domingo, 29 de dezembro de 2013

Por que uma mulher se dispõe a ser a outra?

A "dona" do companheiro somente quando a esposa dele não está por perto

 
Sozinha em casa no dia de seu aniversário, ela repassa em sua mente todos os passos que deu até hoje e se pergunta onde foi que errou. Todas as suas amigas, em datas especiais, têm alguém para celebrar ao seu lado. O homem que deveria estar com ela, entretanto, raramente pode dar esse tipo de atenção.
“Já fui bonita, jovem, independente”, conversa consigo mesma, na ausência de alguém que lhe escute. “Hoje sinto falta de alguém que sei que nunca estará comigo.”
Apesar de insatisfeita com o namorado, culpa somente a si mesma. Afinal, foi ela quem escolheu ser a amante.
Quem é a amante?
Cenas como a descrita acima se repetem rotineiramente no mundo inteiro. Entretanto, a amante que quer destruir um casamento é interessante apenas para filmes e novelas. Na vida real, não é bem assim.
No livro “A Outra”, que fala exclusivamente sobre mulheres que se envolvem com homens casados, a antropóloga Mirian Goldenberg mostra que, muito além de estar empenhada em fazer desmoronar um casamento, a amante se vê como o principal relacionamento do infiel. Ele diz para ela que não existem segredos, é ela que dá o carinho e a atenção que ele precisa, é nesse relacionamento que ele não está por obrigação. Mas, no fim do dia, é ela quem vai dormir sozinha.
Mirian classifica as amantes em três categorias: a provisória, a transitória e a permanente.
Na primeira situação, a mulher não consegue conviver com aquela situação por muito tempo e logo termina o relacionamento.
A transitória, por sua vez, acredita que o sujeito realmente quer se divorciar de sua esposa para ficar com ela. Isso a faz aguentar mais tempo no papel de segunda “esposa”, mas não a satisfaz.
Por fim, a amante permanente já passou tanto tempo com o infiel que percebeu a inexistência de um futuro como esposa dele. Apesar disso, por amor, ela segue sendo a outra.
Assim, em muitos casos, a amante sequer espera que o homem se desligue de sua família. Isso poderia causar uma sensação de perda irrecuperável nele e ela teme que algo o afaste dela. Nesse estágio da vida, ela não é mais quem já foi um dia, então, prefere se agarrar ao que tem a arriscar perder tudo.
Como uma mulher vira amante?
Uma busca rápida no Google pode revelar centenas de sites que agenciam, no mundo inteiro, relacionamentos extraconjugais. Um dos mais famosos, o Victoria Milan, realizou recentemente uma pesquisa entre seus usuários e descobriu que a maior parte dos infiéis não busca um relacionamento que substitua o oficial, mas apenas uma aventura.
Essa aventura, na maioria das vezes, é o que também buscam as mulheres que se envolvem com homens comprometidos. Entendendo que aquela será uma diversão passageira, a relação se desenvolve e, quando menos imagina, ela está apaixonada.
Outro caminho que leva à mesma situação é a mentira. O rapaz se aproxima dizendo que é solteiro, que o relacionamento é um ninho de problemas, que não ama a esposa... Qualquer que seja a desculpa, ele faz a moça acreditar que procura a mulher de sua vida, alguém que no futuro seja sua esposa e construa uma família com ele. Quando a mulher descobre a farsa, já é tarde demais.
No início do relacionamento, existe o pensamento de que “a amante recebe apenas as partes boas, enquanto a esposa fica com todos os problemas”. Isso até pode ser verdade por um tempo, mas o ser humano sente, por natureza, necessidade de se apegar ao que lhe faz bem, principalmente quando se trata de outra pessoa.

