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domingo, 3 de julho de 2016

O que é o livramento?

Quando a relação com Deus é verdadeira, nenhuma oração volta sem resposta.
       
Ele acordou bem-disposto. Depois de alguns dias de trabalho cansativo, tráfego difícil nas ruas e um frio daqueles, conseguiu dormir bem pela primeira vez na semana. Tomou um banho, pôs uma roupa apropriada para aquela temperatura, pegou carteira, relógio, celular, o crachá da empresa, a pasta. Parecia um dia normal. 

Já estava saindo do apartamento, distraído, quando se lembrou de algo importante. Fechou a porta, voltou para a sala e fez uma breve oração. “Senhor Jesus, obrigado por mais um dia e pelo meu trabalho. Obrigado por eu ter motivos para sair e pelas coisas que farei. Meu Espírito Santo, ajude-me a não ter atritos com ninguém. Ajude-me a evitar discussões e até brigas mais sérias. Não deixe que eu faça mal a alguém ou alguém a mim. Que eu possa voltar à noite para casa em segurança. Por favor, proteja meu lar em minha ausência.” Havia sinceridade naquele contato com Deus.

Saiu de casa. Ao entrar no ônibus, viu um assento vago ao lado de um homem grande e com cara de poucos amigos. O homem já sentado, espaçoso, ocupava praticamente os dois lugares e nem sequer se deu o trabalho de levantar a cabeça para olhar quem se aproximava. Aquela pontinha de indignação começou a crescer. Não é fácil administrar a falta de educação alheia nas ruas e no transporte público. Mas o homem de pé se lembrou de algo que pedira em oração: “Espírito Santo, ajude-me a não ter atritos com ninguém”.

– Com licença, amigo?

Disse isso sem um pingo de ironia na voz. O homem sentado fez uma cara pior que a de antes.

Porém, sentou-se corretamente. Não houve atritos.

O dia transcorreu muito bem, mesmo com muito trabalho no escritório e o frio que apertava. A chuva começara e parecia não ter fim. Estava com a sensação de que não estava agasalhado o suficiente, embora tivesse tentado se proteger da temperatura. Ao final do expediente, seguiu para o ponto de ônibus. Para reforçar o orçamento, auxiliava um amigo que era empresário nas reuniões com seus clientes. Depois de percorrer um trajeto demorado, chegou ao prédio da reunião. Seu amigo empresário chegou em um carro importado e deixou o veículo parado na porta do edifício.

O frio só aumentava e a reunião parecia não acabar mais. O empresário precisava muito daquele contrato. Não deu. O cliente em potencial não fechou o acordo.

Já passava das 22 horas. Exaustos e insatisfeitos, os dois foram até o carro. Ao chegarem, tiveram uma surpresa. Um estranho, com uma arma na mão, pegou à força a pasta do empresário e as chaves do veículo. Olhou para o amigo, que ainda tentava entender a situação.

A oração

Ele pensou rápido no que poderia fazer. Agir por impulso seria algo quase natural. Mas lembrou que essa não era a melhor solução. O assaltante olhou para ele. E, em vez de exigir seus pertences, o criminoso prendeu o revólver no cós da calça, entrou no carro e saiu em disparada.

O empresário, que sem querer pusera o celular no bolso do paletó, sacou o aparelho e ligou para a polícia. Eles voltaram para o prédio e uma pessoa conhecida ofereceu carona até uma delegacia. Foi uma madrugada desgastante, cheia de telefonemas e burocracias. Ele e o amigo estavam a salvo e era o que importava.

Chegou em casa. Após um longo banho, foi para debaixo dos cobertores. Procurou descansar pelo menos um pouco antes de ir para o trabalho. Tentava imaginar o motivo de o assaltante não ter mexido com ele. Na cama, no silêncio do quarto escuro, entendeu melhor a situação. Ele se surpreendeu ao ouvir de sua própria boca, alto e claro:

– Obrigado, Senhor Jesus! Obrigado, Espírito Santo de Deus!

E se lembrou da oração que havia feito horas antes, quando pediu pela própria segurança. Esse é um caso real. Um exemplo do poder da fé e da oração. Quando oramos sinceramente, conversamos com o Espírito Consolador de uma forma fiel e não leviana. Ele nos atende e nos livra de perigos que nem imaginamos: dos atentados à nossa segurança física, psicológica ou espiritual, como uma comida que queríamos muito, não conseguimos comer e descobrimos depois que outros que a consumiram passaram mal; de comprar ou usar uma joia desejada, mas que vai nos colocar em situações perigosas na rua; e até de um trabalho que parecia ideal e que não deu certo, porque uma oportunidade melhor estava a caminho.

Enquanto uns veem a oração como uma superstição, outros percebem, na prática, que ela é coisa séria. Mas só para quem realmente anda com Deus, vive nEle.

