sábado, 26 de outubro de 2013

Cuidado com quem está do seu lado

Os maliciosos estão espalhados, esperando uma oportunidade para destrui-lo

Por Sabrina Marques / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 

Todo cristão sabe que a coisa mais importante que podemos conquistar na vida é a Salvação. Sabemos também que a luta deve ser diária, pois o pecado bate à porta todos os dias.
O bispo Edir Macedo falou, para milhares de pessoas que participaram da reunião da "Noite da Salvação", nesta quarta-feira (16), na Universal de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, que um dos fatores mais importantes para a conquista da vida eterna é deixar a malícia de lado.
Mas você sabe o que significa a malícia?
Segundo o dicionário Michaelis, malícia é uma propensão para o mal, uma astúcia, esperteza, empregadas com intenção de prejudicar alguém.
"A malícia se caracteriza pela intenção que a pessoa tem dentro do seu coração. Se a intenção é má, mais cedo ou mais tarde ela vai se manifestar, e obviamente não conseguirá chegar a lugar nenhum com Deus. Enquanto a pessoa possuir essa má intenção, estará condenada ao inferno, e ninguém pode livrá-la a não ser ela mesma", comentou o bispo.
O fato é que todos devem saber e ter consciência de que continuar na prática da malicia é algo extremamente perigoso, e que tem levado muitas pessoas à queda na fé, fazendo-as perder a visão.
"A malícia tem dominado muitas pessoas dentro das igrejas, por isso, tome cuidado com quem você conversa, pois quem é malicioso não quer ir para o inferno sozinho. A sua Salvação é uma revelação de Deus, e você não pode deixar que ela corra riscos em hipótese alguma", alertou o bispo.
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mulheres que escolhem não ter filhos

O ideal é que a decisão seja tomada pelo casal

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

A maternidade talvez seja o momento da vida mais desejado por grande parte das mulheres que são casadas. Porém, esse desejo vem se transformando na sociedade atual, dando espaço principalmente a uma carreira bem-sucedida. “Não é porque elas optam por não ter filhos que querem ficar distante de crianças”, comenta a psicóloga Janaína Alvarez.
De acordo com Janaína, o fato é que as mulheres que decidem não dar à luz ainda são vistas pela sociedade como um caso a parte, e muitas vezes taxadas como egoístas. “Mas o casal é que tem que avaliar o que é prudente diante do relacionamento.
 
A psicóloga ressalta ainda que, normalmente, a decisão de não ter filhos parte primeiramente da mulher por ser muito atarefada, mas se for de comum acordo do casal essa fase da vida pode ser deixada de lado. “Essa intenção tem que ser conversada antes mesmo de acontecer o casamento. Ambos têm que conversar serenamente e ver o que convém aos dois. Pode ser que com o passar dos anos mude, mas o melhor é deixar bem definido logo no início do relacionamento, para que ninguém se sinta enganado”, alerta ela.
Ser mãe é uma grande responsabilidade
“Não tinha planos de gerar um filho, não conseguia me imaginar cuidando de uma criança diariamente, o tempo inteiro. Mas, por um descuido meu e do meu marido, aconteceu. Após 8 anos de casamento, eu estava esperando um bebê”, lembra a publicitária Amanda Mattos Sabbag, de 34 anos, mãe de Leonardo, de 1 ano e meio.
Amanda conta que a vida mudou desde o primeiro dia em que descobriram a gestação. “Antes, viajávamos muito, comprávamos roupas, saíamos para jantar ao menos duas vezes por semana, e isso teve que mudar. Não tínhamos nenhuma reserva de dinheiro, pois aproveitávamos cada momento para nos divertirmos. Tive que aprender a deixar o que gostava de lado, e isso foi difícil no começo.”
Segundo a publicitária, atualmente o dinheiro e seu tempo são dedicados exclusivamente ao filho. “Agora estou apta. Penso primeiramente em comprar as coisas para ele, escola de boa qualidade e inseri-lo em atividades que possam desenvolvê-lo ainda mais, como a natação. Só depois do nascimento do Leonardo percebi qual a verdadeira responsabilidade de ser mãe”, finaliza.
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O Valor Espiritual Que Toda Mulher Precisa

A “Festa dos Tabernáculos”, realizada no último dia 19, reuniu mulheres de todas as idades para celebrar a superação dos momentos difíceis na presença de Deus, como aconteceu com o povo de Israel no período de peregrinação no deserto

Da Redação / Fotos: Demetrio Koch
redação@arcauniversal.com
 

As cores tomaram conta da Universal da Avenida João Dias, na capital paulista, na tarde do último sábado (19), e anunciavam que algo especial estava para acontecer. A cada instante, mulheres de todas as idades chegavam com diferentes trajes de época, típicos dos tempos mais antigos. Cabelos bem arrumados, adorno na testa e vestimentas preparadas com toda a dedicação e cuidado revelavam que aquela não era uma data comum.
O dia especial foi de comemoração e agradecimento em mais uma edição da “Festa dos Tabernáculos”, evento que é tradicional no calendário judaico e foi realizado pelo grupo Godllywood. Todas estavam unidas com um nobre propósito: celebrar a Palavra de Deus com muita dança, alegria e gratidão.
Os ponteiros do relógio já passavam das 18 horas quando uma contagem regressiva projetada em um grande telão chamou atenção das participantes, que lotaram o salão. A felicidade transbordava nos aplausos e nos gritos de clamor logo no primeiro momento da festa, transmitida ao vivo, por videoconferência, para todas as sedes estaduais da Igreja no País e também pela TV Universal, para todo o mundo. Com apresentação de Cristiane Cardoso, o evento contou também com a presença da escritora Ester Bezerra, Fátima Matos, representante do Godllywood no Brasil, Danielle Carotti e Heidi Morais.

No altar, o cenário ficou por conta da representação do deserto, composto por dunas, camelos e por uma cabana típica (foto acima), retratados em uma grande projeção. Ao dar as boas-vindas, a apresentadora Cristiane Cardoso falou sobre a importância da festa: “Antes de começar, vou explicar um pouquinho o que é essa festa. Ela começou como uma ordenança de Deus para o povo de Israel. Para que lembrassem que Deus não deixou faltar nada.”
A palavra “tabernáculo” significa cabana ou habitação que pode ser montada e desmontada facilmente. O povo de Israel viveu nesse tipo de habitação durante a peregrinação pelo deserto, antes da conquista da Terra Prometida. As cabanas eram frágeis, feitas de galhos e folhas. O deserto era árido e as dificuldades existiram na vida daquele povo. Mesmo assim, diante de tamanha fragilidade, eles viveram 40 anos no deserto sob a proteção de Deus. Durante os tempos difíceis, não lhes faltou nada, e esse foi o grande motivo do agradecimento celebrado nessa festa tradicional.
O deserto de cada um
Cristiane lembrou que ninguém está livre dos momentos “áridos” e difíceis ao longo da vida. “Quantas pessoas estão passando por dificuldades e desistem da fé? Tudo o que Deus faz na vida da gente tem um propósito.” Tão importante quanto saber enfrentar as dificuldades é acreditar na força de Deus.

