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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Enriquecimento.

"Porque os que querem enriquecer-se caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências néscias e danosas, que submergem os homens em perdição e ruína; pois a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro; o qual, cobiçando, alguns se desviaram da fé e se transpassaram a si mesmos com muitas dores." 1 Timóteo 6: 9,10.


Na época em que O Senhor Jesus andava por Jerusalém, Ele curava, libertava e exortava sem nada pedir em troca. Pelo contrário, como O Senhor Jesus fez com o homem rico, pedindo para ele se desfazer de tudo, entregar aos pobres e seguí-Lo: "Ainda te falta uma coisa: vende tudo que tens, distribui entre os pobres e terás um tesouro no céu. Vem e segue-me. Então ele, ouvindo isto, ficou muito triste, porque era riquíssimo." Lucas 18:22,23

Ao pedir para dar aos pobres, era para o homem rico se desprender das suas riquezas, não ter o coração em suas riquezas. Isso não queria dizer que ele não teria nada, mas, teria o suficiente para se manter. Não passaria fome, mas, não teria tanto ao ponto de se desviar do caminho do Senhor Jesus.

Muitos querem enriquecer através de jogos de azar. Alguns conseguem, mas, acabam tendo problemas como o que ganhou a mega sena e acabou morto, sem poder desfrutar do dinheiro e muitos são assim, agarrados a bens materiais de tal maneira que não pensam no futuro, se tornam gananciosos, há brigas em família por causa de dinheiro, como um policial civil que matou a própria irmã por causa de herança. E tantos outros casos.

Não são todas as Igrejas, mas, algumas extrapolam no sentido de pedir dízimos e ofertas. Tem Igrejas em que os pastores trabalham de dia e pregam a noite. Neste caso, os dízimos e ofertas vão para reformas da própria Igreja, cestas básicas para os membros que, devido a crise no momento, estão desempregados ou até mesmo tem pastores que juntam os dízimos e ofertas para comprar terrenos e construir casas para membros que não tem onde morar ou moram de aluguel! Mas, essa é a finalidade dos dízimos e ofertas que Deus mostra em Sua Palavra desfrutar das bênçãos! E isso inclui o dízimo: " ...mas buscareis o lugar que O Senhor vosso Deus escolha dentre todas as vossas tribos, para colocar ali seu nome para Sua Habitação, e para lá ireis. E ali levareis vossos holocaustos, vossos sacrifícios, vossos dízimos e a oferta elevada de vossas mãos, vossos votos, vossas ofertas voluntárias, e as primícias de vossas vacas e de vossas ovelhas, e comerás lá diante do Senhor, vosso Deus, e vos alegrareis, vós e vossas famílias, em toda obra de vossas mãos na qual o Senhor vosso Deus, vos tiver abençoado." Deuteronômio 12:5,6,7.

E tem Igrejas que distorcem o verdadeiro sentido do dízimo. Alguns que leem versículos isolados que interpretam do seu modo. Dízimos e ofertas não eram pagos em dinheiro e sim em forma de gado, especiarias, enfim, se colocarmos nos dias de hoje, vemos sim, muita deturpação em relação a Palavra de Deus, até porque, o opressor oprime o pobre e necessitado, lançando "maldição" que não tem na Palavra. Maldição é para aqueles que oprimem o pobre e necessitado, maldição cai sobre aqueles que de alguma forma usa de chantagem e barganha para se manter através de sacrifícios daqueles que, por algum motivo, estão na classe dos pobres e necessitados.

Muitos falsos profetas se aproveitam de países mais pobres para confundir aqueles que estão desesperados, precisando de ajuda. Pesquisem, reparem que em países mais ricos, geralmente os da Europa, não acontece essa opressão. E todo aquele que enriquece de maneira ilícita, acaba preso. O ilícito pode ser corrupção ou até mesmo oprimir o necessitado, mas, não vai muito longe.

Amor ao dinheiro é sim maldição, e quem faz isso com certeza, não está no Reino de Deus. Até porque, O Reino de Deus não se compra com dinheiro, Deus dá de graça a todo aquele que se entrega de verdade Ao Senhor Jesus. Pense nisso.

