Sejam Bem vindos! O intuito é de passar um pouco das minhas experiências na Palavra de Deus. Um abraço.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
Posso ter relação sexual antes de casar?
Ato é comum nos dias de hoje, mas não é algo normal para os que querem agradar a Deus
Por Cristiane Cardoso (*)
redacao@arcauniversal.com
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"Tenho 18 anos, não sou virgem, mas também não me entrego a qualquer um. Só tive um namorado permanente. Vivo na Inglaterra e ele em Portugal, por isso eu terminei. Gostaria de saber: é ruim ter relações sexuais com alguém que eu amo de verdade?"
Resposta:
Não é ruim ter relação sexual com alguém que você ama, o problema é quando você não tem um compromisso de casamento com essa pessoa. Você não sabe se essa pessoa a ama o suficiente para se entregar por você. É por isso que Deus nos orienta a esperar para depois do casamento, já que após um compromisso público, o rapaz realmente quer lhe amar de volta.
A Bíblia chama isso de ‘prostituição’. É claro que com o tempo e a danada ‘modernidade’ essa palavra mudou de significado:
"Porque do coração procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias." Mateus 15.19
Mais uma vez, algo tão 'comum' está no meio de tudo que é ruim. Eu sei que, hoje em dia, muitas jovens que se dizem 'evangélicas' dormem com seus namorados, pois preferem fingir desconhecer essa orientação divina. Tudo bem, vamos aos fatos:
1. Você está dando tudo de si, ele não tem nenhum motivo para se casar com você – só se for por aparência. Quem quer se casar por mera aparência?
2. Você pode engravidar e virar mãe solteira a qualquer momento. Não reclame, você fez por onde, e ele pode ou não tomar o seu papel de pai;
3. Você se faz como qualquer outra mulher. Quando o namoro termina (que é bem comum num relacionamento assim), você fica mais uma na lista das garotas que dormiram com ele;
4. O sexo vai ficando cada vez menos especial para você e, quando tiver que ser especial, não vai mais ser;
5. O seu relacionamento com ele é baseado no aqui e agora, não tem perspectiva já que não há compromisso sério. E mesmo quando depois se decide casar, como tudo começou de maneira errada, é bem provável que termine da maneira errada também, já que o que era para ser mais íntimo entre vocês já foi descartado;
6. O seu relacionamento com Deus é inexistente porque você vive em pecado, sabe disso, e não quer mudar. Por favor, não O culpe pelo que há de acontecer;
7. Eu esperei o dia do meu casamento e a lua de mel foi realmente muito especial, tanto para mim como para o meu esposo, e não foi por causa do lugar que fomos.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
É pecado tomar a Santa Ceia sem ser casado legalmente?
Dúvida assola a mente de muitos, que deixam de se entregar a Deus por causa dela
Da Redação
redacao@arcauniversal.com
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Participar da Santa Ceia é uma atitude que deve ser acompanhada de uma entrega total de vida, isto é, de corpo e alma ao Senhor Jesus. A decisão deve ser tomada com todo respeito, pois traz à memória o sacrifício de Deus pela humanidade. O assunto é tão sério que o apóstolo Paulo orientou:
"Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor." 1 Coríntios 11.27
O fato de chegar à Igreja vivendo em uma união estável com alguém não impede, em hipótese alguma, que a pessoa faça uma aliança com Deus, uma vez que essa é uma decisão pessoal, que se dá acompanhada de um desejo sincero de segui-Lo. Nesse caso, como o casal já vivia como marido e mulher antes de conhecer o Senhor Jesus, não é pecado.
Entretanto, é aconselhável que a pessoa resolva a questão da documentação o mais rápido possível, para não dar espaço às dúvidas, que vêm do diabo por meio das acusações. Além disso, o casamento é uma instituição sagrada, constituída por Deus, e é importante que o cristão dê bom testemunho diante dos homens.
Deus abençoe.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Vida a dois: a família do companheiro.
É importante se dar bem com os parentes da pessoa amada
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
debora.ferreira@arcauniversal.com

Não é difícil escutarmos histórias dos outros relacionadas à família do cônjuge, porém, elas nem sempre são doces, amáveis ou até mesmo engraçadas. Em muitos casos, os comentários vêm em forma de crítica e nervosismo. Mas você sabe qual é a real importância de se dar bem com os familiares do companheiro (a)?
“Quando a pessoa se aborrece com algo da família do companheiro, os problemas sempre serão maiores do que se fosse com a própria. E, é péssimo levar isso adiante com provocações, pois, uma confusão sempre leva a outras de maior proporção”, comenta a psicóloga Maitê Meireles Eron.