Proteção de verdade

A oração não é como um amuleto no bolso ou palavrinha decorada e repetida mecanicamente. É uma conversa bilateral. Com Alguém que fala. Com Alguém que ouve. Ambos se relacionam, nesse elo forjado pelo próprio Senhor Jesus quando esteve fisicamente na Terra e nos deixou como legado.

E aquele homem no quarto escuro, embrulhado nas cobertas, ainda pensou quando os olhos já se fechavam, rendendo-se ao cansaço: “Sim, Ele atende mesmo”.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Menina que não tem as mãos vence concurso de caligrafia nos Estados Unidos.

O que é impossível para você? Saiba como vencer esse obstáculo.
       
Anaya Ellick não conhece o impossível. Nascida sem as duas mãos, ela acaba de ganhar, aos 7 anos de idade, um concurso de caligrafia. Anaya é natural de Virgínia, nos Estados Unidos, e competiu com outros 50 inscritos, de todo o país, conquistando o primeiro lugar e a admiração de todos.

“Nós olhamos para ela escrevendo e ficamos surpresos por ver o quão boa é a sua caligrafia, considerando que ela escreve sem as mãos. Sua redação era comparável com alguém que tem as mãos”, declarou a diretora da competição, Kathleen Wright.

O concurso aceitou alunos que frequentam a escola entre o jardim da infância e a 8ª série, sendo que eles deveriam apresentar algum tipo de deficiência cognitiva ou física. Ao final, os vencedores levaram para casa cerca de 3,5 mil reais.

De acordo com a professora de Anaya, Joan Stalnaker, ela é muito determinada. Para a mãe da menina, Bianca Middleton, esse é o motivo pelo qual Anaya não apenas escreve bem, mas também consegue utilizar talheres, brincar com peças pequenas e até mesmo abotoar as próprias roupas.

Não desista
A diretora da escola em que Anaya estuda afirmou à revista People que a menina possui a melhor caligrafia de sua classe. Isso demonstra que, para aqueles que acreditam em seu potencial e correm atrás de seus objetivos, nada é impossível.

O bispo Júlio Freitas tem a mesma opinião e em seu blog explica: “A persistência é um ingrediente fundamental quando se tem objetivos de vida, e revela de uma forma clara a dimensão dos nossos propósitos. Quem desiste não faz história, mas quem permanece firme escreve a sua própria história.”

Ele ressalta, porém, que a melhor maneira de vencer qualquer obstáculo é entregando-se nas mãos de Deus. Se sozinho você parece ser menor do que o problema, com Deus o problema sempre será menor do que você. A partir daí, por mais difícil que seja o caminho, a vitória é sempre o destino final.

“Interessante ver também que todos os que buscaram ajuda em Cristo tiveram que insistir, como o caso do paralítico, cuja a sua insistência o levou a subir no telhado, levado, claro, pelos seus amigos. O cego de Jericó: sua insistência levou-o a gritar e a gritar cada vez mais alto, mesmo sendo repreendido pela multidão ali presente”, destaca o bispo. “Muitos, infelizmente, têm desistido dos seus objetivos, isso porque pensam que a sua fé e convicção não são suficientes para alcançar os mesmos quando, na verdade, o problema está na desistência dessas pessoas, quando o que têm e devem fazer é insistir.”

Se você também se encontra diante de problemas “impossíveis” de serem resolvidos, encontre-se com Deus no Jejum das Causas Impossíveis e saiba como Ele pode lhe ajudar a alcançar a vitória. 

Fonte: universal.org

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Quanto você deve para Deus?

O bispo Edir Macedo dá a resposta.