Fique firme com Deus.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Aumentam buscas na internet pelo termo “fim dos tempos”


Expressão mais associada com Apocalipse foi “casamento gay”.


Quando as pessoas fazem buscas na internet, todos os registros são gravados, para que sejam identificadas as ‘tendências’ do momento. O The Washington Post fez um levantamento recente para identificar os termos associados com buscas pelo “fim dos tempos”.

Em geral, quando as pesquisas incluem a palavra Bíblia, existe uma associação com ideias de inspiração e conforto. Os termos mais procurados são “amor”, “fé”, “paz”, “esperança” e “alegria”.

Contudo, recentemente houve um aumento da busca sobre Apocalipse e os últimos dias a partir da visão bíblica.

Ao contrário do que se afirmou durante a campanha presidencial dos EUA este ano, a associação do grande público sobre o final do mundo não foi com o nome do candidato eleito “Donald Trump”. O site Bible Gateway – que oferece uma versão online das Escrituras, além de milhares de estudos bíblicos – apresentou um levantamento mostrando que a expressão mais vezes associada com a ideia de um Apocalipse iminente foi “casamento gay”.

Quando a Suprema Corte dos EUA decidiu em 26 de junho de 2015 que a união homossexual é legal em todo o país, as pesquisas bíblicas sobre o tema “fim dos tempos” aumentaram rapidamente, batendo o recorde desde que o site iniciou.

Foram de 1,7 bilhão de trechos da Bíblia lidos na Bible Gateway em 2016. Jonathan Petersen, gerente de marketing do site, afirma que no último ano as pesquisas por “fim dos tempos” cresceu cerca de 500%. A maioria delas, curiosamente, relacionadas com uma possível influência que o casamento do mesmo sexo teria sobre isso.

Após a eleição presidencial, no mês passado, também contribuiu para um aumento na busca de versículos da Bíblia relacionados com o fim do mundo. As últimas vezes que isso havia ocorrido fora com a detecção de casos de Ebola nas Américas, em outubro de 2014 e os ataques terroristas em Paris em novembro de 2015.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 21 de agosto de 2016

Medo de abandono é comum entre viciados em celular.

Estudo indica que dependentes ficam muito angustiados quando não conseguem falar com alguém no telefone. Saiba por que isso acontece e como evitar o problema.

