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domingo, 15 de novembro de 2015

Como brigar e acabar em beijos.



Se colocássemos algumas opções do que você gostaria que acontecesse depois de uma briga entre você e seu (sua) parceiro (a), qual escolheria?

a) Nada foi resolvido
b) Corações feridos e despedaçados
c) Ambos chateados e calados
d) Solução e beijos de amor

Certamente, todos escolheriam a opção “d”, por ser a mais sensata e agradável. Porém, o que é necessário fazer para acabar uma briga com a solução do problema e, consequentemente, em beijos?

Você deve atentar para esses cinco pontos:

1 – Saiba o porquê e sobre o que estão brigando. Muitos começam a discutir sobre algo e depois mudam totalmente o foco da discussão. Por fim, acabam até se esquecendo sobre o que começaram a brigar. Isso acontece porque outros assuntos passados e paralelos, que não tinham nenhuma relação com a briga, foram trazidos à tona. Vários casais começam reclamando de uma coisa e terminam falando de outra completamente diferente. Por isso, é necessário ter em mente o assunto principal e focar somente nele. Defina e discuta sobre um ponto específico. Se for um gasto indevido, por exemplo, você falará apenas disso. Nada de mencionar as crianças, pular para a sogra, falar do patrão ou relembrar algo que aconteceu há muito tempo.

2 – Lembre-se de que você tem dois ouvidos e uma boca. Preste atenção no que a pessoa está falando, em vez de bolar em sua mente argumentos para se defender. Tente entender o porquê ela se sente assim. Se as reclamações não forem devidamente ouvidas, vocês não poderão entender qual é o problema e, consequentemente, o mesmo não será resolvido. Por isso, essa regra é fundamental: ouvir mais e falar menos. Ainda que, de início, você não concorde com o que o outro esteja falando, procure compreendê-lo e se colocar no lugar dele.

3 – Não fale tudo o que sente ou pensa. Muitos vomitam sentimentos e pensamentos sobre seus parceiros com a desculpa de que “precisam abrir seus corações” ou de que “só estão sendo sinceros”, mas, ao fazerem isso, acabam ferindo a pessoa amada. Todos nós sentimos e pensamos coisas ruins no momento da raiva, mas não precisamos despejar esse “pum cerebral” sobre o (a) parceiro (a). Afinal, o que é mais adequado quando se tem gases? Soltá-los na frente da outra pessoa ou sair de perto e lidar com aquilo da sua maneira? Assim como essa última opção, devemos administrar e nos livrar dos sentimentos e pensamentos ruins, sem prejudicar o outro.

4 – Ataque o problema e não a pessoa. Em uma briga, é necessário entender quem é o inimigo. O seu inimigo não é a pessoa que você ama, mas é o problema que tem prejudicado vocês. Por isso, em vez de atribuir características ruins ao outro, dizendo que ele é isso ou aquilo, fale do problema. Em vez de chamá-lo de grosso, por exemplo, diga que você não gostou do jeito que ele falou com você. Assim, ressaltará o problema, que é o “jeito” de falar, sem ofender a pessoa.

5 – Combine o que cada um fará de agora em diante. A briga não acaba nem o problema se resolve enquanto ambos não combinarem o que farão a respeito. Trata-se de um acordo. Afinal, para que a situação não se repita, é preciso fazer diferente de como estava sendo feito até então, acordando qual será a parte de cada um. Depois de estarem combinados, os abraços e beijos acontecerão naturalmente. Já que os desentendimentos são inevitáveis, desejamos a todos bons beijos!

Fonte: Universal.org

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

5 dicas para manter um casamento duradouro.

Atitudes simples podem ajudar no relacionamento.



Bernie Mills, de 80 anos, e a esposa dele, Carol, de 75 anos, não sabem o que significa a palavra viral, gíria para apontar quando um post é compartilhado milhares de vezes na internet. Mas a imagem dele segurando um buquê de rosas e uma caixa de chocolates à espera dela, no Aeroporto Internacional de Los Angeles, nos Estados Unidos, despertou tanta curiosidade, ao ser reenviada inúmeras vezes pelas redes sociais que, além de ter “viralizado”, rendeu uma entrevista do casal para a revista eletrônica norte-americana Inside Edition. 

O vídeo mostra a singela cena de Bernie esperando Carol. Os dois foram casados durante 50 anos e eram viúvos, até que se conheceram em 2010. Ela estava longe dele há duas semanas e os dois nunca tinham ficado tanto tempo distantes um do outro. No momento do reencontro, ele abre um sorriso, dá um beijo nela e lhe entrega os presentes. O casal se surpreendeu com a repercussão do vídeo. Mas, além da bela imagem que sugere que é possível ser feliz em qualquer idade, o vídeo mostra que uma ação que parece banal, como a de Bernie, pode ser um ótimo exemplo para tornar a relação amorosa mais sólida e duradoura.
Em geral, nas relações, depois que as pessoas se conhecem, namoram e se casam, é normal que ocorram cobranças de parte a parte e isso pode desgastá-las com o passar do tempo. A psicóloga Ana Carolina Perez, especializada em terapia de casal, sugere que para evitar isso é preciso respeitar os limites do outro. “Não se pode exigir das pessoas mais do que elas podem dar, já que isso gera frustrações sobre o outro e torna ambas as partes constantemente insatisfeitas. O que se pode fazer é encontrar juntos, um ajudando o outro, alternativas que facilitem romper os limites pessoais”, diz.

O hábito e a mudança
E se a chama da paixão vai se apagando, sempre há algo a fazer para que o amor não morra por completo. “A ciência nos mostra que se nos habituarmos a fazer coisas, mesmo que a princípio sejam sem vontade – por exemplo, elogiar e ressaltar as qualidades do parceiro –, naturalmente essas atitudes se tornarão prazerosas”, afirma a psicóloga.

Para os designers de interiores Reginaldo de Oliveira, de 51 anos, e Silvia de Oliveira, de 44 anos, casados há quase duas décadas, também há outras ações que ajudam a manter a relação. “Reconhecer que temos diferenças e estabelecer o diálogo ajuda. Para o homem é mais difícil aprender que precisa ouvir a mulher e ter paciência com ela, mas é necessário”, diz Reginaldo.

Caráter e comprometimento
Quando se conheceram, os dois estavam saindo de relacionamentos anteriores que não foram saudáveis. “Fomos apresentados por uma amiga em comum e em seguida ele já conheceu meus pais, se dirigindo a eles como sogro e sogra. Apesar da brincadeira, ele logo demonstrou que queria algo sério comigo. Um mês depois nos encontramos novamente e passados dois meses resolvemos ficar juntos. O casamento veio em seguida”, conta Silvia. Uma das virtudes de Reginaldo que chamou atenção dela foi o caráter. Anos depois, essa qualidade mostrouse fundamental para manter o casamento dos dois. “Eu tive um tumor na cabeça e passei por duas cirurgias. Ouvi várias vezes de pessoas próximas que ele iria me deixar, mas eu tinha certeza de que isso não aconteceria”, diz Silvia.


Reginaldo cuidou da esposa e procurou protegê-la nesse período delicado pelo qual passaram. Juntos, eles sempre procuram fazer algo para que a relação deles não caia na rotina. “Toda vez que passo por alguma loja, lembro da minha mulher e compro algo para agradá-la. Esquecer as datas especiais, como aniversário, nem pensar (risos)”, conta o designer. Já Silvia afirma que adora fazer surpresas para o marido: “Escrevo bilhetes para ele e tento cultivar nosso casamento fazendo um jantar especial. Acho que é assim sempre: a gente só colhe o que planta e precisa plantar todos os dias”, sentencia ela.
Fonte: Universal.org


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

De que forma as brigas podem favorecer o seu casamento?

