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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

“Contem sobre Jesus”, pede Marcos Mion sobre o Natal.


"Contem a história desse grande homem que veio para salvar a gente”, afirmou o apresentador no especial Família Record.



O apresentador da TV Record, Marcos Mion, utilizou o especial de fim de ano da emissora para falar do que considera o verdadeiro motivo do natal. Tudo começou durante uma brincadeira de amigo secreto.

Em seguida, o apresentador se demonstrou satisfeito ao afirmar que era bom participar da programação com seus colegas de trabalho no especial de fim de ano exibido pela TV Record. Em seguida, recebeu uma pulseira de presente do ator Igor Rickli, cujo design estava escrito “believe”.
“Que coisa mais linda. Linda demais. Adorei. Aqui dentro está escrito exatamente isso, ‘exercer a virtude da fé’. Que é uma coisa que eu acredito demais. Obrigado, irmão. Obrigado mesmo. Amei.

Fiquei emocionado, obrigado mesmo”, afirmou o apresentador, agradecendo.

Em seguida, Mion fez seu pronunciamento. “A gente tem uma grande celebração para fazer no final do ano, que é a chegada de Jesus Cristo. E isso é uma coisa que a gente tem que lembrar para sempre.

Para todas as gerações, tem que ser passado à diante. Então, eu peço para o pessoal de casa, expliquem, contem a história desse grande homem que veio para salvar a gente”.
“Contem para eles a história de Jesus Cristo e eu faço questão de pedir licença para todo mundo e fazer esse pedido para você que está em casa. Porque esse é o verdadeiro motivo da gente estar aqui.

É o verdadeiro motivo da nossa emoção. Que nem o Igor falou”, continuou Mion.

Pelo fato de 2016 ter sido considerado pela imprensa como um ano ruim, Marcos fez considerações acerca do ano em sua vida. “Eu obviamente vi um ano com muitas provações”, disse.
“Um ano muito complicado e se não fosse pela fé, se não fosse pela presença de Cristo na minha vida, com certeza as coisas não teriam saído da forma que elas saíram. Então, eu faço questão de falar porque a gente tem que aproveitar esse momento para passar adiante coisas boas”, finalizou o apresentador.
Assista:


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Aumentam buscas na internet pelo termo “fim dos tempos”


Expressão mais associada com Apocalipse foi “casamento gay”.


Quando as pessoas fazem buscas na internet, todos os registros são gravados, para que sejam identificadas as ‘tendências’ do momento. O The Washington Post fez um levantamento recente para identificar os termos associados com buscas pelo “fim dos tempos”.

Em geral, quando as pesquisas incluem a palavra Bíblia, existe uma associação com ideias de inspiração e conforto. Os termos mais procurados são “amor”, “fé”, “paz”, “esperança” e “alegria”.

Contudo, recentemente houve um aumento da busca sobre Apocalipse e os últimos dias a partir da visão bíblica.

Ao contrário do que se afirmou durante a campanha presidencial dos EUA este ano, a associação do grande público sobre o final do mundo não foi com o nome do candidato eleito “Donald Trump”. O site Bible Gateway – que oferece uma versão online das Escrituras, além de milhares de estudos bíblicos – apresentou um levantamento mostrando que a expressão mais vezes associada com a ideia de um Apocalipse iminente foi “casamento gay”.

Quando a Suprema Corte dos EUA decidiu em 26 de junho de 2015 que a união homossexual é legal em todo o país, as pesquisas bíblicas sobre o tema “fim dos tempos” aumentaram rapidamente, batendo o recorde desde que o site iniciou.

Foram de 1,7 bilhão de trechos da Bíblia lidos na Bible Gateway em 2016. Jonathan Petersen, gerente de marketing do site, afirma que no último ano as pesquisas por “fim dos tempos” cresceu cerca de 500%. A maioria delas, curiosamente, relacionadas com uma possível influência que o casamento do mesmo sexo teria sobre isso.

Após a eleição presidencial, no mês passado, também contribuiu para um aumento na busca de versículos da Bíblia relacionados com o fim do mundo. As últimas vezes que isso havia ocorrido fora com a detecção de casos de Ebola nas Américas, em outubro de 2014 e os ataques terroristas em Paris em novembro de 2015.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Você sabe qual é a origem da páscoa?