Segundo a especialista, não se deve falar demasiadamente de algo que aconteceu ou ficar criticando. “Ninguém gosta de ouvir falar mal da própria família, então, respeite. As situações vão ficando claras à medida que o tempo vai passando, então, se você for injustiçada por algum motivo, seu companheiro vai perceber”, alerta.
Foi o que aconteceu com a universitária Heloísa Lino Forreli. “Nunca me dei extremamente bem com a família do meu namorado, só que as coisas pioram quando ele se ausentava por alguns minutos . Mas isso não durou muito, até que um dia ele me viu sendo insultada, e começou a enxergar que eu não era tão errada”, lembra.
Para Maitê, não é preciso fingir que gosta, de qualquer forma, nada impede de ser ter educação e tentar se aproximar, afinal, por mais que as pessoas acreditem que não, o modo como se conduz o relacionamento com a família influencia no relacionamento do casal.
“Não há nenhum caso que não possa melhorar. Faça por onde e faça a sua parte, não custa tentar. E, se por acaso, a pessoa já se dá muito bem com a família do parceiro (a), tudo pode ficar ainda melhor”, finaliza.
Fonte: Arca Universal
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Há algo de errado comigo?
Se por acaso houver, procure a melhor forma de mudar
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
debora.ferreira@arcauniversal.com

Independentemente de qual situação uma pessoa enfrentou ou esteja enfrentando, provavelmente já tenha pensado que algo na vida não deu certo por culpa dela mesma. E isso não é diferente no amor. Mas nem sempre esses pensamentos condizem com a verdade e, pior, ainda trazem consigo tristeza e desânimo no dia a dia. O seu relacionamento está passando por situações difíceis, vocês brigam muito, o amor não parece ser tão intenso como antes? O que fazer neste caso?
“Primeiramente, cada um deve pensar no problema como um todo. Veja o que levou à situação. Se o casal não está se entendendo, analise quem de fato errou. Veja se alguém se intrometeu no assunto dos dois e, por isso, o problema ganhou uma proporção maior, e assim por diante. Enfim, analise tudo. Selecione os prós e contras e comece a pensar qual é a sua parcela de culpa realmente”, comenta a psicóloga Lucileide Mendonça Figueiredo.
Segundo ela, há ocasiões – em especial em dias de discussão – que seu companheiro acaba falando tantas coisas ruins que faz com que você se sinta mal, culpada e acabe achando que realmente fez algo de errado. Quando isso começa a acontecer sucessivamente, acaba surgindo uma pergunta comum: “Há algo de errado comigo?”
“Nem sempre o problema está com você e se estiver, todos têm dificuldades, mas têm também tempo para consertá-las. Não fique se punindo, julgando ou até se torturando por algo. As coisas podem dar errado ou você pode fazer algo que o outro não goste, mas cabe a cada um parar e refletir para saber o que pode ser melhorado”, sugere Lucileide.
Não guarde mágoas. Respire fundo, converse com você mesmo e, principalmente, com o seu parceiro, e siga fazendo a sua parte. Porém, nunca espere que o outro faça algo que faria por ele. Não crie expectativas para não se chatear. “Nada de ser cruel, achando que as coisas só dão erradas na sua união. Tudo pode melhorar, isso só depende da boa vontade de cada um. Seja feliz hoje. Resolva as coisas neste momento e não deixe para depois. Fale, mas ouça também”, finaliza a psicóloga.
Uma história
“Quando comecei a namorar, meu relacionamento era muito tranquilo. Raramente brigávamos, até porque só nos víamos uma ou, raramente, duas vezes por semana. Depois de quase 6 anos juntos, resolvemos nos casar. E foi aí que as brigas começaram”, lembra a administradora de empresas Paula Felix.
Segundo Paula, tudo estava igual, só que depois da união, o marido começou a ver que ela tinha amigas e amigos; gostava de rir das coisas que os outros falavam; tinha vontades; almejava fazer uma faculdade e ele não imaginava.
“Aguentei durante alguns meses. Me perguntei se o problema não era realmente comigo. Mas, primeiramente, resolvi conversar e expor meus pensamentos, e ouvi muito o que ele tinha a dizer também, afinal, para os outros as nossas atitudes podem ser interpretadas de outra forma. Depois do nosso diálogo, tudo ficou bem”, conta Paula.
Fonte: Arca Universal
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Seu companheiro dá mais atenção aos amigos que a você?