Misericordioso, Deus enviou o Seu Filho à cruz para garantir a Salvação do homem. Todavia, essa é uma dívida de todos que querem ser salvos. Aquele que aceitar pagá-la tem a Vida Eterna ao lado do Pai. Já quem não saldar essa dívida...
Jesus ensinava a Seus discípulos quando revelou o “preço” da Salvação, por meio de uma parábola:
Por isso, o Reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.” Mateus 18.23-25
Nessa passagem da Bíblia, o Senhor afirma que, para a dívida ser paga, são necessários 10 mil talentos.
Ora, cada talento – unidade de medida monetária naquela circunstância – equivalia a 6 mil denários. E cada denário equivalia a 1 dia de trabalho. Faça as contas:
1 dia de trabalho = 1 denário
1 talento = 6 mil denários – ou dias de trabalho
1 talento = pouco mais de 16 anos de trabalho
Caso a dívida fosse 1 talento, seria necessário que o homem trabalhasse para Deus por 16 anos, a fim de saldá-la. Todavia, são 10 mil talentos o cobrado, ou seja, 60 milhões de denários.  Mais de 164.383 anos de trabalho.
E como saldar essa dívida?
Quem vive tanto tempo assim? Quando muito, o homem vive cerca de 100 anos, e, ainda assim, já sem forças para trabalhar.
“Em outras palavras: 10 mil talentos correspondem a uma dívida impagável”, afirma o bispo Edir Macedo em vídeo publicado recentemente. “É isso que Jesus quer dizer: uma dívida impossível de você pagar.”
Como então poderia o homem entrar no Reino dos Céus, se jamais será capaz de “comprar o ingresso”? O bispo explica: “Jesus fala 10 mil talentos para a gente entender o valor do perdão.”
De fato, na parábola o rei não chega a vender o seu devedor. Antes, ele atende às súplicas do servo e perdoa a dívida totalmente.
Todavia, ao sair à rua, esse mesmo servo encontra um homem que deve a ele 100 denários. Ao invés de seguir o exemplo do rei, o cobrador não perdoa a dívida e lança o homem à prisão.
Ao ouvir a notícia, o rei se põe indignado, volta atrás em seu perdão e envia o servo que devia 10 mil talentos ao carrasco.
Assim também Meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”, afirma Jesus ao desfecho da parábola.
Ou seja: Deus é como o rei, que perdoa a dívida do homem capaz de perdoar quem lhe deve. Já aquele que não pratica o perdão, Ele deixa nas mãos do carrasco.
Quer entender melhor a Bíblia? Participe do Encontro com Deus, que acontece todos os domingos, na Universal, e compreenda as parábolas e outras passagens bíblicas.

domingo, 24 de abril de 2016

5 lições que podemos aprender com José, governador do Egito.

Ele superou todas as adversidades e sempre guardou a fé em Deus.


José foi um personagem muito importante na história do povo hebreu e, mesmo sendo injustiçado pelos irmãos, guardou a fé em Deus – e Ele o honrou.
Veja abaixo 5 lições de José que podemos aplicar em nossas vidas também:
1)   A inveja é algo que não vale a pena
“Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiavam-no, e não lhe podiam falar pacificamente.” Gênesis 37.4
Os irmãos de José sentiam inveja dele e conspiraram para matá-lo. Felizmente, os irmãos Rúben e Judá não concordaram com a ideia. Assim, os demais o venderam como escravo e ele foi encaminhado ao Egito. Tempos mais tarde, os mesmos irmãos que o haviam abandonado foram ao Egito pedir ajuda, pois, naquele tempo, os povos enfrentavam grande miséria. E José, como governador, os recebeu feliz, estendendo a mão.
2)   Faça sempre o seu melhor
“Tu estarás sobre a minha casa, e por tua voz se governará todo o meu povo; somente no trono eu serei maior que tu.” Gênesis 41.40
José sempre se manteve firme aos valores que vinham de Deus, mesmo em terras estranhas. Quando chegou como escravo ao Egito, ele foi comprado por Potifar, membro da corte do faraó. José era muito responsável, de tal forma que Potifar lhe confiava os cuidados da casa. Mesmo quando a mulher de Potifar armou contra José, para que ele se deitasse com ela, o rapaz não traiu os valores de Deus. Posteriormente, depois de muitas lutas e dificuldades, o faraó o nomeou governador do Egito e lhe concedeu a maior confiança que alguém poderia receber naquela terra.
3)   Mesmo diante das lutas é preciso manter a fé em Deus
“Então o senhor de José o tomou, e o lançou no cárcere, no lugar em que os presos do rei estavam encarcerados; e ele ficou ali no cárcere. O Senhor, porém, era com José, estendendo sobre ele a sua benignidade e dando-lhe graça aos olhos do carcereiro, o qual entregou na mão de José todos os presos que estavam no cárcere; e era José quem ordenava tudo o que se fazia ali. E o carcereiro não tinha cuidado de coisa alguma que estava na mão de José, porquanto o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia.” Gênesis 39.20-23
José foi injustiçado grandiosamente por, pelo menos, duas vezes em sua vida. A primeira quando os seus irmãos o venderam como escravo, e a segunda quando foi parar na prisão, após a cilada que a esposa de Potifar havia armado para ele. Contudo, ele não buscou vingança, nem desistiu de continuar lutando, mas agia com prudência e sabedoria diante de todos, honrando ao Deus que servia. E as pessoas, ao redor de José, percebiam o bom exemplo que ele era.
4)   Devemos vigiar e fugir do pecado
“Como, pois, posso eu cometer este grande mal, e pecar contra Deus?” Gênesis 39.9
José tinha um caráter valioso, e por isso as suas ações chamavam atenção de todos. As pessoas viam nele um brilho diferente. Contudo, isso apenas era um reflexo da reverência e temor que ele tinha por Deus. O Senhor estava acima de qualquer escolha que José fazia. Quando ele foi confrontado com o pecado, a primeira pergunta que lhe veio à mente foi a do versículo acima.
5)   É preciso saber perdoar
“Disse, então, José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, pois estavam pasmados diante dele (...) Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos aborreçais por me haverdes vendido para cá; porque para preservar vida é que Deus me enviou adiante de vós.” Gênesis 45.5
José sabia que Deus tinha um propósito especial em sua vida; e sabia que Deus estava com ele em todo o percurso. Por isso, José não tinha mágoa ou rancor, não guardava as lembranças tristes. Ele soube perdoar a todos que haviam errado contra ele.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O verdadeiro significado do perdão.

