Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de abril de 2016

Proativos dentro e fora de casa.

Participar da rotina da família contribui para o amadurecimento dos jovens. Entenda por que tarefas como organizar o quarto e lavar a louça geram resultados positivos nos estudos e na carreira.


Os jovens brasileiros estão mais preocupados com o futuro. Uma pesquisa realizada em janeiro pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) com pessoas de 15 a 26 anos mostrou que 38,16% delas fazem algum tipo de aplicação para ter segurança no futuro. Em 2014, o mesmo levantamento mostrou que a opinião dos jovens era outra e poucos se preocupavam com o amanhã. 
O comportamento dessa geração não mudou apenas em relação aos recursos financeiros. Assumir novas responsabilidades, fazer cursos preparatórios e envolver-se em projetos sociais são atividades que refletem o interesse desses brasileiros em planejar a própria vida. Muitos jovens também estão mais atentos ao seu papel dentro da família. Esse é o caso do universitário Vagner Batista, de 20 anos, (foto abaixo) que vive em Guarulhos (SP).
Além de trabalhar e fazer faculdade de publicidade e propaganda, ele arruma a própria cama, limpa o quarto e colabora na organização da casa. Desde os 15 anos, Vagner também lava e passa a própria roupa. “Desde criança, aprendi com a minha mãe a cuidar das minhas coisas e sempre fui muito participativo. Comecei com tarefas pequenas e fui percebendo o quanto isso era bom para a minha independência”, explica.
Vagner garante que as atividades desempenhadas em casa o ajudaram a organizar melhor o tempo e a se destacar no mercado de trabalho. “Comecei a trabalhar aos 16 anos, como jovem aprendiz. Sei lidar bem com atividades designadas, consigo cumprir prazos e não espero receber ordens, sou proativo. Na faculdade, organizo grupos, tomo atitude, gosto de ter responsabilidades”, exemplifica.
Amadurecer
A participação mais ativa do jovem dentro de casa é um preparo importante no processo de amadurecimento. Quem explica é Janaína Depiné, mestre em Educação e consultora de etiqueta e comportamento. “A transição para a vida adulta exige assumir responsabilidades e isso envolve participar das tarefas da casa, do lazer em família, da resolução de problemas. Também é importante que os filhos entendam o valor do dinheiro”, ensina.
Janaína sugere que a distribuição de responsabilidades seja feita de acordo com a idade. Obrigações como alimentar o cachorro da família ou ajudar a fazer compras estimulam o senso de responsabilidade e coletividade. Ela acrescenta que é importante ouvir a opinião de todos os membros da família na divisão de tarefas.
Além de diminuir a carga de atividades para os pais e ajudar na economia doméstica, a participação dos jovens em casa gera outros benefícios. “Dividir responsabilidades aproxima pais e filhos. O jovem também mostra que cresceu e ganha mais espaço para expor suas opiniões”, afirma a especialista, que atua em Belo Horizonte (MG).
O psicólogo e professor universitário Breno Rosostolato, de São Paulo (SP),  lembra que a formação do jovem começa na infância. “Se os pais não orientam a criança de forma adequada, ela vai crescer com uma ideia de vida um pouco distorcida. É importante mostrar para a criança o valor da participação em casa. Se não existe esse hábito, ela pode abster-se das responsabilidades quando crescer”, alerta.
Breno diz que é possível estimular a responsabilidade de adolescentes e jovens por meio do diálogo. “Os pais precisam ter uma conversa mais ampla, aberta. É importante resgatar algumas regras dentro de casa. O mundo é feito de regras. Se o filho cresce desregrado, ele pode ter dificuldades no futuro.”
A jovem Aline Souza, de 18 anos, (foto ao lado) limpa a casa, faz almoço e ajuda a cuidar da irmã caçula, de 1 ano. Ela também trabalha, participa de um grupo de jovens e é voluntária em um projeto social em Guaxupé (MG). “Acho que tenho mais maturidade. É importante aprender e passar por essa experiência desde cedo.” Aline acredita que as atividades que desempenha influenciam em sua postura profissional. “Sei lidar com diferentes situações e tenho mais responsabilidade”, explica.
Em Fortaleza (CE), o estudante Douglas Costa, de 18 anos, (foto abaixo) já se acostumou a dividir as tarefas de casa com o pai, as três irmãs e o cunhado. Há seis meses, a família se reuniu para reorganizar a rotina do lar. “Nós percebemos a necessidade de fazer isso porque, como trabalhamos e estudamos, passamos o dia ocupados. A casa sempre estava bagunçada, tinha um monte de coisas para fazer e todos estavam cansados.”
Douglas é responsável por lavar o banheiro e recolher o lixo. Cada um lava a própria louça para não acumular. “Antes, nós reclamávamos que não tínhamos tempo, mas percebemos que na verdade não sabíamos usá-lo corretamente. Hoje as coisas estão limpas, organizadas e ainda consigo ter mais tempo para os estudos”, conclui.
Quer aprender mais sobre a relação entre pais e filhos? Participe da Transformação Total de Pais e Filhos, que acontece todos os domingos, às 18h, no Templo de Salomão.

domingo, 9 de agosto de 2015

Como ser um homem por inteiro?

Para ser pleno, você precisa cuidar de quatro fatore.


Chris Pratt está na crista da onda em Hollywood. Seus dois últimos filmes, nos quais foi o ator principal, já renderam mais de US$ 1 bilhão. Ele é disputado por grandes diretores e poderosos estúdios e até já chegou a correr o boato de que ele será o novo intérprete de Indiana Jones. 

Atualmente, ele está na telona em Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros (foto ao lado).
Contudo, não foi sempre assim. Pratt trabalha como ator desde a adolescência, mas não emplacava papéis interessantes. Do início deste século até mais ou menos uns três anos atrás, ele só aparecia nas telas vivendo personagens meio patéticos e chegou a ser recusado em filmes de ação por não ter o físico desejado. Eis que algo inesperado aconteceu no plano pessoal.

Há dois anos, Pratt e sua esposa – a também atriz Anna Faris – tiveram um filho, Jack. O menino nasceu prematuro e logo depois do parto foi levado para a UTI neonatal, ligado o tempo todo a aparelhos de suporte de vida. Os médicos foram bem claros e disseram que as chances do garoto não eram as melhores, de tão frágil que era a sua saúde.

Foi aí que o casal se viu diante da maior provação de sua vida. Pratt chamou a esposa para uma conversa séria. Apesar do medo, Pratt e Anna decidiram orar mais do que já haviam orado por toda a vida. Sempre que possível, faziam isso também ao lado de Jack na UTI. Em entrevista à revista eletrônica Crosswalk, o ator declarou: “Não restaurei minha fé. Eu a redefini”.

Nisso, o público que via aquele herói meio engraçado nos filmes pôde conhecer o verdadeiro Pratt: um homem de fé. E se antes essa fé era real, mas pendendo para o lado da teoria, ele a redefiniu, como disse, pondo-a em prática. Usando a razão. Ele entendeu que a única coisa possível para salvar seu tão amado filho era pedir a Quem realmente podia fazer isso. Segundo os médicos, se Jack sobrevivesse, poderia precisar de cuidados especiais pelo resto da vida. Mas, para o casal, “ele era perfeito e lindo” e continuou a orar.