Data começou com os hebreus, mas ganhou novo significado para os cristãos.


Para os cristãos, a Páscoa é a celebração da ressurreição de Jesus, comemorada no terceiro ou quarto mês do ano. Na mesma época, os judeus comemoram o Pessach. Muitos pensam que a festa judaica celebra a passagem dos hebreus pelo deserto rumo à Terra Prometida. Mas o verdadeiro significado da data é lembrar a passagem bíblica em que, em uma das
dez pragas infligidas contra o Egito, Deus envia um anjo para tirar a vida dos primogênitos da região. Para ser poupada da morte do filho mais velho, a família deveria marcar a porta de sua casa com o sangue de um cordeiro sacrificado. 
Moisés foi instruído por Deus a mandar cada família hebreia sacrifi car um cordeiro e usar seu sangue para marcar os batentes das portas de suas casas. Nos lares marcados, o anjo executor não entraria. Daí a ideia de “passagem” no nome da festa para os judeus – Passover, “passar sobre” em inglês, dando a mensagem de “passar direto”, ou Pêssach, em hebraico. 
Deus ordenou que o fato fosse comemorado após aquele ano, para sempre (Êxodo 12.12-14). Chegada a noite anunciada, a família cearia, comendo a carne do cordeiro com pães ázimos (feitos sem fermento) e ervas amargas. O costume se brados logo depois do Pessach. A Festa dos Pães, sim, é a celebração que comemora a saída do Egito para a liberdade.
Por serem muito próximas, as datas passaram a ser comemoradas quase como uma só.
O fermento tem um significado de pecado, mas a ausência dele no pão também tem um significado mais prático: a pressa. A fermentação de uma massa de pão leva certo tempo para acontecer, e Deus já estava preparando os hebreus para
a vida itinerante no deserto. O tempo disponível para os afazeres diários seria algo raro, bem contado. Uma massa ázima não precisa do tempo de fermentação para ficar pronta e pode ser rapidamente assada.
Preparativos
Para o Pêssach, os preparativos são muitos desde os tempos bíblicos, quando a festa, junto com a dos Pães Ázimos, tornou-se uma grande celebração. As pessoas vestiam suas melhores roupas e se preparavam como se fossem sair para
uma viagem. As casas era bem arrumadas, pois receberiam muitos hóspedes. Os utensílios de cozinha eram minuciosamente limpos ou novas peças eram compradas – hoje, algumas famílias têm louças e pratarias especiais
para a data.
Daquela época até hoje, o fermento é excluído da dieta nos dias da festa, e não deve haver nem um pouco dele em qualquer parte da casa, após rigorosa inspeção do chefe da família. Na época do Antigo Testamento, carneiros ou cabritos eram comprados e levados ao Templo de Salomão (como também era feito antes, no Tabernáculo) para sacrifício, geralmente um animal para cada 10 ou 12 parentes. A gordura era queimada, o sangue oferecido no altar e as carcaças limpas eram  penduradas. As famílias levavam as partes do animal para assar em casa, com espeto feito com madeira de romãzeira, para compor a ceia pascal, chamada Sêder, em que cada alimento segue um simbolismo:
- No centro de uma bandeja especial, a Keará, são colocados três pães ázimos, que representam os três grupos de judeus: Cohanim ou Cohen (sacerdotes, descendentes de Aarão), Leviim (os demais Levitas, também dedicados ao Templo) e Israel (o povo em geral).
- O Zeroá, um pedaço de osso de cordeiro ou cabrito, simboliza o animal sacrificado, cujo sangue foi usado para marcar as casas (alguns usam hoje um pedaço de frango).
- O Betsá, um ovo cozido, lembra o sacrifício que se oferecia em cada festividade. Uma simbologia importante: quanto mais se cozinha um ovo, mais duro ele se torna. Essa é uma alusão ao povo judeu, que quanto mais é oprimido, mais forte se torna. Esse é um dos motivos para a presença dos ovos em chocolate hoje em dia.
- O Marór, que pode ser qualquer verdura bem amarga, representa o sofrimento dos escravos judeus.
- O Charoseth, uma mistura de nozes, amêndoas, tâmaras, canela e vinho, representa a massa de argila com a qual os judeus escravos trabalhavam na construção das obras dos egípcios.
- O Karpás, um talo de aipo (ou salsão) molhado em vinagre ou salmoura, lembra o hissopo (Ezov) com o qual os hebreus aspergiram o sangue nas casas.
- O Chazéret, mais uma porção de Marór, é servida para ser ingerida com os pães.
- Também fica na mesa um recipiente com água salgada, em que se mergulham as verduras, e uma taça com vinho para cada um dos presentes.
- O principal intuito da festa, além da adoração a Deus, é religar o povo judeu todos os anos à sua própria história. Foi perto das festividades do Pessach que ocorreu a morte e a ressurreição de Jesus, daí a relação das comemorações judaica e cristã. Para os cristãos, a liberdade também dá o tom: o Messias, ressuscitado, libertou aqueles que estavam em poder do pecado, desligados de Deus pelo pecado original. Isto nos faz concluir que a celebração da Páscoa cristã não tem nada a ver com coelhos e, também, não se resume aos ovos de chocolate, que são comercializados nessa época do ano.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

