quinta-feira, 19 de maio de 2016

O fracasso é motivo para desistir de viver?

Recentemente, a rapper Iggy Azalea revelou que pensou em pôr fim à própria vida após passar por algumas dificuldades. Conheça a história de brasileiros que vivenciaram situações semelhantes e saiba o que eles fizeram para superar o problema.


Ter uma carreira de sucesso não impediu que a rapper australiana Iggy Azalea, de 26 anos, (foto abaixo)  pensasse em suicídio. Em entrevista recente à rádio norte-americana Power 106, a artista revelou que pensou em desistir de viver em 2015, após passar por alguns fracassos profissionais.
“Houve vezes em que eu apenas quis abandonar a vida. Algumas vezes eu dirigia até os Canyons para ver os meus cavalos e ficava pensando coisas do tipo ‘e se eu continuasse dirigindo até o abismo?’ Algumas vezes, eu me sentia assim”, revelou. O ano difícil também levou Iggy a cancelar uma turnê.
Iggy falou sobre a dificuldade de lidar com as duras críticas que recebeu e com os artigos que afirmavam que sua carreira “já era”. Em março, ela lançou o primeiro single do novo disco e está retomando a vida profissional.
O comportamento da artista é comum entre pessoas que não sabem administrar muito bem as frustrações, explica a psicóloga Rose Taranto. “As pessoas que pensam em suicídio após uma dificuldade têm baixa tolerância à frustração. Elas não suportam, não lidam bem com qualquer tipo de fracasso”, diz a especialista, que atua em Belo Horizonte (MG).
Rose lembra que não é possível afirmar se a rapper tinha ou tem outros fatores de risco para o suicídio, como depressão. Entretanto, ela afirma que é possível superar a sensação de fracasso com autoconhecimento. “As dificuldades trazem o recado de que chegou a hora de se conhecer e buscar outra forma de lidar com a vida”, diz. Para aqueles que acreditam que não há solução para os próprios problemas, a psicóloga explica que é preciso valorizar todas as áreas da vida e não se apegar apenas ao que está ruim.
Fracasso e suicídio
A relação entre a sensação de fracasso pessoal e o surgimento de pensamentos suicidas é mais comum do que se imagina. Em Hong Kong, por exemplo, o alto número de suicídios entre jovens levou o Instituto de Educação de Hong Kong a fazer uma pesquisa com mais de 10 mil estudantes do ensino médio entre 2014 e 2015. O resultado mostrou que o excesso de pressões escolares, o sistema educacional competitivo e a dificuldade em lidar com o fracasso estavam relacionados aos suicídios. Um quarto dos alunos teria pensado na opção de acabar com a própria vida.
No Brasil, 17% dos brasileiros já pensaram em se matar, segundo a cartilha Suicídio: informando para prevenir, lançada pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Em 2012, foram registrados 30 suicídios por dia no País, mas o número pode ser ainda maior. Entre os fatores de risco para o suicídio estão doenças mentais, condições de saúde limitantes, desemprego, isolamento social, perdas recentes, desamparo, desespero e desesperança.
Sem saída?
Foi a falta de esperança que levou a mineira Rita Quintiliano, de 44 anos, (foto ao lado) a pensar em suicídio. Na época, ela e o marido acumulavam dívidas e brigas. “Meu marido bebia demais, o aluguel estava atrasado, tínhamos dívidas e tive depressão. Pensava que não conseguiria levar minha vida adiante e achava que não venceria aquela situação. Achei que a saída era o suicídio”, diz. Rita lembra que pegou uma faca para cortar os pulsos, mas o marido a impediu.
Pouco tempo depois, ela conta que se jogou do carro em movimento. “Nós estávamos voltando de uma festa, meu marido tinha bebido e começamos a discutir. Aquilo foi me irritando até que eu abri a porta e pulei. Minhas filhas viram tudo”, relata.
Na terceira vez, Rita revela que pretendia executar um plano trágico. “Eu pensava em acabar com a minha família. Minha filha mais nova só tinha 4 anos, a outra tinha 9 anos, não dava para pensar na possibilidade de abandoná-las. Pensava que se eu fosse, elas tinham que ir junto. Já tinha tudo planejado. Primeiro ia acabar com as minhas meninas, depois com meu marido e ia me matar”, detalha.
Ela explica que marcou um encontro com um vendedor de arma de fogo na praça Raul Soares, em Belo Horizonte. Mas o plano mudou no meio do caminho. “Passei em frente a uma Universal, escutei uma música e entrei. Desisti da arma.”
Rita acrescenta que passou por uma mudança gradativa durante os encontros na Universal. “Aprendi a usar a fé para superar as dificuldades e comecei a mudar de atitude. Uma coisa que me marcou muito foi quando ouvi que a fé era para mudar a situação e não para suportar problemas”, comenta. Essa história ocorreu há 16 anos.
Após superar os pensamentos suicidas, Rita se reconciliou com o marido. Aos poucos, a vida financeira também melhorou. Hoje, ela e Jarbas, de 48 anos, têm uma empresa no ramo da construção civil e se dizem realizados em todas as áreas da vida. “O segredo é exercitar a fé. Sem religião, sem dogmas, sem mágica”, esclarece.
