terça-feira, 28 de maio de 2013

2 ª Palestra A Mulher V

Conheça as três forças da mulher abordadas na 2ª Palestra "A Mulher V"

Por Jeane Vidal / Fotos: Demetrio Koch
clea.vidal@arcauniversal.com


Ela conheceu a fé avassaladora há 34 anos. Buscava apenas paz, sossego e acalento para a sua alma. Também queria saúde e forças para cuidar dos filhos sozinha.
Desconhecia a importância que Deus dava ao casamento, por isso não acreditava que o seu pudesse ser restaurado.
A dor do abandono a consumia por dentro. Tentava inutilmente uma reconciliação. Humilhava-se, implorava para que ele voltasse e, como resposta, recebia o desprezo.
Pouco a pouco, ouvindo os ensinamentos e orientações, foi descobrindo o quanto Deus valoriza a família. Por isso - mesmo o marido já vivendo com outra mulher - ela decidiu lutar.
Foi uma luta silenciosa. E sábia.

A força espiritual
Após se transformar numa nova mulher interiormente, após saber do seu valor, descobriu a força espiritual, resultado da fé prática e de uma vida na dependência de Deus.
Em vez de se mostrar fraca diante do marido que a abandonara, ela se mostrava forte, determinada, ousada. Ele não a encontrava mais prostrada, mas de cabeça erguida, ainda que por dentro continuasse a sofrer com a ausência dele. Porque escolheu se prostrar diante dAquele que de fato poderia restaurar o seu casamento.
Isso porque ela confiou a Deus a missão de trazê-lo de volta. Ela só precisava fazer a parte dela, que era usar a fé e confiar, colocando-se totalmente na dependência dEle: era a força espiritual que agora dispunha.
Ester Bezerra (foto abaixo), uma das palestrantes, destaca a importância de termos uma vida de confiança e dependência em Deus: "Deus quer ser amado por você. Seu amor para com Deus tem que ser sincero, verdadeiro, e que Ele sinta que sua vida depende dEle. Você tem que demonstrar esse amor de tal forma que você vença o que vier."

A força da influência
Aquela nova mulher que surgia diante do marido que foi embora o fazia querer ficar cada vez mais perto. A sabedoria dela também contribuía com isso. Procurava estar sempre bonita quando ele ia ver as crianças e, sabiamente, preparava sua comida preferida. E como ele não resistia, acabava ficando para almoçar ou jantar. Ficaram amigos.
Até que o tão esperado dia chegou: ele pediu para voltar para casa.
Mas ela não aceitou - apesar de desejar isso. Não sem antes ele provar que de fato merecia uma segunda chance. Ela o amava, mas aprendera, sobretudo, a amar a si própria e a reconhecer o seu próprio valor. 
“A maioria das mulheres não sabe a força que tem. Quando a mulher não é espiritual, ela influencia para o mal, mas quando é espiritual, entende esse poder que tem, então decide agir de maneira positiva porque sabe que seu modo de falar, se comportar, suas decisões, sempre influenciarão alguém. Você, mulher, tem essa força de influência, principalmente na sua casa. Se você quer ganhar a sua família, use seu poder de influência de uma maneira espiritual", orientou Cristiane Cardoso, a segunda palestrante (foto abaixo).

Foi o que essa mulher fez.
E após 7 meses namorando como dois adolescentes e sempre observando o comportamento dele, decidiu que era hora de voltar. Ele de fato mostrava ser um novo homem.
A primeira batalha foi vencida, mas uma pior ainda estava por vir.
A força da submissão
Ela já havia experimentado a eficácia das forças espiritual e de influência, agora ela estava prestes a conhecer a força da submissão.
Uma das condições impostas por ela para que houvesse a reconciliação era que ele também passasse a viver a mesma fé que a dela. Ele concordou, mas não havia se convertido. Bebia com frequência e passou a implicar com tudo relacionado à fé da esposa.
Não foram poucas as vezes em que ela teve que preparar bebida alcoólica e ainda servi-lo. Fazia isso com um sorriso no rosto, nunca de cara amarrada ou resmungando. Usava a fé com revolta, mas era algo entre ela e Deus.
Aí entrou o poder da submissão.
“Muitos veem a submissão como uma escravidão, sinônimo de fraqueza, falta de opinião própria, mas a submissão tem uma força muito grande. Submissão é uma decisão que a mulher toma. Uma decisão acompanhada de humildade", explicou Fátima Bassini, a terceira palestrante (foto abaixo).
"Hoje a mulher ocupa muitas posições no mercado de trabalho. Ela pode disputar com o homem de igual para igual, mas existe uma posição que se a mulher quiser competir com ele terá um problema de ordem espiritual: a posição de chefe do lar.
 Você tem que se submeter ao seu marido não porque você o ama, mas porque é um princípio espiritual. Quando você é submissa a ele por amor a Deus, você fica com crédito com Deus e Ele se encarrega de fazer seu marido enxergar isso em você. Deus se encarrega de fazer seu marido ter outros olhos para você", ressaltou Fátima.

Veja a galeria de fotos:

Foram mais 5 anos de lutas que resultaram em vitória, o que significa marido transformado e casamento restaurado.
Momentos difíceis. Se ela não estivesse revestida dessa força espiritual, alimentada com orações e intimidade com Deus, não teria conseguido. Tampouco se não tivesse usado o poder da influência, algo intrínseco à mulher, jamais conseguiria mostrar com sabedoria o caminho da fé sem palavras.
Somente quando se tem o espírito forte - fortalecido com a Palavra de Deus e uma vida na dependência dEle - é que é possível dispor dessa força, tão poderosa quanto as primeiras: a submissão.

A protagonista desta história
Essa é a história de Marilene Silva (foto acima, de blusa branca), esposa do bispo João Batista. Foi por ela ter usado essas três forças, que pôde estar, no último domingo (26), na 2ª Palestra "A Mulher V" contando, ao lado de Ester Bezerra, Cristiane Cardoso e Fatima Bassini a sua história de superação no casamento e, acima de tudo, superação interior, mostrando a milhares de mulheres como é possível vencer todo e qualquer problema por meio da fé, do uso correto da influência e da submissão.
A palestra realizada em São Paulo e transmitida por videoconferência para todo o País, teve toda a renda destinada à construção do Templo de Salomão, construído no bairro do Brás.

