‘Casamento Blindado’ e, com os ensinamentos, passei a ouvi-la com mais atenção e colocar em prática.” Hoje Paula e Anderson vivem um casamento feliz e completam em 2014 sete anos de união.
Segundo os palestrantes Renato e Cristiane Cardoso, brigas no casamento são inevitáveis, mesmo os casais com bom relacionamento acabam brigando de vez em quando, mas as grandes brigas – em sua maioria – começam com discussões pequenas. “Existem coisas no relacionamento que sempre vão irritar. Porém, se você vir que não vale a pena, deixe passar, muitas vezes é o jeito dele ou dela.
Agora, há outras que são necessárias, como quando afeta a segurança do casal”, afirmam.
Quem é casado há muitos anos sabe bem que o amor e o sacrifício andam lado a lado. Assim, evitar brigas desnecesárias sempre é o melhor caminho.
Evite as brigas “pequenas” no casamento:
- Antes de abrir a boca para reclamar de algo, avalie se a situação merece mesmo que você emita sua opinião ou se trata-se de algo pequeno que pode ser superado.
- Reveja suas prioridades: você prefere que cada pequena coisa aconteça exatamente como você gostaria ou pode abrir mão de alguma para ter um relacionamento harmonioso.
- Veja se a forma que você expõe suas preferências poderia ser feita de modo mais ameno e sem ironias.
- Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e pequenas brigas serão mais frequentes. É preciso tentar entender o ponto de vista do outro
Marisa de Abreu é psicóloga clínica, psicoterapeuta e professora de psicologia
Fonte: Folha Universal
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