 
Você consegue passar um dia inteiro sem celular? Para muitas pessoas, ficar longe do aparelho por alguns minutos é sinônimo de incômodo, ansiedade e até tristeza. Checar o smartphone com frequência e mantê-lo sempre visível e ao alcance são alguns sinais de apego, como indica um estudo feito por uma universidade da Hungria. Os pesquisadores também descobriram algo ainda mais preocupante: os viciados em celular têm mais medo de abandono. 
Segundo a pesquisa, os dependentes dos aparelhos sentem muita necessidade de estar em contato com outras pessoas. Ao mesmo tempo, eles têm mais receio de perder esse vínculo. Passar mais tempo navegando pelas redes sociais, conversar com colegas e fazer novas postagens ajudam a suprir o desejo constante de conexão. Entretanto, quando não conseguem falar com alguém ou não recebem a atenção que esperavam, essas pessoas ficam aflitas – uma consequência do medo de rejeição ou abandono. O estudo foi feito com jovens de 19 a 25 anos.
Aceitação
A psicóloga Sylvia van Enck explica que a sensação de abandono está relacionada à busca de aceitação. “Muitas pessoas procuram nas redes sociais formas de se sentir queridas e aceitas. Para elas, é importante que todo mundo curta e faça comentários favoráveis ao que postam. Quanto mais retorno elas têm, mais ficam dependentes. É como uma droga. Então, quando um amigo demora para responder ou quando suas postagens não são curtidas, isso de alguma forma aumenta a ansiedade e o sentimento de rejeição”, argumenta ela, que é colaboradora do Programa de Dependências Tecnológicas do Pro-Amiti, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas,  em São Paulo.
Sylvia destaca que a dependência de smartphones afasta o usuário do mundo real. “A pessoa vai se isolando de tal forma que ela se distancia dos amigos, que passam a ser amigos virtuais. Ela tem a falsa impressão de que tem um milhão de amigos e passa a temer o relacionamento presencial”, explica. Ela esclarece que pessoas ansiosas ou que apresentam quadros de fobia social, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade estão mais propensas a desenvolver dependência tecnológica, pois elas se conectam justamente para aliviar esses sintomas.
Consequências
A psicóloga diz que muitos dependentes têm reações agressivas quando são interrompidos ou impedidos de usar o aparelho. Isso faz com que até a família se afaste. “Os familiares evitam interromper com medo de uma reação ruim e isso provoca mais isolamento. Assim, a pessoa passa a entender que os outros não se importam com ela, mas não percebe que precisa abrir mão do que está fazendo para interagir”, alerta a profissional.
Além do isolamento, o uso exagerado de tecnologias gera problemas de saúde. “A pessoa deixa de se alimentar corretamente, dorme mal, o sono não é saudável. Há ainda o risco de acidentes. Muitas pessoas dirigem usando celulares e atravessam a rua sem olhar. A dependência também provoca conflitos com as pessoas que estão ao redor, pois elas ficam incomodadas com a falta de respeito”, diz Sylvia. Para evitar problemas, a dica da especialista é usar as tecnologias com moderação e analisar se elas estão prejudicando o cotidiano. “É uma questão de limites. A pessoa precisa se perguntar o que ela está deixando de viver quando está conectada”, aconselha.
O Tratamento para cura dos vícios acontece todos os domingos. Vá até a Universal mais próxima e entenda como você também pode ser curado.

Fonte: universal.org
 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Perigo silencioso: conheça a história de quem lutou contra a anorexia e a bulimia.

Transtornos alimentares são doenças que aparentemente começam com uma simples dieta. Identifique o problema e livre-se dele.