Saiba como agir quando os desentendimentos baterem à sua porta.


Pode soar estranho, mas você sabia que todo casal que briga está, na verdade, se ajustando à vida um do outro e, com isso, promovendo o bom relacionamento? Porém, vamos deixar bem clara essa situação para que depois não digam que estamos promovendo a discórdia. As brigas aqui não se tratam de conflitos declarados, mas apenas de desavenças momentâneas, que, seguidas de uma boa conversa, acabam até ajudando a melhorar a vida a dois.


Portanto, não saia agora discutindo com o seu cônjuge. Entenda que o casal que troca ideias, discorda e até discute, muitas vezes, está – na verdade – moldando-se um ao outro, mas isso não acontece com o casal que vive em “pé de guerra”.

O importante nisso tudo é procurar resolver os problemas da melhor maneira possível, porém, que fique claro: eles não serão resolvidos durante uma desavença se o foco for sempre o parceiro.

O casal de apresentadores e palestrantes Renato e Cristiane Cardoso ilustra bem esses detalhes quando explica que o problema maior não é brigar, mas sim a forma como se briga, ou seja, o casal não sabe brigar, por isso, acontecem tantos conflitos.

Durante uma edição do The Love School (A Escola do Amor) – programa que apresentam pela Rede Record, aos sábados, ao meio-dia –, Renato e Cristiane fizeram um vídeo que retrata, de forma bem-humorada, o tema dessa matéria. Acompanhe a seguir e aprenda importantes lições para a vida a dois:


Às quintas-feiras, Renato e Cristiane também realizam uma palestra voltada à vida amorosa, a Terapia do Amor. Se você está em São Paulo e deseja participar, o encontro acontece sempre às 20 horas. Veja mais detalhes clicando aqui.

Fonte: Universal.org

domingo, 25 de outubro de 2015

Você tem sido grato ao seu marido ou à sua esposa?

Veja o quanto a gratidão é importante, até mesmo para a sua saúde.


Sabe aquela louça que o seu marido lavou, o chá especial que ele preparou para você ou mesmo o leite que ele saiu para comprar – tarde da noite – porque acabou bem na hora em que o seu filho pediu? Você o agradeceu por tudo isso, dizendo o quanto estava feliz por ele lhe ajudar e ser tão bom e especial?

E você, esposo, retribuiu – de alguma forma – à sua mulher pela roupa que ela deixou passada para você ou por aquela comidinha toda especial que ela preparou com carinho? Ou apenas saboreou e saiu da mesa sem agradecer o empenho e a dedicação dela?

Você já parou para pensar que, muitas vezes, você tem mais gestos de gratidão e educação com as pessoas que mal conhece do que com as de dentro da sua casa?

Talvez você nem perceba tais atitudes, porém, nunca é tarde para mudar.  O apresentador e palestrante Renato Cardoso destaca que uma única palavra ou um gesto de gratidão é capaz de provocar incontáveis resultados.

“Quando você está ocupado ou estressado, acaba esquecendo-se de agradecer à pessoa que decidiu construir uma história ao seu lado. Você costuma dizer ‘obrigado’ para estranhos e amigos o dia todo, até por pequenas coisas, mas, de repente, pode estar sendo ingrato pelos grandes sacrifícios que seu parceiro faz por você”, afirmou ele em mensagem aos participantes da Terapia do Amor, palestra que – ao lado da esposa, Cristiane Cardoso – ministra todas as quintas-feiras, às 20 horas, no Templo de Salomão.


“Que tal mudar isso hoje?”, desafia Renato, convidando todos os casais a listarem 5 coisas que o parceiro faz e pelas quais não tem recebido gratidão. “Expresse isso com sinceridade, verbalmente ou por escrito. Faça isso intencionalmente mais vezes, agradecendo desde as pequenas até as grandes coisas. Sua gratidão sincera faz com que o outro se sinta valorizado, e isso melhorará o seu relacionamento."


Um coração grato é mais saudável
Aliás, você sabia que ser uma pessoa grata ou mesmo receber o carinho e a gratidão de alguém faz bem à saúde? A gratidão não apenas alegra o coração, como também pode torná-lo mais vigoroso.
Isso foi comprovado em uma pesquisa publicada pela Associação Psicológica Americana, que descobriu que pacientes com problemas cardíacos assintomáticos (que têm o problema mas não apresentam sintomas) que mantiveram um diário de gratidão durante 8 semanas, enquanto recebiam cuidados clínicos regulares, mostraram redução nos níveis de marcadores inflamatórios no corpo, o que está relacionado a uma melhor saúde cardíaca.

O estudo acompanhou 186 homens e mulheres, comprovando que um coração mais grato, de fato, é mais saudável.

Perceba que a gratidão não é apenas um ato de ternura que colabora para alegrar o seu parceiro ou quem está ao seu redor, ela também promove um bem-estar geral.

Quer ter um coração mais saudável? Pratique a gratidão. E se você quer aprender a ser grato também na vida a dois, participe da Terapia do Amor. Os detalhes sobre as palestras você encontra clicando aqui.

Fonte: Universal.org

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

5 imagens que representam um bom casamento.

Confira alguns conselhos para a sua vida amorosa.




1)   É preciso que haja uma aliança: uma aliança não tem começo nem fim, ela é duradoura, e para que ela resista ao tempo é fundamental que haja sacrifício. Muitas vezes precisamos sacrificar nossas próprias vontades para que o relacionamento dê certo. O orgulho dentro da união abre espaço para brigas, rancores, entre outros problemas.


2)  Para funcionar é preciso confiar: imagine conviver o restante da vida com uma pessoa em que não se confia. Difícil, para não dizer impossível, não é verdade? Se um não confia no outro, se ambos não passam segurança para o relacionamento, as coisas podem não dar certo. Por isso, é necessário transparência dentro do relacionamento.


3)  Quem gosta de ser desrespeitado? Um não valoriza o que o outro faz; ambos estão sempre usando palavras pesadas e talvez até agressões físicas dentro do casamento. Será que esse tipo de relacionamento resiste ao tempo? Com certeza, não.


4)   É importante ter objetivos em comum: um casal só permanece unido se ambos desejam andar pelo mesmo caminho. Se em algum momento desse percurso cada um for para um lado, o relacionamento não resistirá.


5)  Sem diálogo não há intimidade: como é bom conversar com aquela pessoa que lhe compreende, não é verdade? É por isso que a falta de diálogo distancia o casal. Compartilhar as experiências ajuda a criar intimidade.

Você gostou desses 5 conselhos? Então compartilhe esse artigo nas redes sociais e deixe o seu comentário sobre esse tema.

Fonte: Universal.org

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

7 tipos de mulher com os quais não se casar.

Conhecer de verdade aquela que poderá ser sua esposa é crucial para o sucesso de uma relação duradoura.



O que você leva em conta na mulher com quem pensa em se casar? Obviamente, gostar dela é essencial – e pode parecer suficiente, mas não é. Usar somente a emoção para tomar uma atitude tão importante, que vai ter reflexos para o resto de sua vida, é um senhor tiro no pé. 