Em algum tempo, a relação se torna “oficial” e os dois passam a construir um relacionamento com falso futuro. Ela acredita que um dia será a única na vida dele e, depois de um tempo, contenta-se em acreditar que ela é especial.
De forma geral, os terapeutas defendem que as amantes costumam possuir baixa autoestima. Elas se apaixonam facilmente e desenvolvem um amor que, mesmo não sendo o ideal, creem ser o melhor que elas podem conseguir.
Por quanto tempo faz bem ser amante?
Por tempo nenhum. Ser amante é inventar um relacionamento que não existe, baseado em coisas irreais. É viver em um mundo de imaginação.
A mulher deve refletir bem sobre sua vida, o que está acontecendo e quais as garantias que existem de um futuro feliz nessa situação. Ainda que pensem “no meu caso é diferente”, não é.
O melhor a fazer é se afastar do infiel e buscar o caminho da própria felicidade. Todas as pessoas são capazes de ter um relacionamento de verdade, com uma pessoa verdadeira. É isso que o livro "Casamento Blindado", de Renato Cardoso e sua esposa, Cristiane, mostra. Para eles, todos podem ter um relacionamento totalmente honesto e só nesse tipo de relação existe a verdadeira felicidade. "Casais felizes prosperam mais economicamente, são mais saudáveis e formam filhos que se tornarão melhores adultos. Todo mundo ganha", garante. "A felicidade do solteiro tem data de validade. A vida a dois, bem conduzida, é muito melhor."
Fugir disso é caminhar para aniversários solitários e vida incompleta.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Semíramis, Obelisco e a farsa do Natal.

Muitos cristãos, inocentemente, aderem a práticas religiosas sem ao menos se atentarem que, na realidade, repetem alguns dos mesmos atos e 'rituais' de culturas pagãs passadas. A comemoração do Natal e o 'culto' à sua árvore são exemplos de como muitos conseguem ser iludidos pela religião.
Semíramis e a farsa do Natal e sua árvore
Para falar do NATAL, é preciso voltar ao tempo de NOÉ, após o dilúvio,
quando um de seus filhos, CAM, o viu dormindo embriagado e nu. Ele começou a rir de seu pai e correu para contar aos seus outros dois irmãos, SEM e JAFÉ.
Estes, ao contrário, foram de costas e cobriram a nudez do pai. NOÉ, quando soube do acontecido, amaldiçoou seu filho CAM, para que este e seus descendentes servissem a seus outros dois filhos. E toda a geração após ele se tornou maldita.
CAM casou-se com SEMÍRAMIS (esta é a mulher da nota de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais; a mulher da Estátua da Liberdade; a mulher da balança da justiça; da Columbia Pictures, etc.)
e ambos geraram um filho, NINRODE. Ele matou seu pai CAM e casou-se com sua mãe.
Foi o fundador da Babilônia, Nínive e outras cidades pagãs. Tentou levantar a torre de BABEL, e DEUS o impediu.
Seu tio SEM o matou, pois ele estava se opondo muito contra DEUS. SEMÍRAMIS, sua mãe e esposa, espalhou a mentira de que ele não havia morrido, e sim que havia ido para o céu, pois ele se dizia deus - o deus sol.
SEMÍRAMIS engravidou e dizia ser um presente dos deuses, que era a reencarnação de NINRODE; mas, na verdade, era fruto de uma traição, pois seu marido, e filho, já estava morto. E nasceu TAMUZ, no dia 25 de dezembro, deus sol dos egípcios, babilônicos, gregos, persas, romanos e, hoje, das S.S. (sociedades secretas).
Ele morreu durante uma caça, provavelmente por um animal selvagem, e seu corpo ficou caído sobre um tronco apodrecido de árvore. Sua mãe dizia que neste tronco nasceu um pinheiro, e todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comum as pessoas levarem um pinheiro para dentro de casa e o enfeitarem com ouro e prata, como símbolo do renascimento de TAMUZ.
As sacerdotisas jejuaram e choraram por 40 dias e 40 noites a morte de TAMUZ ao pé do pinheiro e, no final desse período, elas agradeciam umas às outras fazendo trocas de presentes, os quais eram depositados aos pés desse pinheiro. Todos os anos, no dia 25 de dezembro, era comemorado o Natal (nascimento de Tamuz).
Quando os PERSAS dominaram essa região, eles levaram todas as idolatrias para a PERSIA, inclusive os deuses TAMUZ, NINRODE E SEMÍRAMIS, que apenas mudaram de nome. O domínio, em seguida, passou para os GREGOS, e estes fizeram a mesma coisa, mudando apenas os nomes; eles passaram a ser ZEUS, AFRODITE E EROS.
Em seguida, os EGÍPICIOS dominaram e mudaram os nomes também, passando a se chamar OSIRIS, ISIS E HORUS.
Já nos tempos de JESUS CRISTO, o domínio era ROMANO, e ROMA mudou também os nomes. Passaram a se chamar apenas VÊNUS E CUPIDO, caindo a figura do pai. E no Século IV, depois de CRISTO, o imperador CONSTANTINO, para agradar aos CRISTÃOS que eram em grande número em ROMA, decidiu oficializar o CRISTIANISMO como religião oficial de ROMA. E para agradar ainda mais a eles, pegou os nomes mais fortes dentro do CRISTIANISMO e passou a chamar os ídolos por nomes CRISTÃOS.
TAMUZ e SEMÍRAMIS passaram a se chamar MENINO JESUS e VIRGEM MARIA. Assim, o Natal continuou a ser comemorado como sendo o nascimento do menino JESUS, mas, na verdade, esse menino seria TAMUZ, o deus pagão.
Outro engano disfarçado são os obeliscos. Feitos de uma pedra em forma quadrangular e alongada, os monumentos, preferencialmente, eram colocados na área central de amplos espaços abertos e nos templos do deus sol, Rá. E, apesar de no antigo Egito obelisco significar ‘proteção’ ou ‘defesa’, saiba o que realmente representa.
Obelisco
Você está olhando para a mais famosa representação pública do ato sexual no mundo. Este obelisco, no meio da satânica Roda das Oito Etapas para a Iluminação, encontra-se na Praça de São Pedro, no Vaticano. Bastante interessante ver uma representação sexual no Vaticano, pois eles falam muito sobre sexualidade, uma prova de que o catolicismo romano é uma forma de satanismo muito profunda. Outra prova é a ‘cruz invertida’, usada pelo papa.
Concluímos que o Obelisco é um monumento feito para adorar deuses, simbolizando a bandeira de Lúcifer e o ato sexual.