 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Toda injustiça é pecado

Bispo Edir Macedo realiza reunião no Cenáculo do Brás e ora direto do Templo de Salomão pelos colaboradores da obra

Da Redação / Fotos: Demétrio Koch
redacao@arcauniversal.com


“Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos.” (1 Crônicas 29-13-14)
Com a leitura bíblica acima, o bispo Edir Macedo, direto do Templo de Salomão, no bairro do Brás, zona leste da capital paulista, deixou uma mensagem especial para milhões de pessoas que o acompanhavam por meio de videoconferência nos templos da Universal, neste domingo (19), às 9h.
“Deus ama quem dá com alegria. Eu creio que a oração de Davi ficou registrada para nosso conhecimento, para sabermos como alcançar os benefícios do Altíssimo. Ela fala de quem tem voluntariamente nos ajudado, pois essa grandeza toda aqui no Templo é feita pela mão de Deus, mas por meio da ajuda que vem das suas mãos”, explicou.
Após clamar por todos e determinar a bênção econômica sobre a vida dos colaboradores, o bispo se dirigiu para a sede da Universal na Celso Garcia, 499, onde fez uma alerta a respeito do ódio que Deus tem da hipocrisia.

“Às vezes, a pessoa está preocupada com pecados grotescos como roubo, assassinato, traição e se esquece de que tudo que é injusto é pecado. Se ela promete algo para outra pessoa e falha, ela está cometendo pecado. Se ela chega atrasada, ela já está pecando, porque ela se comprometeu com a sua palavra. O fato é que tudo o que fazemos de forma injusta é pecado, desagrada a Deus.”
Ainda durante a mensagem, o bispo fez questão de ressaltar que de nada adianta a pessoa demonstrar uma fé dentro da Igreja e fora dela ser mau caráter, pois Deus é Justiça. “Para que possamos chegar diante de Deus e cobrar as suas promessas, devemos ser transparentes, autênticos. A nossa justiça tem que exceder a dos religiosos hipócritas, para que possamos entrar no Reino de Deus”, aconselhou.

Antes de encerrar a concentração de fé e orar por todos, o bispo explicou que aquele que deseja ter o Espírito Santo deve estar consciente de que é preciso sacrificar as próprias vontades, deixando de fazer aquilo que é mau. “Você quer o Espírito Santo, falar em línguas, mas sua língua vive falando mentira. Você tem que se consertar, passar a ser correto consigo mesmo e com a outra pessoa. Saiba que o diabo é o príncipe da injustiça. Por isso, quando cometemos injustiça, ficamos em débito com Ele. Essa é a razão pela qual a vida de muitos não vai para frente”, concluiu.

Fonte: Arca Universal
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sem distrações na Universal Vila Aliança


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Imagine a cena: Você está no meio de um naufrago, correria e gritaria para todos os lados. Por sorte, você é amigo do capitão que consegue um lugar na fila dos futuros sobreviventes para o último bote. Faltam apenas dois nomes a serem chamados, e você é a segunda da fila. Seu iphone toca dispersando sua atenção por um segundo, alguém compartilhou uma foto no faceboock. Algo sem importância. Mas ao retomar sua atenção, você percebe que seu nome foi chamado e sem resposta outro sortudo tomou o seu lugar. Você paralisa, tenta refazer na sua mente tudo que ocorreu nos últimos minutos: Naufrago, correria, capitão, fila, sobrevivência, bote, iphone, facebook…FACEBOOK! Uma distração. Só então você percebe que perdeu a chance de salvar sua vida.
Com tanta correria no dia-a-dia, com encontros e desencontros e diversos meios de informações. É possível conseguir se desligar do mundo e ouvir a voz de Deus? É exatamente a proposta desta 6º edição do Jejum de Daniel que visa uma intimidade com Deus e o recebimento do Espírito Santo; como relata o profeta Isaías no capítulo 61: ‘ O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a pôr em liberdade os algemados. ’
O pastor Souza, neste dia 24/3, ensinou que para a pessoa receber esse Espírito ela precisa se desintoxicar das coisas desse mundo, que não acrescentam em nada em seu relacionamento com Deus. Este mundo que está naufragando, cada dia que passa o fim se aproxima, repare ao seu redor. O aumento da violência, famílias destruídas, as guerras, a fome, as drogas como se fosse algo tão normal, mães cada vez mais jovens, perturbações, depressão, a solidão.
Os únicos salvos serão os verdadeiros filhos de Deus, que encontram no Espírito Santo a segurança para o dia da aflição. O Jejum de Daniel é o foco que nos leva ao bote sem vacilar, pois quando nos voltamos totalmente para a palavra e as  promessas de Deus, podemos ouvi-Lo e nos tornar obras de suas próprias mãos: ‘ carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor, para sua gloria.’

Você é nosso convidado especial para essa caminhada de 21 dias e principalmente para a Concentração de Fé e Milagre aos domingos 09:30, na estrada do Taquaral 813, Bangu – Cenáculo de Vila Aliança.

Texto e fotos por VPR Vila Aliança
Revisado e publicado por Laissa Monteiro | Depto de Revisão VPR-RJ

Fonte: IURD RIO


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pornografia é Preciso?


Até que ponto a tão sonhada liberdade sexual defendida por décadas trouxe benefícios para homens e mulheres?

Por Jeane Vidal / Fotos: Thinkstock
clea.vidal@arcauniversal.com

Há algumas décadas, quando se falava em sexshop, automaticamente associávamos à prostituição ou a algum tipo de perversão sexual.
Era um escândalo ver uma mulher casada, por exemplo, dentro de um.  Os homens nem tanto, mas uma mulher, e ainda casada? No mínimo ela seria taxada de imoral.
Embora o sexo faça parte da vida do ser humano desde a sua criação, ele por séculos foi considerado como um tabu na sociedade.
Quase todos faziam ou pelo menos desejavam fazê-lo, mas falar a respeito era simplesmente inadmissível, principalmente para as mulheres.
Os tempos mudaram e a mulher conquistou sua tão sonhada liberdade. Elas foram às ruas, protestaram, queimaram sutiãs em praça pública, exigiram direitos iguais e, finalmente, "conseguiram" se fazer notar (resta saber a que preço).
Outros movimentos defendiam o amor livre, pois consideravam que tanto os homens quanto as mulheres tinham direito ao prazer sexual.
Para completar, o surgimento da pílula anticoncepcional fez com que as mulheres se sentissem mais livres e, sobretudo, seguras para desfrutar do sexo por puro prazer. Algo que antes não era permitido à mulher sentir.
A desvalorização
Tudo parecia perfeito. Finalmente as mulheres conquistavam o seu espaço, podiam se colocar no mesmo patamar que os homens. Mas o que elas não esperavam é que o tiro sairia pela culatra. No mesmopacote veio a desvalorização da mulher.
 Sim, porque elas quiseram tanto direitos iguais que os homens concluíram que o cavalheirismo estava ficando fora de moda e que, portanto, não havia mais necessidade de serem galantes, gentis, cavalheiros, cederem o lugar, abrirem a porta do carro ou "fazer a corte" - conquistar o amor de uma mulher por meio de galanteios, de atenções e de amabilidades.  Era como um ritual.
Isso sem contar a exploração da sensualidade feminina, que passou a ser usada pela mídia em campanhas publicitárias, dando a ela um valor de mercado.