As 10 pragas que atingiram o Egito.

O faraó se negou a libertar o povo hebreu da escravidão e, segundo o livro Êxodo, uma maldição caiu sobre o povo egípcio. Conheça o significado de cada fenômeno.



Quem assiste à novela Os Dez Mandamentos, exibida de segunda a sexta-feira, às 20h30, pela Rede Record, está acompanhando a onda de pragas que vem tomando conta do Egito. As dez pragas do Egito aconteceram há mais de três mil anos e trazem significados ligados às divindades egípcias. Após a morte de todos primogênitos, o Egito entrou em luto e, só assim, o povo hebreu conseguiu a tão sonhada liberdade. Confira:

1 • Água do rio Nilo vira sangue
De acordo com a entrevista do historiador Maurício Ferreira ao portal R7, as águas se transformarem em sangue foi a pior praga por conta do culto ao deus Khnum, relacionado ao rio Nilo, e à deusa Isis, já que, segundo a mitologia, o rio Nilo representava as lágrimas dela.


2 • Rãs
Milhares de rãs saíram do rio Nilo e foram em direção aos egípcios. Eles não podiam fazer nada em relação as elas, pois as relacionavam com a deusa da fertilidade (Hekt).


3 • Piolhos
A poeira se transformou em piolhos, aterrorizando todo o Egito. Ferreira diz que eles tiveram que raspar a cabeça e os pelos do corpo. “Esta proliferação afeta não só o cabelo dos egípcios, mas também o resto do corpo e os torna impuros”, diz o historiador.


4 • Moscas
A quarta manifestação do poder de Deus aconteceu quando as moscas infestaram o Egito. Para o historiador, o motivo também está relacionado à questão da limpeza. “Este inseto leva contaminação ao corpo, aos alimentos, às coisas sagradas”, acrescenta.


5 • Doenças nos animais
Deus cessou a praga das moscas quando o faraó concordou em libertar o povo hebreu, mas, quando as viu irem embora, o rei mudou de ideia. Assim veio a quinta praga: todos os animais ficaram doentes. “Cada deus egípcio tem um bicho que o representa, então a morte dos animais seria a morte dos deuses”, analisa o historiador.


6 • Úlceras
A sexta praga representa manchas na pele de todo o povo. “Se você tem uma doença será uma pessoa suja. Essas úlceras também representam para eles um castigo da deusa da vingança e destruição, Sekhmet”, explica Ferreira.


7 • Granizo
A chuva de pedras atingiu a plantação dos egípcios e, por causa dela, deuses considerados como controladores da natureza foram envergonhados.


8 • Gafanhotos
Segundo o historiador, os gafanhotos não têm significado religioso, mas a passagem deles já demonstra que pessoas vão morrer de fome, pois praticamente 80% da produção de trigo é afetada.


9 • Trevas
Esta praga atingiu o principal deus dos egípcios, o deus Rá, que representa o Sol. Foram três dias nas trevas. “Ou seja, vendo o dia virar noite, os egípcios acreditam que o deus Rá foi derrotado e que toda a vida na terra deixa de existir”, afirma o historiador.


10 • Morte dos primogênitos
A décima praga, a morte de todos os primogênitos, resultou em uma humilhação total do povo. “Na Antiguidade, o filho mais velho é responsável pelo legado do pai. Quando o primogênito morre, toda a geração preparada para comandar o Egito desaparece”, conclui o historiador.