Arma contra a dificuldade
Ao longo da vida, quase todo ser humano vai passar por algum tipo de decepção ou fracasso. Nesses momentos, o desânimo e a falta de alternativas podem desencadear insegurança, medo, angústia, depressão e até o desejo de morrer. Entretanto, é possível se livrar desse tipo de pensamento, explica o bispo Alexandre Mendes, (foto ao lado) que ministra as reuniões do “Congresso para o Sucesso”, que ocorrem às segundas-feiras, na zona sul de São Paulo. Segundo ele, é importante não deixar que esses pensamentos ganhem espaço na mente. “Temos que rechaçá-los, mandá-los para longe de nossas vidas, pois, se dermos ouvidos a eles, seremos vencidos”, orienta.
O bispo acrescenta que a reação diante dos problemas é um dos diferenciais que podem ajudar a superar os obstáculos. “Enquanto algumas pessoas engrandecem seus problemas, outras partem para cima com fé e determinação e assim mudam suas vidas”, diz. Para ele, é fundamental cultivar a fé, independentemente de o momento ser bom ou ruim. “É preciso cuidar da fé, ela é a arma que Deus nos deu para enfrentarmos as adversidades da vida. Só assim vamos vencer os obstáculos”, completa.
Desespero em Las Vegas
Há quase duas décadas, o advogado André Luiz de Barros Alves, de 43 anos, (foto ao lado) estava prestes a se jogar de um edifício em Las Vegas, nos Estados Unidos, quando o telefone tocou. “A janela já estava aberta, eu estava com o corpo meio projetado para fora e só faltava mesmo levantar as pernas. Mas o telefone tocou, era minha mãe. Ela começou a falar palavras que me confortaram, disse que estava com saudade. Desisti de tirar a minha vida.”
Na época, André era usuário de cocaína e procurava uma solução para a dependência. “Achava que se saísse da minha cidade, ficaria distante dos problemas. Juntei minhas economias e fui para os Estados Unidos com a intenção de trabalhar. Só conseguia trabalhos informais, pois estava ilegal. O tempo foi passando, o dinheiro foi se esgotando e fiquei cada vez mais tenso e depressivo”, argumenta.
André explica que não via solução para as dificuldades. “Entrei em desespero, era uma angústia muito grande. Comecei a ouvir uma voz que dizia que se eu morresse acabaria com o sofrimento”, destaca. André abandonou a ideia de se suicidar, voltou ao Brasil e passou a frequentar a Universal após ver um programa de TV. “Aos poucos, fui deixando de pensar de forma negativa e passei a acreditar mais em mim. Comecei a sentir alegria em viver e voltei a ter sonhos.”
Ele se livrou da dependência de drogas, concluiu o ensino médio e cursou Direito. Hoje, ele tem um escritório em um luxuoso prédio comercial em Santos, no litoral de São Paulo. “Descobri uma força interior que eu desconhecia. Sempre há uma saída. O problema nunca é maior do que a solução que Deus pode nos apresentar”, finaliza.
Várias tentativas
Kelli Cristina Reis, de 48 anos, (foto ao lado) também quis tirar a própria vida. O primeiro pensamento suicida surgiu aos 13 anos, quando ela tentou se matar com uma dose excessiva de medicamentos. “Via muitas brigas dentro de casa, achava que a felicidade não existia para mim.” Aos 17 anos, Kelli lembra que estava prestes a pular de um viaduto, quando foi impedida por um homem que passava pelo local.
O tempo passou, Kelli casou e teve dois filhos. O pensamento de morte voltou quando ela se separou do marido. “Comecei a beber, saía à noite e deixava meus filhos sozinhos em casa. Depois, fiquei desempregada, não conseguia pagar o aluguel e não tinha o que comer. Perdi tudo”, conta. Em um momento de desespero, ela diz que pegou uma faca com a intenção de se matar, mas desistiu. “Vi os rostinhos dos meus filhos e, nessa hora, comecei a perguntar onde estava Deus. Adormeci e só acordei na manhã seguinte, ouvindo uma oração na TV. Decidi ir a uma Universal. Não foi fácil, pois eu não acreditava muito.”
Kelli conta que começou a participar das reuniões e percebeu que podia mudar a própria história. “Acreditei que existe um Deus que pode mudar as nossas vidas. Por mais que as coisas estejam negativas, Deus diz sim para nós.” Em pouco tempo, ela deixou de beber, mudou de atitude e conseguiu um emprego como instrutora de autoescola. “Quanto mais você é fiel a Deus, mais Ele é fiel a você”, garante Kelli, que hoje é dona de uma autoescola no interior de São Paulo.
Quer aprender a enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho e se tornar uma pessoa vencedora? Então, não perca o Congresso Para o Sucesso, que acontece às segundas-feiras, no Templo de Salomão. Para encontrar uma Universal mais próxima de você, acessewww.universal.org/enderecos.
Caso queira adquirir o livro “50 Tons Para o Sucesso”, que contém dicas para a vida profissional e financeira, acesse o Arca Center, clicando aqui.