Há marcas que, se não forem superadas, trazem muitos prejuízos. Aprenda a perdoar e tenha uma vida livre de mágoas.

       
Quem nunca ofendeu alguém? Uma palavra dita na hora errada, um comportamento prejudicial, uma interpretação equivocada. Provavelmente, você já deve ter passado por alguma situação em que ofendeu ou foi ofendida. Como lidar com algo ou alguém que nos feriu? Ou como se desculpar de um erro cometido e seguir em frente sem peso na consciência?

A resposta está no perdão. “Perdoar é uma decisão interior que se traduz em uma ação. Há amor quando há perdão. Tanto a pessoa que perdoou quanto a perdoada se libertam da tristeza e da culpa”, diz Mariana Rodrigues Celani, terapeuta familiar.

Ela ressalta que essa é uma atitude de amor-próprio. “Às vezes, quem comete a ofensa não reconhece o erro. Por isso, a vítima não pode nem deve guardar para si o sofrimento gerado. Com o tempo, ele pode desencadear uma depressão”, ressalta.

A importância
Valéria Bolognini, de 50 anos, professora, decidiu mudar de vida quando tudo ao seu redor contribuía para que mantivesse os ressentimentos. Ela se casou quando tinha apenas 20 anos. Sempre muito dedicada ao lar, buscava ser uma boa esposa e ótima mãe dos dois filhos. A relação com o marido parecia ir bem até que, anos depois do matrimônio, ela notou alguns desvios na conduta do companheiro. “Percebi que ele mentia para mim, não parava em emprego nenhum. Apesar dele ser um ótimo companheiro, não compartilhava comigo nada sobre sua vida”, destaca.

A professora diz que cuidava dos pais e, por isso, deixou de dar atenção ao casamento. “Me recordo que tudo veio à tona quando eles faleceram. Primeiro foi meu pai e no mês seguinte minha mãe. Fiquei extremamente abalada e, nessa época, meu marido passou a beber muito”, afirma.
Alterado por conta do consumo de álcool, ele a agredia de todas as formas. “Ele tentou me queimar com a brasa do cigarro. Foi horrível. Me lembro de flagrá-lo bebendo álcool de cozinha, tamanho era seu vício”, diz.

Naquela fase, Valéria se viu sozinha e decidiu pedir o divórcio. “Quatro meses depois ele me procurou. A bebida estava acabando com a vida dele. Os médicos o diagnosticaram com várias doenças. Ele estava em estado terminal”, relata.
Em uma das noites de visita aos filhos, ele me pediu perdão. “Apesar de estar triste com tudo que ele fizera, eu o perdoei verdadeiramente. Sabia que ele tinha pouco tempo de vida e decidi cuidar dele com todas as minhas forças”, recorda-se.

A professora diz que o perdão a libertou das marcas do passado. “Ele pedia desculpas constantes pelo que fizera com nossa família. Eu já o havia perdoado e dizia que ele tinha que se perdoar também.
Fiquei ao lado dele até os últimos segundos de vida”, salienta.

Valéria se casou novamente, mas diz que não carrega mágoas dos problemas que viveu no relacionamento anterior. “Eu entendo que esse é o perdão verdadeiro, que vem de dentro, que dá uma nova chance e traz um novo sentido à vida”, explica.

O maior obstáculo
Reconhecer os erros e corrigi-los é um ato de humildade e corresponde a uma personalidade saudável. Mas, para muitas pessoas, colocar isso em prática é muito difícil. É o caso da auxiliar de vendas Elizandra de Souza Silva Santos Amorim (foto ao lado).

Ela conta que o orgulho não lhe permitia ver suas falhas.“Em 2015, por exemplo, fiquei com mágoa de uma menina só porque ninguém gostava dela. Comecei a ter raiva dela e a olhá-la com arrogância. Falei mal dela para muitas pessoas e cheguei a ponto de brigar com ela sem motivo”, lembra a jovem.

Ela diz que passou meses agindo assim, até que perguntaram por que ela fazia tanto mal àquela menina. “Foi quando eu me perguntei o motivo de ter tanto ódio. Não tinha um porquê. Ela não tinha feito nada contra mim. Fiquei muito mal comigo mesma por agir daquela forma e decidi me desculpar”, conta.

As duas hoje são amigas. Elizandra aprendeu uma grande lição. “O perdão significa um compromisso de não errar de novo. Entendi que, quando perdoamos, sacrificamos o nosso eu e deixamos Deus aparecer em nossas vidas.”