Da mesma forma como o povo de Israel precisou viver no deserto para alcançar a Terra Santa, todos precisam passar pelos próprios desertos para atingir grandes conquistas. “Ninguém gosta de ir para o deserto, mas todas nós passamos por lá. Que ele sirva como um alento, para que você consiga ver até onde pode chegar”, ressaltou Ester Bezerra.
Se você está passando por um momento difícil em sua vida, acredite que os obstáculos surgem sempre por alguma razão. “Se você se encontra nessa situação, no deserto, como o povo de Israel, entregue tudo de uma vez para Deus e confie”, afirmou Cristiane. “O deserto tem o propósito para que Deus venha a moldá-la segundo Sua vontade”, reforçou Fátima Matos.
Os momentos difíceis surgem para nos lembrar de que nem sempre as coisas acontecem como a gente quer ou planeja. “Deus não trabalha de acordo com as nossas vontades. Os planos dEle são maiores do que os nossos problemas.”, completou Cristiane.
O próprio Altar
Muitas vezes, as dificuldades aparecem quando a gente menos espera. Foi assim que aconteceu com Heidi Morais (foto abaixo, à esquerda), que contou para todas sobre o seu próprio deserto.
Ela tinha realizado o grande sonho de se casar com um pastor e foi morar com ele fora do Brasil. Mas nem tudo saiu como ela havia planejado. “No meu primeiro mês de casamento, o meu marido falou em separação. Gradativamente ele mudou seu comportamento, chegando a me agredir fisicamente. Foi um casamento de muitas humilhações e, quando acabou, eu estava destroçada.” Heidi já havia sido rejeitada pela mãe na juventude e a rejeição do marido foi mais um golpe doloroso.

Sem conseguir encontrar uma saída para aquela situação, morando em um país estranho, na hora do desespero, Heidi falou com a única Pessoa que podia ouvi-la: Deus. “Depois daquela oração, minha maneira de enxergar as coisas mudou. Antes, eu só via as dificuldades, a humilhação. Sentia-me rejeitada. A partir de então, eu entendi o que Deus poderia fazer por meio da minha vida e comecei a ver as oportunidades.” Ela não desistiu da fé em nenhum momento. Após passar pelo deserto, Heidi garante que enfrentaria tudo de novo. “Eu estava disposta a enfrentar o que fosse preciso para ter o que tenho hoje. Isso não tem preço que pague. Nenhum casamento ou condição social poderia me dar.”
Hoje, Heidi compreendeu que não precisa estar no Altar para ser o próprio Altar. E quando a pessoa se entrega por completo, nenhuma situação é capaz de vencê-la ou deixá-la desanimada.
O exemplo dela e a palavra de fé transmitida naquela tarde alcançaram o coração de todas as mulheres que estavam ali reunidas.
Depois do testemunho e do exemplo de superação de Heidi, era a hora de celebrar. O grupo de dança do Godllywood foi chamado para a apresentação da coreografia preparada especialmente para a festa. O momento, que era bastante esperado, animou ainda mais o salão principal do templo. Todas as participantes foram convocadas para dançar e foi possível perceber a alegria e a gratidão em todas elas.

Mas a “Festa dos Tabernáculos” não se resumiu a vestimentas de época e danças. Ela foi muito mais além. “A festa foi muito espiritual. As pessoas precisam de um incentivo para usar essa fé. A proposta é dar esse valor espiritual. Toda mulher precisa disso”, afirmou Cristiane ao final do evento. “Estou feliz. Essa foi a primeira ‘Festa dos Tabernáculos’ que aconteceu dentro da Universal, aberta a todas as mulheres. Uma coisa inédita, já que as outras foram para o grupo Godllywood. É importante esse momento de celebração. A mulher tem um valor, tem uma influência. Imagina quando você reúne tantas assim?”
O evento contou com a participação de 25 mil mulheres em todo o estado de São Paulo e 95 mil em todo o Brasil. Todas elas voltaram para casa certas de que a festa valeu a pena. Convictas a respeito de que os ensinamentos da noite devem ser compartilhados com outras mulheres, homens e famílias.
 

sábado, 13 de julho de 2013

Não Fuja!

E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;  João 3:14


Quando pensam que estamos lá embaixo, ressurgimos com força total. É como se tivéssemos que nos abaixar para dar um salto. Primeiro nos abaixamos, e essa atitude de abaixar é o sinal de que temos que ser humildes em nos rendermos Ao Senhor Jesus, mostrando que Ele é O Único Senhor e Salvador. Assim, este é o primeiro passo.

Segundo, quando ganhamos força para subir, é quando O Senhor Jesus nos levanta espiritualmente, ou seja, deixamos de pensar que não conseguimos para que a nossa mente mude para a conquistar aquilo que queremos.

transformar o interior é muito importante, não só para conquistar é permanecer com a conquista, como a Maior conquista: A Salvação. Sem ela como ir para O Senhor Jesus?

Terceiro é a permanência, o salto da vitória. Muitos não dão valor ao deserto, mas é nele que amadurecemos, somos formados e moldados para fazer a Vontade do Senhor Jesus. Parece que não, mas, é no deserto que ganhamos força para suportar as perseguições, as injustiças que passamos.
Nunca desista no deserto. Por pior que seja, depende de você a sua própria vitória. Confie no Senhor Jesus.

Fique com Jesus.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mulher, carreira e casamento

União pode sofrer danos caso haja excessos

Por Ivonete Soares/ Foto: Thinkstock
ivonete.soares@arcauniversal.com


Já passa das 20 horas e ela ainda está enrolada no trabalho. As pendências são muitas e as mais de 10 horas consecutivas em frente ao computador – com apenas uma parada para o lanche – não foram suficientes para finalizar as suas tarefas, que se arrastam há dias.
Nervosismo, insônia e mau-humor diários têm feito parte da sua jornada, que não cessa quando ela apaga a luz e fecha a porta do escritório. Ela se estende para o aconchego do lar, que a essas alturas já não pode ser chamado assim.
Quando, enfim, chega em casa, outra surpresa: tudo está virado do avesso, as crianças querem atenção, o marido – de cara feia – deixa claro no olhar a insatisfação, mas ela não se importa: corre para o fogão, afinal, ninguém jantou naquele lugar!
O cansaço é mais do que visível. Ela praticamente se arrasta pela casa com o objetivo de dar conta dessa dupla jornada, mas quase não consegue. Quando coloca tudo em ordem e as crianças já foram dormir, passa da meia-noite, e ela está cambaleando pelos cômodos, buscando refúgio para o seu corpo, moído e cansado.