domingo, 15 de maio de 2016

Como se tornar um homem ainda mais forte.

Ter um espírito disciplinado faz toda a diferença nos momentos mais difíceis.


Um paraquedista tem firmeza suficiente para saltar de um avião, pois acredita piamente que seu paraquedas vai abrir. Mas não é só isso. Da parte dele ou de outro que inspecionou o equipamento, é necessária toda uma preparação, a minuciosa execução anterior de todos os procedimentos de segurança. Cada corda, cada pecinha fazem a diferença na hora H.
Eis que chega o momento em que o sujeito salta da segurança do avião para o nada. Embora com confiança no equipamento e na preparação, o saltador tem de saber a hora certa de puxar a cordinha, senão... E mais: quem tem experiência no paraquedismo sabe utilizar o equipamento não só para amparar sua queda, mas para descer exatamente no ponto que quer, “dirigindo” o paraquedas adequadamente. Após disciplinado treino, ele domina tudo de tal forma que pisa exatamente naquele lugar desejado do chão. Mesmo que, por vezes, enfrente contratempos.
Por que estamos falando disso com você, caro leitor? Não é para incentivá-lo a ser um paraquedista (não desta vez. Quem sabe em outra edição). É para ajudá-lo a pensar em uma questão importantíssima na vida de um homem que quer uma vida plena: não basta ter um corpo condicionado e uma mente afiada sem um espírito disciplinado. Ele é o seu paraquedas para a vida. E a preparação desse “equipamento” é uma coisa chamada oração. Assim como alguém sem treino pode se arrebentar no chão mesmo usando paraquedas, alguém sem a disciplina de oração pode se “estatelar” no solo duro da existência.
Oração é o seu meio de comunicação com Deus, amigo. Pense nEle como alguém íntimo com você, que está ao seu lado 24 horas por dia. Como estamos tão próximos de alguém sem nos comunicarmos direito? Deus criou a oração justamente para isso: para conversamos com Ele. É orando que um homem inteligenterecebe direcionamento e encontra forças para não ceder diante do desespero e da dúvida e obtém conforto e sabedoria.
Esse cara não se desespera porque se viu de repente saindo pela porta do avião e todo aquele chão lá embaixo. Embora veja o solo, seu pensamento o dirige para a certeza de que há todo um equipamento agarrado a seu corpo, que o conduzirá até a terra de um modo que o processo pode até ser curtido: no caso, a oração.
Nem sempre oramos na quantidade ou com a qualidade ideais. Quem perde com isso somos nós mesmos. E nem adianta vir com a desculpa velha de “sou muito ocupado”. Citamos aqui apenas alguns grandes homens que nunca deixaram de orar, mas que ninguém poderia dizer que tinham tempo de sobra: o rei Davi, o governador José do Egito, o profeta Daniel e o próprio Jesus Cristo – ou você acha que ele tinha tempo de sobra entre viagens, pregações e tudo mais que Seu ministério na Terra pedia? Podemos dizer que todos eles, assim como vários outros que conhecemos ao longo da História, tiveram seus grandes momentos de queda livre. Mas o paraquedas deles – a oração – não só estava em perfeita ordem, como eles também tinham “treinamento” de sobra, disciplinados na oração, todos os dias de suas vidas.
Próximas palestras
Na última palestra do "Ano da Disciplina", realizada no Templo de Salomão, em São Paulo, os participantes receberam o treino do mês de abril. Quem esteve no evento, que acontece todo primeiro sábado do mês, pôde aprender que a oração é umas das estratégias para dar saltos mais seguros todos os dias. Fique atento às próximas palestras e participe!
 Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui

quinta-feira, 12 de maio de 2016

“Você tentou fechar as pernas?”

A pergunta foi feita por uma juíza a uma vítima de abuso sexual na Espanha.


Como se não bastasse a vergonha e o medo de denunciar um abusador, uma vítima de violência sexual foi duramente questionada por uma juíza em Vitória, no norte da Espanha, ao comparecer a uma audiência judicial para pedir a proibição de aproximação de seu agressor.
Em depoimento, a mulher – que não teve o nome revelado –, agora grávida de 5 meses, alegou que era abusada pelo seu parceiro tanto sexual quanto psicologicamente.  No entanto, de acordo com o grupo feminista Associação Clara CampoAmor, a juíza Maria Del Carmen Molina pareceu não acreditar na declaração da vítima e questionou: “Você tentou fechar as pernas e toda a região dos órgãos femininos?”
Essa e outras perguntas foram criticadas por grupos de proteção à mulher e a história ganhou repercussão no país pelo constrangimento à vítima.
De acordo com o jornal inglês Mirror, a juíza “mostrou uma óbvia descrença questionando a vítima sem deixá-la responder, com questões ofensivas”, como disse Blanca Estrella, representante do grupo feminista, que pediu ao Conselho Geral do Poder Judiciário a suspensão ou afastamento do cargo da magistrada por sua “constante violação de direitos” de mulheres vítimas de violência.
De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, a juíza já recebeu inúmeras reclamações por questionamentos ofensivos a vítimas de abuso sexual.
Rompendo o silêncio
Não é fácil romper o silêncio. Para a mulher abusada, a culpa, de alguma forma, tentará falar mais alto. No entanto, é preciso dar o primeiro passo para que a dor não se torne ainda mais insuportável.
Desde 2011, o projeto Raabe, idealizado pela escritora e apresentadora Cristiane Cardoso, já incentivou inúmeras mulheres a romper o silêncio causado por todo tipo de violência. Formado por um grupo de voluntárias – entre elas conselheiras espirituais, advogadas, psicólogas, assistente sociais e até algumas sobreviventes de abusos –, o projeto visa ajudar mulheres que carregam traumas provocados por abuso emocional, sexual ou físico.
Recentemente, o grupo iniciou o curso da Cura interior, para mulheres que ainda carregam cicatrizes do passado – como dores da rejeição, do abandono e marcas de relacionamentos abusivos – e não conseguem seguir em frente. Em 2015, o curso ajudou mulheres em todo o Brasil a cicatrizar feridas e escrever uma nova história. Se você também está em busca dessa cura, saiba como participar do curso clicando aqui.
Cure o seu interior
Laura Guimarães hoje se considera uma sobrevivente. Os abusos por parte do padrasto começaram quando ela tinha apenas 9 anos de idade e seguiram até os 12. Ela cresceu e o traumas continuaram, até a fase adulta, quando foi acolhida pelo projeto Raabe. Clique aqui e veja o que aconteceu com Laura.
Se você é ou já foi vítima de algum tipo de violência e quer desabafar, converse com uma voluntária do projeto Raabe pelo e-mail projetoraabe@gmail.com, ou pelo telefone (11) 95349-0505.
Verifique aqui o dia e o horário dos encontros mensais em todo o Brasil e participe.

domingo, 8 de maio de 2016

As novas formas de se relacionar.


