sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Relacionamento sufocante.

Você já viveu uma história assim?

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

Ligações a cada 30 minutos durante o horário de trabalho, surpresas inesperadas toda semana, jantares românticos, presentes para mimar. Para muitos esse tipo de relacionamento é sufocante e cansativo, para outros é uma verdadeira prova de amor do companheiro. E você, tem vivido isso? Gosta ou não? Algumas pessoas acabam exagerando e isso só prejudica a convivência do casal. “Quando a pessoa só está namorando fica mais fácil resolver. O problema é quando a pessoa já está casada e começam a surgir situações assim”, diz o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso.
O bispo ainda ressalta que quando a mulher ou o homem são muito pegajosos, encontram-se na situação de mendigar ou implorar pelo amor do parceiro. “Geralmente, ninguém consegue perceber que está nesta situação, pois, se isso acontecesse a pessoa sentiria vergonha de ser assim, pois passa automaticamente o poder do relacionamento – quase que exclusivamente – para o companheiro e este sempre fará o que quiser por ter a certeza que você nunca o deixará.”
 
Quando o parceiro é muito pegajoso, costuma refletir insegurança e medo de que possa ser trocado, esquecido ou mesmo ser enganado. “Mas não é só em situações como essa. Há casos também de pessoas que tiveram uma criação de abraçar, beijar e tocar muito comum dos pais. Então, quando entram em um relacionamento, acabam transferindo para o outro, e quem não está acostumado pode achar demais”, comenta o bispo.
Bispo Renato aconselha que para deixar de ser pegajoso, seja uma pessoa mais segura de si, confie, a não ser que seu parceiro dê razões para que você desconfie de algo. Repreenda mais os pensamentos que lhe impedem de ser seguro. “Não tenha segredos. Não dê razões para que o companheiro desconfie de você”, finaliza.
Um grude de pessoa
“Eu sempre ouvi piadas no começo do relacionamento com meu namorado de que eu era muito grudenta e pegajosa, mas sempre levei na esportiva, nunca percebi que ele estivesse me dando sinais para que eu percebesse e pudesse melhorar”, lembra a estudante de direito Lívia Gales da Silva, de 24 anos.
Segundo a universitária, quando o parceiro percebeu que o excesso de mimos e preocupações estava atrapalhando a relação, ele decidiu que seria o momento ideal para conversar francamente. “Ele comentou que tinha medo de qual seria a minha reação. Realmente, não foi a melhor, pois, eu fiquei muito chateada e pensei que ele não gostasse de mim. Demorou um tempo até que eu pudesse perceber que o amor dele era tanto que ele não queria que o namoro esfriasse. Nos primeiros dias eu parecia uma estranha, me senti travada, não conseguia ao menos fazer um carinho”, conta.
Mas tudo mudou quando ela percebeu em que estava errando. “Quando eu tive tempo para mim e para pensar no meu relacionamento, enxerguei o quanto eu o sufocava com meu jeito. Então, com o passar dos dias fui aprendendo quais eram as atitudes ideais e, após meses, consegui achar o limite”, finaliza Lívia.
(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Como recomeçar depois de uma decepção amorosa.

Infidelidade, mentiras ou omissões. Como enfrentar isto no relacionamento?

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

As decepções amorosas são comuns, sejam em forma de traição, mentira ou omissão. O problema é como superar essa situação. Se para uns é fácil driblaras adversidades da vida, para outros os obstáculos são muito desgastantes.
“O que segura o relacionamento e o que o torna duradouro não é somente o amor, aquele sentimento que um tem pelo outro, mas sim o desenvolvimento de princípios, como, por exemplo, o homem dizer que é de uma mulher só”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso. Segundo ele, as atitudes ao lidar com o companheiro ou palavras mal expressadas podem afastar e dar espaço para situações desagradáveis. Por isso, avalie sempre o jeito de tratar o outro.
O bispo ainda alerta que a união hoje em dia está passando por uma transformação. Ela não tem mais a mesma força e importância que tinha, em que as pessoas entravam preparadas para se relacionar a dois. “Ninguém sabe tudo, como agir ou como é o relacionamento, mas é preciso se conhecer. A infidelidade – seja de qual maneira for – está se multiplicando demais”, afirma ele.
 
