domingo, 27 de setembro de 2015

Seu relacionamento a dois está no caminho certo?

Confira 5 maneiras de perceber se o outro é a pessoa ideal para você.



Muitos relacionamentos começam bem, porém, com o passar do tempo, uma das partes percebe que pode estar se envolvendo em algo que se tornará prejudicial no futuro. Então, como saber se esse namoro ou noivado é algo positivo?
Pelo convívio diário e pela experiência é possível perceber alguns indícios sobre a qualidade desse relacionamento. Veja abaixo 5 itens que podem lhe ajudar a fazer essa avaliação:

1)    Honestidade
Um dos princípios que permite um relacionamento superar as adversidades ao longo do tempo na vida do casal é a honestidade. Uma mentira ou uma meia-verdade não dura para sempre, mais cedo ou mais tarde ela vem à tona. Por isso, é melhor que o casal deixe tudo muito claro desde o começo e a transparência seja contínua no relacionamento.

2)    Valores compartilhados
Geralmente, as brigas surgem das diferenças de pensamentos e da inabilidade de saber conviver com algumas diferenças. É importante saber avaliar se a outra pessoa possui objetivos e interesses em comum com os seus. Talvez ocorram divergências de opiniões, porém elas não podem ser tão grandes a ponto de provocar a desunião do casal.

3)    Liberdade para expressar quem você é
Há pessoas que se sentem oprimidas dentro de um relacionamento. Não ganham liberdade para expressar quem são de verdade, e por isso vivem aos moldes do que a outra pessoa deseja. O problema é que, no futuro, essas pessoas poderão se sentir frustradas, porque oprimiram durante a vida a sua real personalidade.

4)    Respeito
O respeito é algo elementar em qualquer relacionamento, seja ele amoroso ou não. Por isso, relacionamentos em que a outra pessoa não valoriza a união, ou não tem estima pelo outro, promovem a opressão, infligem dor e sofrimento, trarão muitos problemas.

5)    Interesse mútuo
É importante que um sinta interesse pela vida do outro. Muitas pessoas passam anos juntas e não sabem quais são os gostos, medos e desejos do outro. Não se interessam por saber a história daquela pessoa ou o que tem valor para ela. A consequência disso, em longo prazo, é a ausência da intimidade. Não há compartilhamento dentro do relacionamento.

 Fonte: Universal.org

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Ele diz que ser infiel pode salvar o casamento.

Dono de site de encontros extraconjugais defende a traição, mas cai em contradição.



Noel Biderman, proprietário de um conhecido site internacional de encontros extraconjugais, divulgou recentemente que seu serviço permite “igualdade entre os sexos”, o que causou uma óbvia polêmica em vários países.

“A vida é curta. Tenha um caso”, é o slogan do site, fundado em 2001 e que já tem mais de 30 milhões de usuários, em 46 países, entre eles, o Brasil. No entanto, já apareceram denúncias de que vários dos perfis são falsos, com fotos atraentes – inclusive bastante vulgares – para fisgar mais clientes. Ainda assim, quantos casamentos são destruídos todos os dias por quem usa esse serviço?

Biderman, ex-advogado, diz que permite “que as mulheres se equiparem aos homens”, pois, segundo ele, há muitos negócios voltados para o público masculino, como agências de acompanhantes e bordéis. “Quis me concentrar no lado feminino dessa equação”, disse em matéria veiculada no site da rede britânica BBC.

O curioso é que, apesar de o empresário defender que faz um bem à humanidade promovendo a traição, ao colocar as ações de sua empresa à venda na bolsa de alguns países, recebeu um estrondoso “não” dos investidores. A iniciativa falhou no Canadá, onde o site está sediado. O mercado britânico também ignorou as ações, e vários economistas procurados pela BBC para opinar sobre o assunto preferiram nem mesmo responder. Empresas de análise de audiência na internet nem o consideram entre os sites de namoro normais.

Biderman continua tentando justificar seus serviços com mais argumentos absurdos. Ele diz que, se a sociedade está mais “confortável” com relações homossexuais, deveria sentir o mesmo em relação ao adultério. O empresário não se cansa de dizer que trair o marido ou a esposa faz muito bem para a relação. Prega, inclusive, que quer deixar isso como legado.

Igualdade mesmo?
A questão da “igualdade” defendida pelo controverso homem de negócios também deixa uma questão no ar: ele sugere que a traição é uma característica principalmente masculina. Não é. Discorda? Bem, a própria Bíblia lhe desmente, falando da figura da mulher adúltera (João 8). Levítico 20:10 também mostra que os dois sexos caem nesse erro. Tanto homens quanto mulheres são fiéis quando se determinam a esse propósito. E infiéis, quando o egoísmo vence.