Resultado: o menino saiu da UTI e foi para casa. Hoje, aos dois anos, está bem, frequenta o jardim de infância e o máximo de “cuidados especiais” de que o pequeno precisa é usar óculos. Também é curioso notar que os papéis importantes que incrementaram a carreira e o cachê de Pratt aconteceram justamente após esse período em que aprendeu como usar sua fé.

Sim, Pratt é um exemplo de homem diferente dos que normalmente Hollywood mostra fora das telas. A Crosswalk o encaixou numa definição interessante: “um homem pleno” e ensinou, usando seu exemplo, o que faz um cara ser realmente completo na vida – crescer, evoluir no sentido físico, psicológico, social e espiritual.

Pratt, após superar um obstáculo que mexeu em todo o seu ser, melhorou sua forma física e conquistou papéis que antes lhe negariam. Aprendeu sobre prioridades. Em vez de ceder a tentações e facilidades da fama, voltou seu foco para a família. Entendeu a Quem recorrer quando algo está além de suas forças humanas. Pai, marido, profissional de sucesso, filho de Deus. Seus fãs agora têm um exemplo do que é ser um homem por inteiro.

ENTENDA SUAS DECISÕES
Influenciado por sua fé, Chris Pratt tomou a decisão de orar por seu filho. Hoje ele colhe os frutos disso em diversos aspectos e não somente como um pai realizado.
E você? Sabe quem influencia suas decisões? Talvez você só ache que sabe. Tire essa dúvida com a ajuda de um vídeo apresentado pelo psicólogo e economista comportamental Dan Ariely, disponível para você assistir lá no Desafio #51, em www.intellimen.com. Você vai se surpreender.

Dica tecnológica
Crescimento
Sabia que há um portal na internet em que também é possível aprender sobre como cuidar do físico, do psicológico, do social e do espiritual? No universal.org todos os dias há textos, vídeos, fotos e muito mais sobre como melhorar sua vida em todos os sentidos. Veja lá em www.universal.org – também disponível para smartphones e tablets.

 Fonte: Universal.org

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Saiba ouvir sua mulher.

Esta é uma de suas maiores dificuldades? Calma, você chega lá.

 


Ouvir as mulheres é uma enorme dificuldade para muitos homens, ao mesmo tempo que, para elas, é uma das maiores necessidades. Equação difícil de resolver, não, caro leitor impaciente? É, mas se muitos já conseguiram, você também chega lá.

Não importa o quanto o cara é inteligente: é característica da maioria da ala masculina não ter paciência para ouvir a feminina e interrompê-la. Quem disse foi um pessoal muito bem informado.

Uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, não só afirma isso como diz que o mau costume começa cedo. Foram entrevistadas crianças de oito anos de idade de ambos os sexos e os estudiosos notaram que tanto os meninos quanto as meninas se comportavam do mesmo modo quando o entrevistador adulto era um homem. Porém, se quem fazia as perguntas era uma mulher, os garotos a interrompiam 20% mais do que as garotas. Além disso, sabe quantos meninos demonstraram ter menos paciência com a entrevistadora? Todos! Pois é.

Triste, não é? Agora, ponha-se no lugar da mulher.Você acha que é fácil para ela ser interrompida ou ignorada quando quer tanto ser ouvida? Seja sincero: é só ela começar a falar e você já faz cara de “ih, lá vem”? Então, veja algumas dicas dos pesquisadores norte-americanos:

O tempo delas é outro
– O jeito delas abordarem um assunto delicado é diferente. O homem costuma ser mais direto, mas as mulheres floreiam com mil detalhes, rodeiam o problema – seja ele só dela, seja seu ou dos dois. Respeite esse ritmo,
sem interrompê-las.

Bola em campo
– Preste atenção ao que ela diz como se fosse o seu time do coração jogando na final de um campeonato. Isso mesmo: aquele jogo do qual você não quer perder nem um segundo, nem um detalhe. Só não grite “goool” no final, senão...
Tolerância x paciência
– Sim, são duas coisas diferentes, sabia? Paciência é simplesmente aguentar ouvir até o final. Tolerância é, mesmo quando discorda, também ouvir até o fim – ainda que sua vontade seja a de pular na frente dela e dizer “você está errada, caramba”. Claro, isso não se aplica somente ao diálogo entre homem e mulher. Mostra respeito. Essa atitude vai pesar a seu favor em conversas futuras, pois a mulher se lembrará de que você a respeitou, mesmo quando não compartilharam da mesma opinião.

O grande segredo
– Enorme. O principal. Sabe qual é? Não tente resolver a questão! Agora o bicho pegou, não é? A diferença entre nós e elas é essa mesma: elas só querem desabafar, um ombro amigo – e, claro, duas orelhas. E não a resolução da questão. Se você a interromper, ela entenderá assim: “Esse cara não se importa comigo”. Fique certo de uma coisa: se ela quiser uma solução ou sua opinião sobre algo, ela a pedirá com clareza. Se não pedir, lembre-se da velha máxima chinesa: “Palavra é prata, silêncio é ouro”.
Pronto. São dicas simples e parecem aquela coisa de “é mais fácil falar do que fazer”. Mas não custa tentar, parceiro. Depois nos conte como foi a experiência.

PACIÊNCIA DE PRESENTE
Todo cara tem uma mulher especial em sua vida. Ou mais de uma, pois entram na conta mãe, filha, irmã... Então, que tal lhe fazer uma surpresa agradável?  Tem que ser algo de que ela goste ou precise muito. E, se o que ela quer é justamente ser ouvida sem interrupção impaciente, dê isso de presente! Pode ser durante um jantar num lugar interessante, em um passeio num parque de sua cidade... De qualquer modo, ela tem que perceber que você pensou nela e se esforçou para planejar e executar isso. Ah, você já é um bom ouvinte? Veja outras sugestões de surpresas especiais no Desafio #36, lá em www.intellimen.com.


DICA TECNOLÓGICA

ARMÁRIO ORGANIZADO
Homem não tem muita paciência para escolher o que vestir, mas, às vezes, é necessário saber a roupa certa para cada ocasião. O aplicativo Stylebook Men dá uma grande mão nisso, pois ajuda a organizar seu guarda-roupa e a aproveitar melhor o que tem nele para quando você for para o trabalho, passear, viajar, etc. Para iOS, por US$ 3,99.




Fonte: Universal.org

domingo, 5 de julho de 2015

Somos muito diferentes. Será que pode dar certo?

Aprenda a usar as diferenças entre vocês e torná-las aliadas.