A indústria pornográfica
O fato é que todo esse cenário de apologia ao sexo deu ainda mais fôlego para o surgimento da indústria pornográfica - a indústria do sexo -, que a cada dia foi se tornando mais rentável, e hoje disponibiliza toda sorte de artifícios para promover o prazer sexual, e ainda, para que tanto homens quanto mulheres alcancem a satisfação sexual sem necessariamente ter um parceiro ou parceira.
Alguns especialistas defendem a ideia de que fazer uso de material pornográfico - como filmes, revistas, brinquedos eróticos e até mesmo a masturbação - é válida para apimentar o sexo entre o casal. Defendem a importância de a pessoa explorar o próprio corpo e conhecê-lo por meio da autossatisfação sexual.  
Em contrapartida, um estudo realizado por pesquisadores europeus, pela internet, com 5.255 homens heterossexuais de vários países, aponta que,  além do cansaço e do estresse, a masturbação e a pornografia  também causam  a diminuição do desejo sexual entre os casais .
A pesquisadora portuguesa Ana Alexandra Cavalheira, que preside a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, alega que  o erotismo é o que mobiliza o desejo, mas ele desaparece com a banalização do sexo.
Estudos realizados pelo pesquisador Gert Holstege, uro-neurologista da Universidade de Groningen, na Holanda, indicam que assistir a filmes pornográficos pode desligar parte do cérebro que processa os estímulos visuais. De acordo com a pesquisa, ao contrário do que acontece quando assistimos a outros tipos de programas ou realizamos outras tarefas, em que um fluxo de sangue extra é enviado para o cérebro, quando as pessoas assistem pornografia, o sangue é enviado para a parte responsável pela excitação sexual.
Segundo o pesquisador, numa cena de sexo o cérebro não precisa se atentar aos detalhes, porque já sabe exatamente o que está acontecendo, diferentemente de quando você digita um texto, por exemplo, que exige total atenção para que não haja erros.
Entretanto, enganam-se aqueles que pensam que o cérebro é o que menos importa numa relação sexual. Ele pode até não ter uma função motora durante o ato, mas ele é o responsável pelo estímulo sexual. A excitação começa na mente e não no órgão genital.
Tanto é assim, que a falta de interesse sexual, na maioria das vezes, está relacionada a problemas emocionais ou psicológicos.
Por isso é preciso avaliar. Muitos casais, infelizmente, têm trazido para o seu leito coisas promovidas como benéficas para o relacionamento íntimo sem julgar as consequências, quais os reais resultados para a vida íntima do casal.

A dependência
A psicóloga Cecília Zylberstajn afirma que é cientificamente comprovado que pornografia tem um potencial de adicção, ou seja, vicia. "Consumir pornografia tem um efeito similar no cérebro ao do consumo de drogas. O tipo de adicção que o abuso da pornografia gera pode ser comparado à compulsão por compras e ao vício do jogo, por se tratarem de vícios em comportamentos específicos."
Imaginem um homem dependente de pornografia que não consegue ter um bom desempenho sexual com a mulher a não ser que antes do ato conjugal assista a cenas de sexo explícito. Lembrando que uma das necessidades básicas da mulher é justamente sentir-se valorizada, como se sentirá essa mulher sabendo que seu parceiro para ter prazer com ela tem a necessidade de ver outra mulher nua?
Vai se sentir especial? Obviamente que não. Ao invés disso ela se sentirá desvalorizada e frustrada.
Da mesma maneira o homem terá sua masculinidade ferida sabendo que a mulher necessita de um vibrador para alcançar o orgasmo.
O fato é que quando o casal começa a depender de ajudas externas para ter o prazer sexual, fica fisicamente e mentalmente condicionado ao uso dessas coisas, de forma que não conseguirá ficar satisfeito somente com a pureza e a simplicidade dos dois. Estarão sempre em busca de algo mais.

Renato Cardoso, apresentador do programa "The Love School - A Escola do Amor" (*),  diz que  "o segredo de um casal sexualmente realizado não está em fazer ginástica olímpica na cama, pole dance, assistir pornografia junto, nem gastar rios de dinheiro com lingerie e brinquedos eróticos. O que cria o clima para o prazer da mulher é o homem ser cavalheiro, cuidadoso e atencioso com ela o dia todo - como com nenhuma outra mulher. O que cria o clima para o homem é a mulher ser respeitosa para com ele, fazê-lo sentir que é o seu herói, e mostrar desejo por ele."
E aconselha: "Sejam amantes um do outro. Esqueçam o que outros casais estão fazendo na cama. Foque no seu parceiro. Conversem. Descubram-se. É muito mais simples do que dizem por aí."
Esse e outros assuntos relacionados à vida sentimental são abordados  na Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, na Igreja Universal. Quem mora no Rio de Janeiro pode comparecer na antiga Avenida Suburbana, 4.242, no bairro Del Castilho. Em São Paulo, na Avenida João Dias, 1.800, em Santo Amaro; ou na Avenida Celso Garcia, 499, no Brás.

(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 15h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record.

Fonte: Arca Universal

sábado, 30 de março de 2013

Lidando com os problemas.

A teoria perde completamente o sentido quando os problemas vêm à tona...