Faça a diferença
Você já ouviu a frase “depois que inventaram a palavra desculpa, ficou fácil ofender o outro”? Ela faz sentido quando o erro é cometido várias vezes. É como aquela mulher que xinga o marido, pede perdão, mas no outro dia repete o ato.

Cristiane Cardoso, palestrante e apresentadora, explica que perdoar não é algo tão simples. “O pedido de perdão é algo profundo, sem justificativas ou desculpas esfarrapadas. Quem está verdadeiramente arrependido, sabe que falhou e não coloca a culpa no outro”, argumenta.
Essa é uma atitude sábia, que reflete a cura interior e exterior. O que você está esperando para tirar de dentro de você o peso de tantas lembranças ruins?

Qual a melhor atitude?
- Tenha a humildade de reconhecer o erro cometido.
- Coloque-se no lugar do outro.
- Em uma conversa particular, admita o erro cometido para a pessoa que sofreu a ofensa, ou seja, peça perdão.
- Ouça a queixa do outro até ao fim,  antes de se justificar.
- Elimine todas as possibilidades e ações que possam induzir à repetição do erro.
- Questione o que pode fazer para  diminuir essa dor.
Perdoe-se. Depois disso, abandone verdadeiramente a falha cometida e se liberte do sentimento de culpa.

Fonte: universal.org

domingo, 24 de janeiro de 2016

2016 é o "Ano da disciplina" .

Chega de pensar apenas no que deve se feito. O momento agora é de fazer o que você não quer para obter o resultado que sempre quis.

       
Novo ano começando, amigão. É claro que é só um número a mais no calendário, mas muita gente aproveita para usar isso de forma positiva e começar (ou recomeçar) uma mudança radical e favorável na vida.

Mas hoje quem está com a palavra é o IntelliMan paulistano Felipe Serrano. (foto abaixo) Ele esteve na primeira palestra do “Ano da Disciplina”, que levou homens de várias faixas etárias que decidiram optar pela excelência como estilo de vida ao Templo de Salomão, no dia 2 de janeiro.

Aos 19 anos, o jovem já é empresário e tem uma noção bastante sólida da trajetória que escolheu. Ele nos conta de um jeito bem franco e claro não só como foi o evento, mas como começou a entender melhor esse lance de disciplina como algo imprescindível para quem quiser seguir o mesmo caminho.

“Eu era aluno do curso superior de Administração. Porém, no semestre passado, tive que trancar a matrícula por não conseguir conciliar o trabalho e os estudos. Pretendo voltar para a faculdade neste ano. Em fevereiro do ano passado decidi iniciar o meu próprio negócio, no ramo de serviços automotivos, com a inovadora e popular lavagem a seco de veículos. Estamos em atividade em um condomínio comercial.

Iniciei no Projeto IntelliMen no dia 11 de maio de 2014 e conclui semanalmente as tarefas. Eu e meu parceiro oficial terminamos todas elas no segundo semestre de 2015 e nos formamos no dia 14 de novembro.
Fui à palestra no Templo de Salomão na expectativa de entender o conceito do tema “Disciplina”, pois sempre temos um pouco de resistência a aplicá-la em nossas vidas. E, mais importante do que entender, é aprender como praticá-
la em nosso cotidiano. A palestra foi além das minhas expectativas.

Aprendi que onde acrescentamos disciplina há um sucesso exponencial. Mesmo que no primeiro momento não seja agradável aplicá-la, e em alguns casos ocorra até alguma procrastinação, ainda assim devemos enfrentá-la junto com as tristezas e dificuldades iniciais da renúncia. Não olhar para os sacrifícios iniciais, muito menos para os sentimentos, mas sim ter como foco a colheita que a prática da disciplina nos traz. E, por falar em sentimentos, vi que é preciso ignorá-los e usar isso a nosso favor.

Com certeza, o que mais me marcou naquela noite de 2 de janeiro foi o conceito de que ‘Disciplina é consistentemente fazer o que você não quer para ter o que você quer’. Poucos estão dispostos a fazer o que deve ser feito independentemente do querer e é exatamente isso que nos dá uma oportunidade de nos destacarmos dos demais. Basta fazermos o que poucos fazem para termos o que muitos querem. Pretendo aplicar esses ensinamentos inclusive na minha carreira profissional, nas tomadas de decisões da empresa. Assim, me dedico a estar acima da média dos concorrentes, pois, disciplinado, farei o que eles não fazem. Ficou bem claro e mais real para nós: o sucesso é o destino dos disciplinados.”

Participe agora
Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui.

COMEÇOU O INTELLIMEN 2.0
Eis que se inicia uma segunda e importantíssima fase do projeto. E ela já começa com um desafio muito importante: identificar e vencer a resistência que o impede de fazer o que você tem que fazer. Ele tem três partes. Saiba quais são elas em http://migre.me/sBz5E.

