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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Atendentes oram por viúva em cafeteria do Canadá.

Eles se comoveram ao ver a mulher triste. Saiba como foi.


A foto de três garotos de mãos dadas orando por uma mulher dentro de um carro no drive-thru de uma cafeteria ganhou comoção na internet. Os rapazes, funcionários do estabelecimento, pediram para orar pela mulher depois que perceberam que ela estava triste e souberam que o marido dela havia morrido na noite anterior.
O momento foi registrado por uma cliente que estava na fila da cafeteria, que fica em Vancouver, no Canadá. “Quando os rapazes perceberam que ela estava caindo em prantos, eles pararam tudo e oraram por ela por alguns minutos. Eles também a convidaram a voltar mais vezes para orar e para qualquer coisa que precisasse”, postou a cliente, junto com a foto, em sua página no Facebook.
Ao jornal norte-americano Oregon Live, o atendente Evan Freeman, de 21 anos, que aparece na parte de trás do grupo, disse que não é religioso, mas orou pela mulher para ajudá-la. O colega de trabalho Pierce Dunn, de 19 anos, contou que orou para que a viúva se sentisse apoiada e amada, que Deus iria lhe proporcionar paz e consolar a sua família.
A imagem se tornou viral na internet, tendo mais de 170 mil curtidas e 50 mil compartilhamentos.
Fazer a diferença
Atitude como a que esses rapazes tiveram não são tão comuns no nosso dia a dia. Eles fizeram o que a ocasião lhes pediu, sem olhar para o que as outras pessoas da fila pudessem dizer ou pensar. Não imaginavam o impacto positivo que isso teria não só na vida da cliente que recebeu a oração, mas também nas das pessoas que testemunharam a atitude deles.
Quantas oportunidades temos diariamente de levar a Palavra de Deus aos aflitos e as desperdiçamos? Talvez seja aquela pessoa que entra pedindo um trocado no trem, ou aquela que se senta ao nosso lado no ônibus todos os dias – por que será que ela tem um semblante tão triste? Ou pode ser até mesmo aquela que, embora esteja sorrindo, traz um coração em pedaços.
Fazer a diferença na vida de alguém não é tão difícil como parece. Só é preciso um único ingrediente: sensibilidade. Quando estamos sensíveis ao que Deus quer de cada um de nós, conseguimos enxergar com os olhos espirituais aqueles que estão ao nosso redor. Percebemos a dor alheia e tomamos a atitude de não negar Jesus, mas sim de levá-Lo aos outros por meio das nossas palavras.
Será que se você estivesse no lugar dos atendentes dessa cafeteria também teria orado por aquela mulher?
Fique atento às pessoas que cruzam o seu caminho e aproveite as oportunidades de impactar positivamente a vida delas.

domingo, 29 de maio de 2016

Como ser um bom ouvinte e dar um bom conselho?

Entenda qual conduta você deve ter para ajudar um amigo.