Trecho do livro "Melhor do que Comprar Sapatos", de Cristiane Cardoso / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

A vida não passa de um sonho - e para algumas, um sonho ruim. Um dia tudo acaba. Uma pessoa pode enfrentar problemas extremamente difíceis hoje e, amanhã, esses mesmos problemas podem deixar de existir ou de ter tanta importância. O fato é que tudo passa, seja bom ou ruim. A única coisa que permanece é a própria pessoa, ou seja, o seu caráter, a sua reputação e a sua força.
A teoria perde completamente o sentido quando os problemas vêm à tona. Parece que nunca vão acabar, embora eu e você saibamos que um dia eles terão um fim. Na verdade, o problema está na maneira como lidamos com eles. Muitas são as mulheres que se deixam dominar e acabam recorrendo a antidepressivos, permitindo que os seus problemas lhes causem ainda mais problemas.
Lembro-me de uma jovem que tinha tremenda aversão aos homens. Ela não era homossexual, mas estava decidida a viver sem que o seu vazio sentimental fosse preenchido. Quando lhe perguntei o porquê de tanto ódio, ela me deu uma desculpa perfeita: Homens tinham abusado dela no passado e, por isso, ela não conseguia confiar em mais ninguém. A triste realidade dessa jovem era por causa de uma experiência ruim no passado que a fez decidir pela destruição do seu futuro também. Em outras palavras, um único problema estava lhe causando dezenas de outros problemas.
Muitas não têm a menor ideia de como lidar com os seus problemas; por isso, acabam por seguir o caminho mais difícil para resolvê-los e poucas são aquelas que, de fato, tiram proveito de suas experiências. Veja minha amiga, que os problemas podem ser bênçãos disfarçadas. Embora sejam sempre muito ruins, pois quase sempre nos fazem chorar, nos aborrecem e nos fazem passar por humilhações, aquelas que sabem como reagir diante das dificuldades que enfrentam tem a capacidade de transformá-los em bênçãos!
Ao invés de reagir contra um problema, tente entender o seu por que. Ao invés de ficar chorando, tire uma lição dele. Sempre existe algo que você pode aprender com os seus problemas e é exatamente isso que vai lhe ajudar a evitar que a mesma situação torne a acontecer. Por exemplo, um mau casamento. É triste, mas a verdade é que muitas mulheres acabam por fazer um mau casamento. Mas se pararem para pensar vão chegar à conclusão de que, antes de terem se casado com o homem errado, foram-lhes dados sinais suficientes de que ele era a escolha errada. Talvez fosse o modo como mudava de temperamento de maneira brusca, os constantes desentendimentos, o envolvimento com outras mulheres solteiras, o seu apego aos familiares, a sua incapacidade de concluir as coisas que começava, a sua dificuldade de arrumar um emprego permanente, etc. A mulher tende a pensar que tudo vai melhorar depois do casamento, mas, na verdade, a situação se torna ainda pior! Se você deseja saber se o seu casamento vai dar certo, analise a fase de namoro de vocês. Se era conturbado, então o seu casamento também será conturbado. Se era tranquilo e vocês viviam num verdadeiro mar de rosas, então o seu casamento tem tudo para dar certo!
Tire vantagem dos seus problemas. Descubra o que eles realmente significam leia as entrelinhas e certifique-se de que você aprendeu a lição! É para isso que os problemas existem: Eles servem para nos ensinar a não cometer os mesmos erros novamente. Só isso! Não faça dos seus problemas uma tempestade num copo d’água. Não se deixe levar pela depressão, destruindo o seu futuro por causa de algo que lhe aconteceu; caso contrário, os problemas persistirão até que você tenha aprendido a sua lição.

terça-feira, 26 de março de 2013

A mulher do século 21 e o desafio de se tornar independente de si mesma.

Por que mesmo nos dias atuais muitas de nós ainda nos sentimos inferiores e culpadas por erros passados?

Por Jaqueline Corrêa / Fotos: Demétrio Koch / Pauty Araújo e cedidas
jaqueline.correa@arcauniversal.com

Faltavam dez minutos para as 14 horas, e o trânsito em volta do Cenáculo do Espírito Santo no bairro do Brás, em São Paulo, não estava normal para um dia calmo de domingo. Enquanto o engarrafamento se formava nas imediações da igreja por carros conduzidos, em sua maioria por mulheres, muitas delas, de semblantes ansiosos, desciam dos veículos às pressas em direção à igreja.
Não era uma reunião comum, mas uma palestra voltada para mulheres, com toda a renda destinada para a construção do Templo de Salomão, em São Paulo.
O tema do evento, realizado no último domingo (24), no Rio de Janeiro e transmitido por videoconferência para todo o País, para um público de cerca de 120 mil mulheres, não foi por acaso: A Mulher V – moderna à moda antiga.
Não é difícil entender esse paradoxo se olharmos para a origem de tudo, lá atrás, na Criação, com Eva.
Eva foi a primeira mulher do mundo. Foi o toque especial de Deus na Sua Criação. Mas foi também aquela por onde o pecado entrou. Por isso ela foi um presente que se tornou uma maldição, disse a primeira palestrante, a escritora Ester Bezerra.
Ester Bezerra (de vestido)
A curiosidade, a ingenuidade, a desobediência... todos esses sentimentos e atos foram cruciais para a raça humana. Pela mulher entraram o erro, a culpa... E durante séculos, essa culpa tem estado tatuada nos lombos dela.
Mas não foi esse o propósito da Criação. Pelo contrário, enquanto o mundo subjugava a mulher, a desvalorizava, Jesus foi o primeiro que a valorizou, explicou a apresentadora do programa The Love School, Cristiane Cardoso.
- Adúltera! - gritaram os homens que pegaram uma mulher em flagrante adultério.
E como se não bastasse o peso da culpa, a vergonha do erro, foi lançada aos pés de um Homem que questionava o julgamento humano.
- Vai e não peques mais. – disse Ele.
- Porque naquela época a mulher não tinha valor algum. Mas Jesus veio para resgatar a mulher, o seu valor - explicou Cristiane -, colocando-a no mesmo grau de importância que o homem.
Cristiane Cardoso
E se é assim, por que em pleno século 21 ainda há mulheres que não acreditam no próprio valor?
Enquanto Cristiane fala, o auditório se atenta. Não se ouve um ruído. Por que tanto silêncio? Quais feridas estavam sendo tocadas naquele momento?
O problema é da falta de fé em si mesma, mas não apenas isso. Falta acreditar que o valor próprio vem de dentro e não das circunstâncias ao redor. E é isso o que acontece com muitas mulheres. Elas se julgam e formam a própria opinião com base no que dizem ou pensam delas. E se não estudou, não é bem-sucedida, ou não tem o padrão de beleza que a sociedade estabelece, sente-se inferior.
- O Espírito Santo vive dentro de nós. Se eu não tenho valor, por que Ele vive dentro de mim? - reflete Cristiane.
Não é por acaso que a autora do livro A Mulher V fala sobre inferioridade. Por muitos anos, mesmo após ter se encontrado espiritualmente, Cristiane ainda convivia com seus complexos. Sentia uma vergonha que só ela via. E via uma incapacidade que apenas ela sentia. Incoerente? Sim, como são os complexos criados por quem se sente um nada.