** Conteúdo retirado da Internet. Imagens meramente ilustrativas.


Fonte: Blog do Bispo Macedo
 

domingo, 22 de dezembro de 2013

"Ninguém é de ninguém"

Uma tentativa de se proteger de uma possível decepção?

 
As mulheres são românticas e sonhadoras por natureza. Isso é fato.
Elas amam ser paparicadas e lisonjeadas.
Fazer o jogo da sedução é com elas mesmas. Adoram sentir-se especiais.
Os homens são mais razão, enquanto elas, emoção.

 
 
 
 
O mundo para elas é muito mais colorido, mais alegre. Isso as faz mais vulneráveis às decepções e frustrações.
As mais jovens sonham com o príncipe encantado e vivem na esperança de que eles ultrapassem o mundo da ficção para o real.
Todavia, a realidade é bem diferente, e quando se deparam com ela, muitas acabam frustradas e decepcionadas. A partir daí, decidem que não se deixarão mais iludir por ninguém e resolvem "aproveitar a vida" ao máximo, sem se prender a ninguém.
Relacionamento? Só se for sem compromisso, aquele do tipo "aberto", onde ninguém é de ninguém. O que vale é a curtição, aproveitar o momento. Se "rolar" de novo, ótimo, se não, cada um segue o seu caminho.
 
 
Os chamados relacionamentos abertos estão na moda. Pode tudo, menos se apaixonar. Aparentemente é uma boa saída para homens e mulheres que não querem assumir um compromisso sério.
 
