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domingo, 11 de setembro de 2016

Sacrificar.

Sacrificar e ter um objetivo a ser alcançado, é lutar dia e noite para se chegar ao alvo. O atleta ele treina diariamente, sacrifica o seu corpo para prepará-lo para o dia em que ele fará uma prova que concorrerá a medalha e todos querem a medalha de ouro. Para se ter essa medalha, só os que se prepararam durante meses ou até anos longe da família, longe de diversão, longe de tudo para treinar pelo seu objetivo.

O mesmo acontece com os que se preparam para entrar na faculdade, que nos dias de hoje é através do Enem, também há uma preparação, um sacrifício diário, longe de diversas coisas para se manter o foco, isso é sacrificar em prol de algo ou alguma coisa que no futuro virá o benefício.

É como procurar um emprego, tem que acordar cedo, pegar um ônibus ou trem ou metrô para chegar na entrevista, preparar-se para a entrevista, dar o seu melhor durante a entrevista e fazer as provas para no final ter a recompensa. Não é fácil, mas, também, não é impossível.

Vida espiritual também é assim, há o sacrifício do corpo para manter a alma livre de impurezas que desagradam a Deus.

Os atletas lutam pelos seus objetivos e nós cristãos temos que lutar para ter a salvação e mantê-la diariamente.

Fique firme com Deus.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Não era amor, era cilada.

Disfarçados de príncipes, muitos homens usam redes sociais e sites de relacionamento para aplicar golpes em mulheres. Saiba como se proteger.

Um homem atencioso, bem-sucedido profissionalmente, carinhoso e disposto a largar tudo para estar ao lado da pessoa amada. O que parece um sonho para muitas mulheres é na verdade um pesadelo. Explico: é com esse tipo de perfil que muitos golpistas estão abordando mulheres em redes sociais e em sites de relacionamento. Eles se mostram interessados na pretendente e fazem planos para o futuro. Após ganhar a confiança da vítima, eles inventam histórias de roubos e problemas nos negócios e pedem ajuda em dinheiro. Muitas mulheres só descobrem que foram enganadas depois de transferir suas economias aos golpistas.

Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Symantec indica que quase metade (48%) das pessoas que usam sites e aplicativos de namoro é vítima de spams e chantagens. Cerca de 32% receberam pedidos de dinheiro e 28% foram enganadas por pessoas que assumiram falsas identidades. E mais: 32% dos participantes desses sites também foram ameaçados com fotos que compartilharam com outras pessoas e 11% tiveram suas imagens compartilhadas sem consentimento. O estudo foi feito com mais de 3 mil pessoas na Europa.

No Reino Unido, um estudo da Universidade de Leicester mostra que cerca de 200 mil pessoas já foram enganadas em namoros virtuais. Já nos Estados Unidos uma reportagem do jornal The New York Times revelou que quase 6 mil pessoas apresentaram reclamações sobre fraudes desse tipo entre julho e dezembro de 2014, com prejuízos que, somados, chegam a US$ 82,3 milhões. As mulheres são as principais vítimas.

O golpe do namoro é uma modalidade das fraudes de antecipação de recursos (advance fee fraud) em que o golpista induz a vítima a passar informações pessoais ou a fornecer dinheiro com a promessa de receber algum benefício no futuro, conforme destaca uma cartilha do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança (CERT.br). O golpista virtual também é chamado de scammer.

Dependência emocional
O psicólogo e especialista em relacionamentos pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos, Alexandre Bez, explica que algumas pessoas estão mais vulneráveis a cair nesse tipo de golpe. “Geralmente, pessoas com transtornos de dependência emocional, transtornos de carência e pessoas que têm problemas de afetividade podem se deixar enganar, porque a ansiedade que está por trás disso fala mais alto em relação a encontrar um parceiro”, afirma.

O psicólogo destaca que o meio virtual pode aumentar o risco de enganos na hora de conhecer alguém. “Na internet, você não tem como comprovar muitos dados, não tem a leitura do olhar. Se no ambiente real já é difícil encontrar alguém, imagine no virtual. A pessoa pode dizer que é um ator, um empresário, ela pode criar uma personalidade falsa”, ressalta.

Além de golpes financeiros, sites e aplicativos de namoro também podem ser usados para chantagens ou apenas para facilitar encontros sexuais. “Muitas pessoas que estão em sites de relacionamento não querem nada sério, só querem curtir”, acrescenta.

Cuidado
Para evitar ser mais uma vítima, Bez diz que a mulher deve fortalecer a própria autoestima, controlar a ansiedade e desconfiar de histórias que parecem um conto de fadas. “Uma dica é investigar as credenciais sociais e profissionais do pretendente. Checar se ele é solteiro, onde mora, qual é o telefone fixo, onde trabalha, onde estudou. Essas informações estão na internet”, ensina.

Mas nem a investigação pode garantir um final feliz. “As informações podem ser verídicas, mas não dá para saber se a personalidade também é. A pessoa deve fazer ressalvas”, orienta.

Apesar dos riscos, Bez não descarta a possibilidade de um relacionamento que começa no ambiente virtual se transformar em casamento na vida real. Entretanto, o psicólogo diz que é importante estar atenta e buscar informações sobre a pessoa antes de se envolver.

Proteja-se do golpe do namoro virtual
Quando um estranho fizer contato por meio de uma rede social, verifique quem é a pessoa antes de aceitá-la. Vocês têm amigos em comum? Pergunte quem é a pessoa.

Ter amigos em comum é uma vantagem. Assim, você pode perguntar como é o seu pretendente fora do mundo virtual e ter certeza de que vale investir seu tempo para conhecê-lo.

Verifique as informações fornecidas pela pessoa. Veja se ela realmente trabalha no lugar indicado, onde estudou, quem são seus amigos, etc. Faça uma busca com o nome dela no Google e veja o que aparece.

Antes de iniciar um namoro, é importante conhecer alguns detalhes sobre o pretendente. O livro Namoro Blindado, de Renato e Cristiane Cardoso, oferece várias dicas.

Desconfie de mensagens com erros de português que oferecem quantias volumosas de dinheiro ou que dizem “urgente” e “confidencial”. Evite clicar em links ou responder.

