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domingo, 7 de agosto de 2016

Pressão para casar atrapalha na hora da escolha.

Na China, quem não se casou até os 27 anos já "ficou para titia".

“Ficar para a titia” é uma expressão comumente usada no Brasil para se referir àquela mulher que ainda não casou e não tem pretendente à vista. A frase pode até parecer uma brincadeira, mas é constrangedora quando a mulher está realmente sofrendo uma pressão por parte da família, amigos e da sociedade em geral para arrumar um namorado, ou para casar.

Na China, o fato de não casar é sinal de desrespeito aos pais e a mulher solteira é considerada incompleta. Essa questão virou campanha de publicidade de uma marca de produtos de beleza (foto ao lado). Um vídeo, viralizado nas redes sociais, trata do estigma das mulheres chinesas que, acima dos 27 anos, ainda estão solteiras.

Nele, há depoimentos de pais e filhas sobre o assunto e no final todos se encaminham ao que chamam de “mercado do casamento”, lugar onde os pais “anunciam” as qualidades dos filhos, na expectativa de encontrar um parceiro para eles. Só que dessa vez, as filhas encontram uma forma de mostrar que estão lutando contra esse estigma e “anunciam” frases como "Eu não quero me casar só pelo fato de estar casada” e “Eu não seria feliz dessa maneira".

Não ceder à pressão
A pressão da sociedade e, principalmente, em relação ao casamento pode confundir as prioridades na vida de uma pessoa e atrapalhar a escolha de uma mulher. Portanto, a primeira atitude que a solteira deve ter nessa situação é não ceder à pressão. Muitas vezes, quem cede acaba se envolvendo com qualquer um, apenas pelo sentimento ou pela oportunidade, sem pensar direito nas consequências disso.

Vida espiritual e vida amorosa
Mas, então, como uma mulher sabe que está pronta para ser feliz ao encontrar alguém e também fazer seu parceiro feliz? Ela deve buscar estar bem espiritualmente. Em seu blog, a escritora Tânia Rubim explica que nenhum namoro pode dar a uma pessoa o que Deus pode oferecer.

“Quando você estiver forte na fé e bem consigo mesma, você estará preparada para assumir um compromisso e será totalmente dirigida pela vontade de Deus, sem errar e sem entrar numa relação já com problemas interiores. Tenha em mente que a sua vida amorosa é que depende da sua vida espiritual. Faça as coisas na ordem certa para ter sucesso em todos os aspectos da sua vida, se recomponha espiritualmente e Deus vai abençoar a sua vida sentimental”, diz Tânia.

Estando bem com si própria, a mulher estará pronta para encontrar a pessoa com quem vai partilhar momentos bons e ruins por toda a vida. “Se você investe na sua vida amorosa, você investe em você mesma, fuzilando a ociosidade e a mente vazia, e se ocupando com as mudanças que você precisa fazer para quando a hora chegar”, comenta a apresentadora do programa 'Escola do Amor' na Rede Record, Cristiane Cardoso.

Você pode ir trabalhando essas mudanças em você, especialmente, quando deixa de se preocupar com a sua vida amorosa, como enfatiza Cristiane: “Investir é uma coisa, se preocupar é outra. A ansiedade lhe faz mal, lhe traz medo, desânimo, e pode lhe fazer tomar decisões erradas”, conclui.

Quer aprender a lidar com a solteirice e a investir na vida amorosa? Participe do Curso dos Solteiros Inteligentes, durante a Terapia do Amor, que tem como objetivo principal ensinar as pessoas a começarem certo para, também, alcançarem o sucesso na vida amorosa. A cada semana é passada uma dica especial para que apliquem em sua vida diária e, desta forma, consigam alcançar a felicidade plena.

O curso acontece todas as quintas-feiras, no Templo de Salomão ou em outras localidades da Terapia do Amor.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Bispo Edir Macedo esclarece dúvidas na “Escola do Amor Responde”.

Veja como foi a participação dele no programa, ao lado de Cristiane Cardoso.
      
O que falta para fazer do seu casamento um relacionamento feliz? A insegurança, a angústia, o desrespeito, a infidelidade e a falta de diálogo são apenas alguns dos muitos motivos que causam, diariamente, milhares de brigas entre casais, e centenas de divórcios.

Infelizmente, muitos pares ainda não estão prontos para abandonar os sentimentalismos e dar maior atenção ao raciocínio. De acordo com o bispo Edir Macedo, esse é um dos principais problemas nos relacionamentos:

“Se você não raciocina, você é levado pelo coração. E o seu coração, minha amiga, meu amigo, é um antro de corrupção, de engano, de mentira, de vaidades, de porcaria. Essa é a realidade. O coração humano é o que leva o ser humano à desgraça.”

O bispo fez essa declaração durante participação especial no programa “Escola do Amor Responde”, no último dia 4 de abril. Em companhia da apresentadora Cristiane Cardoso, ele destacou a importância de usar a razão e não o sentimento cego, que nada traz de benefício.

“Quando uma pessoa vive na fé, ela vive na razão, na inteligência”, afirmou.

Esclarecendo dúvidas

Em sua participação, o bispo respondeu questões enviadas pelos telespectadores. Perguntas sobre infidelidade, sobre como esquecer ex-companheiros e sobre como saber se a pessoa amada é a ideal para o casamento foram esclarecidas – você pode ver as respostas assistindo ao vídeo abaixo:


Em suas respostas, o bispo questionou a facilidade com que as pessoas dizem amar alguém, mas sem respeitar essa outra pessoa: “Se o sujeito ama uma pessoa mas não a respeita, esse amor não existe, é mentiroso. Então, como a gente pode dizer que ama a Deus, respeita, segue na Sua Palavra, e desrespeita a pessoa que a gente convive?”

E acrescentou: “Quando a gente ama de verdade, quando a gente ama com a cabeça, com a inteligência, com o intelecto, com a sabedoria, a gente ama com a razão, a gente racionaliza o amor e o amor se torna realmente frutífero, porque no amor existe respeito, existe companheirismo, existe aquela cumplicidade. É isso que é amor: respeito, fidelidade, essas coisas que as pessoas não conhecem por aí, não estão acostumadas.”