Um gosta de preto e o outro de branco, um prefere a noite e o outro o dia, um gosta de sair e o outro prefere ficar em casa. É possível que um casal que contraste tanto consiga ter um bom relacionamento? Depende. É essencial entender que nenhum ser humano é igual. Talvez o começo do casamento acentue ainda mais isso até chegar ao ponto de você se perguntar: “por que me casei com alguém tão diferente de mim? Isso nunca vai dar certo”.
Mas, calma. Existem diferenças e diferenças. Algumas podem até ser benéficas para o casamento, já que forçam um dos dois lados a sair da zona de conforto. É o que explica o psicólogo Vitor Barros Rego, mestre em psicologia social. “As diferenças costumam gerar pontos de vistas variados, mas isso não quer dizer antagônicos, contrários um ao outro. A diferença, no seu lado positivo, nos beneficia com a possibilidade de nos vermos de outra maneira e também de sentirmos sensações novas”, explica.
Como assim sensações novas? É fácil de entender. Se você se casar com alguém muito parecido com você, os dois irão padecer de tédio cedo ou tarde. Sempre frequentarão os mesmos lugares, farão os mesmos programas, comerão os mesmos pratos. Mas e se você conhecer alguém que quebre a sua rotina e mostre outros lados da vida? Uma relação tende a se fortalecer ainda mais quando um acrescenta algo à vida do outro.
E o que fazer quando as diferenças não são tão simples assim? Para o psicólogo, é necessário discutir tudo antes de levar o compromisso adiante. “Existem diferenças mais drásticas, como valores a serem cultivados na vida. ‘Fingir’ que elas sumirão com o casamento pode ser uma cilada causadora de sofrimento. Ou você ficaria comendo a mesma comida ruim na esperança de algum dia o cozinheiro fazê-la do seu gosto?”, questiona.
Para a farmacêutica Gabrielli Tonon, de 30 anos, não há dúvidas quanto às diferenças que devem ser levadas em conta ou não dentro do seu relacionamento com o professor Adriano Rodrigues Duarte, de 37 anos. Ela conta que, quando eles se conheceram, percebeu que os dois não tinham nada a ver: ela gosta de um tipo de alimentação mais saudável e ele de fast-food. Ela gosta de viajar e de sair e ele é caseiro. Ela é do interior e ele da cidade grande. Mesmo assim, Gabrielli enxergou algo nele que a convenceu de que o relacionamento dos dois daria certo. “Eu vi que ele era muito gentil, me respeitava muito e me tratava bem”, relata.
Se mesmo com as diferenças os dois se apaixonaram, o casal aprendeu a conviver com elas para que, no casamento, elas se transformassem em aliadas. “É um exercício diário, cada um precisa saber ceder”, diz Gabrielli, que garante que “para o que realmente importa não temos diferenças, somos iguais, temos os mesmos valores de vida, queremos construir uma família em cima do que acreditamos, com respeito, companheirismo, tolerância e amor”, diz.
Toda união é uma escolha e sempre implica em saber abrir mão de algo, assim como Gabrielli e Adriano fazem. “Com as diferenças, aprendemos a viver um pouco do modo do outro. Ouvimos MPB, que eu gosto, enquanto comemos pizza ou sanduíche que ele gosta. Em outra ocasião ele vai comigo a um restaurante vegetariano”, revela Gabrielli.
Para o psicólogo, é preciso estar consciente de que os dois, homem e mulher, precisam estar preparados para ceder de vez em quando. “A pessoa precisa saber que terá que renunciar pelo bem da união. E que essa união tem uma espécie de contrato implícito, que deve ser reconfigurado várias vezes ao longo da convivência. Lembrando que um contrato tem que ser assinado pelas duas partes, em comum acordo, e não de maneira unilateral, sem que a outra parte saiba”, finaliza o profissional.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Vida a dois: a família do companheiro.

É importante se dar bem com os parentes da pessoa amada

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

Não é difícil escutarmos histórias dos outros relacionadas à família do cônjuge, porém, elas nem sempre são doces, amáveis ou até mesmo engraçadas. Em muitos casos, os comentários vêm em forma de crítica e nervosismo. Mas você sabe qual é a real importância de se dar bem com os familiares do companheiro (a)?
“Quando a pessoa se aborrece com algo da família do companheiro, os problemas sempre serão maiores do que se fosse com a própria. E, é péssimo levar isso adiante com provocações, pois, uma confusão sempre leva a outras de maior proporção”, comenta a psicóloga Maitê Meireles Eron.
Segundo a especialista, não se deve falar demasiadamente de algo que aconteceu ou ficar criticando. “Ninguém gosta de ouvir falar mal da própria família, então, respeite. As situações vão ficando claras à medida que o tempo vai passando, então, se você for injustiçada por algum motivo, seu companheiro vai perceber”, alerta.
 
Foi o que aconteceu com a universitária Heloísa Lino Forreli. “Nunca me dei extremamente bem com a família do meu namorado, só que as coisas pioram quando ele se ausentava por alguns minutos . Mas isso não durou muito, até que um dia ele me viu sendo insultada, e começou a enxergar que eu não era tão errada”, lembra.
Para Maitê, não é preciso fingir que gosta, de qualquer forma, nada impede de ser ter educação e tentar se aproximar, afinal, por mais que as pessoas acreditem que não, o modo como se conduz o relacionamento com a família influencia no relacionamento do casal.
“Não há nenhum caso que não possa melhorar. Faça por onde e faça a sua parte, não custa tentar. E, se por acaso, a pessoa já se dá muito bem com a família do parceiro (a), tudo pode ficar ainda melhor”, finaliza.
 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como recomeçar depois de uma decepção amorosa.

Infidelidade, mentiras ou omissões. Como enfrentar isto no relacionamento?

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

As decepções amorosas são comuns, sejam em forma de traição, mentira ou omissão. O problema é como superar essa situação. Se para uns é fácil driblaras adversidades da vida, para outros os obstáculos são muito desgastantes.
“O que segura o relacionamento e o que o torna duradouro não é somente o amor, aquele sentimento que um tem pelo outro, mas sim o desenvolvimento de princípios, como, por exemplo, o homem dizer que é de uma mulher só”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso. Segundo ele, as atitudes ao lidar com o companheiro ou palavras mal expressadas podem afastar e dar espaço para situações desagradáveis. Por isso, avalie sempre o jeito de tratar o outro.
O bispo ainda alerta que a união hoje em dia está passando por uma transformação. Ela não tem mais a mesma força e importância que tinha, em que as pessoas entravam preparadas para se relacionar a dois. “Ninguém sabe tudo, como agir ou como é o relacionamento, mas é preciso se conhecer. A infidelidade – seja de qual maneira for – está se multiplicando demais”, afirma ele.
 