Cristiane, mesmo casada com um pastor e tendo a responsabilidade de cuidar de vidas e almas, não conseguia encontrar a própria graça. E se não tinha coragem de falar com as pessoas, como ajudá-las? - passou a questionar-se.
- Não se trata de ser humilde ou simples, mas de não ter conhecimento do próprio valor. - ela enfatiza.
É por isso que muitas não conseguem sequer fazer amizades. Porque subestimam-se diante de outras.
Era o que acontecia com Cristiane.
Até que chegou o dia em que decidiu mudar. Não foi fácil, bem como não é fácil expor-se.
Houve uma oportunidade, e ela falou. Avermelhou a bochecha. Falou novamente. Tremeu. Insistiu. Ignorou o riso alheio. Venceu.
Rio de Janeiro (RJ)
Cristiane hoje combate essa mesma timidez presente em inúmeras mulheres que desconhecem o valor que possuem. Não um valor artificial, mas absoluto, verdadeiro. Aquele lá da Criação, quando Deus criou a mulher para ser Seu toque especial, um presente inestimável.
– Mas não basta acreditar em si mesma apenas. – avisa Fátima Matos, a terceira palestrante. Quando a autoconfiança está associada à fé em Deus, o seu valor excede o de finas joias. – afirma.

Salvador (BA)
Fátima também tem um histórico de complexos. Mesmo sendo de uma família bem-sucedida, não podia se considerar feliz. E foi essa tristeza profunda que a levou a experimentar drogas. Também tinha TOC, uma doença chamada de transtorno obsessivo-compulsivo, causada por excesso de ansiedade e nervosismo.
Fátima Matos
Mas ela também mudou. Foi quando se encheu de um Espírito libertador, que se deu conta de sua liberdade e independência.
– Porque o valor da mulher independe da aprovação alheia, do que os outros falam, pensam ou estipulam. – ela destaca.
E se diante da sociedade autoritária, a mulher deve ter um padrão, uma beleza, uma capacidade; para Deus, a comunhão com Ele é o que a faz ser independente, capaz e livre.

São Paulo (SP)
Mas num mundo onde muitas mulheres até chegam a morrer porque preocupam-se demasiadamente com o padrão estético, como fazê-las compreender que não é o nariz de boneca, o corpo escultural ou o cabelo perfeito que a fará feliz?
– Quando reconhecem que devem acreditar em si mesmas e no valor que possuem. – explica Núbia Siqueira, a quarta palestrante.
Núbia Siqueira (ao centro)
– E quando percebem isso ficam inabaláveis. – completa Cristiane. Sim, como rochas, pois sabem que são aquilo que pensam sobre si mesmas.  
Núbia também teve inúmeros motivos para se sentir um patinho feio por algum tempo. Filha de pais que viviam em harmonia, precisou deixar a infância de lado para se dedicar aos afazeres domésticos e cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava, depois que o pai abandonou a família para viver com outra mulher.
– Após um tempo ele voltou, mas não foi a mesma coisa. – ela explica. O caos na família foi instalado com o vício do pai no álcool. E por aí dá para imaginar as brigas, destruição e abusos no lar. E os complexos, é claro, encontraram o abrigo perfeito para se instalar no interior de Núbia.
Goiânia (GO)
Mas ela também virou essa página quando encontrou-se. E ela não se encontrou apenas consigo. Antes, amou, à primeira vista, o seu Libertador. Foi Ele quem lhe mostrou um mundo de possibilidades fora do mundo complexado de Núbia. Foi Ele, Aquele mesmo que valorizou a mulher lá atrás, que a valorizou quando achava que não era ninguém. Núbia realmente não podia deixar de amá-Lo. Porque ela olhou para além da caixinha onde se encontrava e viu que ela própria era muito maior do que aquilo que pensava ou tinha conhecimento sobre si.
Brasília (DF)
– É questão de resgate da autoestima, de cutucar a coragem adormecida. – enfatiza. Porém, como conseguir essa proeza se a preocupação da mulher parece estar no que os outros dizem a seu respeito? Como vencer a própria timidez e salvar-se de si mesma?
A ajuda para o autorresgate veio da oração. Muitas mulheres que se identificaram com a palestra foram até o altar de suas igrejas para buscar por essa “salvação”.
Porque se a mulher do século 21, livre e independente financeiramente, continua presa e algemada dentro de si, então não está livre de verdade. Se ela venceu o preconceito e a humilhação dos primórdios e a desvalorização profissional do período da Revolução Industrial, por que, ainda assim, parece continuar desvalorizada, subjugada e diminuída?
Curitiba (PR)
Por que essa mulher do século 21, chefe de família, líder de empresas e setores da sociedade e autossuficiente em alguns aspectos da vida permanece culpando-se dos próprios erros, lamentando uma suposta inferioridade, esquivando-se do direito de adquirir o melhor – inclusive sentimentalmente?
São perguntas difíceis de responder, é verdade. Mas a mulher que ainda se sente complexada hoje pode encontrar a resposta em outra pergunta feita por Cristiane Cardoso:
– Se não temos valor, por que o Espírito Santo vive dentro de nós?
É uma questão de pensar. Analisar. E decidir mudar. Os exemplos positivos de transformação interior você viu acima.





Fonte: Arca Universal

quinta-feira, 14 de março de 2013

Aprenda a conhecer o outro

Veja como ele ou ela, trata a família, os amigos e quais são suas atitudes com o próximo