O marido? Obviamente já dormiu, porque não tem mais paciência para esperar toda essa sobrecarga e rotina estressantes. Bem que tentou, por diversas vezes, alertá-la, mas sua carreira e profissão estão à frente de tudo, inclusive de sua família.

Eles já não são mais prioridades.
Por isso, ele está quase abrindo mão de tudo, só ela que não percebe... A luz vermelha já acendeu há muito tempo, e seu casamento corre sérios riscos. Está por um fio!
Conseguir manter o equilíbrio em todas as áreas da vida é, sem dúvida, uma das grandes conquistas do ser humano, agora, quando isso não acontece, é certo que uma ou outra área vai se desestruturar.
Imagine, então, se a mulher prioriza demais a profissão e esquece (ou deixa de lado) as demais áreas?

e isso estiver acontecendo com você, muito cuidado! É momento de reavaliar.
Tudo na vida tem de ser dosado. O pior é que esse quadro é cada vez mais comum nos dias de hoje: sem que a mulher se dê conta, o trabalho vai ocupando a sua vida de tal maneira que resta pouco espaço para as demais áreas.
Com isso, além de ter sugadas quase todas as suas energias e até debilitar a sua saúde, o casamento é sempre o primeiro a dar os sinais de alerta. E, claro, se não receber os devidos cuidados, pode, sim – com o tempo –, se desestruturar por completo, até terminar.
E se a carreira é estressante? Aí a situação se torna ainda pior, já que cientistas descobriram que carreiras estressantes mexem com a beleza das mulheres e ainda as deixam menos férteis.
De acordo com estudo conduzido pela University of Turku, na Finlândia, muitas horas dedicadas ao trabalho elevam o nível do hormônio cortisol (ligado ao estresse), o qual acaba deixando as mulheres menos atraentes, refletindo, inclusive, na sua aparência.
É no exagero que mora o perigo e como todo o excesso é ruim, fica praticamente impossível manter o relacionamento de pé.
O que fazer, então?
Renato Cardoso – que ao lado da esposa, Cristiane, apresenta o programa “The Love School”, aos sábados, meio-dia, pela Rede Record de Televisão – sempre dá dicas para casais e aborda assuntos do cotidiano. Recentemente, em meio ao alerta que fazia às mulheres sobre coisas que o marido espera da mulher, ele levantou a questão.
Segundo ele, o marido espera que a mulher o trate como prioridade.
Se ela, portanto, dedica quase todo o seu tempo ao trabalho e o deixa de escanteio, certamente terá problemas. E muitos.
“O marido deseja que ela (a esposa) o faça se sentir especial por meio de pequenos gestos, como fazer aquela comida que ele mais gosta; ou que ela deixe a camisa preferida passada, entre outras coisas”, falou.
Mas, se ela passa a maior parte do tempo longe de casa, priorizando tudo, menos ele, o que você acha que vai acontecer?
Portanto, é hora de mudar. O que tem sido mais importante em sua vida? A família ou o seu trabalho? Responda com sinceridade e, se preciso for, comece a mudar ainda hoje.
Busque um equilíbrio, nem muito cá, nem muito lá. Dessa forma, você conseguirá enxergar todas as possibilidades e, assim, desfrutar de uma vida plena e feliz, sem excessos ou exageros, tudo no seu devido lugar e ordem.


 

terça-feira, 28 de maio de 2013

2 ª Palestra A Mulher V

Conheça as três forças da mulher abordadas na 2ª Palestra "A Mulher V"

Por Jeane Vidal / Fotos: Demetrio Koch
clea.vidal@arcauniversal.com


Ela conheceu a fé avassaladora há 34 anos. Buscava apenas paz, sossego e acalento para a sua alma. Também queria saúde e forças para cuidar dos filhos sozinha.
Desconhecia a importância que Deus dava ao casamento, por isso não acreditava que o seu pudesse ser restaurado.
A dor do abandono a consumia por dentro. Tentava inutilmente uma reconciliação. Humilhava-se, implorava para que ele voltasse e, como resposta, recebia o desprezo.
Pouco a pouco, ouvindo os ensinamentos e orientações, foi descobrindo o quanto Deus valoriza a família. Por isso - mesmo o marido já vivendo com outra mulher - ela decidiu lutar.
Foi uma luta silenciosa. E sábia.

A força espiritual
Após se transformar numa nova mulher interiormente, após saber do seu valor, descobriu a força espiritual, resultado da fé prática e de uma vida na dependência de Deus.
Em vez de se mostrar fraca diante do marido que a abandonara, ela se mostrava forte, determinada, ousada. Ele não a encontrava mais prostrada, mas de cabeça erguida, ainda que por dentro continuasse a sofrer com a ausência dele. Porque escolheu se prostrar diante dAquele que de fato poderia restaurar o seu casamento.
Isso porque ela confiou a Deus a missão de trazê-lo de volta. Ela só precisava fazer a parte dela, que era usar a fé e confiar, colocando-se totalmente na dependência dEle: era a força espiritual que agora dispunha.
Ester Bezerra (foto abaixo), uma das palestrantes, destaca a importância de termos uma vida de confiança e dependência em Deus: "Deus quer ser amado por você. Seu amor para com Deus tem que ser sincero, verdadeiro, e que Ele sinta que sua vida depende dEle. Você tem que demonstrar esse amor de tal forma que você vença o que vier."

A força da influência
Aquela nova mulher que surgia diante do marido que foi embora o fazia querer ficar cada vez mais perto. A sabedoria dela também contribuía com isso. Procurava estar sempre bonita quando ele ia ver as crianças e, sabiamente, preparava sua comida preferida. E como ele não resistia, acabava ficando para almoçar ou jantar. Ficaram amigos.
Até que o tão esperado dia chegou: ele pediu para voltar para casa.
Mas ela não aceitou - apesar de desejar isso. Não sem antes ele provar que de fato merecia uma segunda chance. Ela o amava, mas aprendera, sobretudo, a amar a si própria e a reconhecer o seu próprio valor. 
“A maioria das mulheres não sabe a força que tem. Quando a mulher não é espiritual, ela influencia para o mal, mas quando é espiritual, entende esse poder que tem, então decide agir de maneira positiva porque sabe que seu modo de falar, se comportar, suas decisões, sempre influenciarão alguém. Você, mulher, tem essa força de influência, principalmente na sua casa. Se você quer ganhar a sua família, use seu poder de influência de uma maneira espiritual", orientou Cristiane Cardoso, a segunda palestrante (foto abaixo).