E mesmo que isso fosse típico do homem, o que Biderman poderia pregar como “igualdade” não seria a mulher cometer o mesmo erro, e sim pessoas de ambos os sexos terem o caráter firme, ou mesmo renovado. Essa sim seria uma igualdade desejada e construtiva para o casal e todos os que o cercam.

Caiu em contradição
Só que outra entrevista, desta vez a um jornal londrino, pôs Biderman numa situação delicada. Quando um repórter do London Evening Standard perguntou a ele o que sentiria se encontrasse sua esposa usando seu site – sim, ele é casado –, a resposta foi: “Ficaria arrasado.” E emendou: “Mas se isso acontecesse, seria um problema entre ela e eu, e não culpa do site.” Certo. Ele mesmo reconhece que a traição seria um problema. Então, como recomenda a outros casais?

Depois, o jornalista do Standard perguntou se o “empresário do adultério” já havia traído a mulher. “Não”, ele respondeu. Curioso, não?

Das duas, uma: ou não teve coragem de afirmar e mentiu, ou ele mesmo não acredita naquilo que defende tanto e o deixou milionário em cima da infelicidade dos outros.

Se você tem passado por problemas de traição em seu casamento, participe da Terapia do Amor e aprenda o que fazer para resolver esse problema.

Se você está desesperado com essa situação e precisa de um aconselhamento agora mesmo, acesse o Pastor Online. Você será atendido e orientado.

Fonte: Universal.org

 

domingo, 20 de setembro de 2015

6 mitos que destroem qualquer casamento.

Ideias erradas sobre a vida a dois têm efeitos desastrosos. Pense a respeito delas antes que prejudiquem seu relacionamento.



Quase todo casamento começa com empolgação, vida sexual intensa e farta. Alguns, até com um romantismo exagerado – não que ele não seja bom, mas deve ser sem pieguice. Mas essa “fase de ouro” não é durável como muita gente gostaria. Logo, a realidade bate à porta. Isso não significa que aquela fase inicial gostosa não deve ser curtida, mas casamento também significa rotina, sacrifícios, problemas. Administrar isso ao longo da vida é o segredo – o que muitos casais tentam e conseguem, felizmente.

Porém, por que outros relacionamentos não duram? Às vezes, ideias românticas preconcebidas do que é um compromisso atrapalham um pouco a visão real das coisas. Alguns mitos sobre o casamento são perigosos demais e podem acabar com ele. Dê uma olhada em alguns:

1.“Somos cristãos, então nosso casamento será perfeito” – Ledo engano. Muitas vezes, justamente por vocês serem cristãos, o mal ataca com mais força. Fora o fato de muita gente achar que é um cristão só porque frequenta a igreja, quando na realidade não há um compromisso verdadeiro com Deus. É aí que está o problema: sem querer, alguns casais se baseiam em suas forças e intelectos humanos, insuficientes para a defesa contra o diabo. Só Deus faz um casal forte de verdade. Assim, Ele deve fazer parte da união desde antes de o “sim” ser dito no altar ou assinado no cartório.

2. “Algumas falhas e comportamentos dele(a) vão mudar depois que nos casarmos” – É mesmo? Bem, ninguém pode “moldar” um cônjuge. Você deve se casar com alguém pelo que ele(a) é, não pelo que você gostaria que fosse. De nada adianta montar um personagem e depois “vesti-lo” à força em alguém que, na verdade, não tem a menor obrigação de corresponder ao perfil criado em sua cabeça. Um casal só se desenvolve com propósitos e objetivos em comum. E isso inclui vários fatores: dinheiro, crença, vontade ou não de ter filhos e muitas outras coisas.

 3. “Estou me casando com alguém que não vai falhar comigo” – Olha... Ninguém é perfeito. Mesmo as pessoas tidas como muito boas podem sofrer a tentação do pecado, por exemplo, além dos defeitos de comportamento que qualquer um pode ter. Casamento, entre outras coisas, significa duas pessoas complementando forças e fraquezas uma da outra (Eclesiastes 4.9-12). Claro que alguns casais acham que suas vidas melhoraram após o casamento, mas isso é consequência de como ele foi conduzido.

4. “Se não der certo, é mais fácil pular fora” – Bem... A grande verdade é que nenhum divórcio é fácil. Sempre há algum sofrimento e aborrecimento – ou muito. Lógico que, às vezes, é a única saída, mas “cada caso é um caso”. Vários casais em crise se apegaram a Quem realmente deviam: a Deus. Aí, sim, tiveram forças para reconstruir um relacionamento que se tornou durável e passou a evoluir.