A pergunta é:
Quais as razões que levam homens e, principalmente, mulheres a não querer assumir um compromisso?
Seria uma forma de se proteger? Mas proteger-se de quê? Ou de quem?
Normalmente são pessoas que sofreram uma grande decepção amorosa e acreditam que a única maneira de se proteger é não se apegando a mais ninguém. Passam a ter relacionamentos superficiais e, quando percebem que a relação está caminhando para algo mais sério, "pulam fora".
Medo de sofrer é a resposta certa.
Evitam a todo custo sofrer por amor; e sofrem com a falta dele.
Fogem da possibilidade de amar e, mais uma vez, se decepcionar. E se deparam com uma realidade tão ou mais dolorosa que a primeira: a solidão.
O que é pior, a dor de uma decepção amorosa ou a dor da solidão?
Não existe dor pior. Existe apenas dor. E essa, quando é na alma, dói com a mesma intensidade.
O "relacionamento aberto" num primeiro momento parece ser bom, já que dá aos envolvidos a tão sonhada sensação de liberdade. Entretanto, ela é ilusória, porque, à medida que a relação se estreita, surge o afeto, o desejo de estar junto. E se esse sentimento não for recíproco, o sofrimento será inevitável e alguém, mais uma vez, sairá machucado.
O engenheiro civil, Roberto Martins (*), conta que não acreditava que pudesse haver fidelidade num relacionamento, por isso, não assumia nenhum compromisso sério. "Sempre fui muito aberto a ter várias companheiras ao mesmo tempo. Até mulheres casadas. No máximo gostava, mas não ao ponto de manter fidelidade", dia ele.
Entretanto, o feitiço virou contra o feiticeiro.
Roberto diz que achava que nunca iria sofrer na mão de alguém. Considerava-se autossuficiente. "Até que numa dessas 'aventuras' fui feito de bobo. Quando tentei concretizar algo, colhi tudo o que fiz com as anteriores. Eu fui fundo no relacionamento, larguei tudo, apostei tudo nele e quebrei a cara. Havia esquecido de perguntar se ela também estava disposta à mesma coisa. Tive até depressão, foi horrível."
Depois de sofrer outra decepção amorosa, Roberto decidiu mudar de uma vez sua postura. "Resolvi mudar o rumo da minha vida e me tornar um homem sério e comprometido. Mudei meus conceitos sobre relacionamento, família, amor e sinceridade."
Hoje, Roberto é um homem casado, fiel e feliz. E pode afirmar com conhecimento de causa que para ser feliz no amor - como em tudo na vida - é preciso compromisso e disciplina, do contrário, as frustações serão inevitáveis. "Esse tipo de relacionamento é muito cômodo para quem quer uma vida de promiscuidade", ressalta.
Como diz o poema de Camões:
"Amor é querer estar preso por vontade."
O que é prioridade para você: ser feliz ou ser livre?
(*) O nome do personagem é fictício, pois ele não quer ser identificado

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Mulheres inseguras não agradam.

Eles não suportam quando elas mostram insegurança

 

Tem algo pior do que viver ao lado de alguém inseguro?
Para os homens, não. A parceira se torna grudenta, incomoda o tempo todo com ligações, perde a noção das coisas e do bom senso.
Em alguns casos, o medo de ser trocada excede o limite da normalidade.
“Uma coisa é aquela insegurança natural, típica de início de relacionamento, quando o casal ainda está se conhecendo. A outra é quando a mulher começa a pegar no pé de forma exagerada e se mostrar insegura com tudo. Se não ligo, reclama. Se não consigo atender a uma ligação, aí tem coisa. Enfim, é bem difícil um namoro, noivado ou casamento dar certo ao lado de alguém inseguro. Eu mesmo já vivi isso no passado e foi um tormento”, recorda-se Ricardo Silva, de 48 anos, hoje casado e pai de dois filhos.
Tortura
É certo que o homem tende a ser mais tranquilo numa relação, por isso, face ao comportamento inseguro da parceira, o relacionamento acaba virando uma tortura. E isso independe da idade, das mais jovens às mais maduras, se houver insegurança no meio, é problema na certa.
O músico Alef Ramos (foto abaixo), de 18 anos, concorda plenamente. Para ele, quando a mulher é insegura, faz com que o seu parceiro também se sinta assim. “Com o passar do tempo, o homem começa a buscar essa segurança (que não encontra nela) em outras coisas. É aí que surgem os problemas no relacionamento”, comenta.
Quem já viveu ou vive algo semelhante sabe bem como é ruim estar ao lado de alguém assim. Alessandro Alves, de 41 anos, é exemplo disso.
Ele, que teve uma namorada bastante problemática, conta como foi ‘amarga’ a experiência: “Ficamos cerca de 3 anos juntos. Entre idas e vindas, suportei muita coisa, inclusive calúnias infundadas. Talvez o fato de morarmos em cidades distantes tenha colaborado ainda mais para alimentar a insegurança dela, que me atormentava. Mesmo não dando motivos para sentir-se daquela maneira, ela nunca estava satisfeita com nada, via problema em tudo. Chegamos a um ponto do relacionamento em que não deu mais para continuarmos juntos.”
Saída
Mas existe solução para a insegurança no relacionamento? Sim. Porém, é preciso muita paciência, diálogo e amor para reverter esse quadro. Ou, definitivamente, dar um basta.
A escritora Nanda Bezerra, autora do livro “40 segredos que toda solteira deveria saber”, comenta a respeito do assunto em uma postagem no blog pessoal de Cristiane Cardoso.
De acordo com ela, diante de uma situação como essa, a melhor coisa a ser feita para mudar esse cenário é se ocupar.
Essa atitude em muitas mulheres é receita certa para que o relacionamento fracasse. E pior: quando tudo termina, elas se sentem sozinhas, perdidas e com a autoestima totalmente destruída. Entrar em um relacionamento é algo sério, mas não quer dizer que a sua vida precisa parar ou girar totalmente em torno daquela pessoa. Não conheço um homem sequer que admire uma mulher insegura e grudenta.”
Esses e outros assuntos relacionados à vida sentimental você assiste no “The Love School”, transmitido diariamente, às 11h, pela TV Universal, e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record de Televisão.
 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Os riscos de uma nova união.