Os relacionamentos modernos são a nova moda dos dias atuais. Com a contribuição da tecnologia, ficou muito mais fácil conhecer pessoas. Antigamente, existia a preocupação com aquele flerte inicial, com a conquista. Era preciso saber a melhor forma de se aproximar e existia um cuidado maior com as investidas. Hoje, nada disso é mais um problema.
Por meio de diversos aplicativos que hoje existem, você pega o seu celular e entra em sites e aplicativos dedicados à paquera e, então, facilmente encontra uma pessoa. Novos casais são rapidamente formados, se é que podemos chamá-los de casais. Tudo sem esforço e sem qualquer dedicação. Aquela conversa olho no olho, mais pessoal, tem ficado em segundo plano. A superficialidade dessas novas relações faz delas relações descartáveis. É aquela velha história: quando a oferta é grande, então, o preço cai.
A disponibilidade das pessoas faz com que, muitas vezes, o outro não as valorizem tanto quanto elas merecem. Você concorda com o romance moderno? Será que deveríamos resgatar alguns comportamentos comuns nos romances à moda antiga? Estamos na época do fast-food, fast shop, fast delivery e até do fast love também. Você acha que os romances estão avançando rápido demais? Você tem saudades dos romances à moda antiga? Nem sempre o que é mais rápido funciona.
Se você precisa chegar depressa a algum lugar, você pode pensar em um transporte expresso, por exemplo. Mas, se você quer uma alimentação rápida, você recorre ao fast-food. Ele não faz nada bem para a sua saúde.
Ouvimos muitas pessoas falarem que ainda preferem o romance à moda antiga. Mas será que elas estão agindo assim? Será que estão colocando isso em prática, quando buscam relacionamentos modernos e superficiais?
Um estudo recente mostrou que a internet aumenta os riscos de conflitos entre os casais. A pesquisa, divulgada pela Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, concluiu que uma rede social é capaz de potencializar conflitos na relação a dois, contribuindo para situações de infidelidade e desconfiança e até para o divórcio. A mesma tecnologia que aproxima de forma fácil pode destruir de forma mais rápida ainda.
Apesar do avanço da ciência e de a tecnologia ter melhorado a qualidade de vida de muitos, quando o assunto é relacionamento, parece que está havendo um retrocesso. As pessoas não estão conseguindo manter um relacionamento por muito tempo.
Se você quer uma relação à moda antiga, lembre-se do relacionamento dos seus avós ou de outras pessoas mais velhas. Como e por que nossos antepassados conseguiam ficar juntos por tanto tempo?
Podemos resumir o conceito de amor à moda antiga em uma palavra: compromisso. Quando você tem um compromisso com outra pessoa e zela pela sua própria honra, você se propõe a fazer de tudo para manter a sua palavra. Tenha certeza de que esse é um conceito que nunca sai de moda.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Os desafios da vida de solteira.

Como essa fase pode servir de aprendizado para o seu relacionamento futuro.


Você ainda não se casou? Será que já está na hora de casar? Qual solteira ainda não ouviu essas perguntas que são tão inconvenientes? Você certamente já passou por isso ou conhece alguém que vive essa fase. Frente a tantas cobranças sociais, como lidar com a ausência de um companheiro?
Para muitas mulheres, a cobrança familiar, a idade e a carência são os fatores que mais pesam quando o assunto é a solteirice. Conheço uma solteira que simplesmente detesta os fins de semana, pois é quando os casais passeiam e tiram um tempo para ficar juntos. Enquanto isso, ela fica em casa sozinha.
É bem fácil perceber que, nesse caso, a preocupação não está em encontrar uma pessoa especial, mas em suprir uma necessidade afetiva, uma carência. Esse é um pensamento extremanente egoísta.
Para conquistar uma vida amorosa abençoada, é preciso primeiro estar bem consigo mesma. Existem mulheres que são inseguras e carregam traumas do passado, ou seja, estão cheias de problemas que precisam ser resolvidos.
Se a mulher não consegue conviver com as próprias dificuldades, como vai conviver e dividir a vida com outra pessoa? Não é inteligente entrar em um relacionamento com problemas pessoais e conflitos internos. No futuro, eles podem se transformar em uma bomba-relógio e contribuir para o desgaste e até mesmo para o fim do relacionamento.
Aliada
A solteirice não é algo ruim, muito pelo contrário. Ela pode ser a sua maior aliada no processo de amadurecimento prévio que antecede um relacionamento. É o que defende a escritora Nanda Bezerra, autora dos livros 40 Segredos que Toda Solteira Deveria Saber e Mais Linda em 40 Dias. “A fase de solteira é um período para uma preparação interior. Ela serve para lidarmos com coisas escondidas dentro de nós, para que elas não interfiram negativamente quando a pessoa certa aparecer”, ressalta.
Deus criou a família e Ele é o maior interessado em te abençoar com uma, mas é preciso estar pronta. Se existirem imaturidade, dúvidas, feridas que ainda não foram cicatrizadas, significa que esse momento ainda não chegou. Aproveite essa fase para focar na sua cura interior e nas suas metas. Você verá como as coisas vão fluir.
Você pode e deve evoluir nesse processo ao participar das palestras da “Terapia do Amor”, dedicadas a casados e solteiros. Elas acontecem todas as quintas-feiras, em todo o Brasil. Para mais informações, procure uma Universal perto de você ou acesse o site clicando aqui
Antes de encontrar o seu par, questione-se:
De onde vem esse medo?
E essa insegurança?
Quais são as coisas que eu preciso enfrentar agora?
Quais atitudes desagradáveis não vão contribuir para um relacionamento abençoado?

domingo, 1 de maio de 2016

5 razões para orar.

Saiba o que a Bíblia diz sobre a oração.


