Sejam Bem vindos! O intuito é de passar um pouco das minhas experiências na Palavra de Deus. Um abraço.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Ato Conjugal.
O ato conjugal trata do relacionamento sexual entre o marido e sua mulher. O que pode ou não nesse ato? A Bíblia não especifica como se deve fazê-lo. Apenas adverte quanto ao que é contrário à natureza (Romanos 1.26).
A meu ver, contrário à natureza significa tudo que distorce a harmonia entre Deus, o ser humano e a natureza.
No sexo anal, o reto é agredido com uma introdução estranha à sua natureza. Ele não está na função de receber, mas de expelir. Expelir o quê? Fezes, excremento ou cocô. As fezes são o lixo do corpo humano. Usar o ânus como objeto de prazer é o mesmo que degustar um belo jantar a dois no meio do lixão. Não faz sentido. É questão de higiene, de saúde e, sobretudo, de inteligência.
Entretanto, cada um é dono de seu próprio corpo e faz dele o que bem entender. Por isso, nos foi dado o livre arbítrio.
O cristão sabe que seu corpo é templo do Espírito de Deus. E como tal, não aceita submeter-se a nada contrário à natureza.
Fonte: Blog do Bispo Macedo
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Por Que Julgar?
A cada dia que passa mais difícil esta de se encontrar mulheres virtuosas, uma das características da mulher comum é o julgamento. Julgar nada mais é do que se achar melhor do que a outra pessoa e só ver erros nela. Tudo começa pelos olhos : quando a pessoa tem bons olhos ela vê a luz nas outras pessoas , ou seja : ela consegue ver as coisas boas e ainda que tenham defeitos como todas nós temos, ainda ali ela vê uma oportunidade de mudança. Mas quando se tem olhos maus à pessoa só enxerga o que há de ruim na outra pessoa, tendo poucas ou muitas qualidades ela não as vê, enxergando apenas seus erros e defeitos, e tendo os olhos maus, sendo uma mulher comum, ela tenta com todas as suas forças, de qualquer maneira prejudicar a outra pessoa, expor seus erros a outras, mas, ela não se revela, não chega para a outra com intenção de ajudá-la (o que seria o correto), não !
Ela quer mesmo expor a outra pessoa como se quisesse prejudicá-la, para mostrar a todos o quanto a outra é falha, o quanto ela tem erros. E eu te pergunto :
- Como Deus pode abençoar uma mulher assim ?
Embora ninguém saiba, pois ninguém a vê neste julgamento “secreto”, Deus está vendo ! E o reflexo se manifesta na vida dela : o ministério não vai pra frente, nunca é abençoada na vida sentimental, não tem amigas verdadeiras, todos seus planos são frustrados … e a lista continua.
E o que se deve fazer ? Se você é a mulher comum que julga, se arrependa, peça perdão a quem “tentou” prejudicar (não passará de tentativas, pois Deus não vai desamparar as que são suas) e nunca mais volte a cometer este erro. E se você è a “vitima” seja uma mulher VIRTUOSA : ore para que Deus ajude a pessoa que te julgou a mudar e a tornar-se uma mulher virtuosa !!!
AUTORA: SB
Fonte: http://pastorleandrobianco.blogspot.com/
Obr. Lúcia Nikkel
Cristão da Universal
Ofereça Romance ao Seu Amado.
Segundo pesquisadores e conselheiros, um dos motivos que mais levam casais a se separarem é um sexo ruim.
Como sexo ruim poderíamos chamar o sexo mecânico, por obrigação, rotineiro, aquilo que é feito sem motivação, algo como que sem sal e sem açúcar.
Cantares 7:10-13
“Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim. Vamos, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. Levantemo-nos cedo de manhã, para ir às vinhas, vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras, dar-te-ei ali o meu amor. As mandrágoras exalam o seu perfume e às nossas portas há toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos, eu tos reservei, ó meu amado.” •.
A sabedoria contida neste livro é algo impressionante. Narra história de um tempo tão distante, mas com um tema tão atual e interessante.
Veja que Deus tinha razão, Ele já sabia que se o amor entre um homem e uma mulher não estiver suprindo necessidades fisiológicas e emocionais, este amor poderia não resistir.