Saiba o que fazer nesses casos
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
debora.ferreira@arcauniversal.com

“Quem tem amigos tem tudo!” Você já deve ter ouvido essa frase. E realmente, os amigos são essenciais na vida de qualquer pessoa. Mas e quando a amizade acaba influenciando no seu relacionamento amoroso?
“Muitas vezes as pessoas são tão apegadas aos amigos que não conseguem ao menos deixar de aceitar algum convite que eles façam. O problema maior é quando você é casado e esses amigos são solteiros e querem que você faça parte do convívio deles a toda hora. Namorar, noivar e casar é uma escolha. Por isso, em alguns momentos não há como estar presente”, comenta a psicóloga Letícia Apargo de Souza.
Segundo ela, os amigos, de certa forma, não têm tanta culpa. Eles fazem o convite, cabe a cada um aceitar ou não. “Quando se ama alguém, arranja-se tempo, dia, local para estar junto. Então, não deixe o seu companheiro totalmente de lado para estar em tempo integral com os amigos”, aconselha.
Faça o possível para conciliar os momentos. “Veja se realmente você não tem como levar o companheiro no encontro com os amigos. Às vezes, fica inviável levar a namorada a um encontro apenas de homens, mas, por que é preciso ficar do começo ao fim neste dia? Dê apenas uma passada ou deixe para outra ocasião”, diz Letícia.
Mudança natural
No começo do relacionamento, o namorado da universitária Patrícia Bernardo deixava de sair com ela para estar com os amigos. Ela usou o diálogo para resolver a situação. “Eu não ligava, até o dia que começou a me incomodar demais. Foi então que o chamei para conversar. Expressei que não queria que ele abandonasse os amigos, mas que também não me deixasse de lado. Ele concordou e começou a mudar. Hoje, não tenho mais esses problemas”, conta.
De acordo com a psicóloga, naturalmente, quando a pessoa começa um relacionamento afetivo, a vida e as atitudes vão mudando com o passar dos dias, porém, se o parceiro percebe que algo que era preciso não mudou, não custa nada conversar. “Seja sincero e não fique com receio se o outro vai ficar chateado. Um relacionamento duradouro é feito a base de verdade e cumplicidade”, explica.
Além disso, aproveite o tempo que estiver sozinho para outros afazeres. “Use cada minuto que estiver aguardando o parceiro para fazer suas coisas. Não fique apenas esperando. Quanto mais tempo estiver sem fazer nada, mais a hora irá demorar a passar. Aproveite para tomar um sorvete, dar uma volta, ajeitar o guarda roupa e se conheça ainda mais”, finaliza a psicóloga.
Fonte: Arca Universal
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Relacionamento sufocante.
Você já viveu uma história assim?
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
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Ligações a cada 30 minutos durante o horário de trabalho, surpresas inesperadas toda semana, jantares românticos, presentes para mimar. Para muitos esse tipo de relacionamento é sufocante e cansativo, para outros é uma verdadeira prova de amor do companheiro. E você, tem vivido isso? Gosta ou não? Algumas pessoas acabam exagerando e isso só prejudica a convivência do casal. “Quando a pessoa só está namorando fica mais fácil resolver. O problema é quando a pessoa já está casada e começam a surgir situações assim”, diz o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso.
O bispo ainda ressalta que quando a mulher ou o homem são muito pegajosos, encontram-se na situação de mendigar ou implorar pelo amor do parceiro. “Geralmente, ninguém consegue perceber que está nesta situação, pois, se isso acontecesse a pessoa sentiria vergonha de ser assim, pois passa automaticamente o poder do relacionamento – quase que exclusivamente – para o companheiro e este sempre fará o que quiser por ter a certeza que você nunca o deixará.”
Quando o parceiro é muito pegajoso, costuma refletir insegurança e medo de que possa ser trocado, esquecido ou mesmo ser enganado. “Mas não é só em situações como essa. Há casos também de pessoas que tiveram uma criação de abraçar, beijar e tocar muito comum dos pais. Então, quando entram em um relacionamento, acabam transferindo para o outro, e quem não está acostumado pode achar demais”, comenta o bispo.
Bispo Renato aconselha que para deixar de ser pegajoso, seja uma pessoa mais segura de si, confie, a não ser que seu parceiro dê razões para que você desconfie de algo. Repreenda mais os pensamentos que lhe impedem de ser seguro. “Não tenha segredos. Não dê razões para que o companheiro desconfie de você”, finaliza.