5. “Nossa vida sexual será sempre espetacular” – Sim, pode ser. E não. Depende de muita coisa além da cumplicidade e da entrega do casal. A intimidade física está sujeita a circunstâncias de fora. A pressão das responsabilidades, cair na rotina, doenças e outros problemas influenciam muito o desejo sexual, que pode diminuir em algumas épocas. Só que, ao contrário da crença popular, satisfação e a sensação de realização não estão baseadas só em sexo. Quem se baseia só nele está fadado à ruína quando a idade avança, a beleza física diminui com o tempo. Há muitas outras coisas boas – diálogo, confiança, admiração e por aí afora – que tornam um atraente para o outro. E mais: tanto no sexo quanto nos outros fatores, amor não significa só o que você pode ganhar, mas o que pode conceder – e compreender quando o outro não pode fazer isso em algumas ocasiões da vida.

6. “Meu cônjuge é o romantismo em pessoa” - Aquela coisa de príncipe encantado em um cavalo branco e numa armadura reluzente não é mais do que conto de fadas. Uma mulher acreditar nisso por causa daquele monte de histórias contadas em livros, filmes e novelas ruins que entraram em sua cabeça durante toda a juventude é tão absurdo quanto um homem crer que sairá voando, terá superforça e outros poderes só porque cresceu vendo filmes de super-heróis e lendo gibis. Um relacionamento deve se basear no que Deus espera de um casamento (Efésios 5.22-33), e não nas ilusões de Hollywood e de livrinhos bregas que, infelizmente, vendem bastante. Claro, há espaço para o romance na vida a dois, desde que ele seja “pé no chão”. Encare comédias românticas e contos de fadas como o que realmente são: só entretenimento, sem compromisso com a verdade. Não são padrões a se seguir.

Mesmo que você já tenha blindado seu casamento contra esses mitos, sabe que dificuldades e desafios aparecerão de vez em quando. Mas, se o casal faz sempre uso do diálogo, do compromisso, e aceitou o poder e a proteção Divinos no relacionamento, seguirá em frente e contribuirá para outros casais entenderem a verdadeira essência de uma união.

Por isso, se você está passando problemas com seu companheiro, participe nesta quinta-feira da Terapia do Amor, uma reunião que tem o objetivo de cuidar do relacionamento a dois e preparar os solteiros que desejam formar uma família. Clique aqui para saber mais.

Fonte: Universal.org

 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A beleza além dos olhos.

Ela não pôde ser deteriorada pelo fogo nem será perdida com o tempo.


Recentemente, o mundo ficou surpreso com o pedido de casamento feito por Michael Hoskin, noivo da ex-modelo australiana Turia Pitt, de 27 anos. A surpresa é pelo fato de Turia ter tido sua aparência completamente deformada em um acidente há 4 anos.

Michael permaneceu ao lado da noiva por todo esse tempo e a ajudou a superar o trauma e a recuperar sua autoestima que, ao contrário do que muitos pensam, não está ligada ao que contemplamos diante do espelho, mas ao nosso interior.

Quem nunca ficou impressionado com a beleza de alguém, mas na primeira conversa perdeu o encanto? Bastou uma palavra, um gesto ou uma atitude para que, numa questão de segundos, aquela ótima impressão caísse por terra.

Em contrapartida, existem pessoas que, à primeira vista, não chamam atenção pelo exterior nem despertam muito interesse, mas numa simples conversa mudam nosso conceito, e aí passamos a enxergar uma beleza que, até então, não era notada.

Pois é. Estamos falando aqui de dois tipos de beleza: a exterior e a interior.
E é exatamente essa beleza interior que Michael Hoskin está valorizando na noiva Turia. Ele sabe que o verdadeiro valor dela está muito além do que os olhos podem ver. Por isso, a atual aparência da jovem não abalou o amor do casal.

A escritora e apresentadora, Cristiane Cardoso, ressalta que a verdadeira beleza é aquela em que podemos investir e tirar proveito não somente por alguns anos, mas por toda vida.
“A beleza interior não envelhece, ela só tende a ficar mais bonita, mais agradável e até mais atraente. Ela não se transformará em feiura com o tempo e não será um fardo para você quando envelhecer”, afirma.