Você já deve ter ouvido falar que há várias diferenças entre homens e mulheres. Há, inclusive, inúmeras pesquisas abordando o assunto. Para alguns especialistas, as diferenças são explicadas geneticamente, para outros, existem diversos fatores envolvidos, principalmente os comportamentais. Enquanto o homem é, em geral, mais frio, a mulher é mais emotiva.
As diferenças entre homem e mulher refletem na vida a dois e se tornam muito mais visíveis e acentuadas, inclusive, quando há alguma crise com o casal. Enquanto a mulher, geralmente, é a primeira a buscar ajuda, o homem parece ignorar o problema totalmente. O resultado é óbvio: briga. E, ainda assim, o homem não quer levar o assunto adiante. Diz logo que não tem tempo para pequenas discussões.
No ponto
Agora, chegamos exatamente ao ponto. O homem é mais fechado e, muitas vezes, não consegue ir adiante, pois é muito orgulhoso para pedir ajuda. Mas, se estiver realmente com um problema, vai pedir auxílio. Pode não ser um pedido de socorro muito claro, mas, na maioria das vezes, o homem chama aquele amigo mais próximo para conversar. É fato. Perceba a importância e a responsabilidade que esse amigo tem. Afinal, além de ouvir um camarada que está com algum tipo de problema conjugal, esse amigo terá que dar bons conselhos.
O que fazer para ajudar?
Tente imaginar-se no lugar da outra pessoa. Se você já esteve em uma situação semelhante, pense sobre o que você aprendeu. Imagine que você está dando a si mesmo um conselho para as circunstâncias únicas que a outra pessoa está enfrentando. Pense também nos efeitos do seu conselho a curto e longo prazos. É bom considerar os prós e os contras. Muitas decisões são geralmente importantes por causa de seus efeitos futuros.
Se você não se sente qualificado para dar conselhos sobre algo, seja honesto. Seu objetivo não deve ser o de guiar cegamente a pessoa, mas sim de ajudá-la a tomar uma boa decisão, portanto, não dê conselhos que você mesmo não seguiria. Outro detalhe importante é ouvir com atenção quem está pedindo conselhos. Procure conhecer o máximo possível o que está acontecendo. Se tiver dúvidas, pergunte. Ser um ouvinte ativo vai ajudá-lo a dar um bom conselho e também vai aumentar as chances de que a pessoa siga o que você diz.
Você precisa compreender também que dar conselhos, muitas vezes, envolve a resolução de situações e sentimentos conflitantes e diversos assuntos que exigem sensibilidade e consideração. Por isso, tenha cuidado sobre o que irá dizer. Procure escolher as palavras certas para aconselhar. Às vezes, não há uma resposta curta e certeira para um problema. Neste caso, tente ajudar a pessoa a refletir sobre todas as alternativas para que ela chegue a uma conclusão junto com você ou por conta própria. Assim, você estará agindo com responsabilidade e, com certeza, conseguirá ajudar o seu amigo.
OFEREÇA AJUDA A UM HOMEM QUE PRECISE 
Por causa do orgulho masculino, muitos homens não pedem socorro. Sempre que perceber um amigo em dificuldades, procure ajudar. Veja outros desafios clicando aqui. 
Mente sã em corpo são
Correr é uma ótima maneira de manter-se equilibrado. O aplicativo Buddy Runner, disponível para Android, monitora a corrida e dados como distância, tempo e ritmo, salvando as informações para o usuário acompanhar o seu progresso.  Além de ser gratuito, o App também estima as calorias queimadas durante a corrida e você pode compartilhar os resultados no Facebook e Twitter.
Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui. 

domingo, 31 de maio de 2015

Entenda a relação de gratidão do cantor latino pelo bispo Macedo.

Quando uma pessoa é grata, passe o tempo que passar, ela sempre desejará recompensar o bem recebido