Fonte: Universal.org

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Casal morre com 40 minutos de diferença após 65 anos de união.

Leia essa história e reflita sobre como você tem conduzido a sua vida amorosa.



A história que você conhecerá a seguir estampou os noticiários nos últimos dias. Contudo, não foi a primeira, nem será a última. Também não é mais um belo romance de Nicholas Sparks, como o famoso clássico “Diário de uma Paixão”, que conta a história de Noah e Allie e arranca lágrimas até dos menos românticos.
É, na verdade, o encerramento de uma linda e real história de amor, repleta de cumplicidade, romance, bondade e comprometimento, e que fez jus à velha frase final de toda cerimônia de casamento: “Até que a morte os separe!”
Casados por 65 anos, Italvino Possa, que tinha 89 anos, e Diva Alves de Oliveira Possa, 80 (os dois na foto acima), morreram no mesmo hospital no último dia 3 de outubro, com 40 minutos de diferença.
Ele sofria de leucemia desde o ano passado e já vinha enfrentando problemas de saúde nos últimos tempos. Ela se tratava de um câncer na bexiga. Como no hospital todos já conheciam a história do casal, os dois estavam internados no mesmo quarto, lado a lado.
Segundo um dos netos, Diva estava internada desde o mês de abril, mas, no dia 1º de outubro último, parou de falar. O marido foi vê-la e ficou extremamente triste. Chegou em casa e passou mal, sendo internado no dia 3 ao lado da sua amada e de mãos dadas (foto abaixo).
Na tarde desse mesmo dia, ele passou mal novamente, foi socorrido e faleceu em outra ala. Como Diva estava em coma, um dos familiares falou ao ouvido dela sobre a morte do marido; 40 minutos depois, ela faleceu também.
Uma vida repleta de amor
Italvino e Diva se casaram no ano de 1949, na cidade de Marau, interior do Rio Grande do Sul. Tempos depois, se mudaram para a capital, Porto Alegre. Formaram uma grande família. Criaram dez filhos e viram nascer 14 netos e 6 bisnetos. Um privilégio para poucos nos últimos tempos.
Eles não se largavam e mantiveram o romantismo por mais de 6 décadas. Diva era frequentemente presenteada pelo marido em datas especiais, como o aniversário de casamento.
De acordo com a família, nada mais justo do que os dois falecerem praticamente ao mesmo tempo. De tão companheiros, eles jamais conseguiriam viver um longe do outro. Na ausência de um, o outro – certamente – padeceria.
Eles foram enterrados juntos no Cemitério Municipal de Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
Reflexão
Essa história da vida real nos deixa uma reflexão: Será que temos realmente assumido o compromisso de um casamento, vivendo com nosso cônjuge em todas as situações e amando verdadeiramente, com respeito e cumplicidade?
Caso tenha interesse em saber como conduzir a sua vida amorosa, participe, todas as quintas-feiras (às 10 ou às 20 horas), da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, à Avenida Celso Garcia, 605, no Brás (zona leste de São Paulo). No encontro, os palestrantes Renato e Cristiane Cardoso conversam, aconselham e dão dicas de como você deve se comportar no relacionamento ou enquanto espera pela pessoa amada.

 Fonte: universal.org

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Você sabe o que está por trás do Desafio Charlie Charlie?

O que essas “brincadeiras inocentes” têm feito na vida das pessoas e por que jovens correm riscos após participar deste jogo.