 
Os pais não entendiam por que Vanessa ia ao banheiro todo dia após as refeições. (foto abaixo) Mal tiravam os pratos da mesa e ela já corria para o toalete. Eles sabiam que algo errado estava acontecendo, mas o que poderia ser?
Na mente da jovem só passava um pensamento: de que ganharia mais peso enquanto a comida ficasse no seu estômago. “Eu vomitava. Toda vez que ingeria algum alimento ou até mesmo um simples copo d’água me sentia mal e induzia o vômito. Depois me trancava no quarto”, lembra Vanessa Gonçalves, que hoje tem 34 anos e trabalha como consultora de beleza.
Segundo ela, não foi apenas a preocupação com a aparência que influenciou a obsessão em emagrecer. “Estava com 24 anos e não conseguia arrumar trabalho. Desempregada, fiquei com baixa autoestima e com depressão. Essa tristeza fez que eu me achasse gorda e feia. Coloquei na minha cabeça que, se vomitasse as refeições, seria mais feliz e mais bonita”, conta.
Com 11 quilos a menos, seu corpo magro e sua aparência de doente chamavam atenção de todos. “Eu nunca fui gorda. Na verdade, descontei todas as minhas frustrações na aparência. Esses episódios duraram pouco mais de um ano, o suficiente para que eu vivenciasse terríveis consequências”, relata.
Ausência da realidade
Segundo a psicóloga Viviane Cristina Santos Silva, quatro em cada 100 pessoas têm transtornos alimentares conhecidos como anorexia e bulimia. “A anorexia está associada a traços de ansiedade e se caracteriza pela perda excessiva de peso em pouco tempo. A bulimia apresenta traços de depressão e baixa autoestima, caracterizados pelo arrependimento da ingestão de alimentos. O indivíduo sofre uma despersonalização de si mesmo”, afirma.
Essa despersonalização significa ter sentimentos de irrealidade, como os que Vanessa tinha. “Eu me olhava no espelho e enxergava uma mulher obesa. Contando assim até parece surreal, mas era isso mesmo que acontecia. Eu estava absurdamente magra, só que me via muito gorda”, recorda.
As alterações de percepção da realidade são perigosas porque podem ter consequências fatais. “Além de serem doenças crônicas mais comuns entre os adolescentes, esses transtornos costumam levar à morte cerca de 2% dos que dela sofrem, na maioria dos casos por desnutrição ou suicídio”, diz a psicóloga.
E se engana quem pensa que a patologia atinge apenas mulheres. “A anorexia é mais recorrente em garotas de 12 a 18 anos, enquanto a bulimia é mais comum entre as de 16 e 25 anos. Mas quase 10% do total de casos são do sexo masculino, na mesma faixa etária feminina”, ressalta Viviane.
A mudança
Na maioria dos casos, quando os familiares percebem a mudança comportamental logo procuram ajuda médica e foi assim com a jovem. “Meus pais descobriram que eu estava vomitando intencionalmente. No começo, se mostraram decepcionados, mas perceberam que eu estava sem vontade de viver e me levaram ao psiquiatra. Tomava antidepressivos e remédios para dormir. Fiquei viciada nos remédios e meus hábitos não melhoravam”, revela.
Segundo um estudo divulgado recentemente na revista científica Nature Neuroscience, há um motivo pelo qual tratamentos medicamentosos não são a única solução para quem tem esses distúrbios: eles não são capazes de mudar o pensamento.
O autor da pesquisa, B. Timothy Walsh, afirma por que os tratamentos comumente utilizados não funcionam: “hábitos têm de ser substituído”, explica. E foi só quando essa mudança aconteceu que Vanessa encontrou a cura. “Meus pais buscaram ajuda espiritual para mim na Universal. Eu só ficava na minha cama, chorando o tempo todo. No dia do meu aniversário minha mãe pediu muito para que eu fosse com ela à Universal. Ninguém me forçou a nada e aquela primeira palestra me fez perceber que estava entendendo a vida de uma forma errada”, explica.
Foi como se a “ficha dela tivesse caído”. A jovem passou a se enxergar no espelho como realmente estava, extremamente magra, cadavérica e com um semblante triste. “Não me reconheci. Naquela hora tomei a decisão de mudar e passei a frequentar a Universal todas as semanas e a ter uma orientação nutricional. Depois de cinco meses eu estava saudável, trabalhando e com a certeza de que eu precisava me amar e me respeitar para ser feliz”, diz.
Apoio da família
Os transtornos alimentares podem ser causados por muitos motivos e a ausência do bom relacionamento familiar pode ser um deles. “Os pais influenciam muito as atitudes dos filhos e o período entre a infância e adolescência é crucial para que exista diálogo, uma vez que a tendência desses jovens é se afastar. A observação e o controle da pressão que se exerce é fundamental para criar um bom relacionamento e uma parceria. Pais devem ser boas referências”, orienta a psicóloga.
Quando se está passando por alguns desses distúrbios é preciso reconhecer o problema e buscar ajuda. Identificar os sintomas, transformar a forma de ver o mundo e investir em uma fé que dê forças são aliados para vencer. Por isso, cuide e valorize o bem mais precioso que você tem: a sua vida.
O Godllywood visa auxiliar mulheres em toda e qualquer situação, desde que ela deseje realmente ser auxiliada e moldada para uma mulher melhor. Conheça mais sobre o grupo e saiba como participar dos projetos clicando aqui.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O que Nadabe e Abiú tem para nos ensinar.

Aprenda com os erros dos filhos de Arão.
      
O capítulo que foi ao ar na segunda-feira (23), da novela “Os Dez Mandamentos”, da Rede Record exibiu a cena da morte de Nadabe (Marco Antonio Gimenez) e Abiú (Daniel Siwek), filhos de Arão (Petrônio Gontijo), que foram consagrados por Deus para serem sacerdotes em Israel, juntamente com seus outros dois irmãos: Eleazar (Bernardo Velazco) e Itamar (Henrique Gottardo). À família de Arão foi concedido o alto privilégio de serem separados para os serviços sagrados.