Condições para seguir em frente
Para a psicóloga Sônia Breunel, primeiramente quem está sofrendo deve repensar o que realmente fez com que houvesse uma decepção no relacionamento e quem errou deve querer mudar. Independentemente de ter sido culpada ou não, a pessoa precisa saber onde poderia ter sido evitado o erro. “Se houver vontade de permanecer junto, o mais importante é querer se transformar em uma pessoa melhor”, explica a especialista.
Uma vez que a confiança do parceiro é abalada e ferida, leva-se um tempo para que passe o receio de que o outro pode errar novamente. “Só o dia a dia é capaz de unir o casal, fazer com que a decepção amorosa seja superada e os dois estejam prontos para enfrentar os desafios”, comenta a psicóloga. Para o bispo Renato, o perdão é uma decisão, a pessoa tem que querer perdoar o outro. É algo que você faz para você em primeiro lugar, e não pelooutro.
Aconteceu comigo
Com 5 anos do casamento, a dona de casa Alice Batista Pinheiro, de 36 anos, descobriu uma traição virtual do marido. “Quando presenciei um e-mail dele por engano na minha caixa postal – com o nome da outra –, percebi que ele tinha um relacionamento extraconjugal. Na hora não sabia o que fazer. Ao mesmo tempo em que queria machucá-lo, eu só pensava em ficar calma. No dia fui muito fria e esperei ele chegar em casa para pedir satisfações”, comenta ela.
Segundo Alice, o marido não teve como negar, pois o teor do assunto não dizia nada a respeito da vida e nem do dia a dia dela. “Esperei ele me contar tudo, ouvi e em poucas palavras disse que ficaria a critério dele seguir a vida ou lutar para mudar o que foi feito. Ele me prometeu que diria ‘não’ às coisas erradas e que queria salvar o casamento”, lembra.
Para Alice foi muito difícil esquecer tudo. “No começo eu entrava em desespero, chorava escondida, desconfiava demais, queria ficar de olho o tempo inteiro, mas, com o passar de 1 ano, consegui melhorar meus sentimentos. Já que resolvi colocar uma pedra neste episódio, eu tinha que realmente deixar para trás o que passou. Hoje, percebo que a relação só continuou porque os dois se propuseram a melhorar”, finaliza .

(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
 

sábado, 2 de novembro de 2013

Quando o desejo de engravidar vira obsessão.

Aprenda o que pode ser feito neste caso

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
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Receber a notícia de que está esperando um bebê do companheiro com quem se mantém um relacionamento há longos anos; contar à pessoa amada; ouvir o coração da criança bater aceleradamente durante um exame; sentir a barriga crescendo durante os 9 meses; gerar e amamentar um filho. Estes são desejos da maioria das mulheres. Mas e quando esta vontade vira obsessão e o único objetivo de vida torna-se o ato de engravidar, o que fazer?
“A vontade chega, mas nem sempre a realidade do casal acompanha o desejo. Primeiramente os dois têm que estar realmente preparados para o desafio de criar uma criança. Muitas pessoas têm vontade, porém, sentem-se inseguras; outros têm estrutura familiar e não têm condições financeiras; e há casos em que a obsessão é tão grande que o relacionamento começa a se desestruturar e a ficar desgastante. Desta forma, é preciso que cada um avalie se realmente o casal tem condições de ter um filho”, afirma a psicóloga Lara Joglin Rodrigues.
De acordo com a especialista, quanto mais ansiosa ficar a mulher e criar expectativas positivas mês a mês, maior será a probabilidade de a gestação ser adiada. O mesmo acontece se houver a pressão por parte do marido ou de qualquer membro da família. Por conta disso, muitas passam a imaginar que há algo de errado com o próprio organismo e começam a se questionar. “Há aquelas que tentam tanto ter um filho que chegam a fazer um autodiagnóstico de infertilidade e querem partir para um tratamento mais brusco, achando que é a única chance. Essa atitude é perigosa e pode ir longe demais, levando a mulher a uma depressão”, alerta Lara.
 
Segundo a psicóloga, qualquer mulher pode perceber que o desejo de engravidar virou um objetivo constante a ser alcançado. Os sinais são simples, como, por exemplo, se a maior parte do tempo for dedicada apenas à imaginação de como será a vida com um bebê nos braços. “A melhor coisa a fazer é procurar ocupar o tempo com outros pensamentos e atividades, seja sozinha ou acompanhada. Faça aulas de alongamento, hidroginástica, natação ou qualquer outro esporte. Além disso, busque traçar outros objetivos de vida, para que a gravidez aconteça naturalmente”, comenta.
Liberte-se dessa pressão
“Nos últimos 2 anos fixei a ideia de ficar grávida e me cobrava muito por não conseguir. Sempre achei que o problema fosse qualquer um, comigo ou com o meu esposo, mas jamais imaginei que estaria ligado ao meu modo de pensar. Quanto mais eu queria, mais parecia ficar longe o meu desejo de ser mãe. Já fiquei muito triste, não tinha vontade de sair, não queria me divertir e acabei deixando meu esposo em segundo plano por inúmeras vezes”, lembra a secretária Karla Medeiros Conde, de 29 anos, casada há 5.
Segundo Karla, há cerca de 4 meses ela se questionou sobre o motivo deles não conseguirem ser pais, e foi quando percebeu que algumas situações precisavam ser ajustadas. “Meu marido estava sem um serviço fixo, não parava em nenhum emprego; não estávamos estabilizados financeiramente e tínhamos em mente mudar de casa. Foi então que entendi que não estávamos preparados e tranquilos para receber uma criança em nossa vida e nos doar realmente a este amor incondicional e protegê-la de qualquer situação ruim que pudesse vir a acontecer”, lembra.
Ela ainda ressalta que, no começo, foi muito difícil admitir que o casal não estava preparado. “Procurei até ajuda psicológica. Fiz terapias e lá pude entender que sou capaz de driblar as minhas próprias vontades. Hoje, mesmo tendo muita vontade de ser mãe, coloquei outras prioridades na minha vida e não deixei esse desejo me dominar. Estou sendo racional a ponto de perceber que tudo vai acontecer no tempo ideal. Por enquanto, não abro mão da minha ginástica, de agradar meu esposo, de cuidar da casa e de – primeiramente – ser feliz”, finaliza Karla.
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A presença da fé em um casamento