Você já foi convidado por alguém para participar das famosas “brincadeiras de invocar espíritos”, como a do copo, a do compasso ou a de chamar a loira macabra do banheiro? Eu já e me lembro como se fosse hoje. Tinha dez anos e meus colegas diziam que existia uma forma de obter respostas para nossas dúvidas por meio do mundo “espiritual”.
Como meu sobrenome era “curiosidade”, aceitei participar. Realmente vi o copo balançar e o compasso se mexer. Só não vi a loira do banheiro. O que eu ganhei com isso? Anos de insônia, medo do escuro e até de ficar sozinha em casa. Meus pais sofreram porque tiveram de me aguentar dormindo entre eles várias noites.
Os anos passam e as brincadeiras apenas ganharam novos nomes. Recentemente, a novidade que ganhou destaque na internet foi o Desafio Charlie Charlie. Pessoas do mundo inteiro mostram em publicações nas redes sociais a experiência. Elas colocam dois lápis cruzados sobre uma folha de papel em que escrevem as palavras “sim” e “não”. Em seguida chamam um espírito que seria mexicano – o tal do Charlie – para responder às perguntas.
O curioso é que aqui no Brasil crianças e adolescentes têm passado muito mal com este “desafio”. Em Manaus, por exemplo, adolescentes de cinco escolas foram parar no hospital após invocar o espírito Charlie. Vômitos e desmaios fizeram com que a direção da escola chamasse a ambulância.
Em Roraima, a Polícia Militar foi acionada porque na escola Estadual Luiz Hitler de Lucena havia muitos jovens em surto. Elizabete da Silva Faria, de 59 anos, merendeira no local, disse que ficou muito assustada com o que viu. “Os alunos fizeram este jogo e depois os vi agitados e nervosos. O que me marcou foram os gritos desesperados de uma jovem que ficou pálida rapidamente e sem sentidos. Logo acionamos a polícia”, relata.
Um dos policiais sugeriu que encaminhassem os jovens até uma igreja. “Foram necessárias cinco viaturas, pois a situação era insustentável. Após percorrerem algumas igrejas, sem sucesso, pois estavam fechadas, encontraram um de nossos templos da Universal”, comenta o pastor Vitor Vicente, responsável pelo trabalho evangelístico da sede Raiar do Sol, no Estado de Roraima.
Lá, os jovens receberam uma oração e ficaram bem. Um tenente que atendeu a ocorrência fez questão de protocolar o que aconteceu e enviar a seguinte mensagem a todos os colegas de profissão: “Solicito ao comando que leve aos policiais conhecimentos espirituais para que, se acontecer algo parecido novamente, todos saibam conduzir a situação da melhor maneira possível. As cenas presenciadas por nós foram chocantes e desesperadoras”, diz o primeiro- tenente Ideraldo Marcondes,.
Ele conta que presenciou um jovem batendo sem parar a cabeça na árvore e outros desmaiando. Assustado com o que aconteceu, o policial deixa um alerta aos pais: “Devemos orientar nossos filhos para que não brinquem com este tipo de ‘coisa’, pois não sabemos as consequências”.
Como os pais devem agir?
É verdade que os pais não conseguem controlar o que os filhos fazem, mas podem orientá-los sobre as consequências de seus atos. Jaqueline de Lima Colucci, de 29 anos, corretora de imóveis, é mãe do pequeno Davi Rodrigo Bizusko, de 10 anos, e sempre procura pedir ao filho para compartilhar tudo o que acontece na escola.
“Há pouco tempo, quando ele chegou em casa, me contou que tinha alguns colegas da escola que estavam fazendo o ‘Desafio do Charlie’ na hora do intervalo e o convidaram para participar. Fiquei muito preocupada”, afirma a mãe.
Ela frequenta a Universal com Davi há cinco anos e buscou ajuda. “Com muita calma o orientei e expliquei que estavam invocando espíritos ruins. Ele ficou espantado e comentou com os amiguinhos na igreja. O curioso é que a maioria disse que nas escolas que frequentam também estão fazendo a brincadeira”, ressalta.
Davi disse que, após a explicação da mãe sobre o jogo e suas consequências, não vai participar. “Os meus amigos perguntam por que eu não quero brincar disso e eu digo que sei que essas coisas são do mal”, afirma.
Para a psicopedagoga Daniela Fany Nogueira Depolli, os pais devem ter uma postura participativa e um diálogo aberto semelhante ao que fez Jaqueline. Dessa forma, a criança e o jovem entenderão por que não devem participar do jogo. “Uma dica é entrar em contato com outros pais e com a direção do colégio e saber qual atitude está sendo tomada para que este jogo seja erradicado do ambiente”, aconselha a especialista. Além disso, ela acrescenta que os pais devem pesquisar sobre o assunto, pois só assim estarão cercados e embasados para argumentar com seus filhos.