Quando a pessoa investe na sua aparência, ela pode até ficar feliz por algum tempo, mas vai chegar um momento em que, por mais que invista em tratamentos e cirurgias plásticas, não terá o resultado desejado. Além disso, a tendência é sentir-se inferior às mulheres mais jovens, achando-se cada vez mais feia e inadequada.
 “Você tem que aprender a ver a beleza do seu parceiro além da pele”, esse foi o conselho dado pelo apresentador da Escola do Amor, Renato Cardoso, em seu blog.
 “Se você não aprender a procurar a beleza interior do seu parceiro(a), seu casamento estará fadado à rotina, à chatice e à indiferença um pelo outro”, conclui.

Michael já havia aprendido essa lição, por isso, para ele foi natural permanecer ao lado da mulher amada. Seu amor não estava condicionado à beleza exterior de Turia, mas à beleza interior que não pôde ser deteriorada pelo fogo nem será perdida com o tempo.

Diante desse exemplo, é possível compreender que a beleza exterior é apenas um reflexo da interior. 

Por isso, você deve cuidar, sim, da sua aparência, mas não faça dela sua prioridade, pois, o seu valor está muito além do que os olhos podem ver.

Pensando nisso, a qual beleza você tem dado prioridade?


 

domingo, 13 de setembro de 2015

Neta de famoso ator norte-americano é assassinada pelo namorado.

Testemunhas disseram que ele tentou exorcizá-la.


 
Seguida e assassinada pelo próprio namorado. No último dia 16 de agosto, em Nova York, nos Estados Unidos, a jovem atriz e escritora E'Dena Hines, de 33 anos, neta do conhecido ator norte-americano Morgan Freeman, de 78 anos (vencedor do Oscar pelo longa-metragem “Menina de Ouro”), foi atacada quando chegava em casa.

E'Dena levou diversas facadas na região do tórax e faleceu no próprio local do ataque. O namorado dela, Lamar Davenport, de 30 anos, que morava com a moça, foi preso pelo crime e levado para uma avaliação médica.

Segundo testemunhas, enquanto esfaqueava a namorada, Davenport chorava e gritava repetida vezes versos da Bíblia e frases como “saiam demônios, eu os expulsarei” e “em nome de Jesus Cristo, eu os expulso”, no que pareceu ser uma tentativa de exorcismo.

Mas o que poderia tê-lo motivado a matar a própria namorada?

Conselho sobrenatural
A origem da palavra demônio vem do grego e significa “espírito sobrenatural que aconselha os humanos”. Ao que tudo indica, Davenport matou E'Dena por acreditar que ela estava possuída. Mas ele sim poderia estar sofrendo uma influência maligna. O mal cega as pessoas. Davenport, por mais que amasse a namorada, deu ouvidos ao diabo e a matou.

Fé vigilante
A pessoa influenciada pelo mal fica tão fora de si, angustiada, insegura e oprimida que não consegue enxergar o quanto os espíritos malignos estão trabalhando na mente dela, criando um cenário controverso. A cegueira que eles trazem pode levar a atos inimagináveis, como esse.

Por isso devemos sempre estar vigilantes com a nossa fé e não dar abertura aos espíritos malignos. A oração, o jejum e a comunhão com Deus são as armas mais importantes para lidarmos com os demônios. A vigilância espiritual é determinante para a manutenção da fé, para que possamos reconhecer o mal quando ele se aproxima.

A verdadeira libertação só é possível por meio do poder de Deus. Se você quer se libertar das amarrações e maldições deste mundo, participe da reunião de Libertação, que acontece todas as sextas-feiras, numa Universal mais próxima de você.

 Fonte: Universal.org

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Posso namorar alguém de outra igreja?

Quem não quer formar uma família e ser feliz ao lado de alguém? Com certeza este é o objetivo da maioria das pessoas. Mas o que fazer quando o coração briga com a razão e você se apaixona por alguém que parece não ter os mesmos objetivos que o seu? E ainda mais, essa pessoa não divide a mesma fé que a sua?

Essa foi a dúvida enviada por uma obreira ao bispo Sergio Corrêa. No e-mail, ela diz estar gostando de um rapaz que, apesar de ser uma boa pessoa, frequenta uma outra igreja. O que fazer nesses casos? Veja a orientação do bispo:
Fonte: Universal.org

domingo, 6 de setembro de 2015

Obreiros: um dia só para eles.

Vários estados brasileiros passam a comemorar o dia dos voluntários da Universal.

Quando entramos em uma Universal, facilmente os identificamos. Eles estão uniformizados e sempre com um sorriso no rosto para receber os aflitos e sofridos. Eles são exemplo de amor e perseverança e sempre têm uma Palavra de fé para exaltar aquele que se encontra prostrado.

