Mostrando postagens com marcador União. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador União. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de maio de 2016

O trabalho dos Levitas do Templo de Salomão.

Voluntários fazem ação evangelística na Praça da República e visitas a casas de repouso.


No passado, os homens descendentes de Levi, uma das tribos de Israel, eram considerados homens com nível de espiritualidade superior às demais tribos. Os chamados Levitas foram designados para realizar os serviços sagrados do Tabernáculo e do Templo, trabalho esse que exigia consagração e comunhão com o próprio Deus.
A função deles, hoje, não é diferente. Centenas de Levitas escolhidos a dedo são responsáveis em auxiliar as pessoas que chegam ao Templo de Salomão, como ressaltou o Bispo Macedo durante a consagração dos voluntários, em julho de 2014. “Os Levitas serão o cartão de visita do Templo, a responsabilidade deles é de atender às súplicas e aos gemidos das pessoas que chegarem aqui”. Este propósito tem se cumprido dia após dia.
Além das responsabilidades dentro do Templo, eles realizam um trabalho evangelístico nas ruas da cidade de São Paulo, hospitais e casas de repouso.
Ações Evangelísticas
No mês de fevereiro, os voluntários visitaram 9 casas de repouso para levar uma palavra de fé, entregar kits de higiene pessoal e promover um chá da tarde especial para cerca de 150 idosos. Para a Levita Adriana Pinelli, que também é enfermeira especializada em Gerontologia, esses encontros são de extrema importância para a vida do idoso. “Nem sempre remédio ou tratamento clínico solucionam seus problemas. Por um lado, os idosos sentem -se acolhidos pela instituição onde estão, por outro, sentem-se marginalizados em relação a esse novo meio social, carentes do contato com outras pessoas e até mesmo com seus próprios familiares” conclui a enfermeira.
Por meio desses encontros, os Levitas conseguem proporcionar momentos de alegria para essas pessoas e mostrar que eles não estão sozinhos, que têm valor e são amados, em especial por Deus.
Foi dessa forma que a idosa Dona Fanny, de 95 anos, sentiu-se com a visita dos voluntários. “Estou muito contente, principalmente com a mensagem de Deus sobre o amor ao próximo, a fé e a salvação. Por mim, eles podem voltar mais vezes (risos)”, comentou.
Mas o trabalho não se limita apenas a essas visitas. No dia 20 de março, 200 Levitas participaram de uma ação evangelística na Praça da República, região central da cidade de São Paulo, juntamente com o Bispo Sérgio Gonçalves, responsável pelo Grupo.
A ação contou com atendimento espiritual para quem passava no local e com a distribuição de informativos sobre as reuniões realizadas no Templo. Rosas brancas também foram entregues às pessoas para que as colocassem em seus lares, representando a presença de Deus.
A balconista Vilma Clemente, de 41 anos, recebeu atendimento de um dos Levitas e pôde perceber a mudança logo após a orientação. “Estava tensa, pesada, entrevada, com muita dor. Depois desse atendimento, sinto-me aliviada, leve”, contou Vilma.
O intuito desse trabalho é levar aos necessitados e aflitos uma opção de mudança de vida, como afirma o Bispo Sérgio. “O objetivo não só dessa ação, como das demais que os Levitas realizam, é levar a palavra da salvação para aqueles que estão perdidos, pois muitas são as pessoas que estão neste mundo desiludidas, deprimidas, sem nenhuma perspectiva. Há aqueles que até pensam em tirar a própria vida. Nós fomos mostrar para essas pessoas que há uma saída, uma solução. Deus deu a vida do Seu Filho Jesus para que todo aquele que Nele crê não pereça e alcance a vida eterna. No final, percebemos que teve uma excelente aceitação por todos”.
O trabalho dos Levitas é de suma importância, pois, por meio dele, muitos conhecem a palavra de Deus e têm o acompanhamento que precisam. Em todas as reuniões do Templo, você pode encontrar um Levita e se lembrar que eles foram separados por Deus para nos ajudar.
Veja as novas instruções para participação nas reuniões do Templo de Salomão clicando aqui. Para obter outras informações, você também pode entrar em contato com a Central de Informações do Templo de Salomão: (11) 3573-3535 ou info@otemplodesalomao.com

domingo, 15 de novembro de 2015

Como brigar e acabar em beijos.



Se colocássemos algumas opções do que você gostaria que acontecesse depois de uma briga entre você e seu (sua) parceiro (a), qual escolheria?

a) Nada foi resolvido
b) Corações feridos e despedaçados
c) Ambos chateados e calados
d) Solução e beijos de amor

Certamente, todos escolheriam a opção “d”, por ser a mais sensata e agradável. Porém, o que é necessário fazer para acabar uma briga com a solução do problema e, consequentemente, em beijos?