Para aprender a guiar o seu relacionamento com a razão, dispensando emoções infrutíferas, participe da próxima palestra da Terapia do Amor, que acontecerá nesta quinta-feira, 14 de abril, no Templo de Salomão, a partir das 20h, com os escritores e palestrantes Renato e Cristiane Cardoso.

Fonte: universal.org

domingo, 8 de maio de 2016

As novas formas de se relacionar.


Os relacionamentos modernos são a nova moda dos dias atuais. Com a contribuição da tecnologia, ficou muito mais fácil conhecer pessoas. Antigamente, existia a preocupação com aquele flerte inicial, com a conquista. Era preciso saber a melhor forma de se aproximar e existia um cuidado maior com as investidas. Hoje, nada disso é mais um problema.
Por meio de diversos aplicativos que hoje existem, você pega o seu celular e entra em sites e aplicativos dedicados à paquera e, então, facilmente encontra uma pessoa. Novos casais são rapidamente formados, se é que podemos chamá-los de casais. Tudo sem esforço e sem qualquer dedicação. Aquela conversa olho no olho, mais pessoal, tem ficado em segundo plano. A superficialidade dessas novas relações faz delas relações descartáveis. É aquela velha história: quando a oferta é grande, então, o preço cai.
A disponibilidade das pessoas faz com que, muitas vezes, o outro não as valorizem tanto quanto elas merecem. Você concorda com o romance moderno? Será que deveríamos resgatar alguns comportamentos comuns nos romances à moda antiga? Estamos na época do fast-food, fast shop, fast delivery e até do fast love também. Você acha que os romances estão avançando rápido demais? Você tem saudades dos romances à moda antiga? Nem sempre o que é mais rápido funciona.
Se você precisa chegar depressa a algum lugar, você pode pensar em um transporte expresso, por exemplo. Mas, se você quer uma alimentação rápida, você recorre ao fast-food. Ele não faz nada bem para a sua saúde.
Ouvimos muitas pessoas falarem que ainda preferem o romance à moda antiga. Mas será que elas estão agindo assim? Será que estão colocando isso em prática, quando buscam relacionamentos modernos e superficiais?
Um estudo recente mostrou que a internet aumenta os riscos de conflitos entre os casais. A pesquisa, divulgada pela Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, concluiu que uma rede social é capaz de potencializar conflitos na relação a dois, contribuindo para situações de infidelidade e desconfiança e até para o divórcio. A mesma tecnologia que aproxima de forma fácil pode destruir de forma mais rápida ainda.
Apesar do avanço da ciência e de a tecnologia ter melhorado a qualidade de vida de muitos, quando o assunto é relacionamento, parece que está havendo um retrocesso. As pessoas não estão conseguindo manter um relacionamento por muito tempo.
Se você quer uma relação à moda antiga, lembre-se do relacionamento dos seus avós ou de outras pessoas mais velhas. Como e por que nossos antepassados conseguiam ficar juntos por tanto tempo?
Podemos resumir o conceito de amor à moda antiga em uma palavra: compromisso. Quando você tem um compromisso com outra pessoa e zela pela sua própria honra, você se propõe a fazer de tudo para manter a sua palavra. Tenha certeza de que esse é um conceito que nunca sai de moda.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Os desafios da vida de solteira.

Como essa fase pode servir de aprendizado para o seu relacionamento futuro.


Você ainda não se casou? Será que já está na hora de casar? Qual solteira ainda não ouviu essas perguntas que são tão inconvenientes? Você certamente já passou por isso ou conhece alguém que vive essa fase. Frente a tantas cobranças sociais, como lidar com a ausência de um companheiro?
Para muitas mulheres, a cobrança familiar, a idade e a carência são os fatores que mais pesam quando o assunto é a solteirice. Conheço uma solteira que simplesmente detesta os fins de semana, pois é quando os casais passeiam e tiram um tempo para ficar juntos. Enquanto isso, ela fica em casa sozinha.
É bem fácil perceber que, nesse caso, a preocupação não está em encontrar uma pessoa especial, mas em suprir uma necessidade afetiva, uma carência. Esse é um pensamento extremanente egoísta.
Para conquistar uma vida amorosa abençoada, é preciso primeiro estar bem consigo mesma. Existem mulheres que são inseguras e carregam traumas do passado, ou seja, estão cheias de problemas que precisam ser resolvidos.
Se a mulher não consegue conviver com as próprias dificuldades, como vai conviver e dividir a vida com outra pessoa? Não é inteligente entrar em um relacionamento com problemas pessoais e conflitos internos. No futuro, eles podem se transformar em uma bomba-relógio e contribuir para o desgaste e até mesmo para o fim do relacionamento.
Aliada
A solteirice não é algo ruim, muito pelo contrário. Ela pode ser a sua maior aliada no processo de amadurecimento prévio que antecede um relacionamento. É o que defende a escritora Nanda Bezerra, autora dos livros 40 Segredos que Toda Solteira Deveria Saber e Mais Linda em 40 Dias. “A fase de solteira é um período para uma preparação interior. Ela serve para lidarmos com coisas escondidas dentro de nós, para que elas não interfiram negativamente quando a pessoa certa aparecer”, ressalta.
Deus criou a família e Ele é o maior interessado em te abençoar com uma, mas é preciso estar pronta. Se existirem imaturidade, dúvidas, feridas que ainda não foram cicatrizadas, significa que esse momento ainda não chegou. Aproveite essa fase para focar na sua cura interior e nas suas metas. Você verá como as coisas vão fluir.
Você pode e deve evoluir nesse processo ao participar das palestras da “Terapia do Amor”, dedicadas a casados e solteiros. Elas acontecem todas as quintas-feiras, em todo o Brasil. Para mais informações, procure uma Universal perto de você ou acesse o site clicando aqui
Antes de encontrar o seu par, questione-se:
De onde vem esse medo?
E essa insegurança?
Quais são as coisas que eu preciso enfrentar agora?
Quais atitudes desagradáveis não vão contribuir para um relacionamento abençoado?

quinta-feira, 31 de março de 2016

Casais que optam por não ter filhos já é tendência.

Essa é a decisão de um em cada cinco casais brasileiros.