Foi o que essa mulher fez.
E após 7 meses namorando como dois adolescentes e sempre observando o comportamento dele, decidiu que era hora de voltar. Ele de fato mostrava ser um novo homem.
A primeira batalha foi vencida, mas uma pior ainda estava por vir.
A força da submissão
Ela já havia experimentado a eficácia das forças espiritual e de influência, agora ela estava prestes a conhecer a força da submissão.
Uma das condições impostas por ela para que houvesse a reconciliação era que ele também passasse a viver a mesma fé que a dela. Ele concordou, mas não havia se convertido. Bebia com frequência e passou a implicar com tudo relacionado à fé da esposa.
Não foram poucas as vezes em que ela teve que preparar bebida alcoólica e ainda servi-lo. Fazia isso com um sorriso no rosto, nunca de cara amarrada ou resmungando. Usava a fé com revolta, mas era algo entre ela e Deus.
Aí entrou o poder da submissão.
“Muitos veem a submissão como uma escravidão, sinônimo de fraqueza, falta de opinião própria, mas a submissão tem uma força muito grande. Submissão é uma decisão que a mulher toma. Uma decisão acompanhada de humildade", explicou Fátima Bassini, a terceira palestrante (foto abaixo).
"Hoje a mulher ocupa muitas posições no mercado de trabalho. Ela pode disputar com o homem de igual para igual, mas existe uma posição que se a mulher quiser competir com ele terá um problema de ordem espiritual: a posição de chefe do lar.
 Você tem que se submeter ao seu marido não porque você o ama, mas porque é um princípio espiritual. Quando você é submissa a ele por amor a Deus, você fica com crédito com Deus e Ele se encarrega de fazer seu marido enxergar isso em você. Deus se encarrega de fazer seu marido ter outros olhos para você", ressaltou Fátima.

Veja a galeria de fotos:

Foram mais 5 anos de lutas que resultaram em vitória, o que significa marido transformado e casamento restaurado.
Momentos difíceis. Se ela não estivesse revestida dessa força espiritual, alimentada com orações e intimidade com Deus, não teria conseguido. Tampouco se não tivesse usado o poder da influência, algo intrínseco à mulher, jamais conseguiria mostrar com sabedoria o caminho da fé sem palavras.
Somente quando se tem o espírito forte - fortalecido com a Palavra de Deus e uma vida na dependência dEle - é que é possível dispor dessa força, tão poderosa quanto as primeiras: a submissão.

A protagonista desta história
Essa é a história de Marilene Silva (foto acima, de blusa branca), esposa do bispo João Batista. Foi por ela ter usado essas três forças, que pôde estar, no último domingo (26), na 2ª Palestra "A Mulher V" contando, ao lado de Ester Bezerra, Cristiane Cardoso e Fatima Bassini a sua história de superação no casamento e, acima de tudo, superação interior, mostrando a milhares de mulheres como é possível vencer todo e qualquer problema por meio da fé, do uso correto da influência e da submissão.
A palestra realizada em São Paulo e transmitida por videoconferência para todo o País, teve toda a renda destinada à construção do Templo de Salomão, construído no bairro do Brás.

 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Toda injustiça é pecado

Bispo Edir Macedo realiza reunião no Cenáculo do Brás e ora direto do Templo de Salomão pelos colaboradores da obra

Da Redação / Fotos: Demétrio Koch
redacao@arcauniversal.com


“Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos.” (1 Crônicas 29-13-14)
Com a leitura bíblica acima, o bispo Edir Macedo, direto do Templo de Salomão, no bairro do Brás, zona leste da capital paulista, deixou uma mensagem especial para milhões de pessoas que o acompanhavam por meio de videoconferência nos templos da Universal, neste domingo (19), às 9h.
“Deus ama quem dá com alegria. Eu creio que a oração de Davi ficou registrada para nosso conhecimento, para sabermos como alcançar os benefícios do Altíssimo. Ela fala de quem tem voluntariamente nos ajudado, pois essa grandeza toda aqui no Templo é feita pela mão de Deus, mas por meio da ajuda que vem das suas mãos”, explicou.
Após clamar por todos e determinar a bênção econômica sobre a vida dos colaboradores, o bispo se dirigiu para a sede da Universal na Celso Garcia, 499, onde fez uma alerta a respeito do ódio que Deus tem da hipocrisia.

“Às vezes, a pessoa está preocupada com pecados grotescos como roubo, assassinato, traição e se esquece de que tudo que é injusto é pecado. Se ela promete algo para outra pessoa e falha, ela está cometendo pecado. Se ela chega atrasada, ela já está pecando, porque ela se comprometeu com a sua palavra. O fato é que tudo o que fazemos de forma injusta é pecado, desagrada a Deus.”
Ainda durante a mensagem, o bispo fez questão de ressaltar que de nada adianta a pessoa demonstrar uma fé dentro da Igreja e fora dela ser mau caráter, pois Deus é Justiça. “Para que possamos chegar diante de Deus e cobrar as suas promessas, devemos ser transparentes, autênticos. A nossa justiça tem que exceder a dos religiosos hipócritas, para que possamos entrar no Reino de Deus”, aconselhou.

Antes de encerrar a concentração de fé e orar por todos, o bispo explicou que aquele que deseja ter o Espírito Santo deve estar consciente de que é preciso sacrificar as próprias vontades, deixando de fazer aquilo que é mau. “Você quer o Espírito Santo, falar em línguas, mas sua língua vive falando mentira. Você tem que se consertar, passar a ser correto consigo mesmo e com a outra pessoa. Saiba que o diabo é o príncipe da injustiça. Por isso, quando cometemos injustiça, ficamos em débito com Ele. Essa é a razão pela qual a vida de muitos não vai para frente”, concluiu.