Ele tinha razões para inspirar o Livro de Cantares para que nós usufruíssemos dele. Imagino que desejou que tal livro fosse para nós um aprendizado de como nos relacionarmos romanticamente com o nosso cônjuge.
E nesse versículo está algo que eu gostaria de destacar para a nossa meditação, que é o fato da amada convidar o amado para irem até um lugar bonito, cercado de flores e frutos, em meio à natureza com a promessa de ali, neste lugar diferente e especial, eles fazerem amor.
Parece coisa de filme, é realmente coisa de gente romântica e apaixonada.
Às vezes o recato excessivo, a timidez, a insegurança ou outro qualquer embaraço faz com que ela não tenha esta ousadia.
Desta maneira, a mulher é sempre a parte passiva nos encontros sexuais do casal, e isso, não me parece bom que seja sempre assim.
A mulher não toma a iniciativa, não consegue externar seus sentimentos mais bonitos, seus desejos mais secretos, em virtude de alguma coisa ligada ao seu passado, quem sabe uma educação rígida demais, um trauma ou algo parecido.
Então ela não consegue se soltar emocionalmente no encontro com o amado, retém seus sentimentos, como se sentir desejo ou prazer fosse algo pecaminoso. Outras vezes, teme a reação do marido, “o que ele vai pensar de mim” afinal de contas sou uma cristã.
Agora, é preciso que as mulheres saibam que, ainda que na maioria das vezes seja o homem quem toma a iniciativa do ato sexual, é importante que de vez em quando isso venha da mulher, por que o marido receberá estímulos para o encontro de amor, sentir-se-á desejado, e isso fará um bem enorme para o relacionamento.
E no caso da mulher de Cantares (Sulamita), primeiro ela não se envergonha de fazer um convite para o amor.
Incrível, mas ela tem um planejamento completo para esse dia de amor. Convida ele para sair do lugar onde se encontram, e o chama para passar a noite nas aldeias, e no amanhecer do dia fazer um passeio nas vinhas, passando um tempo observando as flores se abrindo e nesse lugar ela se entregará em amor a ele. Ela não esqueceu nenhum detalhe, ela é observadora e percebeu que o amado está com “saudades” dela. E mais, para depois do amor, frutas para ele.
Veja que ela arrumou tempo para os dois, em nome da continuidade do amor, tomou todas as providências para que desse certo.
Vemos hoje os casais se separando por causa de um sexo ruim, não se tem um planejamento no coração dos cônjuges, a mulher muitas vezes permanecesse na sua passividade, como quem diz: " Se ele me procurar, tudo bem." , então vivem um amor pouco romântico e um sexo pouco inspirado, deixando assim o relacionamento muito próximo do abismo.
Só para concluir, a Sulamita era uma mulher que cuidava do relacionamento para que sempre o amado tivesse "saudade" dela.
Fique firme com Deus.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Caráter de Um Bom Casamento - I.
Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24). Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".
Estratégias Inaproveitáveis
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira. O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento. Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.
Instruções Divinas
As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.
Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação. Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem. O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.
Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela. Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se. Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.
Estratégias Inaproveitáveis
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira. O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento. Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.
Instruções Divinas
As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.
Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação. Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem. O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.
Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela. Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se. Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.
O Selo, O Cordão e O Cajado.
Os três são importantes e cada um deles é útil na vida de qualquer cristão. E através da comunhão com Deus, aumenta-se o relacionamento com Deus e renova-se os três dentro de nós. E a mensagem esclarece isso. O Selo é ligado ao Cordão que é ligado ao Cajado.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Tua Graça Me Basta.
Essa letra é linda!
Eu não preciso ser reconhecido
Por ninguém
A minha glória é fazer com que
Conheçam a Ti
E que diminua eu pra que tu cresças,
Senhor, mais e mais
E como os serafins que cobrem o
Rosto ante a ti
Escondo o rosto pra que vejam Tua
Face em mim
E que diminua eu pra que tu cresças,
Senhor, mais e mais
No Santo dos santos a fumaça me
Esconde só teus olhos me vêem
Debaixo de tuas asas é o meu abrigo
Meu lugar secreto
Só Tua graça me basta e Tua presença
É o meu prazer
Tua presença, Tua presença é o meu prazer...