Fortaleça a sua autoestima e não entre em um relacionamento por carência ou medo de ficar sozinha.

Se a pessoa pedir dinheiro, ligue o alerta vermelho e fuja. Se você nem a conhece direito, é estranho que a pessoa faça esse tipo de pedido, não é mesmo?

Para saber mais como resolver os problemas da vida amorosa, participe das palestras da Terapia do Amor, todas às quintas-feiras, em uma Universal mais próxima de você. A cada palestra, casais, noivos, namorados e solteiros aprendem sobre o amor inteligente e como desenvolver o relacionamento a dois. 

Fonte: universal.org

domingo, 7 de agosto de 2016

Pressão para casar atrapalha na hora da escolha.

Na China, quem não se casou até os 27 anos já "ficou para titia".

“Ficar para a titia” é uma expressão comumente usada no Brasil para se referir àquela mulher que ainda não casou e não tem pretendente à vista. A frase pode até parecer uma brincadeira, mas é constrangedora quando a mulher está realmente sofrendo uma pressão por parte da família, amigos e da sociedade em geral para arrumar um namorado, ou para casar.

Na China, o fato de não casar é sinal de desrespeito aos pais e a mulher solteira é considerada incompleta. Essa questão virou campanha de publicidade de uma marca de produtos de beleza (foto ao lado). Um vídeo, viralizado nas redes sociais, trata do estigma das mulheres chinesas que, acima dos 27 anos, ainda estão solteiras.

Nele, há depoimentos de pais e filhas sobre o assunto e no final todos se encaminham ao que chamam de “mercado do casamento”, lugar onde os pais “anunciam” as qualidades dos filhos, na expectativa de encontrar um parceiro para eles. Só que dessa vez, as filhas encontram uma forma de mostrar que estão lutando contra esse estigma e “anunciam” frases como "Eu não quero me casar só pelo fato de estar casada” e “Eu não seria feliz dessa maneira".

Não ceder à pressão
A pressão da sociedade e, principalmente, em relação ao casamento pode confundir as prioridades na vida de uma pessoa e atrapalhar a escolha de uma mulher. Portanto, a primeira atitude que a solteira deve ter nessa situação é não ceder à pressão. Muitas vezes, quem cede acaba se envolvendo com qualquer um, apenas pelo sentimento ou pela oportunidade, sem pensar direito nas consequências disso.

Vida espiritual e vida amorosa
Mas, então, como uma mulher sabe que está pronta para ser feliz ao encontrar alguém e também fazer seu parceiro feliz? Ela deve buscar estar bem espiritualmente. Em seu blog, a escritora Tânia Rubim explica que nenhum namoro pode dar a uma pessoa o que Deus pode oferecer.

“Quando você estiver forte na fé e bem consigo mesma, você estará preparada para assumir um compromisso e será totalmente dirigida pela vontade de Deus, sem errar e sem entrar numa relação já com problemas interiores. Tenha em mente que a sua vida amorosa é que depende da sua vida espiritual. Faça as coisas na ordem certa para ter sucesso em todos os aspectos da sua vida, se recomponha espiritualmente e Deus vai abençoar a sua vida sentimental”, diz Tânia.

Estando bem com si própria, a mulher estará pronta para encontrar a pessoa com quem vai partilhar momentos bons e ruins por toda a vida. “Se você investe na sua vida amorosa, você investe em você mesma, fuzilando a ociosidade e a mente vazia, e se ocupando com as mudanças que você precisa fazer para quando a hora chegar”, comenta a apresentadora do programa 'Escola do Amor' na Rede Record, Cristiane Cardoso.

Você pode ir trabalhando essas mudanças em você, especialmente, quando deixa de se preocupar com a sua vida amorosa, como enfatiza Cristiane: “Investir é uma coisa, se preocupar é outra. A ansiedade lhe faz mal, lhe traz medo, desânimo, e pode lhe fazer tomar decisões erradas”, conclui.

Quer aprender a lidar com a solteirice e a investir na vida amorosa? Participe do Curso dos Solteiros Inteligentes, durante a Terapia do Amor, que tem como objetivo principal ensinar as pessoas a começarem certo para, também, alcançarem o sucesso na vida amorosa. A cada semana é passada uma dica especial para que apliquem em sua vida diária e, desta forma, consigam alcançar a felicidade plena.

O curso acontece todas as quintas-feiras, no Templo de Salomão ou em outras localidades da Terapia do Amor.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Atendentes oram por viúva em cafeteria do Canadá.

Eles se comoveram ao ver a mulher triste. Saiba como foi.


A foto de três garotos de mãos dadas orando por uma mulher dentro de um carro no drive-thru de uma cafeteria ganhou comoção na internet. Os rapazes, funcionários do estabelecimento, pediram para orar pela mulher depois que perceberam que ela estava triste e souberam que o marido dela havia morrido na noite anterior.
O momento foi registrado por uma cliente que estava na fila da cafeteria, que fica em Vancouver, no Canadá. “Quando os rapazes perceberam que ela estava caindo em prantos, eles pararam tudo e oraram por ela por alguns minutos. Eles também a convidaram a voltar mais vezes para orar e para qualquer coisa que precisasse”, postou a cliente, junto com a foto, em sua página no Facebook.
Ao jornal norte-americano Oregon Live, o atendente Evan Freeman, de 21 anos, que aparece na parte de trás do grupo, disse que não é religioso, mas orou pela mulher para ajudá-la. O colega de trabalho Pierce Dunn, de 19 anos, contou que orou para que a viúva se sentisse apoiada e amada, que Deus iria lhe proporcionar paz e consolar a sua família.
A imagem se tornou viral na internet, tendo mais de 170 mil curtidas e 50 mil compartilhamentos.
Fazer a diferença
Atitude como a que esses rapazes tiveram não são tão comuns no nosso dia a dia. Eles fizeram o que a ocasião lhes pediu, sem olhar para o que as outras pessoas da fila pudessem dizer ou pensar. Não imaginavam o impacto positivo que isso teria não só na vida da cliente que recebeu a oração, mas também nas das pessoas que testemunharam a atitude deles.
Quantas oportunidades temos diariamente de levar a Palavra de Deus aos aflitos e as desperdiçamos? Talvez seja aquela pessoa que entra pedindo um trocado no trem, ou aquela que se senta ao nosso lado no ônibus todos os dias – por que será que ela tem um semblante tão triste? Ou pode ser até mesmo aquela que, embora esteja sorrindo, traz um coração em pedaços.
Fazer a diferença na vida de alguém não é tão difícil como parece. Só é preciso um único ingrediente: sensibilidade. Quando estamos sensíveis ao que Deus quer de cada um de nós, conseguimos enxergar com os olhos espirituais aqueles que estão ao nosso redor. Percebemos a dor alheia e tomamos a atitude de não negar Jesus, mas sim de levá-Lo aos outros por meio das nossas palavras.
Será que se você estivesse no lugar dos atendentes dessa cafeteria também teria orado por aquela mulher?
Fique atento às pessoas que cruzam o seu caminho e aproveite as oportunidades de impactar positivamente a vida delas.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O fracasso é motivo para desistir de viver?