É o que dá certeza e firmeza ao relacionamento

Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferraira@arcauniversal.com
 

Gestos de carinho para agradar o companheiro, um sorriso sincero no meio do dia, palavras capazes de dar força em um momento de aflição, dedicação à pessoa amada, paciência em situações difíceis e companheirismo em todos os momentos. Esses sinais não fazem parte do seu relacionamento a todo o momento do dia, os casais felizes também já passaram por ocasiões desagradáveis, mas o que os diferencia dos demais é que eles souberam, com inteligência, ultrapassar as barreiras da vida. “Eles sabem exatamente como separar a pessoa do problema, em casos de discussão. Já entre os que acabam se divorciando, o ataque começa a ser mais pessoal. Um agride o outro e não tenta resolver nada”, comenta o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso.
 
De acordo com o bispo, nos relacionamentos bem estruturados, cada um reconhece onde está exatamente o seu erro e faz o possível para melhor agradar ao outro, ao contrário dos que se separam, em que, geralmente, cada um costuma se fazer de vítima diante de uma situação em que se sente ameaçado. Por isso, seja humilde para respeitar o ponto de vista do outro. “Quando as brigas do casal se tornam cada vez piores e a relação está caminhando para o divórcio, um olha para o outro com desprezo. Nas relações felizes ambos se olham com o tom de admiração.”
Se um não apoia o outro na relação tudo começa a se perder, o respeito vai diminuindo, a prioridade não é mais o casamento e, assim por diante. Por mais que tudo pareça ser muito difícil, pense e resolva com calma cada situação, não misture o que já passou com alguma discussão recente. “O casamento feliz também depende do espírito de fé, que é o que dá certeza e firmeza ao relacionamento. Quando há dúvidas no matrimônio é impossível dar certo. Com a fé os problemas são sempre contornados”, afirma o bispo.
Dicas para ter um relacionamento duradouro
- As pessoas que falam mais cometem mais erros, principalmente quando falam da família do companheiro;
- Poupe o parceiro de todos os problemas do seu trabalho;
- As pessoas perfeccionistas nunca estão satisfeitas com nada, sempre vão achar algum defeito em algo. Não seja tão rigoroso com as coisas;
- Ansiedade só atrapalha;
- Preste atenção nas qualidades permanentes. A beleza um dia acaba.
(*) O programa The Love School - A Escola do Amor é transmitido diariamente, às 11h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record
 

sábado, 26 de outubro de 2013

Cuidado com quem está do seu lado

Os maliciosos estão espalhados, esperando uma oportunidade para destrui-lo

Por Sabrina Marques / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 

Todo cristão sabe que a coisa mais importante que podemos conquistar na vida é a Salvação. Sabemos também que a luta deve ser diária, pois o pecado bate à porta todos os dias.
O bispo Edir Macedo falou, para milhares de pessoas que participaram da reunião da "Noite da Salvação", nesta quarta-feira (16), na Universal de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, que um dos fatores mais importantes para a conquista da vida eterna é deixar a malícia de lado.
Mas você sabe o que significa a malícia?
Segundo o dicionário Michaelis, malícia é uma propensão para o mal, uma astúcia, esperteza, empregadas com intenção de prejudicar alguém.
"A malícia se caracteriza pela intenção que a pessoa tem dentro do seu coração. Se a intenção é má, mais cedo ou mais tarde ela vai se manifestar, e obviamente não conseguirá chegar a lugar nenhum com Deus. Enquanto a pessoa possuir essa má intenção, estará condenada ao inferno, e ninguém pode livrá-la a não ser ela mesma", comentou o bispo.
O fato é que todos devem saber e ter consciência de que continuar na prática da malicia é algo extremamente perigoso, e que tem levado muitas pessoas à queda na fé, fazendo-as perder a visão.
"A malícia tem dominado muitas pessoas dentro das igrejas, por isso, tome cuidado com quem você conversa, pois quem é malicioso não quer ir para o inferno sozinho. A sua Salvação é uma revelação de Deus, e você não pode deixar que ela corra riscos em hipótese alguma", alertou o bispo.
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mulheres que escolhem não ter filhos

O ideal é que a decisão seja tomada pelo casal

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com
 

A maternidade talvez seja o momento da vida mais desejado por grande parte das mulheres que são casadas. Porém, esse desejo vem se transformando na sociedade atual, dando espaço principalmente a uma carreira bem-sucedida. “Não é porque elas optam por não ter filhos que querem ficar distante de crianças”, comenta a psicóloga Janaína Alvarez.
De acordo com Janaína, o fato é que as mulheres que decidem não dar à luz ainda são vistas pela sociedade como um caso a parte, e muitas vezes taxadas como egoístas. “Mas o casal é que tem que avaliar o que é prudente diante do relacionamento.
 