Um novo tipo de modelo familiar vem ganhando espaço no Brasil: o de casais sem filhos, por opção. Essa já é a escolha de um em cada cinco casais no País. Entre os jovens, a tendência é maior – 42,8% das pessoas que não querem filhos têm entre 25 e 34 anos. De 2004 a 2014, o número de ninhos vazios pulou de quase 14% para 19%, segundo um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em 10 anos, o número de lares com filhos recuou de 54,8% para 44,8%.
Os motivos que levam um casal a essa decisão são inúmeros. Aumentar a família pode custar, literalmente, caro, por exemplo. Uma pesquisa feita pelo Instituto de Vendas e Trade Marketing (Invent), em 2013, mostrou que um filho pode custar, dependendo da faixa de renda da família, entre R$ 2 milhões (classe A) a R$ 407 mil (classe C), do nascimento até os 23 anos.
Mesmo o casal tendo dupla renda, os internacionalmente conhecidos como “dinks” (uma espécie de abreviação de “double income, no kids” – “renda dupla, sem filhos”, em tradução livre) também enumeram outras razões para não tê-los, como a liberdade da vida a dois, viagens, graduações, entre outras.
Críticas
Com 13 anos de casados e sem filhos, Tatiana Carrico, de 36 anos, e Eduardo Carrico, de 45 (foto), são constantemente questionados. “Ouvimos perguntas até de pessoas recém-conhecidas: ‘Com 13 anos juntos como vocês não têm um filho?’; ‘Quem vai cuidar de vocês na velhice?’; ‘Vocês não acham muito egoísmo pensar só em vocês dois?’”, conta Tatiana. No entanto, os questionamentos não mudam a decisão do casal, que um dia até cogitou a ideia. “Aí resolvi cursar a faculdade, depois a pós e, consequentemente, assumi novos desafios no trabalho; excluímos essa possibilidade de encaixar filhos”, diz ela.  
Além do pensamento de que “filho é uma responsabilidade para a vida inteira”, a decisão do casal foi influenciada pela forma como os jovens vivem hoje. “As mudanças que ocorreram no mundo ao longo dos anos e a inversão dos valores tiveram papel fundamental na nossa escolha”, afirma Tatiana.
Questão de escolha
Muitos optam por ter filhos pensando apenas na fase como bebês. Porém, a criança um dia se tornará um adolescente, e logo ficará adulta. A responsabilidade como pai e mãe não é apenas material, mas, acima de tudo, espiritual. “Você traz um filho a este mundo, a probabilidade é grande ou pequena de ele ser convertido? Use o raciocínio. Nós estamos no Fim”, alerta o bispo Edir Macedo.
Em relação à aproximação do Fim dos Tempos, a Bíblia afirma que veríamos alguns sinais:“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons"...
  2 Timóteo 3.1-3. Diante da descrição bíblica, não é isso que já estamos testemunhando atualmente?
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quinta-feira, 10 de março de 2016

Quer ser feliz no casamento?

O Bispo Edir Macedo fala sobre a realização na vida a dois durante a "Terapia do Amor", no Templo de Salomão.


Há uma série de fatores que ajudam a construir um casamento e muitos outros que podem destruí-lo. Você já deve ter ouvido falar de diversos relacionamentos que terminaram em separações e arrependimentos. Muitos vivem em casamentos frustrados, com problemas de comunicação, brigas por causa das adversidades econômicas, dificuldades na educação dos filhos e até na difícil relação com a família do cônjuge, além de cobranças, ciúme, medo da perda e a necessidade excessiva de estar sempre certo e no controle. 
Em recente reunião da “Terapia do Amor”, realizada no Templo de Salomão, o Bispo Edir Macedo falou sobre o assunto. E, para ser bem claro em relação ao tema, citou o próprio exemplo e de como a fé foi e é importante para a sua relação com a esposa, Ester Bezerra. Os dois estão casados há 44 anos. No entanto, o Bispo contou que, mesmo antes de se casar com ela, o objetivo dele sempre foi servir a Deus. “Mas eu não poderia fazer isso tendo um mau casamento. Eu concluí isso com toda a tranquilidade, porque, na minha casa, eu via os irmãos brigando com os suas respectivas parceiras, com socos, pontapés, palavrões. Se eu fizesse um mau casamento, não poderia servir a Jesus”, diz.
Fé e relacionamento
O grande erro de muitas pessoas ao se relacionarem, de acordo com o Bispo, é que elas priorizam o lado físico do parceiro. “Eu não vi a Ester – ah, essa é a mulher da minha vida –, eu não usei coração, eu não usei paixão. Em vez de olhar para ela, o seu corpo, a sua fisionomia, o lado físico que, naturalmente, agradava aos meus olhos, eu olhava para o Altar”, afirmou.
Ele aconselhou as pessoas a imaginarem como se estivessem na universidade da vida: “Nessa hora você usa o coração? Não. Você usa só a cabeça, a inteligência. Estou convidando você a usar a sua cabeça aliada à fé. Se eu quero priorizar a minha vontade acima da vontade de Deus, então estou olhando para o ouro, estou observando a oferta, eu não estou olhando para aquele que abençoa a oferta ou abençoa o ouro. Assim, se eu priorizo a minha vontade, então estou desprezando Deus como o Senhor da minha vida e consequentemente vou colher os frutos dessa atitude”, alerta.

Qual o segredo?
E um relacionamento duradouro não tem relação alguma com sorte. “Deus quer trabalhar em parceria com você, como ele fez e faz comigo. Mas como foi que aconteceu comigo? Foi algo planejado, algo trabalhado. Eu semeei e eu colhi quando eu estava usando o meu intelecto na Palavra de Deus. Esse é o segredo do casamento feliz”, explicou.
Em qualquer relacionamento é preciso saber conviver com situações comuns a todos os seres humanos, como decepções e frustrações inesperadas. E saber que, com a orientação de Deus, é possível construir uma relação fundamentada em amor inteligente, elogio, apoio, diálogo, tranquilidade, generosidade e investimento em sonhos comuns.
Segundo o Bispo, é preciso sacrificar a própria vontade e fazer a vontade de Deus para resolver os problemas no casamento e para que a sua casa esteja em paz: “Você vai ter que saber sacrificar o seu eu. Se você tiver um filho, por exemplo, você não vai tê-lo ‘numa boa’, vai ter o filho em meio a dores. E como resolver esse problema? Você vai colocar a sua vida no Altar para que o Altar venha abençoá-lo. Esse é o segredo, o segredo da fé”, concluiu.

quinta-feira, 3 de março de 2016

União estável não é casamento.