Recentemente, a rapper Iggy Azalea revelou que pensou em pôr fim à própria vida após passar por algumas dificuldades. Conheça a história de brasileiros que vivenciaram situações semelhantes e saiba o que eles fizeram para superar o problema.


Ter uma carreira de sucesso não impediu que a rapper australiana Iggy Azalea, de 26 anos, (foto abaixo)  pensasse em suicídio. Em entrevista recente à rádio norte-americana Power 106, a artista revelou que pensou em desistir de viver em 2015, após passar por alguns fracassos profissionais.
“Houve vezes em que eu apenas quis abandonar a vida. Algumas vezes eu dirigia até os Canyons para ver os meus cavalos e ficava pensando coisas do tipo ‘e se eu continuasse dirigindo até o abismo?’ Algumas vezes, eu me sentia assim”, revelou. O ano difícil também levou Iggy a cancelar uma turnê.
Iggy falou sobre a dificuldade de lidar com as duras críticas que recebeu e com os artigos que afirmavam que sua carreira “já era”. Em março, ela lançou o primeiro single do novo disco e está retomando a vida profissional.
O comportamento da artista é comum entre pessoas que não sabem administrar muito bem as frustrações, explica a psicóloga Rose Taranto. “As pessoas que pensam em suicídio após uma dificuldade têm baixa tolerância à frustração. Elas não suportam, não lidam bem com qualquer tipo de fracasso”, diz a especialista, que atua em Belo Horizonte (MG).
Rose lembra que não é possível afirmar se a rapper tinha ou tem outros fatores de risco para o suicídio, como depressão. Entretanto, ela afirma que é possível superar a sensação de fracasso com autoconhecimento. “As dificuldades trazem o recado de que chegou a hora de se conhecer e buscar outra forma de lidar com a vida”, diz. Para aqueles que acreditam que não há solução para os próprios problemas, a psicóloga explica que é preciso valorizar todas as áreas da vida e não se apegar apenas ao que está ruim.
Fracasso e suicídio
A relação entre a sensação de fracasso pessoal e o surgimento de pensamentos suicidas é mais comum do que se imagina. Em Hong Kong, por exemplo, o alto número de suicídios entre jovens levou o Instituto de Educação de Hong Kong a fazer uma pesquisa com mais de 10 mil estudantes do ensino médio entre 2014 e 2015. O resultado mostrou que o excesso de pressões escolares, o sistema educacional competitivo e a dificuldade em lidar com o fracasso estavam relacionados aos suicídios. Um quarto dos alunos teria pensado na opção de acabar com a própria vida.
No Brasil, 17% dos brasileiros já pensaram em se matar, segundo a cartilha Suicídio: informando para prevenir, lançada pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Em 2012, foram registrados 30 suicídios por dia no País, mas o número pode ser ainda maior. Entre os fatores de risco para o suicídio estão doenças mentais, condições de saúde limitantes, desemprego, isolamento social, perdas recentes, desamparo, desespero e desesperança.
Sem saída?
Foi a falta de esperança que levou a mineira Rita Quintiliano, de 44 anos, (foto ao lado) a pensar em suicídio. Na época, ela e o marido acumulavam dívidas e brigas. “Meu marido bebia demais, o aluguel estava atrasado, tínhamos dívidas e tive depressão. Pensava que não conseguiria levar minha vida adiante e achava que não venceria aquela situação. Achei que a saída era o suicídio”, diz. Rita lembra que pegou uma faca para cortar os pulsos, mas o marido a impediu.
Pouco tempo depois, ela conta que se jogou do carro em movimento. “Nós estávamos voltando de uma festa, meu marido tinha bebido e começamos a discutir. Aquilo foi me irritando até que eu abri a porta e pulei. Minhas filhas viram tudo”, relata.
Na terceira vez, Rita revela que pretendia executar um plano trágico. “Eu pensava em acabar com a minha família. Minha filha mais nova só tinha 4 anos, a outra tinha 9 anos, não dava para pensar na possibilidade de abandoná-las. Pensava que se eu fosse, elas tinham que ir junto. Já tinha tudo planejado. Primeiro ia acabar com as minhas meninas, depois com meu marido e ia me matar”, detalha.
Ela explica que marcou um encontro com um vendedor de arma de fogo na praça Raul Soares, em Belo Horizonte. Mas o plano mudou no meio do caminho. “Passei em frente a uma Universal, escutei uma música e entrei. Desisti da arma.”
Rita acrescenta que passou por uma mudança gradativa durante os encontros na Universal. “Aprendi a usar a fé para superar as dificuldades e comecei a mudar de atitude. Uma coisa que me marcou muito foi quando ouvi que a fé era para mudar a situação e não para suportar problemas”, comenta. Essa história ocorreu há 16 anos.
Após superar os pensamentos suicidas, Rita se reconciliou com o marido. Aos poucos, a vida financeira também melhorou. Hoje, ela e Jarbas, de 48 anos, têm uma empresa no ramo da construção civil e se dizem realizados em todas as áreas da vida. “O segredo é exercitar a fé. Sem religião, sem dogmas, sem mágica”, esclarece.