Fora da igreja eles também demonstram seu amor pelo próximo, doam parte de suas vidas para ajudar quem foi esquecido por familiares, amigos e também pela sociedade. Oram pelos enfermos nos hospitais, saem em busca daqueles que se encontram no mundo das drogas, visitam os asilos e presídios levando conforto e esperança a quem mais precisa.

Esses são os obreiros da Universal, voluntários que diariamente dedicam parte de suas vidas para ajudar o próximo.
A lei
E levando em conta esse ato de auxiliar o próximo, foi criada na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2010, a lei que comemora o “Dia do Obreiro Universal”. Mas somente em 2013 a Lei nº 5.652/2013 foi sancionada e passou a fazer parte do calendário oficial da Cidade Maravilhosa. A data é comemorada no terceiro domingo do mês de agosto.

Agora a lei também já está valendo nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Brasília, Paraíba, Paraná e Rio Grande do Sul; em outras capitais o projeto está em avaliação, para ser sancionado.
Se você deseja conhecer mais sobre os obreiros da Universal, acesse aqui e veja o trabalho realizado por esses voluntários.

Fonte: Universal.org

domingo, 30 de agosto de 2015

Quando a exposição na internet passa do limite.

Conheça os riscos do excesso de publicações nas redes sociais e aprenda a usá-las de forma consciente.





Você é uma daquelas pessoas que publicam toda ação que realiza em seu dia nas redes sociais? Faz postagens sobre cada passo ou divulga muitas imagens pessoais? Talvez sua resposta seja não, mas certamente você conhece alguém que costuma expor a vida inteira (ou quase) na internet, muitas vezes até de forma ingênua.

Publicar tudo o que acontece na sua rotina pode trazer prejuízos para o relacionamento, o trabalho e a integridade física. Isso porque atualmente existem cada vez mais bandidos especializados em criar dossiês por meio de páginas dos usuários nas redes sociais. Pessoas mal-intencionadas conseguem saber os lugares que você costuma frequentar, seus planos para o fim de semana, dados sobre sua família, entre outras informações que colocam sua segurança em risco.

Não é de hoje que o excesso de exposição na internet envolve crianças, jovens e adolescentes. Em 2010, por exemplo, uma quadrilha sequestrou uma jovem de 19 anos em Ilha Comprida, no litoral sul paulista, depois de observar fotos, veículos pessoais, passeios que fazia e outros sinais que indicavam sua condição financeira. Tudo serviu de informação para os bandidos que planejaram o crime.

Um caso parecido aconteceu em junho de 2014, quando um menino de 9 anos, filho de um casal de empresários de Ilhota, em Santa Catarina, também foi sequestrado. A história repercutiu na imprensa quando um dos criminosos admitiu publicamente a facilidade de saber da rotina da criança por meio do seu perfil no Facebook. Apesar da pouca idade, ele mantinha uma página em seu nome, que mostrava desde a escola onde estudava até imagens dos bens que a família possuía.

Com casos desse tipo acontecendo o tempo todo, por que muitos continuam se expondo nas redes sociais como se colocassem suas vidas em um outdoor? E como saber o limite dessa exposição? Não há uma fórmula, mas a advogada Adriana de Moraes Cansian, especialista em direito digital e eletrônico, diz que o limite é o mesmo da vida real. “Todos os valores que orientam uma pessoa devem ser levados para o universo digital. Por exemplo, se você não conta detalhes da sua vida pessoal para um estranho, por que fazer isso na internet, sendo que alguém que você nunca viu vai acabar lendo?”, indaga.

O que motiva esse comportamento?

Durante a navegação na internet, o usuário fica em um processo de imersão, como se estivesse em um sonho. Com isso, acaba expressando desejos que na vida pessoal pensaria muitas vezes antes de demonstrar. O professor Nelson Pedro Silva, docente de psicologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), destaca que não há pesquisas científicas que indiquem as características de quem se expõe demais na internet, mas é possível observar que a maioria aprendeu a se relacionar com o mundo de forma virtual. “Contudo, a intenção dessa pessoa não é buscar a problematização de sua vida, o autoconhecimento, mas a confirmação de suas convicções e ser objeto do olhar alheio”, explica.

O psiquiatra Eduardo Guedes, diretor do Instituto Delete, órgão vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), esclarece que falar de si próprio gera um prazer equivalente ao de se alimentar, ganhar dinheiro, dormir ou se relacionar sexualmente. “Em uma conversa formal, as pessoas falam de si cerca de 30% do tempo, enquanto nas redes sociais este índice sobe para 90%, com possibilidade de um feedback imediato. Isso gera inconscientemente uma sensação de prazer instantâneo, mas não sustentável”, declara.