Condições para seguir em frente
Para a psicóloga Sônia Breunel, primeiramente quem está sofrendo deve repensar o que realmente fez com que houvesse uma decepção no relacionamento e quem errou deve querer mudar. Independentemente de ter sido culpada ou não, a pessoa precisa saber onde poderia ter sido evitado o erro. “Se houver vontade de permanecer junto, o mais importante é querer se transformar em uma pessoa melhor”, explica a especialista.
Uma vez que a confiança do parceiro é abalada e ferida, leva-se um tempo para que passe o receio de que o outro pode errar novamente. “Só o dia a dia é capaz de unir o casal, fazer com que a decepção amorosa seja superada e os dois estejam prontos para enfrentar os desafios”, comenta a psicóloga. Para o bispo Renato, o perdão é uma decisão, a pessoa tem que querer perdoar o outro. É algo que você faz para você em primeiro lugar, e não pelooutro.
Aconteceu comigo
Com 5 anos do casamento, a dona de casa Alice Batista Pinheiro, de 36 anos, descobriu uma traição virtual do marido. “Quando presenciei um e-mail dele por engano na minha caixa postal – com o nome da outra –, percebi que ele tinha um relacionamento extraconjugal. Na hora não sabia o que fazer. Ao mesmo tempo em que queria machucá-lo, eu só pensava em ficar calma. No dia fui muito fria e esperei ele chegar em casa para pedir satisfações”, comenta ela.
Segundo Alice, o marido não teve como negar, pois o teor do assunto não dizia nada a respeito da vida e nem do dia a dia dela. “Esperei ele me contar tudo, ouvi e em poucas palavras disse que ficaria a critério dele seguir a vida ou lutar para mudar o que foi feito. Ele me prometeu que diria ‘não’ às coisas erradas e que queria salvar o casamento”, lembra.
Para Alice foi muito difícil esquecer tudo. “No começo eu entrava em desespero, chorava escondida, desconfiava demais, queria ficar de olho o tempo inteiro, mas, com o passar de 1 ano, consegui melhorar meus sentimentos. Já que resolvi colocar uma pedra neste episódio, eu tinha que realmente deixar para trás o que passou. Hoje, percebo que a relação só continuou porque os dois se propuseram a melhorar”, finaliza .

(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
 

sábado, 2 de novembro de 2013

Quando o desejo de engravidar vira obsessão.

Aprenda o que pode ser feito neste caso

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
478 6 0Orkut2Google +0 0

Receber a notícia de que está esperando um bebê do companheiro com quem se mantém um relacionamento há longos anos; contar à pessoa amada; ouvir o coração da criança bater aceleradamente durante um exame; sentir a barriga crescendo durante os 9 meses; gerar e amamentar um filho. Estes são desejos da maioria das mulheres. Mas e quando esta vontade vira obsessão e o único objetivo de vida torna-se o ato de engravidar, o que fazer?
“A vontade chega, mas nem sempre a realidade do casal acompanha o desejo. Primeiramente os dois têm que estar realmente preparados para o desafio de criar uma criança. Muitas pessoas têm vontade, porém, sentem-se inseguras; outros têm estrutura familiar e não têm condições financeiras; e há casos em que a obsessão é tão grande que o relacionamento começa a se desestruturar e a ficar desgastante. Desta forma, é preciso que cada um avalie se realmente o casal tem condições de ter um filho”, afirma a psicóloga Lara Joglin Rodrigues.
De acordo com a especialista, quanto mais ansiosa ficar a mulher e criar expectativas positivas mês a mês, maior será a probabilidade de a gestação ser adiada. O mesmo acontece se houver a pressão por parte do marido ou de qualquer membro da família. Por conta disso, muitas passam a imaginar que há algo de errado com o próprio organismo e começam a se questionar. “Há aquelas que tentam tanto ter um filho que chegam a fazer um autodiagnóstico de infertilidade e querem partir para um tratamento mais brusco, achando que é a única chance. Essa atitude é perigosa e pode ir longe demais, levando a mulher a uma depressão”, alerta Lara.
 
Segundo a psicóloga, qualquer mulher pode perceber que o desejo de engravidar virou um objetivo constante a ser alcançado. Os sinais são simples, como, por exemplo, se a maior parte do tempo for dedicada apenas à imaginação de como será a vida com um bebê nos braços. “A melhor coisa a fazer é procurar ocupar o tempo com outros pensamentos e atividades, seja sozinha ou acompanhada. Faça aulas de alongamento, hidroginástica, natação ou qualquer outro esporte. Além disso, busque traçar outros objetivos de vida, para que a gravidez aconteça naturalmente”, comenta.
Liberte-se dessa pressão
“Nos últimos 2 anos fixei a ideia de ficar grávida e me cobrava muito por não conseguir. Sempre achei que o problema fosse qualquer um, comigo ou com o meu esposo, mas jamais imaginei que estaria ligado ao meu modo de pensar. Quanto mais eu queria, mais parecia ficar longe o meu desejo de ser mãe. Já fiquei muito triste, não tinha vontade de sair, não queria me divertir e acabei deixando meu esposo em segundo plano por inúmeras vezes”, lembra a secretária Karla Medeiros Conde, de 29 anos, casada há 5.
Segundo Karla, há cerca de 4 meses ela se questionou sobre o motivo deles não conseguirem ser pais, e foi quando percebeu que algumas situações precisavam ser ajustadas. “Meu marido estava sem um serviço fixo, não parava em nenhum emprego; não estávamos estabilizados financeiramente e tínhamos em mente mudar de casa. Foi então que entendi que não estávamos preparados e tranquilos para receber uma criança em nossa vida e nos doar realmente a este amor incondicional e protegê-la de qualquer situação ruim que pudesse vir a acontecer”, lembra.
Ela ainda ressalta que, no começo, foi muito difícil admitir que o casal não estava preparado. “Procurei até ajuda psicológica. Fiz terapias e lá pude entender que sou capaz de driblar as minhas próprias vontades. Hoje, mesmo tendo muita vontade de ser mãe, coloquei outras prioridades na minha vida e não deixei esse desejo me dominar. Estou sendo racional a ponto de perceber que tudo vai acontecer no tempo ideal. Por enquanto, não abro mão da minha ginástica, de agradar meu esposo, de cuidar da casa e de – primeiramente – ser feliz”, finaliza Karla.
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A presença da fé em um casamento

É o que dá certeza e firmeza ao relacionamento

Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferraira@arcauniversal.com
 

Gestos de carinho para agradar o companheiro, um sorriso sincero no meio do dia, palavras capazes de dar força em um momento de aflição, dedicação à pessoa amada, paciência em situações difíceis e companheirismo em todos os momentos. Esses sinais não fazem parte do seu relacionamento a todo o momento do dia, os casais felizes também já passaram por ocasiões desagradáveis, mas o que os diferencia dos demais é que eles souberam, com inteligência, ultrapassar as barreiras da vida. “Eles sabem exatamente como separar a pessoa do problema, em casos de discussão. Já entre os que acabam se divorciando, o ataque começa a ser mais pessoal. Um agride o outro e não tenta resolver nada”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso.
 