Arma contra a dificuldade
Ao longo da vida, quase todo ser humano vai passar por algum tipo de decepção ou fracasso. Nesses momentos, o desânimo e a falta de alternativas podem desencadear insegurança, medo, angústia, depressão e até o desejo de morrer. Entretanto, é possível se livrar desse tipo de pensamento, explica o bispo Alexandre Mendes, (foto ao lado) que ministra as reuniões do “Congresso para o Sucesso”, que ocorrem às segundas-feiras, na zona sul de São Paulo. Segundo ele, é importante não deixar que esses pensamentos ganhem espaço na mente. “Temos que rechaçá-los, mandá-los para longe de nossas vidas, pois, se dermos ouvidos a eles, seremos vencidos”, orienta.
O bispo acrescenta que a reação diante dos problemas é um dos diferenciais que podem ajudar a superar os obstáculos. “Enquanto algumas pessoas engrandecem seus problemas, outras partem para cima com fé e determinação e assim mudam suas vidas”, diz. Para ele, é fundamental cultivar a fé, independentemente de o momento ser bom ou ruim. “É preciso cuidar da fé, ela é a arma que Deus nos deu para enfrentarmos as adversidades da vida. Só assim vamos vencer os obstáculos”, completa.
Desespero em Las Vegas
Há quase duas décadas, o advogado André Luiz de Barros Alves, de 43 anos, (foto ao lado) estava prestes a se jogar de um edifício em Las Vegas, nos Estados Unidos, quando o telefone tocou. “A janela já estava aberta, eu estava com o corpo meio projetado para fora e só faltava mesmo levantar as pernas. Mas o telefone tocou, era minha mãe. Ela começou a falar palavras que me confortaram, disse que estava com saudade. Desisti de tirar a minha vida.”
Na época, André era usuário de cocaína e procurava uma solução para a dependência. “Achava que se saísse da minha cidade, ficaria distante dos problemas. Juntei minhas economias e fui para os Estados Unidos com a intenção de trabalhar. Só conseguia trabalhos informais, pois estava ilegal. O tempo foi passando, o dinheiro foi se esgotando e fiquei cada vez mais tenso e depressivo”, argumenta.
André explica que não via solução para as dificuldades. “Entrei em desespero, era uma angústia muito grande. Comecei a ouvir uma voz que dizia que se eu morresse acabaria com o sofrimento”, destaca. André abandonou a ideia de se suicidar, voltou ao Brasil e passou a frequentar a Universal após ver um programa de TV. “Aos poucos, fui deixando de pensar de forma negativa e passei a acreditar mais em mim. Comecei a sentir alegria em viver e voltei a ter sonhos.”
Ele se livrou da dependência de drogas, concluiu o ensino médio e cursou Direito. Hoje, ele tem um escritório em um luxuoso prédio comercial em Santos, no litoral de São Paulo. “Descobri uma força interior que eu desconhecia. Sempre há uma saída. O problema nunca é maior do que a solução que Deus pode nos apresentar”, finaliza.
Várias tentativas
Kelli Cristina Reis, de 48 anos, (foto ao lado) também quis tirar a própria vida. O primeiro pensamento suicida surgiu aos 13 anos, quando ela tentou se matar com uma dose excessiva de medicamentos. “Via muitas brigas dentro de casa, achava que a felicidade não existia para mim.” Aos 17 anos, Kelli lembra que estava prestes a pular de um viaduto, quando foi impedida por um homem que passava pelo local.
O tempo passou, Kelli casou e teve dois filhos. O pensamento de morte voltou quando ela se separou do marido. “Comecei a beber, saía à noite e deixava meus filhos sozinhos em casa. Depois, fiquei desempregada, não conseguia pagar o aluguel e não tinha o que comer. Perdi tudo”, conta. Em um momento de desespero, ela diz que pegou uma faca com a intenção de se matar, mas desistiu. “Vi os rostinhos dos meus filhos e, nessa hora, comecei a perguntar onde estava Deus. Adormeci e só acordei na manhã seguinte, ouvindo uma oração na TV. Decidi ir a uma Universal. Não foi fácil, pois eu não acreditava muito.”
Kelli conta que começou a participar das reuniões e percebeu que podia mudar a própria história. “Acreditei que existe um Deus que pode mudar as nossas vidas. Por mais que as coisas estejam negativas, Deus diz sim para nós.” Em pouco tempo, ela deixou de beber, mudou de atitude e conseguiu um emprego como instrutora de autoescola. “Quanto mais você é fiel a Deus, mais Ele é fiel a você”, garante Kelli, que hoje é dona de uma autoescola no interior de São Paulo.
Quer aprender a enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho e se tornar uma pessoa vencedora? Então, não perca o Congresso Para o Sucesso, que acontece às segundas-feiras, no Templo de Salomão. Para encontrar uma Universal mais próxima de você, acessewww.universal.org/enderecos.
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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Ajuda para encarar a maternidade.

Projeto T-amar, da Universal, oferece orientação e apoio para mães que buscam preparo emocional e espiritual para educar os filhos.