Fonte: Arca Universal
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sem distrações na Universal Vila Aliança


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Imagine a cena: Você está no meio de um naufrago, correria e gritaria para todos os lados. Por sorte, você é amigo do capitão que consegue um lugar na fila dos futuros sobreviventes para o último bote. Faltam apenas dois nomes a serem chamados, e você é a segunda da fila. Seu iphone toca dispersando sua atenção por um segundo, alguém compartilhou uma foto no faceboock. Algo sem importância. Mas ao retomar sua atenção, você percebe que seu nome foi chamado e sem resposta outro sortudo tomou o seu lugar. Você paralisa, tenta refazer na sua mente tudo que ocorreu nos últimos minutos: Naufrago, correria, capitão, fila, sobrevivência, bote, iphone, facebook…FACEBOOK! Uma distração. Só então você percebe que perdeu a chance de salvar sua vida.
Com tanta correria no dia-a-dia, com encontros e desencontros e diversos meios de informações. É possível conseguir se desligar do mundo e ouvir a voz de Deus? É exatamente a proposta desta 6º edição do Jejum de Daniel que visa uma intimidade com Deus e o recebimento do Espírito Santo; como relata o profeta Isaías no capítulo 61: ‘ O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a pôr em liberdade os algemados. ’
O pastor Souza, neste dia 24/3, ensinou que para a pessoa receber esse Espírito ela precisa se desintoxicar das coisas desse mundo, que não acrescentam em nada em seu relacionamento com Deus. Este mundo que está naufragando, cada dia que passa o fim se aproxima, repare ao seu redor. O aumento da violência, famílias destruídas, as guerras, a fome, as drogas como se fosse algo tão normal, mães cada vez mais jovens, perturbações, depressão, a solidão.
Os únicos salvos serão os verdadeiros filhos de Deus, que encontram no Espírito Santo a segurança para o dia da aflição. O Jejum de Daniel é o foco que nos leva ao bote sem vacilar, pois quando nos voltamos totalmente para a palavra e as  promessas de Deus, podemos ouvi-Lo e nos tornar obras de suas próprias mãos: ‘ carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor, para sua gloria.’

Você é nosso convidado especial para essa caminhada de 21 dias e principalmente para a Concentração de Fé e Milagre aos domingos 09:30, na estrada do Taquaral 813, Bangu – Cenáculo de Vila Aliança.

Texto e fotos por VPR Vila Aliança
Revisado e publicado por Laissa Monteiro | Depto de Revisão VPR-RJ

Fonte: IURD RIO


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pornografia é Preciso?


Até que ponto a tão sonhada liberdade sexual defendida por décadas trouxe benefícios para homens e mulheres?

Por Jeane Vidal / Fotos: Thinkstock
clea.vidal@arcauniversal.com

Há algumas décadas, quando se falava em sexshop, automaticamente associávamos à prostituição ou a algum tipo de perversão sexual.
Era um escândalo ver uma mulher casada, por exemplo, dentro de um.  Os homens nem tanto, mas uma mulher, e ainda casada? No mínimo ela seria taxada de imoral.
Embora o sexo faça parte da vida do ser humano desde a sua criação, ele por séculos foi considerado como um tabu na sociedade.
Quase todos faziam ou pelo menos desejavam fazê-lo, mas falar a respeito era simplesmente inadmissível, principalmente para as mulheres.
Os tempos mudaram e a mulher conquistou sua tão sonhada liberdade. Elas foram às ruas, protestaram, queimaram sutiãs em praça pública, exigiram direitos iguais e, finalmente, "conseguiram" se fazer notar (resta saber a que preço).
Outros movimentos defendiam o amor livre, pois consideravam que tanto os homens quanto as mulheres tinham direito ao prazer sexual.
Para completar, o surgimento da pílula anticoncepcional fez com que as mulheres se sentissem mais livres e, sobretudo, seguras para desfrutar do sexo por puro prazer. Algo que antes não era permitido à mulher sentir.
A desvalorização
Tudo parecia perfeito. Finalmente as mulheres conquistavam o seu espaço, podiam se colocar no mesmo patamar que os homens. Mas o que elas não esperavam é que o tiro sairia pela culatra. No mesmopacote veio a desvalorização da mulher.
 Sim, porque elas quiseram tanto direitos iguais que os homens concluíram que o cavalheirismo estava ficando fora de moda e que, portanto, não havia mais necessidade de serem galantes, gentis, cavalheiros, cederem o lugar, abrirem a porta do carro ou "fazer a corte" - conquistar o amor de uma mulher por meio de galanteios, de atenções e de amabilidades.  Era como um ritual.
Isso sem contar a exploração da sensualidade feminina, que passou a ser usada pela mídia em campanhas publicitárias, dando a ela um valor de mercado.

A indústria pornográfica
O fato é que todo esse cenário de apologia ao sexo deu ainda mais fôlego para o surgimento da indústria pornográfica - a indústria do sexo -, que a cada dia foi se tornando mais rentável, e hoje disponibiliza toda sorte de artifícios para promover o prazer sexual, e ainda, para que tanto homens quanto mulheres alcancem a satisfação sexual sem necessariamente ter um parceiro ou parceira.
Alguns especialistas defendem a ideia de que fazer uso de material pornográfico - como filmes, revistas, brinquedos eróticos e até mesmo a masturbação - é válida para apimentar o sexo entre o casal. Defendem a importância de a pessoa explorar o próprio corpo e conhecê-lo por meio da autossatisfação sexual.  
Em contrapartida, um estudo realizado por pesquisadores europeus, pela internet, com 5.255 homens heterossexuais de vários países, aponta que,  além do cansaço e do estresse, a masturbação e a pornografia  também causam  a diminuição do desejo sexual entre os casais .
A pesquisadora portuguesa Ana Alexandra Cavalheira, que preside a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, alega que  o erotismo é o que mobiliza o desejo, mas ele desaparece com a banalização do sexo.
Estudos realizados pelo pesquisador Gert Holstege, uro-neurologista da Universidade de Groningen, na Holanda, indicam que assistir a filmes pornográficos pode desligar parte do cérebro que processa os estímulos visuais. De acordo com a pesquisa, ao contrário do que acontece quando assistimos a outros tipos de programas ou realizamos outras tarefas, em que um fluxo de sangue extra é enviado para o cérebro, quando as pessoas assistem pornografia, o sangue é enviado para a parte responsável pela excitação sexual.
Segundo o pesquisador, numa cena de sexo o cérebro não precisa se atentar aos detalhes, porque já sabe exatamente o que está acontecendo, diferentemente de quando você digita um texto, por exemplo, que exige total atenção para que não haja erros.
Entretanto, enganam-se aqueles que pensam que o cérebro é o que menos importa numa relação sexual. Ele pode até não ter uma função motora durante o ato, mas ele é o responsável pelo estímulo sexual. A excitação começa na mente e não no órgão genital.
Tanto é assim, que a falta de interesse sexual, na maioria das vezes, está relacionada a problemas emocionais ou psicológicos.
Por isso é preciso avaliar. Muitos casais, infelizmente, têm trazido para o seu leito coisas promovidas como benéficas para o relacionamento íntimo sem julgar as consequências, quais os reais resultados para a vida íntima do casal.