Um grude de pessoa
“Eu sempre ouvi piadas no começo do relacionamento com meu namorado de que eu era muito grudenta e pegajosa, mas sempre levei na esportiva, nunca percebi que ele estivesse me dando sinais para que eu percebesse e pudesse melhorar”, lembra a estudante de direito Lívia Gales da Silva, de 24 anos.
Segundo a universitária, quando o parceiro percebeu que o excesso de mimos e preocupações estava atrapalhando a relação, ele decidiu que seria o momento ideal para conversar francamente. “Ele comentou que tinha medo de qual seria a minha reação. Realmente, não foi a melhor, pois, eu fiquei muito chateada e pensei que ele não gostasse de mim. Demorou um tempo até que eu pudesse perceber que o amor dele era tanto que ele não queria que o namoro esfriasse. Nos primeiros dias eu parecia uma estranha, me senti travada, não conseguia ao menos fazer um carinho”, conta.
Mas tudo mudou quando ela percebeu em que estava errando. “Quando eu tive tempo para mim e para pensar no meu relacionamento, enxerguei o quanto eu o sufocava com meu jeito. Então, com o passar dos dias fui aprendendo quais eram as atitudes ideais e, após meses, consegui achar o limite”, finaliza Lívia.
(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
Fonte: Arca Universal
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Como recomeçar depois de uma decepção amorosa.
Infidelidade, mentiras ou omissões. Como enfrentar isto no relacionamento?
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
debora.ferreira@arcauniversal.com

As decepções amorosas são comuns, sejam em forma de traição, mentira ou omissão. O problema é como superar essa situação. Se para uns é fácil driblaras adversidades da vida, para outros os obstáculos são muito desgastantes.
“O que segura o relacionamento e o que o torna duradouro não é somente o amor, aquele sentimento que um tem pelo outro, mas sim o desenvolvimento de princípios, como, por exemplo, o homem dizer que é de uma mulher só”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso. Segundo ele, as atitudes ao lidar com o companheiro ou palavras mal expressadas podem afastar e dar espaço para situações desagradáveis. Por isso, avalie sempre o jeito de tratar o outro.
O bispo ainda alerta que a união hoje em dia está passando por uma transformação. Ela não tem mais a mesma força e importância que tinha, em que as pessoas entravam preparadas para se relacionar a dois. “Ninguém sabe tudo, como agir ou como é o relacionamento, mas é preciso se conhecer. A infidelidade – seja de qual maneira for – está se multiplicando demais”, afirma ele.
Condições para seguir em frente
Para a psicóloga Sônia Breunel, primeiramente quem está sofrendo deve repensar o que realmente fez com que houvesse uma decepção no relacionamento e quem errou deve querer mudar. Independentemente de ter sido culpada ou não, a pessoa precisa saber onde poderia ter sido evitado o erro. “Se houver vontade de permanecer junto, o mais importante é querer se transformar em uma pessoa melhor”, explica a especialista.
Uma vez que a confiança do parceiro é abalada e ferida, leva-se um tempo para que passe o receio de que o outro pode errar novamente. “Só o dia a dia é capaz de unir o casal, fazer com que a decepção amorosa seja superada e os dois estejam prontos para enfrentar os desafios”, comenta a psicóloga. Para o bispo Renato, o perdão é uma decisão, a pessoa tem que querer perdoar o outro. É algo que você faz para você em primeiro lugar, e não pelooutro.
Aconteceu comigo
Com 5 anos do casamento, a dona de casa Alice Batista Pinheiro, de 36 anos, descobriu uma traição virtual do marido. “Quando presenciei um e-mail dele por engano na minha caixa postal – com o nome da outra –, percebi que ele tinha um relacionamento extraconjugal. Na hora não sabia o que fazer. Ao mesmo tempo em que queria machucá-lo, eu só pensava em ficar calma. No dia fui muito fria e esperei ele chegar em casa para pedir satisfações”, comenta ela.
Segundo Alice, o marido não teve como negar, pois o teor do assunto não dizia nada a respeito da vida e nem do dia a dia dela. “Esperei ele me contar tudo, ouvi e em poucas palavras disse que ficaria a critério dele seguir a vida ou lutar para mudar o que foi feito. Ele me prometeu que diria ‘não’ às coisas erradas e que queria salvar o casamento”, lembra.
Para Alice foi muito difícil esquecer tudo. “No começo eu entrava em desespero, chorava escondida, desconfiava demais, queria ficar de olho o tempo inteiro, mas, com o passar de 1 ano, consegui melhorar meus sentimentos. Já que resolvi colocar uma pedra neste episódio, eu tinha que realmente deixar para trás o que passou. Hoje, percebo que a relação só continuou porque os dois se propuseram a melhorar”, finaliza .
