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domingo, 25 de outubro de 2015

Você tem sido grato ao seu marido ou à sua esposa?

Veja o quanto a gratidão é importante, até mesmo para a sua saúde.


Sabe aquela louça que o seu marido lavou, o chá especial que ele preparou para você ou mesmo o leite que ele saiu para comprar – tarde da noite – porque acabou bem na hora em que o seu filho pediu? Você o agradeceu por tudo isso, dizendo o quanto estava feliz por ele lhe ajudar e ser tão bom e especial?

E você, esposo, retribuiu – de alguma forma – à sua mulher pela roupa que ela deixou passada para você ou por aquela comidinha toda especial que ela preparou com carinho? Ou apenas saboreou e saiu da mesa sem agradecer o empenho e a dedicação dela?

Você já parou para pensar que, muitas vezes, você tem mais gestos de gratidão e educação com as pessoas que mal conhece do que com as de dentro da sua casa?

Talvez você nem perceba tais atitudes, porém, nunca é tarde para mudar.  O apresentador e palestrante Renato Cardoso destaca que uma única palavra ou um gesto de gratidão é capaz de provocar incontáveis resultados.

“Quando você está ocupado ou estressado, acaba esquecendo-se de agradecer à pessoa que decidiu construir uma história ao seu lado. Você costuma dizer ‘obrigado’ para estranhos e amigos o dia todo, até por pequenas coisas, mas, de repente, pode estar sendo ingrato pelos grandes sacrifícios que seu parceiro faz por você”, afirmou ele em mensagem aos participantes da Terapia do Amor, palestra que – ao lado da esposa, Cristiane Cardoso – ministra todas as quintas-feiras, às 20 horas, no Templo de Salomão.


“Que tal mudar isso hoje?”, desafia Renato, convidando todos os casais a listarem 5 coisas que o parceiro faz e pelas quais não tem recebido gratidão. “Expresse isso com sinceridade, verbalmente ou por escrito. Faça isso intencionalmente mais vezes, agradecendo desde as pequenas até as grandes coisas. Sua gratidão sincera faz com que o outro se sinta valorizado, e isso melhorará o seu relacionamento."


Um coração grato é mais saudável
Aliás, você sabia que ser uma pessoa grata ou mesmo receber o carinho e a gratidão de alguém faz bem à saúde? A gratidão não apenas alegra o coração, como também pode torná-lo mais vigoroso.
Isso foi comprovado em uma pesquisa publicada pela Associação Psicológica Americana, que descobriu que pacientes com problemas cardíacos assintomáticos (que têm o problema mas não apresentam sintomas) que mantiveram um diário de gratidão durante 8 semanas, enquanto recebiam cuidados clínicos regulares, mostraram redução nos níveis de marcadores inflamatórios no corpo, o que está relacionado a uma melhor saúde cardíaca.

O estudo acompanhou 186 homens e mulheres, comprovando que um coração mais grato, de fato, é mais saudável.

Perceba que a gratidão não é apenas um ato de ternura que colabora para alegrar o seu parceiro ou quem está ao seu redor, ela também promove um bem-estar geral.

Quer ter um coração mais saudável? Pratique a gratidão. E se você quer aprender a ser grato também na vida a dois, participe da Terapia do Amor. Os detalhes sobre as palestras você encontra clicando aqui.

Fonte: Universal.org

domingo, 28 de junho de 2015

Você é rejeitado pelas pessoas por ser cristão?


domingo, 19 de abril de 2015

Prejudicando a saúde em nome da beleza.

Uma tendência perigosa ganha repercussão entre as gestantes. Será que seguir um padrão estético é mais importante que o bem-estar do bebê?