Não é para agir com frieza, mas é preciso observar certas características na moça que podem sabotar uma relação antes mesmo de ela começar e depois vem aquela corrente de problemas para administrar ao longo dos anos. O escritor e jornalista J. Lee Grady, que contribui para a revista norte-americana Charisma, elaborou sete tipos de mulher que um homem não deve escolher para ser sua esposa. Dê uma olhada.

A Materialista – Claro que crescimento financeiro é importante e deve ser almejado. Mas se a eleita espera que você mova mundos só para dar a ela coisas caras, cuidado. Você deve se casar com uma mulher, não com as dívidas. Diferencie as interessadas das interesseiras. Aja de acordo com a sua realidade financeira e escolha alguém que queira evoluir com você nesse sentido.

A Diva – Sabe aquele cara que acha que todas as garotas estão a seus pés? Uma diva é a versão feminina dele. Um pesadelo para qualquer marido. Uma mulher assim passa por cima de tudo e de todos para satisfazer seus anseios – não pense que ela fará diferente com você.

A Dalila – Sansão achou que era amado e confiou a ela seu maior segredo. Foi a sua ruína. Ela não quer amor, quer é se sentir sexy, “poderosa”. Corra da sedução barata de uma mulher solteira. Muitas usam sua sensualidade para “tirar” apenas o que desejam sem nenhuma intenção de se casar.

A Rixosa – Ela quer entrar numa relação com você, mas não se desprende de situações mal resolvidas do passado ou tende a guardar rancor por alguma falta? Parece frieza dizer isso, mas não entre numa relação assim. A não ser que a mulher realmente se liberte antes de vocês darem o passo do matrimônio.

A Controladora – Casamento é parceria meio a meio e não uma união entre uma pessoa manipuladora e outra que faz tudo como e quando ela quer. Não caia na chantagem de “se eu não fizer como ela quer, vai ser o caos lá em casa”. Há dois nessa relação, em pé de igualdade, e não um criado e uma madame.

A “Filhinha da Mamãe” – Claro que é importante a mulher pedir conselhos e apoio à mãe de vez em quando. Mas a toda hora não dá. Se ela não tem consciência de que forma uma nova família com você, não está de fato em um casamento. Se ela dá as rédeas à sua sogra, implicitamente está, de fato, entregando o controle da união. Se sua escolhida tem essa dificuldade de romper o cordão umbilical, repense a situação.

A Viciada – Ela bebe, fuma, depende de “tranquilizantes”, até é adepta da pornografia e acha isso tudo “normal”? Pense e repense antes de atar laços com alguém que ainda não se livrou definitivamente dos vícios, pois, caso contrário, você terá que conviver com eles e suas consequências.

Bem, as dicas estão aí. E você? Vai se casar primeiro para só depois descobrir quem sua mulher é
de verdade?


EMOÇÃO X RAZÃO

Há uma razão para o homem ser menos emotivo que a mulher. Isso tem a ver com seus papéis ao longo da história: guerreiro, caçador, protetor, chefe de família. No entanto, há “machões” que também dão vazão às emoções quando agem com agressividade demais na hora errada. Emotivo demais ou “de menos”, encrenca à vista.
No Desafio #32, em www.intellimen.com, você vai saber como manter o equilíbrio entre emoção e razão e ter
uma vida satisfatória.

TROPA DE ELITE

O SAS (Special Air Service) britânico é tido como a melhor força especial do mundo e serviu de base para todas as outras. Um de seus soldados escreveu o Guia de Sobrevivência, livro que já vendeu milhões de cópias, com dicas para sair de situações difíceis em vários ambientes. Tem até uma elogiada seção de primeiros-socorros. A obra virou um apreciado app para iOS e Android, por US$ 5,99  – e uma versão Lite grátis. 


domingo, 27 de setembro de 2015

Seu relacionamento a dois está no caminho certo?

Confira 5 maneiras de perceber se o outro é a pessoa ideal para você.



Muitos relacionamentos começam bem, porém, com o passar do tempo, uma das partes percebe que pode estar se envolvendo em algo que se tornará prejudicial no futuro. Então, como saber se esse namoro ou noivado é algo positivo?
Pelo convívio diário e pela experiência é possível perceber alguns indícios sobre a qualidade desse relacionamento. Veja abaixo 5 itens que podem lhe ajudar a fazer essa avaliação:

1)    Honestidade
Um dos princípios que permite um relacionamento superar as adversidades ao longo do tempo na vida do casal é a honestidade. Uma mentira ou uma meia-verdade não dura para sempre, mais cedo ou mais tarde ela vem à tona. Por isso, é melhor que o casal deixe tudo muito claro desde o começo e a transparência seja contínua no relacionamento.

2)    Valores compartilhados
Geralmente, as brigas surgem das diferenças de pensamentos e da inabilidade de saber conviver com algumas diferenças. É importante saber avaliar se a outra pessoa possui objetivos e interesses em comum com os seus. Talvez ocorram divergências de opiniões, porém elas não podem ser tão grandes a ponto de provocar a desunião do casal.

3)    Liberdade para expressar quem você é
Há pessoas que se sentem oprimidas dentro de um relacionamento. Não ganham liberdade para expressar quem são de verdade, e por isso vivem aos moldes do que a outra pessoa deseja. O problema é que, no futuro, essas pessoas poderão se sentir frustradas, porque oprimiram durante a vida a sua real personalidade.

4)    Respeito
O respeito é algo elementar em qualquer relacionamento, seja ele amoroso ou não. Por isso, relacionamentos em que a outra pessoa não valoriza a união, ou não tem estima pelo outro, promovem a opressão, infligem dor e sofrimento, trarão muitos problemas.

5)    Interesse mútuo
É importante que um sinta interesse pela vida do outro. Muitas pessoas passam anos juntas e não sabem quais são os gostos, medos e desejos do outro. Não se interessam por saber a história daquela pessoa ou o que tem valor para ela. A consequência disso, em longo prazo, é a ausência da intimidade. Não há compartilhamento dentro do relacionamento.

 Fonte: Universal.org

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como superar o medo do casamento.