Educar a filha Déborah Louise, de 9 anos, sempre foi um desafio para Christiane Dantas, de 35 anos. (foto ao lado) Desde muito pequena, a menina esbanjava energia e apresentava um “temperamento difícil.” Na tentativa de controlá-la, Christiane recorria a castigos, críticas e repreensão. 
O autoritarismo era a base do relacionamento entre as duas. “Ela sempre foi hiperativa e eu tinha dificuldade. As pessoas cobravam certas atitudes dela e me cobravam também. Eu jogava todas as broncas em cima dela”, relembra. A tática, entretanto, não funcionava. “Ela não mudava e eu ficava frustrada”, afirma.
Há alguns meses, Christiane passou a coordenar reuniões de mães em atividades promovidas pelo projeto T-amar, em Teresina (PI). “Aprendi a respeitar as diferenças, sem deixar de educar e cobrar. Antes, eu era intransigente, colocava meu ponto de vista e ponto final. Agora, aprendi a dialogar e ouvir”, destaca.
Déborah se aproximou mais da mãe e ficou mais atenta aos seus conselhos. Christiane também mudou. “Procuro ter mais paciência, elogio seus acertos e trabalho seus pontos fracos. Aprendi a não cortar as asas, mas orientar o voo”, diz.
O que é o T-amar?
Ser mãe é mesmo uma tarefa desafiadora. E foi pensando nas dúvidas e dilemas enfrentados pelas mães que o T-amar foi criado em 2012. A coordenadora nacional do projeto, Edineia Dutra, (foto ao lado) explica que a iniciativa reúne mulheres de todas as idades com algo em comum: buscar preparo emocional e espiritual na criação dos filhos. “Nosso objetivo é carinhosamente acolher, apoiar e orientar as mães. Trabalhamos para que aprendam a vencer seus desafios pessoais e familiares.”
Atualmente, o projeto atende milhares de mães em todo o País e conta com o apoio de 1.150 voluntárias. Elas participam de encontros mensais, trocam experiências, recebem orientações e aprendem a aplicar os conselhos por meio de tarefas práticas. As atividades ocorrem em diversas unidades da Universal. Há mulheres que nunca receberam apoio do pai de seus filhos, viúvas, divorciadas e também mulheres que dividem a responsabilidade de educar com os pais.
No processo, Edineia acrescenta que as mães descobrem que autoridade é diferente de autoritarismo e que o bom uso da palavra provoca resultados surpreendentes. “Elas também percebem que um gesto de carinho pode expressar mais do que mil palavras”, conta.
Sem controle
Muitas mães chegam ao T-amar ao perceber que perderam o controle parcial ou total sobre os filhos. Em muitos casos, a autoridade delas é ignorada. Essa era a sensação de Sheila Feijó, de 48 anos, que participou pela primeira vez de uma reunião do T-amar em Viamão (RS). “Tenho dificuldades com meu filho mais velho, ele se envolveu com drogas. Fazia tempo que não conversávamos sem discutir. Atendendo a uma tarefa sugerida na reunião, decidi fazer um café da manhã para ele e escrevi um cartão dizendo que o amava e que ele podia contar comigo. Ele está mais carinhoso e pediu perdão”, diz.
Sheila afirma que o projeto também está fazendo bem para a relação dela com os outros filhos – uma jovem de 20 anos e um rapaz de 26 anos – e com o neto, de 11 anos. “Me renovo a cada encontro e aprendo a ser uma mãe melhor”, ressalta.
Equilíbrio
Lígia Maria dos Santos, de 32 anos, começou a frequentar as reuniões do T-amar em meados de 2015, em Del Castilho (RJ). Na época, ela enfrentava o fim de um casamento de oito anos, a morte da mãe, a depressão do pai e a demissão no trabalho. Os problemas se refletiam na relação dela com a filha Laura, de 7 anos. “Tudo isso mexeu com o psicológico e a fala da Laura. Deixei de brincar com ela, de sorrir.”
As duas já passavam por tratamento médico, mas a recuperação ainda não era completa. “A equipe do T-amar é muito unida e me deu carinho e atenção. Reaprendi que preciso ter momentos para sentar e brincar com a minha filha”, destaca. Laura conseguiu superar os problemas na fala e melhorou o desempenho escolar. “Aprendi que posso crescer como mulher e mãe.”
Já Isonete da Silva, de 34 anos, (foto ao lado)começou a participar das reuniões do T-amar em São Paulo (SP) porque se sentia sobrecarregada. Ela cuida sozinha do filho Davi, de 3 anos. “Eu era agressiva, batia e ele respondia com agressividade, ficava chateado. Hoje eu procuro conversar, explico as coisas. Ele está mais calmo, mais obediente”, conclui.
Como participar
Os encontros acontecem todo segundo domingo do mês nas principais capitais do Brasil.
Em São Paulo, capital, eles são realizados no 10º andar do Templo de Salomão, às 15 horas, na Av. Celso Garcia, 605 – Brás.
E também, na Av. João Dias 1.800 – Santo Amaro, 3º andar, sala do TF Teen.Confira outros endereços mais próximos de você: Site:projetotamar.org. Facebook Tel. (11) 3573-3505.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Chegou a hora de "botar a banca".

Vender jornais e revistas pode ser um excelente negócio.