Qual é o limite entre a saúde e o padrão de beleza? Dietas mirabolantes e restrições alimentares extremas estão entre os hábitos de muitas mulheres que vivem em busca de um corpo considerado perfeito para os padrões da moda. Elas se preocupam muito mais com a aparência e menos com as consequências que esses radicalismos podem causar.
No mês passado, as fotos da modelo Sarah Stage, de 30 anos, despertaram a atenção do mundo inteiro. Grávida, ela exibiu em seu perfil do Instagram curvas bem definidas e uma barriga levemente acentuada. A imagem não seria tão polêmica se Sarah estivesse no início da gestação. Mas ela estava no oitavo mês e, ainda assim, a barriga era “sarada” e quase imperceptível. Um questionamento veio à tona: a vaidade estética deve ser mais importante do que a saúde de um bebê em formação?
Sarah tem mais de 1 milhão de seguidores na rede social. Os comentários e críticas não tardaram a aparecer. Houve ainda quem a considerasse um exemplo a ser seguido. Aproveitando a repercussão da modelo, a revista norte-americana Cosmopolitan produziu uma matéria para mostrar o que é preciso fazer para manter a barriga sarada enquanto o bebê não chega. O que deveria ser um alerta de risco se torna uma tendência. Perigosa, sim, sem dúvida.
O ganho de peso é importante para que o bebê possa ter um desenvolvimento adequado, além de ser fonte de energia para as mamães. As gestantes que se alimentam de forma correta e saudável minimizam os riscos durante a gravidez e o parto. Vale lembrar que a alimentação equilibrada deve ser sempre mantida.
Extremos
Tanto a falta de peso quanto o excesso são prejudiciais para o bebê. De acordo com um estudo publicado no ano passado pelo American Journal of Obstetrics and Gynecology, engordar muito pode elevar o risco de obesidade e sobrepeso dos filhos.
O mesmo pode acontecer quando a mãe não engorda o suficiente. Segundo as pesquisas, 20,4% das mulheres que engordaram muito tiveram filhos com sobrepeso. O mesmo aconteceu com 19,5% das mulheres que ganharam menos peso do que deveriam.
Entre as gestantes que engordaram o necessário, apenas 14,5% tiveram filhos acima do peso. Ou seja, o importante é que a mãe mantenha um equilíbrio saudável, para garantir a saúde dela e, principalmente, do bebê. Colocar a saúde do filho em risco, por conta de uma ditadura violenta de beleza, não é uma atitude responsável ou adequada para uma mãe que deseja o melhor para o seu próprio filho.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Seja sábio ao falar com sua esposa

Palavras ditas com afeto preenchem todas as lacunas do relacionamento

Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferreira@arcauniversal.com

Normalmente, as mulheres são consideradas complexas, detalhistas, vulneráveis e, por isso, entre outros motivos, os homens costumam dizer que não conseguem entendê-las facilmente. Há quem diga que elas conversam com o objetivo de criar mais intimidade com o parceiro, enquanto a maioria deles tem apenas a intenção de transmitir o pensamento com clareza e simplicidade e, dessa forma, se iniciam as brigas, onde tudo o que é dito pode tomar grandes proporções.
Toda mulher tem a necessidade de expressar seus pensamentos e ser compreendida, muitas vezes apenas escutada. De acordo com a ciência, elas são muito diferentes dos homens, por usarem acentuadamente o lado direito do cérebro, que está ligado à emoção, sensibilidade, intuição e criatividade. “Já os homens usam mais o lado racional e, assim, um completa o outro”, explica o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (www.iurdtv.com), bispo Adilson Silva.
 
Segundo ele, quando a parceira espera do companheiro afeto e carinho – situação que muitas vezes para o homem não é tão importante, por ele ser racional – e ele descobre isso de maneira que atenda realmente suas necessidades, todas as lacunas do relacionamneto são preenchidas. “Isso se torna uma qualidade, quando um sabe da diferença do outro e trabalha esses pontos a favor de si e não contra a relação”, completa a apresentadora Rosana Silva, esposa do bispo.
Ele ainda salienta que as mulheres têm suas características por questões naturais, e se o homem começar a estudá-las, aprender isso e usar o amor inteligente, vai conseguir se comunicar muito melhor com ela. Ele tem de entender o que ela precisa. De acordo com Rosana, além de aprender, há a necessidade de colocar tudo em prática. “E isso serve tanto para as mulheres como para os homens.”
 
Acerte e surpreenda
 
- Seja gentil. Se necessário, espere o momento certo para falar certas coisas, não aproveite o momento de fúria para dizer o que acha certo.
- Olhe nos olhos e não a interrompa, e peça o mesmo. Torne o momento civilizado.
- Aprenda a importância de ouvir e depois expor suas opiniões.
- Não arrume desculpas para justificar um erro, o importante é saber onde errou e mudar.
- Evite apenas criticar. Para cada recriminação, faça uma sugestão.
- Nenhum momento é propício para comparações, isso só faz com que a pessoa se sinta menosprezada.
 