A dependência
A psicóloga Cecília Zylberstajn afirma que é cientificamente comprovado que pornografia tem um potencial de adicção, ou seja, vicia. "Consumir pornografia tem um efeito similar no cérebro ao do consumo de drogas. O tipo de adicção que o abuso da pornografia gera pode ser comparado à compulsão por compras e ao vício do jogo, por se tratarem de vícios em comportamentos específicos."
Imaginem um homem dependente de pornografia que não consegue ter um bom desempenho sexual com a mulher a não ser que antes do ato conjugal assista a cenas de sexo explícito. Lembrando que uma das necessidades básicas da mulher é justamente sentir-se valorizada, como se sentirá essa mulher sabendo que seu parceiro para ter prazer com ela tem a necessidade de ver outra mulher nua?
Vai se sentir especial? Obviamente que não. Ao invés disso ela se sentirá desvalorizada e frustrada.
Da mesma maneira o homem terá sua masculinidade ferida sabendo que a mulher necessita de um vibrador para alcançar o orgasmo.
O fato é que quando o casal começa a depender de ajudas externas para ter o prazer sexual, fica fisicamente e mentalmente condicionado ao uso dessas coisas, de forma que não conseguirá ficar satisfeito somente com a pureza e a simplicidade dos dois. Estarão sempre em busca de algo mais.

Renato Cardoso, apresentador do programa "The Love School - A Escola do Amor" (*),  diz que  "o segredo de um casal sexualmente realizado não está em fazer ginástica olímpica na cama, pole dance, assistir pornografia junto, nem gastar rios de dinheiro com lingerie e brinquedos eróticos. O que cria o clima para o prazer da mulher é o homem ser cavalheiro, cuidadoso e atencioso com ela o dia todo - como com nenhuma outra mulher. O que cria o clima para o homem é a mulher ser respeitosa para com ele, fazê-lo sentir que é o seu herói, e mostrar desejo por ele."
E aconselha: "Sejam amantes um do outro. Esqueçam o que outros casais estão fazendo na cama. Foque no seu parceiro. Conversem. Descubram-se. É muito mais simples do que dizem por aí."
Esse e outros assuntos relacionados à vida sentimental são abordados  na Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, na Igreja Universal. Quem mora no Rio de Janeiro pode comparecer na antiga Avenida Suburbana, 4.242, no bairro Del Castilho. Em São Paulo, na Avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro; ou na Avenida Celso Garcia, 499, no Brás.

(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record.

Fonte: Arca Universal

sábado, 30 de março de 2013

Lidando com os problemas.

A teoria perde completamente o sentido quando os problemas vêm à tona...

Trecho do livro "Melhor do que Comprar Sapatos", de Cristiane Cardoso / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

A vida não passa de um sonho - e para algumas, um sonho ruim. Um dia tudo acaba. Uma pessoa pode enfrentar problemas extremamente difíceis hoje e, amanhã, esses mesmos problemas podem deixar de existir ou de ter tanta importância. O fato é que tudo passa, seja bom ou ruim. A única coisa que permanece é a própria pessoa, ou seja, o seu caráter, a sua reputação e a sua força.
A teoria perde completamente o sentido quando os problemas vêm à tona. Parece que nunca vão acabar, embora eu e você saibamos que um dia eles terão um fim. Na verdade, o problema está na maneira como lidamos com eles. Muitas são as mulheres que se deixam dominar e acabam recorrendo a antidepressivos, permitindo que os seus problemas lhes causem ainda mais problemas.
Lembro-me de uma jovem que tinha tremenda aversão aos homens. Ela não era homossexual, mas estava decidida a viver sem que o seu vazio sentimental fosse preenchido. Quando lhe perguntei o porquê de tanto ódio, ela me deu uma desculpa perfeita: Homens tinham abusado dela no passado e, por isso, ela não conseguia confiar em mais ninguém. A triste realidade dessa jovem era por causa de uma experiência ruim no passado que a fez decidir pela destruição do seu futuro também. Em outras palavras, um único problema estava lhe causando dezenas de outros problemas.
Muitas não têm a menor ideia de como lidar com os seus problemas; por isso, acabam por seguir o caminho mais difícil para resolvê-los e poucas são aquelas que, de fato, tiram proveito de suas experiências. Veja minha amiga, que os problemas podem ser bênçãos disfarçadas. Embora sejam sempre muito ruins, pois quase sempre nos fazem chorar, nos aborrecem e nos fazem passar por humilhações, aquelas que sabem como reagir diante das dificuldades que enfrentam tem a capacidade de transformá-los em bênçãos!
Ao invés de reagir contra um problema, tente entender o seu por que. Ao invés de ficar chorando, tire uma lição dele. Sempre existe algo que você pode aprender com os seus problemas e é exatamente isso que vai lhe ajudar a evitar que a mesma situação torne a acontecer. Por exemplo, um mau casamento. É triste, mas a verdade é que muitas mulheres acabam por fazer um mau casamento. Mas se pararem para pensar vão chegar à conclusão de que, antes de terem se casado com o homem errado, foram-lhes dados sinais suficientes de que ele era a escolha errada. Talvez fosse o modo como mudava de temperamento de maneira brusca, os constantes desentendimentos, o envolvimento com outras mulheres solteiras, o seu apego aos familiares, a sua incapacidade de concluir as coisas que começava, a sua dificuldade de arrumar um emprego permanente, etc. A mulher tende a pensar que tudo vai melhorar depois do casamento, mas, na verdade, a situação se torna ainda pior! Se você deseja saber se o seu casamento vai dar certo, analise a fase de namoro de vocês. Se era conturbado, então o seu casamento também será conturbado. Se era tranquilo e vocês viviam num verdadeiro mar de rosas, então o seu casamento tem tudo para dar certo!
Tire vantagem dos seus problemas. Descubra o que eles realmente significam leia as entrelinhas e certifique-se de que você aprendeu a lição! É para isso que os problemas existem: Eles servem para nos ensinar a não cometer os mesmos erros novamente. Só isso! Não faça dos seus problemas uma tempestade num copo d’água. Não se deixe levar pela depressão, destruindo o seu futuro por causa de algo que lhe aconteceu; caso contrário, os problemas persistirão até que você tenha aprendido a sua lição.

terça-feira, 26 de março de 2013

A mulher do século 21 e o desafio de se tornar independente de si mesma.

Por que mesmo nos dias atuais muitas de nós ainda nos sentimos inferiores e culpadas por erros passados?