Saiba o que leva as pessoas a ter o famoso "pavor nupcial" e aprenda a superá-lo


Com as taxas de divórcio altíssimas, com a visão individualista cada vez maior entre as pessoas e também com a atitude de casais de morar juntos sem oficializar uma união, casar-se tem sido algo intimidante para muitos. Por isso, saber o que realmente significa o casamento e suas vantagens, fica melhor para definir expectativas e superar a fobia matrimonial.
O dia do casamento é algo espetacular. Preparativos, cerimônia, presença de amigos e testemunhas – enfim, uma data para ser sempre lembrada e festejada. Mas como celebrar o dia a dia que muitas vezes é cercado de imperfeições, barreiras, omissões e renúncias? “Ser casado envolve, muitas vezes, abrir mão de nossos próprios interesses em detrimento dos interesses alheios. E essse é um dos motivos que podem causar em algumas pessoas receio ou até pavor de casamento”, explica Alessandra Souza de Amorim, psicóloga com MBA em gestão estratégica de pessoas.
Medo. Essa palavra caracteriza o sentimento de muitas pessoas quando o assunto é matrimônio. Seja a pessoa que cresceu vendo o relacionamento fracassado dos pais, o jovem que pensa que precisa ter muito dinheiro para se unir com alguém ou então que deve “aproveitar” a vida antes. Pensamentos como esses caracterizam uma visão negativa do casamento e, por conta dessas ideias, muitas pessoas se frustram na vida amorosa.
“Em geral, sabemos que os medos de hoje são reflexos de experiências passadas (muitas vezes frustrantes) e que inevitavelmente terão impactos na forma de pensar e agir de qualquer pessoa”, explica a psicóloga.
Quando os exemplos traumatizam
Desde criança, Dioclecina Martins de Sousa, de 28 anos, cabeleireira e maquiadora, observava que seus avós e pais tinham casamentos cheios de intrigas e desavenças. “Pensava comigo ‘para que vou me casar se é para ser assim? ’”, lembra.
Ela cresceu com a ideia de que casamento era algo ruim. “Tudo piorou quando vi o casamento das minhas irmãs. Era um fracasso. Com isso, eu não conseguia nem ao menos dar uma chance a alguém, muito menos namorar. Desconfiava de todos os homens que se aproximavam”, diz.
Este bloqueio que Dioclecina criou a impedia de ser feliz. “Me tornei extremamente exigente com os homens, mas ao mesmo tempo era infeliz e solitária em meu interior. O ápice foi quando um rapaz me disse que eu não tinha nascido para casar, mas para ficar sozinha. Essa frase acabou comigo”, conta.
Vendo aquilo, os pais dela, que tinham buscado ajuda para o casamento deles na Universal, convidaram a filha para participar das reuniões e do grupo jovem da igreja. “Na época, eu estava com 18 anos. Aceitei ir porque estava realmente mal e achava que nunca seria feliz no amor. Frequentando as palestras descobri como me livrar do medo e entendi que cada um constrói sua vida amorosa”, afirma.
Ela aprendeu a se amar e a se conhecer primeiro para depois encontrar alguém. Há um ano ela se casou e hoje sabe que o futuro do relacionamento dela depende da dedicação de ambos. “Hoje eu sei o que é ser amada e respeitada. Temos cinco anos ao todo de convivência e entendo que o casamento é maravilhoso para aqueles que entendem seu real significado e se entregam a ele verdadeiramente”, conclui.
Ideias erradas sobre o casamento
Cristiane e Renato Cardoso são autores do livro Casamento Blindado, que ajuda casais e solteiros a se preparar para ter relações saudáveis. Eles contaram que, recentemente, concederam entrevista nos Estados Unidos sobre o livro. Na ocasião, o apresentador do programa perguntou se, depois de tanto tempo casados, não enjoaram um do outro. Essa é também uma ideia errada sobre o casamento. A de que com o passar do tempo um vai cansar do outro. Renato não concorda com isso e explica o por quê “Nós sempre ficamos chocados com essa pergunta porque nós estamos melhor agora do que jamais estivemos antes. Quanto mais você conhece, mais junto vai ficando. Existem coisas que um casamento proporciona que uma pessoa solteira jamais sonhou.”
Há ainda quem pense que se unir a outra pessoa fará com que planos e sonhos individuais sejam esquecidos. O palestrante também refuta essa ideia e acrescenta que em dois as conquistas são melhores. “O casamento não é empecilho para os objetivos, desde que você se case com alguém que queira te fazer feliz. É um time, você tem um parceiro ao seu lado, não está sozinha nesses objetivos”, afirma.
Será que não está na hora de fazer uma avaliação e eliminar todo receio que tem feito mal à sua vida amorosa? “Quem alimenta esse medo, pode não dar falta hoje de uma pessoa adequada ao seu lado, mas um dia essa falta vai bater e a pessoa poderá se arrepender. O tempo pode ser um inimigo de quem pensa que não vale a pena casar”, conclui Renato.

domingo, 17 de maio de 2015

Ela já tem filhos. E agora?

Saiba qual é o lugar e o papel de um padrasto.


De repente, a mulher que você ama diz que está grávida. Você fica feliz. Mas, em seguida, ela explica que o filho não é seu. Tente colocar-se no lugar de José, um simples carpinteiro que teve a honra de ser o padrasto do próprio Senhor Jesus em pessoa. Acha que foi fácil?
Não foi. Tanto que José pensou em “se mandar” e deixar Maria abandonada à própria sorte, em um tempo em que uma mulher solteira engravidar era uma catástrofe social para ela. Mas, em sonho, Deus deixou bem claro para aquele homem que a gravidez da jovem era mesmo obra dEle. A partir dali, José protegeu a esposa e aquele que, em seu coração, era seu filho. Fugiu com eles pelo deserto quando exércitos os perseguiam. Comprou aquela briga contra um governante poderoso e perigoso. Protegeu e foi provedor daquela família. Ensinou o menino a ser um bom carpinteiro, que respeitava aquele senhor como seu pai na Terra, embora soubesse de quem Ele realmente veio.
Dos tempos bíblicos para cá, continua muito comum um homem assumir um compromisso com uma mulher que já tenha filhos de outro relacionamento. Administrar a função de padrasto não é fácil, mas é possível quando existe amor entre o casal.
Se for o seu caso, caro leitor, o que você pode fazer para entender qual é o seu lugar? Pesquisadores do curso de serviço social da Brigham Young University (BYU), de Idaho, nos Estados Unidos, realizaram um estudo e chegaram a algumas conclusões que podem dar “uma mão” nesse assunto, como você verá a seguir.
Reconhecimento do “terreno” – analise se a relação entre a mulher e os filhos é respeitosa. O pretendente a marido e padrasto deve conhecer previamente a rotina, o convívio e até os problemas já existentes naquela família, pois, ao começar o relacionamento, fará parte disso tudo.
Saiba o seu lugar – ninguém substitui um pai. Esse lugar já tem dono. O que você deve querer é ser considerado um grande amigo e reconhecido como o marido da mãe da criança ou jovem. É muito importante que essa hierarquia seja respeitada para o bom funcionamento da família. É claro que, dependendo do modo como você lidará com as crianças e adolescentes, eles podem considerá-lo futuramente um pai – lembra-se do ditado “pai não é só quem gera, mas quem cria”? Mas isso é consequência e não objetivo nem obrigação dos enteados.
“Você não é meu pai” – ouvir isso é indesejável, mas possível. Pode ser, inclusive, por ciúme das crianças em relação à atenção que a mãe deles dá a você. Ah, muito importante: se você também já tem filhos, procure se dedicar igualmente aos seus e aos da esposa. Padrasto, enteados, mãe e parentes da mãe devem aprender que todos têm o seu lugar e importância nessa família. O homem tem de se impor, mas com respeito. Portanto, tome sua posição e reconheça a sua importância.
Depende de todos – uma relação saudável não é responsabilidade só do padrasto, mas também da esposa e dos enteados. A mãe deve intermediar a relação entre os filhos e o novo membro da família. O homem deve ajudar a esposa a criar as regras básicas de convivência e cuidar para que todos as respeitem.
Isso deve ser feito desde o início para evitar futuros problemas. Se o espaço e a importância de cada um forem respeitados, podem nascer laços não só de uma convivência pacífica, mas até de amor e admiração.
Respeite o tempo:
Ser reconhecido e respeitado pelos enteados não é algo que acontecerá da noite para o dia. Mas, administrando corretamente essa relação no presente, o futuro será melhor para todos: você, eles e sua esposa. Se isso for feito de um modo inteligente, determinará se os frutos serão colhidos em curto, médio ou longo prazos – ou sempre. 
Quer entender melhor isso? Veja o Desafio #35 em www.intellimen.com.
Ajuda Online:
Um executivo norte-americano se casou com uma mulher que já tinha dois filhos. Gostou tanto da experiência que resolveu ajudar outros homens que estivessem na mesma situação e lançou o site Support for Stepdads (Ajuda aos Padrastos, em tradução livre), com dicas que auxiliam inclusive pais biológicos.
Se você não domina o inglês, peça ajuda a alguém que saiba a língua ou, em último caso, apele para o tradutor do Google (www.supportforstepdads.com).
 Fonte: Universal.org

domingo, 8 de dezembro de 2013

Descubra o segredo para ser feliz no amor.