Uma vida transformada pela presença de Deus
 
“Estou no quarto casamento. Eu era uma pessoa impossível e sempre considerei que o erro estava nelas. Hoje consigo ver que o problema maior estava em mim. Dentro dos relacionamentos fui mandão, orgulhoso, prepotente e tudo tinha que ser do meu jeito. Já cheguei até a bater em minhas ex-esposas”, conta o vendedor Alan Salinas.
Segundo ele, uma das explicações foi a convivência que teve dentro da casa de seus pais. “Era muito negativa. Casei pela primeira vez aos 17 anos de idade, com a intenção de tentar ser feliz e sair de casa rapidamente. Mas percebi que comecei a cometer os mesmos erros que queria deixar para trás. Hoje sou diferente, com a vida transformada”, relata.
De acordo com sua atual companheira, a vendedora Juliana Salina, no começo ela não pensou que isso poderia acontecer com a vida dela. “Ao me envolver, eu não queria nada sério, só por diversão, mas com o tempo o relacionamento foi se tornando algo sério e nos casamos. Foi quando ele começou a me bater, e eu revidava. Nos momentos em que ele gritava, eu falava mais alto ainda. Não havia felicidade.”
Foi a presença de Deus que transformou a união do casal. Se você também precisa de uma mudança assim em sua vida, participe, às quintas-feiras, na Igreja Universal, da Terapia do Amor. Durante os encontros, os palestrantes explicam, entre outras coisas, que para ser feliz é necessário que algumas regras sejam estabelecidas dentro do relacionamento. Se você é solteiro, casado ou separado poderá encontrar nessas reuniões a direção ideal.
 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Casamento Cristão X Casamento Mundano


Se perguntássemos a todas as pessoas casadas: “Por que você se casou?” Essa pergunta teria apenas duas respostas. A mais sincera seria: “Eu me casei porque quis”. Vi nessa moça (ou rapaz) alguma coisa que me agradou. Tinha alguns desejos – emocionais, físicos e sociais – muito intensos, e ela (ou ele) parecia a pessoa mais adequada para satisfazê-los. Por isso me casei.”

No casamento mundano motivo da união tem origem neles mesmos. O casamento que é baseado em nossa própria vontade é como uma nota falsa. Parece com a verdadeira mas um bom conhecedor vê logo que se trata de uma falsificação. É por isso que muitos deles acabam falindo.

O amor humano se exaure rapidamente. Depois nem o desejo sexual, nem o status social são suficientes para sustentar a relação, e afinal o casal tem que reconhecer que o casamento não vai bem. Alguns terminam em separação; outros vão se agüentando até quando podem. Mas tais casamentos não passam de arremedos do verdadeiro. É que houve ali uma tentativa de se criar, pela vontade do casal, algo que só Deus pode criar.

Porém a melhor resposta seria: “Casei-me porque senti que era essa a vontade de Deus”. Isso é um casamento cristão. Um casamento não é cristão apenas pelo fato de ter sido oficializado numa igreja; mas o é porque se originou no coração de Deus. O casal se une para obedecer a vontade de Deus. O casamento cristão começa no momento em que duas pessoas reconhecem que Deus escolheu uma para a outra. Deus une um casal em matrimônio não para satisfazer o desejo do coração deles, mas para realizar o desejo do seu próprio. Só o amor de Deus é capaz de sustentar um bom casamento. E ele nasce quando reconhecemos que nosso casamento é da vontade de Deus, que foi Deus que nos escolheu um para o outro, e nos casamos em obediência à vontade Dele.


Deus abençoe a todos os lares!!

Fonte: Esposa Virtuosa

terça-feira, 1 de maio de 2012

O Segredo.

Oi, Dona Cristiane.
Admiro muito todos os trabalhos que vocês fazem em benefício das almas.

De vários testemunhos apresentados, eu também tenho um. Assim como grande parte das pessoas, cheguei à IURD com a vida sentimental destruída.

Deus me restaurou e me honrou. Estou noiva de um antigo amigo, o conheço há 9 anos, foi minha paixão de adolescente. As inúmeras chances com ele sempre deram erradas, mas depois de convertidos nos acertamos, hoje entendemos o porquê, e agora vou casar com um homem de Deus.