Você deve atentar para esses cinco pontos:

1 – Saiba o porquê e sobre o que estão brigando. Muitos começam a discutir sobre algo e depois mudam totalmente o foco da discussão. Por fim, acabam até se esquecendo sobre o que começaram a brigar. Isso acontece porque outros assuntos passados e paralelos, que não tinham nenhuma relação com a briga, foram trazidos à tona. Vários casais começam reclamando de uma coisa e terminam falando de outra completamente diferente. Por isso, é necessário ter em mente o assunto principal e focar somente nele. Defina e discuta sobre um ponto específico. Se for um gasto indevido, por exemplo, você falará apenas disso. Nada de mencionar as crianças, pular para a sogra, falar do patrão ou relembrar algo que aconteceu há muito tempo.

2 – Lembre-se de que você tem dois ouvidos e uma boca. Preste atenção no que a pessoa está falando, em vez de bolar em sua mente argumentos para se defender. Tente entender o porquê ela se sente assim. Se as reclamações não forem devidamente ouvidas, vocês não poderão entender qual é o problema e, consequentemente, o mesmo não será resolvido. Por isso, essa regra é fundamental: ouvir mais e falar menos. Ainda que, de início, você não concorde com o que o outro esteja falando, procure compreendê-lo e se colocar no lugar dele.

3 – Não fale tudo o que sente ou pensa. Muitos vomitam sentimentos e pensamentos sobre seus parceiros com a desculpa de que “precisam abrir seus corações” ou de que “só estão sendo sinceros”, mas, ao fazerem isso, acabam ferindo a pessoa amada. Todos nós sentimos e pensamos coisas ruins no momento da raiva, mas não precisamos despejar esse “pum cerebral” sobre o (a) parceiro (a). Afinal, o que é mais adequado quando se tem gases? Soltá-los na frente da outra pessoa ou sair de perto e lidar com aquilo da sua maneira? Assim como essa última opção, devemos administrar e nos livrar dos sentimentos e pensamentos ruins, sem prejudicar o outro.

4 – Ataque o problema e não a pessoa. Em uma briga, é necessário entender quem é o inimigo. O seu inimigo não é a pessoa que você ama, mas é o problema que tem prejudicado vocês. Por isso, em vez de atribuir características ruins ao outro, dizendo que ele é isso ou aquilo, fale do problema. Em vez de chamá-lo de grosso, por exemplo, diga que você não gostou do jeito que ele falou com você. Assim, ressaltará o problema, que é o “jeito” de falar, sem ofender a pessoa.

5 – Combine o que cada um fará de agora em diante. A briga não acaba nem o problema se resolve enquanto ambos não combinarem o que farão a respeito. Trata-se de um acordo. Afinal, para que a situação não se repita, é preciso fazer diferente de como estava sendo feito até então, acordando qual será a parte de cada um. Depois de estarem combinados, os abraços e beijos acontecerão naturalmente. Já que os desentendimentos são inevitáveis, desejamos a todos bons beijos!

Fonte: Universal.org

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Juntos Para Sempre.

Casais contam como conseguiram ter um casamento feliz e duradouro, superando as crises e a rotina numa época em que ficou fácil se divorciar
Da redação
redacao@folhauniversal.com.br


O casamento de Antônio Fernandes e Maria Pereira Fernandes começou em 1957, em plenos anos dourados. Maria estava num ponto de ônibus quando Antonio passou com amigos que o desafiaram a paquerá-la. Ele aceitou o desafio, eles conversaram, depois namoraram por 4 anos e estão casados até hoje. “Foi amor à primeira vista”, lembra Maria, que tinha 25 anos e já estava “madura” para os padrões da época. Hoje, aos 80 anos ela acredita que aproveitou bem a juventude e é feliz com a família que construiu, composta de um filho biológico e quatro adotivos, três netos e um bisneto.

Uniões como essa são cada vez mais raras, mas persistem. Segundo os dados do Censo 2010, o número de casamentos formais caiu na última década, e os divórcios aumentaram. A situação se repete em todo o mundo. Na capital do México, onde o índice de separação chega a 50%, o parlamento discute casamentos temporários de apenas 2 anos. Se o casal quiser permanecer junto depois desse tempo tem que renovar o contrato. Caso contrário, a separação é automática.

Ao se casar, as pessoas buscam a felicidade, mas a individualidade e a intolerância cada vez mais minam relações que muitas vezes sequer começaram. Maior tolerância com as uniões estáveis e facilidades jurídicas para se divorciar são alguns dos fatores que levam aos rompimentos. No entanto, muitos casais ainda buscam concretizar o “felizes para sempre” e permanecem juntos durante anos, décadas.


Casamentos longos não significam necessariamente que o casal seja feliz. Construir relações saudáveis precisam ser o foco para que a durabilidade seja acompanhada de felicidade. Quanto mais tempo o casal passa junto, mais chances tem de desenvolver companheirismo, intimidade e respeito mútuo.

Em relações humanas, não existem fórmulas, mas o pesquisador norte-americano John Gottam estudou 50 casais ao longo de 16 anos e chegou a sete princípios fundamentais para que o casamento dê certo (veja as ilustrações ao longo da reportagem). A manutenção do afeto e a busca pela harmonia parecem ser mais influentes na duração das relações do que a facilidade de se divorciar.