Eu não preciso ser reconhecido
Por ninguém
A minha glória é fazer com que
Conheçam a Ti
E que diminua eu pra que tu cresças,
Senhor, mais e mais
E como os serafins que cobrem o
Rosto ante a ti
Escondo o rosto pra que vejam Tua
Face em mim
E que diminua eu pra que tu cresças,
Senhor, mais e mais
No Santo dos santos a fumaça me
Esconde só teus olhos me vêem
Debaixo de tuas asas é o meu abrigo
Meu lugar secreto
Só Tua graça me basta e Tua presença
É o meu prazer
Tua presença, Tua presença é o meu prazer...
Pastor de Verdade.
Ele acorda, levanta, ajoelha e ora, louva, consagra, jejua, exorta, sorri e chora.
Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa.
Glorifica, prega, unge, visita, compreende e perdoa. Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece.
Acalenta, socorre, profetiza, peleja, vence e agradece.
Santifica, ouve e cala. Dá, recebe, restaura, triunfa, edifica, sente e fala.
Vida do pastor da Igreja Universal...
Olha o relógio, já está atrasado!
Ele não tem carro, pega um ônibus apertado.
Vai ao hospital, presídio, velório, seja onde for, em busca da ovelha perdida, pois ele é um pastor.
Seu corpo cansado aguarda a hora de ir para a cama.
E quando isso acontece, logo o telefone chama.
Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado.
É a ovelha aflita que precisa de cuidado.
E lá se vai o pastor, levando consolo ao coração aflito.
Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito.
É a dor que se transforma na alegria da compensação por ter sido escolhido
para tão sublime missão.
É tarde quando volta para casa, e nesse momento a esposa diz:
“Hoje é o nosso aniversário de casamento.”
O clima de festa, a mesa arrumada... mas a comida esfriou... e sem jeito diz:
“Perdoa, meu amor, esta é a vida do homem de Deus no Altar.”
Bispo Julio César L. Freitas
Fonte: Blog do Bispo Macedo
Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa.
Glorifica, prega, unge, visita, compreende e perdoa. Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece.
Acalenta, socorre, profetiza, peleja, vence e agradece.
Santifica, ouve e cala. Dá, recebe, restaura, triunfa, edifica, sente e fala.
Vida do pastor da Igreja Universal...
Olha o relógio, já está atrasado!
Ele não tem carro, pega um ônibus apertado.
Vai ao hospital, presídio, velório, seja onde for, em busca da ovelha perdida, pois ele é um pastor.
Seu corpo cansado aguarda a hora de ir para a cama.
E quando isso acontece, logo o telefone chama.
Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado.
É a ovelha aflita que precisa de cuidado.
E lá se vai o pastor, levando consolo ao coração aflito.
Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito.
É a dor que se transforma na alegria da compensação por ter sido escolhido
para tão sublime missão.
É tarde quando volta para casa, e nesse momento a esposa diz:
“Hoje é o nosso aniversário de casamento.”
O clima de festa, a mesa arrumada... mas a comida esfriou... e sem jeito diz:
“Perdoa, meu amor, esta é a vida do homem de Deus no Altar.”
Bispo Julio César L. Freitas
Fonte: Blog do Bispo Macedo
Diga Não Para A Ansiedade.
Confia ao Senhor as tuas obras,e os teus desígnios serão estabelecidos. Provérbios 16:3.
É bom amar e ser amado. Mas, para se alcançar isso, é necessário não ter ansiedade. Ansiedade é prejudicial porque pessoas ansiosas escolhem de acordo com o sentimento e não de acordo com a razão. Para amar e ser amado, primeiro tem que conhecer Aquele que pode transformar esse sonho em realidade. Esse sonho é possível, mas, para alcançá-lo é preciso entregar o coração ao Senhor.