Entenda a diferença entre as duas formas de relação e confira a importância de fazer a escolha certa.

Muitos casais acreditam que viver sob o mesmo teto é condição suficiente para configurar um casamento. Por isso, a escolha de oficializar a união sempre fica para depois. Outros registram apenas o documento de união estável, certos de que terão todos os direitos garantidos. Entretanto, isso pode não se concretizar. No ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que a divisão de bens de um casal que vive em união estável não é mais automática.
Pela determinação, seria necessário provar a contribuição “com dinheiro ou esforço” para a compra do patrimônio. Isso significa que quem não conseguir provar a própria participação na aquisição de bens não terá direito a nada no caso de uma eventual separação ou de morte do parceiro.

Não é a mesma coisa
O presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Rodrigo da Cunha Pereira, explica que união estável e casamento são situações diferentes. “São duas formas de constituir família, são diferentes, e é bom que haja diferença.” Entretanto, Pereira faz ressalvas à decisão do STJ, que, segundo ele, é uma atitude contrária ao que tem sido feito em relação ao direito familiar.
O advogado explica que a união estável não cria oficialmente um estado civil. “Dois solteiros que vivem juntos continuam solteiros.”
Outra diferença é que o casamento mostra que existe a constituição de uma família, mas isso não é automático na união estável. “No casamento, você tem uma prova pré-constituída de família, você tem uma certidão de casamento. Na união estável não há essa certidão. Pode até ter um contrato que prove isso, mas a maioria das pessoas não faz contrato. Outra questão é que na união estável, quando há filhos, não tem presunção de paternidade”, lembra.
Segundo Rodrigo da Cunha Pereira, a principal diferença é em relação aos direitos sucessórios. “No casamento, o cônjuge é herdeiro necessário. Se a pessoa é casada no civil, tem filho e o companheiro morre, a herança será dividida por dois. Na união estável, essa pessoa não vai necessariamente herdar os bens. Quem não quer que o companheiro ou a companheira herde seus bens deve viver em uma união estável”, conclui.
O documento de união estável também permite a formação de relações poliafetivas (que incluem mais de duas pessoas) – o que não é possível no casamento civil.
O que você quer?
Casar não é compartilhar o mesmo teto. Casar pressupõe um tipo de união e de compromissos que estão distantes de outras formas de relacionamento. Quem deseja compartilhar a vida com outra pessoa deve ter clareza em relação aos próprios objetivos. Afinal, que tipo de relação o casal deseja cultivar? É um teste que pode ser desfeito a qualquer momento? Ou é uma decisão para além de prazos e mudanças de vida?

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O perigo camuflado do flerte.

Ao contrário do que alguns imaginam, dar “atenção demais” a outra mulher oferece perigo ao casamento – e é a ciência que comprova isso.
 
       

“Flerte é um namoro inofensivo, sem consequências, que não acaba nem na pretoria nem na casa de detenção”, disse uma vez o poeta parnasiano brasileiro Olavo Bilac. Com todo o respeito por um dos nossos homens de letras mais patriota, ele não estava certo.
 
Principalmente quando falamos dos sujeitos que já têm um compromisso. 
 
Segundo um estudo realizado por psicólogos no Canadá, quando um cara comprometido dá mais atenção do que deveria a outra mulher que ache atraente tende a ver a própria parceira com menos interesse. Só que os mesmos especialistas também concluíram que se o marido, noivo ou namorado for educado para perceber que aquela mulher “de fora” é uma ameaça ao seu relacionamento tenderá a tomar mais cuidado com as tentações.
 
Os psicólogos John Lydon, Danielle Menzies-Toman e Kimberly Burton, da Universidade McGill, em Montreal, realizaram essa pesquisa em parceria com Chris Bell, da Universidade de York, em Toronto. Eles perceberam que muitos homens tendem a não ver os flertes como traição. Só que é em uma “paquera” aparentemente inocente que, muitas vezes, um caso extraconjugal pode começar.
 
Obviamente, isso também depende da atitude da mulher assediada, que concorda ou não com a relação proibida – quando ela sabe de todos os detalhes, claro, pois não faltam por aí indivíduos que escondem que são comprometidos.
 
Após se interessar por outra mulher, há uma tendência de o cara passar a ver sua companheira oficial com outros olhos – de forma negativa. “Porém, acreditamos que, se o homem for orientado a ver essas ‘mulheres interessantes’ como uma ameaça ao seu relacionamento, eles o protegem mais”, considera John Lydon.
 
A equipe canadense também percebeu que há mais sucesso em não trair quando o homem estabelece planos e defesas antecipadamente para evitar o flerte – ou mesmo para a eventualidade de receber cantadas, o que também acontece. Dentre várias, uma das atitudes mais percebidas naqueles que queriam evitar ceder à tentação foi a de manter distância das tais mulheres que poderiam oferecer perigo, precaução que se mostrou eficaz. “A probabilidade de sucesso dessas estratégias é significativamente maior do que se o homem simplesmente não tiver conhecimento das consequências de seus atos”, conclui Lydon.
 
O que os psicólogos da McGill e da York tão competentemente aprenderam e repassaram ao público em pleno século 21, com toda a estrutura disponível nas duas conceituadas universidades, já vem sendo aconselhado há milênios: que algo que parece simples – um aparentemente inofensivo pensamento ou um elogio inapropriado – pode iniciar uma reação em cadeia com um final nada feliz.
 
E muitos ainda preferem fingir que não entenderam isso.
 
Vale mesmo arriscar tanto por uma simples aventura? Até a ciência já comprova que não.
 
Surpreenda-a
Mulher interessante e especial é a sua, meu caro. É a que está com você nos altos e baixos da vida. Então, que tal fazer uma surpresa bacana para ela? Ah, não é casado? Namoradas, noivas, mães, filhas, irmãs... todas elas também podem ser especiais e merecem algo especial. Dê uma olhada no Desafio #36 em www.intellimen.com e não tem como errar.
 