Fizemos o curso Casamento Blindado, 2ª edição. Vejo que Deus nos deu uma grande oportunidade de ser minoria nos dias de hoje, de cumprir o “até que a morte nos separe”, mas sendo felizes. E ainda ser diferente do histórico da minha família.

Com a nossa mudança e relacionamento, meu noivo e eu conseguimos ajudar muitas pessoas, e principalmente os pais dele. A mãe dele jurou que jamais pisaria na Igreja Universal, mas, pela fé, o meu noivo comprou essa 3ª edição do curso, e conseguiu convencê-la a ir.

No decorrer do curso, por meio da senhora e do bispo Renato, minha sogra mudou a imagem que tinha da Igreja, e já disse: “Eu gostei, domingo vou ver a pregação dele”. Ela adorou o curso e já está aplicando os conselhos, além de recomendar para os casais de amigos, e a edição ainda nem terminou.

Parabéns! Que Deus continue usando e abençoando muito os senhores.

E como disseram na reunião de ontem: ”O segredo é o Sacrifício”.

Carol

Publicado por: Bispo Edir Macedo

sábado, 28 de abril de 2012

Toma lá, dá cá...


Por que tanto sofrimento na vida sentimental?
Falta de um verdadeiro amor e a infidelidade no relacionamento.
Isso é o que a Bíblia ensina.
Infelicidade sentimental é o resultado da falta do mais puro amor somado à infidelidade.
Promiscuidade, prostituição, adultério são comuns hoje em dia. Troca-se de marido ou mulher como de roupa suja.
Não há seriedade nos relacionamentos.
Os compromissos têm sido recheados de interesses pessoais.
Puro egoísmo.
Os valores morais deram lugar aos imorais.
Mais tarde, os egoístas se perguntam: por que não consigo ser feliz?
O SENHOR trata essa questão de forma bem incisiva.
Quem quiser voltar-se para Ele tem de provar que quer mesmo.
“… tornai-vos para Mim, e Eu Me tornarei para vós outros…” Malaquias 3.7
Quem quiser chegar até Ele tem de passar pela porta dos dízimos e ofertas.
Por quê?
Por conta de suas representatividades.
Dízimos e ofertas simbolizam fidelidade e amor, respectivamente.
Simbolizam o Senhor Jesus Cristo - Primícia de Deus ofertado para a salvação dos que creem.
Ele é a Porta do Trono de Deus.
Ninguém chega ao Pai senão por meio da fé prática no Filho.
Dízimos e ofertas são muito mais do que míseros 10% somados a uma oferta qualquer.
Ele é o Primogênito de toda a criação. Colossenses 1.15
Oferta e sacrifício a Deus. Efésios 5.2
O espírito da mensagem, no tocante ao roubo dos dízimos e ofertas, vai infinitamente além.
Trata-se da salvação.
Por isso o Senhor condiciona Seus favores a dízimos e ofertas.
É difícil entender esse recado?
Carece de interpretação?
Claro que não!
Em outras palavras, o Senhor está falando alto e bem claro:
"Toma lá, dá cá!"
Quem crê, amém. Quem não crê, paciência.
A crença é apenas para os revelados. Os demais, impostores, ficam de fora.

Publicado por: Bispo Edir Macedo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Resgate O Prazer Do Casamento.

Um belo dia ele aparece em sua vida. Você Sente aquele frio na espinha, o coração acelera e bate a certeza no coração: o homem segundo o coração de Deus para casar está ali, na sua frente, pedindo o número do seu celular,querendo conhece-la melhor. O melhor da história? Desta vez é de Deus!. O moço mostra que quer compromisso, lhe convida para orarem juntos e fica ansioso para apresentá-la aos pais e a todos os amigos como namorada. Adeus, solidão amorosa! Você então começa a sonhar com um solitário enooorme entrando em seu dedo anular direito ao mesmo tempo que as palavrinhas mágicas ''Casa comigo?'' saem da boca do bonitão. Não demora muito e sua senha ao ''Felizes para sempre'' é chamada por Deus.
Ok, a gente sabe que muita coisa boa do seu conto de fadas particular ficou no caminho por causa da rotina e das novas atribuições da vida a dois: vocês trabalham muito, não são mais novidade um para o outro, têm a preocupação em pagar o financiamento do apartamento e todas as outras contas, cumprir as tarefas domésticas (ir ao supermercado, por exemplo, deixa de ser uma diversão para virar mais um ''tem que'' da lista), e por aí vai.

