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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Miss renuncia à coroa pelo marido.

Veja o que essa decisão tem a ver com a sua vida amorosa.


Das duas opções, você só pode escolher uma: receber o maior prêmio de sua carreira ou se casar com a pessoa que você ama. O que você faria nessa situação?

Recentemente, a modelo Ana Luísa Castro (foto ao lado) ganhou a coroa do concurso Miss Mundo Brasil, porém, o regulamento só permitia a participação de mulheres solteiras. Ana Luísa estava em um processo para a legalização de seu casamento, com o belga Tanguy De Backer.

Assim, a organização disse que a modelo feria o regulamento e, por isso, precisaria optar entre ficar com o título (se separando do marido) ou entregá-lo para a segunda colocada. Para a surpresa de muitos, Ana Luísa renunciou ao prêmio.

“Eu fui clara desde o início quanto ao meu casamento. Não me arrependi de forma alguma. Eu sei que eu fiz uma escolha certa e não vou me arrepender disso nunca. Tenho certeza de que as oportunidades vêm e vão, e a pessoa que eu amo não vai embora. Eu não acho que o matrimônio atrapalharia nenhum tipo de trabalho. É uma regra que não condiz com o nosso tempo", destacou a modelo.

O casamento foi instituído por Deus

Quando Deus criou o matrimônio entre Adão e Eva, deixou uma mensagem clara de que os seres humanos só aprenderiam como se relacionar com Ele se soubessem como se relacionar entre si.

O interessante é que quanto mais a humanidade tem se distanciado de Deus, mais os relacionamentos têm se mostrado frágeis e temporários, além de disfuncionais.

Muitas pessoas desejam a felicidade na vida amorosa, mas, por não saberem como lidar com o relacionamento, acabam sofrendo. Contudo, a aliança entre um homem e uma mulher é uma representação da aliança que devemos ter com Deus.

Para que tudo dê certo, é necessário que entre o casal se desenvolva todos os dias o respeito, a confiança, os objetivos em comum, o diálogo, a intimidade e o sacrifício (sim, é preciso saber sacrificar as próprias vontades também).

Então, se você deseja a felicidade na vida amorosa, não perca tempo. Procure ajuda. Participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, em uma Universal mais próxima de você. Veja o endereço aqui.

Você também pode conversar com bispos, pastores e esposas de pastores a qualquer momento por meio do Pastor Online. Você será atendido e orientado.

Fonte: Universal.org

domingo, 15 de novembro de 2015

Como brigar e acabar em beijos.



Se colocássemos algumas opções do que você gostaria que acontecesse depois de uma briga entre você e seu (sua) parceiro (a), qual escolheria?

a) Nada foi resolvido
b) Corações feridos e despedaçados
c) Ambos chateados e calados
d) Solução e beijos de amor

Certamente, todos escolheriam a opção “d”, por ser a mais sensata e agradável. Porém, o que é necessário fazer para acabar uma briga com a solução do problema e, consequentemente, em beijos?

Você deve atentar para esses cinco pontos:

1 – Saiba o porquê e sobre o que estão brigando. Muitos começam a discutir sobre algo e depois mudam totalmente o foco da discussão. Por fim, acabam até se esquecendo sobre o que começaram a brigar. Isso acontece porque outros assuntos passados e paralelos, que não tinham nenhuma relação com a briga, foram trazidos à tona. Vários casais começam reclamando de uma coisa e terminam falando de outra completamente diferente. Por isso, é necessário ter em mente o assunto principal e focar somente nele. Defina e discuta sobre um ponto específico. Se for um gasto indevido, por exemplo, você falará apenas disso. Nada de mencionar as crianças, pular para a sogra, falar do patrão ou relembrar algo que aconteceu há muito tempo.

2 – Lembre-se de que você tem dois ouvidos e uma boca. Preste atenção no que a pessoa está falando, em vez de bolar em sua mente argumentos para se defender. Tente entender o porquê ela se sente assim. Se as reclamações não forem devidamente ouvidas, vocês não poderão entender qual é o problema e, consequentemente, o mesmo não será resolvido. Por isso, essa regra é fundamental: ouvir mais e falar menos. Ainda que, de início, você não concorde com o que o outro esteja falando, procure compreendê-lo e se colocar no lugar dele.

3 – Não fale tudo o que sente ou pensa. Muitos vomitam sentimentos e pensamentos sobre seus parceiros com a desculpa de que “precisam abrir seus corações” ou de que “só estão sendo sinceros”, mas, ao fazerem isso, acabam ferindo a pessoa amada. Todos nós sentimos e pensamos coisas ruins no momento da raiva, mas não precisamos despejar esse “pum cerebral” sobre o (a) parceiro (a). Afinal, o que é mais adequado quando se tem gases? Soltá-los na frente da outra pessoa ou sair de perto e lidar com aquilo da sua maneira? Assim como essa última opção, devemos administrar e nos livrar dos sentimentos e pensamentos ruins, sem prejudicar o outro.

4 – Ataque o problema e não a pessoa. Em uma briga, é necessário entender quem é o inimigo. O seu inimigo não é a pessoa que você ama, mas é o problema que tem prejudicado vocês. Por isso, em vez de atribuir características ruins ao outro, dizendo que ele é isso ou aquilo, fale do problema. Em vez de chamá-lo de grosso, por exemplo, diga que você não gostou do jeito que ele falou com você. Assim, ressaltará o problema, que é o “jeito” de falar, sem ofender a pessoa.

5 – Combine o que cada um fará de agora em diante. A briga não acaba nem o problema se resolve enquanto ambos não combinarem o que farão a respeito. Trata-se de um acordo. Afinal, para que a situação não se repita, é preciso fazer diferente de como estava sendo feito até então, acordando qual será a parte de cada um. Depois de estarem combinados, os abraços e beijos acontecerão naturalmente. Já que os desentendimentos são inevitáveis, desejamos a todos bons beijos!

Fonte: Universal.org

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

5 dicas para manter um casamento duradouro.

Atitudes simples podem ajudar no relacionamento.



Bernie Mills, de 80 anos, e a esposa dele, Carol, de 75 anos, não sabem o que significa a palavra viral, gíria para apontar quando um post é compartilhado milhares de vezes na internet. Mas a imagem dele segurando um buquê de rosas e uma caixa de chocolates à espera dela, no Aeroporto Internacional de Los Angeles, nos Estados Unidos, despertou tanta curiosidade, ao ser reenviada inúmeras vezes pelas redes sociais que, além de ter “viralizado”, rendeu uma entrevista do casal para a revista eletrônica norte-americana Inside Edition. 

O vídeo mostra a singela cena de Bernie esperando Carol. Os dois foram casados durante 50 anos e eram viúvos, até que se conheceram em 2010. Ela estava longe dele há duas semanas e os dois nunca tinham ficado tanto tempo distantes um do outro. No momento do reencontro, ele abre um sorriso, dá um beijo nela e lhe entrega os presentes. O casal se surpreendeu com a repercussão do vídeo. Mas, além da bela imagem que sugere que é possível ser feliz em qualquer idade, o vídeo mostra que uma ação que parece banal, como a de Bernie, pode ser um ótimo exemplo para tornar a relação amorosa mais sólida e duradoura.
Em geral, nas relações, depois que as pessoas se conhecem, namoram e se casam, é normal que ocorram cobranças de parte a parte e isso pode desgastá-las com o passar do tempo. A psicóloga Ana Carolina Perez, especializada em terapia de casal, sugere que para evitar isso é preciso respeitar os limites do outro. “Não se pode exigir das pessoas mais do que elas podem dar, já que isso gera frustrações sobre o outro e torna ambas as partes constantemente insatisfeitas. O que se pode fazer é encontrar juntos, um ajudando o outro, alternativas que facilitem romper os limites pessoais”, diz.