A psicóloga ressalta ainda que, normalmente, a decisão de não ter filhos parte primeiramente da mulher por ser muito atarefada, mas se for de comum acordo do casal essa fase da vida pode ser deixada de lado. “Essa intenção tem que ser conversada antes mesmo de acontecer o casamento. Ambos têm que conversar serenamente e ver o que convém aos dois. Pode ser que com o passar dos anos mude, mas o melhor é deixar bem definido logo no início do relacionamento, para que ninguém se sinta enganado”, alerta ela.
Ser mãe é uma grande responsabilidade
“Não tinha planos de gerar um filho, não conseguia me imaginar cuidando de uma criança diariamente, o tempo inteiro. Mas, por um descuido meu e do meu marido, aconteceu. Após 8 anos de casamento, eu estava esperando um bebê”, lembra a publicitária Amanda Mattos Sabbag, de 34 anos, mãe de Leonardo, de 1 ano e meio.
Amanda conta que a vida mudou desde o primeiro dia em que descobriram a gestação. “Antes, viajávamos muito, comprávamos roupas, saíamos para jantar ao menos duas vezes por semana, e isso teve que mudar. Não tínhamos nenhuma reserva de dinheiro, pois aproveitávamos cada momento para nos divertirmos. Tive que aprender a deixar o que gostava de lado, e isso foi difícil no começo.”
Segundo a publicitária, atualmente o dinheiro e seu tempo são dedicados exclusivamente ao filho. “Agora estou apta. Penso primeiramente em comprar as coisas para ele, escola de boa qualidade e inseri-lo em atividades que possam desenvolvê-lo ainda mais, como a natação. Só depois do nascimento do Leonardo percebi qual a verdadeira responsabilidade de ser mãe”, finaliza.
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O Valor Espiritual Que Toda Mulher Precisa

A “Festa dos Tabernáculos”, realizada no último dia 19, reuniu mulheres de todas as idades para celebrar a superação dos momentos difíceis na presença de Deus, como aconteceu com o povo de Israel no período de peregrinação no deserto

Da Redação / Fotos: Demetrio Koch
redação@arcauniversal.com
 

As cores tomaram conta da Universal da Avenida João Dias, na capital paulista, na tarde do último sábado (19), e anunciavam que algo especial estava para acontecer. A cada instante, mulheres de todas as idades chegavam com diferentes trajes de época, típicos dos tempos mais antigos. Cabelos bem arrumados, adorno na testa e vestimentas preparadas com toda a dedicação e cuidado revelavam que aquela não era uma data comum.
O dia especial foi de comemoração e agradecimento em mais uma edição da “Festa dos Tabernáculos”, evento que é tradicional no calendário judaico e foi realizado pelo grupo Godllywood. Todas estavam unidas com um nobre propósito: celebrar a Palavra de Deus com muita dança, alegria e gratidão.
Os ponteiros do relógio já passavam das 18 horas quando uma contagem regressiva projetada em um grande telão chamou atenção das participantes, que lotaram o salão. A felicidade transbordava nos aplausos e nos gritos de clamor logo no primeiro momento da festa, transmitida ao vivo, por videoconferência, para todas as sedes estaduais da Igreja no País e também pela TV Universal, para todo o mundo. Com apresentação de Cristiane Cardoso, o evento contou também com a presença da escritora Ester Bezerra, Fátima Matos, representante do Godllywood no Brasil, Danielle Carotti e Heidi Morais.

No altar, o cenário ficou por conta da representação do deserto, composto por dunas, camelos e por uma cabana típica (foto acima), retratados em uma grande projeção. Ao dar as boas-vindas, a apresentadora Cristiane Cardoso falou sobre a importância da festa: “Antes de começar, vou explicar um pouquinho o que é essa festa. Ela começou como uma ordenança de Deus para o povo de Israel. Para que lembrassem que Deus não deixou faltar nada.”
A palavra “tabernáculo” significa cabana ou habitação que pode ser montada e desmontada facilmente. O povo de Israel viveu nesse tipo de habitação durante a peregrinação pelo deserto, antes da conquista da Terra Prometida. As cabanas eram frágeis, feitas de galhos e folhas. O deserto era árido e as dificuldades existiram na vida daquele povo. Mesmo assim, diante de tamanha fragilidade, eles viveram 40 anos no deserto sob a proteção de Deus. Durante os tempos difíceis, não lhes faltou nada, e esse foi o grande motivo do agradecimento celebrado nessa festa tradicional.
O deserto de cada um
Cristiane lembrou que ninguém está livre dos momentos “áridos” e difíceis ao longo da vida. “Quantas pessoas estão passando por dificuldades e desistem da fé? Tudo o que Deus faz na vida da gente tem um propósito.” Tão importante quanto saber enfrentar as dificuldades é acreditar na força de Deus.