(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
Fonte: Arca Universal
sábado, 2 de novembro de 2013
Quando o desejo de engravidar vira obsessão.
Aprenda o que pode ser feito neste caso
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
debora.ferreira@arcauniversal.com
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Receber a notícia de que está esperando um bebê do companheiro com quem se mantém um relacionamento há longos anos; contar à pessoa amada; ouvir o coração da criança bater aceleradamente durante um exame; sentir a barriga crescendo durante os 9 meses; gerar e amamentar um filho. Estes são desejos da maioria das mulheres. Mas e quando esta vontade vira obsessão e o único objetivo de vida torna-se o ato de engravidar, o que fazer?
“A vontade chega, mas nem sempre a realidade do casal acompanha o desejo. Primeiramente os dois têm que estar realmente preparados para o desafio de criar uma criança. Muitas pessoas têm vontade, porém, sentem-se inseguras; outros têm estrutura familiar e não têm condições financeiras; e há casos em que a obsessão é tão grande que o relacionamento começa a se desestruturar e a ficar desgastante. Desta forma, é preciso que cada um avalie se realmente o casal tem condições de ter um filho”, afirma a psicóloga Lara Joglin Rodrigues.
De acordo com a especialista, quanto mais ansiosa ficar a mulher e criar expectativas positivas mês a mês, maior será a probabilidade de a gestação ser adiada. O mesmo acontece se houver a pressão por parte do marido ou de qualquer membro da família. Por conta disso, muitas passam a imaginar que há algo de errado com o próprio organismo e começam a se questionar. “Há aquelas que tentam tanto ter um filho que chegam a fazer um autodiagnóstico de infertilidade e querem partir para um tratamento mais brusco, achando que é a única chance. Essa atitude é perigosa e pode ir longe demais, levando a mulher a uma depressão”, alerta Lara.
Segundo a psicóloga, qualquer mulher pode perceber que o desejo de engravidar virou um objetivo constante a ser alcançado. Os sinais são simples, como, por exemplo, se a maior parte do tempo for dedicada apenas à imaginação de como será a vida com um bebê nos braços. “A melhor coisa a fazer é procurar ocupar o tempo com outros pensamentos e atividades, seja sozinha ou acompanhada. Faça aulas de alongamento, hidroginástica, natação ou qualquer outro esporte. Além disso, busque traçar outros objetivos de vida, para que a gravidez aconteça naturalmente”, comenta.
Liberte-se dessa pressão
“Nos últimos 2 anos fixei a ideia de ficar grávida e me cobrava muito por não conseguir. Sempre achei que o problema fosse qualquer um, comigo ou com o meu esposo, mas jamais imaginei que estaria ligado ao meu modo de pensar. Quanto mais eu queria, mais parecia ficar longe o meu desejo de ser mãe. Já fiquei muito triste, não tinha vontade de sair, não queria me divertir e acabei deixando meu esposo em segundo plano por inúmeras vezes”, lembra a secretária Karla Medeiros Conde, de 29 anos, casada há 5.
Segundo Karla, há cerca de 4 meses ela se questionou sobre o motivo deles não conseguirem ser pais, e foi quando percebeu que algumas situações precisavam ser ajustadas. “Meu marido estava sem um serviço fixo, não parava em nenhum emprego; não estávamos estabilizados financeiramente e tínhamos em mente mudar de casa. Foi então que entendi que não estávamos preparados e tranquilos para receber uma criança em nossa vida e nos doar realmente a este amor incondicional e protegê-la de qualquer situação ruim que pudesse vir a acontecer”, lembra.
Ela ainda ressalta que, no começo, foi muito difícil admitir que o casal não estava preparado. “Procurei até ajuda psicológica. Fiz terapias e lá pude entender que sou capaz de driblar as minhas próprias vontades. Hoje, mesmo tendo muita vontade de ser mãe, coloquei outras prioridades na minha vida e não deixei esse desejo me dominar. Estou sendo racional a ponto de perceber que tudo vai acontecer no tempo ideal. Por enquanto, não abro mão da minha ginástica, de agradar meu esposo, de cuidar da casa e de – primeiramente – ser feliz”, finaliza Karla.