O hábito e a mudança
E se a chama da paixão vai se apagando, sempre há algo a fazer para que o amor não morra por completo. “A ciência nos mostra que se nos habituarmos a fazer coisas, mesmo que a princípio sejam sem vontade – por exemplo, elogiar e ressaltar as qualidades do parceiro –, naturalmente essas atitudes se tornarão prazerosas”, afirma a psicóloga.

Para os designers de interiores Reginaldo de Oliveira, de 51 anos, e Silvia de Oliveira, de 44 anos, casados há quase duas décadas, também há outras ações que ajudam a manter a relação. “Reconhecer que temos diferenças e estabelecer o diálogo ajuda. Para o homem é mais difícil aprender que precisa ouvir a mulher e ter paciência com ela, mas é necessário”, diz Reginaldo.

Caráter e comprometimento
Quando se conheceram, os dois estavam saindo de relacionamentos anteriores que não foram saudáveis. “Fomos apresentados por uma amiga em comum e em seguida ele já conheceu meus pais, se dirigindo a eles como sogro e sogra. Apesar da brincadeira, ele logo demonstrou que queria algo sério comigo. Um mês depois nos encontramos novamente e passados dois meses resolvemos ficar juntos. O casamento veio em seguida”, conta Silvia. Uma das virtudes de Reginaldo que chamou atenção dela foi o caráter. Anos depois, essa qualidade mostrouse fundamental para manter o casamento dos dois. “Eu tive um tumor na cabeça e passei por duas cirurgias. Ouvi várias vezes de pessoas próximas que ele iria me deixar, mas eu tinha certeza de que isso não aconteceria”, diz Silvia.


Reginaldo cuidou da esposa e procurou protegê-la nesse período delicado pelo qual passaram. Juntos, eles sempre procuram fazer algo para que a relação deles não caia na rotina. “Toda vez que passo por alguma loja, lembro da minha mulher e compro algo para agradá-la. Esquecer as datas especiais, como aniversário, nem pensar (risos)”, conta o designer. Já Silvia afirma que adora fazer surpresas para o marido: “Escrevo bilhetes para ele e tento cultivar nosso casamento fazendo um jantar especial. Acho que é assim sempre: a gente só colhe o que planta e precisa plantar todos os dias”, sentencia ela.
Fonte: Universal.org


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A beleza além dos olhos.

Ela não pôde ser deteriorada pelo fogo nem será perdida com o tempo.


Recentemente, o mundo ficou surpreso com o pedido de casamento feito por Michael Hoskin, noivo da ex-modelo australiana Turia Pitt, de 27 anos. A surpresa é pelo fato de Turia ter tido sua aparência completamente deformada em um acidente há 4 anos.

Michael permaneceu ao lado da noiva por todo esse tempo e a ajudou a superar o trauma e a recuperar sua autoestima que, ao contrário do que muitos pensam, não está ligada ao que contemplamos diante do espelho, mas ao nosso interior.

Quem nunca ficou impressionado com a beleza de alguém, mas na primeira conversa perdeu o encanto? Bastou uma palavra, um gesto ou uma atitude para que, numa questão de segundos, aquela ótima impressão caísse por terra.

Em contrapartida, existem pessoas que, à primeira vista, não chamam atenção pelo exterior nem despertam muito interesse, mas numa simples conversa mudam nosso conceito, e aí passamos a enxergar uma beleza que, até então, não era notada.

Pois é. Estamos falando aqui de dois tipos de beleza: a exterior e a interior.
E é exatamente essa beleza interior que Michael Hoskin está valorizando na noiva Turia. Ele sabe que o verdadeiro valor dela está muito além do que os olhos podem ver. Por isso, a atual aparência da jovem não abalou o amor do casal.

A escritora e apresentadora, Cristiane Cardoso, ressalta que a verdadeira beleza é aquela em que podemos investir e tirar proveito não somente por alguns anos, mas por toda vida.
“A beleza interior não envelhece, ela só tende a ficar mais bonita, mais agradável e até mais atraente. Ela não se transformará em feiura com o tempo e não será um fardo para você quando envelhecer”, afirma.

Quando a pessoa investe na sua aparência, ela pode até ficar feliz por algum tempo, mas vai chegar um momento em que, por mais que invista em tratamentos e cirurgias plásticas, não terá o resultado desejado. Além disso, a tendência é sentir-se inferior às mulheres mais jovens, achando-se cada vez mais feia e inadequada.
 “Você tem que aprender a ver a beleza do seu parceiro além da pele”, esse foi o conselho dado pelo apresentador da Escola do Amor, Renato Cardoso, em seu blog.
 “Se você não aprender a procurar a beleza interior do seu parceiro(a), seu casamento estará fadado à rotina, à chatice e à indiferença um pelo outro”, conclui.

Michael já havia aprendido essa lição, por isso, para ele foi natural permanecer ao lado da mulher amada. Seu amor não estava condicionado à beleza exterior de Turia, mas à beleza interior que não pôde ser deteriorada pelo fogo nem será perdida com o tempo.

Diante desse exemplo, é possível compreender que a beleza exterior é apenas um reflexo da interior. 

Por isso, você deve cuidar, sim, da sua aparência, mas não faça dela sua prioridade, pois, o seu valor está muito além do que os olhos podem ver.

Pensando nisso, a qual beleza você tem dado prioridade?


 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Saiba ouvir sua mulher.

Esta é uma de suas maiores dificuldades? Calma, você chega lá.

 


Ouvir as mulheres é uma enorme dificuldade para muitos homens, ao mesmo tempo que, para elas, é uma das maiores necessidades. Equação difícil de resolver, não, caro leitor impaciente? É, mas se muitos já conseguiram, você também chega lá.

Não importa o quanto o cara é inteligente: é característica da maioria da ala masculina não ter paciência para ouvir a feminina e interrompê-la. Quem disse foi um pessoal muito bem informado.

Uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, não só afirma isso como diz que o mau costume começa cedo. Foram entrevistadas crianças de oito anos de idade de ambos os sexos e os estudiosos notaram que tanto os meninos quanto as meninas se comportavam do mesmo modo quando o entrevistador adulto era um homem. Porém, se quem fazia as perguntas era uma mulher, os garotos a interrompiam 20% mais do que as garotas. Além disso, sabe quantos meninos demonstraram ter menos paciência com a entrevistadora? Todos! Pois é.