Fonte: universal.org

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Os Dez Mandamentos na telona.


Depois do sucesso na televisão, a maior produção bíblica da Rede Record chega aos cinemas a partir de fevereiro de 2016.

Foram 176 capítulos, 110 atores envolvidos e 30 cenários diferentes. A novela Os Dez Mandamentos fez história na Rede Record e conquistou telespectadores em todo o Brasil. Depois do sucesso na televisão, agora a trama vai virar filme. Em novembro, a emissora anunciou a assinatura de uma parceria com a Paris Filmes, maior distribuidora de cinema do País, para o lançamento do longa-metragem de Os Dez Mandamentos em diversas salas a partir de fevereiro de 2016. 

A versão para o cinema da saga de Moisés contará com cenas inéditas e um final diferente do que foi exibido na TV. A superprodução da Rede Record também deve chegar às salas de outros países.

Sucesso comprovado
Escrita por Vivian de Oliveira e com direção geral de Alexandre Avancini, a novela superou os índices de audiência da emissora e provocou burburinho também nas redes sociais. Um dos capítulos mais aguardados foi a abertura do Mar Vermelho, durante a fuga dos hebreus do Egito.


Exibidas em 10 de novembro, as cenas em que Moisés ergue o cajado em direção ao mar levaram a Rede Record a registrar uma vitória histórica em São Paulo: a novela manteve o primeiro lugar isolado na audiência durante todo o horário em que esteve no ar. Naquele dia, a emissora atingiu uma audiência média de 28 pontos na Grande São Paulo e pico de 31 pontos, 32 pontos no Rio de Janeiro, 33 pontos no Recife, 24 em Belo Horizonte e 30 em Goiânia, segundo números do Ibope.

Em Belém, no Pará, a produção foi líder de audiência por 110 capítulos. Durante o período de exibição, Os Dez Mandamentos superou, pela primeira vez, a audiência do principal programa jornalístico da emissora concorrente, bem como a sua principal novela.

“Moisés tem uma história incrível”
Em entrevista à Folha Universal, Guilherme Winter, que interpretou Moisés, explicou que o reconhecimento do público foi percebido nas ruas. “A receptividade das pessoas é muito boa. Estão toda hora (dizendo) ‘Moisés, vem aqui para eu tirar uma foto com você’. As pessoas realmente abraçaram a novela”, afirmou o ator.


Winter falou da experiência de gravar cenas de diferentes fases da vida do personagem de maneira intercalada. “É um desafio porque cada idade tem um peso maior, mas, ao mesmo tempo, é um personagem leve, ele se torna um cara mais espiritualizado, totalmente voltado a Deus. Então tive que achar esse ponto.” Ele ainda aproveitou para elogiar o homem que libertou os hebreus da escravidão. “Moisés é um (personagem) que vai marcar minha história [...] Moisés tem uma história incrível, me identifico muito com ele.”

O ator acredita que o bom humor nos bastidores contribuiu para os resultados positivos da produção. “Clima maravilhoso, os colegas de trabalho ficaram muito felizes de estar juntos, um somando com o outro, e confluiu nesse resultado, nesse sucesso. Acho que isso contagiou o público de casa.” Se depender da empolgação da equipe que participou das gravações, uma coisa é certa: o filme Os Dez Mandamentos vai bater recordes de bilheteria.

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Fonte: universal.org

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Saiba ouvir sua mulher.

Esta é uma de suas maiores dificuldades? Calma, você chega lá.

 


Ouvir as mulheres é uma enorme dificuldade para muitos homens, ao mesmo tempo que, para elas, é uma das maiores necessidades. Equação difícil de resolver, não, caro leitor impaciente? É, mas se muitos já conseguiram, você também chega lá.

Não importa o quanto o cara é inteligente: é característica da maioria da ala masculina não ter paciência para ouvir a feminina e interrompê-la. Quem disse foi um pessoal muito bem informado.

Uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, não só afirma isso como diz que o mau costume começa cedo. Foram entrevistadas crianças de oito anos de idade de ambos os sexos e os estudiosos notaram que tanto os meninos quanto as meninas se comportavam do mesmo modo quando o entrevistador adulto era um homem. Porém, se quem fazia as perguntas era uma mulher, os garotos a interrompiam 20% mais do que as garotas. Além disso, sabe quantos meninos demonstraram ter menos paciência com a entrevistadora? Todos! Pois é.

Triste, não é? Agora, ponha-se no lugar da mulher.Você acha que é fácil para ela ser interrompida ou ignorada quando quer tanto ser ouvida? Seja sincero: é só ela começar a falar e você já faz cara de “ih, lá vem”? Então, veja algumas dicas dos pesquisadores norte-americanos:

O tempo delas é outro
– O jeito delas abordarem um assunto delicado é diferente. O homem costuma ser mais direto, mas as mulheres floreiam com mil detalhes, rodeiam o problema – seja ele só dela, seja seu ou dos dois. Respeite esse ritmo,
sem interrompê-las.