Com o coração preenchido pela Presença de Deus, não há dúvida, não há ansiedade, não há desespero porque Ele dá a segurança, Ele dá o conforto, Ele supre as necessidades. Entregar-se ao Senhor é fazer dEle o seu refugio, é fazer dEle o seu Amigo, se entregar a Ele é deixar Ele escolher. Isso é sinal de confiança. É como está escrito:Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais, Ele fará. Salmos 37:5. Deixe Ele ser o seu caminho, Deus sabe o que é melhor para nós. ele sabe onde está a pessoa certa.
Depois que passar a confiar nEle, aproveite a espera para ser uma benção na vida daquele que Deus colocará na sua vida. Aproveite a espera e passe a andar como uma mulher de Deus. Na espera, Deus pede para que venhamos a nos preparar, e no caso da benção sentimental, depois do pedido, somos levadas para o deserto para sermos preparadas. Se ainda não tem o coração no Senhor e passar a gostar do rapaz, o seu coração será dele e não do Senhor e isso Deus não irá permitir.
Cada área de nossas vidas quando fazemos um pedido por elas, vamos para o deserto para sermos moldadas. Se você já fez o pedido e se encontra no deserto, aproveite a oportunidade para amadurecer espiritualmente. deixe Deus te moldar para ser uma mulher ou um homem com caráter de Deus. Ele mesmo diz: Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. Filipenses 4:6. Deus já ouviu as nossas orações e está respondendo, ele não responde com um homem ou uma mulher na sua frente da noite para o dia. Ele responde quando temos que olhar para dentro de nós mesmos. Quando vemos que ainda temos defeitos que irá atrapalhar a vinda do homem ou da mulher de Deus.
Seja uma mania que ninguém aguenta e você insiste em dizer que nasceu assim e que vai morrer assim. Nesse caso, Deus não tem como agir. Se você não mudar, como o homem que Deus preparou para você, vai aguentar? Deus não age dessa maneira. Quando olhamos para nós mesmos, vemos os nossos defeitos e qualidades. Se os defeitos forem maiores que as qualidades, tem algo errado que precisa ser consertado imediatamente. Se você obedece a Deus, é fiel a Ele, com certeza será a auxiliadora que o homem de Deus necessita. Se você não consegue obedecer a Deus, sinto muito, mas, vai continuar sozinha.
Fique firme com Deus.
domingo, 19 de setembro de 2010
Visão.
Cada ser humano nasce único e traz em si sinais desta identidade individual. As impressões digitais são as marcas mais evidentes que conhecemos desta característica pessoal. O nome dado por nossos pais, ainda que seja o mesmo de outras pessoas, também nos identifica individualmente. Mas, há outro sinal que é parte integrante da característica pessoal e que, apesar de só aparecer mais tarde, é intransferível e já nasce com cada um de nós: o talento.
Deus dá talentos a todos e cabe a cada um identificar o seu, desenvolvê-lo e utilizá-lo. Muitas pessoas cometem o engano de não levar em conta o talento no momento de escolher a profissão que pretendem seguir para o resto da vida. Parece óbvio que se deve optar por fazer algo de que se goste ou para o qual se leve jeito, mas, infelizmente, grande parte das pessoas tem levado em consideração outros valores na hora de escolher que caminho trilhar.
Compensação financeira e ascensão social têm sido as metas objetivadas por muitos jovens quando escolhem a carreira que vão seguir, mas eles se esquecem, ou não levam em consideração, que estes fatores são apenas o resultado de um trabalho realizado com qualidade, e só é possível fazer bem algo para o qual temos aptidão. Dinheiro e sucesso são consequência e não causa. A causa é o talento.
O talentoso tem o amor como combustível de suas realizações. Seu prazer é esmerar-se na qualidade do que faz; a realização pessoal do resultado alcançado o completa. A compensação financeira é apenas uma consequência.
O noticiário está repleto de casos de erros médicos que destroem vidas; falhas de engenharia que comprometem construções grandiosas; ações de advogados que promovem a injustiça, e uma infinidade de outros exemplos de tragédias protagonizadas por pessoas que escolheram uma profissão visando o lucro que poderiam ter, mas sem o menor talento para exercê-las.