Triste, não é? Agora, ponha-se no lugar da mulher.Você acha que é fácil para ela ser interrompida ou ignorada quando quer tanto ser ouvida? Seja sincero: é só ela começar a falar e você já faz cara de “ih, lá vem”? Então, veja algumas dicas dos pesquisadores norte-americanos:

O tempo delas é outro
– O jeito delas abordarem um assunto delicado é diferente. O homem costuma ser mais direto, mas as mulheres floreiam com mil detalhes, rodeiam o problema – seja ele só dela, seja seu ou dos dois. Respeite esse ritmo,
sem interrompê-las.

Bola em campo
– Preste atenção ao que ela diz como se fosse o seu time do coração jogando na final de um campeonato. Isso mesmo: aquele jogo do qual você não quer perder nem um segundo, nem um detalhe. Só não grite “goool” no final, senão...
Tolerância x paciência
– Sim, são duas coisas diferentes, sabia? Paciência é simplesmente aguentar ouvir até o final. Tolerância é, mesmo quando discorda, também ouvir até o fim – ainda que sua vontade seja a de pular na frente dela e dizer “você está errada, caramba”. Claro, isso não se aplica somente ao diálogo entre homem e mulher. Mostra respeito. Essa atitude vai pesar a seu favor em conversas futuras, pois a mulher se lembrará de que você a respeitou, mesmo quando não compartilharam da mesma opinião.

O grande segredo
– Enorme. O principal. Sabe qual é? Não tente resolver a questão! Agora o bicho pegou, não é? A diferença entre nós e elas é essa mesma: elas só querem desabafar, um ombro amigo – e, claro, duas orelhas. E não a resolução da questão. Se você a interromper, ela entenderá assim: “Esse cara não se importa comigo”. Fique certo de uma coisa: se ela quiser uma solução ou sua opinião sobre algo, ela a pedirá com clareza. Se não pedir, lembre-se da velha máxima chinesa: “Palavra é prata, silêncio é ouro”.
Pronto. São dicas simples e parecem aquela coisa de “é mais fácil falar do que fazer”. Mas não custa tentar, parceiro. Depois nos conte como foi a experiência.

PACIÊNCIA DE PRESENTE
Todo cara tem uma mulher especial em sua vida. Ou mais de uma, pois entram na conta mãe, filha, irmã... Então, que tal lhe fazer uma surpresa agradável?  Tem que ser algo de que ela goste ou precise muito. E, se o que ela quer é justamente ser ouvida sem interrupção impaciente, dê isso de presente! Pode ser durante um jantar num lugar interessante, em um passeio num parque de sua cidade... De qualquer modo, ela tem que perceber que você pensou nela e se esforçou para planejar e executar isso. Ah, você já é um bom ouvinte? Veja outras sugestões de surpresas especiais no Desafio #36, lá em www.intellimen.com.


DICA TECNOLÓGICA

ARMÁRIO ORGANIZADO
Homem não tem muita paciência para escolher o que vestir, mas, às vezes, é necessário saber a roupa certa para cada ocasião. O aplicativo Stylebook Men dá uma grande mão nisso, pois ajuda a organizar seu guarda-roupa e a aproveitar melhor o que tem nele para quando você for para o trabalho, passear, viajar, etc. Para iOS, por US$ 3,99.




Fonte: Universal.org

domingo, 5 de julho de 2015

Somos muito diferentes. Será que pode dar certo?

Aprenda a usar as diferenças entre vocês e torná-las aliadas.


Um gosta de preto e o outro de branco, um prefere a noite e o outro o dia, um gosta de sair e o outro prefere ficar em casa. É possível que um casal que contraste tanto consiga ter um bom relacionamento? Depende. É essencial entender que nenhum ser humano é igual. Talvez o começo do casamento acentue ainda mais isso até chegar ao ponto de você se perguntar: “por que me casei com alguém tão diferente de mim? Isso nunca vai dar certo”.
Mas, calma. Existem diferenças e diferenças. Algumas podem até ser benéficas para o casamento, já que forçam um dos dois lados a sair da zona de conforto. É o que explica o psicólogo Vitor Barros Rego, mestre em psicologia social. “As diferenças costumam gerar pontos de vistas variados, mas isso não quer dizer antagônicos, contrários um ao outro. A diferença, no seu lado positivo, nos beneficia com a possibilidade de nos vermos de outra maneira e também de sentirmos sensações novas”, explica.
Como assim sensações novas? É fácil de entender. Se você se casar com alguém muito parecido com você, os dois irão padecer de tédio cedo ou tarde. Sempre frequentarão os mesmos lugares, farão os mesmos programas, comerão os mesmos pratos. Mas e se você conhecer alguém que quebre a sua rotina e mostre outros lados da vida? Uma relação tende a se fortalecer ainda mais quando um acrescenta algo à vida do outro.
E o que fazer quando as diferenças não são tão simples assim? Para o psicólogo, é necessário discutir tudo antes de levar o compromisso adiante. “Existem diferenças mais drásticas, como valores a serem cultivados na vida. ‘Fingir’ que elas sumirão com o casamento pode ser uma cilada causadora de sofrimento. Ou você ficaria comendo a mesma comida ruim na esperança de algum dia o cozinheiro fazê-la do seu gosto?”, questiona.
Para a farmacêutica Gabrielli Tonon, de 30 anos, não há dúvidas quanto às diferenças que devem ser levadas em conta ou não dentro do seu relacionamento com o professor Adriano Rodrigues Duarte, de 37 anos. Ela conta que, quando eles se conheceram, percebeu que os dois não tinham nada a ver: ela gosta de um tipo de alimentação mais saudável e ele de fast-food. Ela gosta de viajar e de sair e ele é caseiro. Ela é do interior e ele da cidade grande. Mesmo assim, Gabrielli enxergou algo nele que a convenceu de que o relacionamento dos dois daria certo. “Eu vi que ele era muito gentil, me respeitava muito e me tratava bem”, relata.
Se mesmo com as diferenças os dois se apaixonaram, o casal aprendeu a conviver com elas para que, no casamento, elas se transformassem em aliadas. “É um exercício diário, cada um precisa saber ceder”, diz Gabrielli, que garante que “para o que realmente importa não temos diferenças, somos iguais, temos os mesmos valores de vida, queremos construir uma família em cima do que acreditamos, com respeito, companheirismo, tolerância e amor”, diz.
Toda união é uma escolha e sempre implica em saber abrir mão de algo, assim como Gabrielli e Adriano fazem. “Com as diferenças, aprendemos a viver um pouco do modo do outro. Ouvimos MPB, que eu gosto, enquanto comemos pizza ou sanduíche que ele gosta. Em outra ocasião ele vai comigo a um restaurante vegetariano”, revela Gabrielli.
Para o psicólogo, é preciso estar consciente de que os dois, homem e mulher, precisam estar preparados para ceder de vez em quando. “A pessoa precisa saber que terá que renunciar pelo bem da união. E que essa união tem uma espécie de contrato implícito, que deve ser reconfigurado várias vezes ao longo da convivência. Lembrando que um contrato tem que ser assinado pelas duas partes, em comum acordo, e não de maneira unilateral, sem que a outra parte saiba”, finaliza o profissional.

domingo, 17 de maio de 2015

Ela já tem filhos. E agora?

Saiba qual é o lugar e o papel de um padrasto.