Quem nunca teve aquele sentimento de gratidão por alguém que lhe estendeu a mão no momento em que mais precisou, quando se sentiu inseguro ou simplesmente que o ensinou a dar os primeiros passos, quer na profissão, quer na vida pessoal, sentimental – enfim, em qualquer área da vida?
É muito provável que você em alguma fase da vida tenha se deparado com essa pessoa, provavelmente eternizou-a em seu coração e mais ainda será sempre grato a ela. “Um dia vou lhe devolver o bem que me fez, recompensar, agradecer de alguma forma”, disse a si mesmo.
Isso se chama “gratidão”, sentimento nobre e de reconhecimento por alguém que, de alguma forma, lhe concedeu um amparo, uma ajuda, um favor, seja com atitudes, seja com palavras. Se você já vivenciou isso, saiba que não está sozinho. Muitas pessoas carregam dentro de si essa alegria: ou de ter doado algo ou de ter recebido quando precisaram.
Normalmente, quem faz o bem, a ação, não espera nada em troca, inclusive até se esquece, mas, quando é reconhecido, sente uma satisfação muito grande. E quem recebe, então, além de ser beneficiado, carrega consigo aquele sentimento de um dia recompensar o bem recebido.
Esse era o pensamento do cantor e compositor Roberto Souza Rocha, de 42 anos, mais conhecido como Latino. Em entrevista exclusiva à Folha Universal, ele conta que, desde a infância, nutria um sentimento de gratidão pelo Bispo Edir Macedo, líder e fundador da Universal.
Talvez você se pergunte: qual é a relação entre o Bispo Macedo, a Universal e Latino? O cantor a revela e demonstra imensa alegria ao fazê-lo.
“Ainda garotinho, perambulava pelas ruas do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, com os meus primos. Dormíamos na rua e eu me lembro de ouvir o Bispo Macedo pregar para algumas pessoas na praça Jardim Méier, em um coreto de madeira. Inconscientemente, eu absorvi aquelas palavras. Apesar da minha condição muito precária e quase sem nenhuma chance de dar certo na vida, hoje estou aqui e realmente tenho certeza de que aquelas palavras me influenciaram muito, me motivaram e me deram a força que eu precisava para ignorar a realidade difícil que eu vivia e seguir em frente”, relembra Latino.
A carreira
Ainda que a vida de Latino tenha sido repleta de altos e baixos, ele tinha um sonho e o perseguiu até conquistar: uma carreira musical e os palcos, suas grandes paixões. Aos 17 anos foi morar nos Estados Unidos – onde a mãe vivia – e por lá fez de tudo: foi garçom, mágico e cozinheiro.
Ao retornar ao Brasil, na década de 1990, sua vida deu uma guinada, o sucesso chegou e, hoje, com mais de 20 anos de carreira, é conhecido em todo o País e em diversas partes do mundo.
Mesmo depois de ter vivido tanta coisa, Latino diz que tinha um imenso desejo de reencontrar pessoalmente e poder conversar com o Bispo Macedo, aquele jovem pastor que ele via no coreto do Méier, autor das pregações e que inclusive brincava com ele por vê-lo vestido diariamente com uma camiseta do Flamengo.
“Eu me lembro muito claramente dele falando para mim em tom de brincadeira: ‘essa camisa vai sair andando sozinha’, já que eu nunca, nunca mesmo, a tirava. Ele chegou a me dar comida, mas talvez nem se lembre, porém, eu nunca esqueci”, conta.
Por isso, o sonho de Latino nunca morreu e, quando teve essa oportunidade, não a perdeu de vista. Há tempos ele queria realizar esse encontro, inclusive, o jornalista e apresentador Marcelo Rezende, que conduz o programa Cidade Alerta, da Rede Record, chegou a fazer menção ao fato em um de seus programas. Até colocou a história do cantor no ar, depois de tomar conhecimento dela durante um jantar na casa de uma amiga de ambos.
Desde então, Latino aguardava por esse momento, que aconteceu no início deste mês, na sede da Rede Record, no bairro da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Ele foi ao encontro do Bispo Macedo, que o recebeu com um forte abraço.
Visivelmente emocionado, Latino declarou: “Um dos meus sonhos era poder um dia contar isso tudo ao Bispo e, quando tive essa oportunidade, foi a maior emoção da minha vida. Eu tremia tanto, me emocionei, me deu até dor de barriga. Vocês não podem imaginar o quanto significou poder encontrá-lo. Até agora, ao lembrar do momento que o vi, me emociono muito”, descreveu o cantor.
Agradecer sempre
Agir com gratidão é tão importante que a própria Bíblia trata em diversos momentos desse assunto. Em Lucas capítulo 17.11-19, por exemplo, Jesus curou dez leprosos a caminho de Jerusalém, mas só um voltou para agradecer.
“Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano. Jesus perguntou: ‘Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?’ Então Ele lhe disse: ‘Levante-se e vá; a sua fé o salvou’”.
As palavras de Jesus deixam claro que não são apenas os homens que se agradam de quem é grato, mas Deus também. Por isso em nenhum momento devemos esquecer o Autor da Vida e devemos sempre agradecer por tudo que Ele tem feito e até o que ainda não fez, pois, se O obedecermos na totalidade, veremos os mais profundos dos nossos sonhos realizados.

domingo, 24 de maio de 2015

Sangue cristão derramado.