Fonte: Arca Universal
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
A presença da fé em um casamento
É o que dá certeza e firmeza ao relacionamento
Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferraira@arcauniversal.com
debora.ferraira@arcauniversal.com

Gestos de carinho para agradar o companheiro, um sorriso sincero no meio do dia, palavras capazes de dar força em um momento de aflição, dedicação à pessoa amada, paciência em situações difíceis e companheirismo em todos os momentos. Esses sinais não fazem parte do seu relacionamento a todo o momento do dia, os casais felizes também já passaram por ocasiões desagradáveis, mas o que os diferencia dos demais é que eles souberam, com inteligência, ultrapassar as barreiras da vida. “Eles sabem exatamente como separar a pessoa do problema, em casos de discussão. Já entre os que acabam se divorciando, o ataque começa a ser mais pessoal. Um agride o outro e não tenta resolver nada”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso.
De acordo com o bispo, nos relacionamentos bem estruturados, cada um reconhece onde está exatamente o seu erro e faz o possível para melhor agradar ao outro, ao contrário dos que se separam, em que, geralmente, cada um costuma se fazer de vítima diante de uma situação em que se sente ameaçado. Por isso, seja humilde para respeitar o ponto de vista do outro. “Quando as brigas do casal se tornam cada vez piores e a relação está caminhando para o divórcio, um olha para o outro com desprezo. Nas relações felizes ambos se olham com o tom de admiração.”
Se um não apoia o outro na relação tudo começa a se perder, o respeito vai diminuindo, a prioridade não é mais o casamento e, assim por diante. Por mais que tudo pareça ser muito difícil, pense e resolva com calma cada situação, não misture o que já passou com alguma discussão recente. “O casamento feliz também depende do espírito de fé, que é o que dá certeza e firmeza ao relacionamento. Quando há dúvidas no matrimônio é impossível dar certo. Com a fé os problemas são sempre contornados”, afirma o bispo.
Dicas para ter um relacionamento duradouro
- As pessoas que falam mais cometem mais erros, principalmente quando falam da família do companheiro;
- Poupe o parceiro de todos os problemas do seu trabalho;
- As pessoas perfeccionistas nunca estão satisfeitas com nada, sempre vão achar algum defeito em algo. Não seja tão rigoroso com as coisas;
- Ansiedade só atrapalha;
- Preste atenção nas qualidades permanentes. A beleza um dia acaba.
(*) O programa The Love School - A Escola do Amor é transmitido diariamente, às 11h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
Fonte: Arca Universal
sábado, 26 de outubro de 2013
Cuidado com quem está do seu lado
Os maliciosos estão espalhados, esperando uma oportunidade para destrui-lo
Por Sabrina Marques / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
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Todo cristão sabe que a coisa mais importante que podemos conquistar na vida é a Salvação. Sabemos também que a luta deve ser diária, pois o pecado bate à porta todos os dias.
O bispo Edir Macedo falou, para milhares de pessoas que participaram da reunião da "Noite da Salvação", nesta quarta-feira (16), na Universal de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, que um dos fatores mais importantes para a conquista da vida eterna é deixar a malícia de lado.
Mas você sabe o que significa a malícia?
Segundo o dicionário Michaelis, malícia é uma propensão para o mal, uma astúcia, esperteza, empregadas com intenção de prejudicar alguém.
"A malícia se caracteriza pela intenção que a pessoa tem dentro do seu coração. Se a intenção é má, mais cedo ou mais tarde ela vai se manifestar, e obviamente não conseguirá chegar a lugar nenhum com Deus. Enquanto a pessoa possuir essa má intenção, estará condenada ao inferno, e ninguém pode livrá-la a não ser ela mesma", comentou o bispo.
O fato é que todos devem saber e ter consciência de que continuar na prática da malicia é algo extremamente perigoso, e que tem levado muitas pessoas à queda na fé, fazendo-as perder a visão.
"A malícia tem dominado muitas pessoas dentro das igrejas, por isso, tome cuidado com quem você conversa, pois quem é malicioso não quer ir para o inferno sozinho. A sua Salvação é uma revelação de Deus, e você não pode deixar que ela corra riscos em hipótese alguma", alertou o bispo.
Fonte: Arca Universal
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Mulheres que escolhem não ter filhos
O ideal é que a decisão seja tomada pelo casal
Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
debora.ferreira@arcauniversal.com

A maternidade talvez seja o momento da vida mais desejado por grande parte das mulheres que são casadas. Porém, esse desejo vem se transformando na sociedade atual, dando espaço principalmente a uma carreira bem-sucedida. “Não é porque elas optam por não ter filhos que querem ficar distante de crianças”, comenta a psicóloga Janaína Alvarez.
De acordo com Janaína, o fato é que as mulheres que decidem não dar à luz ainda são vistas pela sociedade como um caso a parte, e muitas vezes taxadas como egoístas. “Mas o casal é que tem que avaliar o que é prudente diante do relacionamento.