De repente, a mulher que você ama diz que está grávida. Você fica feliz. Mas, em seguida, ela explica que o filho não é seu. Tente colocar-se no lugar de José, um simples carpinteiro que teve a honra de ser o padrasto do próprio Senhor Jesus em pessoa. Acha que foi fácil?
Não foi. Tanto que José pensou em “se mandar” e deixar Maria abandonada à própria sorte, em um tempo em que uma mulher solteira engravidar era uma catástrofe social para ela. Mas, em sonho, Deus deixou bem claro para aquele homem que a gravidez da jovem era mesmo obra dEle. A partir dali, José protegeu a esposa e aquele que, em seu coração, era seu filho. Fugiu com eles pelo deserto quando exércitos os perseguiam. Comprou aquela briga contra um governante poderoso e perigoso. Protegeu e foi provedor daquela família. Ensinou o menino a ser um bom carpinteiro, que respeitava aquele senhor como seu pai na Terra, embora soubesse de quem Ele realmente veio.
Dos tempos bíblicos para cá, continua muito comum um homem assumir um compromisso com uma mulher que já tenha filhos de outro relacionamento. Administrar a função de padrasto não é fácil, mas é possível quando existe amor entre o casal.
Se for o seu caso, caro leitor, o que você pode fazer para entender qual é o seu lugar? Pesquisadores do curso de serviço social da Brigham Young University (BYU), de Idaho, nos Estados Unidos, realizaram um estudo e chegaram a algumas conclusões que podem dar “uma mão” nesse assunto, como você verá a seguir.
Reconhecimento do “terreno” – analise se a relação entre a mulher e os filhos é respeitosa. O pretendente a marido e padrasto deve conhecer previamente a rotina, o convívio e até os problemas já existentes naquela família, pois, ao começar o relacionamento, fará parte disso tudo.
Saiba o seu lugar – ninguém substitui um pai. Esse lugar já tem dono. O que você deve querer é ser considerado um grande amigo e reconhecido como o marido da mãe da criança ou jovem. É muito importante que essa hierarquia seja respeitada para o bom funcionamento da família. É claro que, dependendo do modo como você lidará com as crianças e adolescentes, eles podem considerá-lo futuramente um pai – lembra-se do ditado “pai não é só quem gera, mas quem cria”? Mas isso é consequência e não objetivo nem obrigação dos enteados.
“Você não é meu pai” – ouvir isso é indesejável, mas possível. Pode ser, inclusive, por ciúme das crianças em relação à atenção que a mãe deles dá a você. Ah, muito importante: se você também já tem filhos, procure se dedicar igualmente aos seus e aos da esposa. Padrasto, enteados, mãe e parentes da mãe devem aprender que todos têm o seu lugar e importância nessa família. O homem tem de se impor, mas com respeito. Portanto, tome sua posição e reconheça a sua importância.
Depende de todos – uma relação saudável não é responsabilidade só do padrasto, mas também da esposa e dos enteados. A mãe deve intermediar a relação entre os filhos e o novo membro da família. O homem deve ajudar a esposa a criar as regras básicas de convivência e cuidar para que todos as respeitem.
Isso deve ser feito desde o início para evitar futuros problemas. Se o espaço e a importância de cada um forem respeitados, podem nascer laços não só de uma convivência pacífica, mas até de amor e admiração.
Respeite o tempo:
Ser reconhecido e respeitado pelos enteados não é algo que acontecerá da noite para o dia. Mas, administrando corretamente essa relação no presente, o futuro será melhor para todos: você, eles e sua esposa. Se isso for feito de um modo inteligente, determinará se os frutos serão colhidos em curto, médio ou longo prazos – ou sempre. 
Quer entender melhor isso? Veja o Desafio #35 em www.intellimen.com.
Ajuda Online:
Um executivo norte-americano se casou com uma mulher que já tinha dois filhos. Gostou tanto da experiência que resolveu ajudar outros homens que estivessem na mesma situação e lançou o site Support for Stepdads (Ajuda aos Padrastos, em tradução livre), com dicas que auxiliam inclusive pais biológicos.
Se você não domina o inglês, peça ajuda a alguém que saiba a língua ou, em último caso, apele para o tradutor do Google (www.supportforstepdads.com).
 Fonte: Universal.org

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Quando ela vive implorando amor.

Entenda por que muitas mulheres aceitam migalhas de atenção e descubra como construir um relacionamento saudável


Por Ana Carolina Cury / Foto: Fotolia e Arquivo Pessoal
Ele quase nunca telefona para você nem faz questão de saber nada sobre a sua vida e, apesar disso, você insiste em procurá-lo? Ele já disse que não a ama, mas ainda assim você acredita que com o tempo tudo irá mudar? Cuidado: se suas respostas para essas perguntas foram sim, você corre sérios riscos de sofrer nessa relação.
Pauliana Maria da Silva Lima, de 27 anos, vendedora, só aprendeu a se valorizar depois de muito sofrimento. Na adolescência, ela passou anos recebendo “migalhas” de atenção do ex-namorado. “Vivia sempre atrás dele, implorando para que ele ficasse comigo. Eu achava que não conseguiria viver se o namoro terminasse”, lembra.
O rapaz reagia da pior forma: a ignorava. E isso parecia um ímã: quanto mais indiferente ele era, mais Pauliana corria atrás dele. “Lembro que ele me chamava de chiclete e me humilhava constantemente. Ele sabia que eu não iria brigar. Estava cega e vivia implorando atenção”, assume.
Por desejar tanto esse amor, a vendedora chegou ao ponto de fazer feitiços para tê-lo ao seu lado. “Joguei terra de cemitério em cima do telhado dele, mesmo assim não deu certo. Foi pura ilusão. Sabia que ele não sentia nada por mim, apesar de estar comigo. Minha tristeza era tanta que tinha pensamentos constantes de suicídio”, revela.
É preciso enfrentar a realidade
Enquanto ela conta sua história um questionamento me vem à mente: se o jovem não a amava, por que ele permanecia naquele relacionamento? Denise Moreno Pereira, especialista em clínica psicanalítica, explica que muitas pessoas se acomodam em relações desse tipo porque o outro faz tudo por elas.
E era o que acontecia no namoro de Pauliana. Um ano depois, as humilhações foram além das palavras, ou da falta delas, uma vez que o desprezo era a base do relacionamento dos dois. “O flagrei com uma mulher mais velha do que eu. Com muito ciúme, disse para que escolhesse: ou eu ou ela. Naquele momento ele não falou nada e deu a entender que se eu quisesse continuar com o namoro teria que aceitar a traição”, desabafa.
Naquele dia, a “ficha” dela caiu. Ao se dar conta de que o sentimento de amor só existia da parte dela, a decepção fez com que Pauliana aceitasse o convite de uma vizinha para ir a uma Universal. “Em meio ao desespero aceitei. Comecei a ir às reuniões e, com o tempo, entendi que precisava me amar primeiro para amar alguém depois. Aprendi, colocando em prática o que ouvia, como me valorizar”, ressalta.
Quando ela venceu seus medos e traumas descobriu que uma relação sadia não tinha nada a ver com o que ela conhecia até então. “Conheci meu esposo e hoje tenho uma relação de verdade. Meu marido é atencioso e proporciona muita felicidade em nossas vidas”, comemora.
Descobrindo as raízes
Para Tatiane Fidelis da Silva, psicóloga clínica cognitivo-comportamental, mulheres que imploram o amor do outro, em geral, são pessoas que possuem baixa autoestima, insegurança e carência. “Elas buscam a aprovação e aceitação e isso gera um relacionamento nada saudável e com grandes chances de dar errado”, explica.
Os apresentadores Renato e Cristiane Cardoso recebem constantemente pedidos de orientações de quem quer atenção e amor do parceiro. E respondem que “não há nada mais triste do que ver uma mulher ou homem se humilhando, implorando por uma migalha de amor e atenção do parceiro. Lágrimas, cenas de ciúmes, brigas, drama, sujeição a situações e comportamentos absurdos — tudo isso por um pouquinho de ‘amor’”, diz Renato.
Ele revela que a melhor estratégia para atrair a pessoa amada é, em primeiro lugar, parar de ir atrás dela. “Daí comece a investir no seu próprio valor. Torne-se uma pessoa desejável. Ame-se primeiro. Não condicione sua felicidade à atenção daquela pessoa. Seja feliz sem ele (a). Já percebeu como somos atraídos por pessoas felizes?”, completa.
Nanda Bezerra, escritora e palestrante, acrescenta que para vencer um sentimento que só traz decepção a mulher precisa se livrar das dúvidas. “Não vou dizer que não vai doer, mas vai passar e depois você vai ver do que se livrou. Precisamos nos amar como Deus nos ama e nos dar o valor que Ele nos dá”, ressalta.
Ela ainda desafia quem está passando por essa situação a começar uma mudança o quanto antes. “Você precisa se valorizar, se amar, crer no seu potencial”, propõe. Que tal tentar descobrir o porquê você tem sido tão carente e tomar uma atitude para mudar? Comece hoje sua transformação e inicie uma nova vida.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O termômetro de um casal.