De acordo com o bispo, nos relacionamentos bem estruturados, cada um reconhece onde está exatamente o seu erro e faz o possível para melhor agradar ao outro, ao contrário dos que se separam, em que, geralmente, cada um costuma se fazer de vítima diante de uma situação em que se sente ameaçado. Por isso, seja humilde para respeitar o ponto de vista do outro. “Quando as brigas do casal se tornam cada vez piores e a relação está caminhando para o divórcio, um olha para o outro com desprezo. Nas relações felizes ambos se olham com o tom de admiração.”
Se um não apoia o outro na relação tudo começa a se perder, o respeito vai diminuindo, a prioridade não é mais o casamento e, assim por diante. Por mais que tudo pareça ser muito difícil, pense e resolva com calma cada situação, não misture o que já passou com alguma discussão recente. “O casamento feliz também depende do espírito de fé, que é o que dá certeza e firmeza ao relacionamento. Quando há dúvidas no matrimônio é impossível dar certo. Com a fé os problemas são sempre contornados”, afirma o bispo.
Dicas para ter um relacionamento duradouro
- As pessoas que falam mais cometem mais erros, principalmente quando falam da família do companheiro;
- Poupe o parceiro de todos os problemas do seu trabalho;
- As pessoas perfeccionistas nunca estão satisfeitas com nada, sempre vão achar algum defeito em algo. Não seja tão rigoroso com as coisas;
- Ansiedade só atrapalha;
- Preste atenção nas qualidades permanentes. A beleza um dia acaba.
(*) O programa The Love School - A Escola do Amor é transmitido diariamente, às 11h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
 

terça-feira, 28 de maio de 2013

2 ª Palestra A Mulher V

Conheça as três forças da mulher abordadas na 2ª Palestra "A Mulher V"

Por Jeane Vidal / Fotos: Demetrio Koch
clea.vidal@arcauniversal.com


Ela conheceu a fé avassaladora há 34 anos. Buscava apenas paz, sossego e acalento para a sua alma. Também queria saúde e forças para cuidar dos filhos sozinha.
Desconhecia a importância que Deus dava ao casamento, por isso não acreditava que o seu pudesse ser restaurado.
A dor do abandono a consumia por dentro. Tentava inutilmente uma reconciliação. Humilhava-se, implorava para que ele voltasse e, como resposta, recebia o desprezo.
Pouco a pouco, ouvindo os ensinamentos e orientações, foi descobrindo o quanto Deus valoriza a família. Por isso - mesmo o marido já vivendo com outra mulher - ela decidiu lutar.
Foi uma luta silenciosa. E sábia.

A força espiritual
Após se transformar numa nova mulher interiormente, após saber do seu valor, descobriu a força espiritual, resultado da fé prática e de uma vida na dependência de Deus.
Em vez de se mostrar fraca diante do marido que a abandonara, ela se mostrava forte, determinada, ousada. Ele não a encontrava mais prostrada, mas de cabeça erguida, ainda que por dentro continuasse a sofrer com a ausência dele. Porque escolheu se prostrar diante dAquele que de fato poderia restaurar o seu casamento.
Isso porque ela confiou a Deus a missão de trazê-lo de volta. Ela só precisava fazer a parte dela, que era usar a fé e confiar, colocando-se totalmente na dependência dEle: era a força espiritual que agora dispunha.
Ester Bezerra (foto abaixo), uma das palestrantes, destaca a importância de termos uma vida de confiança e dependência em Deus: "Deus quer ser amado por você. Seu amor para com Deus tem que ser sincero, verdadeiro, e que Ele sinta que sua vida depende dEle. Você tem que demonstrar esse amor de tal forma que você vença o que vier."

A força da influência
Aquela nova mulher que surgia diante do marido que foi embora o fazia querer ficar cada vez mais perto. A sabedoria dela também contribuía com isso. Procurava estar sempre bonita quando ele ia ver as crianças e, sabiamente, preparava sua comida preferida. E como ele não resistia, acabava ficando para almoçar ou jantar. Ficaram amigos.
Até que o tão esperado dia chegou: ele pediu para voltar para casa.
Mas ela não aceitou - apesar de desejar isso. Não sem antes ele provar que de fato merecia uma segunda chance. Ela o amava, mas aprendera, sobretudo, a amar a si própria e a reconhecer o seu próprio valor. 
“A maioria das mulheres não sabe a força que tem. Quando a mulher não é espiritual, ela influencia para o mal, mas quando é espiritual, entende esse poder que tem, então decide agir de maneira positiva porque sabe que seu modo de falar, se comportar, suas decisões, sempre influenciarão alguém. Você, mulher, tem essa força de influência, principalmente na sua casa. Se você quer ganhar a sua família, use seu poder de influência de uma maneira espiritual", orientou Cristiane Cardoso, a segunda palestrante (foto abaixo).

Foi o que essa mulher fez.
E após 7 meses namorando como dois adolescentes e sempre observando o comportamento dele, decidiu que era hora de voltar. Ele de fato mostrava ser um novo homem.
A primeira batalha foi vencida, mas uma pior ainda estava por vir.
A força da submissão
Ela já havia experimentado a eficácia das forças espiritual e de influência, agora ela estava prestes a conhecer a força da submissão.
Uma das condições impostas por ela para que houvesse a reconciliação era que ele também passasse a viver a mesma fé que a dela. Ele concordou, mas não havia se convertido. Bebia com frequência e passou a implicar com tudo relacionado à fé da esposa.
Não foram poucas as vezes em que ela teve que preparar bebida alcoólica e ainda servi-lo. Fazia isso com um sorriso no rosto, nunca de cara amarrada ou resmungando. Usava a fé com revolta, mas era algo entre ela e Deus.
Aí entrou o poder da submissão.
“Muitos veem a submissão como uma escravidão, sinônimo de fraqueza, falta de opinião própria, mas a submissão tem uma força muito grande. Submissão é uma decisão que a mulher toma. Uma decisão acompanhada de humildade", explicou Fátima Bassini, a terceira palestrante (foto abaixo).
"Hoje a mulher ocupa muitas posições no mercado de trabalho. Ela pode disputar com o homem de igual para igual, mas existe uma posição que se a mulher quiser competir com ele terá um problema de ordem espiritual: a posição de chefe do lar.
 Você tem que se submeter ao seu marido não porque você o ama, mas porque é um princípio espiritual. Quando você é submissa a ele por amor a Deus, você fica com crédito com Deus e Ele se encarrega de fazer seu marido enxergar isso em você. Deus se encarrega de fazer seu marido ter outros olhos para você", ressaltou Fátima.

Veja a galeria de fotos:

Foram mais 5 anos de lutas que resultaram em vitória, o que significa marido transformado e casamento restaurado.
Momentos difíceis. Se ela não estivesse revestida dessa força espiritual, alimentada com orações e intimidade com Deus, não teria conseguido. Tampouco se não tivesse usado o poder da influência, algo intrínseco à mulher, jamais conseguiria mostrar com sabedoria o caminho da fé sem palavras.
Somente quando se tem o espírito forte - fortalecido com a Palavra de Deus e uma vida na dependência dEle - é que é possível dispor dessa força, tão poderosa quanto as primeiras: a submissão.

A protagonista desta história
Essa é a história de Marilene Silva (foto acima, de blusa branca), esposa do bispo João Batista. Foi por ela ter usado essas três forças, que pôde estar, no último domingo (26), na 2ª Palestra "A Mulher V" contando, ao lado de Ester Bezerra, Cristiane Cardoso e Fatima Bassini a sua história de superação no casamento e, acima de tudo, superação interior, mostrando a milhares de mulheres como é possível vencer todo e qualquer problema por meio da fé, do uso correto da influência e da submissão.
A palestra realizada em São Paulo e transmitida por videoconferência para todo o País, teve toda a renda destinada à construção do Templo de Salomão, construído no bairro do Brás.