Bola em campo
– Preste atenção ao que ela diz como se fosse o seu time do coração jogando na final de um campeonato. Isso mesmo: aquele jogo do qual você não quer perder nem um segundo, nem um detalhe. Só não grite “goool” no final, senão...
Tolerância x paciência
– Sim, são duas coisas diferentes, sabia? Paciência é simplesmente aguentar ouvir até o final. Tolerância é, mesmo quando discorda, também ouvir até o fim – ainda que sua vontade seja a de pular na frente dela e dizer “você está errada, caramba”. Claro, isso não se aplica somente ao diálogo entre homem e mulher. Mostra respeito. Essa atitude vai pesar a seu favor em conversas futuras, pois a mulher se lembrará de que você a respeitou, mesmo quando não compartilharam da mesma opinião.

O grande segredo
– Enorme. O principal. Sabe qual é? Não tente resolver a questão! Agora o bicho pegou, não é? A diferença entre nós e elas é essa mesma: elas só querem desabafar, um ombro amigo – e, claro, duas orelhas. E não a resolução da questão. Se você a interromper, ela entenderá assim: “Esse cara não se importa comigo”. Fique certo de uma coisa: se ela quiser uma solução ou sua opinião sobre algo, ela a pedirá com clareza. Se não pedir, lembre-se da velha máxima chinesa: “Palavra é prata, silêncio é ouro”.
Pronto. São dicas simples e parecem aquela coisa de “é mais fácil falar do que fazer”. Mas não custa tentar, parceiro. Depois nos conte como foi a experiência.

PACIÊNCIA DE PRESENTE
Todo cara tem uma mulher especial em sua vida. Ou mais de uma, pois entram na conta mãe, filha, irmã... Então, que tal lhe fazer uma surpresa agradável?  Tem que ser algo de que ela goste ou precise muito. E, se o que ela quer é justamente ser ouvida sem interrupção impaciente, dê isso de presente! Pode ser durante um jantar num lugar interessante, em um passeio num parque de sua cidade... De qualquer modo, ela tem que perceber que você pensou nela e se esforçou para planejar e executar isso. Ah, você já é um bom ouvinte? Veja outras sugestões de surpresas especiais no Desafio #36, lá em www.intellimen.com.


DICA TECNOLÓGICA

ARMÁRIO ORGANIZADO
Homem não tem muita paciência para escolher o que vestir, mas, às vezes, é necessário saber a roupa certa para cada ocasião. O aplicativo Stylebook Men dá uma grande mão nisso, pois ajuda a organizar seu guarda-roupa e a aproveitar melhor o que tem nele para quando você for para o trabalho, passear, viajar, etc. Para iOS, por US$ 3,99.




Fonte: Universal.org

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Quantos Tem Fugido do Problema?

Não querem ouvir verdades, não querem expor seus erros ou fracassos porque preferem mostrar uma certa aparência de que estão na “fé”.

Entretanto, o tempo está passando, as aflições estão aumentando. Onde está a solução? Está longe! Cada vez mais distante!

As pessoas estão na igreja, choram e até parece que estão se entregando.

E por quê?

Porque, depois do choro, logo vem a sensação de que não vão cometer mais os mesmos erros, no entanto, na semana seguinte, as atitudes demonstram que tudo foi em vão! Nada foi real! Tudo foi uma farsa!

Mas ela diz: Estou lutando! Eu sei que Deus me livrará do meu “eu”.

O quê? Digo eu!!! Deus vai te livrar?

Desculpe amiga, mas você vai ter que ler direitinho o que tenho a dizer.

Antes de Jesus ser preso, Ele estava no Jardim do Getsêmani, onde orava a Deus em agonia, dizendo: “Se possível passa de mim este cálice”. Não é certo?

Pois é! Mas quando chegou o momento de provar que não só pedia, mas que Ele mesmo se ofertava a Deus… Ele nos surpreende!

“Tendo, pois, Judas recebido a escolta e, dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas, chegou a este lugar com lanternas, tochas e armas.
Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais?”
João 18.3,4

Sabe, não tenho palavras quanto à atitude do Senhor Jesus. Simplesmente, linda!

Ele, que não fez nada, não pecou, seria julgado como malfeitor e levaria todo o pecado do mundo, desde a existência até o porvir. Estaria longe do Pai. Sozinho. Enfim, tudo para obedecer e ser a Única oferta capaz de comprar a nossa alma do inferno.

Antes, pedia que o livrasse, mas não fez a sua própria vontade. Ele encarou! E mais: adiantou-se, antes mesmo dos soldados chegarem até Ele.

Quem não deve não teme!
Quem está mesmo apto a obedecer, sacrifica a si mesmo e adianta-se para assumir aquilo que lhe cabe fazer.