Como um simples beijo pode revelar o estado emocional de um relacionamento.

Respiração irregular, coração acelerado, pupilas dilatadas... esses são só alguns dos sintomas de um bom beijo, um dos gestos mais antigos da humanidade e que traduz muitos sentimentos.
As sensações contidas em um beijo são muitas, assim como seus significados. Durante um beijo, hormônios responsáveis tanto pela diminuição do estresse como pelo aumento da sensação de prazer são liberados.
Recentemente, um dos maiores sites de relacionamento do Brasil realizou uma pesquisa com 2,2 mil usuários e revelou aspectos interessantes sobre o beijo, tanto para homens como para mulheres. Mais de 80% deles consideram a qualidade do beijo na hora de decidir se continuam ou não em um relacionamento, e para a mesma porcentagem o beijo é fundamental em um relacionamento.
A pesquisa ainda revelou que o que mais atrapalha o sexo entre o casal é a falta de carinho, e nesse quesito muitas mulheres se queixaram que o beijo só costumava acontecer quando o parceiro queria sexo.
Temperatura baixa
No início do relacionamento, a vontade de beijar não cessava. Eram beijos intensos e apaixonados. Chegou o casamento e a rotina transformou todo aquela ardente demonstração de afeto em um simples beijinho de vez em quando, quase nunca.
É possível observar o beijo como um termômetro afetivo do casal. “Todas as formas de carinho são bem-vindas dentro do relacionamento conjugal para expressar a importância de um para o outro, sendo o beijo a principal delas, na minha opinião, pois é o que mais implica envolvimento afetivo. Ele tem o poder de despertar inúmeras reações, inclusive estimular o desejo sexual, conforme relatado no livro bíblico de Cantares. A história de amor vivida por Salomão e a Sulamita expõe o valor das carícias em um relacionamento, como citado: ‘ Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho’ (Cânticos de Salomão 1.2), destaca o bispo Domingos Siqueira, casado há 23 anos com Núbia Siqueira (foto ao lado).
O bispo ainda ressalta que o amor precisa ser cultivado todos os dias por meio de gestos carinhosos. “Não é porque estamos casados que não devemos revelar ao outro o quanto ele continua sendo desejado e amado. Investir no beijo, no olhar, no falar de forma carinhosa, torna o casamento como um banquete a ser desfrutado ao longo dos anos. Não caia nas ciladas da rotina, da correria e das pressões da vida, que lentamente podem esfriar seu relacionamento. O beijo é uma etapa importante que não pode ser pulada, senão há o risco de a mulher se sentir usada.” E ele dá uma dica: “Os casais não precisam ficar no ‘selinho’. Invista em ‘beijos calientes’, que os una cada vez mais em intimidade.”

Com eles é na base do beijo
José Carlos, de 46 anos, e Rita Silva, de 47, casados há 26 anos (foto ao lado), lembram que na fase do namoro e do noivado, que durou 3 anos, os beijos revelavam toda a paixão que começava. “Nosso beijo era como um vulcão em erupção. A gente não se fadigava de namorar”, diz José Carlos. “Era um beijo ardente, de esperança de uma vida a dois, uma certeza de ter encontrado a pessoa certa”, completa Rita.
Porém, com o casamento e o tempo, o vulcão pareceu adormecer. Ele revela que os beijos, que aconteciam em raros momentos de tranquilidade, demostravam toda a infelicidade que o casal vivia. “O beijo era muitas vezes mecânico, sem prazer. A separação era certa e eu passei a traí-la e desprezá-la.”
Para restaurar essa troca de carinho no dia a dia do casamento, eles tiveram que rever o que acontecia.  “As coisas começaram a mudar quando ela foi à Universal e passou a frequentar as reuniões. Foram alguns anos de perseverança dela e passei a ver que algo mudou no seu comportamento. Depois de tantos convites, aceitei ir, mas ainda muito desconfiado e cheio de preconceito.”
Quando fala de como estão hoje, José Carlos não poupa entusiasmo: “Hoje é só alegria.” E a esposa reitera: “Vivemos aproveitando cada momento, trocando carinhos, confidências, companheirismo, diálogos e, principalmente, beijos e mais beijos. Isso nós só temos hoje porque Deus alicerçou o nosso casamento. Edificamos nossas vidas na rocha em Cristo.”
Para o casal, o beijo consolida o prazer de estarem juntos e os fazem apaixonados a cada dia. O beijo significa a concretização de todo sentimento de um para com o outro.
E os filhos são testemunhas desse carinho o tempo todo. “São beijoqueiros mesmo, chega a dar nervoso de solteira”, brinca a filha mais velha do casal, Carolin, de 25 anos. “Para mim, vê-los assim juntinhos inspira confiança no que Deus fez na vida deles e eu quero para o meu futuro casamento.” O caçula da família, Carlos, de 19 anos, também percebe o valor de todo esse carinho: “Eu e minha irmã temos uma estrutura familiar e meus pais têm Deus como a base do casamento deles.”
Quer aprender mais sobre a vida a dois. Participe da Terapia do Amor. Saiba mais acessando http://www.universal.org/terapiadoamor/.
 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

É possível salvar seu casamento em 120 minutos.

Autores explicam como apenas 1 minuto pode fazer a diferença para o sucesso ou o fim do relacionamento.