Durante toda a vida os cristãos aprendem que orar é importante. A linha direta de comunicação entre cada pessoa e Deus tem destaque em diversas passagens da Bíblia.
As razões pelas quais devemos orar são inúmeras. Destacamos para você 5 delas, ilustradas na Bíblia:
1-      A oração é reflexo de nosso relacionamento pessoal com Deus
Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a Teu Pai, que está em secreto; e Teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o Vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais. Mateus 6.6-8
A oração é íntima, somente entre a pessoa e Deus. Ele é quem mais conhece o interior de cada um de nós e o Único que sabe de nossas necessidades.
2-      Orar demonstra obediência e dependência
Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. Romanos 8.26
Ainda que não saibamos como explicar a Deus nossas reais necessidades, Ele as conhece e intercede por nós. Orar demonstra nossa obediência, pois a Bíblia diz: Descansa no SENHOR e espera Nele... (Salmos 37.7). Demonstra também a nossa humildade em reconhecer que Deus nos conhece melhor do que nós mesmos e saberá nos atender.
3-      Orar é uma maneira de demonstrar gratidão
Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. 1 Tessalonicenses 5.17,18
Cada novo dia de vida é uma oportunidade dada por Deus para fazermos o bem. Desde o ar que respiramos até o canto dos pássaros, tudo é obra do Senhor, e por tudo isso devemos ser gratos. Orando, podemos dar graças a Ele.
4-      Orar é a forma de obter perdão pelos erros cometidos
Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. 1 João 1.9
Somente Um pode perdoar os enganos cometidos durante a vida. E é por meio da oração que podemos alcançá-Lo, para purificarmos a nossa alma.
5-      Orar funciona
E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. João 14.13
A Bíblia é nossa garantia de que tudo o que for pedido ao Senhor, de acordo com as próprias Escrituras, será realizado. E mais, Deus nos diz nela que antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei (Isaías 65.24).
Em Marcos 11.24 está escrito: Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.
Assim, a oração é a principal ferramenta que temos. É a verdadeira conexão entre nós e o próprio Cristo, é o caminho para a verdadeira vitória. Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais Vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que Lhe pedirem?”  Mateus 7.11
E a oração não funciona somente para você, auxilia também aqueles por quem você intercede. Faça isso agora. Não perca tempo. E compartilhe isso com quem você ama.
Aprenda mais
Se você quer aprender mais sobre o poder da oração, participe de uma reunião na Universal. Encontre o endereço de um templo mais perto de sua casa clicando aqui.
Se você precisa, neste momento, de uma oração, fale agora mesmo com um bispo ou pastor da Universal pelo Pastor Online. Você será atendido e orientado. 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Quanto você deve para Deus?

O bispo Edir Macedo dá a resposta.


Misericordioso, Deus enviou o Seu Filho à cruz para garantir a Salvação do homem. Todavia, essa é uma dívida de todos que querem ser salvos. Aquele que aceitar pagá-la tem a Vida Eterna ao lado do Pai. Já quem não saldar essa dívida...
Jesus ensinava a Seus discípulos quando revelou o “preço” da Salvação, por meio de uma parábola:
Por isso, o Reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.” Mateus 18.23-25
Nessa passagem da Bíblia, o Senhor afirma que, para a dívida ser paga, são necessários 10 mil talentos.
Ora, cada talento – unidade de medida monetária naquela circunstância – equivalia a 6 mil denários. E cada denário equivalia a 1 dia de trabalho. Faça as contas:
1 dia de trabalho = 1 denário
1 talento = 6 mil denários – ou dias de trabalho
1 talento = pouco mais de 16 anos de trabalho
Caso a dívida fosse 1 talento, seria necessário que o homem trabalhasse para Deus por 16 anos, a fim de saldá-la. Todavia, são 10 mil talentos o cobrado, ou seja, 60 milhões de denários.  Mais de 164.383 anos de trabalho.
E como saldar essa dívida?
Quem vive tanto tempo assim? Quando muito, o homem vive cerca de 100 anos, e, ainda assim, já sem forças para trabalhar.
“Em outras palavras: 10 mil talentos correspondem a uma dívida impagável”, afirma o bispo Edir Macedo em vídeo publicado recentemente. “É isso que Jesus quer dizer: uma dívida impossível de você pagar.”
Como então poderia o homem entrar no Reino dos Céus, se jamais será capaz de “comprar o ingresso”? O bispo explica: “Jesus fala 10 mil talentos para a gente entender o valor do perdão.”
De fato, na parábola o rei não chega a vender o seu devedor. Antes, ele atende às súplicas do servo e perdoa a dívida totalmente.
Todavia, ao sair à rua, esse mesmo servo encontra um homem que deve a ele 100 denários. Ao invés de seguir o exemplo do rei, o cobrador não perdoa a dívida e lança o homem à prisão.
Ao ouvir a notícia, o rei se põe indignado, volta atrás em seu perdão e envia o servo que devia 10 mil talentos ao carrasco.
Assim também Meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”, afirma Jesus ao desfecho da parábola.
Ou seja: Deus é como o rei, que perdoa a dívida do homem capaz de perdoar quem lhe deve. Já aquele que não pratica o perdão, Ele deixa nas mãos do carrasco.
Quer entender melhor a Bíblia? Participe do Encontro com Deus, que acontece todos os domingos, na Universal, e compreenda as parábolas e outras passagens bíblicas.

domingo, 24 de abril de 2016

5 lições que podemos aprender com José, governador do Egito.

Ele superou todas as adversidades e sempre guardou a fé em Deus.