 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O casal precisa de um tempo a sós.

Ter vida somente a dois é importante até mesmo para os filhos

Por Tany Souza / Fonte da imagem: Thinkstock
tany.souza@arcauniversal.com

Há quem diga que é importante que o casal tenha filhos logo, para formar uma família e assim todos se desenvolverem juntos. Outros acreditam que o casal precisa de um tempo antes de ter uma criança, para fortalecerem seus laços. Mas até onde ter um tempo a sós fortalece a relação entre eles e com a família?
Segundo a psicóloga Cristiane Pertusi há um senso comum que diz que um casal somente deve ter filhos depois de dois anos de casados. “É nos dois primeiros anos que eles começam a se fortalecer como casal, isso significa ter uma boa comunicação, desenvolver objetivos em comum e desenvolver o interesse pelo outro.”
 
Outro fator importante que o casal desenvolve nesses primeiros anos a sós é a criação de regras somente deles. “Cada um vem com seu histórico familiar e eles devem chegar a um senso comum de como levarão a vida entre os dois. Essa negociação não é explícita e acontece naturalmente”, completa Cristiane.
Para ela, essas novas regras fazem parte do processo de maturidade do casal. “Primeiro eles se desprendem da família de origem, depois criam novas regras e um novo padrão de comunicação. É por isso que esse tempo de estarem a sós é importante, qualquer interferência extra pode influenciar na vida do casal e isso não acontece somente em relação aos filhos, mas também aos pais que não querem perder espaço na nova vida do filho.”
Quando um filho chega
É claro que chega um momento que o casal pode desejar ter um filho. “Quando isso acontecer é importante que eles consigam manter a identidade do casal, para ter uma estrutura familiar concreta”, explica a psicóloga.
Para o casal manter essa identidade criada até o momento é preciso que eles separem tempo para estarem juntos, mesmo depois de um filho. “Devem conservar a intimidade, ter prazer na companhia do outro, cultivar a comunicação, falar das questões de adultos, ter a conquista diária podendo namorar o outro, assim como nos primeiros anos de relacionamento. É preciso atenção entre o casal, pois 70% das separações ocorrem quando há filhos pequenos”, enfatiza Cristiane.
É importante salientar e lembrar que o contexto familiar começa com dois indivíduos, desde o momento da concepção até o nascimento do filho, e também termina a dois. “A família começa como casal, depois chega a etapa dos filhos pequenos, na adolescência, jovens, adultos, vem a fase do ninho vazio, onde os pais sentem a saída do filho de casa, e lá estão os dois novamente, como casal”, ensina.
É por isso que é importante manter essa base da vida conjugal. “Mesmo depois de serem pais é preciso ainda se olharem, se encontrarem. Com o casal mais unido é possível dar suporte aos filhos em qualquer fase que eles estejam, até porque casais que vivem bem a vida íntima e há essa cumplicidade serão exemplos para os filhos, em relação às suas escolhas conjugais do futuro.”
Dicas de como manter a vida conjugal
Para conseguirem ter uma vida a dois mesmo depois dos filhos, é preciso que ambos alimentem a relação. “É necessário surpreender ao outro, combinar um dia para estarem juntos, ir ao cinema e até mesmo viajar, sem falar de fazer jantar romântico, ir aos lugares que iam quando namorados, escrever cartas, enfim, há muito que se pode fazer, basta querer”, finaliza Cristiane.
 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Programa "Obreiros em Foco"

Hoje ás 22h no programa "Obreiros em Foco" na iurdtv.com e Rede Família, em especial o Bispo Sergio vai fazer uma oração de proteção para todos os obreiros e suas famílias, com um salmo de proteção no momento da oração.



Não percam e convidem todos os obreiros, familiares e amigos para receberem a oração da proteção.


E a 2ª parte da entrevista exclusiva com a obreira que levou um tiro na cabeça.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Como Apoiar O Seu Marido...

1. Elogie seu marido........
Todo ser humano gosta de receber elogios e seu marido não é diferente (Pv.3:27). Ele não poderá ler isso na sepultura quando estiver lá!


2. Incentive seu marido.........
Todo ser humano necessita de incentivo, inclusive seu marido (Pv. 12:25). Uma boa palavra vinda de você dá coragem a seu marido para enfrentar os ...desafios da vida.

3. Cuide de seu casamento........
“O casamento não é uma brincadeira”. Deve ser trabalhado e acompanhado de oração (Ef.5:33).

4. Cuide de sua família........
Você deve levar a sério as refeições, os horários, as roupas, os conselhos e instruções que dá aos filhos. Nada dignifica tanto ao homem do que uma esposa e uma família que se comporta belamente.

5. Cuide de seu lar......... Recorra à graça de Deus para ajudá-la a cuidar dos trabalhos domésticos rotineiros. Peça ao Senhor que a ajude a atender ao bom andamento de sua casa.

6. Dê liberdade ao seu marido........
Apóie e sirva ao seu marido, pare de choramingar, reclamar, resmungar, impedir que seu marido tenha tempo para fazer o que necessita.

7. Entenda que seu comportamento reflete nele.......
Essa é uma das razões pelas quais seu marido é conhecido e respeitado.

Que Deus abençoe a todos os lares!!!

Fonte: Esposa Virtuosa

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sinal de Deus.


O uso de aliança não significa, necessariamente, lealdade no casamento.
Significa, apenas, compromisso assumido com alguém.
Mas para os que prezam a honra, a lealdade faz parte de seu caráter.

Tão importante que fazem questão de jamais removê-la do dedo.
Quaisquer que sejam as circunstâncias.
Na saúde, na doença, na riqueza, na pobreza...
Mas não tem sido muito comum o caráter leal entre os humanos.
Assim como não tem sido comum o caráter de fidelidade para com Deus.
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos.” Mateus 24.12
Se a lealdade para com quem se vê é rara, quanto mais a fidelidade para com quem não se vê.
De qualquer forma, seja a relação marido/mulher ou criatura/Criador há algo físico que sinaliza tal parceria.
São as alianças.
Brilhante, ouro, prata, cobre ou mesmo latão, não faz diferença.
Sua importância não está no valor venal, mas no seu significado.
Uma aliança trata de parceria definitiva com a pessoa mais querida do mundo.
Sua alma gêmea
Alguém que, abaixo do Senhor Jesus, está acima de todas as demais pessoas deste mundo.
Acima dos pais, filhos, irmãos, enfim, acima de todo o mundo.
Esse é o sentimento da sagrada aliança marido/mulher.
Assim como tem de ser o relacionamento de fé entre a criatura e o Criador.
Impossível ser feliz neste mundo sem um perfeito casamento.
Por outro lado, é impossível ter um perfeito casamento sem uma verdadeira aliança com o Senhor.
No casamento, as alianças são o sinal do compromisso firmado entre o casal.
Os dízimos e as ofertas são o sinal de compromisso do servo para com o Senhor.
Dízimos simbolizam fidelidade;
Ofertas simbolizam amor.
Fidelidade e amor, ingredientes fundamentais no relacionamento com o Senhor.
Lealdade e amor, ingredientes fundamentais no relacionamento marido e mulher.
Em outras palavras, o relacionamento marido e mulher tipifica o relacionamento entre a criatura e o Criador.