Comparado com o ano de 2011, o número de leitores de revistas no Brasil cresceu mais de 30% em 2012, atingindo a marca de 15,4 milhões. Já em 2014, de acordo com a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner), existiam mais de 23 mil pontos de vendas de publicações periódicas no Brasil, contabilizando as revistarias, as bancas e os locais alternativos.
No ranking mundial, nosso país é o sexto maior em número de títulos, que somam 22 milhões de exemplares vendidos por mês. Levando esse dado em conta, trata-se de um mercado que não pode ser ignorado e, como consequência, uma alternativa de empreendimento que pode ser rentável para quem estiver disposto a arregaçar as mangas e trabalhar.
Foco no cliente
E nesse segmento, como nos demais, há alguns requisitos que são fundamentais para o sucesso do negócio: a localização e a adequação às exigências legais da prefeitura e outros órgãos oficiais. No entanto, o consultor de marketing do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Marcelo Sinelli, de 48 anos, também destaca outro aspecto importante. “Uma das atitudes fundamentais para que o seu empreendimento dê certo é manter o foco no cliente. Pode parecer até óbvio, mas muitos empresários não têm sucesso pelo fato de se esquecerem disso. Vários ainda não entendem a importância dessa postura e o grande erro é desprezar a força que os clientes têm para ajudar a alavancar o negócio.”, afirma.
Na práticaO empresário Gérson Teixeira, de 43 anos, (Foto ao lado) percebeu que atender com excelência era um ponto primordial para o negócio muito antes de ter a própria revistaria. “Eu vim da Bahia há quase 20 anos e comecei como funcionário em uma banca na Avenida Paulista. Trabalhava mais de 15 horas por dia e sempre atendi bem.” Com as horas extras ele foi juntando dinheiro para poder comprar a sua banca. A experiência como funcionário também mostrou que, além de vender revistas, era preciso ter outros atrativos. “As bancas também acabam sendo uma espécie de loja de conveniência. Muitas vezes, quando outros locais estão fechados, a banca é a única alternativa em que o cliente encontra chocolates, água e outros produtos. Ao comprá-los, o cliente acaba vendo alguma publicação que gosta e acaba levando também. São produtos que servem como chamariz para a banca”, revela.
Diferencial
A revistaria de Gérson fica em frente ao metrô Santa Cecília, na região central de São Paulo, onde há um grande fluxo de pessoas todos os dias. “Elas pedem informações sobre ruas e locais nos arredores e, como a gente informa certo, elas acabam voltando para agradecer e viram clientes. Isso ajuda muito o negócio, é um diferencial. A partir daí, vou fidelizando a clientela.”
Orientação
Gérson procura ser organizado e registra tudo o que entra e sai na banca pelo computador. “Também não trabalho sozinho, tenho um sócio e dois funcionários para ajudar. Eu mesmo os treinei”, diz. O consultor Sinelli afirma que essa atitude do empresário é muito importante. “Mesmo que seja uma empresa familiar, o empreendedor tem que dedicar muito tempo e estar perto dos funcionários, para orientá-los como atender bem.”
A qualidade do que é vendido também é outro aspecto que Gérson não esquece, oferecendo uma variedade de jornais e revistas, que vão desde quadrinhos até publicações de moda. E, para quem quiser entrar nessa área, ele aconselha a não ficar acomodado. “Se um cliente pede algo que viu na TV e vai colecionar, por exemplo, o jornaleiro não pode ficar esperando pela editora. Tem que ir atrás, saber de quanto em quanto tempo sai a revista e informar direitinho ao cliente para não perdê-lo”, conclui.
Vida financeira
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O que você precisa saber sobre o câncer.

Entenda a importância de buscar ajuda e de não se conformar diante da enfermidade.

Falar de câncer não é dos assuntos mais agradáveis. Afinal, a doença é responsável por milhares de mortes em todo o mundo anualmente. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos, apontou 8,2 milhões de mortes em 2013. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa para este ano é de 576 mil novos casos de câncer no Brasil. A doença não escolhe classe social ou faixa etária. Atinge pessoas de diferentes raças e de ambos os sexos. Em homens, os tipos mais comuns são os de próstata, pulmão, cólon e reto, estômago e cavidade oral; e nas mulheres, os de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e glândula tireoide. O medo de morrer vítima dessa enfermidade assusta tanto quem é detectado com o mal quanto quem é familiar ou amigo de um doente.

Em meados deste mês, a morte da atriz Betty Lago, de 60 anos, (Foto acima) vítima de câncer na vesícula, parece ter reavivado ainda mais o temor em relação à doença. A atriz era uma pessoa querida por todos. Começou a profissão trabalhando como modelo e trilhou a carreira internacional por mais de 15 anos. Na volta ao Brasil, enveredou para o meio artístico, participando de várias novelas em diversas emissoras de televisão. O seu trabalho mais recente na teledramaturgia foi na novela Pecado Mortal, da Rede Record.

Betty descobriu a doença em março de 2012, após sentir fortes dores abdominais. Na época, foi submetida a uma cirurgia e começou o tratamento com quimioterapia. Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, em abril daquele ano, a atriz falou sobre a descoberta do câncer e da vida agitada que levava: “Sempre preocupada em viajar, morar fora, mudar de país; tem o filho, casa, descasa, tudo rápido, tudo correndo”. Mas, com a doença, foi obrigada a mudar sua vida. “Você tem que repensar todos os seus valores. Encaro assim como uma doença que aconteceu comigo, que eu tenho que lutar contra ela, que eu tenho que derrubar ela, porque ela não pode ser mais forte do que eu e não pode ser mais forte do que a vida que eu quero viver.” Betty enfrentava a rotina com muita força e alegria. Mas, para tristeza dos amigos, familiares e fãs, Betty não resistiu.

De acordo com o médico Tiago Kenji, oncologista do Instituto de Oncologia Santa Paula, em São Paulo, o tipo de câncer da atriz é raro e agressivo, mas há algumas doenças de vesícula que são fatores de risco ao câncer, como cálculos biliares, pólipos e infecções crônicas, como salmoneloses. “Caso alguma dessas doenças seja diagnosticada é fundamental o acompanhamento com um especialista, como o gastroenterologista e o cirurgião do aparelho
digestivo”, afirma.


O que é o câncer?
O que muitos não sabem é que a palavra designa um nome genérico para mais de 300 doenças, com causas variadas, que podem ter tratamentos e prognósticos diferenciados. No entanto, para o oncologista Cid Gusmão, especializado pelo Inca e médico do Centro de Combate ao Câncer, em São Paulo, todos os tipos de câncer têm um aspecto em comum: “O crescimento desordenado de células que perderam suas características normais e não respondem mais aos estímulos que controlam a replicação e a morte celular. Elas adquirem capacidades como multiplicação celular rápida e descontrolada e invadem outros tecidos normais, determinando a formação de tumores”, explica.


Segundo o especialista, os tumores são causados por alterações genéticas no organismo. “Podem contribuir para isso fatores externos, como substâncias químicas, irradiação e vírus que estão relacionados ao meio ambiente e aos hábitos do indivíduo; já os internos relacionam-se com hormônios e a alterações que podem levar a mutações genéticas. Poucas são as de caráter hereditário, transmitidas de pais para filhos, que correspondem a cerca de 5% a 10% dos casos.”

O oncologista considera que a melhor forma de evitar problemas dessa ordem é manter uma dieta equilibrada e realizar exames periódicos. “Prevenir é sempre melhor que remediar. Quanto mais cedo for descoberto, maior é a chance de cura”, orienta.