José foi um personagem muito importante na história do povo hebreu e, mesmo sendo injustiçado pelos irmãos, guardou a fé em Deus – e Ele o honrou.
Veja abaixo 5 lições de José que podemos aplicar em nossas vidas também:
1)   A inveja é algo que não vale a pena
“Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiavam-no, e não lhe podiam falar pacificamente.” Gênesis 37.4
Os irmãos de José sentiam inveja dele e conspiraram para matá-lo. Felizmente, os irmãos Rúben e Judá não concordaram com a ideia. Assim, os demais o venderam como escravo e ele foi encaminhado ao Egito. Tempos mais tarde, os mesmos irmãos que o haviam abandonado foram ao Egito pedir ajuda, pois, naquele tempo, os povos enfrentavam grande miséria. E José, como governador, os recebeu feliz, estendendo a mão.
2)   Faça sempre o seu melhor
“Tu estarás sobre a minha casa, e por tua voz se governará todo o meu povo; somente no trono eu serei maior que tu.” Gênesis 41.40
José sempre se manteve firme aos valores que vinham de Deus, mesmo em terras estranhas. Quando chegou como escravo ao Egito, ele foi comprado por Potifar, membro da corte do faraó. José era muito responsável, de tal forma que Potifar lhe confiava os cuidados da casa. Mesmo quando a mulher de Potifar armou contra José, para que ele se deitasse com ela, o rapaz não traiu os valores de Deus. Posteriormente, depois de muitas lutas e dificuldades, o faraó o nomeou governador do Egito e lhe concedeu a maior confiança que alguém poderia receber naquela terra.
3)   Mesmo diante das lutas é preciso manter a fé em Deus
“Então o senhor de José o tomou, e o lançou no cárcere, no lugar em que os presos do rei estavam encarcerados; e ele ficou ali no cárcere. O Senhor, porém, era com José, estendendo sobre ele a sua benignidade e dando-lhe graça aos olhos do carcereiro, o qual entregou na mão de José todos os presos que estavam no cárcere; e era José quem ordenava tudo o que se fazia ali. E o carcereiro não tinha cuidado de coisa alguma que estava na mão de José, porquanto o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia.” Gênesis 39.20-23
José foi injustiçado grandiosamente por, pelo menos, duas vezes em sua vida. A primeira quando os seus irmãos o venderam como escravo, e a segunda quando foi parar na prisão, após a cilada que a esposa de Potifar havia armado para ele. Contudo, ele não buscou vingança, nem desistiu de continuar lutando, mas agia com prudência e sabedoria diante de todos, honrando ao Deus que servia. E as pessoas, ao redor de José, percebiam o bom exemplo que ele era.
4)   Devemos vigiar e fugir do pecado
“Como, pois, posso eu cometer este grande mal, e pecar contra Deus?” Gênesis 39.9
José tinha um caráter valioso, e por isso as suas ações chamavam atenção de todos. As pessoas viam nele um brilho diferente. Contudo, isso apenas era um reflexo da reverência e temor que ele tinha por Deus. O Senhor estava acima de qualquer escolha que José fazia. Quando ele foi confrontado com o pecado, a primeira pergunta que lhe veio à mente foi a do versículo acima.
5)   É preciso saber perdoar
“Disse, então, José a seus irmãos: Eu sou José; vive ainda meu pai? E seus irmãos não lhe puderam responder, pois estavam pasmados diante dele (...) Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos aborreçais por me haverdes vendido para cá; porque para preservar vida é que Deus me enviou adiante de vós.” Gênesis 45.5
José sabia que Deus tinha um propósito especial em sua vida; e sabia que Deus estava com ele em todo o percurso. Por isso, José não tinha mágoa ou rancor, não guardava as lembranças tristes. Ele soube perdoar a todos que haviam errado contra ele.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Ajuda para encarar a maternidade.

Projeto T-amar, da Universal, oferece orientação e apoio para mães que buscam preparo emocional e espiritual para educar os filhos.