Por Jaqueline Corrêa / Fotos: Demétrio Koch / Pauty Araújo e cedidas
jaqueline.correa@arcauniversal.com

Faltavam dez minutos para as 14 horas, e o trânsito em volta do Cenáculo do Espírito Santo no bairro do Brás, em São Paulo, não estava normal para um dia calmo de domingo. Enquanto o engarrafamento se formava nas imediações da igreja por carros conduzidos, em sua maioria por mulheres, muitas delas, de semblantes ansiosos, desciam dos veículos às pressas em direção à igreja.
Não era uma reunião comum, mas uma palestra voltada para mulheres, com toda a renda destinada para a construção do Templo de Salomão, em São Paulo.
O tema do evento, realizado no último domingo (24), no Rio de Janeiro e transmitido por videoconferência para todo o País, para um público de cerca de 120 mil mulheres, não foi por acaso: A Mulher V – moderna à moda antiga.
Não é difícil entender esse paradoxo se olharmos para a origem de tudo, lá atrás, na Criação, com Eva.
Eva foi a primeira mulher do mundo. Foi o toque especial de Deus na Sua Criação. Mas foi também aquela por onde o pecado entrou. Por isso ela foi um presente que se tornou uma maldição, disse a primeira palestrante, a escritora Ester Bezerra.
Ester Bezerra (de vestido)
A curiosidade, a ingenuidade, a desobediência... todos esses sentimentos e atos foram cruciais para a raça humana. Pela mulher entraram o erro, a culpa... E durante séculos, essa culpa tem estado tatuada nos lombos dela.
Mas não foi esse o propósito da Criação. Pelo contrário, enquanto o mundo subjugava a mulher, a desvalorizava, Jesus foi o primeiro que a valorizou, explicou a apresentadora do programa The Love School, Cristiane Cardoso.
- Adúltera! - gritaram os homens que pegaram uma mulher em flagrante adultério.
E como se não bastasse o peso da culpa, a vergonha do erro, foi lançada aos pés de um Homem que questionava o julgamento humano.
- Vai e não peques mais. – disse Ele.
- Porque naquela época a mulher não tinha valor algum. Mas Jesus veio para resgatar a mulher, o seu valor - explicou Cristiane -, colocando-a no mesmo grau de importância que o homem.
Cristiane Cardoso
E se é assim, por que em pleno século 21 ainda há mulheres que não acreditam no próprio valor?
Enquanto Cristiane fala, o auditório se atenta. Não se ouve um ruído. Por que tanto silêncio? Quais feridas estavam sendo tocadas naquele momento?
O problema é da falta de fé em si mesma, mas não apenas isso. Falta acreditar que o valor próprio vem de dentro e não das circunstâncias ao redor. E é isso o que acontece com muitas mulheres. Elas se julgam e formam a própria opinião com base no que dizem ou pensam delas. E se não estudou, não é bem-sucedida, ou não tem o padrão de beleza que a sociedade estabelece, sente-se inferior.
- O Espírito Santo vive dentro de nós. Se eu não tenho valor, por que Ele vive dentro de mim? - reflete Cristiane.
Não é por acaso que a autora do livro A Mulher V fala sobre inferioridade. Por muitos anos, mesmo após ter se encontrado espiritualmente, Cristiane ainda convivia com seus complexos. Sentia uma vergonha que só ela via. E via uma incapacidade que apenas ela sentia. Incoerente? Sim, como são os complexos criados por quem se sente um nada.

Cristiane, mesmo casada com um pastor e tendo a responsabilidade de cuidar de vidas e almas, não conseguia encontrar a própria graça. E se não tinha coragem de falar com as pessoas, como ajudá-las? - passou a questionar-se.
- Não se trata de ser humilde ou simples, mas de não ter conhecimento do próprio valor. - ela enfatiza.
É por isso que muitas não conseguem sequer fazer amizades. Porque subestimam-se diante de outras.
Era o que acontecia com Cristiane.
Até que chegou o dia em que decidiu mudar. Não foi fácil, bem como não é fácil expor-se.
Houve uma oportunidade, e ela falou. Avermelhou a bochecha. Falou novamente. Tremeu. Insistiu. Ignorou o riso alheio. Venceu.
Rio de Janeiro (RJ)
Cristiane hoje combate essa mesma timidez presente em inúmeras mulheres que desconhecem o valor que possuem. Não um valor artificial, mas absoluto, verdadeiro. Aquele lá da Criação, quando Deus criou a mulher para ser Seu toque especial, um presente inestimável.
– Mas não basta acreditar em si mesma apenas. – avisa Fátima Matos, a terceira palestrante. Quando a autoconfiança está associada à fé em Deus, o seu valor excede o de finas joias. – afirma.

Salvador (BA)
Fátima também tem um histórico de complexos. Mesmo sendo de uma família bem-sucedida, não podia se considerar feliz. E foi essa tristeza profunda que a levou a experimentar drogas. Também tinha TOC, uma doença chamada de transtorno obsessivo-compulsivo, causada por excesso de ansiedade e nervosismo.
Fátima Matos
Mas ela também mudou. Foi quando se encheu de um Espírito libertador, que se deu conta de sua liberdade e independência.
– Porque o valor da mulher independe da aprovação alheia, do que os outros falam, pensam ou estipulam. – ela destaca.
E se diante da sociedade autoritária, a mulher deve ter um padrão, uma beleza, uma capacidade; para Deus, a comunhão com Ele é o que a faz ser independente, capaz e livre.