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com

Há quem diga que conseguimos identificar perfeitamente uma pessoa apenas pelo modo de olhar e, principalmente, por suas expressões corporais. Mas, para se relacionar com alguém e traçar os objetivos juntos é preciso ir além, conhecer o outro realmente, saber quais suas vontades, desejos e objetivos. “Muitas vezes, no início do namoro, as pessoas tentam ser alguém que não existe, porém, ninguém consegue sustentar por muito tempo algo que não é. Não perca tempo, seja sincero sobre seu modo de viver, pensar e agir”, sugere a psicóloga Letícia Pimentel Neves.
De acordo com o apresentador do programa The Love School - A Escola do Amor (*), bispo Renato Cardoso, “há uma fusão da vida de solteiro para a de quem quer manter um relacionamento sério e pretende casar. Quando a pessoa quer manter um compromisso, ela demonstra durante o tempo de relacionamento e vai mudando aos poucos. Mas, para isso, as pessoas têm que querer ceder diante das situações.” Ele ainda acrescenta que o diálogo é muito importante dentro de uma relação amorosa, para que os dois se conheçam mais, pois esse contato faz com que a relação melhore.
“Não importa com quem você está e há quanto tempo dura o relacionamento, sempre tente conhecer ao máximo o outro, seus gostos e vontades”, diz o bispo.
Segundo a psicóloga, muitas pessoas confundem o ato de conhecer com saber exatamente tudo do passado do outro. “Às vezes, você quer que o companheiro te diga detalhes de um relacionamento anterior, mas pensa que isso só faz com que todos os momentos, sejam eles bons ou ruins, sejam relembrados e voltem ao presente.” De acordo com a especialista, se o outro sentir vontade de dizer o que já passou em outros relacionamentos e se você estiver preparado para ouvir, conversem sobre o que foi bom e ruim, caso contrário, não insista.

O bispo explica que, conhecer o parceiro está ligado diretamente a saber como ele é com a família, se é presente e trata as pessoas bem, como age com os amigos, sendo prestativo nas dificuldades, e até identificar, com as atitudes, como ele será como esposo. “Quanto mais sinceras as pessoas forem, mais fácil será de garantir um bom futuro para o relacionamento”, alerta ele. “O fato de a pessoa falar o que pensa não quer dizer que não goste de você, pelo contrário, é sinal de que ela é sincera. Se por acaso não se sentir à vontade com o modo como foi dito e com as palavras usadas, converse e peça que ela repense suas  atitudes”, sugere Letícia.
Durante as conversas, pergunte e ouça quais são os planos de vida, como seu parceiro pretende seguir a carreira profissionalmente. “Muitas vezes a vida dá indícios suficientes para que o outro identifique se o relacionamento pode dar certo ou não. Em pequenas atitudes e reações”, alerta a psicóloga. “Ninguém sabe tudo sobre relacionamento, mas siga sempre a razão”, finaliza o bispo.
Não leve apenas pela aparência
“Na época em que eu fazia faculdade, tive a oportunidade de conhecer de vista um rapaz bonito, do mesmo andar do meu curso, que anos depois se tornaria meu marido. Naquela época o julguei apenas pela aparência e pelo que costumava ouvir dos outros. Não me dei a oportunidade de conhecê-lo melhor. Achava que ele era metido, apenas pelo modo de vestir-se, e chato, por não conversar com ninguém. Dois anos depois tive a oportunidade de trabalhar na mesma empresa e dividir os serviços com ele”, lembra a administradora de empresa Paula Duarte Pelinotti, de 29 anos.
Segundo ela, bastou apenas 1 mês para que toda a imagem que ela tinha de Michel Lacerta, de 31 anos, tornasse admiração. “Logo no primeiro dia comentamos da época de faculdade e eu o questionei sobre o comportamento dele. Fui surpreendida, pois ele me disse que as pessoas o julgavam muito por ele não dar tanta liberdade para os outros, e que trabalharmos juntos seria uma boa oportunidade para criarmos uma amizade”, conta Paula. O contato entre eles foi crescendo, começaram a frenquentar os mesmos lugares, amigos em comum, até que ele a pediu em namoro.
“Aprendi a conhecer melhor, a cada dia, o meu esposo. Somos casados há 2 anos e vivemos um casamento feliz e bem estruturado. Como todo relacionamento, tivemos pequenas diferenças no início da vida a dois, e ainda enfrentamos algumas dificuldades, mas nos propusemos a mudar cada situação que nos atrapalha. Cada um cede em algo. Ele sempre foi um ótimo filho, respeitador comigo e sempre buscou o melhor nos outros, e isso me fez perceber, por atitudes, como ele é uma boa pessoa”, finaliza Paula.

(*) O programa Escola do Amor é transmitido diariamente, às 11h, pela IURD TV (www.iurdtv.com), e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record


terça-feira, 5 de março de 2013

Pensar em agradar a pessoa amada deve fazer parte da relação, mas é preciso tomar cuidado para não se anular.
 Por Tany Souza / Foto: Thinkstok tany.souza@arcauniversal.com
 

Ter vida a dois não é tarefa fácil. É preciso muita paciência, amor, dedicação, mas também é necessário deixar de lado alguns desejos e vontades pessoais para agradar a pessoa que está ao seu lado. Mas qual é o limite?

 Segundo a psicóloga Débora Cristina de Macedo Jorge, não pode deixar de ser você para ser o outro, senão isso se torna um problema. “Porém, quando se pensa em fazer o outro feliz, em ter prazer de ver o outro bem, é como se estivesse deixando de fazer algo para você, mas indiretamente está fazendo, porque se sente bem em realizar algo para agradar o parceiro.”

Ela enfatiza que é dessa forma que é possível deixar de ser um, para ser dois. “Você é dois indiretamente, porque acaba fazendo para o outro algo que também te faz bem.” Débora diz que é importante pensar no outro e deixar as suas próprias vontades de lado para agradar alguém, mas isso não pode tornar-se regra. “A importância de agradar o outro é que acaba ficando como crédito com o companheiro, para usar em algum momento no futuro.”

 Porém, há um limite em dar mais importância ao companheiro do que a você. “O que não é saudável, que começa a virar um problema, é quando deixa de ter seus próprios valores, princípios, quando passa por cima disso tudo e se anula, deixando de existir. E esse é um dos motivos que levam uma pessoa a ficar deprimida dentro de um relacionamento”, destaca a psicóloga.

O viver só para si, esquecendo-se do outro, também pode ser o início de um grande problema em um relacionamento. “Quando a pessoa tem como característica a independência e vive dessa forma há anos, é muito difícil que ela consiga pensar em fazer as vontades do outro, porque sempre fez por si. Isso é um dos principais motivos que a leva a pensar que não precisa do outro, que ele apenas faz parte da sua vida, mas não precisa dele para sobreviver.”

É claro que é perigoso pensar e agir dessa forma, pois isso pode levar o casamento a sérias consequências. “A pessoa acaba sendo egocêntrica, porque pensa somente naquilo que lhe faz bem e o restante não importa. E não é isso, precisamos de muitas coisas e das pessoas que estão à nossa volta. Por isso, ter atitudes egoístas dentro de um casamento, pode levá-lo ao fim”, comenta Débora.