Casais que se unem por um impulso estão fadados à tristeza

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um erro fatal.

Casais que se unem por um impulso estão fadados à tristeza

domingo, 8 de dezembro de 2013

Descubra o segredo para ser feliz no amor.

Além de revelar como alcançou o sucesso no casamento, bispo Edir Macedo dá dicas para quem sofre com o desprezo da outra pessoa
Por Cinthia Meibach / Fotos: Demetrio Kochredacao@universal.org.br

Estudo recente da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriu que o medo de ficar solteiro é um dos fatores que fazem as pessoas sustentarem um relacionamento infeliz, mesmo sabendo que a outra pessoa não é a parceira ideal para ela.
Tanto esse medo, como também a paixão e a ansiedade são sentimentos que servem como base para o início de muitos relacionamentos. Porém, o bispo Edir Macedo, durante reunião especial da Terapia do Amor, realizada nesta quinta-feira (5), na Universal de Santo Amaro, em São Paulo, deixou claro que tais opções só resultam em frustração sentimental.
“Quando uma pessoa quer crescer profissionalmente, ela busca se especializar em uma universidade. Durante anos de estudo, a emoção é deixada de lado e o aluno recebe um aprendizado que consiste em informações racionais. Ao sair dali e praticar o que aprendeu, o sucesso é uma consequência. Se o êxito no amor é mais importante do que todas as demais conquistas, por que então as pessoas na hora de escolher quem vai viver ao seu lado pelo resto da vida desprezam a razão e optam pela emoção?” Questionou o bispo.
Em seguida, ele explicou que isso acontece porque nada é mais enganador, ilusório e corrupto do que o coração, pois é ele que faz o ser humano sofrer por um amor não correspondido ou se envolver com a pessoa errada.
Quem estava na reunião cultivando dentro de si uma paixão por alguém que não merecia, recebeu do bispo dicas para se livrar desse sentimento. “A primeira coisa é deixar o seu inimigo número 1 neutralizado, o coração. Ele fica neutralizado quando, por exemplo, você deixa de olhar a foto de quem a rejeitou e até se desfaz dela e de tudo que lembra essa pessoa. Você tem que se valorizar e não ficar sofrendo. Seja sábio”, aconselhou.
Tal sabedoria, usada pelo bispo, e que possibilitou a ele contar sobre a felicidade que vive há 42 anos ao lado da esposa, Ester, foi dada pelo Espírito do Amor, que é o Único capaz de garantir uma união duradoura e feliz.
“O Espírito Santo fala, orienta e forma uma nova vida dentro de você. Ele sabe da sua carência, da sua necessidade e coloca a pessoa certa no seu caminho. Mas, para Tê-lo, é preciso que Ele seja o primeiro na sua vida, antes de mãe, pai, filhos, de qualquer coisa. Quando você O coloca como primeiro, Ele lhe faz o primeiro na vida Dele também. A receita é simples, mas dá certo, porque funcionou comigo e vai funcionar com você.”
Como da primeira vez
 