Para os especialistas, a vida virtual é diferente da real. Nas redes sociais não importa quem você é e o que faz, mas o que representa para o mundo com suas postagens. “Por isso, quem se expõe em excesso não leva em conta o quanto isso pode lhe prejudicar mais do que quem não age dessa forma. Ele acha que as consequências serão para todos, mas, na verdade, serão proporcionais à sua exposição”, completa Nelson.

Relacionamento afetado

O abuso de publicações na internet também pode prejudicar relacionamentos. “Há estudos que mostram que o ciúme é o principal motivo dos desentendimentos, seguido de atualização de status, compartilhamento de fotos, buscas do perfil do ex-companheiro, exposição da vida íntima e ostentação dos bens”, detalha a pedagoga e coach em relacionamentos Sheila Chamecki Rigler, da Par Ideal.

Ela ressalta que é importante que o casal chegue a um consenso quanto ao uso das redes sociais. “Quando for publicar fotos, o outro sempre deve ser consultado. Não faça postagens que envergonhem o companheiro, declarações sobre momentos íntimos e discussões que tiveram”, exemplifica.

A empresária Marília Rosa Alves, de 31 anos, administra seu perfil nas redes sociais de forma consciente. Ela e o marido respeitam o que cada um divulga, mas dentro dos limites. Apesar de hoje ser comedida em suas postagens, ela conta que nem sempre foi assim. Há muitos anos desativou sua conta pessoal no antigo Orkut porque estava muito dependente de suas publicações. “Naquela época, achei melhor não ter mais rede social, para não expor demais a minha vida.”

Porém, o ex-namorado, que não ligava para sua imagem pessoal, publicava imagens do relacionamento com ela, além de declarações e sinais de que estava namorando outra pessoa ao mesmo tempo. A verdade veio à tona quando Marília acessou a página pessoal dele por meio do perfil de uma amiga. “Descobri que ele me traía e terminamos tudo.”

A lembrança ficou para trás, mas o fato de ter visto a traição do ex-namorado exposta na rede social para todo mundo ver lhe deixou uma lição. “Antes disso escrevia mais sobre minha vida, gastava muito tempo com coisas que nada me acrescentavam. Hoje mantenho meu perfil na rede social, mas avalio antes de compartilhar, porque sei como isso é ruim”, explica.


Emprego ameaçado

Atualmente, recrutadores de empresas fazem uso das redes sociais para contratar ou dispensar os serviços de determinados candidatos. Rafael Luis Martins, de 28 anos, conta que o mau uso do Facebook lhe trouxe problemas na área profissional. Ele costumava publicar todas as atividades diárias, inclusive postagens que mostravam o fato de estar desempregado. Após uma seleção, soube que o avaliador havia obtido informações nas redes para complementar a entrevista e não o aprovou. “Eu publicava imagens sem conteúdo e de tudo o que fazia. Penso que eles entenderam que eu era uma pessoa que não estava interessada, mas não era isso o que eu queria demonstrar.”

Até possíveis demissões podem acontecer em razão das postagens. Meses depois, Rafael quase passou pelo mesmo problema: ao mesmo tempo que trabalhava em uma loja em um shopping, ele permanecia conectado ao celular, publicando declarações sobre suas atividades. Dias depois, recebeu uma advertência por causa do comportamento. “Eu fazia as postagens enquanto trabalhava, mas, como era com atendimento ao público, isso atrapalhava as minhas vendas”.

Atualmente, ele se considera consciente quando faz suas publicações. “Marcar tudo o que você faz ou deixa de fazer na internet realmente não acrescenta nada e pode estragar seus planos.”

A coach Sheila Rigler informa que não se deve usar as redes para criticar, reclamar ou fazer comentários abusivos relacionados ao trabalho. “Lembre-se de que esse ato é permanente e cheio de riscos, por isso, é preciso uma dose extra de atenção.”

Uso com moderação

É importante pensar se o seu comportamento virtual está sendo igual ao da vida particular e se o que pretende divulgar é de fato aquilo que gostaria que as pessoas soubessem sobre você. “Aquilo que divulgamos nunca desaparecerá por completo da internet e até quem não conhecemos verá nossas publicações”, ressalta a advogada Adriana Moraes.

Isso não significa que a partir de agora você deve ter um comportamento censurado na internet. Pelo contrário, é preciso prezar pela liberdade individual, mas estar consciente de que sua exposição pode trazer também malefícios. “A pessoa não deve ser culpada por essa exposição, mas, como as consequências são pessoais, podem ser evitadas para não serem prejudiciais”, justifica o professor Nelson Pedro.