Esse desejo de casar e fazer o outro feliz deve ser uma característica que um solteiro considere ao procurar a pessoa ideal para si. “É muito bom quando ouve que a pessoa quer dividir tudo com você, como as tristezas, as vitórias. Mesmo que a relação venha a ter problemas, ela já demostra que quer ser uma com você”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Arca Universal

domingo, 3 de março de 2013

A Obediência de Abraão

O Reino de Israel começou a partir do histórico casal Abraão e Sara 
Trecho do livro "Reis de Israel", do bispo Edir Macedo.
/ Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
 
 Quando chamado por Deus, Abraão obedeceu imediatamente. Manifestou sua fé com a ação de obediência à Palavra do Altíssimo. Por conta disso, tornou-se merecedor e justo aos olhos de Deus.

 Ele teve que abandonar seus patrimônios, a parentela e a casa dos pais, o que era no mínimo algo extremamente doloroso. Isso nos mostra que para obedecer à voz Divina é preciso fé, coragem e determinação. O exercício da fé exige sacrifício.

Deixar a própria terra significava cortar laços e tradições, algo muito raro naqueles dias. Somente pessoas fracassadas ou fugitivas deixavam tudo para trás e se aventuravam em outros lugares. Mas o pior mesmo era deixar a casa dos pais. As propriedades certamente seriam substituídas por outras em algum outro lugar. O crescimento da parentela também obrigaria a separação de qualquer jeito.

A renúncia da família, no entanto, afetaria não só a parte sentimental, mas, sobretudo, implicaria o abandono de sua liderança patriarcal. Tera, seu pai, lhe havia colocado na liderança da família. Mas, ignorando o destino final de sua peregrinação, além da direção a seguir, se para o norte, sul, leste ou oeste, Abraão se aprontou para a partida sem volta. A herança patrimonial, os laços familiares e a liderança do clã perderam sentido diante da plenitude das ofertas Divinas de, entre outras coisas, fazer dele uma grande nação.

Grávido das promessas, Abraão deixou tudo para trás e, na mais absoluta certeza do seu cumprimento, partiu…Esse é um dos maiores legados de Abraão para a humanidade: sua obediência incondicional a Deus. É isso que faz a diferença na vida dos que creem. Os sinais seguem apenas para esses, ou seja, aos que creem. Não aos que querem crer e muito menos aos que apenas dizem crer. Abraão provou sua fé em Deus porque obedeceu à Sua Palavra!

Muitas pessoas confundem a fé com os sentimentos. Necessitam "sentir a fé" para agir. Se isso fosse verdadeiro, certamente no caso de Abraão, ele não serviria para ser o pai na fé. Porque sua ação em relação à obediência à Palavra de Deus foi contrária a isso, ou seja, à emoção. A crença depositada em Deus não pode ser movida a sentimentos, mas na certeza absoluta, na convicção!. Confira no versículo bíblico a seguir e entenda esse posicionamento que diferencia o homem natural daquele que realmente vive a fé que agrada e chama a atenção de Deus.

 "Abraão esperando contra a esperança, creu." (Romanos 4.18)

Mas ele ainda não tinha chegado ao limite de sua fé.

Fonte: Arca Universal

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Boas Maneiras

“E domingo chegam com cara feia, já teve casos de membros virem reclamar da atenção que as obreiras dão para o povo. Ademais posta algumas coisas no facebook do tipo que admira a incrível capacidade de suportar pessoas que merecem um soco na cara.” 


Sabemos que tem coisas que são esperadas de todo ser humano, e que para isso não é necessário ser convertido, ou nascido de Deus, como o respeito e as boas maneiras, por exemplo.
Agora imaginem o que é esperado duma pessoa que diz estar cheia do Espirito Santo, no mínimo muito mais do que esperamos das pessoas que não têm nada de Deus.
Se as obreiras, que são a carta de apresentação da igreja, estão ali para ajudar as pessoas, ficam de cara “feia” ou fechada, são grosseiras na sua maneira de falar, será que os aflitos vão querer chegar perto dela para pedir orientação? Creio que não, as pessoas vão fugir a sete léguas, porque cara amarrada dá medo, não convida ninguém a chegar perto, afasta as pessoas. É como se você tivesse um rotulo na testa dizendo “Não se aproximem, o clima aqui não está bom”.
Mas afinal de contas, estamos na igreja para espantar as pessoas ou para recebê-las de forma agradável?
Vocês veem que os pequenos detalhes fazem a diferença, a mulher de Deus deve ser graciosa, saber sorrir, falar com educação, ser passiva. Como uma pessoa que se diz de Deus vai falar como lemos no e-mail acima “suportar pessoas que merecem um soco na cara”, de onde vem tanta agressividade? Com certeza não vem do Espirito Santo, ou você tem duvidas disso?
Pensem nas almas sempre que forem tomar alguma atitude fora de lugar ou ter um comportamento rude e grosseiro, queremos ganhar almas, não expulsá-las da igreja.
Tarefa: Amigas, vocês que têm agido dessa maneira, você reconhece que tem sido grosseira, mal educada, e às vezes agressiva ou explosiva, você vai a partir de agora mudar o seu comportamento. Não porque eu estou pedindo, mas porque você quer agradar a Deus e se tornar essa mulher graciosa.
Todas as vezes que for na igreja (faça também em casa e no trabalho), você vai sorrir para as pessoas, e dar bom-dia. Ademais quando atender alguém você vai ser amável e paciente.
Não vamos dar desculpas, “Ah não é meu jeito de ser; Não gosto de ficar sorrindo, vou ficar com dor no maxilar; Ah é que eu acordo de mau-humor e só de tarde fico bem”. Você não diz que faria de tudo para ganhar almas, então mostre isso.
Queremos saber quem está fazendo as tarefas.
Até breve!

sábado, 26 de janeiro de 2013

Persevar Sempre.

Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 1 Coríntios 2:12

 


É impressionante como as pessoas ainda não se deram conta de que sem a salvação eterna, fica praticamente impossível de se viver nesse mundo. Quando aceitamos o Senhor Jesus como Único Senhor e Salvador, continuamos a trabalhar, a conviver com nossos vizinhos só que um jeito diferente. Não deixamos de falar com nossos familiares ou amigos só porque não estão na mesma fé que a nossa, pelo contrário. As conversas que antes, não eram edificantes, passam a ser. Nem que seja somente um bom dia, mas esse bom dia já passa algo diferente pois você já não é o mesmo. A partir do momento em qu você se entrega de corpo, alma e espírito para O Senhor Jesus, tudo muda. Sua visão de como viver nesse mundo agradando a Deus muda. Ou melhor, é transformada.