Além de revelar como alcançou o sucesso no casamento, bispo Edir Macedo dá dicas para quem sofre com o desprezo da outra pessoa
Por Cinthia Meibach / Fotos: Demetrio Kochredacao@universal.org.br

Estudo recente da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriu que o medo de ficar solteiro é um dos fatores que fazem as pessoas sustentarem um relacionamento infeliz, mesmo sabendo que a outra pessoa não é a parceira ideal para ela.
Tanto esse medo, como também a paixão e a ansiedade são sentimentos que servem como base para o início de muitos relacionamentos. Porém, o bispo Edir Macedo, durante reunião especial da Terapia do Amor, realizada nesta quinta-feira (5), na Universal de Santo Amaro, em São Paulo, deixou claro que tais opções só resultam em frustração sentimental.
“Quando uma pessoa quer crescer profissionalmente, ela busca se especializar em uma universidade. Durante anos de estudo, a emoção é deixada de lado e o aluno recebe um aprendizado que consiste em informações racionais. Ao sair dali e praticar o que aprendeu, o sucesso é uma consequência. Se o êxito no amor é mais importante do que todas as demais conquistas, por que então as pessoas na hora de escolher quem vai viver ao seu lado pelo resto da vida desprezam a razão e optam pela emoção?” Questionou o bispo.
Em seguida, ele explicou que isso acontece porque nada é mais enganador, ilusório e corrupto do que o coração, pois é ele que faz o ser humano sofrer por um amor não correspondido ou se envolver com a pessoa errada.
Quem estava na reunião cultivando dentro de si uma paixão por alguém que não merecia, recebeu do bispo dicas para se livrar desse sentimento. “A primeira coisa é deixar o seu inimigo número 1 neutralizado, o coração. Ele fica neutralizado quando, por exemplo, você deixa de olhar a foto de quem a rejeitou e até se desfaz dela e de tudo que lembra essa pessoa. Você tem que se valorizar e não ficar sofrendo. Seja sábio”, aconselhou.
Tal sabedoria, usada pelo bispo, e que possibilitou a ele contar sobre a felicidade que vive há 42 anos ao lado da esposa, Ester, foi dada pelo Espírito do Amor, que é o Único capaz de garantir uma união duradoura e feliz.
“O Espírito Santo fala, orienta e forma uma nova vida dentro de você. Ele sabe da sua carência, da sua necessidade e coloca a pessoa certa no seu caminho. Mas, para Tê-lo, é preciso que Ele seja o primeiro na sua vida, antes de mãe, pai, filhos, de qualquer coisa. Quando você O coloca como primeiro, Ele lhe faz o primeiro na vida Dele também. A receita é simples, mas dá certo, porque funcionou comigo e vai funcionar com você.”
Como da primeira vez
 
Débora Mendonça (na foto ao lado, com as filhas e o esposo), de 45 anos, também fez uso dessa receita. Casada há 26 anos, ela contou aos presentes na reunião que, na primeira semana de casamento, o marido, Eduardo Mendonça, hoje com 50 anos, a expulsou de casa depois de uma briga. “Ele era nervoso, quebrava tudo. Tivemos várias separações em virtude dessas atitudes”, lembrou ela.
Há quem diga que quando alguém age assim com o companheiro é porque não existe amor. Mas Eduardo afirma que amava a esposa, porém, foi só quando Débora começou a frequentar a Universal e mudar de comportamento que ele entendeu a razão dos conflitos.
“Ela foi primeiro e eu percebi que, mesmo eu a maltratando como antes, ela não reagia mais. Além disso, deixou de ser ciumenta. Eu estranhei esse novo comportamento e decidi segui-la para ver aonde ela estava indo. Fiz bem, porque encontrei o mesmo Deus que ela. Hoje sou outra pessoa. Nosso casamento é harmonioso, não brigamos mais, eu posso dizer que passei a amá-la como da primeira vez que nos vimos. Estamos felizes de verdade”, afirmou Mendonça.
 

sábado, 2 de novembro de 2013

Quando o desejo de engravidar vira obsessão.

Aprenda o que pode ser feito neste caso

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
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Receber a notícia de que está esperando um bebê do companheiro com quem se mantém um relacionamento há longos anos; contar à pessoa amada; ouvir o coração da criança bater aceleradamente durante um exame; sentir a barriga crescendo durante os 9 meses; gerar e amamentar um filho. Estes são desejos da maioria das mulheres. Mas e quando esta vontade vira obsessão e o único objetivo de vida torna-se o ato de engravidar, o que fazer?
“A vontade chega, mas nem sempre a realidade do casal acompanha o desejo. Primeiramente os dois têm que estar realmente preparados para o desafio de criar uma criança. Muitas pessoas têm vontade, porém, sentem-se inseguras; outros têm estrutura familiar e não têm condições financeiras; e há casos em que a obsessão é tão grande que o relacionamento começa a se desestruturar e a ficar desgastante. Desta forma, é preciso que cada um avalie se realmente o casal tem condições de ter um filho”, afirma a psicóloga Lara Joglin Rodrigues.
De acordo com a especialista, quanto mais ansiosa ficar a mulher e criar expectativas positivas mês a mês, maior será a probabilidade de a gestação ser adiada. O mesmo acontece se houver a pressão por parte do marido ou de qualquer membro da família. Por conta disso, muitas passam a imaginar que há algo de errado com o próprio organismo e começam a se questionar. “Há aquelas que tentam tanto ter um filho que chegam a fazer um autodiagnóstico de infertilidade e querem partir para um tratamento mais brusco, achando que é a única chance. Essa atitude é perigosa e pode ir longe demais, levando a mulher a uma depressão”, alerta Lara.
 
Segundo a psicóloga, qualquer mulher pode perceber que o desejo de engravidar virou um objetivo constante a ser alcançado. Os sinais são simples, como, por exemplo, se a maior parte do tempo for dedicada apenas à imaginação de como será a vida com um bebê nos braços. “A melhor coisa a fazer é procurar ocupar o tempo com outros pensamentos e atividades, seja sozinha ou acompanhada. Faça aulas de alongamento, hidroginástica, natação ou qualquer outro esporte. Além disso, busque traçar outros objetivos de vida, para que a gravidez aconteça naturalmente”, comenta.
Liberte-se dessa pressão
“Nos últimos 2 anos fixei a ideia de ficar grávida e me cobrava muito por não conseguir. Sempre achei que o problema fosse qualquer um, comigo ou com o meu esposo, mas jamais imaginei que estaria ligado ao meu modo de pensar. Quanto mais eu queria, mais parecia ficar longe o meu desejo de ser mãe. Já fiquei muito triste, não tinha vontade de sair, não queria me divertir e acabei deixando meu esposo em segundo plano por inúmeras vezes”, lembra a secretária Karla Medeiros Conde, de 29 anos, casada há 5.
Segundo Karla, há cerca de 4 meses ela se questionou sobre o motivo deles não conseguirem ser pais, e foi quando percebeu que algumas situações precisavam ser ajustadas. “Meu marido estava sem um serviço fixo, não parava em nenhum emprego; não estávamos estabilizados financeiramente e tínhamos em mente mudar de casa. Foi então que entendi que não estávamos preparados e tranquilos para receber uma criança em nossa vida e nos doar realmente a este amor incondicional e protegê-la de qualquer situação ruim que pudesse vir a acontecer”, lembra.
Ela ainda ressalta que, no começo, foi muito difícil admitir que o casal não estava preparado. “Procurei até ajuda psicológica. Fiz terapias e lá pude entender que sou capaz de driblar as minhas próprias vontades. Hoje, mesmo tendo muita vontade de ser mãe, coloquei outras prioridades na minha vida e não deixei esse desejo me dominar. Estou sendo racional a ponto de perceber que tudo vai acontecer no tempo ideal. Por enquanto, não abro mão da minha ginástica, de agradar meu esposo, de cuidar da casa e de – primeiramente – ser feliz”, finaliza Karla.
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A presença da fé em um casamento