Portanto, evite postar imagens e publicações que indiquem sinais particulares de sua vida pessoal e de sua família. Revise também sua privacidade na rede social, alterando a configuração para que apenas amigos acessem a sua página. Claro que isso não é suficiente e é preciso que você filtre tudo o que deseja compartilhar. Mas ao ter bem definido o que pode se tornar público e o que deve ser restrito à intimidade você irá usar as redes sociais com equilíbrio e não como se sua vida fosse um reality show.

Cartilha de segurança 

Com o objetivo de preparar a população para o uso adequado das redes sociais, a Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) lançou a cartilha “Recomendações e boas práticas para o uso seguro das redes sociais por toda a família”.

A publicação traz dicas importantes para evitar comportamentos inadequados, demonstra como configurar todas as redes sociais e trata também da liberdade de expressão. Em dicas de segurança, há informações de como bandidos se utilizam dos meios eletrônicos para promover ações criminosas e o que você pode fazer para usar o perfil de forma consciente. De acordo com a OAB-SP, a cartilha será propagada eletronicamente para escolas, empresas e demais instituições, com o objetivo de chegar ao conhecimento de usuários de todas as idades.

Fonte: Universal.org

 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Qual é a verdadeira origem dos seus problemas?

Nem sempre o verdadeiro problema está ao alcance dos seus olhos. Confira o que é preciso fazer para superar os obstáculos que a impedem de ser feliz.



O que está dentro de você é resultado do que aprendeu com a sua família, com seus amigos e colegas. São comportamentos e atitudes que você leva para onde for. Por isso, é comum reproduzir atitudes que observa e admira. O seu pai ensinou você a ter gratidão pelas pessoas e a sua mãe lhe mostrou o quanto é importante anotar os compromissos na agenda. Você reproduz o aprendizado, pois deseja ser gentil e mais organizada.

Mas, muitas vezes, sem perceber, você reproduz atitudes que deixaram marcas profundas em sua vida. É aí que mora o perigo.

Isso porque quando os problemas profundos não são resolvidos, eles vêm à tona sem que você se dê conta. E podem comprometer o seu presente, causando outras tantas dificuldades. Se existe um problema dentro de você, ele precisa ser curado.

Você já parou para pensar como lida com as suas conquistas ou derrotas? Uma mulher que perde o emprego, por exemplo, pode se sentir rejeitada pela empresa. A origem dessa rejeição pode ser anterior à demissão, pode ser um trauma ou um abandono passado que gerou a sensação de ser preterida. Isso explica por que algumas pessoas encaram as perdas como derrota e outras como uma oportunidade de recomeçar.

Para solucionar seus problemas, é preciso entender que o interior influencia o exterior. Não adianta cortar o cabelo ou mudar o visual para se sentir melhor. Essa melhora será passageira e o problema irá persistir.

A escritora Cristiane Cardoso conta que só mudou o comportamento ciumento em relação ao marido depois de entender que a origem do ciúme era outro sentimento. “Quando eu lidei com a minha insegurança, comecei a mudar de comportamento. Como consequência, o nosso casamento mudou também.”

A insegurança vivida pela escritora é apenas um exemplo do que pode estar atrapalhando você. Por isso, pare e se pergunte: Por que eu faço certas coisas? Por que tenho atitudes como se um programa de computador estivesse instalado dentro de mim e eu não tivesse controle sobre ele? Saiba que existem outras maneiras de reagir e comece a formular estratégias para lidar com aquilo que prejudica você.

Além disso, peça ajuda de Deus, para que tire esse “programa” ruim que foi instalado dentro de você.

Detalhe: se percebe que não consegue mudar por conta própria, procure a cura interior nas reuniões da “Terapia do Amor”, todas as quintas-feiras (acesse o portal universal.org e veja o local mais perto de você). Seja determinada e permita a você mesma uma nova chance de reescrever sua história.

Fonte: Universal.org


domingo, 16 de agosto de 2015

Filhos ou estudo: Qual é a sua prioridade?

Ter filhos, estudar ou realizar-se profissionalmente. Veja histórias de mulheres que tiveram de fazer as suas escolhas.




Conciliar estudos, gravidez e a vida profissional não é uma tarefa fácil. Para dar conta do recado são exigidos muito sacrifício, muita renúncia e até a interrupção de sonhos, ainda que seja apenas por um tempo. Será que você, mulher, está disposta a enfrentar tantos desafios ao mesmo tempo?