Fonte: Blog do Bispo Macedo

sábado, 5 de maio de 2012

Ah! Mulher Virtuosa, Onde Achar?


Não está escrito que a boa filha será boa esposa e boa mãe. Mas será.
Nem que o bom filho será bom esposo e bom pai. Também será.

Na prática, é isso que a vida tem nos ensinado.

Tão certo como Deus existe, os verdadeiros filhos de Deus serão fiéis, compreensivos e excelentes parceiros.

É a cruz de cada cristão.

A haste vertical trata do relacionamento com Deus.

Os braços da cruz tratam do relacionamento com esposa/marido.

Não há cruz sem braços.

Na perfeita cruz (casamento), os braços são construídos a partir de um pedaço da haste vertical.

O sábio, ao construir sua cruz, escolhe os braços com a mesma madeira da haste vertical.

O mesmo material da haste vertical compõe os braços.

O homem espiritual procura uma mulher espiritual.

A mulher nascida do Espírito também busca um homem nascido do Espírito.

Na prática, ambos têm a mesma natureza Divina.

São fiéis nos dízimos e ofertas.

Se são fiéis a Deus também o serão mutuamente.

Estarão dispostos a sacrificar sua vontade para fazer a de Deus.

Se sacrificam para quem não veem, sacrificarão para a pessoa amada.

A beleza da aparência está nas virtudes do caráter.

“A mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a indiscreta é como podridão nos seus ossos.” Provérbios 12.4

Ela é discreta na conduta, no falar e na vestimenta.

Se respeita os pais, respeitará o marido e vice-versa.

“Ah, mulher virtuosa, quem a achará?” Provérbios 31.10

O Senhor acudiu à aflição de Agar, serva de Sara, junto ao poço.

Rebeca, mulher de Isaque, foi achada junto a um poço;

Raquel, mulher de Jacó, foi achada junto a um poço;

Zípora, mulher de Moisés, foi achada junto a um poço;

A mulher samaritana achou Jesus junto ao poço de Jacó.

Nos tempos bíblicos, a construção de uma cidade começava ao redor de uma fonte descoberta.

A vida eterna e um casamento sólido e feliz também tem início a partir do Senhor Jesus Cristo - A Fonte da Vida.

O poço tipifica Jesus - a Fonte.

A água tipifica o Espírito Santo - a Água da Vida.

Leia e medite nessa mensagem até a sua perfeita compreensão.

Certamente o Espírito de Deus iluminará seu entendimento.

Publicado por: Bispo Edir Macedo

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Casamento Cristão X Casamento Mundano


Se perguntássemos a todas as pessoas casadas: “Por que você se casou?” Essa pergunta teria apenas duas respostas. A mais sincera seria: “Eu me casei porque quis”. Vi nessa moça (ou rapaz) alguma coisa que me agradou. Tinha alguns desejos – emocionais, físicos e sociais – muito intensos, e ela (ou ele) parecia a pessoa mais adequada para satisfazê-los. Por isso me casei.”

No casamento mundano motivo da união tem origem neles mesmos. O casamento que é baseado em nossa própria vontade é como uma nota falsa. Parece com a verdadeira mas um bom conhecedor vê logo que se trata de uma falsificação. É por isso que muitos deles acabam falindo.

O amor humano se exaure rapidamente. Depois nem o desejo sexual, nem o status social são suficientes para sustentar a relação, e afinal o casal tem que reconhecer que o casamento não vai bem. Alguns terminam em separação; outros vão se agüentando até quando podem. Mas tais casamentos não passam de arremedos do verdadeiro. É que houve ali uma tentativa de se criar, pela vontade do casal, algo que só Deus pode criar.

Porém a melhor resposta seria: “Casei-me porque senti que era essa a vontade de Deus”. Isso é um casamento cristão. Um casamento não é cristão apenas pelo fato de ter sido oficializado numa igreja; mas o é porque se originou no coração de Deus. O casal se une para obedecer a vontade de Deus. O casamento cristão começa no momento em que duas pessoas reconhecem que Deus escolheu uma para a outra. Deus une um casal em matrimônio não para satisfazer o desejo do coração deles, mas para realizar o desejo do seu próprio. Só o amor de Deus é capaz de sustentar um bom casamento. E ele nasce quando reconhecemos que nosso casamento é da vontade de Deus, que foi Deus que nos escolheu um para o outro, e nos casamos em obediência à vontade Dele.


Deus abençoe a todos os lares!!

Fonte: Esposa Virtuosa

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Terapia do Amor com Bp. Renato e Cristiane Cardoso no Cenáculo Matriz

Neste sábado, 28 de Janeiro no Cenáculo Matriz RJ aconteceu a reunião da Terapia do Amor que contou com a presença do Bispo Renato Cardoso e sua esposa Cristiane Cardoso, estes que são apresentadores do Programa The Love School que vai ao ar de segunda e sexta-feira na IURDTV às 15:00h e, aos sábados são apresentados ao vivo na Rede Record ao 12:00h.
Logo ao inciar-se a reunião, o Bp. Renato fez uma oração em prol de todos ali presentes, pedindo a Deus que Ele venha abrir o entendimento de todos, venha dar sabedoria ao que foi passado na reunião.
Ao começar, o Bp. Renato deu ênfase a três espíritos que afetam diretamente a pessoa na vida sentimental, o primeiro deles: O Espírito do Desamor. Este, que é um espírito que mina o amor no coração das pessoas é um espírito contrário ao Espírito do Amor. O espírito do desamor faz com que a pessoa venha a ter destruição na família, venha a se divorciar, portanto, quando a pessoa se separa, quando os pais pedem um divórcio, acontecem vários problemas na família, então o Espírito do Desamor chega á sua vida, por mais que você seja inteligente, você não consegue acabar com ele pelas forças do braço, há uma solução, mas é preciso que você reconheça para tirar este mal de sua vida.
A bíblia diz que Deus é amor e o diabo é o desamor, o egoísmo, a ignorância, etc.
Assim, o Bp. Renato chamou à frente do altar todas as pessoas que não tem tido sorte na vida sentimental, orou a Deus para que Ele venha desfazer, livrar a todos dos espíritos que causam solidão, mágoa, sentimento e não deixa ninguém se aproximar dela (e).
As pessoas estão totalmente sendo guiadas por ideologias, propagandas das mídias, estão tentando resolver seu problema com as influências deste mundo. Elas não estão confiando em Deus, colocando nas Mãos dEle a solução dos seus problemas. ” Disse o Bispo.
Após a oração, continuou a explicar sobre o três espíritos.
O segundo espírito: Espírito do Amor. Quando a pessoa tem o Espírito do Amor, ela confia e põe todas as suas necessidades em Deus, não fica ansioso (a) em encontrar alguém, e por várias vezes quer encontrar uma pessoa cheia de qualidades, uma pessoa de Deus que atenda todas as suas expectativas, mas será que ela/ele tem sido a pessoa certa?
Você tem que estar ligado em Deus, crer n’Ele, porque Deus é ou não é contigo, se você não se sujeitar ao Espírito do Amor, de imediato se sujeita ao Espírito do Desamor.” Então foram à frente do altar todas as pessoas que desejam confiarem sua vida sentimental ao Senhor Jesus, para que Ele venha reconstruir suas vidas.
O terceiro espírito: O espírito da doutrina, ou seja, você tem que saber doutrinar as suas vontades, saber entender o seu parceiro(a), porque ninguém muda pela pressão de outra pessoa, quando você quer que outra pessoa mude, mediatamente vai deixá-la(o) frustrado e forçar o seu egoísmo.