É o que dá certeza e firmeza ao relacionamento

Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferraira@arcauniversal.com
 

Gestos de carinho para agradar o companheiro, um sorriso sincero no meio do dia, palavras capazes de dar força em um momento de aflição, dedicação à pessoa amada, paciência em situações difíceis e companheirismo em todos os momentos. Esses sinais não fazem parte do seu relacionamento a todo o momento do dia, os casais felizes também já passaram por ocasiões desagradáveis, mas o que os diferencia dos demais é que eles souberam, com inteligência, ultrapassar as barreiras da vida. “Eles sabem exatamente como separar a pessoa do problema, em casos de discussão. Já entre os que acabam se divorciando, o ataque começa a ser mais pessoal. Um agride o outro e não tenta resolver nada”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso.
 
De acordo com o bispo, nos relacionamentos bem estruturados, cada um reconhece onde está exatamente o seu erro e faz o possível para melhor agradar ao outro, ao contrário dos que se separam, em que, geralmente, cada um costuma se fazer de vítima diante de uma situação em que se sente ameaçado. Por isso, seja humilde para respeitar o ponto de vista do outro. “Quando as brigas do casal se tornam cada vez piores e a relação está caminhando para o divórcio, um olha para o outro com desprezo. Nas relações felizes ambos se olham com o tom de admiração.”
Se um não apoia o outro na relação tudo começa a se perder, o respeito vai diminuindo, a prioridade não é mais o casamento e, assim por diante. Por mais que tudo pareça ser muito difícil, pense e resolva com calma cada situação, não misture o que já passou com alguma discussão recente. “O casamento feliz também depende do espírito de fé, que é o que dá certeza e firmeza ao relacionamento. Quando há dúvidas no matrimônio é impossível dar certo. Com a fé os problemas são sempre contornados”, afirma o bispo.
Dicas para ter um relacionamento duradouro
- As pessoas que falam mais cometem mais erros, principalmente quando falam da família do companheiro;
- Poupe o parceiro de todos os problemas do seu trabalho;
- As pessoas perfeccionistas nunca estão satisfeitas com nada, sempre vão achar algum defeito em algo. Não seja tão rigoroso com as coisas;
- Ansiedade só atrapalha;
- Preste atenção nas qualidades permanentes. A beleza um dia acaba.
(*) O programa The Love School - A Escola do Amor é transmitido diariamente, às 11h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mulheres que escolhem não ter filhos

O ideal é que a decisão seja tomada pelo casal

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

A maternidade talvez seja o momento da vida mais desejado por grande parte das mulheres que são casadas. Porém, esse desejo vem se transformando na sociedade atual, dando espaço principalmente a uma carreira bem-sucedida. “Não é porque elas optam por não ter filhos que querem ficar distante de crianças”, comenta a psicóloga Janaína Alvarez.
De acordo com Janaína, o fato é que as mulheres que decidem não dar à luz ainda são vistas pela sociedade como um caso a parte, e muitas vezes taxadas como egoístas. “Mas o casal é que tem que avaliar o que é prudente diante do relacionamento.
 
A psicóloga ressalta ainda que, normalmente, a decisão de não ter filhos parte primeiramente da mulher por ser muito atarefada, mas se for de comum acordo do casal essa fase da vida pode ser deixada de lado. “Essa intenção tem que ser conversada antes mesmo de acontecer o casamento. Ambos têm que conversar serenamente e ver o que convém aos dois. Pode ser que com o passar dos anos mude, mas o melhor é deixar bem definido logo no início do relacionamento, para que ninguém se sinta enganado”, alerta ela.
Ser mãe é uma grande responsabilidade
“Não tinha planos de gerar um filho, não conseguia me imaginar cuidando de uma criança diariamente, o tempo inteiro. Mas, por um descuido meu e do meu marido, aconteceu. Após 8 anos de casamento, eu estava esperando um bebê”, lembra a publicitária Amanda Mattos Sabbag, de 34 anos, mãe de Leonardo, de 1 ano e meio.
Amanda conta que a vida mudou desde o primeiro dia em que descobriram a gestação. “Antes, viajávamos muito, comprávamos roupas, saíamos para jantar ao menos duas vezes por semana, e isso teve que mudar. Não tínhamos nenhuma reserva de dinheiro, pois aproveitávamos cada momento para nos divertirmos. Tive que aprender a deixar o que gostava de lado, e isso foi difícil no começo.”
Segundo a publicitária, atualmente o dinheiro e seu tempo são dedicados exclusivamente ao filho. “Agora estou apta. Penso primeiramente em comprar as coisas para ele, escola de boa qualidade e inseri-lo em atividades que possam desenvolvê-lo ainda mais, como a natação. Só depois do nascimento do Leonardo percebi qual a verdadeira responsabilidade de ser mãe”, finaliza.
 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O Que Une Um Casal?

As situações do dia a dia são capazes de edificar ou acabar com um casamento

Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferreira@arcauniversal.com

 
Casar é uma decisão que exige maturidade e sentimentos verdadeiros de ambas as partes, para que as adversidades tornem-se pequenas durante a vida a dois.
“Muitas pessoas se perguntam ainda o que torna o casamento um ato duradouro e o que realmente pode unir um casal. A resposta, apesar de simples, não é facilmente colocada em prática”, comenta a psicóloga Mayara Ribeiro Dotta, especialista em relacionamento humano.
 
Segundo Mayara, o dia a dia é capaz de edificar um casamento ou acabar com ele. Por isso, dedique-se à outra pessoa. Agrade-a. O que realmente une um casal é a boa convivência, a fé no melhor e a vontade de querer sempre o bem do outro, e contribuir para isso.
“Eu priorizo o meu relacionamento e faço de tudo para sempre proporcionar o melhor ao meu marido. Sempre fomos muito carinhosos um com o outro e nossos filhos herdaram o mesmo de nós”, diz a advogada Maria Aparecida Fontes Montroleti.
Para Mayara, a presença de pessoas ao redor que querem o bem do casal e que têm boa índole também contribui para que a relação se fortaleça. “Quando o casal está bem, muitas vezes, nem percebe o quanto as pessoas podem atrapalhar”, alerta.
A união é feita pelos momentos construídos juntos, cada olhar, conversas verdadeiras e sinceras, risadas ou qualquer outra situação positiva que possa ajudar no convívio. “É amar, compartilhar, ajudar e estar perto”, finaliza a psicóloga.
 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Evite O Desgaste Da Relação

Procure proporcionar mais emoção e romantismo à vida conjugal

Por Tatiana Alves

O marasmo, a monotonia e a rotina podem ser prejudiciais numa relação amorosa. Quando a falta de variedade, de novidade e de romantismo se instalam num relacionamento, ele tem grande chances de fracassar. Por mais que, com o passar dos anos, a repetição de conduta seja inevitável, é importante que o casal busque alternativas para não perder o brilho do início da relação.