Entretanto, Nadabe e Abiú não respeitaram as regras estabelecidas por Deus. Foram negligentes e não deram a devida importância e reverência ao ritual sagrado, e por isso, despertaram a ira do Criador (veja o vídeo no final da matéria).

Alguns dos erros cometidos por Nadabe e Abíu:
  • Eles não poderiam manusear o incenso. Essa função devia ser realizada pelo pai deles, Arão, conforme está descrito em Êxodo 37:10.  
  • Além disso, o dia destinado para esse ritual era o dia da Expiação. (Levítico 16)
  • Usaram fogo de outro lugar e não do Altar como Deus havia ordenado (Levítico 16:12).
Eles agiram com completa falta de temor ao sagrado e profanaram o tabernáculo de Deus. Foram arrogantes, presunçosos, irreverentes e desobedientes. Por isso, tiveram como punição a morte.

Três grandes lições que podemos tirar desses erros:

- Se o que fazemos para Deus não está pautado na obediência e no temor, não têm valor algum diante dEle. Em vez disso, é visto por Ele, como abominação e afronta.

- Se há má intenção, de nada adianta a unção. Ou seja, mesmo eles tendo recebido de Deus a unção para ministrar diante dEle, por causa da má intenção do coração deles, essa unção se tornou nula. Aliás, tornou ainda mais grave a transgressão cometida por eles.

- A falta de temor e reverência às coisas de Deus podem nos levar a morte física e espiritual.

Na Bíblia, temos vários outros exemplos:

Os filhos do profeta Eli, Hofni e Finéias também foram mortos (1 Samuel 4:11) por profanarem o Templo, pois pegavam para eles parte do sacrifício do povo e ainda levavam para porta da tenda da congregação mulheres para se prostituírem. (1 Samuel 2:12-17 e 22-25).

Saul perdeu a unção e o reino de Israel também por causa da desobediência. Por não ter cumprido a ordem do profeta Samuel: "Tu, porém, descerás adiante de mim a Gilgal, e eis que eu descerei a ti, para sacrificar holocausto e para apresentar ofertas pacíficas; sete dias esperarás, até que eu venha ter contigo e te declare o que hás de fazer." (1 Samuel 10:8)

Saul não esperou pela chegada do profeta Samuel, e, por iniciativa própria, ofereceu ao Senhor o holocausto e por causa disso foi rejeitado por Deus. Embora as razões fossem justas, o sacrifício não foi aceito por Deus, porque foi oferecido com base numa rebeldia.

Como se não bastasse, mais tarde, ele novamente desobedeceu quando poupou a vida do rei de Amaleque, Agague, e dos melhores animais, sob o pretexto de que seria para oferecê-los em holocausto a Deus. Porém, a ordem que ele havia recebido era que destruísse totalmente aquela cidade e tudo que nela havia.

Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei. (1 Samuel 22,23)

A partir daí a presença de Deus foi retirada completamente de Saul, o que significou a sua morte espiritual e, mais tarde, a física.

Outro exemplo de falta de temor é o de Ananias e Safira (Atos 5), que não foram fiéis ao voto que fizeram com Deus, e ainda, usaram de falsidade ao tentarem enganar a Deus apresentando algo diferente daquilo que haviam prometido. Eles também foram mortos.

Assim, encontram-se muitos dentro da igreja do Senhor Jesus: mortos espiritualmente. Não têm mais o brilho do Espírito Santo, estão frios espiritualmente, simplesmente porque não levaram as coisas de Deus a sério. São relaxados, indolentes, desobedientes, fazendo pouco caso da Obra de Deus, de Deus e da própria Salvação.

É a respeito destes que está escrito: Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência (Romanos 2:15)

Sigamos a recomendação que o Apóstolo Paulo escreveu no livro de Hebreus:
“Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12:28-29).

Fonte: universal.org

domingo, 26 de junho de 2016

Você lê notícias confiáveis?