Da mesma forma como o povo de Israel precisou viver no deserto para alcançar a Terra Santa, todos precisam passar pelos próprios desertos para atingir grandes conquistas. “Ninguém gosta de ir para o deserto, mas todas nós passamos por lá. Que ele sirva como um alento, para que você consiga ver até onde pode chegar”, ressaltou Ester Bezerra.
Se você está passando por um momento difícil em sua vida, acredite que os obstáculos surgem sempre por alguma razão. “Se você se encontra nessa situação, no deserto, como o povo de Israel, entregue tudo de uma vez para Deus e confie”, afirmou Cristiane. “O deserto tem o propósito para que Deus venha a moldá-la segundo Sua vontade”, reforçou Fátima Matos.
Os momentos difíceis surgem para nos lembrar de que nem sempre as coisas acontecem como a gente quer ou planeja. “Deus não trabalha de acordo com as nossas vontades. Os planos dEle são maiores do que os nossos problemas.”, completou Cristiane.
O próprio Altar
Muitas vezes, as dificuldades aparecem quando a gente menos espera. Foi assim que aconteceu com Heidi Morais (foto abaixo, à esquerda), que contou para todas sobre o seu próprio deserto.
Ela tinha realizado o grande sonho de se casar com um pastor e foi morar com ele fora do Brasil. Mas nem tudo saiu como ela havia planejado. “No meu primeiro mês de casamento, o meu marido falou em separação. Gradativamente ele mudou seu comportamento, chegando a me agredir fisicamente. Foi um casamento de muitas humilhações e, quando acabou, eu estava destroçada.” Heidi já havia sido rejeitada pela mãe na juventude e a rejeição do marido foi mais um golpe doloroso.

Sem conseguir encontrar uma saída para aquela situação, morando em um país estranho, na hora do desespero, Heidi falou com a única Pessoa que podia ouvi-la: Deus. “Depois daquela oração, minha maneira de enxergar as coisas mudou. Antes, eu só via as dificuldades, a humilhação. Sentia-me rejeitada. A partir de então, eu entendi o que Deus poderia fazer por meio da minha vida e comecei a ver as oportunidades.” Ela não desistiu da fé em nenhum momento. Após passar pelo deserto, Heidi garante que enfrentaria tudo de novo. “Eu estava disposta a enfrentar o que fosse preciso para ter o que tenho hoje. Isso não tem preço que pague. Nenhum casamento ou condição social poderia me dar.”
Hoje, Heidi compreendeu que não precisa estar no Altar para ser o próprio Altar. E quando a pessoa se entrega por completo, nenhuma situação é capaz de vencê-la ou deixá-la desanimada.
O exemplo dela e a palavra de fé transmitida naquela tarde alcançaram o coração de todas as mulheres que estavam ali reunidas.
Depois do testemunho e do exemplo de superação de Heidi, era a hora de celebrar. O grupo de dança do Godllywood foi chamado para a apresentação da coreografia preparada especialmente para a festa. O momento, que era bastante esperado, animou ainda mais o salão principal do templo. Todas as participantes foram convocadas para dançar e foi possível perceber a alegria e a gratidão em todas elas.

Mas a “Festa dos Tabernáculos” não se resumiu a vestimentas de época e danças. Ela foi muito mais além. “A festa foi muito espiritual. As pessoas precisam de um incentivo para usar essa fé. A proposta é dar esse valor espiritual. Toda mulher precisa disso”, afirmou Cristiane ao final do evento. “Estou feliz. Essa foi a primeira ‘Festa dos Tabernáculos’ que aconteceu dentro da Universal, aberta a todas as mulheres. Uma coisa inédita, já que as outras foram para o grupo Godllywood. É importante esse momento de celebração. A mulher tem um valor, tem uma influência. Imagina quando você reúne tantas assim?”
O evento contou com a participação de 25 mil mulheres em todo o estado de São Paulo e 95 mil em todo o Brasil. Todas elas voltaram para casa certas de que a festa valeu a pena. Convictas a respeito de que os ensinamentos da noite devem ser compartilhados com outras mulheres, homens e famílias.
 

sábado, 13 de julho de 2013

Não Fuja!

E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;  João 3:14


Quando pensam que estamos lá embaixo, ressurgimos com força total. É como se tivéssemos que nos abaixar para dar um salto. Primeiro nos abaixamos, e essa atitude de abaixar é o sinal de que temos que ser humildes em nos rendermos Ao Senhor Jesus, mostrando que Ele é O Único Senhor e Salvador. Assim, este é o primeiro passo.

Segundo, quando ganhamos força para subir, é quando O Senhor Jesus nos levanta espiritualmente, ou seja, deixamos de pensar que não conseguimos para que a nossa mente mude para a conquistar aquilo que queremos.

transformar o interior é muito importante, não só para conquistar é permanecer com a conquista, como a Maior conquista: A Salvação. Sem ela como ir para O Senhor Jesus?

Terceiro é a permanência, o salto da vitória. Muitos não dão valor ao deserto, mas é nele que amadurecemos, somos formados e moldados para fazer a Vontade do Senhor Jesus. Parece que não, mas, é no deserto que ganhamos força para suportar as perseguições, as injustiças que passamos.
Nunca desista no deserto. Por pior que seja, depende de você a sua própria vitória. Confie no Senhor Jesus.