Novo site
Começou a nova fase do projeto, o IntelliMen 2.0. Também já está à sua disposição o novo website, dinâmico e arrojado. Lá tem tudo: o manifesto, textos, vídeos e outros recursos que o ajudarão a ser um homem excelente. Clique aqui e confira. 
 

domingo, 10 de janeiro de 2016

Por que Deus não me dá o que eu peço?

Antes de desejar algo, você deve saber qual o jeito certo de realizar seus pedidos.

       
Ela se cuidava corretamente e tinha uma boa aparência. Era bem-sucedida, honesta, dizimista fiel, além de outras qualidades. Aquela mulher, moradora de uma grande cidade, estava solteira. Ela observava as amigas com seus maridos. Era natural que também quisesse o mesmo. Não entendia, porém, o motivo para isso ainda não ter acontecido.

Não havia nenhum bloqueio ou trauma pessoal que a impedisse de ter um relacionamento. Até conhecia homens interessantes e de bem. Era simpática.
“Meu Deus, por que o Senhor não me dá um marido?”, perguntava, às vezes, em pensamentos.

Um dia, após uma reunião da Universal, ela não se levantou do assento. Estava pensativa. Notando-a em silêncio, cabisbaixa, no meio do salão já vazio, o pastor se aproximou. Ela começou a falar e ele a ouviu com atenção. Deixou que falasse o quanto quisesse. Até a pergunta final. “Por que, pastor, Deus não me concede um marido?”

O pastor riu.
– Puxa vida, pastor! Eu falo, confio algo sério, e o senhor ri de mim?
– Não é isso. É a forma como você falou.
– Ainda não entendi – disse ela, meio contrariada.
– Você conhece aquela passagem de Tiago 4.3? E abriu a Bíblia para mostrar à moça.
“(...) pedis e não recebeis, porque pedis mal”.

A mulher logo começou a argumentar. Disse que não pedia nada extraordinário. Que era uma pessoa correta. Que sua intenção não era nada ruim, entre outras coisas.

Novamente o pastor deixou que ela falasse à vontade. Em seguida, continuou o raciocínio:
– Só usei o versículo para que você entenda algumas coisas. Primeiro, você reparou bem em como me disse que fez o pedido a Deus?

– Ué, pedi um marido.
– Sim. Foi por isso mesmo que eu ri naquele momento. Já parou para pensar que Deus não lhe dará um marido?
– Hã? Por que não?
– Porque marido é um homem já compromissado com uma mulher. Deus não vai tirá-
lo dela para dar a você. Experimentou pedir um namorado? Aí vocês se conhecem mais, ficam noivos...
Os dois começaram a rir.
– Mas, pastor, também não está escrito na Bíblia que Ele já sabe do que preciso antes mesmo de eu pedir (Mateus 6.8)?
– Sim. Ele sabe mesmo do que você precisa. Mas Ele também sabe se você já está pronta ou não.
– Pronta?
– É. Esses dois versículos são pequenos, mas têm mais conteúdo do que pensamos. Primeiro, a questão de como pedir.

Depois, Deus realmente sabe do que você precisa. Mas será que você sabe? E sabe também o que tem que estar pronto em sua vida para que receba o que pediu? Querer um namorado é uma coisa. Saber como ser uma namorada é outra questão e ser uma esposa também. Compreender o outro, conceder, abrir mão de algo e não de outras coisas, aceitar, ter os pés no chão, continuar a se cuidar. O que fazer e o que não fazer. O compromisso com Deus antes da união com outra pessoa. O compromisso com você mesma. São tantas as questões. Já pensou com atenção em pelo menos algumas delas?– É. Na verdade, não. Estava ocupada me achando inteligente, bem-sucedida e pronta. Na verdade, não sabia nem mesmo como começar, como pedir.

– Tudo bem, ninguém está 100% pronto. Isso, e muito mais, é algo que só se constrói no dia a dia. Só quem vive verdadeiramente em Deus aprende, de fato, a fazer isso. Só a partir daí as coisas começam a
andar de verdade.

O texto que você acabou de ler é adaptado de uma conversa real, ocorrida em uma Universal da Grande São Paulo. No caso da jovem bem-sucedida, o pedido realizado havia sido para o campo sentimental. Mas o que o pastor mostrou a ela na Bíblia se aplica a pedir para todas as outras esferas da vida. Não adianta pedir saúde, por exemplo, e comer desregradamente, ser sedentário, não se cuidar. Também tem gente que quer ser próspera, mas não aprende a antes administrar seu dinheiro e os seus bens.

Só entendemos como fazer o pedido de forma correta quando temos uma vida de submissão constante a Deus, em obediência. Esse, sim, é o primeiro passo. A partir dele, virá a sabedoria, providenciada pelo Espírito Santo, para sabermos o que pedir e, principalmente, se devemos fazer determinado pedido. É preciso estar pronto para sermos atendidos. Para isso, não devemos nos afastar da relação diária com Deus.

Há condições para que Ele atenda a um pedido seu. E há motivos para Ele não atendê-lo, se achar que é o melhor nesse momento. E também há aquela outra questão: às vezes, a resposta dEle não é exatamente um “não”, mas um “ainda não”. Resumindo: não basta só pedir. É preciso ser capaz de receber com responsabilidade. Deus lhe ouve, mas você tem que cumprir a sua parte. Você só tem a ganhar com isso.

Saiba mais sobre esse e outros assuntos espirituais na Noite da Salvação, que acontece todas as quartas-feiras, na Universal. Clique aqui para consultar o endereço de uma igreja mais perto de você. Ou converse agora mesmo com um Pastor Online.

Fonte: universal.org

domingo, 3 de janeiro de 2016

Casal paga 65 mil reais a benzedeira para salvar casamento.


“Venha buscar uma luz para sua vida... Com 30 anos de experiência ajudando as pessoas a serem felizes.” Essa foi a promessa estampada em um anúncio de uma benzedeira que chamou atenção do casal Paulo da Silva e Luziane Aparecida dos Reis (foto), que passava por problemas no casamento.