Cristiane Cardoso relatou que ao se casar com o Bispo Renato eles tiveram que por o Espírito Santo na frente, deixaram que Ele os moldasse e fazer suas vontades para atender as vontades de Deus ‘’O nosso espírito precisa deixar o Espírito Santo agir, deixar de lado o egoísmo. A mulher que quer que o homem pense como ela, está se frustrado, portanto fica um ciclo, porque ambos não querem mudar. O nosso espírito é egoísta, quer fazer só o nosso, então você tem que atender às vontades do Espírito Santo e deixá-lo guiar seu casamento, seu relacionamento, porque quando você o põe à frente, todas as suas dúvidas, medos, problemas são resolvidos. O seu espírito é responsável também pela sua felicidade, ou infelicidade sentimental, quando passa a doutrinar seu espírito tratando dele, ele passa a agir.”
“Você quer uma mulher ou homem de Deus? Seja antes de tudo, um homem ou uma mulher de Deus. Quando você é submetido ao Espírito Santo, você investe em você! Estuda, é uma pessoa inteligente, busca entendimento e investe no seu interior e no seu exterior. Antes de tudo, seja você o referencial, o modelo. Se valorize!” Esta foi a mensagem dada para todos refletirem.

Então com essas mensagens de fé, o Bispo Renato Cardoso terminou a reunião abençoando a todos ali presentes e os convidando para estarem todos os sábados na Terapia do Amor.

domingo, 14 de agosto de 2011

A Mulher que Ouve O Espírito Santo.


Depois disto ouvi a Voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por Nós?
Isaías 6.8

O inferno não se farta. Antes, cada vez mais esfomeado por almas perdidas.
Enquanto isso, no céu, o Pai, o Filho e o Espírito Santo busca mulheres na Terra que possam ir por Ele atrás dos que se perdem.
Quem há de ir por Nós? Deus quer ver nossa atitude de fé inteligente; fé que independa de sentimentos. Uma fé inabalável de mulheres segundo o coração de Deus, que lutam por seus casamentos e por suas famílias. Mulheres que não temem as adversidades...Mulheres que acreditam que o marido que é incrédulo e agressivo hoje, será benção amanhã...Mulheres que não desistem de guerrear mesmo quando nada esta a favor e o inimigo insiste em tocar nos sentimentos...Pois, qual exército vence inimigos na base de emoções?
O diabo é espírito e, por conta disso, usa a razão para matar, roubar e destruir os que usam a fé emotiva. Isto é, a fé que quer VER para CRER.
Deus é Espírito e, quer ver Seu exército de mulheres valorosas conquistar a vida com abundância usando a ferramenta da fé. Isto é, CRER para VER.


Amiga, é preciso ser especial, mais que serva - escolhida a dedo - para renunciar projetos pessoais e abraçar os de Deus.

Fonte: Esposa Virtuosa 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Cuide Da Sua Família.

Ou se Deus intentou ir tomar para si um povo do meio de outro povo com provas, com sinais, e com milagres, e com peleja, e com mão forte, e com braço estendido, e com grandes espantos, conforme a tudo quanto o SENHOR vosso Deus vos fez no Egito aos vossos olhos? A ti te foi mostrado para que soubesses que o SENHOR é Deus; nenhum outro há senão ele. Deuteronômio 4: 34,35.

Existem pessoas que não sabem discernir o que vem do Espírito e o que vem da carne. Se você quer emagrecer, vai comer comida gordurosa? Claro que não. Uma pessoa de dieta ou com problemas de colesterol alto ou diabetes, passa a evitar frituras e doces. Isso é usar a inteligência. E andar no Espírito é fazer a vontade de Deus. E o que é fazer a vontade de Deus? É ganhar almas para O Senhor Jesus.

Muitos que chegam ao Senhor Jesus, O procuram para cura de doenças, para tirar um parente dos vícios, para abria as portas de emprego, enfim, desses muitos, poucos entendem que em primeiro lugar está o Senhor Jesus, em primeiro lugar está a sua salvação. Para você ganhar uma alma para O Senhor Jesus, primeiro você tem que ser liberto e selado com O Espírito Santo. Depois, ganhar almas, tanto na rua quanto em casa.

Mas agradar a Deus também é cuidar de sua família. Para aqueles que já tiveram o Encontro com Deus, evangelizam também evangelizam dentro de casa, na sua família. Para aquele que, na sua família, só você está na Presença de Deus e a sua família ainda não, busque por eles. Antes de ver a sua família liberta, você tem que estar salvo para salvar os seus familiares, tanto que Deus, na Sua Palavra, tem promessas pára a família dos Seus Escolhidos. Como está escrito: E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora.Gênesis 2:18. 

E todo aquele que faz a Sua Vontade, ou seja, ganha almas para O Senhor Jesus e cuida dos seus, também há a promessa de Suas bençãos sobre a vida daqueles que O servem e fazem a Sua Vontade: E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. Joel 2:28.

A vinda do Senhor está mais próxima do que imaginamos e temos a oportunidade de levar a Sua Palavra, a Sua Salvação para todos. E aqueles que estão na Sua Presença, vigiem ainda mais e se preparem para a Sua vinda, em Nome do Senhor Jesus.

Fique firme com Deus.

sábado, 13 de novembro de 2010

10 Traços De Uma Família Saudável.


  1. Cada um é respeitado como indivíduo, digno de atenção, que tem desejos e necessidades únicas. 
  2. Há alguém que é a figura de autoridade clara, respeitada por todos os demais membros da família. 
  3. Existe participação/discussão no tomar de decisões, com a decisão final sendo tomada pela pessoa em autoridade para beneficiar a todos.
  4. Cada um entende quais são e cumpre suas responsabilidades financeiras. 
  5. Passar tempo juntos e fazer atividades em família é uma prática que é valorizada. 
  6. A comunicação é aberta, honesta, e marcada por respeito mútuo. 
  7. Há um forte sentimento de compromisso um para com o outro, e por isso, divórcio nunca é considerado. 
  8. Há um cuidado verdadeiro e preocupação com o bem-estar um do outro. 
  9. Há um casamento sólido, que os filhos admiram e esperam emular quando se tornarem adultos. 
  10. Há incentivo e comemoração pelo sucesso um do outro. 
Concorda ou descorda? Tem algo a acrescentar à lista? Escreva seus comentários abaixo.


Fonte: Bispo Renato Cardoso