Fugas em massa e execuções do Estado Islâmico tiram as vidas de milhares no Mar Mediterrâneo


O Mar Mediterrâneo é conhecido por ser um dos mais belos do mundo. Entretanto, atualmente ele não tem ganhado as manchetes internacionais só pelo aspecto turístico. Tornou-se um verdadeiro cemitério marinho de pessoas que navegam perigosamente suas águas para fugir dos conflitos de países de cultura muçulmana radical.
No final de abril, por exemplo, um barco naufragou e lançou ao mar mais de 700 pessoas que queriam chegar clandestinamente à Itália para de lá tentarem uma nova vida na Europa. Os fugitivos são provenientes principalmente da Líbia e até agora não se sabe o número exato de mortos no naufrágio, mas já passam dos 400.
No dia 16 do mesmo mês, as autoridades da Sicília divulgaram que um grupo de muçulmanos jogou ao mar 12 cristãos que estavam a bordo de mais uma precária embarcação de africanos que buscavam refúgio na Europa – um bote plástico em que se apertavam 105 pessoas. Os policiais sicilianos prenderam 15 muçulmanos radicais que teriam lançado os cristãos na água por intolerância.
Mesmo cristãos que não fogem da África estão sofrendo pela intolerância dos radicais do Islã. No dia 19 de abril, o Estado Islâmico (EI), organização terrorista que tem alarmado o mundo, divulgou um vídeo com o assassinato de 28 homens apresentados como “fiéis da igreja cristã etíope inimiga”, ocorrido na Líbia. Alguns foram decapitados explicitamente numa praia, enquanto outros foram executados a tiros em um deserto. No vídeo, uma voz em inglês dizia “estamos de volta, nações da cruz”, referindo-se à cultura cristã em geral.
Os conflitos entre muçulmanos e judeus acontecem desde os tempos bíblicos, com incontáveis mortes, e isso parece muito longe de acabar. Agora, os cristãos são alvos declarados, o que põe em perigo os que levam os preceitos da Bíblia aos africanos.
O terrorismo praticado por aqueles que acham que devem matar e morrer para defender a fé pregada por Maomé tem ultrapassado fronteiras, como mostram recentes atentados em Paris e no Canadá, sem falar no inesquecível ataque às Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York, em 11 de setembro de 2001, que vitimou mais de 3 mil pessoas.
Para os radicais, quem não segue a fé muçulmana deve simplesmente ser eliminado, um dos exemplos de intolerância que parecem fazer parte do tão falado Fim dos Tempos, previsto na Bíblia.
Claro que não são todos os seguidores do islã que praticam a barbárie em nome de uma fé cega. Mas essa minoria de radicais está fazendo um estrago cada vez maior, ceifando milhões de vidas no Oriente e no Ocidente. Eles matam até mesmo os que seguem a mesma fé, em nome de uma causa a respeito da qual nem chegam a pensar direito.
Meninos são “educados” para explodir o próprio corpo e levar com eles quem estiver por perto. Jovens do Velho e do Novo Mundo deixam suas famílias e fogem para aderir ao EI. No meio disso tudo, cristãos são sacrificados porque não negaram sua fé, mesmo diante da morte. Isso nos faz pensar: e aqueles que moram em países de culturas em que sua crença é livre, se dizem cristãos, mas sua fé não é realmente praticada no dia a dia? Podem comprar a Bíblia sem represálias e ameaças à sua vida, podem frequentar igrejas, revelar ao mundo sua entrega a Deus, mas optam por, comodamente, não tomar uma posição quanto a isso.
Será que você, ou alguém que você conhece, também não está desperdiçando uma liberdade que aquelas pessoas que agora estão no fundo do Mar Mediterrâneo tanto desejaram sem conseguir?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mulheres da IURD Realizam Passeata Contra a Violência Doméstica.

Milhares de manifestantes conscientizam a população acerca da gravidade do tema, com conselhos e orientações específicas

Por Cinthia Meibach e Sabrina Marques / Fotos: André Moura
redacao@arcauniversal.com



O evento “Rompendo o Silêncio”, idealizado pela escritora Cristiane Cardoso e organizado por grupos da Igreja Universal do Reino de Deus, reuniu milhares de manifestantes em diversos estados do País, para alertar sobre os riscos da violência doméstica. Em São Paulo, os participantes saíram do Largo da Concórdia, zona leste da capital paulista, em direção ao Cenáculo do Espírito Santo do Brás, na manhã deste sábado (26). Em um carro de som, uma das organizadoras do evento, a pastora Maria Rosas, comandava a manifestação com mensagens contra a violência doméstica.