Renato e Cristiane Cardoso se preocupam de fato em ajudar solteiros e casados a lidar com questões ligadas aos relacionamentos. Tanto que de tempos em tempos o casal realiza o “Escola do Amor ao Vivo”, quando fazem uma palestra em que passam suas experiências na vida sentimental.
Neste ano vários lugares receberam a aula presencial. Em janeiro, as pessoas de Miami, Houston e New Jersey, nos Estados Unidos, tiveram a chance de mudar ou melhorar o casamento. No início do mês de fevereiro foi a vez da população de Montevidéu, no Uruguai.
Lições práticas e objetivas viram livro
E, para quem deseja uma transformação de vida, 1 minuto pode fazer toda a diferença. Foi pensando nisso que o casal criou o programa “Minuto do Casamento”, exibido de segunda a sexta-feira pela Rede Record, após o “Hoje em Dia”. A ideia deu tão certo que eles decidiram reunir os melhores conselhos da programação no livro “120 minutos para blindar seu casamento”.
A publicação foi lançada em Santos no dia 7 de fevereiro. Ao ouvirem sobre o lançamento da obra na cidade, Reubens Lima de Oliveira, de 37 anos, e Roberta Maia de Oliveira, de 33, logo desejaram adquirir um exemplar. O casal se olha carinhosamente, sorri e conversa. Entretanto, nem sempre foi assim. Juntos há sete anos, no início da relação não sabiam como lidar com as diferenças um do outro. “Tínhamos algumas atitudes que prejudicavam a nossa união. Por exemplo, eu sentia ciúmes e o pressionava por isso, mas compreendi que essa não era a solução”, lembra Roberta.
A transformação para o casal veio com os ensinamentos dos autores do livro e apresentadores do “Minuto do Casamento”. “Identifiquei-me muito com a experiência deles, porque era o que também acontecia conosco”, observa Roberta.
A vida moderna é marcada pela falta de tempo, mas o livro – por ser objetivo e eficaz – torna-se uma ferramenta prática para todos os casais. “Se 1 minuto pode transformar a vida de uma pessoa, imagine 120”, ressalta Renato Cardoso.
Um aprendizado que todos necessitam
 
Muitas autoridades também estiveram presentes ao lançamento, como o secretário da Cultura de Santos, Raul Christiano, que, com um exemplar em mãos, observou que a obra despertou seu interesse por apontar os problemas de uma maneira muito objetiva.
Após receber um autógrafo em seu exemplar, o técnico de futebol Oswaldo de Oliveira, que está no comando do Santos, destacou que a publicação traz um tema que será sempre atual, pois é relacionado com a formação da família. “Eu tenho uma expectativa muito grande de ler o livro, aprender com ele e pôr o que assimilar em prática com a minha família. Tudo depende da família: a política, as instituições, o esporte. Então, tem a ver com toda a sociedade”, afirma.
Descontração e aprendizado em Ribeirão Preto
No dia 13 de fevereiro, na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, mais de 5 mil pessoas se reuniram para participar de uma palestra com os autores do livro. Na ocasião, eles explicaram como desbancar mitos que as pessoas consideram verdadeiros em suas vidas amorosas. Muitos tomam decisões com base nessas crenças e acabam construindo o relacionamento da mesma forma como fazem castelos de areia. “No início do nosso casamento, um queria mudar o outro e não é assim que as coisas terão um final feliz. No casamento, um precisa se adaptar ao outro e lidar com as diferenças”, explicou Renato Cardoso.
 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Se existe amor, por que brigar?

Muitos casais que se gostam chegam ao divórcio por não saber lidar com as pequenas desavenças

“Eu queria ver futebol e ela um filme. Eu também esqueci o dia do nosso aniversário de casamento. O pior foi quando eu não reparei que ela tinha pintado o cabelo. Por isso, dormi no sofá uma semana”, desabafa o empresário e personal trainer Anderson Ribeiro, de 33 anos, casado com a empresária Paula Ribeiro, de 31 anos (foto).
O exemplo acima é comum a divesos relacionamentos que parecem estar em harmonia, mas, em função de vários desentendimentos pequenos, se desgastam. Assim era o casamento de Paula e Anderson. “Ele implicava porque eu gosto de me maquiar; eu reclamava porque ele não usava pijama ou porque ele falava e me cutucava ao mesmo tempo”, conta a empresária.
 
Segundo a psicóloga Marisa de Abreu, pessoas com tendência a ter sempre um modelo pronto em suas mentes quanto ao que espera do outro são mais propensas a iniciar pequenas brigas. “Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e as discussões serão mais frequentes. É preciso buscar entender o ponto de vista do outro”, revela a especialista.
 
Os conflitos por motivos “bobos” eram tão frequentes na vida de Paula e Anderson que eles chegaram a pensar em divórcio. Mas o desejo de harmonia falou mais alto do que a vontade de se separar. “Nós passamos a ter mais paciência um com o outro. Ele voltou a me elogiar e eu passei a tentar não gritar”, afirma a empresária.
 
O marido diz que se esforçou bastante “Eu me preparei, quis de verdade melhorar, li o livro ‘Casamento Blindado’ e, com os ensinamentos, passei a ouvi-la com mais atenção e colocar em prática.” Hoje Paula e Anderson vivem um casamento feliz e completam em 2014 sete anos de união.
Segundo os palestrantes Renato e Cristiane Cardoso, brigas no casamento são inevitáveis, mesmo os casais com bom relacionamento acabam brigando de vez em quando, mas as grandes brigas – em sua maioria – começam com discussões pequenas. “Existem coisas no relacionamento que sempre vão irritar. Porém, se você vir que não vale a pena, deixe passar, muitas vezes é o jeito dele ou dela.
 
Agora, há outras que são necessárias, como quando afeta a segurança do casal”, afirmam.
Quem é casado há muitos anos sabe bem que o amor e o sacrifício andam lado a lado. Assim, evitar brigas desnecesárias sempre é o melhor caminho.
Evite as brigas “pequenas” no casamento:
  • Antes de abrir a boca para reclamar de algo, avalie se a situação merece mesmo que você emita sua opinião ou se trata-se de algo pequeno que pode ser superado.
  • Reveja suas prioridades: você prefere que cada pequena coisa aconteça exatamente como você gostaria ou pode abrir mão de alguma para ter um relacionamento harmonioso.
  • Veja se a forma que você expõe suas preferências poderia ser feita de modo mais ameno e sem ironias.
  • Casais que não treinam a comunicação também não conseguirão um acordo e pequenas brigas serão mais frequentes. É preciso tentar entender o ponto de vista do outro
Marisa de Abreu é psicóloga clínica, psicoterapeuta e professora de psicologia

Fonte: Folha Universal

 

 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um erro fatal.

Casais que se unem por um impulso estão fadados à tristeza

domingo, 8 de dezembro de 2013

Descubra o segredo para ser feliz no amor.