Pesquisa mostra que muitos brasileiros espalham informações falsas nas redes sociais. Saiba como se proteger da boataria.
      
Todos os dias, milhões de dados são compartilhados em redes sociais como Facebook e Twitter. Basta um clique para distribuir fotos, vídeos, áudios e textos sobre política, economia, saúde e também fofocas.

Mas será que todas as notícias disponíveis na internet são verdadeiras?

A facilidade de uso da tecnologia contribui para que muitas pessoas espalhem informações sem conhecer sua origem. Com isso, elas agem por impulso e ajudam a reforçar boatos. Milhares de brasileiros estão auxiliando a divulgar notícias falsas, segundo um estudo do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso à Informação da Universidade de São Paulo (USP), publicado pela BBC Brasil.

O levantamento indica que mais de 200 mil pessoas espalharam mentiras na internet na semana que antecedeu o domingo de votação do impeachment na Câmara Federal. A pesquisa revela que três das cinco reportagens mais compartilhadas por brasileiros no Facebook entre 12 e 16 de abril eram falsas.

Ou seja, quem usou a rede social naqueles dias provavelmente leu mais mentiras do que verdades.

O grupo da USP investigou o desempenho de 8.290 reportagens, publicadas por 117 jornais, revistas, sites e blogs, sob orientação dos professores Marcio Moretto Ribeiro e Pablo Ortellado. Todas as notícias falsas foram desmentidas pela BBC Brasil, que publicou notas oficiais e entrevistas com as pessoas citadas nos textos.

Não caia em armadilhas

A pesquisa da USP faz um questionamento importante: por que o brasileiro ainda acredita em tantos boatos? Em entrevista à BBC, Marcio Moretto Ribeiro afirmou que a falta de maturidade dos usuários de redes sociais explica a popularidade dos rumores.

Ou seja, muitos brasileiros acreditam em mentiras por falta de conhecimento sobre as redes sociais.

Desconfiar é uma dica para não cair em armadilhas. Antes de confiar em tudo que está na internet, é preciso entender os verdadeiros interesses e motivos relacionados a cada informação. Para isso, tente responder algumas perguntas. Quem gerou essa informação? Para quem essa pessoa trabalha? Qual é o interesse em divulgar o dado? Quem está ajudando a espalhar a notícia? A pessoa que está sendo acusada também foi ouvida? Quantos veículos de comunicação estão divulgando a mesma informação? Se ainda tiver dúvidas, pare e pense.

São diversas as consequências negativas de uma notícia falsa: destruição de reputações, mal-entendidos, brigas, pânico, violência e punições para quem espalha a mentira. Em 2014, o Brasil acompanhou o desfecho trágico de um boato da internet. Uma moradora do Guarujá (SP) foi brutalmente agredida por uma multidão que acreditou que ela era uma sequestradora de crianças. Em vez de chamar a polícia para averiguar o caso, aquelas pessoas acreditaram no boato e espancaram a mulher até a morte. A vítima foi condenada pela população, sem direito à defesa. E foi provado depois de sua morte que ela era inocente. Será que vale a pena espalhar um boato?

Fonte: universal.org

domingo, 3 de abril de 2016

Boatos.com

Por Renato Parente.