É muito importante ler e meditar na Palavra de Deus, ficar um pouco em silêncio para ouvir a Sua Voz, orar é conversar com Deus. Seja no carro, em casa, no ônibus, no trem, no metrô, no intervalo do trabalho, manter sempre a mente ocupada com O Senhor Jesus. Orar adianta e muito. Para quem já tem ou teve experiências com Deus, sabe o quanto é importante orar. Eu, por exemplo, oro toda vez que tenho que ir ao banheiro no meu trabalho. Todos sabem que a profissão de telemarketing exige que você mais atenda o cliente do que descanse. Nos meus intervalos, vou ao banheiro para orar porque reconheço que sem O Senhor Jesus não sou nada e não posso fazer nada poque dependo d'Ele. Nós cristão passamos por lutas e cada um em um lugar diferente e eu no trabalho.

Já passei por injustiças que, no Seu Tempo foram reparadas e vieram outras e eu com a experiência de cada vitória durante as tribulações, permaneci firme, vendo O Senhor Jesus fazer justiça. Para aguentar a injustiça não é fácil. Tem que ter a certeza de que O Senhor Jesus, no Tempo d'Ele, irá fazer a justiça e enquanto isso, se manter de pé. Eu já tive que engolir muito sapo de perna aberta para deixar O Senhor Jesus fazer justiça. E a verdade é que só aguenta quem é nascido de Deus. Até apra nascer de Deus não é fácil. Tem que ter muita perseverança. É uma força que Deus te dá quando está te moldando para algo ainda maior. Tem que ter não só perseverança, mas muita paciência.

Muitos perseveram em ver o time de futebol favorito no estádio, nem que tenha que vender salgadinhos para juntar dinheiro para ir até o Japão e ver o seu time vencer. E muitos nem conhecem a Deus, mas tem perseverança. Outros, que já estão na presença de Deus porém, se acomodam porque servem a Deus e não é assim. Quem serve a Deus tem que perseverar muito mais. Tem que ter força, coragem, persistência

Lutar para ter e manter a salvação não é fácil, mas também não é impossível a partir do momento em que se quer a salvação acima de tudo. Conquistando e mantendo a salvação faz com que você mantenha sempre o coração e pensamentos No Senhor Jesus. Sem salvação e na Igreja faz com que você fique por um tempo na Igreja, mas, depois você começa a se afastar do Senhhor Jesus até que já está completamente fora e fazendo as mesmas coisas que tinha deixado de fazer. É como se estivesse montando uma casa na areia, até uma hora em que vem a tempestade e a casa cai porque foi construída na areia.

Estamos perto de sermos arrebatados. A cada ano que passa, a vida humana está descartável. Muitas pessoas morrem por bala perdida, troca de tiros entre bandidos e policiasi, acidentes, fatalidades, enfim, se não tivermos certeza da nossa salvação, acontecendo algo, a sua alma irá para onde? No lago de fogo e enxofre ou para o Reino dos Céus? A festa da carne está aí e como sempre, acontecem varios acidentes, famílias morrem enquanto se preparam para 'curtir' a festa e de que adianta se após o período festivo a vida continua, contas chegam, problemas chegam e cada vez maiores e muitos não aguentam e dependendo da situação, até se suicidam, a a alma, para onde vai?

Por isso é necessário sermos perseverantes. Se tiver que lutar, lute até o fim, ou seja lute até ter a certeza da sua salvação e depois mantenha-se lutando para permanecer salvo. A luta é diária e com a certeza de que irá para o Reino do Céus, para junto do Senhor Jesus.

Por isso eu peço para quem estiver lendo esse texto, não desanime, por pior que seja a sua luta, não desanime. Davi não desistiu mesmo venod o próprio filho se voltar contra ele. Abraão nõ desistiu mesmo vendo que Ló não queria ficar mais junto dele. José não desistiu porque os seus irmão o venderam. A nossa carne tem o costume de ter tudo fácil e por isso temos que vencê-la todo dia. E o que vem fácil, vai fácil, não adianta. O que vem com lutas, permanece. Pense nisso.

Fique firme com Deus.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Quarta-Feira da Salvação em Vila Aliança.

Para conhecer mais do Espírito Santo e através d’Ele obter a salvação de sua alma, uma multidão em Vila Aliança caminhou em direção ao Cenáculo local na quarta-feira, dia 05/12, a Quarta-feira da Salvação.

A reunião começou com a descida do Espirito Santo e sua redenção na vida de todos os presentes. Em seguida, os dizimistas foram consagrados com o azeite, pois manifestam a fidelidade a Deus. Quando a pessoa não tem fidelidade à Deus, ela se torna companheira do diabo, que unicamente veio roubar, matar e destruir. Já o inverso, a pessoa sendo fiel a Deus, é obrigado a fazer a parte d’Ele.

O pastor Souza, responsável pelo trabalho evangelístico local, orientou todos através do estudo “O poder de fazer mais”, extraído do livro Mensagens do Bispo Macedo. Temos o exemplo de Abraão que apresentou mais que Ló. Abel que fez melhor oferta que Caim e Gideão que era mais revoltado do que os demais nas cavernas. Na sua própria palavra Ele diz que n’Ele somos mais que vencedores. Ele é o Senhor do mais, ele promete fazer mais do que pedimos, do que sonhamos e que esperamos. Hoje ninguém que tem o mais quer trocar pelo menos. Tendo um carro importando, ninguém quer retroceder para um antigo. “Mas há pessoas que já se acostumaram com o menos: na saúde, no salário, …”, afirma o pastor. A Fogueira Santa é a oportunidade de sair do conformismo e fazer algo a mais para chamar a atenção de Deus.

Gideão saiu da caverna pois queria algo mais. Se estivesse satisfeito na caverna, não teria se arriscado a sair dela e mesmo sendo o menor de sua casa, Deus exigiu dele o mais: a derribada do altar de baal e o sacrifício do segundo boi. Deus age na vida do mais, sua natureza justa não permite dar mais a quem é menos.

A reunião teve término com a oração da proteção e um convite todo especial para a próxima quarta-feira, esse convite é estendido para você, amigo leitor. Faça algo a mais, venha participar conosco na Estrada do Taquaral,813 – Vila Aliança/Bangu.

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Texto e Fotos por VPR Bangu
Revisado e Publicado por Camila Laércio | Dpto de Revisão VPR RJ

Fonte: IURD Rio