Os que sufocam um talento, rejeitam um dom de Deus. Ainda que consigam o tão almejado sucesso financeiro, invariavelmente adquirem uma frustração permanente. São pessoas de bolsos prósperos e almas insatisfeitas. Muitos se acomodam nesta condição, até porque a sociedade nos ensina a grande mentira de que trabalho não pode ser sinônimo de prazer, e que fazer o que não gostamos é o preço que se paga para conquistarmos algo na vida.
A oração de quem conhece o talento que tem, não deve ser no sentido de perguntar se aquilo é da vontade de Deus para sua vida. Deus não nos daria uma aptidão se não quisesse que a usássemos. O que devemos pedir é que o Espírito Santo nos guie para usarmos nossos talentos de forma que Deus seja glorificado nesta ação. Se alguém não tem claro para si qual é o talento que Deus lhe deu, deve buscar isso em oração, fazendo uma parceria com o Senhor, que nos dá o discernimento para descobrir o dom de cada um. O talento usado sem a direção do Espírito Santo também pode nos levar à ruína espiritual e material.
Por ser uma dádiva Divina, o talento á algo com o qual temos que lidar na esfera espiritual. Tendo isso como meta, estaremos buscando o Reino de Deus em primeiro lugar, e tudo o mais nos será acrescentado (Lucas 12:31).
Fonte: Blog do Bispo Macedo
Enquanto O Amor Não Vem.
Indo contra a modernidade, alguns solteiros abominam o "ficar" e dizem o que fazem enquanto esperam pelo amor de suas vidas
Enquanto a sociedade apregoa que o que está na moda é "ficar" e de preferência com várias pessoas ao mesmo tempo, sem criar nenhum tipo de vínculo, há aqueles, como dos relatos abaixo, que estão em busca de um compromisso e contam como lidam com a solidão e o que fazem para manter a autoestima elevada enquanto o amor não vem.
O que fazer enquanto se espera pelo amor de sua vida?
“Muita gente diz que o namoro convencional foi deixado de lado, mas estou em busca de um relacionamento sério. Quero namorar, noivar, casar, tudo como manda o figurino”, diz L.S., de 39 anos.
Ela conta que está divorciada há 5 anos e ficou eufórica quando ouviu os primeiros acordes da liberdade. “Sofri muito com o término do meu casamento e achei que seria fácil encontrar alguém. Mas só colecionei frustrações. Me envolvi com várias pessoas e foi uma decepção atrás da outra. Estava me sentindo carente, solitária e me envolvia sem ao menos conhecer a pessoa e pulava etapas. Há 6 meses decidi que ficaria um tempo sozinha e passei a cuidar mais da minha vida espiritual, me fortalecer emocionalmente. Muitos foram contra a minha decisão, mas me mantive firme. Hoje, estou mais forte em todos os sentidos, tenho mudado bastante e quando tiver um novo relacionamento sei que será diferente. Aprendi que esse negócio de ficar primeiro para ver se tem a chamada química, nem pensar, pois quem pratica o “ficar”, fica só no final.
Enquanto espero por um amor, tenho feito ginástica, cursos, cuidado de mim em todos os sentidos, para que quando a pessoa que Deus tem preparada para mim chegar, me encontre linda, feliz e abençoada. Por ter entregado a minha vida na mão de Deus e tomado essa decisão de esperar, já me livrei de várias roubadas. Em outras ocasiões eu teria deixado as minhas emoções me dominarem. Mas estou muito bem, quero encontrar uma pessoa especial. E o meu conselho para quem está sozinha é: se ame, esteja sempre sorrindo, feliz, afinal ninguém vai querer namorar com uma pessoa que vive triste e cheia de problemas. Se cuide em todos os sentidos, enquanto a pessoa amada não chega e não retarde o encontro com a pessoa que Deus preparou para você se envolvendo com qualquer um ”.