O casal Fernandes concorda. Antonio conta que não imaginava que seu casamento durasse tanto tempo e que nunca sentiu nenhum tipo de pressão por parte da família para manter o relacionamento para sempre. “Quando casei, nunca imaginei que ia durar. Eu queria sair da casa dos meus pais. Sou filho de imigrantes portugueses, tive uma criação machista, intolerante. O homem tinha que ser durão, e a mulher tinha que ser tratada como um lixo. Mas, me apaixonei”, confessa.

“A gente tem que ter humildade. Não ter o orgulho besta que nossos pais tinham”, avalia Antonio, aos 78 anos.



Exemplo

Já Nair Adriani Mançano, de 81 anos, 57 anos deles casada com José, sempre acreditou que seu casamento seria longo, como foi o de seus pais. “Minha família era muito estruturada e eu acreditava que casamento era para sempre. Mas, o importante é ter carinho e respeito mesmo.” Para eles, a maior tolerância em relação ao divórcio não influenciou o relacionamento do casal. “A gente já passou por tanta coisa. Já passamos por muitos apertos, mas sempre juntos”, relembra José.

Se para Nair o exemplo dos pais foi uma influência forte, o mesmo não aconteceu com a prole do casal, que tem duas filhas, uma delas divorciada. “Hoje em dia as pessoas são mais intolerantes”, acredita José. Mas ele não condena a separação da filha. “Cada um tem o seu jeito de pensar, e a gente tem que respeitar.”


Os dois filhos dos Fernandes também se separaram. O mais velho rompeu o matrimonio depois de 26 anos de casado e a mais nova depois de 1 ano. Tempos depois casou-se de novo e já vive há 20 anos com o atual marido.

“Os casais mais jovens têm facilidade para o divórcio porque a construção conjugal ainda é menor e o investimento também. Quanto mais passa o tempo mais as pessoas pensam duas vezes antes de terminar uma relação de casamento”, aponta a psicóloga familiar da Universidade Pontifícia Católica (PUC)de São Paulo, Ceneide Cerveny.

Bombeiros

José e Antonio são reconhecidamente os “bombeiros” de seus casamentos. Nair e Maria admitem ser mais esquentadas e reconhecem a calma dos maridos como um fator importante na relação. “Para a mulher é sempre mais difícil, porque a gente acaba ficando mais com os filhos, resolvendo os problemas da casa. Mas ele sempre esteve presente. Até hoje, a gente faz a faxina juntos, se tiver que fazer uma compra ele faz”, conta Nair.

“Sempre tivemos rusgas, desentendimentos. A intolerância em certos momentos é o mais difícil. Depois do amor, o maior segredo é a tolerância”, acredita Antonio. E deve ser mesmo. A tolerância está presente em três dos sete princípios levantados cientificamente por Gottman. No livro, em que descreve os resultados do estudo, ele chama a atenção para as mudanças pelas quais o casal passa e a necessidade de estar preparado para lidar com elas. Algumas diferenças talvez não sejam superadas nunca. Afinal, os casais por mais unidos que sejam, são formados por duas pessoas diferentes, mas não precisam causar magoas. O diálogo é o melhor caminho para entender a importância que o fator que levou ao impasse tem para o outro.

“Nessa hora entram em cena as adaptações e as renegociações para voltar ao equilíbrio. Acho que começam na comunicação ou na falta dela as decepções e os conflitos que podem chegar ao ponto do rompimento da relação”, acredita a psicóloga Ceneide Cerveny.

Sonhos

Nair e José se conheceram em Jundiaí, no interior de São Paulo e se mudaram para a capital em 1958 atrás de oportunidades melhores de emprego. “A gente sempre correu atrás junto de condições melhores”, afirma José.

Na casa dos Fernandes o companheirismo e a construção de sonhos comuns também sempre existiram. “Sempre tivemos aspirações e quisemos construir as coisas juntos, e isso motivou a gente”, conta Antonio. “Hoje em dia os casais competem. Isso não pode acontecer. Os dois tem que ser iguais”, define.

Casal festeja os 50 em queda livre

Um casal norte-americano fugiu das tradições para celebrar as bodas de ouro de seu casamento. Em vez de jantar romântico, viagem dos sonhos ou grande festa para a família e os amigos, Alan Dodd, de 69 anos, e Pat, de 71, decidiram celebrar a data nada mais nada menos do que a 4.200 metros de altura, com um salto de paraquedas. “Cinquenta anos de casados é uma circunstância significativa o bastante para querer fazer algo um pouco diferente do que qualquer um faria normalmente”, disse Dodd ao canal de tevê norte-americano KRQE.

No início, Pat não gostou muito da ideia, mas após muita insistência do marido, ela tomou coragem e decidiu aproveitar a “festa”. Eles gostaram tanto da experiência que já estão planejando repetir a dose. “Estou pensando em pular outra vez no nosso 75º aniversário”, brincou Dodd. Os dois concordam que a aventura radical está entre os melhores momentos que já passaram juntos nessas 5 décadas de amor e companheirismo.

O casal surpreendeu a todos passando o vídeo do salto na recepção que fizeram para alguns familiares e amigos para comemorar as bodas de ouro. Segundo eles, os quatro filhos ficaram espantados ao ver o filme.

Fonte: Arcauniversal