A psicóloga ressalta ainda que, normalmente, a decisão de não ter filhos parte primeiramente da mulher por ser muito atarefada, mas se for de comum acordo do casal essa fase da vida pode ser deixada de lado. “Essa intenção tem que ser conversada antes mesmo de acontecer o casamento. Ambos têm que conversar serenamente e ver o que convém aos dois. Pode ser que com o passar dos anos mude, mas o melhor é deixar bem definido logo no início do relacionamento, para que ninguém se sinta enganado”, alerta ela.
Ser mãe é uma grande responsabilidade
“Não tinha planos de gerar um filho, não conseguia me imaginar cuidando de uma criança diariamente, o tempo inteiro. Mas, por um descuido meu e do meu marido, aconteceu. Após 8 anos de casamento, eu estava esperando um bebê”, lembra a publicitária Amanda Mattos Sabbag, de 34 anos, mãe de Leonardo, de 1 ano e meio.
Amanda conta que a vida mudou desde o primeiro dia em que descobriram a gestação. “Antes, viajávamos muito, comprávamos roupas, saíamos para jantar ao menos duas vezes por semana, e isso teve que mudar. Não tínhamos nenhuma reserva de dinheiro, pois aproveitávamos cada momento para nos divertirmos. Tive que aprender a deixar o que gostava de lado, e isso foi difícil no começo.”
Segundo a publicitária, atualmente o dinheiro e seu tempo são dedicados exclusivamente ao filho. “Agora estou apta. Penso primeiramente em comprar as coisas para ele, escola de boa qualidade e inseri-lo em atividades que possam desenvolvê-lo ainda mais, como a natação. Só depois do nascimento do Leonardo percebi qual a verdadeira responsabilidade de ser mãe”, finaliza.
Fonte: Arca Universal
terça-feira, 22 de outubro de 2013
O Valor Espiritual Que Toda Mulher Precisa
A Festa dos Tabernáculos, realizada no último dia 19, reuniu mulheres de todas as idades para celebrar a superação dos momentos difíceis na presença de Deus, como aconteceu com o povo de Israel no período de peregrinação no deserto
Da Redação / Fotos: Demetrio Koch
redação@arcauniversal.com
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As cores tomaram conta da Universal da Avenida João Dias, na capital paulista, na tarde do último sábado (19), e anunciavam que algo especial estava para acontecer. A cada instante, mulheres de todas as idades chegavam com diferentes trajes de época, típicos dos tempos mais antigos. Cabelos bem arrumados, adorno na testa e vestimentas preparadas com toda a dedicação e cuidado revelavam que aquela não era uma data comum.
O dia especial foi de comemoração e agradecimento em mais uma edição da “Festa dos Tabernáculos”, evento que é tradicional no calendário judaico e foi realizado pelo grupo Godllywood. Todas estavam unidas com um nobre propósito: celebrar a Palavra de Deus com muita dança, alegria e gratidão.
Os ponteiros do relógio já passavam das 18 horas quando uma contagem regressiva projetada em um grande telão chamou atenção das participantes, que lotaram o salão. A felicidade transbordava nos aplausos e nos gritos de clamor logo no primeiro momento da festa, transmitida ao vivo, por videoconferência, para todas as sedes estaduais da Igreja no País e também pela TV Universal, para todo o mundo. Com apresentação de Cristiane Cardoso, o evento contou também com a presença da escritora Ester Bezerra, Fátima Matos, representante do Godllywood no Brasil, Danielle Carotti e Heidi Morais.

No altar, o cenário ficou por conta da representação do deserto, composto por dunas, camelos e por uma cabana típica (foto acima), retratados em uma grande projeção. Ao dar as boas-vindas, a apresentadora Cristiane Cardoso falou sobre a importância da festa: “Antes de começar, vou explicar um pouquinho o que é essa festa. Ela começou como uma ordenança de Deus para o povo de Israel. Para que lembrassem que Deus não deixou faltar nada.”
A palavra “tabernáculo” significa cabana ou habitação que pode ser montada e desmontada facilmente. O povo de Israel viveu nesse tipo de habitação durante a peregrinação pelo deserto, antes da conquista da Terra Prometida. As cabanas eram frágeis, feitas de galhos e folhas. O deserto era árido e as dificuldades existiram na vida daquele povo. Mesmo assim, diante de tamanha fragilidade, eles viveram 40 anos no deserto sob a proteção de Deus. Durante os tempos difíceis, não lhes faltou nada, e esse foi o grande motivo do agradecimento celebrado nessa festa tradicional.