De acordo com a psicóloga Aline Cataldi, mestre em saúde mental (UFRJ), para evitar o desgaste da relação, é importante que o casal busque proporcionar mais emoção e romantismo ao relacionamento. “O casamento deve ser sempre cuidado. A rotina é inevitável, até porque o ser humano cria padrões. O errado é dar mais valor ao lado negativo da rotina.”

A especialista destacou algumas situações vividas por casais, que podem revelar o desgaste do relacionamento conjugal. “Estar com o(a) parceiro(a) não é mais agradável, quando as discussões tornam-se frequentes, quando se sentem como estranhos, quando tudo que o outro faz desagrada ou é indiferente. Enfim, diversos são os sinais de que a relação não está indo bem. Isso não quer dizer que devam se separar. Este deve ser um alerta de que algo deve ser feito para que esta situação se transforme.”

Quanto às atitudes que devem ser tomadas para evitar o fim da união, a psicóloga afirma que diálogo e mudança de postura são fundamentais. “Se seu marido chegar em casa e logo correr para televisão para assistir à final do campeonato lhe dando apenas um beijinho, você deve apertar o botão “off” e acabar com o divertimento dele? É claro que não! Um não deve tentar mudar o outro. Respeitar o espaço de um para ser respeitado”, aconselha.

Cataldi dá dicas para que a união perdure. “O cuidado que um tem pelo outro, olhar para o parceiro buscando o motivo que os uniu, a amizade e o companheirismo são fundamentais. As opiniões divergem, pois ambos tiveram criação e ambientes diferentes, mas o caso de respeitar a posição do outro traz subsídios enormes para que o desgaste do cotidiano não interfira ferozmente na vida conjugal. Nada acontece sem esforço; até mesmo quando o assunto é o amor. Sendo assim, até mesmo ele exige trabalho”, finaliza.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Ser Hipersensível Prejudica O Relacionamento.

Saiba se você ou seu parceiro é assim e como superar esse desafio

Da Redação / Fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

Os hipersensíveis são pessoas facilmente envolvidas pelo sentimento, choram ou se estressam demais. Geralmente se colocam como vítimas da situação em contextos dramáticos e, quase sempre, constrangedores para elas mesmas, o parceiros e outros ao seu redor.
Esse tipo de comportamento pode contribuir com o fim de um relacionamento, pois ninguém gosta de estar ao lado de alguém que se torna constantemente desagradável, não aceita críticas, nem o diálogo e, na maioria das vezes, se ofende e fere por motivos banais.
Se, em um relacionamento, apenas um dos parceiros for hipersensível, já basta para que os dois sofram as consequências, porque por mais que um faça pelo outro, parece que nunca é o suficiente. Hipersensíveis criam uma expectativa irrealista envolvendo todos ao redor dele.
Imaturidade e falta de domínio sobre as emoções
A timidez, o medo da rejeição, a insegurança e a imaturidade são sinais que nos remetem diretamente às pessoas hipersensíveis. Por isso, por mais que o companheiro goste do outro, é preciso que o hipersensível reconheça-se e tenha fé para buscar a salvação dentro de si.
 
 
Porque forte é a pessoa que consegue ter domínio sobre as próprias emoções. A fé que traz benefício é ter certeza de que o amanhã vai ser melhor do que hoje, e não pensar que tudo vai dar errado (por antecedência)”, disse o bispo Adilson Silva, durante o programa “The Love School” (www.iurdtv.com.br).
O autônomo Gustavo Henrique e sua esposa, Ana Paula, casados há 18 anos, sofreram muito nos primeiros 10 anos de relacionamento. Ela era o tipo de pessoa hipersensível colérica (veja dicas abaixo), muito sensível e insegura. Casou cedo, aos 16 anos, e procurava se dedicar demais, esperando o mesmo em troca. Aí, começaram as brigas.
“Ela realmente era muito nova e imatura. Queria fazer tudo para me agradar, Mas, se eu não gostasse do arroz que estava meio duro e aconselhasse a colocar um pouco mais de água, por exemplo, também não aceitava a minha opinião e falava que só sabia fazer daquele jeito. Como ela era explosiva, eu, um sensível mais melancólico, me fechava. Hoje, obtivemos o entendimento e reconhecemos quanto tempo perdemos”, conta Gustavo Henrique.
Ela passou a frequentar a Terapia do Amor. “O segredo é focar naquilo que se quer. Como eu sonhava em ter uma família sólida e feliz, eu tive que buscar ajuda e buscar o espírito do amor. Meu esposo começou a ver minha mudança (amadurecimento) e também passou a ir. Hoje, há diálogo e compreensão entre nós e eu domino as minhas emoções”, afirma Ana Paula.
Veja as dicas para você identificar se você ou seu parceiro são hipersensíveis e como superar esse desafio na relação.
1 – Hipersensibilidade é um sinal de egoísmo. A convivência com alguém assim é difícil porque é quase impossível não desagradá-lo. A pessoa se torna muito exigente e, assim, suas maiores decepções se dão com os mais íntimos. Não se frustre. Não espere perfeição da pessoa amada.
2 – Há dois tipos de hipersensíveis: o melancólico – é aquele que se fere e fica introspectivo e magoado – e o colérico, que é a pessoa que por qualquer motivo “explode”. Ambas agem assim como forma de autodefesa, mas, na verdade, estão punindo a si mesmas.
3 – É preciso que se tenha domínio sobre as próprias emoções, e que tudo o que é estressante seja descartado. O sensível se preocupa muito com o amanhã. O hipersensível sofre até pelos problemas que ainda não surgiram. Viva um dia de cada vez.
4 – Procure focar mais naquilo que é real, e não naquilo que você imagina que seja. A maioria dos problemas está dentro da cabeça das pessoas.
5 – Procure melhorar a comunicação. Procure ouvir e falar com as pessoas da melhor maneira possível. Muitos ressentimentos surgem da comunicação ruim.
 

domingo, 16 de setembro de 2012

Crise do s 7 Anos Em Casamento Cristão?

Conversando com uma amiga sobre relacionamento, a mesma me falou que após 16 anos de casamento não passou pela famosa e "tradicional"crise dos 7 anos que tem acometido muitos casamentos.
Quando se fala em crise dos sete anos parece que se fala assim: estava tudo bem e de repente.... Em nada na vida existe o de repente. No decorrer destes sete anos muita coisa aconteceu; muitos sinais aconteceram – alguns sutis, outros mais óbvios – mostrando em qual direção o casamento estava sendo levado. O que você estava fazendo em prol do seu casamento neste tempo todo?
O mais comum é ver casais esquecerem que depois do casamento ainda é preciso, e muito, se cultivar a relação. Depois da cerimônia do casamento eles não vão viver felizes para sempre, muito pelo contrário; é aí que realmente começa a verdadeira jornada do casal ou, no mínimo, uma nova jornada de vida, uma nova e desconhecida jornada a dois.Dois projetos pessoais na busca de torná-lo um único projeto!
Este agora é diluído no dia-a-dia; é diluído em pequenas ou grandes situações e desavenças que exigem os ajustes necessários para a composição do casal e para o desenvolvimento do casamento; é diluído em pequenas ou grandes satisfações pessoais e/ou mútuas que contribuam para a cumplicidade do casal e fortalecimento da relação.
Aos sete anos de casamento se processa, obviamente, uma natural evolução de todos os envolvidos: do homem, da mulher e da própria relação.
O que acontece neste momento é um questionamento natural de ambos – homem e mulher.
Se teriam aquilo mesmo que eles sonharam em ter como casamento.
Se o seu sonho sobre o que é casamento se concretizou ou se, pelo menos, está na direção de se concretizar.
Se estaria satisfeito com o resultado até o momento presente. Ainda: questiona-se também se é possível continuar com este casamento e se esta pessoa, com quem casou, seria mesmo a pessoa. Questiona-se se está feliz!