Resgate hoje mesmo o prazer de um casamento feliz!!Comece com as pequenas coisas: ouvir música juntos, sair para jantar fora, enfeitar a mesa do café da manhã com uma rosa, dar um beijinho antes do trabalho e ao chegar em casa...liste os programas mais inesquecíveis que faziam no passado e avalie quais podem ser repaginados. Que tal fazer uma trilha numa cidadezinha cheia de cachoeiras. Não deixem a relação estagnar.Beije a boca do seu esposo!!!(Não aquele beijinho que vocês tem dado ultimamente, mas aqueleeee beijo de quando começaram a namorar,lembra??) Enfim,Continuem a se divertir um com o outro!!

Fonte: Blog do Bispo Macedo

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Autoestima.

A psicóloga Léa Michaan, fala sobre autoestima, como ela é importante para vencer na vida e como encontrar o equilíbrio para não ser mal interpretado

Por Elliana Garcia


Independentmente de como ela esteja, alta ou baixa, o fato é que, todos nós temos autoestima. Mas qual a importância desse sentimento em nossa vida? Em entrevista ao Portal Arca Universal, a psicóloga Léa Michaan, (foto abaixo) graduada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em psicoterapia psicanalítica pela Universidade de São Paulo (USP), responde sobre esse tema tão próximo e ao mesmo tempo tão desconhecido. Ela enfatiza que a autoestima é a avaliação que fazemos de nós mesmos, como nos vemos e nos sentimos. “Quando não há amor próprio, toda a nossa energia fica presa, focada num só ponto, tentando compensar esta falta de amor por nós mesmos”.
O que é autoestima?
É a maneira que uma pessoa se sente em relação a si mesma. É a avaliação que ela faz dela mesma, como se vê e se sente, que pode ser negativa ou positiva.
Como age exteriormente uma pessoa que tem baixa autoestima?
Normalmente ela se vangloria e conta vantagens para encobrir algum sentimento negativo em relação a si mesma, ou ainda tenta diminuir o outro para sentir-se, enganosamente, superior. Esta é uma atitude desesperada para compensar o sentimento negativo que nutre por si mesma. Já quem tem a autoestima elevada conhece o seu valor e não perde energia para impressionar os outros.
Quais os sentimentos provocados pela baixa autoestima?
A baixa autoestima produz um sentimento de menos valia. Tal sentimento pode tomar dois rumos. Primeiro: muitas pessoas com baixa autoestima querem provar para elas e para o mundo que são capazes e lutam para ser bem-sucedidas. São pessoas inteligentes, mas que ao mesmo tempo sofrem, pois embora bem-sucedidas financeiramente, não encontram paz interior, e seus relacionamentos sociais são prejudicados pela necessidade de contar vantagem, de rebaixar o outro, sentir-se perseguida.  O segundo rumo de uma pessoa com baixa autoestima é achar que não vale a pena investir em si mesma e nunca lutar para ir em frente. Ela se torna também tão carente que ou bajula, ou ataca os outros o tempo todo, torna-se uma pessoa insegura, e a baixa autoestima regulamenta todas as suas escolhas e atitudes. 
O que desencadeia a baixa autoestima?
Este sentimento, em geral, se origina na infância e nas experiências infantis. Por exemplo, quando os pais não possuem o filho idealizado de suas fantasias, eles podem olhar para o filho e transmitir a frustração neste olhar. E o primeiro espelho de uma criança é o olhar de seus pais. A maneira como os pais enxergam este filho é como ele vai se encontrar e se reconhecer depois. Os pais são espelhos psicológicos dos filhos. A baixa autoestima começa no momento em que uma criança não pode ser aceita do jeito que ela é. Ela não pode ver-se a si mesma, só pode se ver através dos reflexos que produz nas outras pessoas, que podem ser os pais, professores, avós, tios e colegas. Mas outros fatores, em algumas situações no decorrer da vida, podem desencadear este sentimento.
Há pessoas predispostas, mas há aquelas também que só estão passando por uma fase. Nesse caso o que acontece para quem está com a autoestima baixa?
Em qualquer situação, quando não há amor próprio, toda a nossa energia fica presa, focada num só ponto, tentando compensar esta falta de amor por nós mesmos. Nossa criatividade não encontra uma mente disponível para emergir e nós perdemos tempo precioso de nossas vidas, porque em vez de criarmos e produzirmos, ficamos estagnados, tentando encontrar maneiras de fazer com que os outros nos aceitem e nos admirem para compensar o fato de nós mesmos não conseguirmos nos aceitar e admirar. E isto se torna uma bola de neve, pois quanto mais gastamos nosso tempo, ou nossa inteligência, tentando fazer com que o outro nos admire, menos nos aceitamos, gostamos e admiramos a nós mesmos, e como uma bola de neve a baixa autoestima aumenta cada vez mais.