Após algumas “consultas”, a benzedeira convenceu o casal de que o imóvel em que eles moravam, em Alterosa, no sul de Minas Gerais, era amaldiçoado e atrapalhava a família. Ela solicitou então, a Paulo e Luziane, que vendessem a casa e lhe dessem o dinheiro, para que fosse benzido e investido na compra de outro imóvel. O casal fez a venda e entregou o dinheiro à benzedeira. Mas só na segunda-feira, dia 30 de junho, percebeu que havia caído num golpe, pois a benzedeira, identificada apenas como Gabriela, desapareceu com o dinheiro, no valor de 65 mil reais. Segundo o casal, a casa valia 90 mil reais, mas foi vendida por 65 mil devido à urgência da situação.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Areado, também no Sul de Minas. Até o momento, ninguém foi preso. 
Tenho um problema parecido. Como posso resolver?

Pode até parecer um absurdo o que esse casal fez para tentar salvar o casamento, mas é comum que quem tenha um problema busque todas as formas para resolvê-lo. A questão não é o que esse casal fez, mas como e em quem depositou a sua fé.

Caso você também precise, mas não esteja conseguindo salvar o seu casamento, não saiba em Quem depositar a sua fé, hoje, 3 de julho, essa realidade vai mudar. Você vai saber o que fazer para alcançar sucesso na vida amorosa e conhecerá o segredo para que os seus desejos sejam, enfim, realizados, participando da Terapia do Amor, uma palestra gratuita, às 3 da tarde ou às 8 da noite, na avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro, zona sul da capital paulista. Você também pode procurar um endereço mais próximo de você para participar desse encontro, em www.terapiadoamor.tv.

domingo, 20 de dezembro de 2015

5 atitudes femininas que destroem o homem.

Leia e descubra se o seu casamento abriga esse tipo de comportamento.

Infidelidade não é a maior causa de divórcios. É isso o que aponta uma pesquisa da consultoria britânica Grant Thornton com 101 advogados. De acordo com 27% dos casais, o principal motivo de separação atualmente é o “desaparecimento do amor”. 

Os advogados entrevistados afirmam que os casais simplesmente se distanciaram, a ponto de perderem a alegria na companhia um do outro, se sentirem privados de liberdade e, consequentemente, ferindo-se mutuamente. E os casais não estão mais dispostos a levar adiante casamentos infelizes.

Você já viu aqui no Portal Universal.org as 5 atitudes do homem que destroem a mulher, que a tornam infeliz. Agora, vejamos as 5 atitudes femininas capazes de acabar com um relacionamento:
1 – Ser preguiçosa
É claro que o bom funcionamento do lar é responsabilidade tanto do homem quanto da mulher, mas a Bíblia diz, em Provérbios 31.27, que a boa esposa “atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça”. É bom seguir o conselho.
2 – Impor a sua vontade
Ninguém consegue conviver com uma mulher intransigente ao lado. Aquela que é mandona, que não ouve conselhos e dá pouco valor à opinião do companheiro tende a torná-lo infeliz. Subestimar as ideias do esposo é minar a confiança dele e, consequentemente, minar o relacionamento. Por isso, o apóstolo Paulo orienta: “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.” Efésios 5.21
3 – Reclamar em excesso
Um estudo realizado pela Universidade de Stanford (Estados Unidos - EUA) revelou que 30 minutos diários de reclamações – seja fazendo ou ouvindo – podem danificar o cérebro do ser humano, dificultando a resolução de problemas, atrapalhando o funcionamento cognitivo e prejudicando a memória. Tudo isso com meia hora de reclamações por dia.  Imagine uma pessoa casada com um reclamador crônico.
Por outro lado, a Universidade de Illinois (EUA) publicou uma pesquisa demonstrando que um otimista tem o dobro de chances de possuir um coração saudável em relação a alguém negativo. Anteriormente, Harvard (EUA) já tinha chegado à mesma conclusão, alertando que otimismo e esperança melhoram a saúde.
A Bíblia diz, em Provérbios 31.26, que a boa esposa “fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua”.
4 – Ser vaidosa
Diversas passagens bíblicas ressaltam o fato de a beleza interior ser mais importante do que a exterior. Uma delas, em especial, é direcionada às mulheres casadas: “Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus.” 1 Pedro 3.4
É necessário conhecer o limite da busca pela beleza estética. Muitas mulheres são capazes de sofrer, deixar de comer, de dormir e gastar rios de dinheiro em busca da “perfeição”. Se elas sacrificam a si mesmas, certamente sacrificarão esposo e relacionamento também.
“Você acha mesmo que é dessa maneira, por meio da beleza, e só pela beleza, que vai conquistar o seu marido, o seu príncipe encantado? Se você pensa assim, está enganada, porque não devemos dar prioridade à beleza”, afirma a escritora e palestrante Cristiane Cardoso.
5 – Não acreditar
Grandes homens contam com grandes esposas para apoiá-los. Abraão foi acompanhado por Sara. Rebeca inspirou e incentivou Isaque. Maria foi virtuosa e jamais desacreditou de José. Nos três casos, as esposas acreditaram e deram força aos seus companheiros, mesmo quando a situação era difícil.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Miss renuncia à coroa pelo marido.

Veja o que essa decisão tem a ver com a sua vida amorosa.


Das duas opções, você só pode escolher uma: receber o maior prêmio de sua carreira ou se casar com a pessoa que você ama. O que você faria nessa situação?

Recentemente, a modelo Ana Luísa Castro (foto ao lado) ganhou a coroa do concurso Miss Mundo Brasil, porém, o regulamento só permitia a participação de mulheres solteiras. Ana Luísa estava em um processo para a legalização de seu casamento, com o belga Tanguy De Backer.

Assim, a organização disse que a modelo feria o regulamento e, por isso, precisaria optar entre ficar com o título (se separando do marido) ou entregá-lo para a segunda colocada. Para a surpresa de muitos, Ana Luísa renunciou ao prêmio.

“Eu fui clara desde o início quanto ao meu casamento. Não me arrependi de forma alguma. Eu sei que eu fiz uma escolha certa e não vou me arrepender disso nunca. Tenho certeza de que as oportunidades vêm e vão, e a pessoa que eu amo não vai embora. Eu não acho que o matrimônio atrapalharia nenhum tipo de trabalho. É uma regra que não condiz com o nosso tempo", destacou a modelo.

O casamento foi instituído por Deus

Quando Deus criou o matrimônio entre Adão e Eva, deixou uma mensagem clara de que os seres humanos só aprenderiam como se relacionar com Ele se soubessem como se relacionar entre si.