Chega o momento que nos damos conta que já não somos mais os mesmos, que nosso esposo também não é mais aquele com quem casamos e, conseqüentemente, aquele relacionamento dos primeiros tempos também nem existe mais.
É o momento da constatação e reavaliação. Eis a crise instalada!
Portanto, este é o momento de redirecionar a evolução do casamento.
A chamada crise dos sete anos será proporcional ao investimento e desempenho do casal diante de cada momento no decorrer dos sete anos deste casamento.
Quando falo em investimento digo da capacidade de entrega de cada um ao outro e à relação. A capacidade de entrega será proporcional ao que cada um pensa e entende sobre o que é casamento – isto envolve seus valores morais e éticos como também depende da própria maturidade emocional.
Quando se vai lapidando o casamento – feito por duas pessoas, dois corações e duas expectativas – no dia-a-dia, nas oportunas situações que a própria condição de casados os coloca, o casal tem maior probabilidade de passar sem grandes conflitos pela famosa crise dos sete anos. Mas, seja como for, para se superar qualquer crise – pequena ou grande – é fundamental que haja amor entre as partes, além da necessidade de se colocarem numa postura de co-autores e co-responsáveis pela história construída até então.
Enfim, Cada etapa da vida conjugal tem as suas próprias características e desafios. Não é possível encontrar consenso sobre qual seria a etapa mais ou menos difícil. O verdadeiro problema não está no caminho que se percorre mas no caminhar. Deus abençoe cada lar! bjs!


Fonte: Esposa Virtuosa

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Como Apoiar O Seu Marido...

1. Elogie seu marido........
Todo ser humano gosta de receber elogios e seu marido não é diferente (Pv.3:27). Ele não poderá ler isso na sepultura quando estiver lá!


2. Incentive seu marido.........
Todo ser humano necessita de incentivo, inclusive seu marido (Pv. 12:25). Uma boa palavra vinda de você dá coragem a seu marido para enfrentar os ...desafios da vida.

3. Cuide de seu casamento........
“O casamento não é uma brincadeira”. Deve ser trabalhado e acompanhado de oração (Ef.5:33).

4. Cuide de sua família........
Você deve levar a sério as refeições, os horários, as roupas, os conselhos e instruções que dá aos filhos. Nada dignifica tanto ao homem do que uma esposa e uma família que se comporta belamente.

5. Cuide de seu lar......... Recorra à graça de Deus para ajudá-la a cuidar dos trabalhos domésticos rotineiros. Peça ao Senhor que a ajude a atender ao bom andamento de sua casa.

6. Dê liberdade ao seu marido........
Apóie e sirva ao seu marido, pare de choramingar, reclamar, resmungar, impedir que seu marido tenha tempo para fazer o que necessita.

7. Entenda que seu comportamento reflete nele.......
Essa é uma das razões pelas quais seu marido é conhecido e respeitado.

Que Deus abençoe a todos os lares!!!

Fonte: Esposa Virtuosa

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Sinal de Deus.


O uso de aliança não significa, necessariamente, lealdade no casamento.
Significa, apenas, compromisso assumido com alguém.
Mas para os que prezam a honra, a lealdade faz parte de seu caráter.

Tão importante que fazem questão de jamais removê-la do dedo.
Quaisquer que sejam as circunstâncias.
Na saúde, na doença, na riqueza, na pobreza...
Mas não tem sido muito comum o caráter leal entre os humanos.
Assim como não tem sido comum o caráter de fidelidade para com Deus.
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos.” Mateus 24.12
Se a lealdade para com quem se vê é rara, quanto mais a fidelidade para com quem não se vê.
De qualquer forma, seja a relação marido/mulher ou criatura/Criador há algo físico que sinaliza tal parceria.
São as alianças.
Brilhante, ouro, prata, cobre ou mesmo latão, não faz diferença.
Sua importância não está no valor venal, mas no seu significado.
Uma aliança trata de parceria definitiva com a pessoa mais querida do mundo.
Sua alma gêmea
Alguém que, abaixo do Senhor Jesus, está acima de todas as demais pessoas deste mundo.
Acima dos pais, filhos, irmãos, enfim, acima de todo o mundo.
Esse é o sentimento da sagrada aliança marido/mulher.
Assim como tem de ser o relacionamento de fé entre a criatura e o Criador.
Impossível ser feliz neste mundo sem um perfeito casamento.
Por outro lado, é impossível ter um perfeito casamento sem uma verdadeira aliança com o Senhor.
No casamento, as alianças são o sinal do compromisso firmado entre o casal.
Os dízimos e as ofertas são o sinal de compromisso do servo para com o Senhor.
Dízimos simbolizam fidelidade;
Ofertas simbolizam amor.
Fidelidade e amor, ingredientes fundamentais no relacionamento com o Senhor.
Lealdade e amor, ingredientes fundamentais no relacionamento marido e mulher.
Em outras palavras, o relacionamento marido e mulher tipifica o relacionamento entre a criatura e o Criador.

Fonte: Blog do Bispo Macedo

terça-feira, 1 de maio de 2012

O Segredo.

Oi, Dona Cristiane.
Admiro muito todos os trabalhos que vocês fazem em benefício das almas.

De vários testemunhos apresentados, eu também tenho um. Assim como grande parte das pessoas, cheguei à IURD com a vida sentimental destruída.

Deus me restaurou e me honrou. Estou noiva de um antigo amigo, o conheço há 9 anos, foi minha paixão de adolescente. As inúmeras chances com ele sempre deram erradas, mas depois de convertidos nos acertamos, hoje entendemos o porquê, e agora vou casar com um homem de Deus.

Fizemos o curso Casamento Blindado, 2ª edição. Vejo que Deus nos deu uma grande oportunidade de ser minoria nos dias de hoje, de cumprir o “até que a morte nos separe”, mas sendo felizes. E ainda ser diferente do histórico da minha família.

Com a nossa mudança e relacionamento, meu noivo e eu conseguimos ajudar muitas pessoas, e principalmente os pais dele. A mãe dele jurou que jamais pisaria na Igreja Universal, mas, pela fé, o meu noivo comprou essa 3ª edição do curso, e conseguiu convencê-la a ir.

No decorrer do curso, por meio da senhora e do bispo Renato, minha sogra mudou a imagem que tinha da Igreja, e já disse: “Eu gostei, domingo vou ver a pregação dele”. Ela adorou o curso e já está aplicando os conselhos, além de recomendar para os casais de amigos, e a edição ainda nem terminou.

Parabéns! Que Deus continue usando e abençoando muito os senhores.

E como disseram na reunião de ontem: ”O segredo é o Sacrifício”.

Carol

Publicado por: Bispo Edir Macedo