Fique com Jesus.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Mulher, carreira e casamento

União pode sofrer danos caso haja excessos

Por Ivonete Soares/ Foto: Thinkstock
ivonete.soares@arcauniversal.com


Já passa das 20 horas e ela ainda está enrolada no trabalho. As pendências são muitas e as mais de 10 horas consecutivas em frente ao computador – com apenas uma parada para o lanche – não foram suficientes para finalizar as suas tarefas, que se arrastam há dias.
Nervosismo, insônia e mau-humor diários têm feito parte da sua jornada, que não cessa quando ela apaga a luz e fecha a porta do escritório. Ela se estende para o aconchego do lar, que a essas alturas já não pode ser chamado assim.
Quando, enfim, chega em casa, outra surpresa: tudo está virado do avesso, as crianças querem atenção, o marido – de cara feia – deixa claro no olhar a insatisfação, mas ela não se importa: corre para o fogão, afinal, ninguém jantou naquele lugar!
O cansaço é mais do que visível. Ela praticamente se arrasta pela casa com o objetivo de dar conta dessa dupla jornada, mas quase não consegue. Quando coloca tudo em ordem e as crianças já foram dormir, passa da meia-noite, e ela está cambaleando pelos cômodos, buscando refúgio para o seu corpo, moído e cansado.

O marido? Obviamente já dormiu, porque não tem mais paciência para esperar toda essa sobrecarga e rotina estressantes. Bem que tentou, por diversas vezes, alertá-la, mas sua carreira e profissão estão à frente de tudo, inclusive de sua família.

Eles já não são mais prioridades.
Por isso, ele está quase abrindo mão de tudo, só ela que não percebe... A luz vermelha já acendeu há muito tempo, e seu casamento corre sérios riscos. Está por um fio!
Conseguir manter o equilíbrio em todas as áreas da vida é, sem dúvida, uma das grandes conquistas do ser humano, agora, quando isso não acontece, é certo que uma ou outra área vai se desestruturar.
Imagine, então, se a mulher prioriza demais a profissão e esquece (ou deixa de lado) as demais áreas?

e isso estiver acontecendo com você, muito cuidado! É momento de reavaliar.
Tudo na vida tem de ser dosado. O pior é que esse quadro é cada vez mais comum nos dias de hoje: sem que a mulher se dê conta, o trabalho vai ocupando a sua vida de tal maneira que resta pouco espaço para as demais áreas.
Com isso, além de ter sugadas quase todas as suas energias e até debilitar a sua saúde, o casamento é sempre o primeiro a dar os sinais de alerta. E, claro, se não receber os devidos cuidados, pode, sim – com o tempo –, se desestruturar por completo, até terminar.
E se a carreira é estressante? Aí a situação se torna ainda pior, já que cientistas descobriram que carreiras estressantes mexem com a beleza das mulheres e ainda as deixam menos férteis.
De acordo com estudo conduzido pela University of Turku, na Finlândia, muitas horas dedicadas ao trabalho elevam o nível do hormônio cortisol (ligado ao estresse), o qual acaba deixando as mulheres menos atraentes, refletindo, inclusive, na sua aparência.
É no exagero que mora o perigo e como todo o excesso é ruim, fica praticamente impossível manter o relacionamento de pé.
O que fazer, então?
Renato Cardoso – que ao lado da esposa, Cristiane, apresenta o programa “The Love School”, aos sábados, meio-dia, pela Rede Record de Televisão – sempre dá dicas para casais e aborda assuntos do cotidiano. Recentemente, em meio ao alerta que fazia às mulheres sobre coisas que o marido espera da mulher, ele levantou a questão.
Segundo ele, o marido espera que a mulher o trate como prioridade.
Se ela, portanto, dedica quase todo o seu tempo ao trabalho e o deixa de escanteio, certamente terá problemas. E muitos.
“O marido deseja que ela (a esposa) o faça se sentir especial por meio de pequenos gestos, como fazer aquela comida que ele mais gosta; ou que ela deixe a camisa preferida passada, entre outras coisas”, falou.
Mas, se ela passa a maior parte do tempo longe de casa, priorizando tudo, menos ele, o que você acha que vai acontecer?
Portanto, é hora de mudar. O que tem sido mais importante em sua vida? A família ou o seu trabalho? Responda com sinceridade e, se preciso for, comece a mudar ainda hoje.
Busque um equilíbrio, nem muito cá, nem muito lá. Dessa forma, você conseguirá enxergar todas as possibilidades e, assim, desfrutar de uma vida plena e feliz, sem excessos ou exageros, tudo no seu devido lugar e ordem.


 

terça-feira, 28 de maio de 2013

2 ª Palestra A Mulher V

Conheça as três forças da mulher abordadas na 2ª Palestra "A Mulher V"

Por Jeane Vidal / Fotos: Demetrio Koch
clea.vidal@arcauniversal.com


Ela conheceu a fé avassaladora há 34 anos. Buscava apenas paz, sossego e acalento para a sua alma. Também queria saúde e forças para cuidar dos filhos sozinha.
Desconhecia a importância que Deus dava ao casamento, por isso não acreditava que o seu pudesse ser restaurado.
A dor do abandono a consumia por dentro. Tentava inutilmente uma reconciliação. Humilhava-se, implorava para que ele voltasse e, como resposta, recebia o desprezo.
Pouco a pouco, ouvindo os ensinamentos e orientações, foi descobrindo o quanto Deus valoriza a família. Por isso - mesmo o marido já vivendo com outra mulher - ela decidiu lutar.
Foi uma luta silenciosa. E sábia.