O interessante é que quanto mais a humanidade tem se distanciado de Deus, mais os relacionamentos têm se mostrado frágeis e temporários, além de disfuncionais.

Muitas pessoas desejam a felicidade na vida amorosa, mas, por não saberem como lidar com o relacionamento, acabam sofrendo. Contudo, a aliança entre um homem e uma mulher é uma representação da aliança que devemos ter com Deus.

Para que tudo dê certo, é necessário que entre o casal se desenvolva todos os dias o respeito, a confiança, os objetivos em comum, o diálogo, a intimidade e o sacrifício (sim, é preciso saber sacrificar as próprias vontades também).

Então, se você deseja a felicidade na vida amorosa, não perca tempo. Procure ajuda. Participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, em uma Universal mais próxima de você. Veja o endereço aqui.

Você também pode conversar com bispos, pastores e esposas de pastores a qualquer momento por meio do Pastor Online. Você será atendido e orientado.

Fonte: Universal.org

domingo, 15 de novembro de 2015

Como brigar e acabar em beijos.



Se colocássemos algumas opções do que você gostaria que acontecesse depois de uma briga entre você e seu (sua) parceiro (a), qual escolheria?

a) Nada foi resolvido
b) Corações feridos e despedaçados
c) Ambos chateados e calados
d) Solução e beijos de amor

Certamente, todos escolheriam a opção “d”, por ser a mais sensata e agradável. Porém, o que é necessário fazer para acabar uma briga com a solução do problema e, consequentemente, em beijos?

Você deve atentar para esses cinco pontos:

1 – Saiba o porquê e sobre o que estão brigando. Muitos começam a discutir sobre algo e depois mudam totalmente o foco da discussão. Por fim, acabam até se esquecendo sobre o que começaram a brigar. Isso acontece porque outros assuntos passados e paralelos, que não tinham nenhuma relação com a briga, foram trazidos à tona. Vários casais começam reclamando de uma coisa e terminam falando de outra completamente diferente. Por isso, é necessário ter em mente o assunto principal e focar somente nele. Defina e discuta sobre um ponto específico. Se for um gasto indevido, por exemplo, você falará apenas disso. Nada de mencionar as crianças, pular para a sogra, falar do patrão ou relembrar algo que aconteceu há muito tempo.

2 – Lembre-se de que você tem dois ouvidos e uma boca. Preste atenção no que a pessoa está falando, em vez de bolar em sua mente argumentos para se defender. Tente entender o porquê ela se sente assim. Se as reclamações não forem devidamente ouvidas, vocês não poderão entender qual é o problema e, consequentemente, o mesmo não será resolvido. Por isso, essa regra é fundamental: ouvir mais e falar menos. Ainda que, de início, você não concorde com o que o outro esteja falando, procure compreendê-lo e se colocar no lugar dele.

3 – Não fale tudo o que sente ou pensa. Muitos vomitam sentimentos e pensamentos sobre seus parceiros com a desculpa de que “precisam abrir seus corações” ou de que “só estão sendo sinceros”, mas, ao fazerem isso, acabam ferindo a pessoa amada. Todos nós sentimos e pensamos coisas ruins no momento da raiva, mas não precisamos despejar esse “pum cerebral” sobre o (a) parceiro (a). Afinal, o que é mais adequado quando se tem gases? Soltá-los na frente da outra pessoa ou sair de perto e lidar com aquilo da sua maneira? Assim como essa última opção, devemos administrar e nos livrar dos sentimentos e pensamentos ruins, sem prejudicar o outro.

4 – Ataque o problema e não a pessoa. Em uma briga, é necessário entender quem é o inimigo. O seu inimigo não é a pessoa que você ama, mas é o problema que tem prejudicado vocês. Por isso, em vez de atribuir características ruins ao outro, dizendo que ele é isso ou aquilo, fale do problema. Em vez de chamá-lo de grosso, por exemplo, diga que você não gostou do jeito que ele falou com você. Assim, ressaltará o problema, que é o “jeito” de falar, sem ofender a pessoa.

5 – Combine o que cada um fará de agora em diante. A briga não acaba nem o problema se resolve enquanto ambos não combinarem o que farão a respeito. Trata-se de um acordo. Afinal, para que a situação não se repita, é preciso fazer diferente de como estava sendo feito até então, acordando qual será a parte de cada um. Depois de estarem combinados, os abraços e beijos acontecerão naturalmente. Já que os desentendimentos são inevitáveis, desejamos a todos bons beijos!

Fonte: Universal.org

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

5 dicas para manter um casamento duradouro.

Atitudes simples podem ajudar no relacionamento.



Bernie Mills, de 80 anos, e a esposa dele, Carol, de 75 anos, não sabem o que significa a palavra viral, gíria para apontar quando um post é compartilhado milhares de vezes na internet. Mas a imagem dele segurando um buquê de rosas e uma caixa de chocolates à espera dela, no Aeroporto Internacional de Los Angeles, nos Estados Unidos, despertou tanta curiosidade, ao ser reenviada inúmeras vezes pelas redes sociais que, além de ter “viralizado”, rendeu uma entrevista do casal para a revista eletrônica norte-americana Inside Edition. 

O vídeo mostra a singela cena de Bernie esperando Carol. Os dois foram casados durante 50 anos e eram viúvos, até que se conheceram em 2010. Ela estava longe dele há duas semanas e os dois nunca tinham ficado tanto tempo distantes um do outro. No momento do reencontro, ele abre um sorriso, dá um beijo nela e lhe entrega os presentes. O casal se surpreendeu com a repercussão do vídeo. Mas, além da bela imagem que sugere que é possível ser feliz em qualquer idade, o vídeo mostra que uma ação que parece banal, como a de Bernie, pode ser um ótimo exemplo para tornar a relação amorosa mais sólida e duradoura.
Em geral, nas relações, depois que as pessoas se conhecem, namoram e se casam, é normal que ocorram cobranças de parte a parte e isso pode desgastá-las com o passar do tempo. A psicóloga Ana Carolina Perez, especializada em terapia de casal, sugere que para evitar isso é preciso respeitar os limites do outro. “Não se pode exigir das pessoas mais do que elas podem dar, já que isso gera frustrações sobre o outro e torna ambas as partes constantemente insatisfeitas. O que se pode fazer é encontrar juntos, um ajudando o outro, alternativas que facilitem romper os limites pessoais”, diz.