O deserto de cada um
Cristiane lembrou que ninguém está livre dos momentos “áridos” e difíceis ao longo da vida. “Quantas pessoas estão passando por dificuldades e desistem da fé? Tudo o que Deus faz na vida da gente tem um propósito.” Tão importante quanto saber enfrentar as dificuldades é acreditar na força de Deus.

Da mesma forma como o povo de Israel precisou viver no deserto para alcançar a Terra Santa, todos precisam passar pelos próprios desertos para atingir grandes conquistas. “Ninguém gosta de ir para o deserto, mas todas nós passamos por lá. Que ele sirva como um alento, para que você consiga ver até onde pode chegar”, ressaltou Ester Bezerra.
Se você está passando por um momento difícil em sua vida, acredite que os obstáculos surgem sempre por alguma razão. “Se você se encontra nessa situação, no deserto, como o povo de Israel, entregue tudo de uma vez para Deus e confie”, afirmou Cristiane. “O deserto tem o propósito para que Deus venha a moldá-la segundo Sua vontade”, reforçou Fátima Matos.
Os momentos difíceis surgem para nos lembrar de que nem sempre as coisas acontecem como a gente quer ou planeja. “Deus não trabalha de acordo com as nossas vontades. Os planos dEle são maiores do que os nossos problemas.”, completou Cristiane.
O próprio Altar
Muitas vezes, as dificuldades aparecem quando a gente menos espera. Foi assim que aconteceu com Heidi Morais (foto abaixo, à esquerda), que contou para todas sobre o seu próprio deserto.
Ela tinha realizado o grande sonho de se casar com um pastor e foi morar com ele fora do Brasil. Mas nem tudo saiu como ela havia planejado. “No meu primeiro mês de casamento, o meu marido falou em separação. Gradativamente ele mudou seu comportamento, chegando a me agredir fisicamente. Foi um casamento de muitas humilhações e, quando acabou, eu estava destroçada.” Heidi já havia sido rejeitada pela mãe na juventude e a rejeição do marido foi mais um golpe doloroso.

Sem conseguir encontrar uma saída para aquela situação, morando em um país estranho, na hora do desespero, Heidi falou com a única Pessoa que podia ouvi-la: Deus. “Depois daquela oração, minha maneira de enxergar as coisas mudou. Antes, eu só via as dificuldades, a humilhação. Sentia-me rejeitada. A partir de então, eu entendi o que Deus poderia fazer por meio da minha vida e comecei a ver as oportunidades.” Ela não desistiu da fé em nenhum momento. Após passar pelo deserto, Heidi garante que enfrentaria tudo de novo. “Eu estava disposta a enfrentar o que fosse preciso para ter o que tenho hoje. Isso não tem preço que pague. Nenhum casamento ou condição social poderia me dar.”
Hoje, Heidi compreendeu que não precisa estar no Altar para ser o próprio Altar. E quando a pessoa se entrega por completo, nenhuma situação é capaz de vencê-la ou deixá-la desanimada.
O exemplo dela e a palavra de fé transmitida naquela tarde alcançaram o coração de todas as mulheres que estavam ali reunidas.
Depois do testemunho e do exemplo de superação de Heidi, era a hora de celebrar. O grupo de dança do Godllywood foi chamado para a apresentação da coreografia preparada especialmente para a festa. O momento, que era bastante esperado, animou ainda mais o salão principal do templo. Todas as participantes foram convocadas para dançar e foi possível perceber a alegria e a gratidão em todas elas.

Mas a “Festa dos Tabernáculos” não se resumiu a vestimentas de época e danças. Ela foi muito mais além. “A festa foi muito espiritual. As pessoas precisam de um incentivo para usar essa fé. A proposta é dar esse valor espiritual. Toda mulher precisa disso”, afirmou Cristiane ao final do evento. “Estou feliz. Essa foi a primeira ‘Festa dos Tabernáculos’ que aconteceu dentro da Universal, aberta a todas as mulheres. Uma coisa inédita, já que as outras foram para o grupo Godllywood. É importante esse momento de celebração. A mulher tem um valor, tem uma influência. Imagina quando você reúne tantas assim?”
O evento contou com a participação de 25 mil mulheres em todo o estado de São Paulo e 95 mil em todo o Brasil. Todas elas voltaram para casa certas de que a festa valeu a pena. Convictas a respeito de que os ensinamentos da noite devem ser compartilhados com outras mulheres, homens e famílias.
Fonte: Arca Universal
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