Educar a filha Déborah Louise, de 9 anos, sempre foi um desafio para Christiane Dantas, de 35 anos. (foto ao lado) Desde muito pequena, a menina esbanjava energia e apresentava um “temperamento difícil.” Na tentativa de controlá-la, Christiane recorria a castigos, críticas e repreensão. 
O autoritarismo era a base do relacionamento entre as duas. “Ela sempre foi hiperativa e eu tinha dificuldade. As pessoas cobravam certas atitudes dela e me cobravam também. Eu jogava todas as broncas em cima dela”, relembra. A tática, entretanto, não funcionava. “Ela não mudava e eu ficava frustrada”, afirma.
Há alguns meses, Christiane passou a coordenar reuniões de mães em atividades promovidas pelo projeto T-amar, em Teresina (PI). “Aprendi a respeitar as diferenças, sem deixar de educar e cobrar. Antes, eu era intransigente, colocava meu ponto de vista e ponto final. Agora, aprendi a dialogar e ouvir”, destaca.
Déborah se aproximou mais da mãe e ficou mais atenta aos seus conselhos. Christiane também mudou. “Procuro ter mais paciência, elogio seus acertos e trabalho seus pontos fracos. Aprendi a não cortar as asas, mas orientar o voo”, diz.
O que é o T-amar?
Ser mãe é mesmo uma tarefa desafiadora. E foi pensando nas dúvidas e dilemas enfrentados pelas mães que o T-amar foi criado em 2012. A coordenadora nacional do projeto, Edineia Dutra, (foto ao lado) explica que a iniciativa reúne mulheres de todas as idades com algo em comum: buscar preparo emocional e espiritual na criação dos filhos. “Nosso objetivo é carinhosamente acolher, apoiar e orientar as mães. Trabalhamos para que aprendam a vencer seus desafios pessoais e familiares.”
Atualmente, o projeto atende milhares de mães em todo o País e conta com o apoio de 1.150 voluntárias. Elas participam de encontros mensais, trocam experiências, recebem orientações e aprendem a aplicar os conselhos por meio de tarefas práticas. As atividades ocorrem em diversas unidades da Universal. Há mulheres que nunca receberam apoio do pai de seus filhos, viúvas, divorciadas e também mulheres que dividem a responsabilidade de educar com os pais.
No processo, Edineia acrescenta que as mães descobrem que autoridade é diferente de autoritarismo e que o bom uso da palavra provoca resultados surpreendentes. “Elas também percebem que um gesto de carinho pode expressar mais do que mil palavras”, conta.
Sem controle
Muitas mães chegam ao T-amar ao perceber que perderam o controle parcial ou total sobre os filhos. Em muitos casos, a autoridade delas é ignorada. Essa era a sensação de Sheila Feijó, de 48 anos, que participou pela primeira vez de uma reunião do T-amar em Viamão (RS). “Tenho dificuldades com meu filho mais velho, ele se envolveu com drogas. Fazia tempo que não conversávamos sem discutir. Atendendo a uma tarefa sugerida na reunião, decidi fazer um café da manhã para ele e escrevi um cartão dizendo que o amava e que ele podia contar comigo. Ele está mais carinhoso e pediu perdão”, diz.
Sheila afirma que o projeto também está fazendo bem para a relação dela com os outros filhos – uma jovem de 20 anos e um rapaz de 26 anos – e com o neto, de 11 anos. “Me renovo a cada encontro e aprendo a ser uma mãe melhor”, ressalta.
Equilíbrio
Lígia Maria dos Santos, de 32 anos, começou a frequentar as reuniões do T-amar em meados de 2015, em Del Castilho (RJ). Na época, ela enfrentava o fim de um casamento de oito anos, a morte da mãe, a depressão do pai e a demissão no trabalho. Os problemas se refletiam na relação dela com a filha Laura, de 7 anos. “Tudo isso mexeu com o psicológico e a fala da Laura. Deixei de brincar com ela, de sorrir.”
As duas já passavam por tratamento médico, mas a recuperação ainda não era completa. “A equipe do T-amar é muito unida e me deu carinho e atenção. Reaprendi que preciso ter momentos para sentar e brincar com a minha filha”, destaca. Laura conseguiu superar os problemas na fala e melhorou o desempenho escolar. “Aprendi que posso crescer como mulher e mãe.”
Já Isonete da Silva, de 34 anos, (foto ao lado)começou a participar das reuniões do T-amar em São Paulo (SP) porque se sentia sobrecarregada. Ela cuida sozinha do filho Davi, de 3 anos. “Eu era agressiva, batia e ele respondia com agressividade, ficava chateado. Hoje eu procuro conversar, explico as coisas. Ele está mais calmo, mais obediente”, conclui.
Como participar
Os encontros acontecem todo segundo domingo do mês nas principais capitais do Brasil.
Em São Paulo, capital, eles são realizados no 10º andar do Templo de Salomão, às 15 horas, na Av. Celso Garcia, 605 – Brás.
E também, na Av. João Dias 1.800 – Santo Amaro, 3º andar, sala do TF Teen.Confira outros endereços mais próximos de você: Site:projetotamar.orgFacebook Tel. (11) 3573-3505.

domingo, 17 de abril de 2016

Você e a pirataria.

Apesar da compra de artigos falsificados parecer algo inofensivo, o efeito dessa prática tem tudo a ver com a triste realidade que presenciamos todos os dias no País.


Você ouve aquela canção maravilhosa no culto em sua igreja. Dias depois, em uma calçada qualquer, ouve-a de novo: é um camelô vendendo um CD. O precinho está bastante em conta. “Garantido”, caro freguês.
Parece irresistível. Afinal, a música é tão linda, não é? Bem, já que está ali “com a boca na botija”, você aproveita e leva uns DVDs de filmes, inclusive alguns bíblicos. Mas mesmo que você diga que só gosta dessa música e não faz sentido pagar tão caro por um CD original inteiro só por causa de uma faixa ou que o original é muito caro e com o dinheiro você compra vários no ambulante, você está só tentando se justificar. Sem conseguir. Caia na real: você está contribuindo com um crime. Ponto.
É isso mesmo: pirataria é prevista em lei como crime, com pena que pode chegar a quatro anos de reclusão e multa. Ela é considerada por muitos especialistas como o crime do século 21 e, acredite, movimenta mais recursos ilícitos do que o narcotráfico: são US$ 250 bilhões (mais de R$ 1 trilhão!), segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). A mesma instituição revelou em um relatório recente que a “indústria” da falsificação abre caminho para outros tipos de crimes ainda mais graves. É isso que você alimenta quando compra aquele aparentemente inocente CD pirata: um submundo que não é muito diferente do da prostituição infantil, da escravidão, da pornografia, do tráfico de drogas... Com certeza, um comprador de algo falso ou sem licença está longe de contribuir para um mundo melhor. Acha isso um exagero? Então, continue a ler.
Copiratas
Ainda acha que por ser comprador, e não o vendedor, você não tem culpa? Sim. Tem. É justamente esse o alerta que o Bispo Edir Macedo faz: “Pensa que roubar é só tirar as coisas dos outros e sair correndo? Não! Roubar é isso aí, piratear. Você está sendo desonesto se compactua com a pirataria. É roubo. É desonestidade. Se aquela pessoa está roubando o direito de outro que fez a música, que fez a letra, que trabalhou, que colocou sua inspiração ali e aí você tira proveito do trabalho do outro, isso é roubo. Quando você entra em um site pirata, em um site de filmes, isso é roubo, você está roubando”, enfatiza.
Segundo o Bispo, quem compra é um “copirata”. Mesmo que pareça vantajoso por causa do preço, ou porque muitos fazem e não acontece nada, isso não tem nada a ver com a postura de um cristão – ou de qualquer pessoa íntegra de verdade. “Não se deixe levar pelo que é errado, pelo que é desonesto. Não olhe para os ladrões, porque os ladrões cedo ou tarde vão pagar por aquilo que eles estão fazendo, ninguém fica impune nesse mundo. Na Bíblia está escrito que tudo que o homem semear, isso também ceifará”.
A maioria que lê essa última mensagem bíblica de “o que plantar, ceifará” pensa que isso é algo para o futuro e que está bem distante. Contudo, você acabou de ler sobre a ligação da pirataria com outros crimes. E também já sabe o que a ONU disse sobre quanto dinheiro desonesto, que melhoraria a vida de muita gente se fosse gerado da forma correta, circula fazendo o mal pelo mundo. Então você liga a TV e vê notícias sobre a crise brasileira e internacional, percebe suas próprias contas apertadas no fim do mês, vê vizinhos e parentes em uma situação desesperadora. Não consegue sair nas ruas de seu bairro para um simples passeio sem sentir medo. Ainda acha que esses efeitos são culpa de determinados governos ou de criminosos desconhecidos? Se você cedeu à atitude mesquinha de comprar algo falso porque era mais barato, não reclame. Parte da culpa por tudo isso também é sua.
No fim das contas, é tudo uma questão de bom senso e atitude – de ter posturas de um cidadão de verdade, de um ser humano que quer um mundo melhor e faz sua parte para isso. Parece exagero, mas não ache que a realidade ruim mostrada nas manchetes é mera coincidência. Você decide de que lado quer estar.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Bolsa de homem.