Além do tratamento
O câncer talvez tenha se tornado a doença mais estudada da medicina e por isso aumentaram também as possibilidades de tratamento e de cura. “Hoje, cerca de 80% dos tumores infantis e 60% dos tumores em adultos são curáveis”, diz Gusmão. E, para ajudar nesse processo, além do tratamento médico, que pode envolver quimioterapia, radioterapia e diversos medicamentos, há outras medidas que podem ser tomadas. O médico Tiago Kenji entende que a família desempenha um papel fundamental nesse sentido: “Muitas vezes, a descoberta da doença pode unir mais a família. Além disso, em casos graves sem o apoio familiar o tratamento é inviável”, avalia.


Para a doutora Eunice Harue Higuchi, médica sanitarista e presidente do Hospital Moriah, em São Paulo, uma das estratégias é a política de acolhimento na hora de atender o paciente. “Trata-se de uma postura, de um jeito de ver o paciente de forma mais abrangente, levando em consideração questões culturais, físicas, emocionais e até espirituais. O objetivo é entendê-lo no seu contexto social e poder atendê-lo da melhor forma possível”, explica.

Poder de cura
A doutora Eunice ainda destaca outro fator: “A fé. Ela é decisiva para o sucesso em tudo na vida. Para um tratamento de saúde não é diferente. Há estudos que comprovam a importância dela no enfrentamento e na recuperação de doenças. A fé é essencial na vida das pessoas, estejam elas doentes ou não”, afirma.


Para o bispo Francisco Decothé, responsável pela “Sessão do Descarrego para a Cura do Corpo e da Alma”, realizada no Templo de Salomão, em São Paulo, o ideal é aliar o tratamento médico ao espiritual. “Não se pode abandonar a medicina, principalmente porque ela evoluiu muito para tratar o câncer. E alguns tumores são agressivos demais. É preciso fazer um paralelo e andar com as duas pernas: recorrer à medicina e ter fé em Deus. E se a pessoa está buscando a cura há muito tempo e ela não vem é preciso apelar para essa fé de forma veemente”, diz.


Foi o que fez o jovem Allan Cristian dos Santos, (Foto ao lado) de 23 anos, quando descobriu um tipo raro de câncer que atacou a sua medula. “Eu tinha 13 anos e comecei a emagrecer rapidamente e a me sentir muito fraco. Achei que era pela quantidade de exercícios físicos que eu fazia, mas os exames apontaram que eu estava com leucemia mieloide e linfoide. Eu não acreditei.”

O jovem começou a fazer quimioterapia, mas a demora em ser curado o angustiava e a seus familiares. “Como minha família era da Universal, ela começou a orar por mim enquanto eu estava hospitalizado e quando tive alta também comecei a participar das reuniões. Acredito que minha cura foi determinada nessa hora. Faz dez anos que estou curado”, relata.


Outro caso é o de Helena Soares Alferes, de 43 anos. (Foto ao lado) “Depois de sentir dores no ombro, uma mancha no meu pulmão, detectada no raio X, me levou para uma consulta com um especialista. Ele disse que eu estava com linfoma de Hodgkin. Passei por quimioterapia e radioterapia, de 15 em 15 dias.” Como os exames regulares durante o tratamento não apontavam uma resolução do problema, Helena procurou a Universal. “Meu marido já participava das reuniões enquanto eu estava internada e, quando pude, fui também. Recuperei meu peso e minha saúde hoje é perfeita”, afirma.

Sobre a postura que se deve ter diante da doença, o bispo Decothé finaliza: “Nunca aceite o fracasso, a derrota. Deus nos ensina que temos a fé para enfrentar esse tipo de problema. O fôlego de Deus está dentro de nós, por isso, enquanto estivermos vivos, não podemos desistir de lutar”, conclui.

Fonte: Universal.org

domingo, 9 de agosto de 2015

Como ser um homem por inteiro?

Para ser pleno, você precisa cuidar de quatro fatore.


Chris Pratt está na crista da onda em Hollywood. Seus dois últimos filmes, nos quais foi o ator principal, já renderam mais de US$ 1 bilhão. Ele é disputado por grandes diretores e poderosos estúdios e até já chegou a correr o boato de que ele será o novo intérprete de Indiana Jones. 

Atualmente, ele está na telona em Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (foto ao lado).
Contudo, não foi sempre assim. Pratt trabalha como ator desde a adolescência, mas não emplacava papéis interessantes. Do início deste século até mais ou menos uns três anos atrás, ele só aparecia nas telas vivendo personagens meio patéticos e chegou a ser recusado em filmes de ação por não ter o físico desejado. Eis que algo inesperado aconteceu no plano pessoal.

Há dois anos, Pratt e sua esposa – a também atriz Anna Faris – tiveram um filho, Jack. O menino nasceu prematuro e logo depois do parto foi levado para a UTI neonatal, ligado o tempo todo a aparelhos de suporte de vida. Os médicos foram bem claros e disseram que as chances do garoto não eram as melhores, de tão frágil que era a sua saúde.

Foi aí que o casal se viu diante da maior provação de sua vida. Pratt chamou a esposa para uma conversa séria. Apesar do medo, Pratt e Anna decidiram orar mais do que já haviam orado por toda a vida. Sempre que possível, faziam isso também ao lado de Jack na UTI. Em entrevista à revista eletrônica Crosswalk, o ator declarou: “Não restaurei minha fé. Eu a redefini”.

Nisso, o público que via aquele herói meio engraçado nos filmes pôde conhecer o verdadeiro Pratt: um homem de fé. E se antes essa fé era real, mas pendendo para o lado da teoria, ele a redefiniu, como disse, pondo-a em prática. Usando a razão. Ele entendeu que a única coisa possível para salvar seu tão amado filho era pedir a Quem realmente podia fazer isso. Segundo os médicos, se Jack sobrevivesse, poderia precisar de cuidados especiais pelo resto da vida. Mas, para o casal, “ele era perfeito e lindo” e continuou a orar.

Resultado: o menino saiu da UTI e foi para casa. Hoje, aos dois anos, está bem, frequenta o jardim de infância e o máximo de “cuidados especiais” de que o pequeno precisa é usar óculos. Também é curioso notar que os papéis importantes que incrementaram a carreira e o cachê de Pratt aconteceram justamente após esse período em que aprendeu como usar sua fé.