E quando a gravidez acontece “inesperadamente”, bem naquela fase em que a jovem ou a mulher ainda está estudando, justamente a etapa em que a rotina é sempre mais pesada? Foi exatamente o que aconteceu com a supervisora de vendas Andreia Arantes Suyama Antunes (foto abaixo), de 34 anos, casada há 16 anos. Ela engravidou da sua primeira filha, hoje com 15 anos, quando cursava o último ano do ensino médio.
“No início, até por conta da pouca idade, achei que seria fácil. Terminei o colégio, ela nasceu e eu continuei a minha vida. Recebi muita ajuda dos familiares. No entanto, assim que ela completou 4 meses, com o coração na mão e chorando muito, resolvi deixá-la em um berçário e fui dar continuidade à minha vida de trabalho e estudos. Com essa rotina toda, eu mal via a minha bebê”, relembra, explicando que trabalhar e estudar também eram suas prioridades, mas conciliar tudo foi bem complicado.
“Em uma determinada época dei prioridade à minha casa e fiquei curtindo a minha família em tempo integral. Isso durou dois anos, depois decidi voltar a trabalhar e estudar novamente. Entrei em um curso de especialização em moda e quando estava há seis meses estudando descobri que seria mãe pela segunda vez”, descreve.
Andreia conseguiu terminar o curso e, apesar de após ter o bebê se esforçar bastante para ficar mais tempo ao lado dele, logo que pôde retomou os estudos e fez mais uma graduação. “Hoje ele está com 3 anos e meio. Eu o deixo no colégio e o meu marido o busca. Acredito que priorizar 100% os filhos, a casa, o marido é extremamente importante e o mundo ideal, mas também não podemos deixar todo o resto de lado”, diz.

Mãe em tempo integral
Já Almira de Souza (foto abaixo) é mãe de quatro filhos, formou-se em duas universidades – é pedagoga e professora de história – e tem apenas 40 anos. Ela garante que hoje é uma mulher realizada. Mas durante um longo período ela teve de colocar seus sonhos e planos profissionais em um baú e enterrá-los, sem saber se iria ou não ter condições de um dia realizá-los.

Segundo conta, ela engravidou pela primeira vez bem jovem – aos 17 anos – e as outras gestações foram acontecendo em um espaço de tempo muito curto. Por isso, Almira teve que abrir mão de tudo: estudos, sonhos, carreira, já que sua prioridade era cuidar apenas dos filhos e eles dependiam exclusivamente dela.

Financeiramente não foi fácil, porque o marido sempre trabalhou muito pelo bem da família. Ela garante que, por sua vez, executava da melhor maneira o seu papel de mãe. “Foi uma escolha que fiz, da qual me orgulho muito, pois vê-los hoje encaminhados é muito gratificante e eu me virava como podia: fazia pão caseiro para eles, iogurtes, mas estava ali, acompanhando a primeira infância, auxiliando quando ocorriam as doenças dessa fase da vida, na idade escolar, vendo o primeiro dentinho cair e assim por diante”, relata.


Ela decidiu voltar a estudar em 2006, depois que as crianças já estavam mais independentes e o melhor de tudo é que teve o total apoio do marido e dos próprios filhos. Ela foi à luta. “Hoje trabalho na área de educação.Meus filhos já estão maiores, encaminhados e duas filhas já estão na universidade. Creio que todos trilharão um caminho de sucesso”, destaca.
Entre o futuro e o presente imediato
Patricia Barboza, uma das colunistas do blog da escritora e palestrante Cristiane Cardoso, está acostumada a lidar com diversas situações relacionadas às mulheres. Segundo explica, para muitas mulheres ser mãe não era o plano a curto prazo, outras nem sequer cogitavam a ideia, mas muitas se veem em um impasse diante de uma gravidez inesperada e com o projeto de vida em andamento.

E agora? O que fazer? Como conciliar tempo, dinheiro, energia e, principalmente, a atenção integral que um bebê necessita? Patricia orienta que “o primeiro passo é entender que nunca mais a vida será a mesma. Renunciar é algo singular da maternidade e a responsabilidade cabe exclusivamente aos pais. Ainda que existam pessoas que ajudem nessa tarefa”, explica.

Nos primeiros anos de vida da criança, época em que a personalidade é formada, é imprescindível a presença física dos pais, principalmente da mãe, que supre de forma física e psicológica as necessidades do bebê, afinal, não há substituta, nem ‘mãe reserva’, ressalta Patricia. Ela dá um conselho: defina prioridades. Existem momentos que podem ser adiados e retomados posteriormente. No entanto, a primeira infância de uma criança não se rebobina ou se supre mais adiante”, diz.
Para mais informações a respeito do Godllywood, acesse o site do projeto: godllywood.com

Fonte: Universal.org