Você que já participou: fique atento
Jeniffer Stephanie Maria Mauricio Lisboa, de 22 anos, dona de casa, passou a adolescência participando de jogos que invocavam espíritos e o que era para ser apenas uma brincadeira se tornou um pesadelo na vida da jovem.
“Só podíamos terminar e sair da brincadeira se os espíritos ‘permitissem’”, revela Jeniffer. Ela presenciou cenas macabras. “Em uma das vezes em que brincamos uma colega ficou paralisada, começou a chorar e dizia estar vendo o primo morto na sua frente. Ficamos apavorados”, relembra.
Ela ouvia vozes, via vultos e isso a atormentava muito. “Sentia a presença de espíritos, tinha muito medo do escuro, comecei a me envolver com más amizades e a usar drogas, relatos sobrenaturais me excitavam, passei a ir mal na escola e minha vida virou um inferno”, desabafa a jovem, que, em meio ao desespero, decidiu buscar ajuda na Universal.
Na infância, Jeniffer já havia frequentado a igreja, mas afirma que, por causa desses problemas, retornou. “Decidi sozinha ir à uma palestra sobre libertação. Depois da primeira reunião, senti um alívio grande e não parei mais. Abandonei todos aqueles jogos e hoje sou outra pessoa. Mas isso só aconteceu porque eu tomei uma atitude e sigo com esta fé até hoje”, completa.
Qual é a relação das brincadeiras com a vida espiritual e emocional?
Segundo o especialista em paranormalidade e bispo Guaracy Santos, as pessoas devem ter cuidado. “Estão mexendo em casa de marimbondo e não sabem. Qualquer invocação de espíritos traz resposta imediata. A vida de uma pessoa é abastecida pelo espírito a quem ela invoca, que está no controle da sua mente e com o domínio de cada área da vida dela”, explica o bispo.
Ele comenta o que aconteceu com o elenco do filme de terror Poltergeist, exibido nos anos 80. “Muito pouco tempo depois de passar nos cinemas, uma parte expressiva do elenco morreu tragicamente. Este apetite pelo desconhecido e por previsões do futuro é nocivo e perigoso. Se queremos saber mais de Deus, consultemos a palavra Dele e isto nos basta”, conclui o bispo Guaracy.
Já o psiquiatra com mestrado em ciências da religião Pérsio Ribeiro Gomes de Deus deixa claro que as atividades que envolvem espíritos podem gerar traumas psicológicos, que são danos emocionais que surgem como resposta a uma situação ou um acontecimento. “Entre eles estão o medo, a insônia, as pseudoalucinacões e até os surtos psicóticos e eles podem evoluir para comportamentos obsessivos-compulsivos, fobias, depressão”, alerta.
Por isso, esteja atento a tudo o que você faz porque as consequências podem ser quase irreversíveis. Caso você, seu filho ou filha já tenham participado dessas atividades ou tenham algum dos sintomas citados na matéria, busque orientação espiritual em uma Universal mais próxima de você. Evite o desconhecido, procure estar sempre em sintonia com o que faz bem, busque se aproximar de Deus.
Jogo de marketing
Para muitos veículos vale tudo pela publicidade.
O Desafio Charlie Charlie, que incentiva os jovens a invocarem o “espírito Charlie” é uma estratégia para divulgar um filme de terror americano chamado A Força. A produtora responsável publicou um vídeo na internet explicando como chamar o tal “espírito” e, com isso, milhares de jovens curiosos repetiram essa atitude.

domingo, 31 de maio de 2015

Entenda a relação de gratidão do cantor latino pelo bispo Macedo.

Quando uma pessoa é grata, passe o tempo que passar, ela sempre desejará recompensar o bem recebido