Além de revelar como alcançou o sucesso no casamento, bispo Edir Macedo dá dicas para quem sofre com o desprezo da outra pessoa
Por Cinthia Meibach / Fotos: Demetrio Kochredacao@universal.org.br

Estudo recente da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriu que o medo de ficar solteiro é um dos fatores que fazem as pessoas sustentarem um relacionamento infeliz, mesmo sabendo que a outra pessoa não é a parceira ideal para ela.
Tanto esse medo, como também a paixão e a ansiedade são sentimentos que servem como base para o início de muitos relacionamentos. Porém, o bispo Edir Macedo, durante reunião especial da Terapia do Amor, realizada nesta quinta-feira (5), na Universal de Santo Amaro, em São Paulo, deixou claro que tais opções só resultam em frustração sentimental.
“Quando uma pessoa quer crescer profissionalmente, ela busca se especializar em uma universidade. Durante anos de estudo, a emoção é deixada de lado e o aluno recebe um aprendizado que consiste em informações racionais. Ao sair dali e praticar o que aprendeu, o sucesso é uma consequência. Se o êxito no amor é mais importante do que todas as demais conquistas, por que então as pessoas na hora de escolher quem vai viver ao seu lado pelo resto da vida desprezam a razão e optam pela emoção?” Questionou o bispo.
Em seguida, ele explicou que isso acontece porque nada é mais enganador, ilusório e corrupto do que o coração, pois é ele que faz o ser humano sofrer por um amor não correspondido ou se envolver com a pessoa errada.
Quem estava na reunião cultivando dentro de si uma paixão por alguém que não merecia, recebeu do bispo dicas para se livrar desse sentimento. “A primeira coisa é deixar o seu inimigo número 1 neutralizado, o coração. Ele fica neutralizado quando, por exemplo, você deixa de olhar a foto de quem a rejeitou e até se desfaz dela e de tudo que lembra essa pessoa. Você tem que se valorizar e não ficar sofrendo. Seja sábio”, aconselhou.
Tal sabedoria, usada pelo bispo, e que possibilitou a ele contar sobre a felicidade que vive há 42 anos ao lado da esposa, Ester, foi dada pelo Espírito do Amor, que é o Único capaz de garantir uma união duradoura e feliz.
“O Espírito Santo fala, orienta e forma uma nova vida dentro de você. Ele sabe da sua carência, da sua necessidade e coloca a pessoa certa no seu caminho. Mas, para Tê-lo, é preciso que Ele seja o primeiro na sua vida, antes de mãe, pai, filhos, de qualquer coisa. Quando você O coloca como primeiro, Ele lhe faz o primeiro na vida Dele também. A receita é simples, mas dá certo, porque funcionou comigo e vai funcionar com você.”
Como da primeira vez
 
Débora Mendonça (na foto ao lado, com as filhas e o esposo), de 45 anos, também fez uso dessa receita. Casada há 26 anos, ela contou aos presentes na reunião que, na primeira semana de casamento, o marido, Eduardo Mendonça, hoje com 50 anos, a expulsou de casa depois de uma briga. “Ele era nervoso, quebrava tudo. Tivemos várias separações em virtude dessas atitudes”, lembrou ela.
Há quem diga que quando alguém age assim com o companheiro é porque não existe amor. Mas Eduardo afirma que amava a esposa, porém, foi só quando Débora começou a frequentar a Universal e mudar de comportamento que ele entendeu a razão dos conflitos.
“Ela foi primeiro e eu percebi que, mesmo eu a maltratando como antes, ela não reagia mais. Além disso, deixou de ser ciumenta. Eu estranhei esse novo comportamento e decidi segui-la para ver aonde ela estava indo. Fiz bem, porque encontrei o mesmo Deus que ela. Hoje sou outra pessoa. Nosso casamento é harmonioso, não brigamos mais, eu posso dizer que passei a amá-la como da primeira vez que nos vimos. Estamos felizes de verdade”, afirmou Mendonça.
 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Vida a dois: a família do companheiro.

É importante se dar bem com os parentes da pessoa amada

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

Não é difícil escutarmos histórias dos outros relacionadas à família do cônjuge, porém, elas nem sempre são doces, amáveis ou até mesmo engraçadas. Em muitos casos, os comentários vêm em forma de crítica e nervosismo. Mas você sabe qual é a real importância de se dar bem com os familiares do companheiro (a)?
“Quando a pessoa se aborrece com algo da família do companheiro, os problemas sempre serão maiores do que se fosse com a própria. E, é péssimo levar isso adiante com provocações, pois, uma confusão sempre leva a outras de maior proporção”, comenta a psicóloga Maitê Meireles Eron.
Segundo a especialista, não se deve falar demasiadamente de algo que aconteceu ou ficar criticando. “Ninguém gosta de ouvir falar mal da própria família, então, respeite. As situações vão ficando claras à medida que o tempo vai passando, então, se você for injustiçada por algum motivo, seu companheiro vai perceber”, alerta.
 
Foi o que aconteceu com a universitária Heloísa Lino Forreli. “Nunca me dei extremamente bem com a família do meu namorado, só que as coisas pioram quando ele se ausentava por alguns minutos . Mas isso não durou muito, até que um dia ele me viu sendo insultada, e começou a enxergar que eu não era tão errada”, lembra.
Para Maitê, não é preciso fingir que gosta, de qualquer forma, nada impede de ser ter educação e tentar se aproximar, afinal, por mais que as pessoas acreditem que não, o modo como se conduz o relacionamento com a família influencia no relacionamento do casal.
“Não há nenhum caso que não possa melhorar. Faça por onde e faça a sua parte, não custa tentar. E, se por acaso, a pessoa já se dá muito bem com a família do parceiro (a), tudo pode ficar ainda melhor”, finaliza.
 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Seu companheiro dá mais atenção aos amigos que a você?

Saiba o que fazer nesses casos

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

“Quem tem amigos tem tudo!” Você já deve ter ouvido essa frase. E realmente, os amigos são essenciais na vida de qualquer pessoa. Mas e quando a amizade acaba influenciando no seu relacionamento amoroso?
“Muitas vezes as pessoas são tão apegadas aos amigos que não conseguem ao menos deixar de aceitar algum convite que eles façam. O problema maior é quando você é casado e esses amigos são solteiros e querem que você faça parte do convívio deles a toda hora. Namorar, noivar e casar é uma escolha. Por isso, em alguns momentos não há como estar presente”, comenta a psicóloga Letícia Apargo de Souza.
Segundo ela, os amigos, de certa forma, não têm tanta culpa. Eles fazem o convite, cabe a cada um aceitar ou não. “Quando se ama alguém, arranja-se tempo, dia, local para estar junto. Então, não deixe o seu companheiro totalmente de lado para estar em tempo integral com os amigos”, aconselha.
Faça o possível para conciliar os momentos. “Veja se realmente você não tem como levar o companheiro no encontro com os amigos. Às vezes, fica inviável levar a namorada a um encontro apenas de homens, mas, por que é preciso ficar do começo ao fim neste dia? Dê apenas uma passada ou deixe para outra ocasião”, diz Letícia.
 