A força espiritual
Após se transformar numa nova mulher interiormente, após saber do seu valor, descobriu a força espiritual, resultado da fé prática e de uma vida na dependência de Deus.
Em vez de se mostrar fraca diante do marido que a abandonara, ela se mostrava forte, determinada, ousada. Ele não a encontrava mais prostrada, mas de cabeça erguida, ainda que por dentro continuasse a sofrer com a ausência dele. Porque escolheu se prostrar diante dAquele que de fato poderia restaurar o seu casamento.
Isso porque ela confiou a Deus a missão de trazê-lo de volta. Ela só precisava fazer a parte dela, que era usar a fé e confiar, colocando-se totalmente na dependência dEle: era a força espiritual que agora dispunha.
Ester Bezerra (foto abaixo), uma das palestrantes, destaca a importância de termos uma vida de confiança e dependência em Deus: "Deus quer ser amado por você. Seu amor para com Deus tem que ser sincero, verdadeiro, e que Ele sinta que sua vida depende dEle. Você tem que demonstrar esse amor de tal forma que você vença o que vier."

A força da influência
Aquela nova mulher que surgia diante do marido que foi embora o fazia querer ficar cada vez mais perto. A sabedoria dela também contribuía com isso. Procurava estar sempre bonita quando ele ia ver as crianças e, sabiamente, preparava sua comida preferida. E como ele não resistia, acabava ficando para almoçar ou jantar. Ficaram amigos.
Até que o tão esperado dia chegou: ele pediu para voltar para casa.
Mas ela não aceitou - apesar de desejar isso. Não sem antes ele provar que de fato merecia uma segunda chance. Ela o amava, mas aprendera, sobretudo, a amar a si própria e a reconhecer o seu próprio valor. 
“A maioria das mulheres não sabe a força que tem. Quando a mulher não é espiritual, ela influencia para o mal, mas quando é espiritual, entende esse poder que tem, então decide agir de maneira positiva porque sabe que seu modo de falar, se comportar, suas decisões, sempre influenciarão alguém. Você, mulher, tem essa força de influência, principalmente na sua casa. Se você quer ganhar a sua família, use seu poder de influência de uma maneira espiritual", orientou Cristiane Cardoso, a segunda palestrante (foto abaixo).

Foi o que essa mulher fez.
E após 7 meses namorando como dois adolescentes e sempre observando o comportamento dele, decidiu que era hora de voltar. Ele de fato mostrava ser um novo homem.
A primeira batalha foi vencida, mas uma pior ainda estava por vir.
A força da submissão
Ela já havia experimentado a eficácia das forças espiritual e de influência, agora ela estava prestes a conhecer a força da submissão.
Uma das condições impostas por ela para que houvesse a reconciliação era que ele também passasse a viver a mesma fé que a dela. Ele concordou, mas não havia se convertido. Bebia com frequência e passou a implicar com tudo relacionado à fé da esposa.
Não foram poucas as vezes em que ela teve que preparar bebida alcoólica e ainda servi-lo. Fazia isso com um sorriso no rosto, nunca de cara amarrada ou resmungando. Usava a fé com revolta, mas era algo entre ela e Deus.
Aí entrou o poder da submissão.
“Muitos veem a submissão como uma escravidão, sinônimo de fraqueza, falta de opinião própria, mas a submissão tem uma força muito grande. Submissão é uma decisão que a mulher toma. Uma decisão acompanhada de humildade", explicou Fátima Bassini, a terceira palestrante (foto abaixo).
"Hoje a mulher ocupa muitas posições no mercado de trabalho. Ela pode disputar com o homem de igual para igual, mas existe uma posição que se a mulher quiser competir com ele terá um problema de ordem espiritual: a posição de chefe do lar.
 Você tem que se submeter ao seu marido não porque você o ama, mas porque é um princípio espiritual. Quando você é submissa a ele por amor a Deus, você fica com crédito com Deus e Ele se encarrega de fazer seu marido enxergar isso em você. Deus se encarrega de fazer seu marido ter outros olhos para você", ressaltou Fátima.

Veja a galeria de fotos:

Foram mais 5 anos de lutas que resultaram em vitória, o que significa marido transformado e casamento restaurado.
Momentos difíceis. Se ela não estivesse revestida dessa força espiritual, alimentada com orações e intimidade com Deus, não teria conseguido. Tampouco se não tivesse usado o poder da influência, algo intrínseco à mulher, jamais conseguiria mostrar com sabedoria o caminho da fé sem palavras.
Somente quando se tem o espírito forte - fortalecido com a Palavra de Deus e uma vida na dependência dEle - é que é possível dispor dessa força, tão poderosa quanto as primeiras: a submissão.

A protagonista desta história
Essa é a história de Marilene Silva (foto acima, de blusa branca), esposa do bispo João Batista. Foi por ela ter usado essas três forças, que pôde estar, no último domingo (26), na 2ª Palestra "A Mulher V" contando, ao lado de Ester Bezerra, Cristiane Cardoso e Fatima Bassini a sua história de superação no casamento e, acima de tudo, superação interior, mostrando a milhares de mulheres como é possível vencer todo e qualquer problema por meio da fé, do uso correto da influência e da submissão.
A palestra realizada em São Paulo e transmitida por videoconferência para todo o País, teve toda a renda destinada à construção do Templo de Salomão, construído no bairro do Brás.