Mas aqueles que são covardes sentem-se humilhados diante da situação. Seu orgulho é o seu refúgio e nada alcançam senão serem os hipócritas desta geração.

O Senhor Jesus foi até os que o perseguiam e ainda perguntou. Quem com tanta ousadia faria isso, mesmo sabendo o que poderia acontecer?

Você faz o mesmo diante daquilo que você poderá pagar perante a sociedade e a igreja?

Sua atitude demonstrará quem você é?

Obs: Não as suas lágrimas! Mas as suas atitudes!

Viviane Freitas

sexta-feira, 30 de março de 2012

Os Fortes e os Fracos.

O emotivo é fraco. Indefinido nas decisões, indefinido na fé. É escravo da opinião alheia.
Isso o tem feito infeliz, mesmo crendo em Deus.
“Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.” 2 Coríntios 4.18

O nascido do Espírito é espírito. Vivencia a fé racional, dispensa visões, sentimentos e emoções.
Crê para ver e jamais precisa ver para crer.
Isto é loucura? Certamente, para o mundo secular.
Não para o mundo da fé, o Reino do Espírito de Deus.

Só o nascido de novo pode ver o Reino do Espírito de Deus. João 3.3
Só o nascido da água e do Espírito entra no Reino do Espírito de Deus. João 3.5
Só os nascidos de Deus estão aptos para vencer a guerra da salvação, porque usam a fé sobrenatural.

Já o nascido da emoção, nascido da carne ou o homem natural, não tem o Espírito Santo para discernir o mundo da fé sobrenatural.
Por conta disso, não tem coragem para assumir compromisso sério com Deus, negar sua própria vontade, tomar a cruz e segui-Lo.
Antes, é, literalmente, covarde. Ao menor som dos tambores de guerra, foge.
Não tem coragem para dizer não ao pecado e enfrentar as injustiças diabólicas.
Sua fé emotiva o torna tímido diante dos parentes, amigos e conhecidos.

O mesmo não acontece com os nascidos de Deus. Sua fé é sólida, alicerçada, fundamentada na Palavra Divina. Não estão nem aí para a opinião alheia…
E se todos os abandonarem por causa de sua fé, aí é que eles se tornam mais fortes.
Da fraqueza, tiram forças e tomam posse das promessas.

“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” I Coríntios 2.14

Publicado por: Bispo Edir Macedo

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Aprendendo com Davi.

O Rei Davi foi uma das figuras bíblicas mais diversificadas, cujas múltiplas experiências de vida e fé são relatadas com riqueza de detalhes nas Escrituras.

Foi o filho caçula, pastor de ovelhas, assessor do rei, músico, guerreiro, fugitivo, capitão de milícia, líder de desprezados, escritor, rei de Israel, adúltero, homicida, homem de guerra, perseguido pelo próprio filho, idealizador do primeiro Templo de Salomão, ascendente do Senhor Jesus...

Uma vida de todas as cores e tons, um homem tão falho e, ao mesmo tempo, “segundo o coração de Deus”.

Estudar a vida de Davi e seus altos e baixos é uma viagem cheia de lições, aventuras e descobertas, da qual você não voltará a mesma pessoa. Ao seguir a trajetória de Davi, você se encontrará no caminho de um homem que conheceu a Deus intimamente.

Acompanhar a sua história é aproximar-se de Deus. Eu gostaria de lhe convidar a fazer exatamente isso.

Nesta terça-feira (24), às 23h10 (horário de Brasília), a minissérie “Rei Davi” estreará na Rede Record.

Esta obra nos apresenta uma oportunidade única: acompanhar a história de Davi por vídeo e, paralelamente, pela Bíblia. Ou seja, você poderá ver aquilo que ler. Isso facilitará em muito o entendimento do texto. Eu ainda não assisti à minissérie. É claro que é uma obra para a tevê – consequentemente, espero que tenha suas limitações e extrapolações artísticas. Mas não vamos nos ater a isso. Vamos aproveitar essa rara oportunidade para ajudar a nossa imaginação a voltar ao passado e trazer riquezas para a nossa fé.

Vamos começar hoje a ler a história de Davi na Bíblia. Ela começa no capítulo 16 de 1 Samuel e segue até o final deste livro. Continua por todo o livro de 2 Samuel até a morte de Davi, em 1 Reis 2.

Vamos ler em sequência meditando, aprendendo e assistindo à minissérie, que será exibida às terças e quintas-feiras, a partir deste dia (24).

Seria muito bom se você fosse deixando seus comentários aqui, compartilhando as lições que você for colhendo ao longo do caminho. Assim, todos nós seremos abençoados.

Topa?

P.S.: wallpapers, vídeos e outras coisas muito legais no site oficial da minissérie, aqui.

fonte: Blog do Bispo Renato Cardoso