Débora Mendonça (na foto ao lado, com as filhas e o esposo), de 45 anos, também fez uso dessa receita. Casada há 26 anos, ela contou aos presentes na reunião que, na primeira semana de casamento, o marido, Eduardo Mendonça, hoje com 50 anos, a expulsou de casa depois de uma briga. “Ele era nervoso, quebrava tudo. Tivemos várias separações em virtude dessas atitudes”, lembrou ela.
Há quem diga que quando alguém age assim com o companheiro é porque não existe amor. Mas Eduardo afirma que amava a esposa, porém, foi só quando Débora começou a frequentar a Universal e mudar de comportamento que ele entendeu a razão dos conflitos.
“Ela foi primeiro e eu percebi que, mesmo eu a maltratando como antes, ela não reagia mais. Além disso, deixou de ser ciumenta. Eu estranhei esse novo comportamento e decidi segui-la para ver aonde ela estava indo. Fiz bem, porque encontrei o mesmo Deus que ela. Hoje sou outra pessoa. Nosso casamento é harmonioso, não brigamos mais, eu posso dizer que passei a amá-la como da primeira vez que nos vimos. Estamos felizes de verdade”, afirmou Mendonça.
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Como chamar atenção dos homens.

Pesquisa indica que os homens preferem as mulheres mais discretas.
Por Jeane Vidal / Foto: Thinkstockcjvlima@universal.org.br



Saia curta, blusa decotada, calça apertada, transparências... Esses são métodos infalíveis para atrair os olhares masculinos, não há como negar.
Muitas mulheres se utilizam desse artifício para chamar atenção deles. Quanto mais sexy e sensual ela for, mais será notada. Mas será esse o tipo de atenção que a mulher realmente quer do homem?
Cristiane Cardoso, escritora e apresentadora do programa "The Love School", afirma que não. Segundo ela “esse tipo de atenção é temporária”, e não é a que a mulher realmente gostaria de ter. "Essa é a atenção errada, muito barata, muito rasa", completa o também apresentador Renato Cardoso.
Contrariando as expectativas de muitas mulheres, e embora os homens não poupem olhares àquelas de estilo mais ousado e sensual, para um futuro relacionamento, eles preferem as mais discretas.
É o que indica uma pesquisa feita pelo site VoucherCodesPro.co.uk, com informações do jornal inglês Daily Mail. De acordo com o levantamento, 45% dos entrevistados revelaram que preferem as mulheres de estilo mais clássico, enquanto 31% deles alegaram aprovar o look mais ousado. E apenas 17% disseram não se importar com a vestimenta.
A pesquisa ainda indica que os homens tendem a respeitar mais mulheres que expõem menos o corpo.
"A atenção que a mulher deseja do homem é obtida de outras maneiras", esclarece Renato Cardoso. Segundo ele, "o que faz a mulher mais atraente para o homem é a graciosidade, a feminilidade. Valores que têm entrado em extinção nas mulheres hoje em dia".
Ao contrário do que se pensa, é perfeitamente possível ser feminina, dócil e graciosa sem deixar de ser uma mulher de sucesso e batalhadora. Mas, infelizmente, "hoje em dia a mensagem que recebemos é que isso é coisa do passado, que hoje somos modernas, e ser moderna significa dizer que somos iguais aos homens. Só que exatamente o que nós tínhamos de diferente dos homens está sendo tirado", lamenta Cristiane.
A mulher, quando é feminina, demonstra ser segura de si, confiante, que sabe o seu valor. "É isso que atrai o homem", revela Renato.
Cristiane esclarece que essa graciosidade, no entanto, não se restringe apenas à maneira de se vestir, mas é um conjunto de fatores que envolvem o comportamento. "A verdadeira beleza feminina está no jeito doce de ser. A mulher, quando fica reclamando, brigando, fazendo cara feia, em vez de chamar atenção do marido está perdendo a graciosidade dela. Ela chama o tipo de atenção errada."
O homem se sente atraído pela mulher que o faz se sentir respeitado por ela, ressalta o apresentador. "Ela não precisa ficar competindo com ele, porque ela sabe que a força que tem é mascarada por essa graciosidade."
"É uma força tão bonita que foi dada por Deus. Nós temos o privilégio de sermos graciosas, bonitas; temos uma beleza que não precisa ser artificial, uma beleza que transparece no nosso comportamento", destaca Cristiane.
Para mais dicas sobre relacionamento, assista ao "The Love School" diariamente, na TV Universal, ou aos sábados, ao meio dia, na Rede Record.