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No trajeto, transeuntes e motoristas eram alertados a respeito do assunto. Além das palavras ditas, mil cartilhas contendo informações sobre a Lei Maria da Penha foram distribuídas às mulheres, que também contaram com o apoio da assistente social e psicólogos da Abads.

Apesar de a passeata ter sido dirigida às mulheres, muitos homens acompanharam a multidão e também apoiaram a causa. Um deles foi o deputado federal Antonio Bulhões (PRB), que enfatizou a importância de que a mulher agredida receba proteção para que tenha coragem de denunciar o agressor. “A agressão é uma covardia, e denunciar é mais do que um direito da mulher, é um dever”, comentou.

Durante o percurso de 1 quilômetro, moradores, comerciantes e trabalhadores da Avenida Celso Garcia não puderam ignorar tamanha mobilização, que entusiasmou até quem estava em horário de serviço. “Sempre há algumas manifestações por aqui, mas eu nunca tinha visto uma como essa, agitada e com tantas pessoas. Pena que estou em horário de trabalho, porque a minha vontade é de seguir a multidão na luta contra a violência”, disse a atendente Patrícia Brandão, de 22 anos.


Livre do trauma

Em alto e bom tom, a auxiliar de escritório, Janiele Galdino (foto), de 18 anos, cantava a música tema da campanha, “Rompendo o Silêncio”, como se colocasse para fora toda a indignação pelos 12 meses consecutivos que sofreu agressão do namorado. “Aos 14 anos, fui morar com ele e logo no terceiro dia de convivência ele se mostrou o oposto daquele homem carinhoso a quem me entreguei. Por causa do ciúme, ele bateu com um capacete na minha cabeça, deixando meu rosto todo inchado por dias”, recorda. Em um dos casos de agressividade do companheiro, a auxiliar até buscou ajuda na Delegacia da Mulher, porém, quando foi encaminhada para realizar o exame corporal, ele a impediu. “Ele me ameaçou e depois fez juras de amor. Disse que mudaria o comportamento, o que não aconteceu”, destaca.

Cansada de esperar pela mudança dele, Janiele deu um basta na situação e voltou para a casa da mãe, abandonando de vez o companheiro. “Eu recebi um convite para participar de uma reunião na IURD. Lá eu aprendi que Deus não queria aquela vida para mim; Ele queria a minha felicidade. Depois de entender isso, eu o deixei e hoje namoro uma pessoa completamente diferente, que me ama e respeita de verdade”, afirma.

A promotora de Justiça Eliana Passarelli (foto), conhecida por ter uma postura enérgica diante de casos de abuso, fez questão de participar do evento e ministrar uma palestra, na qual incentivou a busca pelo direito da mulher. “A cada 15 minutos uma mulher é morta no Brasil e apenas 10% das que sofrem agressão têm coragem de denunciar. Isso porque falta o conhecimento. Mas quando ela decide agir, obtém uma reestruturação diante da posição que ocupa dentro da própria família”, orientou.

Logo após o direcionamento, uma peça teatral, encenada pela Companhia Teatral do Força Jovem, mostrou a história de uma mulher que era agredida pelo marido por causa do ciúme, mas conseguiu vencer o medo e procurou ajuda.


Mensagem de esperança

Reforçando tudo o que foi feito e falado durante o evento, Cristiane Cardoso (foto) fez questão de deixar uma mensagem às mulheres presentes no templo. “Mulher, deixe de lado tudo o que tem lhe violentado e compreenda o valor que você tem. Quando isso acontecer, então, poderá tirar proveito das experiências ruins e passará a ajudar as outras pessoas”, aconselhou.

A ativista Carlinda Tinoco anunciou o novo projeto chamado Raabe, que será voltado para atender mulheres que se encontram vivendo em situação de risco por causa da violência doméstica. Ela também convidou para o próximo evento sobre o tema, que será realizado no próximo dia 8 de dezembro. Para mais informações sobre o projeto acesse www.projetoraabe.com.

Além do apoio moral, a pastora Marilene Silva chamou à frente do altar as mulheres que estavam ali pela primeira vez ou vivendo momentos de risco por causa da violência doméstica e realizou uma oração de fé por todas, pedindo a Deus que desse a elas força e coragem para lutar e vencer as adversidades.

Fonte: Arcauniversal