Mudança natural
No começo do relacionamento, o namorado da universitária Patrícia Bernardo deixava de sair com ela para estar com os amigos. Ela usou o diálogo para resolver a situação. “Eu não ligava, até o dia que começou a me incomodar demais. Foi então que o chamei para conversar. Expressei que não queria que ele abandonasse os amigos, mas que também não me deixasse de lado. Ele concordou e começou a mudar. Hoje, não tenho mais esses problemas”, conta.
De acordo com a psicóloga, naturalmente, quando a pessoa começa um relacionamento afetivo, a vida e as atitudes vão mudando com o passar dos dias, porém, se o parceiro percebe que algo que era preciso não mudou, não custa nada conversar. “Seja sincero e não fique com receio se o outro vai ficar chateado. Um relacionamento duradouro é feito a base de verdade e cumplicidade”, explica.
Além disso, aproveite o tempo que estiver sozinho para outros afazeres. “Use cada minuto que estiver aguardando o parceiro para fazer suas coisas. Não fique apenas esperando. Quanto mais tempo estiver sem fazer nada, mais a hora irá demorar a passar. Aproveite para tomar um sorvete, dar uma volta, ajeitar o guarda roupa e se conheça ainda mais”, finaliza a psicóloga.
 

sábado, 2 de novembro de 2013

Quando o desejo de engravidar vira obsessão.

Aprenda o que pode ser feito neste caso

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
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Receber a notícia de que está esperando um bebê do companheiro com quem se mantém um relacionamento há longos anos; contar à pessoa amada; ouvir o coração da criança bater aceleradamente durante um exame; sentir a barriga crescendo durante os 9 meses; gerar e amamentar um filho. Estes são desejos da maioria das mulheres. Mas e quando esta vontade vira obsessão e o único objetivo de vida torna-se o ato de engravidar, o que fazer?
“A vontade chega, mas nem sempre a realidade do casal acompanha o desejo. Primeiramente os dois têm que estar realmente preparados para o desafio de criar uma criança. Muitas pessoas têm vontade, porém, sentem-se inseguras; outros têm estrutura familiar e não têm condições financeiras; e há casos em que a obsessão é tão grande que o relacionamento começa a se desestruturar e a ficar desgastante. Desta forma, é preciso que cada um avalie se realmente o casal tem condições de ter um filho”, afirma a psicóloga Lara Joglin Rodrigues.
De acordo com a especialista, quanto mais ansiosa ficar a mulher e criar expectativas positivas mês a mês, maior será a probabilidade de a gestação ser adiada. O mesmo acontece se houver a pressão por parte do marido ou de qualquer membro da família. Por conta disso, muitas passam a imaginar que há algo de errado com o próprio organismo e começam a se questionar. “Há aquelas que tentam tanto ter um filho que chegam a fazer um autodiagnóstico de infertilidade e querem partir para um tratamento mais brusco, achando que é a única chance. Essa atitude é perigosa e pode ir longe demais, levando a mulher a uma depressão”, alerta Lara.
 
Segundo a psicóloga, qualquer mulher pode perceber que o desejo de engravidar virou um objetivo constante a ser alcançado. Os sinais são simples, como, por exemplo, se a maior parte do tempo for dedicada apenas à imaginação de como será a vida com um bebê nos braços. “A melhor coisa a fazer é procurar ocupar o tempo com outros pensamentos e atividades, seja sozinha ou acompanhada. Faça aulas de alongamento, hidroginástica, natação ou qualquer outro esporte. Além disso, busque traçar outros objetivos de vida, para que a gravidez aconteça naturalmente”, comenta.
Liberte-se dessa pressão
“Nos últimos 2 anos fixei a ideia de ficar grávida e me cobrava muito por não conseguir. Sempre achei que o problema fosse qualquer um, comigo ou com o meu esposo, mas jamais imaginei que estaria ligado ao meu modo de pensar. Quanto mais eu queria, mais parecia ficar longe o meu desejo de ser mãe. Já fiquei muito triste, não tinha vontade de sair, não queria me divertir e acabei deixando meu esposo em segundo plano por inúmeras vezes”, lembra a secretária Karla Medeiros Conde, de 29 anos, casada há 5.
Segundo Karla, há cerca de 4 meses ela se questionou sobre o motivo deles não conseguirem ser pais, e foi quando percebeu que algumas situações precisavam ser ajustadas. “Meu marido estava sem um serviço fixo, não parava em nenhum emprego; não estávamos estabilizados financeiramente e tínhamos em mente mudar de casa. Foi então que entendi que não estávamos preparados e tranquilos para receber uma criança em nossa vida e nos doar realmente a este amor incondicional e protegê-la de qualquer situação ruim que pudesse vir a acontecer”, lembra.
Ela ainda ressalta que, no começo, foi muito difícil admitir que o casal não estava preparado. “Procurei até ajuda psicológica. Fiz terapias e lá pude entender que sou capaz de driblar as minhas próprias vontades. Hoje, mesmo tendo muita vontade de ser mãe, coloquei outras prioridades na minha vida e não deixei esse desejo me dominar. Estou sendo racional a ponto de perceber que tudo vai acontecer no tempo ideal. Por enquanto, não abro mão da minha ginástica, de agradar meu esposo, de cuidar da casa e de – primeiramente – ser feliz”, finaliza Karla.
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mulheres que escolhem não ter filhos

O ideal é que a decisão seja tomada pelo casal

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

A maternidade talvez seja o momento da vida mais desejado por grande parte das mulheres que são casadas. Porém, esse desejo vem se transformando na sociedade atual, dando espaço principalmente a uma carreira bem-sucedida. “Não é porque elas optam por não ter filhos que querem ficar distante de crianças”, comenta a psicóloga Janaína Alvarez.
De acordo com Janaína, o fato é que as mulheres que decidem não dar à luz ainda são vistas pela sociedade como um caso a parte, e muitas vezes taxadas como egoístas. “Mas o casal é que tem que avaliar o que é prudente diante do relacionamento.
 
A psicóloga ressalta ainda que, normalmente, a decisão de não ter filhos parte primeiramente da mulher por ser muito atarefada, mas se for de comum acordo do casal essa fase da vida pode ser deixada de lado. “Essa intenção tem que ser conversada antes mesmo de acontecer o casamento. Ambos têm que conversar serenamente e ver o que convém aos dois. Pode ser que com o passar dos anos mude, mas o melhor é deixar bem definido logo no início do relacionamento, para que ninguém se sinta enganado”, alerta ela.
Ser mãe é uma grande responsabilidade
“Não tinha planos de gerar um filho, não conseguia me imaginar cuidando de uma criança diariamente, o tempo inteiro. Mas, por um descuido meu e do meu marido, aconteceu. Após 8 anos de casamento, eu estava esperando um bebê”, lembra a publicitária Amanda Mattos Sabbag, de 34 anos, mãe de Leonardo, de 1 ano e meio.
Amanda conta que a vida mudou desde o primeiro dia em que descobriram a gestação. “Antes, viajávamos muito, comprávamos roupas, saíamos para jantar ao menos duas vezes por semana, e isso teve que mudar. Não tínhamos nenhuma reserva de dinheiro, pois aproveitávamos cada momento para nos divertirmos. Tive que aprender a deixar o que gostava de lado, e isso foi difícil no começo.”
Segundo a publicitária, atualmente o dinheiro e seu tempo são dedicados exclusivamente ao filho. “Agora estou apta. Penso primeiramente em comprar as coisas para ele, escola de boa qualidade e inseri-lo em atividades que possam desenvolvê-lo ainda mais, como a natação. Só depois do nascimento do Leonardo percebi qual a verdadeira responsabilidade de ser mãe”, finaliza.