Como elevar a autoestima?
Em primeiro lugar fazer uma autoanálise e entender que não é porque nossos pais não puderam nos aceitar do jeito que somos, ou porque alguém pensa de outra forma, que não temos valor. A melhor maneira de elevar a autoestima é perceber o que de fato gostaríamos de ser, como gostaríamos de pensar e agir. E para isso é preciso nos conhecer e ser coerente e coeso com aquilo que acreditamos. Mas esta tarefa é muito difícil, e para reverter a baixa autoestima e suas consequências muitas vezes é necessária a ajuda de um profissional.
Muitas vezes quem tem a autoestima elevada é visto de uma forma distorcida pela sociedade, que o encara como orgulhoso, ou que “se acha”. Como encontrar o meio termo para não ser mal interpretado?
Uma boa autoestima é uma coisa, um ego inflado, ou uma pessoa que “se acha”, é outra. Uma pessoa que tem autoestima elevada está em paz consigo mesma e não sente necessidade de se exibir, nem contar vantagens, muito pelo contrário. Percebemos que uma pessoa possui autoestima elevada justamente porque é criativa, acolhedora e amável com o outro. Alguém só pode ser amável, acolhedor e respeitador com outro, se é assim consigo mesmo. Uma pessoa que tem o ego inflado, em geral, possui uma autoestima baixa e sente necessidade de se exibir para compensar por meio da admiração alheia a falta de amor por si mesma. O caminho das pedras é não cair nem no sentimento arrogante da onipotência e nem na baixa autoestima pedante da impotência. O caminho a seguir é conhecer-se a si próprio, para entrar em contato com a sua precariedade e então poder evoluir.
Podemos dizer que a autoestima é uma junção de autoconfiança com amor próprio. Como equilibrar esses dois sentimentos?
O equilibro encontra-se na possibilidade da pessoa se perceber. Todos nós temos uma parte mais madura, que não fica tomada pelas emoções. No momento em que estamos nos vangloriando, sentindo-nos onipotentes, ou o oposto disso, quando nos subestimamos, sentimo-nos completamente impotentes e incapazes. Neste momento, e em todos os outros, é útil nos percebermos e nos enxergarmos por cima, de fora e através da percepção da realidade, mudar de atitude. Lembre-se de que autoconfiança deve ser baseada na realidade e não na fantasia. A pergunta que devemos fazer para nós mesmos é: “Será que não estou me subestimando ou sendo um tanto onipotente?” Para encontrar a resposta, faça o teste de realidade, conheça o problema a ser resolvido e vá conhecendo suas reais capacidades para lidar da melhor maneira com o problema, e lembre-se: todo problema tem alguma, ou algumas soluções. Assim, pouco a pouco, os recursos internos se ampliam, tal como os nossos músculos através de treinamento.
Já o amor próprio, é a maneira de agir consigo mesmo, análogo a forma de agir com os outros. Quando amo alguém, faço tudo em prol daquela pessoa, então, se tenho amor próprio, faço o melhor para o meu desenvolvimento e, claro, não permito que os outros “pisem” em mim, me humilhem ou desrespeitem, e isto é algo natural. Quando temos amor próprio – que é diferente de arrogância –, automaticamente não inspiramos o outro a nos desrespeitar.
Algo que queira acrescentar?
É bom lembrar que durante a nossa vida encontramos diversas pessoas, algumas são arrogantes, outras exibicionistas, outras nos bajulam, outras não nos aceitam do jeito que somos, outras nos admiram, outras nos diminuem, algumas sentem necessidade de nos esnobar, e por ai vai. O principal é se conhecer e não se deixar levar pela imagem que os outros têm de nós. E sempre tentar aprender com a experiência. Usar a capacidade de pensar e refletir e se perguntar: porque inspiro tal conduta da outra pessoa em relação a mim? Será que é uma questão dela ou minha? Até que ponto agi para ser desrespeitado, ou humilhado, ou tão admirado? E não se deixar levar como o “vento”. Não acreditar que você é exatamente da maneira que se enxerga no olhar do outro. Ter firmeza de personalidade e poder levar a opinião alheia em consideração para o próprio desenvolvimento é sinal de uma autoestima positiva e também uma maneira para melhorar a autoestima que porventura estiver em baixa.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Superior.