São Paulo (SP)
Mas num mundo onde muitas mulheres até chegam a morrer porque preocupam-se demasiadamente com o padrão estético, como fazê-las compreender que não é o nariz de boneca, o corpo escultural ou o cabelo perfeito que a fará feliz?
– Quando reconhecem que devem acreditar em si mesmas e no valor que possuem. – explica Núbia Siqueira, a quarta palestrante.
Núbia Siqueira (ao centro)
– E quando percebem isso ficam inabaláveis. – completa Cristiane. Sim, como rochas, pois sabem que são aquilo que pensam sobre si mesmas.  
Núbia também teve inúmeros motivos para se sentir um patinho feio por algum tempo. Filha de pais que viviam em harmonia, precisou deixar a infância de lado para se dedicar aos afazeres domésticos e cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava, depois que o pai abandonou a família para viver com outra mulher.
– Após um tempo ele voltou, mas não foi a mesma coisa. – ela explica. O caos na família foi instalado com o vício do pai no álcool. E por aí dá para imaginar as brigas, destruição e abusos no lar. E os complexos, é claro, encontraram o abrigo perfeito para se instalar no interior de Núbia.
Goiânia (GO)
Mas ela também virou essa página quando encontrou-se. E ela não se encontrou apenas consigo. Antes, amou, à primeira vista, o seu Libertador. Foi Ele quem lhe mostrou um mundo de possibilidades fora do mundo complexado de Núbia. Foi Ele, Aquele mesmo que valorizou a mulher lá atrás, que a valorizou quando achava que não era ninguém. Núbia realmente não podia deixar de amá-Lo. Porque ela olhou para além da caixinha onde se encontrava e viu que ela própria era muito maior do que aquilo que pensava ou tinha conhecimento sobre si.
Brasília (DF)
– É questão de resgate da autoestima, de cutucar a coragem adormecida. – enfatiza. Porém, como conseguir essa proeza se a preocupação da mulher parece estar no que os outros dizem a seu respeito? Como vencer a própria timidez e salvar-se de si mesma?
A ajuda para o autorresgate veio da oração. Muitas mulheres que se identificaram com a palestra foram até o altar de suas igrejas para buscar por essa “salvação”.
Porque se a mulher do século 21, livre e independente financeiramente, continua presa e algemada dentro de si, então não está livre de verdade. Se ela venceu o preconceito e a humilhação dos primórdios e a desvalorização profissional do período da Revolução Industrial, por que, ainda assim, parece continuar desvalorizada, subjugada e diminuída?
Curitiba (PR)
Por que essa mulher do século 21, chefe de família, líder de empresas e setores da sociedade e autossuficiente em alguns aspectos da vida permanece culpando-se dos próprios erros, lamentando uma suposta inferioridade, esquivando-se do direito de adquirir o melhor – inclusive sentimentalmente?
São perguntas difíceis de responder, é verdade. Mas a mulher que ainda se sente complexada hoje pode encontrar a resposta em outra pergunta feita por Cristiane Cardoso:
– Se não temos valor, por que o Espírito Santo vive dentro de nós?
É uma questão de pensar. Analisar. E decidir mudar. Os exemplos positivos de transformação interior você viu acima.





Fonte: Arca Universal

quinta-feira, 14 de março de 2013

Aprenda a conhecer o outro

Veja como ele ou ela, trata a família, os amigos e quais são suas atitudes com o próximo

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com

Há quem diga que conseguimos identificar perfeitamente uma pessoa apenas pelo modo de olhar e, principalmente, por suas expressões corporais. Mas, para se relacionar com alguém e traçar os objetivos juntos é preciso ir além, conhecer o outro realmente, saber quais suas vontades, desejos e objetivos. “Muitas vezes, no início do namoro, as pessoas tentam ser alguém que não existe, porém, ninguém consegue sustentar por muito tempo algo que não é. Não perca tempo, seja sincero sobre seu modo de viver, pensar e agir”, sugere a psicóloga Letícia Pimentel Neves.
De acordo com o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso, “há uma fusão da vida de solteiro para a de quem quer manter um relacionamento sério e pretende casar. Quando a pessoa quer manter um compromisso, ela demonstra durante o tempo de relacionamento e vai mudando aos poucos. Mas, para isso, as pessoas têm que querer ceder diante das situações.” Ele ainda acrescenta que o diálogo é muito importante dentro de uma relação amorosa, para que os dois se conheçam mais, pois esse contato faz com que a relação melhore.
“Não importa com quem você está e há quanto tempo dura o relacionamento, sempre tente conhecer ao máximo o outro, seus gostos e vontades”, diz o bispo.
Segundo a psicóloga, muitas pessoas confundem o ato de conhecer com saber exatamente tudo do passado do outro. “Às vezes, você quer que o companheiro te diga detalhes de um relacionamento anterior, mas pensa que isso só faz com que todos os momentos, sejam eles bons ou ruins, sejam relembrados e voltem ao presente.” De acordo com a especialista, se o outro sentir vontade de dizer o que já passou em outros relacionamentos e se você estiver preparado para ouvir, conversem sobre o que foi bom e ruim, caso contrário, não insista.

O bispo explica que, conhecer o parceiro está ligado diretamente a saber como ele é com a família, se é presente e trata as pessoas bem, como age com os amigos, sendo prestativo nas dificuldades, e até identificar, com as atitudes, como ele será como esposo. “Quanto mais sinceras as pessoas forem, mais fácil será de garantir um bom futuro para o relacionamento”, alerta ele. “O fato de a pessoa falar o que pensa não quer dizer que não goste de você, pelo contrário, é sinal de que ela é sincera. Se por acaso não se sentir à vontade com o modo como foi dito e com as palavras usadas, converse e peça que ela repense suas  atitudes”, sugere Letícia.
Durante as conversas, pergunte e ouça quais são os planos de vida, como seu parceiro pretende seguir a carreira profissionalmente. “Muitas vezes a vida dá indícios suficientes para que o outro identifique se o relacionamento pode dar certo ou não. Em pequenas atitudes e reações”, alerta a psicóloga. “Ninguém sabe tudo sobre relacionamento, mas siga sempre a razão”, finaliza o bispo.
Não leve apenas pela aparência
“Na época em que eu fazia faculdade, tive a oportunidade de conhecer de vista um rapaz bonito, do mesmo andar do meu curso, que anos depois se tornaria meu marido. Naquela época o julguei apenas pela aparência e pelo que costumava ouvir dos outros. Não me dei a oportunidade de conhecê-lo melhor. Achava que ele era metido, apenas pelo modo de vestir-se, e chato, por não conversar com ninguém. Dois anos depois tive a oportunidade de trabalhar na mesma empresa e dividir os serviços com ele”, lembra a administradora de empresa Paula Duarte Pelinotti, de 29 anos.
Segundo ela, bastou apenas 1 mês para que toda a imagem que ela tinha de Michel Lacerta, de 31 anos, tornasse admiração. “Logo no primeiro dia comentamos da época de faculdade e eu o questionei sobre o comportamento dele. Fui surpreendida, pois ele me disse que as pessoas o julgavam muito por ele não dar tanta liberdade para os outros, e que trabalharmos juntos seria uma boa oportunidade para criarmos uma amizade”, conta Paula. O contato entre eles foi crescendo, começaram a frenquentar os mesmos lugares, amigos em comum, até que ele a pediu em namoro.
“Aprendi a conhecer melhor, a cada dia, o meu esposo. Somos casados há 2 anos e vivemos um casamento feliz e bem estruturado. Como todo relacionamento, tivemos pequenas diferenças no início da vida a dois, e ainda enfrentamos algumas dificuldades, mas nos propusemos a mudar cada situação que nos atrapalha. Cada um cede em algo. Ele sempre foi um ótimo filho, respeitador comigo e sempre buscou o melhor nos outros, e isso me fez perceber, por atitudes, como ele é uma boa pessoa”, finaliza Paula.

(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 11h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record