O hábito e a mudança
E se a chama da paixão vai se apagando, sempre há algo a fazer para que o amor não morra por completo. “A ciência nos mostra que se nos habituarmos a fazer coisas, mesmo que a princípio sejam sem vontade – por exemplo, elogiar e ressaltar as qualidades do parceiro –, naturalmente essas atitudes se tornarão prazerosas”, afirma a psicóloga.

Para os designers de interiores Reginaldo de Oliveira, de 51 anos, e Silvia de Oliveira, de 44 anos, casados há quase duas décadas, também há outras ações que ajudam a manter a relação. “Reconhecer que temos diferenças e estabelecer o diálogo ajuda. Para o homem é mais difícil aprender que precisa ouvir a mulher e ter paciência com ela, mas é necessário”, diz Reginaldo.

Caráter e comprometimento
Quando se conheceram, os dois estavam saindo de relacionamentos anteriores que não foram saudáveis. “Fomos apresentados por uma amiga em comum e em seguida ele já conheceu meus pais, se dirigindo a eles como sogro e sogra. Apesar da brincadeira, ele logo demonstrou que queria algo sério comigo. Um mês depois nos encontramos novamente e passados dois meses resolvemos ficar juntos. O casamento veio em seguida”, conta Silvia. Uma das virtudes de Reginaldo que chamou atenção dela foi o caráter. Anos depois, essa qualidade mostrouse fundamental para manter o casamento dos dois. “Eu tive um tumor na cabeça e passei por duas cirurgias. Ouvi várias vezes de pessoas próximas que ele iria me deixar, mas eu tinha certeza de que isso não aconteceria”, diz Silvia.


Reginaldo cuidou da esposa e procurou protegê-la nesse período delicado pelo qual passaram. Juntos, eles sempre procuram fazer algo para que a relação deles não caia na rotina. “Toda vez que passo por alguma loja, lembro da minha mulher e compro algo para agradá-la. Esquecer as datas especiais, como aniversário, nem pensar (risos)”, conta o designer. Já Silvia afirma que adora fazer surpresas para o marido: “Escrevo bilhetes para ele e tento cultivar nosso casamento fazendo um jantar especial. Acho que é assim sempre: a gente só colhe o que planta e precisa plantar todos os dias”, sentencia ela.
Fonte: Universal.org


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

5 imagens que representam um bom casamento.

Confira alguns conselhos para a sua vida amorosa.




1)   É preciso que haja uma aliança: uma aliança não tem começo nem fim, ela é duradoura, e para que ela resista ao tempo é fundamental que haja sacrifício. Muitas vezes precisamos sacrificar nossas próprias vontades para que o relacionamento dê certo. O orgulho dentro da união abre espaço para brigas, rancores, entre outros problemas.


2)  Para funcionar é preciso confiar: imagine conviver o restante da vida com uma pessoa em que não se confia. Difícil, para não dizer impossível, não é verdade? Se um não confia no outro, se ambos não passam segurança para o relacionamento, as coisas podem não dar certo. Por isso, é necessário transparência dentro do relacionamento.


3)  Quem gosta de ser desrespeitado? Um não valoriza o que o outro faz; ambos estão sempre usando palavras pesadas e talvez até agressões físicas dentro do casamento. Será que esse tipo de relacionamento resiste ao tempo? Com certeza, não.


4)   É importante ter objetivos em comum: um casal só permanece unido se ambos desejam andar pelo mesmo caminho. Se em algum momento desse percurso cada um for para um lado, o relacionamento não resistirá.


5)  Sem diálogo não há intimidade: como é bom conversar com aquela pessoa que lhe compreende, não é verdade? É por isso que a falta de diálogo distancia o casal. Compartilhar as experiências ajuda a criar intimidade.

Você gostou desses 5 conselhos? Então compartilhe esse artigo nas redes sociais e deixe o seu comentário sobre esse tema.

Fonte: Universal.org

domingo, 27 de setembro de 2015

Seu relacionamento a dois está no caminho certo?

Confira 5 maneiras de perceber se o outro é a pessoa ideal para você.



Muitos relacionamentos começam bem, porém, com o passar do tempo, uma das partes percebe que pode estar se envolvendo em algo que se tornará prejudicial no futuro. Então, como saber se esse namoro ou noivado é algo positivo?
Pelo convívio diário e pela experiência é possível perceber alguns indícios sobre a qualidade desse relacionamento. Veja abaixo 5 itens que podem lhe ajudar a fazer essa avaliação:

1)    Honestidade
Um dos princípios que permite um relacionamento superar as adversidades ao longo do tempo na vida do casal é a honestidade. Uma mentira ou uma meia-verdade não dura para sempre, mais cedo ou mais tarde ela vem à tona. Por isso, é melhor que o casal deixe tudo muito claro desde o começo e a transparência seja contínua no relacionamento.

2)    Valores compartilhados
Geralmente, as brigas surgem das diferenças de pensamentos e da inabilidade de saber conviver com algumas diferenças. É importante saber avaliar se a outra pessoa possui objetivos e interesses em comum com os seus. Talvez ocorram divergências de opiniões, porém elas não podem ser tão grandes a ponto de provocar a desunião do casal.

3)    Liberdade para expressar quem você é
Há pessoas que se sentem oprimidas dentro de um relacionamento. Não ganham liberdade para expressar quem são de verdade, e por isso vivem aos moldes do que a outra pessoa deseja. O problema é que, no futuro, essas pessoas poderão se sentir frustradas, porque oprimiram durante a vida a sua real personalidade.

4)    Respeito
O respeito é algo elementar em qualquer relacionamento, seja ele amoroso ou não. Por isso, relacionamentos em que a outra pessoa não valoriza a união, ou não tem estima pelo outro, promovem a opressão, infligem dor e sofrimento, trarão muitos problemas.

5)    Interesse mútuo
É importante que um sinta interesse pela vida do outro. Muitas pessoas passam anos juntas e não sabem quais são os gostos, medos e desejos do outro. Não se interessam por saber a história daquela pessoa ou o que tem valor para ela. A consequência disso, em longo prazo, é a ausência da intimidade. Não há compartilhamento dentro do relacionamento.

 Fonte: Universal.org