Eu tive que colocá-la em seu devido lugar, afinal de contas, como ela iria aprender a lição? Se ela pensa que eu vou ser amável e atenciosa com ela depois de tudo que me fez, está completamente enganada. Sou uma boa pessoa, mas não sou tola a ponto dela dizer o que bem entende e não me magoar. Eu também tenho sentimentos!

Isso não é típico de pensarmos ou dizermos quando estamos magoadas com alguém? Estamos tão acostumadas a reagir dessa forma que seria inédito, apenas “deixarmos para lá.” Nós queremos tanto provar que estamos certas que se isso significa evitar essa pessoa completamente ou certificar-nos de que ela recebeu a mensagem de que nos feriu, vamos fazê-lo, independentemente de quão presunçoso isso possa parecer.

É engraçado, no entanto, que quando se trata de orgulho, nós nunca admitimos que o temos. É algo que nós assumimos que os outros têm, mas não nós. No entanto, se observarmos as reações que normalmente temos diante de problemas de relacionamento, podemos também observar como isso se encaixa muito bem com a definição de orgulho. Vamos ver ... é a qualidade de ter uma opinião excessivamente elevada de si mesmo ou de alguém importante. Significa, também, arrogância, presunção, auto-estima, vaidade, soberba, (e a lista continua).

Nossas reações à problemas de relacionamento, seja com amigos, parentes, marido ou mesmo com um estranho (acredite ou não, podemos ser tão presunçosas com aqueles que não conhecemos!) geralmente tem haver com orgulho. Deixe-me provar isso a você.

Toda vez que você sente vontade de provar algo a alguém sobre si mesma, você está de fato tentando mostrar o quão importante você é. Se o vendedor não nos dá muita atenção, rapidamente temos vontade de fazer uma reclamação ao gerente. Por quê? Porque nós somos as clientes e, demasiado importantes para sermos ignoradas! Se uma amiga disse algo que não gostamos, queremos evitá-la por um tempo apenas para que ela possa chegar a conclusão que nós não merecemos esse tipo de tratamento. Ainda, se o marido não nos pedir desculpas por algo errado que ele fez, nós imediatamente fazemos uma "bela e atraente" cara amarrada e esperamos ele implorar pelo nosso perdão.

Orgulho é mau. Devemos ter auto-estima, mas não orgulho. Estas são duas coisas diferentes, mas que muitos, geralmente pensam que significam a mesma coisa. O orgulho não vai resolver o problema com seu marido. A auto-estima vai. O orgulho não vai te dar a atenção que você precisa. A auto-estima vai. Quando nos valorizamos, não permitimos que o orgulho nos leve a fazer coisas que desaprovamos, ao vez disso, fazemos coisas as quais nos valorizam como mulheres, tais como manter o equilíbrio mesmo quando a situação está ficando fora de controle, ou seja, mantemos a compostura. Uma pessoa que sabe controlar-se nas piores situações é admirada, porque ela se destaca das outras, já o oposto, é bastante constrangedor.

Se você puder olhar nos olhos dessa amiga que te magoou e ser a mesma que você sempre foi, você vai estar lhe dando uma lição muito maior do que se evitá-la. Apesar de doer, você vai superar a dor, porque definitivamente não vale a pena carregar essa mágoa dentro de si, afinal você não tem que provar nada para ninguém, você é uma mulher cheia de graça. Isto é se valorizar. Isto é ser superior.

Fonte : Cristiane Cardoso