Sim, meu caro, isso existe. E não é questão de modismo, mas de praticidade no dia a dia.


Sempre que o assunto é bolsa, logo vem à mente que isso é coisa de mulher, certo? Não, senhor. Vai me dizer que você nunca precisou carregar documentos importantes, laptop, tablet, agenda, óculos escuros ou de leitura, fones de ouvido e até mais? Claro, eu sei que nós gostamos mesmo é de roupas com bolsos bastante úteis, mas nem sempre é possível vestir algo assim. Então, uma bolsa – ou mochila – em que tudo esteja facilmente à mão é bastante útil, sim. Mas deve ser bem escolhida, para não que passe um ar desleixado. A escolha pode mostrar que o cara é disciplinado e com objetivos sérios na vida.
As boas e velhas pastas executivas (como as valises ou as famosas “007”) são ótimas, mas há quem queira peças mais práticas ou menos sisudas – o que não quer dizer que precisam ser espalhafatosas. Hoje em dia é muito comum o uso das chamadas bolsas “carteiro”, com alças que permitem usá-las a tiracolo.
Ao contrário das pastas, que precisam ser apoiadas em algum lugar para que sejam abertas, as carteiro podem ser manuseadas ainda penduradas no ombro e até enquanto andamos. Elas também podem ir do ar mais sério, executivo mesmo, ao mais despojado e jovem. Pergunte a um cara que vai direto do trabalho para a faculdade, por exemplo, se ela não é uma mão na roda.
Nada impede que a bolsa seja bonita, embora, neste caso, isso não seja prioridade máxima. Ela deve ser resistente, durável, proteger bem o conteúdo, ser de fácil limpeza – e ajuda muito se também for impermeável, modelo facilmente encontrado no mercado.
As de couro saem na frente em quase todos esses quesitos. Clássicas, podem ser usadas em várias ocasiões. As pretas e marrons nesse material permitem muitas combinações com roupas e situações. As de lona também estão disponíveis tanto em versões clássicas como nas mais descoladas, o que vai depender da idade e do tipo de compromisso de quem for usá-las. Atualmente, há materiais sintéticos que não fazem feio, são laváveis e leves.
Na verdade, se a bolsa será do modelo carteiro ou uma mochila, dependerá apenas do homem que for carregá-la. A primeira é ideal para quem leva poucos papéis e usa tablet, podendo ser estreitas, horizontais ou verticais. As mais largas caem bem para quem leva mais papelada, notebook e outros acessórios eletrônicos, como fontes, câmeras de pequeno porte e por aí afora. Você leva mais objetos e mais peso? Prefira uma mochila – que também pode ser mais séria ou mais esportiva.
Ah, voltemos à questão dos laptops. Há muitas opções de bolsas e mochilas que têm até compartimentos almofadados e impermeáveis que os protegem. Mas tome cuidado na hora de comprá-las. Algumas “dão muito na cara” de que há ali um aparelho eletrônico caro, como se estivesse escrito o aviso “roube-me, por favor” – certas variedades têm até a marca dos computadores estampada. E nós sabemos que a realidade nas ruas e outros lugares públicos merece atenção redobrada. Portanto, prefira aquelas que podem ter a tal proteção interna, mas com visual mais discreto em relação ao seu conteúdo.
Bolsas muito grandes ou de corte extravagante têm mais cara de femininas. Andaram inventando uma moda aí de que um sujeito pode usar aquelas bolsonas que mais parecem malotes ou que o portador vai passar pela feira no caminho de casa. Bem, proibido não é, mas ainda há quem defenda que homem deve mesmo ter aparência de homem. Com todo o respeito.
Menos é mais
Se ainda não fez isso, é hora de dar aquela geral no guarda-roupa. Doe ou venda o que não serve ou não usa mais, organize o que ficou e invista em peças básicas que vão bem em qualquer época, sem depender da moda. Um armário arrumado facilita muito na hora de escolher o que usar – pois ser homem é ser prático, ok?
Cavalheirismo no vestir 
A boa escolha e o bom uso de roupas e acessórios são importantes cartões de visita para um homem – e sem apego a modismos. Mas isso é só um dos fatores que formam um cavalheiro de verdade. Veja quais os outros aqui.  
Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar as suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto IntelliMen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo, clique aqui.