Quem nunca teve aquele sentimento de gratidão por alguém que lhe estendeu a mão no momento em que mais precisou, quando se sentiu inseguro ou simplesmente que o ensinou a dar os primeiros passos, quer na profissão, quer na vida pessoal, sentimental – enfim, em qualquer área da vida?
É muito provável que você em alguma fase da vida tenha se deparado com essa pessoa, provavelmente eternizou-a em seu coração e mais ainda será sempre grato a ela. “Um dia vou lhe devolver o bem que me fez, recompensar, agradecer de alguma forma”, disse a si mesmo.
Isso se chama “gratidão”, sentimento nobre e de reconhecimento por alguém que, de alguma forma, lhe concedeu um amparo, uma ajuda, um favor, seja com atitudes, seja com palavras. Se você já vivenciou isso, saiba que não está sozinho. Muitas pessoas carregam dentro de si essa alegria: ou de ter doado algo ou de ter recebido quando precisaram.
Normalmente, quem faz o bem, a ação, não espera nada em troca, inclusive até se esquece, mas, quando é reconhecido, sente uma satisfação muito grande. E quem recebe, então, além de ser beneficiado, carrega consigo aquele sentimento de um dia recompensar o bem recebido.
Esse era o pensamento do cantor e compositor Roberto Souza Rocha, de 42 anos, mais conhecido como Latino. Em entrevista exclusiva à Folha Universal, ele conta que, desde a infância, nutria um sentimento de gratidão pelo Bispo Edir Macedo, líder e fundador da Universal.
Talvez você se pergunte: qual é a relação entre o Bispo Macedo, a Universal e Latino? O cantor a revela e demonstra imensa alegria ao fazê-lo.
“Ainda garotinho, perambulava pelas ruas do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, com os meus primos. Dormíamos na rua e eu me lembro de ouvir o Bispo Macedo pregar para algumas pessoas na praça Jardim Méier, em um coreto de madeira. Inconscientemente, eu absorvi aquelas palavras. Apesar da minha condição muito precária e quase sem nenhuma chance de dar certo na vida, hoje estou aqui e realmente tenho certeza de que aquelas palavras me influenciaram muito, me motivaram e me deram a força que eu precisava para ignorar a realidade difícil que eu vivia e seguir em frente”, relembra Latino.
A carreira
Ainda que a vida de Latino tenha sido repleta de altos e baixos, ele tinha um sonho e o perseguiu até conquistar: uma carreira musical e os palcos, suas grandes paixões. Aos 17 anos foi morar nos Estados Unidos – onde a mãe vivia – e por lá fez de tudo: foi garçom, mágico e cozinheiro.
Ao retornar ao Brasil, na década de 1990, sua vida deu uma guinada, o sucesso chegou e, hoje, com mais de 20 anos de carreira, é conhecido em todo o País e em diversas partes do mundo.
Mesmo depois de ter vivido tanta coisa, Latino diz que tinha um imenso desejo de reencontrar pessoalmente e poder conversar com o Bispo Macedo, aquele jovem pastor que ele via no coreto do Méier, autor das pregações e que inclusive brincava com ele por vê-lo vestido diariamente com uma camiseta do Flamengo.
“Eu me lembro muito claramente dele falando para mim em tom de brincadeira: ‘essa camisa vai sair andando sozinha’, já que eu nunca, nunca mesmo, a tirava. Ele chegou a me dar comida, mas talvez nem se lembre, porém, eu nunca esqueci”, conta.
Por isso, o sonho de Latino nunca morreu e, quando teve essa oportunidade, não a perdeu de vista. Há tempos ele queria realizar esse encontro, inclusive, o jornalista e apresentador Marcelo Rezende, que conduz o programa Cidade Alerta, da Rede Record, chegou a fazer menção ao fato em um de seus programas. Até colocou a história do cantor no ar, depois de tomar conhecimento dela durante um jantar na casa de uma amiga de ambos.
Desde então, Latino aguardava por esse momento, que aconteceu no início deste mês, na sede da Rede Record, no bairro da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Ele foi ao encontro do Bispo Macedo, que o recebeu com um forte abraço.
Visivelmente emocionado, Latino declarou: “Um dos meus sonhos era poder um dia contar isso tudo ao Bispo e, quando tive essa oportunidade, foi a maior emoção da minha vida. Eu tremia tanto, me emocionei, me deu até dor de barriga. Vocês não podem imaginar o quanto significou poder encontrá-lo. Até agora, ao lembrar do momento que o vi, me emociono muito”, descreveu o cantor.
Agradecer sempre
Agir com gratidão é tão importante que a própria Bíblia trata em diversos momentos desse assunto. Em Lucas capítulo 17.11-19, por exemplo, Jesus curou dez leprosos a caminho de Jerusalém, mas só um voltou para agradecer.
“Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano. Jesus perguntou: ‘Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?’ Então Ele lhe disse: ‘Levante-se e vá; a sua fé o salvou’”.
As palavras de Jesus deixam claro que não são apenas os homens que se agradam de quem é grato, mas Deus também. Por isso em nenhum momento devemos esquecer o Autor da Vida e devemos sempre agradecer por tudo que Ele tem feito e até o que ainda não fez, pois, se O obedecermos na totalidade, veremos os mais profundos dos nossos sonhos realizados.