Queremos um amor antigo, mas temos vergonha de admitir
Depois de vários relacionamentos frustrados a atriz Suellen Slindvain, de 28 anos, diz que resolveu ficar sozinha e acredita que a pessoa tem que estar bem estruturada para se manter “sozinha”, principalmente no mundo atual, onde os relacionamentos estão sendo descartáveis. “Por mais dolorido que pareça, estar sozinha só me fez crescer e me conhecer melhor. Cansei de ficar por ficar, porque depois só ficava mesmo a solidão e expectativas não correspondidas. Passei a ter um ideal. E quando temos um ideal não nos envolvemos com qualquer um. Eu quero um relacionamento sério, mas isso se torna a cada dia mais difícil, porque, com a evolução do mundo, as pessoas se esqueceram de separar as coisas dentro coração. Não precisamos ser duros com nós mesmos, para mostrar independência, força ou algo do tipo.
Já ouvi por várias vezes pessoas dizerem que casar é antigo, que desejar ficar velhinho ao lado de um grande amor está fora dos padrões. Esses novos conceitos têm confundido demais as pessoas e nos tornado cada dia mais carentes de afeto verdadeiro e com medos que nunca deveriam existir. Afinal, cadê os seres evoluídos em que nos tornamos ? Cadê as pessoas independentes e de personalidades bem formadas? Na verdade, ainda acreditamos no amor e queremos ser iguais aos nossos avós, que até hoje passeiam pelo parque de mãos dadas. Queremos sim um amor antigo, igual ao dos nossos avós, mas temos vergonha de admitir”.
Amar e ser amado
“Essa bandeira da liberdade que todos nós hasteamos é só para não nos sentirmos excluídos ou sermos tachados de antiquados”, diz Marcelo, de 30 anos, que prefere não ter o sobrenome revelado. Ele conta que depois que terminou um relacionamento de 5 anos preferiu curtir a solteirice. “No início foi muito bom. Cada dia ficava com uma garota diferente, mas um dia me senti extremamente sozinho e pensei: ‘O que estou fazendo com a minha vida?’
Sei que as mulheres reclamam muito dos homens, mas muitos homens também querem um relacionamento sério. E é isso também que quero para a minha vida e estou disposto a esperar e agir diferente nos próximos relacionamentos, com o propósito de construir uma linda história de amor, uma família. Para tanto, mudei o meu roteiro. Nada mais de baladas, de ficar até tarde na rua. Meus amigos até questionaram se eu estava bem. Por que sair a noite e não ficar com alguém? Hoje, mais do que quantidade, tenho optado por qualidade. Dei um tempo para mim mesmo, e tenho pedido a Deus que me mande uma pessoa especial. E só vou namorar quando tiver a certeza de que aquela é a pessoa certa para mim”, finaliza.
Fonte: Arca Universal
Fique firme com Deus.
sábado, 18 de setembro de 2010
O Que Pode E O Que Não Pode Fazer.
O que fazer? Pode isso? E aquilo? Alem de a fé servir para a justificação diante de Deus, também serve para eliminar as dúvidas que surgem ao longo da vida. Esse é o maior beneficio da fé.
Problemas com o casamento, sexo, vinho e outros tantos são de ordem pessoal.
Quem deve dizer para mim como deve ser o meu relacionamento conjugal?
Quem deve ditar normas de conduta no meu casamento?
Quem deve dizer o que devo ou não beber ou comer?
Obviamente, estas são questões puramente individuais e ninguém tem o direito de conduzir minha vida, salvo a Palavra de Deus.
Mas, e quando a Palavra não é clara com respeito a assuntos de fórum íntimo?
Ora, o Espírito Santo opera em nós instruindo segundo Sua vontade. E quando Ele instrui, é pela fé que Ele o faz. Logo, a fé é o caminho a seguir.
O que para alguns é pecado, para outros não é. E vice-versa.
O fato é que a paz do Senhor Jesus tem de ser o árbitro em cada coração. Se o meu coração está em paz com Deus, quem tem autoridade de me dizer o que devo ou não fazer?
É por isso que a gente tem insistido no novo nascimento. Pois quem é nascido do Espírito é espírito e vive pelo Espírito. Ou seja, pela fé.
Ademais, tudo o que não provém da fé é pecado.
Fonte: Blog do Bispo Macedo
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Vale A Pena Ler Até O Fim.
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer." Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou: "Você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane, em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho: "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio." Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher. Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim." Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: "Pai, está na hora de você carregar a mamãe." Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo."
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar."
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe."
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
Fonte: Blog do Bispo Macedo
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