 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Toda injustiça é pecado

Bispo Edir Macedo realiza reunião no Cenáculo do Brás e ora direto do Templo de Salomão pelos colaboradores da obra

Da Redação / Fotos: Demétrio Koch
redacao@arcauniversal.com


“Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos.” (1 Crônicas 29-13-14)
Com a leitura bíblica acima, o bispo Edir Macedo, direto do Templo de Salomão, no bairro do Brás, zona leste da capital paulista, deixou uma mensagem especial para milhões de pessoas que o acompanhavam por meio de videoconferência nos templos da Universal, neste domingo (19), às 9h.
“Deus ama quem dá com alegria. Eu creio que a oração de Davi ficou registrada para nosso conhecimento, para sabermos como alcançar os benefícios do Altíssimo. Ela fala de quem tem voluntariamente nos ajudado, pois essa grandeza toda aqui no Templo é feita pela mão de Deus, mas por meio da ajuda que vem das suas mãos”, explicou.
Após clamar por todos e determinar a bênção econômica sobre a vida dos colaboradores, o bispo se dirigiu para a sede da Universal na Celso Garcia, 499, onde fez uma alerta a respeito do ódio que Deus tem da hipocrisia.

“Às vezes, a pessoa está preocupada com pecados grotescos como roubo, assassinato, traição e se esquece de que tudo que é injusto é pecado. Se ela promete algo para outra pessoa e falha, ela está cometendo pecado. Se ela chega atrasada, ela já está pecando, porque ela se comprometeu com a sua palavra. O fato é que tudo o que fazemos de forma injusta é pecado, desagrada a Deus.”
Ainda durante a mensagem, o bispo fez questão de ressaltar que de nada adianta a pessoa demonstrar uma fé dentro da Igreja e fora dela ser mau caráter, pois Deus é Justiça. “Para que possamos chegar diante de Deus e cobrar as suas promessas, devemos ser transparentes, autênticos. A nossa justiça tem que exceder a dos religiosos hipócritas, para que possamos entrar no Reino de Deus”, aconselhou.

Antes de encerrar a concentração de fé e orar por todos, o bispo explicou que aquele que deseja ter o Espírito Santo deve estar consciente de que é preciso sacrificar as próprias vontades, deixando de fazer aquilo que é mau. “Você quer o Espírito Santo, falar em línguas, mas sua língua vive falando mentira. Você tem que se consertar, passar a ser correto consigo mesmo e com a outra pessoa. Saiba que o diabo é o príncipe da injustiça. Por isso, quando cometemos injustiça, ficamos em débito com Ele. Essa é a razão pela qual a vida de muitos não vai para frente”, concluiu.

Fonte: Arca Universal
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sem distrações na Universal Vila Aliança


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Imagine a cena: Você está no meio de um naufrago, correria e gritaria para todos os lados. Por sorte, você é amigo do capitão que consegue um lugar na fila dos futuros sobreviventes para o último bote. Faltam apenas dois nomes a serem chamados, e você é a segunda da fila. Seu iphone toca dispersando sua atenção por um segundo, alguém compartilhou uma foto no faceboock. Algo sem importância. Mas ao retomar sua atenção, você percebe que seu nome foi chamado e sem resposta outro sortudo tomou o seu lugar. Você paralisa, tenta refazer na sua mente tudo que ocorreu nos últimos minutos: Naufrago, correria, capitão, fila, sobrevivência, bote, iphone, facebook…FACEBOOK! Uma distração. Só então você percebe que perdeu a chance de salvar sua vida.
Com tanta correria no dia-a-dia, com encontros e desencontros e diversos meios de informações. É possível conseguir se desligar do mundo e ouvir a voz de Deus? É exatamente a proposta desta 6º edição do Jejum de Daniel que visa uma intimidade com Deus e o recebimento do Espírito Santo; como relata o profeta Isaías no capítulo 61: ‘ O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a pôr em liberdade os algemados. ’
O pastor Souza, neste dia 24/3, ensinou que para a pessoa receber esse Espírito ela precisa se desintoxicar das coisas desse mundo, que não acrescentam em nada em seu relacionamento com Deus. Este mundo que está naufragando, cada dia que passa o fim se aproxima, repare ao seu redor. O aumento da violência, famílias destruídas, as guerras, a fome, as drogas como se fosse algo tão normal, mães cada vez mais jovens, perturbações, depressão, a solidão.
Os únicos salvos serão os verdadeiros filhos de Deus, que encontram no Espírito Santo a segurança para o dia da aflição. O Jejum de Daniel é o foco que nos leva ao bote sem vacilar, pois quando nos voltamos totalmente para a palavra e as  promessas de Deus, podemos ouvi-Lo e nos tornar obras de suas próprias mãos: ‘ carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor, para sua gloria.’

Você é nosso convidado especial para essa caminhada de 21 dias e principalmente para a Concentração de Fé e Milagre aos domingos 09:30, na estrada do Taquaral 813, Bangu – Cenáculo de Vila Aliança.

Texto e fotos por VPR Vila Aliança
Revisado e publicado por Laissa Monteiro | Depto de Revisão VPR-RJ

Fonte: IURD RIO