Sim, Pratt é um exemplo de homem diferente dos que normalmente Hollywood mostra fora das telas. A Crosswalk o encaixou numa definição interessante: “um homem pleno” e ensinou, usando seu exemplo, o que faz um cara ser realmente completo na vida – crescer, evoluir no sentido físico, psicológico, social e espiritual.

Pratt, após superar um obstáculo que mexeu em todo o seu ser, melhorou sua forma física e conquistou papéis que antes lhe negariam. Aprendeu sobre prioridades. Em vez de ceder a tentações e facilidades da fama, voltou seu foco para a família. Entendeu a Quem recorrer quando algo está além de suas forças humanas. Pai, marido, profissional de sucesso, filho de Deus. Seus fãs agora têm um exemplo do que é ser um homem por inteiro.

ENTENDA SUAS DECISÕES
Influenciado por sua fé, Chris Pratt tomou a decisão de orar por seu filho. Hoje ele colhe os frutos disso em diversos aspectos e não somente como um pai realizado.
E você? Sabe quem influencia suas decisões? Talvez você só ache que sabe. Tire essa dúvida com a ajuda de um vídeo apresentado pelo psicólogo e economista comportamental Dan Ariely, disponível para você assistir lá no Desafio #51, em www.intellimen.com. Você vai se surpreender.

Dica tecnológica
Crescimento
Sabia que há um portal na internet em que também é possível aprender sobre como cuidar do físico, do psicológico, do social e do espiritual? No universal.org todos os dias há textos, vídeos, fotos e muito mais sobre como melhorar sua vida em todos os sentidos. Veja lá em www.universal.org – também disponível para smartphones e tablets.

 Fonte: Universal.org

domingo, 3 de maio de 2015

Fé: O Segredo da Vitória


Resultado de imagem para fé o segredo da vitória

O dízimo identifica no cristão sua sinceridade e fidelidade. Somente as pessoas convertidas pagam o dízimo. As que assim não procedem não são convertidas.

Existe uma diferença entre as pessoas convertidas e as convencidas; entre o cristão seguidor de Jesus e o crente, aquele que acredita, mas não tem um verdadeiro vínculo com Deus. O cristão não está preso a denominações; segue o Senhor Jesus; o crente é denominacionalista.

Voltando no tempo, há três mil anos, chegaremos a Abraão, que naquela época se chamava Abrão e vivia na terra de Ur com sua parentela. Lá, como hoje em dia, havia terrível desvio espiritual. As pessoas cultuavam o sexo, abrindo-lhe funções e rituais divinos. O criador, no entanto, colocou no coração de Abrão o desejo de servi-Lo.

Mandou, então, Que Abrão abandonasse aquelas terras e seus parentes para, através dele, construir uma grande nação. Fez ainda muitas outras promessas. Abrão passou a chamar-se Abraão, que significa "pai de uma grande nação". Note bem: Deus prometeu fazer dele uma grande nação, mas, não lhe deu provas concretas. Ele simplesmente teve fé.

Quando falamos em dízimos e ofertas, um número considerável de pessoas, além de não desejar cumprir a vontade de Deus, ainda fica revoltado com outras pessoas que assim procedem, chegando ao deboche. Quando alguém deseja seguir Jesus, deve andar segundo a Sua vontade.

Abraão passava por uma difícil situação: tinha sua vida espiritual arruinada, em virtude de viver naquela terra contaminada pelo pecado. Deus não poderia abençoá-lo na situação em que estava, muito menos fazer dele o precursor de uma grande nação.

Às vezes, as pessoas não conseguem ser fiéis no meio dos infiéis. O fermento destes a impede. Se você deseja alcançar as bênçãos de Deus, deve ter ouvidos atentos para saber o que Ele realmente quer. Abraão demonstrou fé nas promessas de Deus, e essa atitude trouxe-lhe justiça. Se você não tiver condições espirituais de ouvir a voz de Deus, e também fé, a consequência natural é ouvir a voz de diabo e ser incrédulo. Ora, a voz que damos atenção é a que nos domina.

Existe um ditado que diz: "Quem fala planta; quem ouve, colhe". Se ouvirmos a voz do diabo, colheremos dúvidas, insegurança, ódio, angústia e medo. Mas, se, ao contrário, ouvimos a voz de Deus, encontraremos paz, amor, certeza e confiança, e teremos todas as Suas promessas cumpridas em nossa vida. Seja fiel a Deus, reconheça-O em todas as veredas e Ele o guiará pelo caminho certo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Confiança e Obediência.


Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará; porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão.
Isaías 60:20




Os que obedecem e confiam no Senhor, são como uma fonte que, mesmo em dias nublados, semeiam e dão frutos. Não é fácil, mas, também, não é impossível. A cada passo que damos em direção Ao Senhor, confiando e não duvidando, Ele faz o que não tinha nada, em benção.

 Na vida financeira é assim. Fazemos a nossa parte, indo trabalhar, ou abrindo o próprio negócio. No início, parece que não virá nenhum cliente. Quem olha com os olhos da carne, acha que a venda do dia não será boa. Mas, quem olha com os olhos espirituais, vê aquele ‘deserto’ cheio de clientes e quando menos esperamos, aparece um após o outro, sabe por quê? Porque você confiou em Deus e colocou tudo em Suas Mãos.

 O mesmo na vida sentimental. Quando confiamos em Deus e deixamo-Lo agir, o homem de Deus aparece ou a mulher de Deus aparece, sem precisar procurar porque Deus mostra quem é. Obediência e confiança andam juntas com Deus. A nossa parte é deixar a nossa vida em Suas Mãos, sem dúvidas.

 Ansiedade, medo, desespero só atrapalham e trazem sérias conseqüências, frustrações e tudo porque não deixou Deus agir. Precipitações em qualquer área de nossas vidas trazem cicatrizes que só serão curadas através do arrependimento, deixar a sua vida nas Mãos de Deus todos os dias.

 Quando vierem as dúvidas, repreenda na mesma hora, dúvidas só servem para atrapalhar, elimine-as. Seja na saúde, na vida familiar, na vida financeira, use a fé, confie e creia em Deus, Ele sim faz com que você, mesmo na situação difícil, mesmo no deserto, semeie, creia!