A criança picada por uma cobra dentro da piscina de bolinhas do McDonald’s. O esperto truque de beber vinagre para ludibriar o teste do bafômetro. O compartilhamento da foto que dará de presente a passagem aérea, o celular, o carro... O livro de geografia utilizado nas escolas dos Estados Unidos da América (EUA), com um mapa da América do Sul adulterado, em que a região amazônica aparece como “território internacional”. O relato incrível do menino de 4 anos que atravessou o deserto.
É impressionante a quantidade de mentiras que circulam pela internet. Não que a mentira seja algo novo para a humanidade. Nossa compulsão por mentir deve ter surgido com as primeiras regras sociais de convívio. Assim, para aliviar nossa consciência, culpamos o trânsito pelo atraso no trabalho. A dor de cabeça é a razão para faltarmos a um compromisso chato ou utilizamos uma foto bem antiga para aprumar o perfil da mídia social. Existe até um estudo acadêmico que aponta que, em média, contamos três mentirinhas a cada 10 minutos numa conversa entre amigos.
Deixando de lado as motivações criminosas de quem pretende apenas enlamear a honra de alguém ou a imagem de uma instituição, o que levaria um sujeito a criar e espalhar uma história falsa? Suspeito que seja o mesmo prazer sádico dos pichadores que vandalizam monumentos e fachadas. Ou a compulsão juvenil que leva garotos a passarem trotes telefônicos.
Mas há graves riscos que estes boatos carregam consigo. Como na onda de desinformação sobre o vírus zika, que se espalhou ainda mais rapidamente que a doença. Desde repelentes caseiros – sem nenhuma eficácia comprovada – até uma despropositada história sobre um lote vencido de vacinas contra a rubéola que teria sido aplicado em gestantes, o que teria ocasionado microcefalia nos bebês. Uma vergonha.
O que fazer, então? Desconfie sempre do que vê no Facebook e nos seus grupos no WhatsApp. Busque uma fonte de informação mais confiável para verificar se aquele fato mirabolante é verdadeiro. Jornais, livros, o noticiário de rádio e TV têm um compromisso com a verdade imposto pela lei: se mentirem, os responsáveis podem ser processados e condenados pela Justiça. Já a internet e seus blogs anônimos, “enciclopédias colaborativas”, como a Wikipédia, e perfis falsos no Twitter não merecem crédito nenhum.
Para concluir, se quiser saber o que funciona na prevenção do vírus zika, leia a excelente reportagem publicada na edição 1.246, de 25 de fevereiro deste ano, da Folha Universal. Você pode acessá-la clicando aqui. .
E o Portal R7 abriga um serviço que desmascara as principais mentiras que emporcalham a internet, em www.e-farsas.com.
Renato Parente é assessor de Comunicação Social da Universal.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A Escolha do Espírito


Por acaso, você já parou para pensar que sua alma gêmea pode estar sendo preparada pelo Espírito de Deus?
Ou que Ele está tentando lhe moldar para alguém já preparado?


Talvez você esteja atrasando essa operação Divina.

Talvez você não dê o braço a torcer e insista na direção errada.

Pura teimosia.

Você quer porque quer impor sua vontade.

Enquanto houver esse comportamento, o tempo passa e a solidão permanece.

Nesse caso, somente quando você se cansar de gemer e, finalmente, render-se, O Espírito Santo entrará em ação.

Deus não Se atrasa.

Os cabeçudos é que O atrasam.

Não confiam 100% que Ele fará o que prometeu que faria.

A fé não se restringe apenas ao sacrifício econômico.

Este é apenas um sinal da entrega total e incondicional.

Nessa fé não se perde tempo.

Ela derruba dúvidas, medos, preocupações e ansiedades.

Ela quebra todas as barreiras entre a pessoa e Deus.

A partir daí, há perfeito relacionamento entre o Deus-Pai e você.

Por meio do Espírito Santo em O Nome de Seu Filho.

Você está convicto (a) disso?

Se Ele é Seu Pai, por que não confiar no Seu gosto para você?

Por que insistir na pessoa que você pensa ser ideal?

Talvez seus gemidos têm se mantido porque você insiste em delinear alguém de acordo com o coração corrupto.

Você acha que sua alma gêmea tem de ter o perfil físico do seu coração?

Ele se encantou com o perfil traçado por mentes maquiavélicas nas revistas de moda e beleza.

Você encasquetou isso na cabeça e insiste nessa teimosia.

A alma gêmea escolhida pelo Espírito tem o perfil espiritual.

O perfil físico murcha como maracujá de gaveta.

Já o perfil espiritual amadurece e permanece até que a morte os separe.

Não tenha medo.

Deus não erra na escolha.

Publicado por: Bispo Edir Macedo

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Visão Nossa de Cada Dia.

"O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem." Provérbios 27.20



"Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por Nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim." Isaías 6.8

Fonte: Blog do Bispo Macedo